sexta-feira, 3 de julho de 2015

MORTE ASSISTIDA - Qual é o ponto de vista bíblico para se tomar uma decisão sobre a manutenção ou desligamento de aparelhos que mantêm a vida vegetativa de um ser humano com cérebro danificado ou inoperante?

O ser humano foi criado perfeito por Deus, tendo em si a habilidade de sobreviver eternamente, tendo acesso ao fruto da “árvore da vida” com propriedades restauradoras, que se encontrava no Jardim do Éden. Ao desobedecer a Deus, nossos primeiros antepassados foram expulsos do Jardim e assim eles e os seus descendentes não mais puderam manter sua sobrevivência com o fruto dessa árvore. Um dia, no futuro, a raça humana voltará a fazer uso dele (Gênesis 3:22, Apocalipse 22:2).

Estamos, portanto, sujeitos à morte física por causa daquele pecado original, e ela nos pode atingir desde a mais tenra idade, pelas mais diversas causas. No entanto, é vedado ao homem tirar a vida a outrem. Deus ordenou que “Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado”: o sangue representa a vida (Gênesis 9:6). Deus confirmou isto ao povo de Israel com o sexto dos Dez Mandamentos que escreveu para Moisés: “Não matarás” (Êxodo 20:13). A pena de morte foi confirmada, não somente para este crime, mas para outros também nos estatutos de Deus para o Seu povo que se seguiu. É claro, portanto, que o assassínio é condenado no mandamento “não matarás”, não a pena de morte.
A eutanásia consiste em matar um ser humano para poupá-lo do sofrimento. O primeiro caso de eutanásia que conhecemos na Bíblia, foi declarado por um jovem guerreiro ao comandante Davi depois de uma batalha. Explicou que havia matado Saul a pedido dele para evitar mais sofrimento, por que estava na angústia da morte (2 Samuel 1:2–16). Ao invés de concordar com ele, Davi em sua autoridade de comandante e juiz militar mandou que ele fosse executado, porque o jovem não temeu levantar a mão para matar o ungido do SENHOR.
A eutanásia moderna, uma espécie de humanismo hospitalar, consiste em matar o paciente mediante uma injeção letal de substâncias entorpecentes e tóxicas. Para se cobrirem legalmente, os responsáveis geralmente obtêm a concordância do paciente ou dos seus responsáveis. Se uma dose inicial de “tratamento” tóxico não é suficiente para “terminar” o paciente, aplicam-se doses maiores e maiores até a sua morte.
A justificativa da eutanásia é apenas uma conseqüência lógica da adoção da teoria da evolução e conseqüente rejeição da autoridade de Deus na Bíblia. Crendo-se nas teorias de Darwin (que requerem muita “fé”, diga-se de passagem), os absolutos conceitos de Deus contidos em Sua Palavra se tornam relativos ou mesmo inconseqüentes, e o mal e o bem passam a ser questão de opinião individual. Afinal, se todos nós somos apenas o resultado da evolução da matéria através dos tempos, podemos decidir nós mesmos o que é certo e ninguém mais pode nos ordenar o que fazer.
Somente Deus tem o direito de tirar a vida humana, salvo nos casos em que Ele delegou autoridade ao homem para fazê-lo. Tendo Deus concedido vida, ninguém tem o direito de tirá-la, mesmo a sua própria. A eutanásia viola a santa lei de Deus, e qualquer sociedade que a permite estará sujeita ao Seu juízo.
Mas a eutanásia não consiste em desligar equipamentos em unidades de tratamento intensivo que poderão estar prolongando artificialmente o processo de morrer. A diferença básica é que, se o paciente sobrevive ao se retirar o equipamento auxiliar, não haverá tentativas para fazê-lo morrer de outra forma: se houvesse, isto sim, seria eutanásia. Por exemplo, ao se retirar o equipamento de respiração ou alimentação de um paciente, o objetivo não é matá-lo, porque se continuar vivendo, nada mais será necessário fazer para que respire ou se alimente naturalmente.
As ciências têm se desenvolvido de maneira extraordinária nas últimas décadas, permitindo uma grande transformação no tratamento de enfermidades, visando prolongar a vida humana e superar deficiências, algumas delas mortais se esses recursos não forem usados.
Do ponto de vista bíblico, então, devemos nos perguntar: até que ponto é aceitável usar esses recursos para prolongamento da vida?
Deus tem domínio sobre o universo, e isso inclui a enfermidade no corpo humano. Ele proveu nossos corpos com defesas que por si só, ou com o auxílio de produtos químicos, podem evitar ou combater as doenças. Por exemplo, o rei Ezequias orou pedindo que fosse curado e Deus atendeu ao seu pedido, mas por meio de uma pasta de figos que o profeta Isaías instruiu que fosse aplicada na úlcera para que recuperasse a saúde (Isaías 38:21). Deus lhe havia concedido a cura, então por que havia necessidade do emplastro? Deus estava estabelecendo um princípio: quando enfermos, oremos a Deus, mas também usemos os remédios disponíveis.
O uso de médicos e remédios nunca é condenado na Bíblia, ao contrário, em várias ocasiões é recomendado. No entanto o corpo humano é perecível, e um dia vai morrer a despeito dos esforços feitos para prolongar a vida. As enfermidades são adquiridas do meio ambiente, muitas vezes por deficiência no sistema imunológico de defesa do organismo, ou mesmo por sua inexistência em alguns casos. Estamos agora muito longe da perfeição que havia quando o homem foi primeiro criado.
Nós, os crentes em Cristo, sabemos que nossa estada aqui é passageira, e que não devemos nos preocupar com a nossa vida neste mundo. Ela está nas mãos de Deus, e nossas tribulações têm uma finalidade útil, para nós e para os outros. Cuidemos da nossa saúde, sim, como bons dispenseiros daquilo que Deus nos deu. Usemos dos recursos que estiverem ao nosso alcance, mas lembrando que Deus é soberano, estejamos sempre de bom grado submissos à Sua vontade.
Quanto ao nosso auxílio aos outros, devemos amar ao nosso próximo como a nós mesmos. Lembremos da parábola do bom samaritano, que cuidou do restabelecimento do judeu que havia sido abandonado como morto pelo jurista e pelo sacerdote. Se pudermos ser úteis no restabelecimento da saúde do nosso próximo, sigamos o exemplo do samaritano, mesmo recorrendo aos equipamentos mais modernos.
Mas a decisão de suspender o fornecimento de recursos, como a retirada de aparelhos de respiração e alimentação sempre será muito difícil, especialmente se é sabido que resultará na morte do paciente porque seu corpo já não é viável. Se for crente, menos mal, porque passará para a presença de Deus onde estará muito melhor. Se for incrédulo, procuremos levá-lo a Cristo para salvar a sua alma. Se o seu cérebro já estiver paralisado, morto, seu estado eterno já estará determinado, aliviando quem dele cuida da responsabilidade pela sua alma.
Em suma, devemos cuidar da saúde nossa e do nosso próximo dentro das nossas possibilidades, visando a glória de Deus. 


