quinta-feira, 8 de agosto de 2013

VEM AI O OITAVO FESTIVAL GOSPEL DE JAGUARIÚNA - VAI SER BENÇÃO PURA --- 8° FESTIVAL GOSPEL DE JAGUARIÚNA


Henry Sobel diz a jornal que furto de gravata foi 'falha moral'


Henry Sobel, em 2009 (Foto: Carolina Iskandarian/ G1/Arquivo) O rabino emérito da Congregação Israelita Paulista (CIP) Henry Sobel afirmou, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, que o episódio do furto de gravatas em uma loja de Palm Beach, nos Estados Unidos, em 2007 foi uma “falha moral”. O incidente acabou provocando o afastamento dele da CIP.

Desde então, a versão sustentada por ele era de que o furto ocorreu devido a uma doença psicológica e ao efeito de remédios para depressão. Ao jornal, ele afirmou que não pode atribuir o ocorrido a "fatores externos" e que cometeu um "erro".

“Por favor, coloque no papel o que trago no meu coração, porque vou falar de algo pela primeira vez. Antes não havia tido coragem nem vontade. Aquele foi um episódio desgastante, cheguei a pedir desculpas diante de câmeras das principais emissoras de TV do Brasil. Também tratei do assunto em livro autobiográfico. Falei em problema de saúde e no uso de um medicamento para dormir, o Rohypnol. O remédio teria me levado a cometer atos impensados. Ontem à noite [o jornal diz que a entrevista publicada nesta quinta foi realizada "dias atrás"], às vésperas desta entrevista e com o distanciamento que o tempo proporciona, decidi que não posso mais atribuir o que houve a fatores externos. Para ser e me sentir honesto, admito que cometi um erro”, afirmou ele ao “Estado”.

Sobel relembrou, em entrevista ao jornal, que amigos o ajudaram a sustentar, na época, a versão de o furto havia ocorrido por doença.
“Desde jovem, fui um intolerante comigo. E o autojulgamento sempre foi severo demais. Mas o rabino é humano, portanto, falível”, disse.

Sobel, de 69 anos, afirmou que deixará o Brasil em breve, após 43 anos residindo no país. Ele irá morar em Miami, onde tem um apartamento, com a mulher e a única filha, para se “preparar para a aposentadoria” em um “período sabático”. “Hoje sou um rabino machucado. Por motivos políticos”, disse.

Ele não quis comentar se houve outros casos semelhantes ao do furto das gravatas, mas disse ao jornal que precisava falar para perdoar a si mesmo.

“Uma falha moral minha. E peço perdão. Veja o que escrevi ontem à noite: 'É bom ser perdoado. Quando eu era menino, sempre que cometia um erro, podia contar com a compreensão, a ternura e o perdão dos meus pais. Lembro da sensação de ter um peso tirado do coração, uma gostosa certeza de ser aceito. (...) Quando cresci, foi a minha vez de conceder perdão aos meus pais pelos seus erros e fraquezas, fossem reais ou fruto da minha imaginação. Compreender nossos pais, e perdoá-los por serem menos perfeitos do que gostaríamos, é natural no processo de amadurecimento. Lembro das críticas se abrandando, os ressentimentos se dissolvendo, a consciência do afeto libertando a alma. É bom perdoar'. E é muito bom perdoar a si próprio”, afirmou ele ao "Estado".


GLOBO.COM.BR

Tsunami no Japão vira catástrofe redentora

Em Fukushima, no Japão, os cristãos derrubaram os muros que os separavam uns dos outros e encontraram novas maneiras de amar ao próximo, servindo as pessoas que perderam tudo no tsunami de março de 2011.

Uma noite, durante o acidente nuclear de Fukushima Daiichi, em março de 2011, Jesus apareceu para o pastor Sumiyoshi em um sonho. "Eu vi Jesus se aproximar da usina nuclear, caminhando em sua direção. Ele me perguntou: 'Você vai embora?'"

Em Fukushima, a usina foi severamente danificada devido a falhas que já vinham acontecendo há semanas, e estavam fora de controle após o terremoto e o tsunami. Esse tornou-se o mais grave acidente nuclear desde Chernobyl, em 1986. Cerca de 20 mil pessoas morreram e centenas de milhares ficaram desabrigadas.

A pergunta feita por Jesus ao pastor o fez lembrar-se de quando Jesus perguntou a seus discípulos, antes de ser crucificado, se eles o abandonariam. Sumiyoshi disse: "Essa lembrança me fez tomar a decisão de permanecer em minha comunidade".

