segunda-feira, 21 de março de 2016

Muçulmanos incendeiam casa de filho que se tornou cristão


Muçulmanos incendeiam casa de filho que se tornou cristão
Um casal de muçulmanos incendiou a casa de seu filho no leste de Uganda, depois de saber que o rapaz abandonou o islamismo para entregar sua vida a Jesus Cristo, segundo relatos do líder de um grupo de vigilância de perseguição religiosa relatou.
Depois que Mohammed Nsera, um adolescente nigeriano que vive na aldeia predominantemente cristã de Katende, em Uganda, formou-se no ensino médio no ano passado, seus pais muçulmanos, gentilmente construíram uma pequena casa no mesmo terreno de propriedade da família como um presente de formatura.
Segundo a agência internacional de notícias cristãs 'Morning Star', Nsera entregou sua vida a Cristo em 3 de janeiro, depois que ele ouviu falar sobre o poder da salvação por Jesus em um evento evangelístico e mais tarde teve um sonho em que Jesus apareceu para ele. A notícia da conversão de Nsera atraiu a ira de seus pais, seu tio e seus seis irmãos.
Após uma semana da conversão de Nsera, seu pai soube da notícia. Quando o pai e o tio do rapaz foram para a pequena casa que eles construíram para o adolescente, com a intenção interrogá-lo sobre o 'boato' de sua conversão, o jovem não escondeu a verdade.
Como a família de Nsera é parte de uma minoria muçulmana fundamentalista no leste de Uganda, seu tio e seu pai não gostaram de ver a alegria do rapaz ao admitir que ele realmente estava convertido ao cristianismo e havia, de fato, deixado o islamismo.
Como resultado, o rapaz foi agredido pelo pai e pelo tio, mas conseguiu, com reflexos rápidos, escapar pela porta, sem maiores danos.
"Eu não poderia negar a Cristo, quando meu pai me perguntou se eu tinha me convertido ao cristianismo", disse Nsera à agência 'Morning Star'. "Com muita alegria eu lhe respondi afirmativamente, com um sim. Meu tio, que tinha uma bengala, bateu-me nas minhas costas, e meu pai tentou me pegar pela minha camisa, mas eu consegui escapar dali com uma camisa esfarrapada e sangrando".
A 'Morning Star' relatou que Nsera fugiu para a casa de um amigo cristão, localizada a pouco menos de 21Km da propriedade de seus pais. Foi lá que ele ouviu a notícia de que seus pais haviam incendiado a casa que tinham construído para ele.
"Eu recebi relatos de que meus pais, tio e alguns outros muçulmanos estavam procurando por mim", explicou Nsera. "Eu perdi meus pertences todos, inclusive os meus diplomas".
Com a família de Nsera e outro muçulmano radical agora tentando pegar o rapaz, a possibilidade real é que sua família tente vingar a traição ao islamismo, como uma forma de "crime de honra" - como muitas outras famílias muçulmanas fazem contra os convertidos cristianismo dentro de suas famílias.
Depois de ouvir a notícia de que sua família está procurando por ele, Nsera decidiu fugir para outro lugar ainda mais longe da casa de seus pais. Ele está agora se refugiando em outra aldeia, localizada a quase 100Km da aldeia de seus pais, onde um pastor, graciosamente, deu-lhe abrigo.
"Mohammed precisa de apoio para continuar seus estudos", disse o pastor não identificado em uma entrevista à 'Morning Star'. "Minha igreja, que foi fundada recentemente, ainda é pequena".
Mesmo que os cristãos constituam cerca de 85% dos cidadãos de Uganda, eles vivem constantemente sob ataques e ameaças por causa de sua fé cristã. Notavelmente, os convertidos do islamismo para o cristianismo se preocupam com sua segurança, uma vez que a sua conversão é considerada uma "apostasia".
Em Junho de 2015, uma mãe de 11 filhos foi envenenada por seus sogros muçulmanos depois que ela e seu marido, um ex-professor da escola islâmica, se converteram ao cristianismo. A 'Morning Star' relatou que a cunhada de Namumbeiza Swabura colocou veneno em uma refeição da recém-convertida. Acredita-se que a cunhada tenha sido provavelmente paga para matar Swabura.
Em outubro passado, a mãe de oito filhos foi arrastada de sua casa e espancado até a morte por uma multidão muçulmana depois que seu marido se converteu ao cristianismo.
Em 18 de dezembro, cinco cristãos no leste de Uganda foram mortos, depois que um pesticida foi colocado em sua comida durante um estudo bíblico. Cinco dias depois, um pastor de Uganda oriental foi esfaqueado até a morte.
Em janeiro deste ano, um outro cristão convertido no leste de Uganda chamado Laurence Maiso foi espancado até a morte e seu corpo foi encontrado em uma poça formada por seu próprio sangue. Um imã [líder muçulmano], que mais tarde foi preso durante as investigações do assassinato, teria perguntado à Maiso antes de sua morte: "Você sabia que Alá não quer que a gente tenha um vizinho 'kafir' [infiel]?".
"E você deve sabe que Alá está prestes a enviar-lhe o Anjo da Morte em sua casa", advertiu o imã à Maiso, de acordo com a sua esposa. "Por favor, prepare-se para encontrá-lo a qualquer momento".

