terça-feira, 5 de agosto de 2014

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Jornalistas estrangeiros denunciam como o Hamas está enganando a mídia

Desde o início dos conflitos entre Israel e Gaza, há cerca de um mês, a mídia internacional vem fazendo cobertura dos ataques e quase sempre apresenta os palestinos como vítimas de um “genocídio”.
É verdade que mais de mil pessoas que vivem na Faixa de Gaza já morreram, incluindo pelo menos 300 crianças. Além de um número não especificado de feridos. Um dos incidentes com mais repercussão foi o ataque das Forças de Defesa ao hospital Al-Shifa, em 28 de julho.
Ali o Hamas escondia um lançador de foguetes e disparava contra Israel. Um míssil iraniano Fajr, de longo alcance, acabou explodindo na hora do disparo, destruindo boa parte do hospital e matando 10 crianças, além de deixar 30 pessoas feridas. Embora o Hamas atribua as mortes a um ataque de Israel, o jornalista italiano Gabriele Barbati conseguiu fotografar soldados palestinos limpando o local das evidências que poderiam mostrar ao mundo que é verdade o que Israel tem dito sobre a tática usadas pelos terroristas do Hamas diante da imprensa mundial.
O jornalista italiano cobriu a guerra diretamente de Gaza por alguns dias e decidiu denunciar o que viu no hospital e também nos escombros de um suposto ataque ao “campo de refugiados” Al-Shati. De maneira semelhante, um lançamento mal sucedido de um foguete escondido no local matou e feriu vários civis, incluindo nove crianças.
As denúncias de Barbati e de outros jornalistas estrangeiros são que o grupo palestino está usando escudos humanos e aumentando artificialmente o número de vítimas civis para ganhar a “guerra da propaganda”. Uma reportagem do jornal The Washington Post mostrava a parte subterrânea do Al-Shifa, que se tornou “o quartel general dos líderes do Hamas, que podem ser vistos nos corredores e escritórios”.  O jornal francês Libération também publicou denúncias de seu colaborador Radjaa Abou Dagga, sobre como foi ameaçado pelo Hamas a não escrever sobre o foguete palestino que explodiu dentro do hospital Al-Shifa.
Israel vem fazendo uma série de denúncias nesse sentido, divulgando inclusive vídeos onde mostram que apesar de ligarem e soltarem panfletos para avisar para os palestinos saírem de casa antes dos ataques, eles são proibidos pelos soldados do Hamas. Dessa forma, todos esses civis acabam servindo como “escudos humanos”.
Logo no início da guerra, o jornal “Jerusalém Post” mostrou como Hamas usa hospitais, mesquitas e parques infantis para lançar seus foguetes. Além de fazer disparos desses locais, os militantes construíram sob eles túneis e centros de comando.
foguetes hamas Jornalistas estrangeiros denunciam como o Hamas está enganando a mídia
As Forças Armadas israelenses divulgaram dois vídeos importantes nos últimos dias. Um deles mostra imagens captadas por um drone que mostra 12 lançamentos de foguetes a partir de áreas civis na Faixa de Gaza. O outro é uma mesquita que foi destruída por Israel e servia como depósito de armas pesadas.
Além disso, a agência da ONU para os refugiados palestinos, divulgou a existência de foguetes em três de suas escolas, que estavam vazias. Foram divulgados vídeos mostrando o lançamento de três foguetes a partir de uma escola em Gaza.
Embora condene Israel, a Anistia Internacional já documentou em conflitos anteriores, o uso de instalações civis como depósito de armas e como eram usadas para o lançamento de foguetes palestinos contra alvos civis israelenses.  Com informações Jewish PressO Globo e Carta Capital

Edir Macedo se muda para cobertura do Templo de Salomão

De acordo com a revista Veja São Paulo há cerca de um mês e meio o bispo Edir Macedo e sua família estão morando na cobertura do Templo de Salomão, no bairro do Brás em São Paulo.
Edir Macedo se muda para cobertura do Templo de SalomãoO apartamento teria 1.000 quadrados além de contar com um jardim de inverno e uma piscina coberta. No andar de baixo um outro apartamento seria ocupado pelo casal Cristiane e Renato Cardoso, filha e genro de Edir Macedo. Os apresentadores do programa “The Love School” estariam morando em um espaço de 200 metros quadrados.
O apartamento oficial não tem fechadura na porta, para entrar é necessário ter um cartão magnético, o mesmo sistema usado em algumas redes de hotéis.
Ainda de acordo com a publicação, o Templo de Salomão teria 50 moradias que serão ocupadas por bispos e pastores da alta cúpula da Igreja Universal do Reino de Deus e visitantes.
O Templo, inaugurado em 31 de julho, tem 100.000 de área construída, o espaço para culto tem capacidade para receber 10.000 pessoas, além de ter um museu e jardins com vegetação importada de Israel.