"As pessoas diziam: 'A usina é muito perigosa' ou: 'Teremos outro tsunami'. Eu me perguntava a que voz deveria ouvir". Ele disse que escolheu ouvir a voz de Deus, e não a dos homens. "Eu aprendi que é esse o desafio em relação à nossa fé".

Os acontecimentos de março de 2011, chamados de "a catástrofe tripla" do Japão, marcaram a catástrofe mais cara dos registros históricos. As perdas chegaram a mais de 235 bilhões de dólares.
Quase um milhão de pessoas foram obrigadas a deixarem suas casas, incluindo quase 100 mil pessoas que em um piscar de olhos tiveram que se afastar para cerca de 13 quilômetros de distância da usina nuclear. O Japão, uma das maiores potências econômicas do mundo, se curvou diante do desastre. Os líderes declararam estado de crise pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial.

Um país enigmático
Vinte e quatro horas depois do terremoto, igrejas locais, agências e grupos de assistência mobilizaram milhares de voluntários de mais de 80 nações.

Mais de dois anos após a catástrofe tripla, o nível de engajamento cristão na zona de desastre permanece significativo. Não há precedentes para esse tipo de esforço religioso após desastres naturais na história de 2.000 anos do Japão.

Depois do sonho, Sumiyoshi e sua mulher decidiram ficar e servir sua comunidade. Sua pequena igreja local, Nakoso Christ Church, começou a servir alguns milhares de pessoas em uma cidade remota, esquecida por grandes agências e serviços do governo.

O trabalho de assistência realizado pelas igrejas locais está acontecendo enquanto o governo responde às necessidades da população de maneira bastante lenta. Pelo menos 200 mil desabrigados, alguns expostos a níveis elevados de radiação, ainda estão morando em abrigos temporários.

O Japão é um país enigmático para o mundo que o observa, especialmente aos olhos de antropólogos, missiólogos, profissionais de desenvolvimento e líderes de agências humanitárias. É uma das nações mais ricas, com uma economia de quatro trilhões de dólares – e com uma das maiores taxas de suicídio. Apresenta grandes conquistas nas áreas de tecnologia e ciência. Mas Shinto, a tradicional religião japonesa que definiu o imperador como chefe de Estado e deus, ainda desempenha um papel cerimonial e cultural muito influente.

Apenas um por cento dos japoneses afirmam ser cristãos. Entre os líderes cristãos, o Japão tem o estigma de ser "um solo árido para plantar o evangelho". Esse solo pode ter se tornado mais fértil depois do desastre. Atsuyoshi Fujiwara, teólogo e pastor fundador da Covenant of Grace Church, em Tóquio, acredita que os eventos de 2011 são o "quarto encontro do Japão com o cristianismo".

Nos três primeiros encontros históricos, Fujiwara diz, os japoneses o rejeitaram. "Cada período foi diferente. No entanto, havia um padrão. O cristianismo sempre chegava em períodos caóticos, quando o Japão perdia a paz e a ordem. Inicialmente, o país aceitou o cristianismo, mas gradualmente passou a rejeitá-lo à medida que recuperava sua paz, ordem e confiança". (Veja "Um novo encontro com Jesus", p. 42).

A catástrofe tripla do Japão levou líderes de assistência e desenvolvimento cristãos a repensarem a maneira como trabalham em seus ministérios no país. Com base em minha pesquisa de campo em Fukushima com o Marketplace Institute, grupo de reflexão teológica público da Regent College, em Vancouver, questões complexas surgiram após o desastre: O que os cristãos podem trazer, com exclusividade, a uma nação riquíssima, atingida por grandes desastres naturais e hostil ao crescimento do cristianismo em seu solo? Qual é o papel adequado da assistência cristã em um momento de grande necessidade?

Embora essas questões sejam específicas para o Japão, as lições aprendidas são aplicáveis a todos os contextos de assistência. A catástrofe de Fukushima apenas aumentou a necessidade de mudanças na prática de assistência e desenvolvimento cristão.

De abril de 2011 a abril de 2012, o Marketplace Institute convocou reuniões, realizou pesquisas de campo e observou os trabalhos de assistência para explorar essas questões. O instituto fez parceria com a Food for the Hungry (EUA e Canadá), Disciple Nations Alliance (EUA e Coréia do Sul) e a Friends with the Voiceless International (Japão).
No campo, prestamos atenção especial em três aspectos negligenciados pelos trabalhos de apoio: espiritualidade, história e sustentabilidade.

