terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O homem que caiu... pra cima!



  • O leitor está achando o título desta matéria confuso? Sem sentido? Mas é assim mesmo que o pastor e deputado Marco Feliciano se define: “um homem que caiu. Mas pra cima”. E ele mesmo explica: “depois de tanto que fui criticado, sai por cima de todas as acusações, pois foram opiniões sinceras e verdadeiras. Disse o que a grande maioria da população brasileira pensa, mas não tem coragem. “Sai fortalecido”. Verdade seja dita, o homem não foge do enfrentamento. Em uma entrevista franca e honesta à reportagem do Jornal Voz o deputado federal, a figura pública mais amada e odiada de 2013 abre o jogo e conta tudo.

    Jornal Voz - Deputado, para quem não o conhece (algo difícil) faça um breve histórico de sua trajetória como pastor e como político para os leitores das 23 cidades da microrregião da Alta Mogiana em que o jornal circula semanalmente.
    Marco Feliciano - Nasci no Hospital Beneficente Santo Antônio, em Orlândia, cidade onde resido às 11h30 no dia 12 de outubro de 1972. Me converti à fé evangélica em fevereiro de 1987. Em 1992 me casei com Edileusa, mãe das minhas 3 filhas, Karen, Kettlin e Kamylle. Fui ordenado ao pastorado alguns anos depois. Todavia meu trabalho eclesiástico não era como pastor de uma igreja, e sim como conferencista internacional, função que ainda exerço nas horas vagas. Preguei em mais de 70 países do mundo, e em mais de 2.000 cidades do Brasil. Escrevi 18 livros e uma enciclopédia com cerca de 750 páginas sobre a Bíblia. Minhas pregações e palestras foram transformadas em VHS, DVDs e CDs, cerca de 10 milhões de cópias foram distribuídas por todo o mundo. Gravei 2 CDs de musicais, juntos ultrapassaram 150 mil cópias vendidas. Há 5 anos fundei um ministério que hoje conta com 12 igrejas. Este é o pastor. Nunca exerci cargo político antes de ser deputado. Como político completo este ano 4 anos.
    Jornal Voz - Vamos começar a entrevista divulgando que o sr. passa a ser o principal articulista do Jornal Voz, com colunas semanais. Quais serão os assuntos debatidos em sua coluna? Haverá uma interação com o leitor do jornal?
    Feliciano - Antes de mais nada, quero agradecer ao Josué pelo convite, e dizer que conheço este veículo de comunicação há anos, portanto sei da sua importância e da credibilidade que possui. O Josué convidou o ‘deputado’ para escrever, mas não excluiu o ‘pastor’ rsssss, portanto acredito que o público ficará empolgado com os assuntos que serão, prometo a altura deste jornal. Vou escrever sobre os bastidores de Brasília, mostrar como é o dia a dia daquela casa, informar os principais assuntos, resumir o que foi importante na semana, deixar meu posicionamento, alertar a população, e se houver interesse dos leitores, responder perguntas pertinentes ao mandato político.
    Jornal Voz - O sr. deixará a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Por que isso ocorrerá? E há a sensação de dever cumprido?
    Feliciano - Ocupo o cargo de presidente da CDMH até a próxima indicação-eleição, que deve acontecer na segunda semana de fevereiro. Existem hoje 22 comissões permanentes na Câmara dos Deputados, os partidos excedem esse número, por isso, todos os anos há um acordo entre os par-tidos respeitando a regra da proporcionalidade, ou seja, partidos grandes têm prioridade nas principais comissões, partidos pequenos como o meu, fica com o que sobra. Foi assim que a CDHM veio parar nas mãos do meu partido, que entre os menores era o maior, ficando com a comissão que a ninguém interessava, a saber, A COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS. Confesso que sobreviver ao achincalhamento público que sofri que veio por consequência de matérias mentirosas e tendenciosas da grande mídia, os movimentos sociais dos GLBTT, a fúria dos esquerdopatas, alguns artistas oportunistas que estavam no ostracismo, encarar e vencer pela perseverança o 3º homem do país, o presidente Henrique Alves que queria minha renúncia a todo custo, mais os líderes de quase todos os partidos da casa que temiam a fúria dos gays e ainda servir como cortina de fumaça para um governo que estava à beira de um colapso, e que depois de 3 meses, não conseguiu me derrubar, amargou com as manifestações de junho, colocar um freio no crescimento de poder de militantes que representam uma minoria barulhenta que quer a qualquer custo terem privilégios e não direitos como pregam e que nunca encontraram quem os encarasse, lutar e defender a família como célula máter da sociedade, o moral e os bons costumes e terminar de cabeça erguida, sim, posso dizer MISSÃO E DEVER CUMPRIDOS.