Com  informações Veja e Gospel  Prime.

Em fuga, cristãos não veem mais futuro para si no Iraque

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Em Mossul, radicais sunitas do "Estado Islâmico" oferecem duas opções aos membros de minorias religiosas: a conversão ao islamismo ou a execução. Milhares estão em fuga.

"Nós não tínhamos previsto o que aconteceria conosco quando chegamos ao ponto de saída da cidade. Havia algumas pessoas no meio da rua, e nos instruíram a parar na frente delas", relata Naghm, uma mulher de meia idade.

Durante entrevista para a DW, ela relembra o dia em que sua família foi forçada a fugir de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque.

"Um homem do Estado Islâmico disse: 'Você não quer viver conosco, nós somos muçulmanos'. Eu respondi que éramos de Mossul. Ele queria que pagássemos a Jizya [um imposto religioso] e mudássemos de religião", diz ela.

"Eu disse que essas condições eram impossíveis. Ele gritou para irmos embora e ameaçou nos sequestrar. Eles levaram todo o nosso dinheiro – não deixaram para trás nem as notas pequenas. Nós realmente não temos mais nada."

Infelizmente, a história de Naghm não é um caso isolado. Milhares de cristãos iraquianos foram obrigados a fugir de Mossul, no norte do país, depois de receberem a ordem de conversão ao Islã. Os que se recusassem enfrentariam a execução pelas mãos dos radicais sunitas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), hoje renomeado "Estado Islâmico". O grupo tomou o controle da cidade em 10 de junho, depois de soldados iraquianos terem abandonado seus postos para escapar do avanço dos radicais sunitas.

Refúgio

Em consequência, muitos cristãos buscaram abrigo no leste e no norte da região semi-autônoma do Curdistão, controlada por combatentes curdos (peshmerga).

Raad Ghanem e sua mulher, assim como outros 250 refugiados, fugiram para o monastério de Mar Mattai, a 20 quilômetros de Mossul, no topo do Monte Alfaf. Eles foram uma das últimas famílias a deixar a cidade antiga.

A paz e o silêncio do monastério, administrado pela Igreja Ortodoxa Siríaca, está longe da violência que os iraquianos estavam enfrentando.
"Quando saímos no meio da noite, tudo foi tirado de nós. Dinheiro, carteiras, joias, documentos de identidade, passaportes, relógios, tudo", disse Ghanem enquanto tomava um gole de chá numa das salas lotadas do monastério.

"No posto de controle de Daesh, na saída da cidade, tiraram até os brincos da minha mulher. Eles levaram tudo de valor que tínhamos."

História destruída
Estima-se que há uma década havia cerca de 60 mil cristãos em Mossul. No entanto, após uma série de ataques contra o grupo, o número teria sido reduzido pela metade até junho deste ano.

A expulsão de membros da comunidade cristã da cidade foi condenada por figuras internacionais, como o papa Francisco e o premiê iraquiano, Nouri al-Maliki.

Os radicais, porém, não apenas expulsaram os cristãos da cidade, como também começaram a destruir uma série de monumentos históricos.

Na semana passada, jihadistas destruíram o túmulo do profeta bíblico Jonas, cuja história faz parte das tradições do judaísmo, do cristianismo e do islamismo. Aparentemente foi apenas uma das duas dúzias de templos marcados pela destruição dos militantes.

"Eles transformaram nossa igreja numa mesquita, arruinaram museus históricos e destruíram um monastério e manuscritos que tinham 1.000 anos de idade. O Iraque se foi, está acabado. Nós estamos acabados. É impossível voltar", disse Ghanem.

O ex-professor da Universidade de Mossul George Marzina Kariumi Al-Qabo concordou. "Nós costumávamos viver em paz em Mosul", disse. "O que aconteceu é de partir o coração. Antes havia respeito entre as diferentes etnias e grupos religiosos. E agora? Acabou."

