sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

NÃO SE ILUDA COM O ISLÃMISMO - ISLÃ , O ANTI CRISTO DOS ÚLTIMOS DIAS .

A anos venho alertando o Brasil sobre o perigo que nos ronda.
E pelo que parece , muitos pouco se  importam com nossas denuncias .
O brasil vem sendo bombardeado por grupos islamicos , grupo esse que já tem fincado em nosso teritória muitas de suas bases.
Nordeste , São Paulo e  a triplice fronteira são os lugares escolhidos por eles.
Estão pegando nossos jovens e  mandando para seus paises , onde esses jovens são discipulados pelos mais experientes jihadistas , e  quando voltam ao Brasil , chegam para colocar em prática suas ideologias .
Embora disem ser uma religião de  amor , seu livro sagrado os desmentem.


São na verdade , pessoas que odeiam quem vai contra suas ideologias religiosas, e  para provar  isso segue abaixo textos captados no AL CORÃO .


 Apenas lêiam algumas das seguintes passagens:






"Deus não ama os descrentes" (III. 33)
"Deus não ama os ímpios e pecadores" (II. 277)
"Deus não ama aqueles que fazem o mal" (III. 58)
"Deus não ama os orgulhosos" (IV. 37)
"Deus não ama os transgressores" (V. 88)
"Deus não ama os pródigos" (VI. 142)
"Deus não ama os traiçoeiros" (VIII. 59)
"Deus é um inimigo para os descrentes" (II. 99)


Repetidamente o alcorão declara que Deus não ama as mesmas pessoas que a Bíblia diz que Deus ama tanto que Ele enviou Seu Filho para morrer por elas!
O amor do Pai Celestial é imparcial, universal e incondicional.
Que contraste com o Deus do Alcorão! De acordo com o Alcorão, Deus não ama os pecadores. Este fato é enfatizado repetidamente e de forma consistente, como uma batida ao longo das páginas do Alcorão.


Por  isso ,o povo que ama a JESUS DE VERDADE deveriam se mobilizar e mostrar que aqui quem manda é JESUS CRISTO , E  TODA FORMA CONTRÁRIA DEVEM SER DEIXADA DE LADO.



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De olho na perseguição aos cristãos na Indonésia


De olho na perseguição aos cristãos na IndonésiaA Indonésia é um país com mais de 360 diferentes etnias, 700 dialetos e composto por mais de 17 mil ilhas. Todos esses contrastes que formam o país, independente desde 1949, estão refletidos nas relações sociais e influenciam o cotidiano religioso dos indonésios. 
O país oscilou nos últimos dois anos (2013-2014) entre a 46ª e a 45ª posição na Classificação da Perseguição Religiosa, lista atualizada anualmente pela Portas Abertas que revela as 50 nações mais opressoras aos cristãos. 
Passando por importantes transformações, a Indonésia tem se desenvolvido muito rápido economicamente nos últimos anos, resultando no crescimento da classe média, predominantemente urbana, e na prosperidade do país. Tem havido também debates mais abertos no parlamento do país sobre questões relevantes à população, o que não existia há algum tempo. Isso é resultado direto de um crescimento e maior abertura da mídia, que tem exposto em seus noticiários os constantes ataques às minorias religiosas e a corrupção desenfreada. Mas essa suposta abertura religiosa é relativa, já que menos da metade da população vive nos centros urbanos e está sob os holofotes da mídia.
De maneira geral, a Igreja não sofre perseguição direta do governo, mas de grupos radicais islâmicos que, por sua vez, exercem muita influência na opinião pública e nas lideranças políticas regionais e locais. Por conta da pressão exercida por esses grupos radicais e por seus militantes que estão nos órgãos públicos do país, algumas províncias como Aceh, Java, Sulawesi e Sumatra têm adotado a prática da lei islâmica (Sharia)
Uma das maiores dificuldades que a Igreja enfrenta é com relação à abertura de templos. Um decreto-lei de 2006 diz que para a abertura de uma igreja é necessário que ela tenha no mínimo 90 membros, obtenha o consentimento de pelo menos 60 vizinhos que professem outras religiões, consiga a aprovação do chefe da província ou vilarejo e do Fórum de Integração Religiosa. 
Apesar de todas as dificuldades, a Igreja continua crescendo no país. Acredita-se que os cristãos correspondam hoje a 10% de sua população total. Continue orando para que a Igreja indonésia tenha mais abertura para cultuar a Deus e compartilhar o amor de Cristo.

ELESMATAM OS CRISTÃOS - Estado Islâmico mantém jornalista cristão como refém e exige U$200 milhões para libertá-lo