Motivos espirituais
Há décadas, a assistência para desastres tem sido igualada a assistência física voltada à necessidade, sem dar muita atenção a fatores espirituais.

No entanto, ao longo do tempo, o trabalho de assistência tem ido além da recuperação física. Pesquisas sobre pessoas com graves deficiências devido a acidentes mostrou que uma perspectiva espiritual ajuda a aumentar a resistência e a recuperação das vítimas (resultados que são explorados no livro de 2012, Sacred Aid: Faith and Humanitarianism).

Como um ponto de vista espiritual pode ajudar os cristãos na formulação de uma resposta a desastres quando as crenças da maioria são hostis ao cristianismo? Na fase inicial de resposta a desastres, a Marketplace Institute visitou igrejas locais e comunidades dentro de um raio de 56 km da usina de Fukushima. O critério de discernimento era simplesmente este: "Ore, ouça, aja". Nós descobrimos que muitos dos que decidiram ficar na região, em vez de sair, fizeram isso por causa de sonhos muito reais, como o do pastor Sumiyoshi, ou a partir de convicções decorrentes de textos bíblicos específicos.

Por exemplo, no verão de 2011, pastores japoneses se reuniram para o primeiro fórum sobre o futuro de Fukushima e se basearam em Lamentações 3:19-23. Um dos vários pastores que oraram em voz alta, disse: "Senhor, tu aceitas corações quebrantados e humildes. Destrua meu orgulho e santifique-me como um instrumento que possa ser usado por ti". Antes do desastre, havia cerca de 100 igrejas em Fukushima. Apenas 20 delas, todas com 30 membros ou menos, permanecem no local.

No entanto, sonhos e convicções nem sempre contam no âmbito da assistência a desastres oferecida por profissionais pagos. Não existe um método simples para apreender motivos imateriais, ou uma estrutura para medir o sucesso ou fracasso das ações com base nos sonhos, confissões ou esperanças de um pastor. Nós descobrimos que muitos grupos de assistência e desenvolvimento carecem de uma capacidade para lidar com as dinâmicas espirituais de como as pessoas reagem após um grande desastre, como, por exemplo, as pessoas lidam com a culpa do sobrevivente ou com o estresse pós-traumático.

Qual história é importante?
Tempo e escala são muito importantes em operações de assistência. Eles costumam determinar quanto custará a entrega dos resultados. Mas quando essas operações de ajuda humanitária se concentram apenas em medidas práticas, o trabalho de salvar vidas é reduzido a alimentar os famintos, fornecer moradia aos desabrigados e dar água a quem tem sede.

A linguagem das organizações é o que conduz às necessidades mais importantes, ao tipo de ajuda que tem mais valor funcional, a como uma intervenção deve acontecer e como seu sucesso deve ser medido. A "história" de uma organização molda a maneira como ela fornece assistência e como mede resultados.

O paradigma que conduz e controla todo esse processo é o custo-benefício. É o paradigma do quanto mais rápido e maior, melhor. Eu chamo isso de "compaixão humana no estilo McDonald's": oferecer o máximo possível, o mais rápido possível, para o maior número de pessoas possível, com o custo mais baixo possível. (O sociólogo George Ritzer, em seu livro de 1993, "The McDonaldization of Society", afirma que as metas de eficiência, a calculabilidade, a previsibilidade e o controle da indústria de fast-food se infiltraram em outros setores sociais e desumanizaram as pessoas).

Open in new windowNo primeiro ano após o desastre de 2011, mais de cinco bilhões de dólares em assistência foram arrecadados, deixando os líderes locais da zona de desastre impressionados. Em retrospecto, especialistas em assistência perceberam que havia muitos casos de incompatibilidade entre a necessidade local e a assistência disponível, assim como os mesmos programas indesejáveis de sempre e um vazio na liderança.

Mas há exemplos populares que mostram o contrário e japoneses cristãos locais estão abrindo caminho para novas abordagens. Uma delas é da Grace Garden Chapel, em Koriyama, uma cidade de médio porte, 65 km a oeste de Fukushim Daiichi. O maior abrigo da região foi localizado perto dessa igreja.

Após as primeiras semanas de voluntariado no abrigo, os pastores decidiram ajudar um número limitado de famílias, apenas aquelas que eles poderiam ajudar mantendo relacionamentos pessoais. No processo de seleção, eles escolheram ajudar aos desabrigados que desejavam restabelecer suas vidas para sempre.