Naghm disse que a destruição da cidade era inconcebível. "Quando eu fiquei sabendo o que aconteceu com as igrejas e com as mesquitas, fiquei com o coração quebrado. Isso não é apenas sobre religião, é também sobre o nosso país", disse ela. "Não podemos reparar o dano."

Sem futuro para os cristãos
A grande maioria dos iraquianos entrevistados pela DW acredita não ser mais possível que cristãos continuem vivendo no país.

"As casas de cristãos foram marcadas. Foi escrito que elas eram propriedade da milícia. Depois disso, todas as propriedades foram roubadas. Todas nossas coisas foram levadas. Nós viemos aqui apenas com a roupa do corpo", disse Nadia Naif Ishaq, mãe de três crianças.
"O Iraque está acabado para nós. Qual é a solução? Quanto tempo teremos de ficar aqui? Quanto tempo isso vai durar?"

Naghm, que agora vive em Erbil, a capital do Curdistão, com o marido e dois filhos, disse que nunca mais quer voltar para Mossul. "Mossul nunca mais será a mesma", disse ela. "Todos os cristãos no Iraque estão tentando deixar o país. A única possibilidade é ir para outro lugar e construir algo novo. Isso não é sobre o futuro de adultos, mas sobre o futuro de nossas crianças."

Fonte: DW World

TRAÍRA ? - Marina Silva apresenta Eduardo Campos a 2.000 pastores


Na disputa pelo voto dos evangélicos, Marina Silva levou o candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, a um encontro nesta segunda-feira (4) com 2.000 pastores da Assembleia de Deus em São Paulo.

Missionária e candidata a vice na chapa do pessebista ao Palácio do Planalto, Marina é responsável pela interlocução de Campos com os evangélicos -que, ao lado dos jovens, tornaram-se alvos da dupla para a conquista de novos votos até outubro.

A reunião foi fechada. Antes da chegada de Campos e Marina, o Pastor Everaldo –candidato do PSC à Presidência– discursou para os evangélicos. Os três se encontraram somente no saguão do Ministério do Belém, na zona leste da capital paulista.

Marina e Everaldo são os únicos evangélicos que concorrem às eleições presidenciais deste ano. Eles são ligados a ramos diferentes da Assembleia de Deus. Visitas como essa são consideradas estratégicas pelas campanhas, apesar de, geralmente, não serem divulgadas nas agendas oficiais dos candidatos.

Nos bastidores, os pastores afirmam que haverá apoio declarado a Everaldo, ou neutralidade, mas dizem haver simpatia pela candidatura de Campos, que é católico.

O pastor Lélis Marinhos, que preside o conselho político da Convenção Geral das Assembleias de Deus, disse à Folha que a dupla foi "muito bem recebida" e que o fato de Marina ser evangélica confere "identidade maior" da candidatura com a igreja.

Sobre a propensão da denominação apoiar Campos, Marinhos afirmou que Marina faz um "contraponto importante" favorável a ele.

Bastante íntimo da pregação, o Pastor Everaldo defendeu a posição dos evangélicos sobre temas como aborto e casamento gay. Marina preferiu não entrar em polêmicas. Falou sobre o Evangelho e deixou para Campos o discurso político. O ex-governador concentrou sua exposição na promessa de ampliar o acesso dos jovens à educação em tempo integral.

PASSE LIVRE
Após o aceno aos evangélicos, Campos e Marina se reuniram com cerca de cem jovens e se comprometeram mais uma vez com o passe livre no transporte público a estudantes de todo o Brasil. No mês passado, a dupla havia feito a promessa ao mesmo grupo a portas fechadas.

Campos prometeu um fundo nacional com R$ 12 bilhões para financiar o benefício e disse ainda que, se eleito, universalizará a escola em tempo integral no ensino médio até o fim do mandato.

Fonte: Folha de São Paulo

Pastor é preso no Rio de Janeiro por homicídio e estupro


Marcos Antônio da Silva Lima, de 53 anos, foi capturado em Belford Roxo, onde mantinha a igreja Assembleia de Deus Palavra do Conserto.