    Jornal Voz - Sua nomeação à presidência da Comissão de Direitos Humanos causou muita polêmica. O sr. foi malhado sem piedade pelo PT e, principalmente pela esquerda liberal brasileira. Por que isso?
    Feliciano - Em 2010 quando fui eleito, sabia a minha missão. Fui eleito naquela época com 211.855 votos segmentados. Fui enviado à Brasília pela igreja evangélica que me concedeu a oportunidade de ser o 12º deputado mais votado do Estado de São Paulo e o evangélico mais votado do Brasil. Ao chegar em Brasília fiz um levantamento sobre todos os projetos que feriam a família brasileira e que cerceavam o direito a liberdade de expressão e liberdade de culto. Não dá pra ser clínico geral em Brasília, é preciso levantar uma bandeira e lutar por ela. A minha bandeira sempre foi à família e as liberdades de expressão e de culto. O levanta-mento que fiz me apavorou, pasmem, mais de 200 projetos de lei para beneficiar a comunidade gay, entre eles alguns bem sórdidos como retirar as palavras PAI e MÃE dos documentos federais, cota pra alunos gays em escolas públicas, terminar com a exigência da informação SEXO na certidão de nascimento etc. Deparei-me com a luta incessante do PT pela aprovação do aborto (conseguiram que o STF aprova-se o aborto dos anencéfalos, mas não sem luta, ao lado do já falecido Bispo de Guarulhos Dom Bergonzini, pedi o impeachment de um ministro junto ao presidente do Senado na época; sem falar nos que querem descriminalizar as drogas, terminar com as unidades terapêuticas de recuperação de droga-dependentes etc. Fiquei conhecido pela esquerda da casa como ‘pedra no sapato’, deputado conservador e fundamentalista religioso. Apresentei um PDC que sustava a decisão do STF na questão da união estável entre pessoas do mesmo sexo, prevendo que a união civil logo seria aprovada sem passar pelo parlamento, tudo isto sendo um deputado sem expressão na casa. Quando viram meu nome ser cogitado para assumir a CDHM, reduto destes ativistas e há 18 anos nas mãos do PT, eles surtaram!
    Jornal Voz - O sr., sem dúvida alguma, foi o “cara” de 2013. Seu nome sempre esteve envolvido em polêmicas. Entretanto, nunca deixou de expressar suas idéias e opiniões. O sr. tem consciência do debate que provocou no Brasil - e no mundo -durante o ano passado? Mudaria algo em suas declarações, se fosse possível?
    Feliciano - Minha equipe me informou sobre dados que corroboram estas afirmações, tipo, fui eleito pela revista “ÉPOCA”, do grupo Globo, como uma das 100 pessoas mais influentes de 2013 a revista “VEJA” me encaminhou um email me informando que eu era uma das personalidades por eles identificada, depois voltaram atrás (tenho o email guardado e postei nas minhas redes sociais uma cópia); meu nome já apareceu em pesquisas feitas pelo Planalto até para presidente da República. Dias atrás uma revista informou que o PSDB fez uma pesquisa pra deputado federal em SP, e meu nome aparece em 3º lugar, ao lado de Russomano e Tiririca, vindo depois o Serra. O que deveria ter me matado, me deixou forte, confirmado o velho ditado popular que O QUE NÃO MATA ENGORDA. Martin Luther King, ativista dos direitos civis americano, e pastor pentecostal, disse antes de ser assassinado: O QUE ME ASSUSTA NÃO É O GRITO DOS MAUS E SIM O SILÊNCIO DOS BONS. Coloquei o assunto Direitos Humanos na agenda nacional. Posicionei-me, e re-lembrei ao Brasil que o que falta em nossa nação são: POLÍ-TICOS DE POSICIONAMENTO FIRME, que lutem por aquilo que acreditam. Mostrei quem são os verdadeiros intolerantes. O Brasil viu o que aconteceu comigo no episódio do avião quando fui agredido por militantes GLBTT que não contentes em me hostilizarem, postaram na internet fazendo o vídeo se transformar em viral, deram um tiro no pé. A imprensa mostrou um culto onde eu pregava e manifestantes GLBTT tiraram a roupa e se beijaram dentro de um culto religioso. Quando o Papa veio o Brasil à marcha das vadias quebrou imagens sacras nas ruas, o “Jornal Nacional” mostrou. As pessoas começaram a acordar. Estamos perdendo o direito de sermos cristãos. Vejam o vídeo postado pelos humoristas do “PORTA DOS FUNDOS” especial de Natal, não há mais respeito com a nossa crença, e quando digo nossa, faço embasado nos dados do IBGE que diz 88% dos brasileiros são cristãos. Nosso silêncio irá custar caro. Nossos filhos e os filhos de nossos filhos estão na mira da imoralidade. Nos meus posicionamentos não mudaria em nada. De maneira cruel a mídia divulgou vídeos que tem mais de 15 anos como se fossem atuais. Vídeos de quando havia embates entre católicos e evangélicos, por exemplo. Hoje trabalho ao lado de padres em uma luta onde mais são as coisas que nos unem, do que as que nos separam, em 15 anos um homem amadurece e revê muito do que fez.