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VIA  GRITOS  DE ALERTA / BÍBLE FACTS 

Rapaz sai de estado de coma após vigília de oração que mobilizou cerca de 100 mil pessoas

Com a saúde já completamente restaurada, Renato Gabry hoje testemunha o milagre que aconteceu em sua vida e até já escreveu um livro, com seu testemunho

Rapaz sai de estado de coma após vigília de oração que mobilizou cerca de 100 mil pessoas
Testemunhos de cura e que relatam o poder divino emocionam e até mesmo contribuem para que a fé das pessoas se fortaleça ainda mais. Este foi o caso do jovem advogado Renato Gabry, que contou com o apoio e a fé de seus conterrâneos, após ter sofrido um grave acidente de moto em maio de 2009 e permancer em coma.
Uma grande mobilização de cerca de 100 mil pessoas se formou, para interceder pela vida do rapaz.
Com a saúde já completamente restaurada, Renato hoje testemunha o milagre que aconteceu em sua vida e até já escreveu um livro, com seu testemunho.
"Quando eu acordei do coma, no primeiro momento, eu não me lembrava nem de quem era eu mesmo", contou o rapaz em uma matéria feira pela Band, meses atrás.
O fato chegou a impressionar a própria equipe médica do hospital, também se comoveu com o caso de Renato.
Clique no vídeo abaixo para ver a matéria completa:

SODOMIA APOCALIPTICA - Igreja Episcopal aprova casamento de pessoas do mesmo sexo nos EUA


Igreja Episcopal aprova casamento de pessoas do mesmo sexo nos EUA
A Igreja Episcopal dos Estados Unidos anunciou na quarta-feira (1º) a aprovação das cerimônias matrimoniais entre pessoas do mesmo sexo, poucos dias depois da Suprema Corte de Justiça legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país.
"Como a lei permite, os cânones permitirão de agora em diante o casamento dentro da igreja de todos os casais", anunciou a Igreja Episcopal em sua conta no Twitter, no momento em que celebra uma convenção geral em Utah.
No entanto, a Igreja Episcopal não obrigará os clérigos com objeções a oficiar as cerimônias.
A decisão foi anunciada depois que Suprema Corte legalizou, na sexta-feira passada, o casamento entre pessoas do mesmo sexo nos Estados Unidos.
A Igreja Episcopal é um braço da Comunhão Anglicana, que tem mais de 80 milhões de integrantes, com igrejas em todo o mundo.
No sábado passado, a Igreja Episcopal dos Estados Unidos anunciou a eleição do bispo Michael Curry como seu próximo presidente, o primeiro líder afro-americano da igreja.