Ele é fundador de uma igreja evangélica, da qual é o pastor responsável, e instrutor de um curso para bombeiro civil, que recebe alunos entre 12 e 17 anos. Mas, segundo a polícia, Marcos Antônio da Silva Lima, de 53 anos, é também um criminoso. Na tarde de ontem, agentes da Divisão de Homicídios da Baixada cumpriram um mandado de prisão contra ele por homicídio, tentativa de homicídio e estupro. Ele foi capturado em Belford Roxo, onde mantinha a igreja Assembleia de Deus Palavra do Conserto.

Open in new windowMarcos Antônio foi preso enquanto passava no bairro da Prata de carro, um Gol. Os agentes reconheceram a placa do veículo, o mesmo usado nos crimes. Em seu interior, havia armas, munição e uma touca ninja.

Segundo policiais, os crimes foram cometidos no dia 30, em uma região deserta de Nova Iguaçu, quando o pastor, inconformado com o término de um relacionamento extraconjugal, atirou na mulher, de 37 anos, que morreu na hora. Sua filha, de 14 anos, levou três tiros no rosto e sobreviveu ao fingir-se de morta. Quando ficou sozinha, procurou ajuda na rua.

— A vítima foi morta achando que a filha tinha sido assassinada. Foi um crime extremamente cruel — afirmou o delegado William Pena Júnior, da DH.

Ainda de acordo com a polícia, foi Marcos Antônio quem levou as vítimas, com a ajuda de um comparsa, para o local dos crimes. A mulher foi tirada de casa, enquanto a adolescente foi pega na porta da escola. Segundo policiais, enquanto Marcos Antônio agredia a ex-amante, seu comparsa estuprava a jovem. Ele está sendo procurado.

— Ela contou que, em um certo momento, o comparsa perguntou ao pastor: “Quem vai morrer primeiro?”. Ele teria apontado para a mais nova, que foi baleada e caiu. Em seguida, os disparos foram na mãe. A menina ainda disse que ouviu a mãe suplicar para não morrer — contou o delegado.

Instantes depois de os homens irem embora, a menina, mesmo ferida, conseguiu caminhar e pedir ajuda. Uma pessoa a encontrou e foi até o local do crime, onde a mãe já estava morta. A jovem foi levada para um hospital, onde ficou internada.

Fonte: Extra

AMIGOS DA DILMA DO PT - A China e o combate aos símbolos cristãos


O governo chinês lançou campanha para acabar com centros religiosos e seus símbolos, ordenando a demolição de 163 igrejas no país de janeiro até agora.

A chamada "Jerusalém do Oriente" já não agrada as autoridades chinesas.

A cidade de Wenzhou, onde fica o maior número de cristãos do país, viveu nos últimos dias protestos por causa de seus símbolos: as enormes cruzes e igrejas que se levantam imponentes na urbe e que o regime está derruindo.

O crescimento da comunidade cristã em Wenzhou, na província oriental de Zhejiang (das regiões mais desenvolvidas da China), onde mais de 1 milhão de seus 8 milhões de habitantes professa a religião, alarmou o governo chinês, que lançou uma campanha para acabar com os centros religiosos e seus símbolos.

De janeiro até hoje, segundo a organização China Aid, cerca de 163 igrejas receberam ordens de demolição do edifício completo, de parte dele ou de retirada de suas cruzes, e a maioria dessas ordens já foi acatada apesar da oposição dos fiéis, cujo número cresceu nos últimos anos e também sua rebeldia.

Faltando dados oficiais, o Centro de Pesquisa Pew estimou em 58 milhões o número de protestantes na China em 2011 e em 9 milhões o de católicos um ano antes, apesar de que o número pode ser muito maior, já que os cristãos no país se dividem entre aqueles de igrejas permitidas pelo governo e os de grupos clandestinos.

"Nossa comunidade cresceu muito, e daí essa campanha. É um ataque contra nossa religião", afirma uma das participantes dos protestos que esta semana acabaram em dúzias de feridos, quando a polícia tentou retirar uma das cruzes que coroava uma igreja em Pingyang, em Wenzhou.

Em declarações à Efe, a moradora da cidade, que prefere não revelar seu nome, explica que os fiéis foram proteger o templo e se encontraram com cerca de 500 policiais, que tentaram abrir a passagem para trabalhadores destinados a acabar com o símbolo do imóvel, sem sucesso.