Essa era uma maneira "cara" de se proporcionar auxílio, mas os pastores queriam assegurar que as relações familiares estavam sendo respeitadas e que estavam sendo oferecidos cuidados pessoais e emocionais adequados. Ao longo de toda a operação do programa, a Grace Garden se agarrou a um princípio: mantenha-se motivado a amar ao próximo e não use bens materiais para ganhar convertidos.

A equipe pastoral marido-e-mulher foi convencida por Jeremias 29. (O nome de sua igreja veio do jardim dos judeus exilados na Babilônia, mencionado nos versículos 4-5). Essa passagem influenciou a maneira como os voluntários responderam às necessidades dos sobreviventes, física e espiritualmente.

Outros exemplos vêm de voluntários treinados que usaram a imaginação para o desenvolvimento de novos programas: sessões de massagem de mão para desabrigados idosos e lavagem de pés, criação de cafeterias móveis e de espaços seguros para aconselhamento, restauração de álbuns de fotos danificados pela inundação, descontaminação de terrenos agrícolas, organização de acampamentos pós-trauma para crianças e de um festival de beisebol. (Veja "A beleza de coisas danificadas", p. 44).

Pode ser difícil resistir à tentação de uma abordagem utilitarista, como sabem muitos especialistas em assistência. Mas quando a atenção pessoal, e até criativa, é colocada de lado em favor da eficiência, as comunidades afetadas não podem experimentar uma restauração plena ou uma mudança duradoura após um desastre.

Mantendo a esperança
A rápida intervenção após desastres é excelente para a obtenção de resultados mensuráveis a curto prazo, salvando inúmeras vidas. Mas a recuperação e a sustentabilidade a longo prazo são muito mais difíceis.
O conceito de "assistência de desenvolvimento" surgiu do desejo de especialistas em desenvolvimento de estabelecer mudanças duradouras. Isso significa colocar as comunidades afetadas por desastres no caminho do desenvolvimento sustentável.

Mas em Fukushima, afetada por um acidente nuclear e um desastre, os cristãos perceberam que não bastava que programas de desenvolvimento apenas "apertassem o botão do reset", fazendo o país voltar a ser o que era antes. Nossa pesquisa foi conduzida por uma pergunta: Como grupos de assistência humanitária podem ajudar as comunidades a saírem de uma situação caótica e promover o desenvolvimento humano, e não o sucesso econômico ou individual?
Nossa pesquisa nos levou a Usuiso, uma pequena vila de pescadores bastante danificada pelo tsunami. Cerca de 200 casas foram perdidas e muitos moradores morreram. Antes do desastre, Usuiso estava envelhecendo, se encontrava em declínio econômico e estava socialmente inativa. Após o tsunami, o único ponto de referência da vila era uma pilha de detritos radioativos, que se destacava como uma montanha em meio à paisagem plana do local.

Nesse contexto desolador, a liderança de uma igreja, a Global Mission Chapel, na cidade vizinha de Iwaki, trouxe visão e esperança aos sobreviventes locais. Embora o prefeito tenha ido embora após o desastre, os membros da igreja começaram a servir em toda a pequena cidade, apesar de muitos deles terem também perdido famílias.

Em contraste com a lenta ação das autoridades da cidade de Iwaki, a igreja conquistou rapidamente a confiança dos moradores. Ao servirem em áreas afetadas pelo desastre, os membros da igreja conheceram desabrigados de Usuiso. Voluntários cristãos começaram a visitar a vila para orar pelo que restou. Os presbíteros da igreja apresentaram um projeto para uma nova vila, com casas restauradas, empresas, instalações educacionais e culturais e centros comerciais.

Em resposta ao desastre, a Global Mission Chapel mudou seu nome para Global Mission Center, porque, segundo eles, "Uma igreja é formada por pessoas, e não prédios". Os membros comprometeram-se a mudar para Usuiso quando fosse apropriado e a ficar com os moradores para as gerações vindouras. Dois anos depois, havia um novo impulso para a restauração de Usuiso. Os membros da Global Mission Center tiveram essa visão de um novo Japão se levantando a partir de suas orações pelas pessoas que enfrentavam sofrimento.