    Jornal Voz - Vamos entrar no tema mais polêmico do ano: diga o que o sr. pensa do comportamento homossexual. E da união homoafetiva?Jornal Voz - Vamos entrar no tema mais polêmico do ano: diga o que o sr. pensa do comportamento homossexual. E da união homoafetiva?
    Feliciano - Você foi o único jornalista que me entrevistou até hoje, e olha que já dei centenas de entrevistas, que usou o termo COMPORTAMENTO. Pra mim é exatamente isso, UM FENÔMENO COMPORTAMENTAL, e se tratando de comportamento só especialistas poderiam definir. Penso que o assunto não está esgotado, psicólogos precisam se dobrar sobre este assunto e estudar mais. Sobre a união homoafetiva, ela existe e ponto. Daí transformá-la em casamento sou contra, afinal a Constituição Federal no Art. 226 parágrafo 13, diz que uma união estável só pode ser transformada em casamento se for a união entre UM HOMEM E UMA MULHER. Como parlamentar, defendo a Constituição.
    Jornal Voz - E a cura gay? Ela realmente é possível?Jornal Voz - E a cura gay? Ela realmente é possível?
    Feliciano - Cura não, porque não é doença, isso foi uma invenção da grande mídia-ativista. Como disse é um FENÔMENO COMPORTAMENTAL. Ninguém nasce gay. Nasce homem ou mulher. Os próprios ativistas chamam de ORIENTAÇÃO SEXUAL, se há orientação, pode haver REORIENTAÇÃO, se há orientação também pode haver DESORIENTAÇÃO, portanto é preciso estudo. As igrejas evangélicas têm um sem número de pessoas que vieram da homossexualidade, mudaram, estão casadas, e são pais e mães de filhos.
    Jornal Voz - O que o sr. pensa do PLC 122?
    Feliciano - Esse graças, a Deus está sepultado. Foi apensado no final do ano ao NOVO CÓDIGO PENAL. Trabalhamos arduamente para que isto acontecesse. O movimento católico ajudou muito. Este era o pior de todos os projetos já existentes, pois ele criminalizava a liberdade de expressão e de pensamento. Um padre ou pastor em sua igreja, um dupla de gays querendo casar, o simples dizer não, e a ida deles até uma delegacia afirmar que sofreram preconceito na igreja, prisão inafiançável ao padre ou pastor. Qualquer empresário que dispensasse um funcionário gay por incompetência, e este no Ministério do Trabalho com duas testemunhas dizendo que foi dispensado por sua orientação sexual, o empresário além de preso, teria de vender seu imóvel para pagar a indenização. Um pai de família contrata uma babá para sua filhinha, dias depois ele descobre que ela tem uma orientação sexual diferente da sua e o pai não quer seus filhos expostos a isso, a babá poderia levar o pai à delegacia, e por ai afora. Sou contra qualquer tipo de crime, e hoje todos os crimes são contemplados no CÓDIGO PENAL.
    Jornal Voz - O sr. acha que os homossexuais sofrem perseguição?
    Feliciano - Não mais do que religiosos, negros, gordinhos, magrinhos etc. Em 2012 houve no Brasil 50 mil assassinatos. Destes 270 foram assassinatos ligados a crimes sexuais com homossexuais. Destes 270, 70% foram crimes cometidos por parceiros homossexuais, ou seja, crimes passionais. Não há como alardeiam um genocídio gay. Lembro-me que antes de assumir a CDHM os deputados desta comissão diziam que recebiam milhares de ligações por dia de denúncias de crimes homofóbicos. Assumi em março de 2013. De janeiro até dezembro, não houve uma única denúncia na CDHM. Alguém pode dizer que era porque eu estava ali, mas só fui pra lá em março, ou seja, 90 dias passaram sem uma única ligação, quando diziam que eram milhares por dia, alguém estava faltando com a verdade.
    Jornal Voz - O sr. já foi chamado de racista, nazista, homofóbico e de ser contra a união entre gays. A mais nova polêmica foi fazer sérias críticas ao ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, morto recentemente. O que o sr. acha dessas polêmicas? Isso afetou sua vida particular ou sua vida profissional?
    Feliciano - Os ativistas gays são radicais. Entendam, não são os gays, e sim os ativistas, gente que ganha e muito bem pra acusar, denegrir, destruir e perseguir quem quer que apenas diga que não concorda com eles. Isso beira uma ditadura. Pergunte ao J.R.Guzzo da “VEJA” o que ele passou quando foi falar o que pensava sobre gays. O mesmo faça com Rachel Sherazade do “SBT”, Alexandre Garcia da “Globo”, Reynaldo de Azevedo da “VEJA”, o filósofo Olavo de Carvalho, Lobão, Danilo Gentili, e outros que falam o que eu falo, sobre o que a esquerda estava fazendo nestes 12 anos de governo que infelizmente parece que vai perpetuar se não fizermos algo urgente. Perdi minha privacidade no início. Adoeci, minha esposa adoeceu. Minha filha mais velha foi morar fora do país, fui ridicularizado, mas hoje estou fortalecido. Ainda ontem andava no shopping de Ribeirão quando um grupo de cerca de oito pessoas começaram a aplaudir, pensei que eram ativistas, mas um deles, o chefe da família, disse: OBRIGADO POR DEFENDER MINHA FAMÍLIA, FELICIANO. Isto é gratificante. Meus eventos hoje hiper lotam. Na verdade tudo isso me ajudou e muito.