Várias imagens de pessoas sangrando e hospitalizadas - muitos deles, idosos - circulou por um tempo na internet, apesar de terem sido rapidamente censuradas. Após quase duas horas de enfrentamento entre ambos, a polícia abandonou o lugar.

"É difícil descrever Wenzhou sem se referir a suas mais de duas mil igrejas, enfeitadas por cruzes vermelhas e em muitas ocasiões iluminadas com luzes de neón", explica o ex-jornalista local, Zhang Aizong, em uma conversa telefônica desde Hangzhou, a capital da província onde vive.

Foram justamente as luzes que alarmaram Xia Baolong, secretário-geral do Partido Comunista na província, em uma viagem a Wenzhou, no qual começou a pensar no incontável número desses símbolos na cidade chinesa, o que levou posteriormente à campanha iniciada neste ano, explica Zhang, de religião cristã, à Efe.

Para Xia, que não mostra tanta permissividade como as autoridades locais, nas comunidades cristãs se infiltraram forças hostis do Ocidente, o que, em sua opinião, é uma ameaça para o governo comunista, ateu, segundo entrevistas à agência oficial "Xinhua".

Apesar disso, as autoridades alegam que o recente plano - que prevê a destruição de centenas de igrejas - não é contra nenhuma religião, mas tem como objetivo "remodelar construções velhas e ilegais" da desenvolvida Zhejiang.

Segundo o governo, as cruzes das igrejas "excedem o tamanho permitido", e por isso precisam ser demolidas, apesar de não serem divulgados mais detalhes das medidas estipuladas.

"A maioria das igrejas teve a aprovação do governo local e esteve aí muitos anos. Por que agora, de repente, tudo é ilegal?", questiona Bob Fu, que dirige a organização China Aid, que dos Estados Unidos coordena uma das redes mais influentes de ativistas, cristãos clandestinos e defensores da liberdade na China.

Fu, que ajuda qualquer vítima da opressão do regime como membros de Falun Gong, organização religiosa ilegalizada nos 90 pela China quando começou a ganhar vários adeptos, teme que a campanha de Zhejiang seja o prelúdio de uma repressão em nível nacional.

Como opina Maya Wang, pesquisadora da Human Rights Watch, o recente plano das autoridades esconde um temor maior do Partido Comunista: que a popularidade do cristianismo em Zhejiang cresça.

"Não tem a ver só com os fiéis, é parte da luta do regime para superar a crise ideológica pela qual passa", opina David Zhao, da Human Rights Watch, que, no entanto, considera que a repressão não deterá os cristãos.

Fonte: Exame.com

MATÉRIA DO YAHOO - Tudo o que você queria saber sobre a inauguração do Templo do Rei Salomão, mas não tinha ninguém que lhe contasse

Levitas carregando a réplica da Arca da Aliança (Foto: Divulgação)Levitas carregando a réplica da Arca da Aliança (Foto: Divulgação)A Igreja Universal do Reino de Deus sempre gostou dos mármores, dos dourados, da grandiosidade do espetáculo. Quando plantou sua imensa catedral no depauperado bairro de Santo Amaro, distrito destroçado pela recessão e desindustrialização dos anos 1990, assentou um modelo monumental, rico, suntuoso e ostentatório de arquitetura e decoração religiosas. Vieram outros tantos colossos, sempre no mesmo padrão. Não poderia ser diferente com o maior de todos os templos dessa denominação neopentecostal, inaugurado na última quinta-feira.

O mítico Templo do Rei Salomão, a obra maior do bispo Edir Macedo, custo alegado de R$ 680 milhões, contudo, excede em muito o que já se viu. E marca, como se verá, um novo momento da igreja, repleto de importantes referências judaizantes e de homenagens ao Estado de Israel, entendido como o berço bíblico da tradição abrâmica. Denominações evangélicas americanas há décadas fazem o mesmo, no que já foi apelidado de “novo sionismo cristão”.