De onde surge a esperança para sobreviventes de uma catástrofe? De onde vem o poder para restaurar e manter uma comunidade e uma nação? Talvez o segredo para a sustentabilidade e o impacto duradouro venha de uma comunidade formada por pessoas resistentes de uma igreja local e das convicções que elas estão dispostas a defender a todo custo.

O auxílio a situações como essa é algo complexo. Teologicamente, ele envolve a restauração de tudo que foi afetado e todas as relações que necessitam de reconciliação para que a comunidade se desenvolva em todas as áreas da vida (Colossenses 1:15-20).

Esse não é o trabalho de uma agência profissional, mas de pessoas comuns em uma igreja local, amando ao próximo por amor a Cristo. O trabalho de assistência cristã só acontece quando a igreja percebe sua missão de servir o mundo, doando-se aos outros e restaurando uma comunidade necessitada.

Assistência a desastres 3.0
Ao final do processo de um ano de assistência e parceria com igrejas locais em Fukushima, desenvolvemos a ideia da Assistência a desastres 3.0 – Assistência no âmbito das relações.

Em Assistência a desastres 1.0, a assistência foi sendo lentamente secularizada e tomada pela liderança profissional e burocrática. Em Assistência a desastres 2.0, estratégias e medidas voltadas ao mercado marginalizaram atos voluntários de caridade, misericórdia e justiça.

Em Assistência a desastres 3.0, a igreja local -- e não apenas especialistas em assistência – trabalha na restauração de si mesma como instrumento escolhido de Deus para a saúde e o cuidado de uma comunidade, especialmente antes, durante e depois de um desastre. Essa ideia é muito mais intensa do que programas de extensão religiosos.

Ela coloca a igreja local onde ela deve estar, na comunidade e em meio à crise, não importa quão pequena essa igreja seja ou quão hostil seja o ambiente a sua volta. Ela promove relacionamentos em todos os níveis (social, econômico e institucional). Ela cria parcerias significativas centradas na igreja local em comunidades vítimas de calamidades em todas as fases de resposta a desastres.

Tudo começa dando atenção às vítimas, as ouvindo, ouvindo uns aos outros e à voz de Jesus. Também significa considerar possibilidades, e não apenas necessidades imediatas. O que me faz lembrar de Lamentações 3:19-21: "Lembra-te da minha aflição e do meu pranto, do absinto e do fel.Minha alma certamente disto se lembra, e se abate dentro de mim.Disto me recordarei na minha mente; por isso esperarei".

A assistência no nível das relações é um ministério do Sábado Santo – entre a dor e o sofrimento da morte na Sexta-Feira Santa e a esperança da ressurreição no domingo de Páscoa.

Em uma manhã de domindo após a catástrofe tripla, houve um grande tremor. O pastor Sumiyoshi orou com sua congregação: "Tivemos outro terremoto esta manhã. Eu implorei a ti, Deus, para que não nos enviasse mais sofrimento. Porém, acreditamos que todas as coisas estão em tuas mãos. Assim como Jesus caminhou em direção à cruz há tanto tempo, ele caminha agora em direção àquela usina nuclear. Ele está se ajoelhando e orando por nós. Jesus prometeu que seu espírito estaria com cada um de nós. Nós temos tantas tristezas, sofrimentos e dor em nossas vidas. Graças à promessa de Jesus, podemos perseverar e ter esperança".

Fonte: Cristianismo Hoje

Vaticano condena pároco italiano por pedofilia

A Congregação para a Doutrina da Fé condenou, em primeira instância, o ex-pároco italiano dom Carlo Chiarenza, acusado de ter abusado sexualmente de um jovem entre os anos 1989 e 1990.

Atualmente com 38 anos e vivendo nos Estados Unidos, a vítima, Teodoro Pulvirenti, denunciou os abusos no ano passado, em uma coletiva de imprensa, usando como prova a gravação de uma conversa entre ele e Chiarenza.

A Congregação para a Doutrina da Fé, órgão do Vaticano, considerou Chiarenza, ex-pároco em Acireale, na Itália, culpado pelos episódios de pedofilia.

De acordo com a sentença do processo canônico, Chiarenza "deverá se afastar por alguns anos da diocese, não assumindo encargos eclesiásticos e nem praticando o ministério público".

O religioso pode apresentar um recurso contra a decisão em até 60 dias.

Fonte: Ansa

Sociedade Bíblica promove encontro com deficientes visuais

Em sua quarta edição, evento com o tema “Ser Cidadão”, visa despertar a pessoa com deficiência para a conquista de seus direitos.