                                        
Estado Islâmico mantém jornalista cristão como refém e exige U$200 milhões para libertá-loO jornalista cristão japonês Kenji Goto foi capturado por militantes do Estado Islâmico recentemente, durante uma de suas viagens para a Síria. Ele teria ido à cidade de Aleppo para ajudar a encontrar seu amigo Haruna Yukawa, que também já havia sido sequestrado anteriormente.
Yukawa foi capturado em agosto fora de Aleppo. Goto, que havia retornado para a Síria no final de outubro para tentar ajudar seu amigo, também está desaparecido desde então.
Para Yukawa, que sonhava em se tornar um empreiteiro militar, viajar para a Síria tinha sido parte de um esforço para mudar de vida depois de ir à falência e sofrer a perda de sua esposa, que estava com câncer.
A unidade no Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão estava buscando informações sobre ele desde agosto, segundo as pessoas envolvidas nesse esforço. O desaparecimento de Goto não havia sido relatado até o vídeo da última terça-feira, aparentemente mostrando ele e Yukawa ajoelhados, vestindo camisetas alaranjadas ao lado de um mascarado militante do Estado Islâmico, que empunhava uma faca. No vídeo, o terrorista exige 200 milhões de dólares para libertar os dois.
Yukawa conheceu Goto na Síria em abril e pediu-lhe para leva-lo ao Iraque. Ele queria saber como operar em uma zona de conflito e eles foram juntos em junho.
Yukawa voltou para a Síria em julho por conta própria.
"Ele estava infeliz e não sabia o que estava fazendo. Ele precisava de alguém com experiência para ajudá-lo", disse Goto, de 47 anos, à Reuters, em agosto.
O sequestro de Yukawa esse mês, assombrou Goto, que sentia que tinha que fazer algo para ajudar o amigo.
"Eu preciso ir lá, pelo menos uma vez e falar com os meus "fixadores", para ver qual é a situação atual. Eu preciso falar com eles face a face. Eu acho que isso é necessário", afirmou ele, referindo-se a moradores que trabalham com freelance para correspondentes estrangeiros, criando reuniões e ajudando com o idioma local.
Goto começou a trabalhar como correspondente de guerra em tempo integral em 1996 e tinha estabelecido uma reputação como um operador cuidadoso e confiável para as emissoras japonesas, incluindo a NHK.
"Ele entendeu o que tinha que fazer e ele foi cauteloso", disse Naomi Toyoda, que trabalhou com Goto a partir da década de 1990.
Goto, que se converteu ao cristianismo em 1997, também falou de sua fé no contexto de seu trabalho.
"Já vi lugares horríveis e tenho arriscado a minha vida, mas eu sei que de alguma forma, Deus sempre me salva", disse ele, em maio. Mas ele disse à mesma publicação que ele nunca se arriscou de forma imprudente, citando uma passagem da Bíblia: "Não tentarás o Senhor teu Deus à prova".
Em outubro, a esposa de Goto teve um bebê, segundo filho do casal. Ele tem uma filha mais velha de um casamento anterior, segundo informaram as pessoas que conhecem a família.
Na mesma época, ele fez planos para ir à Síria e carregou vários clipes curtos de vídeo para seu Twitter, uma mostrando-lhe com credenciais de imprensa emitidas por rebeldes anti-governo em Aleppo.
Em 22 de outubro, ele enviou um conhecido - um professor do ensino médio - para dizer que ele planejava estar de volta no Japão, no final do mês.
Goto disse a um parceiro de negócios com os quais ele estava trabalhando para criar um aplicativo de notícias on-line que ele poderia viajar no território controlado pelo Estado Islâmico por causa de sua nacionalidade.
"Ele disse que, como um jornalista japonês, esperava ser tratado de forma diferente que os jornalistas americanos ou britânicos", disse Toshi Maeda, recordando uma conversa com Goto antes de sua partida para a Síria. "O Japão não participou de bombardeio, e apenas forneceu ajuda humanitária. Por essa razão, ele pensou que poderia garantir a cooperação do ISIS".
Amigos de Goto dizem que ele viajou de Tóquio a Istambul e de lá viajou para a Síria, enviando uma mensagem em 25 de outubro, que ele tinha cruzado a fronteira e estava a salvo.
"Aconteça o que acontecer, esta é a minha responsabilidade", disse Goto em um vídeo gravado pouco antes de partir para Raqqa, a capital do Estado Islâmico.
Essa foi a última vez que ele foi visto antes do vídeo, nesta semana.

NÃO SE ILUDA COM O ISLâMISMO - Arábia Saudita aplica lei religiosa e decapita mulher

Arábia Saudita aplica lei religiosa e decapita mulherUm acontecimento no último dia 12 de janeiro dá fortes indícios que o Estado Islâmico não é o único movimento muçulmano que defende a decapitação como forma de punição. Eles estão apenas levando a cabo o cumprimento da sharia – leis religiosas muçulmanas.
Um vídeo ganhou as redes sociais e causou grande polêmica. A gravação mostra autoridades da Arábia Saudita decapitando publicamente uma mulher na cidade de Meca, local mais sagrado da religião islâmica.
Laila Abdul Muttalib Basim, nascida em Myanmar, mas que residia na Arábia Saudita, teve sua cabeça cortada com golpes de espada após ter sido arrastada por quatro policiais pelas ruas. Ela era acusada de ter violentado sexualmente e matado sua filha de sete anos. O vídeo mostra a mulher gritando repetidas vezes “não matei, não matei” e pedindo clemência.
Um homem vestido de branco com uma espada ritual dá três golpes até dividir a cabeça do restante do corpo. O ministro do Interior da Arábia Saudita afirmou em comunicado que a sentença levava em conta a gravidade do crime. Segundo ativistas de direitos humanos, a prática vem crescendo no país. Foram 78 decapitações em 2013; 87 em 2014 e neste ano já chagaram a sete apenas em janeiro.
Um dos principais fornecedores de petróleo do mundo e importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia Saudita geralmente não recebe o mesmo tipo de acusações de violação de direitos quanto outros países árabes. Segundo a lei vigente, vários crimes, incluindo homicídio, violação sexual, adultério ou assalto à mão armada podem ser punidos com pena de morte.
Os métodos mais comuns, são a decapitação e o apedrejamento. Também há casos em que o culpado é açoitado publicamente, como o caso recente do blogueiro Raif Badawi, sentenciado a mil chicotadas e 10 anos de prisão por ter criado um site onde defende o liberalismo, incluindo a diminuição da influencia da religião no país. Ele receberá chicotadas publicamente todas as sextas-feiras – dia sagrado no Islã – durante 18 meses, quando sua pena será completa.
Na Arábia Saudita não existe liberdade religiosa, as igrejas são proibidas e até mesmo carregar uma Bíblia é considerado crime.


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