Este blog conversou com seis pessoas que estiveram presentes na festa de inauguração à qual a imprensa em geral não pode comparecer (só os veículos ligados à Universal, como a Rede Record de TV, o jornal Folha Universal e a Record News). A seguir, seus relatos sobre o que aconteceu lá:
-----------------“O mais legal foi ver que Jesus acabou expulso do Templo do Rei Salomão. É muito engraçada a ironia. Justo quando inaugurava uma réplica do Templo de Jerusalém, construído por Herodes, do qual Jesus teria expulsado os vendilhões da fé, o bispo Edir Macedo resolveu expulsar Jesus.” “Em todas as igrejas do Edir Macedo, lê-se o lema da Universal, sempre o mesmo: ‘Jesus Cristo é o Senhor’, ‘Jesus Christ is the Lord’ ou ‘Jesucristo es el Señor’. A frase encontra-se em destaque nos altares das igrejas do bispo Macedo, seja em que país for. Mas não no maior templo. No Templo de Salomão reconstruído, a frase foi substituída pela novidade: ‘Santidade ao Senhor’. Em lugar das letras góticas de sempre, agora foram usadas letras do alfabeto hebraico.”

Mas tem mais, muito mais. Leia o relato completo:

----------------- “A chegada foi terrível. A avenida Celso Garcia estava congestionada. Policiais e marronzinhos da CET tentavam organizar o trânsito. E então, ao nos aproximarmos do templo, vimos uma multidão perfilada, todos de camisetas brancas, de mãos dadas, formando uma corrente humana em torno do quarteirão. Nos mastros, hastearam-se as bandeiras da Igreja Universal, a bandeira brasileira e o pavilhão nacional de Israel.”

----------------- “Já se via ali que o espaço era especial, precioso, protegido. Eu estava chegando no meu carro e perguntei para um desses rapazes da corrente humana onde devia estacionar. Hã? A gente estava a poucos metros da entrada do estacionamento e ele não sabia. Havia uma estrita e rigorosa divisão de tarefas entre os seguidores de Edir Macedo. Aqueles ali eram apenas para ‘abraçar’ o templo e garantir a segurança do espetáculo e dos felizes privilegiados que o assistiriam ao vivo. Não falavam; não interagiam.”

----------------- “O Brás, onde fica o templo, é um bairro histórico de São Paulo. No começo do século 20, foi ocupado por levas de imigrantes pobres italianos, armênios e gregos. Então, veio a imigração nordestina, depois da qual sobrevieram os coreanos e os muitos bolivianos. É um lugar de trabalhadores muito pobres --tudo tem um ar de precariedade, de emendas, consertos. Nas centenas de lojas de roupas baratas e de bugigangas, abastecem-se camelôs e vendedores ambulantes.”

----------------- “E não vamos esquecer da igreja católica, construída em 1908, que fica bem em frente do templo, a Paróquia São João Batista do Brás. Minha nossa, aquela igreja que por muitas décadas foi considerada uma das mais importantes e majestosas da cidade, ficou parecendo cenário de Playmobil.”

----------------- “Mas, quando se chega àquele quarteirão da Universal, é como se você saísse da cidade... Primeiro, tem o sistema de segurança inteiro em volta, aquele monte de guardas, a polícia. Então, você entra no lugar protegido, onde nada está por acaso, por improviso. Não tem gambiarra. Tudo é meticulosamente limpo, planejado e organizado.”

----------------- “Você sai do caos e entra no espaço da ordem.”

----------------- “Eu fui à abertura do Shopping Paulista e do Shopping Pátio Higienópolis. Lembro-me do susto que tomei quando entrei no estacionamento do shopping Paulista. Foi um dos primeiros shoppings a ter estacionamento sem janelas. Era uma coisa horrorosa. Depois entendi que esses lugares que pretendem sequestrar você do mundo real, apartar você da realidade, obrigatoriamente suprimem as janelas. Pode ver. Os shoppings são assim. Os bingos eram assim. Os cassinos são assim. E o Templo do Rei Salomão é assim. Não tem uma janela.”

----------------- “Não tem mesmo! No estacionamento não tem janelas. Quando entrei, fui conduzida a um coquetel no 10º andar, da ala vip. Não tinha janelas. Idem para o salão principal, no térreo, imenso, capacidade para 10.000 pessoas sentadas. Também não tem nenhuma janela.”

----------------- “Para mim, pareceu um daqueles brinquedos dos parques temáticos de diversões, de Orlando, Flórida. O Templo do Rei Salomão, do Universal Studios... Bem podia ser. Ahahaha!”