A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) promove, pelo quarto ano consecutivo, o Encontro de Pessoas com Deficiência Visual no Rio de Janeiro (RJ). Apoiada pelo Instituto Benjamin Constant, União de Cegos do Brasil e Associação Aliança dos Cegos, a iniciativa tem o objetivo de promover a inclusão e a integração desse público e seus familiares em uma programação cultural e interativa, focada na disseminação da Bíblia. O evento acontece no dia 17 de outubro, no Instituto Benjamin Constant, tendo como tema “Ser Cidadão”.

”A escolha deste tema visa despertar o público para a conquista de direitos, valorizar o que já foi conquistado na luta histórica da pessoa com deficiência e mostrar o que ainda pode ser feito para a inclusão na sociedade em consonância com Bíblia Sagrada”, destaca o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert, lembrando que o Instituto Benjamin Constant conta com uma Bíblia em Braile completa desde 2006, oferecendo a seus frequentadores o acesso ao livro mais lido e traduzido de todos os tempos. A obra é distribuída gratuitamente no programa A Bíblia para Pessoas com Deficiência Visual, da SBB, que conta com mais de 2,5 mil cadastrados.

A programação será aberta com as boas-vindas de Dani Paes, seguida pela palavra da diretora do Instituto Benjamin Constant, Maria da Gloria de Souza Almeida. Estão previstas a exibição do vídeo sobre o programa A Bíblia para Pessoa com Deficiência, com audiodescrição, a palestra “A SBB servindo pessoas com deficiência”, a cargo de Emilene Araujo, gerente de Projetos Sociais da SBB, e a peça teatral “Contando a história”, com o Grupo Nóis na Mala. Também ocorrerá a premiação do V Concurso Literário de Contos e Poesias, que teve como tema “A importância do nascimento de Jesus nos dias atuais”.

Serviço:IV Encontro de Pessoas com Deficiência Visual – Rio de Janeiro (RJ)

Data: 17 de outubro de 2013
Horário: das 13h30 às 16h00
Local: Instituto Benjamim Constant
Avenida Pasteur, 350 – Urca
Rio de Janeiro - RJ
Confirmação de presença: 0800-7278888, (21) 3203-1962 e (21) 3203-1961
Apoio: Instituto Benjamin Constant, União dos Cegos do Brasil e Associação Aliança dos Cegos.

Fonte: Sociedade Bíblica do Brasil

Livro mostra que, além de médicos, faltam pastores no interior

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No livro "Cidades do Interior", o pastor presbiteriano e doutor em ministérios, Sérgio Lyra, mostra que a grande maioria das cidades pobres possui menos de 5% de evangélicos.

Há tão poucos médicos nas cidades do interior do país que o governo começa a se movimentar para preencher as muitas vagas existentes, através do programa Mais Médicos. Pelo menos 3.333 cidades já se candidataram a receber médicos do programa.

Mas o problema não é só na área da assistência médica. O recém-lançado Cidades do Interior; uma proposta missionária, de Sérgio Paulo Ribeiro Lyra, pastor presbiteriano e doutor em ministérios pelo Reformed Theological Seminary, traz um veemente apelo em favor do envio de pastores e missionários plantadores de igrejas para o interior do país, principalmente para as regiões Norte e Nordeste, as mais necessitadas. Segundo o autor, a grande maioria das cidades pobres possui menos de 5% de evangélicos, o que não acontece com as cidades financeiramente boas. Em Pernambuco, por exemplo, o censo de 2010 aponta 33 cidades com menos de 3% de crentes. Na Paraíba, a situação é quase três vezes pior (90 cidades).

Cabe perguntar: por que as cidades pobres possuem menos de 5% de evangélicos e praticamente nenhuma igreja reformada? O que as grandes igrejas urbanas fazem em prol da evangelização e da ação social nas cidades do interior? É o que Sérgio Lyra procura responder e identificar.

É oportuno lembrar que a grande maioria dos missionários presbiterianos norte-americanos, na década de 1960, trabalhava não nas cidades litorâneas e nas capitais, mas no interior do país. Vários deles se dedicaram a evangelizar cidades dos Estados de Goiás, Tocantins, Maranhão e Pará, ao longo da Rodovia Belém-Brasília (BR 114). Mesmo nos primórdios da Igreja Presbiteriana do Brasil (de 1859 em diante), os pioneiros, embora residentes no Rio de Janeiro e São Paulo, preocupavam-se também com as cidades do interior. Alexander L. Blackford (1829 – 1890), por exemplo, evangelizou não só a capital de São Paulo, mas também Rio Claro, Lorena, Brotas, Sorocaba, Bragança Paulista, Campinas etc. Quando ia à pequena cidade de Brotas, pregava nas vilas e nos sítios ao redor. Outro exemplo é George Chamberlain (1839 – 1902), fundador da Escola Americana, hoje Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mesmo ocupando o pastorado da Igreja Presbiteriana de São Paulo, viajou pelo interior da província e o litoral, evangelizando e abrindo igrejas.