NOTA DE APOIO DA UBPES - União Brasileira de Bispos e Pastores Evangélicos do Brasil AO JUIZ SÉRGIO MORO .

Nota a imprensa da UBPES em apoio ao juiz Sérgio Moro
Resultado de imagem para ubpes UBPES - União Brasileira de Bispos e Pastores Evangélicos
A UBPES - União Brasileira de Bispos e Pastores Evangélicos do Brasil , vem a público manifestar total apoio ao Juiz Federal Sérgio Moro, Titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, na condução do julgamento da "Operação Lava Jato". 
A pedido do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, o Magistrado decretou recentemente uma série de medidas, entre elas a prisão de executivos de grandes empresas que, segundo as investigações, estariam envolvidos em crimes de corrupção e formação de cartel.
Vale destacar que as decisões tomadas pelo Juiz Federal Sérgio Moro no curso desse processo são devidamente fundamentadas em consonância com a legislação penal brasileira e o devido processo legal.
A UBPES - União Brasileira de Bispos e Pastores Evangélicos do Brasil não tolera  alegações genéricas e infundadas de que as prisões decretadas nessa 14ª fase da Operação Lava Jato violariam direitos e garantias dos cidadãos , pois lugar de ladrão e criminoso é na cadeia , seja de qual partido político for.
A UBPES - União Brasileira de Bispos e Pastores Evangélicos do Brasil   ataques pessoais de , repudia qualquer tipo, principalmente declarações que possam colocar em dúvida a lisura, eficiência e independência dos magistrados federais brasileiros.
No exercício de suas atribuições constitucionais, o Juiz Sérgio Moro tem demonstrado equilíbrio e senso de justiça. 
As medidas cautelares, aplicadas antes do trânsito em julgado do processo criminal, estão sendo tomadas quando presentes os pressupostos e requisitos legais. 
É importante ressaltar que a quase totalidade das decisões do magistrado não foram reformadas pelas instâncias superiores.
A UBPES - União Brasileira de Bispos e Pastores Evangélicos do Brasil manifesta apoio irrestrito e confiança no trabalho desenvolvido com responsabilidade pela Justiça Federal do Paraná, a partir da investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.
Ap. ROBERTO TORRECILHAS
Presidente da UBPES
19 9 82927812
OBS. FAÇA PARTE VOCÊ TAMBÉM.

EU TENHO NOJO DO PT


01-     Utilização da máquina pública por organismos criminosos.
02-     Manutenção de milhões de pessoas na dependência do Estado através de programas que prometem falsa inclusão, mas que no fundo mantém pessoas em miséria absoluta enquanto a maioria desses recursos são desviados.
03-     Utilização de táticas nazistas de propaganda baseada no culto a personalidade e na manipulação emocional das pessoas.
04-     Criou um estado paralelo que aparelhou movimentos sociais, sindicatos e diversos órgãos públicos inclusive setores da justiça.
05-     Partidarização das policias militares e civis que na maioria das vezes agem como milícias de políticos do Partido.
06-      Intolerância à democracia.
07-     Desmonte do ensino público, tem na ignorância do povo a maior aliado para manutenção do poder.
08-     Terrorismo emocional contra a vida, perseguições e ameaças, uso da violência como instrumento de ordem partidária.
09-     Intolerância ao contraditório, manipulação emocional dos fatos, misticismo político, transformou o Estado Brasileiro em um apêndice do partido.
10-  Limpeza ética quando não faz absolutamente nada para combater a livre atuação de grupos de extermínio que agem livremente pelas cidades do nosso país matando na maioria das vezes jovens pobres e negros, quando financiou o desmonte do SUS em parceria criminosa com empreiteiras especializas em roubar recursos públicos
11-  Desrespeito as nossa cultura popular e incentivo à cultura do vazio que tem na ignorância sistemática sua grande aliada para manutenção do regime.
12-  Utilização do estado paralelo para fazer do país um república de um único partido nos moldes nazistas e soviéticos, extermínio da oposição.
13-  Por matar o futuro de milhões de jovens, por desrespeito a vida, por incentivar a ideia que basta ser de um partido para ser santo ou demônio, por covardia política contra o povo desse país eu digo: Tenho nojo do PT.