----------------- “Todos os meus amigos me perguntaram como eu consegui entrar. Primeiro, chegou ao escritório um pergaminho com o convite e um envelope contendo uma senha. Daí, era necessário entrar no site para cadastrar o nome e o RG do seu convidado. Depois disso, as pessoas do cerimonial ligavam para confirmar tudo e só então você recebia um cartão com um código de barras. Era o convite individual, pessoal e intransferível, que só seria aceito na portaria do evento mediante a apresentação de documento com foto.”
Brochinho azul /Arquivo pessoalBrochinho azul /Arquivo pessoal----------------- “A comissão de recepção funcionava no estacionamento. Checados número do cartão, documento, tudo ok, ganhei um pin (brochinho). O meu era da cor azul, mas tinha também os vermelhos, e de outras cores. Fotógrafos a serviço do evento convidavam os vips para fazer fotos em um estúdio portátil, como aqueles da revista ‘Caras’. Detectores de metais impediam o convidados de entrar com celular, câmeras ou outros aparelhos eletrônicos.”
----------------- “Comecei a achar que havia algo estranho quando apareceram pessoas andando com túnicas de seda branca até os pés, cintos dourados, sapato social branco, desses de enfermeiro... Sei lá, para mim pareceu aquela coisa de novela espírita, tipo ‘A Viagem’. Mas depois me explicaram: esses eram os guardiões do templo... Estavam lá vestidos como se imagina que se vestiriam os levitas, membros de uma das doze tribos judaicas, na época bíblica.”


----------------- “Lá dentro, um exército de hostesses, mulheres vestidas com longos em veludo azul, conduzia os convidados, segundo a cor de seus broches, para o andar a eles designado.”

----------------- “O 10º andar, para onde fui levado, tinha as paredes forradas por amplos painéis com fotos de Jerusalém. O Monte das Oliveiras, o Muro das Lamentações e o casario de pedras dentro das muralhas de Jerusalém deram o ar da graça. Jornalistas, executivos, atores e apresentadores do staff da TV Record brilhavam: Luciano Szafir (com a mãe, Beth Szafir), Paulo Henrique Amorim, Celso de Freitas, Heródoto Barbeiro, Marcelo Rezende, Chris Flores, Lucinha Lins, Bemvindo Sequeira e o comediante Castrinho. Mas também estavam lá vários dirigentes de agências de publicidade. O esforçado serviço de bufê incluía itens de comida kasher, servidos em uma ala dedicada aos convidados judeus, num dos extremos do salão. Não havia bebida alcoólica.”

----------------- “No meio dos convidados, em uma mesa, dois homens ainda mais ricamente fantasiados agendavam visitas a um museu anexo sobre a história religiosa judaica, até chegar à missão do bispo Edir Macedo. Esses tinham, além da túnica branca até os pés e do cinturão dourado, uma espécie de elmo dourado, imitando ouro, com inscrições em hebraico em que se lia “Servo de Deus”. Ah, eles vestiam um peitoral enfeitado com 12 pedras coloridas.”

----------------- “Por volta das 18h, o pessoal começou a se mexer para descer rumo ao térreo, onde fica o grande salão do templo. Nas duas paredes laterais, foram colocados 12 candelabros de sete braços, as chamadas menorás, um dos símbolos mais conhecidos do judaísmo, representando cada uma das 12 tribos de Israel.”

----------------- “Os recepcionistas dentro do templo vestiam aquela fantasia dos levitas. Havia tambémEdir Macedo ao lado de Dilma (Divulgação)Edir Macedo ao lado de Dilma (Divulgação)mulheres entre eles. Eram centenas. Todos –homens e mulheres— invariavelmente com mais de 1,70 metro de altura. As mulheres, cabelos compridos, prendiam-nos em um rabo-de-cavalo por uma fivela dourada. Eram esses personagens que levavam os convidados até o local onde deveriam se sentar. Nas fileiras da frente, autoridades portadoras dos broches vermelhos. Logo atrás, os convidados vips, portadores dos broches azuis, e por aí vai.”

----------------- “Um conjunto de câmara tocava canções religiosas judaicas, músicas de trilhas sonoras de filmes evocativos da saga judaica, como o hollywoodiano ‘Êxodus’, além de peças populares, como ‘Halelluya la'olam’ (‘Aleluia para o Mundo”) e ‘Yerushalayim Shel Zahav’ (‘Jerusalém de Ouro’, em hebraico), uma espécie de segundo hino nacional de Israel.”