Este exemplo histórico e o livro Cidades do Interior podem ajudar o governo a resolver o problema da carência de médicos e despertar igrejas reformadas e também outras igrejas evangélicas na área de missões nacionais. Há médicos demais e pastores demais nas grandes cidades brasileiras!

LIVRO: CIDADES DO INTERIOR
Sinopse:
Por que as cidades pobres possuem menos de 5% de evangélicos e praticamente nenhuma igreja reformada?

O que as grandes igrejas urbanas fazem em prol da evangelização e da ação social nas cidades do interior?

Cidades do Interior é uma resposta à quase ausência da influência do evangelho nas pequenas cidades brasileiras. Uma obra que identifica e oferece propostas para projetos missionários nessas cidades, considerando a sua realidade religiosa e social.

Uma abordagem bíblica e rica em exemplos, para melhor equipar a igreja brasileira na evangelização e no alcance daqueles que vivem à margem das grandes cidades e no interior do país.

Autor:
Sérgio Lyra é doutor em Ministérios pelo Reformed Theological Semanary; mestre em Missiologia pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper e bacharel em Ciência da Computação pela UFPE. É coordenador do Departamento de Missiologia do Seminário Presbiteriano do Norte e pastor titular da Primeira Igreja Presbiteriana de Casa Caiada, Olinda (PE), desde 1994.

Leia um trecho do livro, clicando aqui

Fonte: Ultimato

Assaltante se converte e procura suas vítimas para pedir perdão

O programa Profissão Repórter da última terça-feira (6) mostrou a história de Silas de Jesus, um homem que foi condenado por assaltos e tentativas de homicídios que hoje se tornou evangélico e resolveu abandonar o crime.
Foram 14 anos de prisão e neste período ele conheceu a Cristo, uma história bastante comum no meio evangélico, já que diversas denominações realizam trabalhos em presídios para evangelizar os presidiários. Mas a história de Silas se torna diferente por conta de um detalhe: ele está tentando reencontrar suas vítimas para pedir perdão pelo mal causado.
Assaltante se converte e procura suas vítimas para pedir perdãoUm das vítimas que já se encontrou com o ex-detento, solto há três meses, foi Djalma Carvalho que chegou a ser esfaqueado por Silas durante um assalto. Carvalho tentou impedir a fuga do assaltante e acabou sendo esfaqueado precisando até passar por uma cirurgia por conta dos ferimentos.
Ao se encontrar com o homem que lhe feriu, Carvalho afirmou que só Deus tem poder para perdoar. “Silas, o perdão quem dá é Deus. Eu fiquei quatro dias na UTI, praticamente sem chance de vida. Mas perdoo, sim. Eu te perdoo”, disse.
Os dois homens emocionados se abraçaram e Djalma ainda abençoou o ex-assaltante. “Deus te abençoe, e à sua família. Em nome do Senhor Jesus”.

GOSPEL PRIME

Thalles Roberto grava clipe na Comunidade da Rocinha



Thalles Roberto grava clipe na Comunidade da Rocinha
Nesta segunda-feira (5) o cantor Thalles Roberto e sua equipe estiveram no Rio de Janeiro para gravar o vídeo clipe da música “Cheios do Espírito Santo”, que faz parte do seu mais novo CD “Sejam Cheios do Espírito Santo”.
O local escolhido para as filmagens foi a comunidade da Rocinha e Thalles subiu em uma casa localizada no alto do morro para gravar algumas cenas do vídeo que também teve a participação dos moradores da comunidade.
Pelo Instagram o cantor comentou a gravação dizendo que se emocionou por estar ali. “Chorei demais! Vi a Glória do Senhor sendo derramada nesse dia! Incrível!”.
Thalles Na RocinhaThalles vestia uma camiseta com a frase “Rocinha para Cristo” e afirmou que gravar no local foi uma ótima decisão. “Uma das melhores coisas que eu já fiz na minha vida foi visitar a Comunidade da Rocinha e gravar o clipe lá! Deus nos visitou com muito poder e unção! Vocês vão assistir em breve”, garante.
A música “Cheios do Espírito Santo” é um samba rock e por isso o cantor aparece em algumas imagens tocando um pandeiro ou sendo acompanhado por um sambista.