    Jornal Voz - E agora, vamos falar de política. Qual sua análise sobre o governo Dilma? Está sendo uma decepção, já que ela obteve seu apoio para se eleger?
    Feliciano - Nem me lembre deste erro imperdoável que cometi. Também o que eu poderia ter feito em 2010, o debate do segundo turno era o aborto. A esposa de Serra havia feito um aborto e ao ser questionado ele não foi preciso na resposta. Dilma assinou uma carta, um documento, dizendo que em seu mandato o aborto não seria votado. Mentiu! O STF aprovou o aborto dos anencéfalos. Alguém pode dizer mas foi o STF e não a PRESIDENTE, acordemos, dos 11 ministros do STF 9 foram indicados pelo PT e o último, BARROSO, foi o advogado do caso dos anencéfalos e também da união estável homoafetiva. Nossa economia está por um fio. A Petrobras com 50 bilhões em prejuízo. Somos a 6ª economia do mundo, mas temos uma guerra civil anual com 50 mil pessoas assassinadas. O Ministro da Justiça, que é do PT, disse publicamente se fosse pra ser preso preferiria a morte. Veja o caos nos presídios brasileiros. A saúde pública sem recursos, mas para construção dos templos do futebol, dinheiro sobrando. E um sem número de bolsas para os pobres. Não sou contra que se de peixe pra quem tem fome, mas honesto seria alem do peixe dar a vara de pescar e ensinar como fazê-lo.
    Jornal Voz - Nas eleições de 2014 para presidente, o sr. apoiaria novamente o PT? E o Lula? Por falar nele, qual sua opinião sobre o ex-presidente petista?
    Feliciano - Meu partido, PSC, terá candidato próprio à presidência da Republica. Não apoiaria mais o PT. Errar é humano, persistir no erro... Sobre Lula, aquele da bandeira erguida dos trabalhadores, da luta de classe, me lembro dos seus discursos, dos seus sonhos que encantavam, mas aí ele se transformou em LUIS IGNÁCIO LULA DA SILVA, colocou um terno YSL, aparou a barba e fez que não viu o MENSALÃO, disse que não sabia nada sobre seus ministros (TODOS CAÍRAM) e este perdeu a bandeira.
    Jornal Voz - 2014 é um ano eleitoral. Quais suas metas para a eleição? Será novamente candidato a deputado federal ou tem outras pretensões? Senador, por exemplo? E ser candidato a governador de São Paulo, passa por sua cabeça?
    Feliciano - Como disse no início sou um novato na política, sonho com o Senado, mas entendo que para 2014 existe apenas uma vaga, e não se sabe quem serão os candidatos. Se fosse só o SUPLICY eu encarava, mas e o Kassab, e o Serra, estes são donos de partidos e têm milhares de empresários que os auxiliam. Eu sou apenas um postulante, não tenho grupo forte, não ainda. Se fosse hoje à eleição, eu seria pré-candidato à reeleição para deputado federal e se tivesse o suficiente de votos mais um já estaria satisfeito. Nunca pensei no Governo, quem sabe um dia.
    Jornal Voz - Muitos dizem que votariam no sr. se saísse candidato a presidente. Há essa possibilidade?
    Feliciano - Se meu partido, o PSC, me desse à legenda para presidente eu não temeria. Todavia me sinto despreparado hoje, mas num futuro próximo tudo pode acontecer. O IBGE diz que dentro de 10 anos o Brasil, que hoje tem 40 milhões de evangélicos, terá a metade de sua população evangélica. Se esta profecia se cumprir, hoje sou o evangélico político mais popular do Brasil.
    Jornal Voz - Vamos falar regionalmente agora. Sendo orlandino, como o sr. analisa a administração da prefeita Flávia?
    Feliciano - A Dra. Flávia é uma heroína. Valente e competente. Tem uma equipe forte e capaz. Tomou decisões complicadas, mas necessárias. Estancou a sangria. Moralizou a casa. Ela irá surpreender esta cidade, assim como me surpreendeu.
    Jornal Voz - 2013 foi um ano complicado para Orlândia, já que a prefeita teve de equacionar uma dívida de mais de R$ 28 milhões, restando poucos recursos para investimentos. E 2014 será o ano das obras. O município e os orlandinos podem contar com o sr. para intermediar a busca de recursos para a cidade?
    Feliciano - Amo minha cidade, e farei o que for preciso para ajudá-la, como já tenho feito.
    Jornal Voz - Para finalizar, suas considerações finais.
    Feliciano - Agradeço mais uma vez ao Editor Chefe deste jornal, a você Léo, pela inteligente entrevista, e a paciência dos leitores da “VOZ”. A todos um até breve, nos vemos na minha coluna. Os que quiserem conhecer mais o meu trabalho: twitter: @marcofeliciano, facebook.com/pastormarcofeliciano ou www.marcofeliciano.com.br
     Abraços a todos.