Feliciano debate impeachment com comunista na Rede TV!

POR GOSPEL PRIME

O programa Mariana Godoy Entrevista, exibido pela RedeTV nesta sexta (11), abordou a questão do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os convidados foram Marco Feliciano (PSC/SP), que é favorável e Orlando Silva (PCdoB/SP), contrário ao impedimento.
O pastor Marco Feliciano, de maneira calma e ponderada, defendeu seu ponto de vista usando a linha de raciocínio dos juristas, lembrando várias vezes que o impeachment é “técnico” e previsto pela Constituição.
Já Orlando Silva, que foi ministro do Esporte de Lula e no início do primeiro mandato de Dilma, insistia nas teses dos aliados do atual governo, que o pedido “não tem base” e minimizou as manifestações contrárias ao PT do dia 13, ao mesmo tempo que supervalorizou os movimentos sindicalistas que saíram para apoiar Dilma e Lula no dia 18.
Desde o início Feliciano ressaltou que enquanto a base governista tenta desmerecer todo o processo do impeachment atacando o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB/RJ), a maioria dos deputados veem as coisas de outra forma. “O foco agora é o impeachment, depois vemos o Eduardo.”
Para Orlando, o desmerecimento de Cunha é o fato de ele ser “réu na Lava Jato… É uma vergonha ter o Eduardo Cunha como presidente”. O deputado comunista não fez nenhum comentário sobre os políticos petistas e aliados que foram presos devido envolvimentos no processo investigativo da Polícia Federal. Para ele, tudo o que está sendo feito para levar adiante o processo de impeachment é “oportunismo”.
A resposta de Feliciano foi: “o projeto do Brasil é o impeachment”, lembrando que o Tribunal de Contas da União analisou as contas de Dilma e encontrou irregularidades. Somente isso já é motivação para o assunto ser levado para o plenário.
Para Orlando o impeachment é “casuístico” e “não tem motivo determinado”. Ele defende que Dilma tem os votos necessários para se livrar do impeachment. Insiste que existe uma divisão de opiniões no país.
O que não corresponde a verdade, uma vez que a rejeição à presidente ultrapassa 70%. O termo divisão só se sustenta quando há um equilíbrio de forças. O número de pessoas nas ruas durante as manifestações contra Dilma e a favor dela revelaram que a maior parte da população quer o PT fora do Planalto.
Segundo as contas de Feliciano, no Congresso “400 votos a favor do impeachment”, o que causaria o fim do governo Dilma Rousseff. Orlando contesta os números e requenta a teoria de que tudo que acontece no país deve continuar acontecendo até o final do mandato de Dilma, em 2018. “As urnas não podem ser substituídas pelas ruas”, sentenciou.
Quando o assunto é as próximas eleições presidenciais, Feliciano explicou que ainda “não sabe” se concorrerá como vice de Jair Bolsonaro (PSC). Fez ainda uma ressalva: “A esquerda levou o país à bancarrota”.
Enquanto Orlando avaliava uma eventual candidatura de Lula, Feliciano sentenciou: “Lula não vai ser candidato em 2018 pois estará preso”. Sua fala foi criticada por Orlando, que sentenciou: “o presidente Lula é a maior liderança política do Brasil”.
Quem é Orlando Silva
O pastor Marco Feliciano é bem conhecido pela sua postura conservadora e crítica em relação a agenda ideológica defendida pelo partido que ora governa o Brasil.
Já a carreira política de Orlando foi marcada pelas denúncias de corrupção em dois momentos.
O primeiro, entre 2006 e 2007 quando usou dinheiro público para bancar despesas pessoais. Acabou condenado a devolver 30.800 reais dos quais fez “mau uso”.
Já em 2011 acabou derrubado do ministério por escândalo, acusado de fazer parte de um esquema organizado pelo partido comunista para desviar dinheiro público usando ONGs como fachada.
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