Este será o segundo vídeo clipe para a divulgação do CD que fecha a trilogia sobre a volta de Thalles para a igreja. O primeiro clipe foi da música “Filho Meu” e já ultrapassou a marca de 2,5 milhões de acessos no Youtube.

GP

Bombeiros afirmam ter visto anjo salvar vítima de acidente


É possível que um anjo tome forma humana e converse com as pessoas? Segundo o relato de uma adolescente e dois bombeiros, sim.
No dia 4 de agosto, Katie Lentz, 19, dirigia seu carro numa estrada rural perto de Center, Missouri, quando um motorista bêbado atravessou a faixa contrária, andou alguns metros na contramão e acertou o carro dela em cheio. Aaron Smith, 26, o motorista do outro carro, saiu ileso, mas a jovem ficou presa nas ferragens do seu carro.
Logo chegou uma equipe de socorristas. Mas após alguns minutos trabalhando, notaram que suas ferramentas não estavam conseguindo cortar o metal. O acidente havia amassado muito a parte frontal, e como se tratava de um modelo antigo de Mercedes, o material era mais rígido que o da maioria dos carros atuais. Para piorar a situação, Katie ficara presa entre o volante e o banco, dificultando o acesso e parecia estar piorando. Ela havia perdido muito sangue.
De repente, surgiu ao lado deles um homem que vestia roupas cumpridas, como de um sacerdote. Ele pediu aos dois bombeiros que estavam ali para orarem em voz alta com ela, pois o socorro havia chegado. Raymond Reed, chefe da equipe de bombeiros socorristas, disse que o homem estava muito calmo e carregava uma espécie de garrafa com óleo.
“Quando ele falava, uma sensação de calma tomou o ambiente e nos fez muito bem. Eu não sei dizer exatamente que palavras ele usou, mas eu e outro bombeiro, temos certeza que ele nos pediu calma e que as nossas ferramentas de trabalho e iriam tirá-la do veículo… Era um carro antigo, de estrutura muito forte, e com o choque precisávamos cortar as várias camadas de metal prensado, em vez de apenas uma camada como é o normal”, disse Reed.
Bombeiros afirmam ter visto anjo salvar vítima de acidenteLogo em seguida, ouviram outra equipe de resgate chegar ao local, trazendo equipamentos mais novos. Em poucos minutos ela foi liberta e colocada em segurança a bordo de um helicóptero que a levou para o hospital. Enquanto comemoravam, os vários bombeiros e médicos presentes no local ouviram os primeiros socorristas perguntando pelo sacerdote misterioso. Ninguém conseguiu encontrá-lo.
Foi então que o mistério começou a intrigar a todos. Como a rodovia fora bloqueada logo após o acidente ser comunicado, nenhum carro ou pedestre poderia ter chegado até o acidente sem ser visto pela polícia. Como se tratava de uma zona rural, e não havia nenhuma estrada local, tampouco se ouviu algum carro ou moto chegando ao local, de onde teria vindo aquele homem? E agora, para onde havia ido?
Foi então que eles notaram que os cabos de energia formavam a imagem de uma cruz na estrada perto do local do acidente. Para os bombeiros e os familiares de Katie Lentz, tratava-se do sinal de um anjo.

O chefe Reed é franco: “Sendo um socorrista, a gente nunca sabe com o que vai se deparar. Nós temos uma série de ferramentas, e fazemos sempre treinamentos intensivos. Neste caso em particular, a minha sensação é de que vimos uma manifestação de fé, nada menos que um milagre”.
cruz poste
Para Travis Wiseman, amigo da jovem acidentada, persiste a dúvida. “Nós estamos procurando o sacerdote até agora, mas ninguém o viu. Se era um anjo real eu não sei, mas ele foi um anjo para todos que estavam ali, especialmente a Katie”.
Por ter sofrido várias fraturas, a senhorita Lentz precisou submeter-se a várias cirurgias e está recuperada, não sofrendo nenhuma sequela grave. Aaron Smith está respondendo a um processo por dirigir embriagado, podendo ser condenado à prisão.  Com informações Yahoo e WND.

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