    Fonte: Jornal Voz https://avozonline.com.br/
    Pr. Marco Feliciano - Deputado Federal

Grupo armado mata pelo menos 62 na Nigéria; igreja também é alvo de ataque


No domingo integrantes da seita islamita Boko Haram mataram 22 pessoas com bombas e tiros durante uma cerimônia religiosa em uma igreja católica.

Suspeitos de integrarem um grupo insurgente mataram pelo menos 62 pessoas com armas e explosivos no nordeste da Nigéria, incluindo num ataque durante um serviço religioso numa região onde a seita islamita Boko Haram vem resistindo à ação repressiva do governo, disseram testemunhas nesta segunda-feira.

No domingo eles mataram 22 pessoas com bombas e tiros durante uma cerimônia religiosa em uma igreja católica no vilarejo de Wagta Chakawa, no Estado de Adamawa, e depois queimaram casas e fizeram moradores reféns, em um cerco de quatro horas, segundo testemunhas.

Forças de segurança da Nigéria disseram que em um outro ataque, nesta segunda-feira, supostos membros da seita mataram pelo menos 40 pessoas na vila de Kawuri, no remoto Estado de Borno, nordeste da Nigéria. Ninguém assumiu de imediato a responsabilidade por esses atentados.

O presidente do país, Goodluck Jonathan, enfrenta dificuldades para conter a ação do Boko Haram em regiões rurais remotas no canto esquerdo do nordeste nigeriano, onde a seita iniciou um levante em 2009.

O Boko Haram quer impor a sharia (lei religiosa muçulmana) em um país dividido quase igualmente entre cristãos e muçulmanos. O grupo matou milhares de pessoas nos últimos quatro anos e meio e é considerado a maior ameaça à segurança na Nigéria, principal exportador de petróleo e segunda maior economia da África (atrás apenas da África do Sul).

Os principais alvos dos militantes do Boko Haram têm sido as forças de segurança, políticos contrários ao grupo e minorias cristãs em áreas de população majoritária muçulmana no norte nigeriano.