CONSELHO A  TODOS CRISTÃOS VERDADEIROS DESSA IGREJA APOSTATA .

SAIAM EM QUANTO HÁ TEMPO E PROCUREM UMA IGREJA QUE VIVA A VERDADEIRA PALAVRA DE DEUS .

SODOMIA PERDE MAIS UMA - Pressão de religiosos impõe retirada da palavra 'gênero' da LDO paulistana

Após pressão de lideranças religiosas, a Câmara Municipal de São Paulo retirou a palavra "gênero" do texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada nesta quinta-feira (2).  A medida causou surpresa porque, normalmente, a questão de gênero não é discutida na LDO, uma lei dedicada apenas a preparar as bases para o orçamento do ano seguinte, que será votado no segundo semestre. Com a aprovação da LDO, os vereadores entram em férias e devem voltar ao trabalho apenas em agosto.
Essa é a segunda vez neste ano que a pressão de lideranças religiosas impõe a retirada da palavra "gênero" em projetos de lei em tramitação na Câmara. A primeira foi durante a discussão do Plano Municipal de Educação, que também deverá ser votado no segundo semestre.
Foi excluído do projeto de lei que trata da LDO o trecho que estabelecia, como uma das orientações gerais para o Orçamento de 2016, a promoção da "igualdade de raça, gênero e orientação sexual".
Queda na arrecadação
O relator da LDO, Jair Tatto (PT), disse que a proposta prevê queda de R$ 1,7 bilhão na arrecadação para 2016 devido à redução da atividade econômica. Ele espera que a Prefeitura de São Paulo obtenha vitória judicial na renegociação das dívidas com a União para compensar parte desse valor. "É importante um ganho de causa em relação à negociação da dívida", afirmou.

Por causa da previsão de queda nas receitas, a meta de resultado primário (economia para pagar dívidas) no Orçamento de 2015 foi reduzida de R$ 500 milhões para R$ 100 milhões.
Nesta quinta, o presidente da Câmara de São Paulo, Antônio Donato (PT), disse que o Legislativo vai devolver à Prefeitura, até dezembro, R$ 50 milhões. A LDO prevê que esse dinheiro deverá ser gasto prioritariamente no atendimento a demandas captadas pelos vereadores na série de audiências regionais denominadas "Câmara no seu bairro".
A LDO também prevê a possibilidade de tornar impositivas emendas parlamentares ao orçamento de 2016, assim como ocorre no Congresso Nacional. "Isso vai à sanção do prefeito e não sei se será mantido ou não", disse Donato.  Hoje os vereadores têm direito a apresentar R$ 3 milhões em emendas, mas parte deles reclama  porque muitas vezes essas emendas não são executadas. Com o orçamento impositivo, caso as emendas não sejam executadas, o dinheiro não pode ser remanejado.

Donato disse que no segundo semestre devem ser votados a revisão da lei de zoneamento, atualmente em audiências públicas, a revisão do código de obras e duas propostas referentes a operações urbanas.
Líder da principal bancada de oposição, o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) afirmou que a LDO apresentada pelo governo não tem conexão com a realidade. "O governo tratou a LDO apenas com o objetivo de cumprir a lei. Ela não tem nenhuma consistência, nenhuma conexão com a realidade", afirmou.
Outro projeto
A Câmara aprovou em 2ª discussão, por 39 votos a 3, o projeto de lei 157/2015, do Executivo, que permite a regularização de imóveis construídos irregularmente em Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis), destinadas à construção de moradias populares.
Fachada da Câmara Municipal de SP  (Foto: Roney Domingos/ G1)O projeto cria a possibilidade de que esses empreendimentos, construídos entre 2004 e 2014, sejam regularizados, após doação de lotes para construção de habitação de interesse social (HIS) em outros locais. O projeto segue para sanção do prefeito Fernando Haddad.

"Só vale para trás", disse o vereador Police Neto (PSD), que apresentou emendas ao projeto e criticou a flexibilização. Para ele, a versão final está longe da idea. "O ruim ficou menos ruim", afirmou.
Fachada da Câmara Municipal de SP (Foto: Roney Domingos/ G1)


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