sexta-feira, 28 de março de 2014

ALERTA GERAL - VACINA CONTRA HPV ESTA CAUSANDO DOENÇAS NAS MENINAS VACINADAS- NÃO DEIXA SUA FILHA CAIR NESSA ARMADILHA


Adolescente é vacinada contra HPV
Foto: Secretaria de Saúde do RS
Adolescente é vacinada contra HPVSECRETARIA DE SAÚDE DO RS
PORTO ALEGRE – A secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul recolheu preventivamente na terça-feira um lote de 89 mil vacinas anti-HPV depois que seis adolescentes registraram sintomas graves após a aplicação da primeira dose. Um caso ocorreu em Veranópolis, na serra gaúcha, e cinco em Porto Alegre. As adolescentes tiveram convulsões e reações adversas atípicas. Segundo o Ministério da Saúde, as seis meninas foram vacinadas com doses do mesmo lote, “que teve seu uso suspenso, como medida de precaução, enquanto ocorrem as investigações sobre se há ou não relação causal entre os eventos e esse lote específico”.
Os cinco casos de Porto Alegre foram registrados na segunda-feira. Em Veranópolis, os sintomas apareceram na quinta-feira, dia 20. Os nomes das adolescentes não foram divulgados. As reações são consideradas graves pelo Ministério da Saúde porque não há descrição na literatura médica de convulsões como efeitos colaterais após a aplicação da vacina anti-HPV.
Em nota conjunta, o Ministério da Saúde e a secretaria estadual garantem que a vacina é segura e utilizada em 51 países desde 2006, “sem registros de eventos que pudessem pôr em dúvida a sua segurança”.
A nota informa que o Centro Estadual de Vigilância em Saúde foi notificado e confirmou a ocorrência de seis casos de “reações adversas atípicas” após a aplicação da vacina. O Centro investiga os casos, com supervisão do Ministério.
Cinco adolescentes que apresentaram mal estar, dor de cabeça e náuseas receberam a vacina em Porto Alegre – três delas precisaram de atendimento de emergência, mas já foram liberadas. Segundo o documento, todas as meninas que apresentaram os sintomas têm 13 anos.
Em Veranópolis, o sintoma foi caracterizado como uma crise convulsiva. Segundo a nota, “a ocorrência de convulsões em decorrência da vacina não foi confirmada em estudos internacionais que avaliaram especificamente esse tipo de condição como efeito adverso”. A menina, de 11 anos, está sob acompanhamento neurológico.
Segundo a coordenadora do Programa de Vacinação do Estado, Tani Ranieri, as adolescentes não precisaram de internação, mas continuam sendo acompanhadas para medir a extensão do problema. Nenhuma delas tinha histórico de epilepsia, causa mais comum de convulsões, e necessitaram de atendimento de emergência para reverter o quadro.
- Ainda não podemos afirmar que as convulsões foram causadas pela vacina, estamos investigando. É necessário ter cuidado nesses casos porque o medicamento pode levar a culpa por problemas anteriores, que não eram conhecidos e que foram apenas desencadeados pelo produto, o que não é a mesma coisa – advertiu a coordenadora.
Além desses dois casos, foram registrados mais 30 ocorrências de reações adversas leves, como tontura e desmaios, no Estado. A aplicação da vacina tem como meta proteger adolescentes do sexo feminino entre 11 e 13 anos contra a infecção pelo HPV. Até ontem, 116 mil doses já haviam sido aplicadas no Rio Grande do Sul. A meta é vacinar 206 mil meninas – 80% da população dessa faixa etária, segundo o IBGE.


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