----------------- “Então, foi chegando, aos poucos, o poder da República: o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), o atual, Fernando Haddad (PT), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, o ministro do STF Marco Aurélio Mello, o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o vereador por São Paulo Andrea Matarazzo (PSDB), o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Por fim aterrissou, na cadeira mais central e mais perto do palco, ela, a própria presidente Dilma Rousseff (PT). Foi ao lado de Dilma que o bispo Edir Macedo escolheu sentar-se.”

----------------- “Um bispo da igreja apareceu para fazer as vezes de mestre de cerimônias. Parecia um rabino. Barbudo, cobria a cabeça com uma quipá (solidéu judaico) e vestia o talit, acessório religioso judaico na forma de um xale, usado como uma cobertura na hora das preces. Para surpresa geral, logo depois de anunciar os presentes, esse bispo-rabino pediu silêncio para a execução dos hinos... De Israel e do Brasil.”

-----------------“Duas fileiras de cadeiras, ocupadas por uma delegação de 20 membros da comunidade judaica, cantaram o hino de Israel acompanhando o conjunto de câmara e depois se congratularam, rindo, satisfeitos, pela homenagem.”

----------------- “Na avenida Celso Garcia, seis homens com a fantasia de levitas, apareceram carregando uma réplica do que seria a Arca da Aliança (onde teriam sido guardadas as Tábulas da Lei que Moisés recebeu de Deus, um pote com o maná que Deus mandou para alimentar os judeus durante a travessia do deserto e o cajado de Arão, que tinha florescido). Eles, então, começaram a marchar rumo ao templo e nele entraram, pisando em um tapete vermelho, até desaparecerem, debaixo do palco. Todo o percurso foi transmitido em dois telões de ultra-alta definição.”

----------------- “Os fiéis da Universal choravam, emocionados. Nesta hora, a cortina de tule que recobria o altar se abriu, revelando uma outra réplica da Arca da Aliança, desta vez em tamanho monumental e o letreiro: ‘Santidade ao Senhor’ (no lugar onde sempre esteva o “Jesus Cristo é o Senhor”).

-----------------“Um bispo que se disse ex-viciado em crack, maconha, cocaína, ecstasy, prostituição, álcool ‘e tudo o que há de ruim nesta vida’ foi chamado ao altar para testemunhar como a Universal ajudou-o a superar a dependência. Disse que a ciência, os médicos, os psiquiatras, a psicologia, ‘não curam o vício’, que na verdade não passa de uma manifestação do demônio. Disse mais: que a cura só vem com a fé. Em seguida, pediu aos pastores que já foram ‘viciados’ que se levantassem de suas cadeiras. Centenas de homens, todos de terno e gravata, levantaram-se e ficaram imóveis, como testemunho do milagre.”

Envelope para pedidos de oração Envelope para pedidos de oração-----------------“Em seguida veio um breve documentário com a luta do povo judeu pela Terra Prometida, que chegou até os dias atuais, com a trajetória do bispo Edir Macedo.

-----------------“Foi a senha para que ele mesmo subisse ao altar. Sobre o terno que usava enquanto esteve sentado ao lado da presidente Dilma, Macedo, agora barbudo como um judeu ultra-ortodoxo, também vestiu o talit. Na cabeça, colocou a quipá... Antes de subir ao altar, ele ajoelhou-se e beijou o solo, como fazem os cohanim, descendentes da casta sacerdotal mais pura na tradição judaica.

-----------------“Então, não poderia faltar... Macedo convidou todos a pegar os envelopes colocados no encosto das cadeiras. ‘Estarão abertos os Meus olhos e atentos os Meus ouvidos a toda oração que se fizer neste lugar.’, disse. E conclamou: ‘Escreva o seu pedido de oração para colocar nas pedras do altar! Quem quiser, não é obrigatório, pode fazer uma doação’.

-----------------“Não se sabe de onde eles apareceram. Mas, enquanto os fiéis iam disciplinadamente depositar o pedido nas pedras do altar, dezenas de homens munidos de máquinas de cartões de débito e crédito circulavam no meio, recolhendo as doações.

-----------------“Dilma, Alckmin e os demais dignitários da República, ali presentes, assistiram a tudo sentadinhos. Ao fim de sua peroração, fiéis em êxtase, Edir Macedo disse que acompanharia ‘a presidenta’ até uma sala, onde fariam uma ‘conferência’."

O templo estava inaugurado.


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