O porta-voz da Diocese Católica de Yola, padre Raymond Danbouye, confirmou que 22 pessoas mortas na igreja foram sepultadas nesta segunda-feira.

Os militares e a polícia não responderam aos pedidos de informações. Uma fonte no Exército confirmou o ataque à igreja, mas pediu que não fosse identificada por não ter autorização de falar com a mídia.

VILAREJO ARRASADO

Waga Chakawa fica perto da divisa com o Estado de Borno, onde ocorreu o segundo ataque, que matou pelo menos 40 pessoas. Várias testemunhas indicam que houve 50 mortes, embora nenhuma delas tenha contado os cadáveres. Elas acrescentaram que os militantes incendiaram o vilarejo e provocaram múltiplas explosões, atirando contra qualquer um que tentasse fugir.

"O vilarejo inteiro foi arrasado pelo Boko Haram. Quando eu parti ainda havia fortes explosões em diferentes direções, e corpos espalhados pelo vilarejo", contou o morador Bulama Kuliri, que escapou por pouco.

Na semana passada Jonathan substituiu os chefes da Defesa, Exército, Marinha e Força Aérea, em uma ampla reforma militar. Não foram dadas explicações para as mudanças, mas especialistas em segurança acreditam que o governo pretenda mudar as táticas de combate ao Boko Haram.

Fonte: Estadão

Mosaico cristão de 1.500 anos é desenterrado em Israel


Mosaico cristão de 1.500 anos é desenterrado em IsraelMosaico cristão de 1.500 anos é desenterrado em Israel
Depois de três meses de trabalhos, uma equipe de arqueólogos israelenses desenterrou um moisaco de 1.500 anos. Os desenhos estavam no chão de uma igreja bizantina localizada na vila de Aluma, no sul de Israel.
A descoberta começou durante uma escavação para a construção de uma obra. Os arqueólogos perceberam que ali funcionava uma basílica e além do mosaico encontraram também bases de uma coluna de mármore que dava sustentação ao edifício que tinha 22 por 12 metros.
O moisaco mostra figuras de diversas espécies de bichos como zebra, girafa, leopardo, flamingo e coelho. Os estudiosos só estranharam que a figura humana que foi gravada no mosaico foi cuidadosamente destruída.
Mosaico cristão
O jornal israelense “Haaretz” conversou com o pesquisador responsável pela escavação, Daniel Varga, que explicou que a figura humana pode ter sido apagada porque na época do Império Bizantino os devotos se opunham à representação de seres humanos dentro das igrejas.
Trabalhos de escavação do mosaico em Israel (Foto: Menahem Kahana/AFP)
Entre os achados os pesquisadores não encontraram nenhuma inscrição que indicasse o nome do local. Os arqueólogos acreditam que o espaço servia a diversas comunidades que cercavam a região entre Ascalão e Jerusalém. Com informações G1.

MAIS FORTE QUE NUNCA - Marco Feliciano deve continuar na Comissão de Direitos Humanos em 2014


Marco Feliciano deve continuar na Comissão de Direitos Humanos em 2014Feliciano continuará na Comissão de Direitos Humanos em 2014
O deputado federal pastor Marco Feliciano foi eleito em março de 2013 como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.  Líderes do governo, incluindo o ex-presidente da comissão, Domingos Dutra, abandonaram o colegiado para tentar impedir a votação. O PT e alguns parlamentares da base do Governo retiraram-se da sessão. Mesmo assim foram 11 votos a favor e 1 voto nulo.
Quase um ano depois, Feliciano acumulou polêmicas e críticas, foi perseguido, vaiado e enfrentou muitas manifestações contrárias tanto em Brasília quanto em igrejas por onde esteve pregando.
No final deste mês, quando acabar o recesso parlamentar, haverá a eleição anual para presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Marco Feliciano já sabe que não será reeleito: “Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Espero que o PT dê mais valor agora à essa comissão, que eles abandonaram”.
Mesmo assim, fez um balanço positivo de sua atuação: “Apostaram que eu renunciaria, o que não fiz. Fui alvo do ódio e da intolerância, fui atacado na minha igreja e dentro de um avião. Recebi vários processos. Comecei o ano como o inimigo público número um. E termino como um dos cem brasileiros mais influentes segundo uma revista de circulação nacional”.
O deputado já disse que não sabe se haverá comissão para o seu partido, o PSC, por causa do rompimento com o governo Dilma. Feliciano avisou: “Essa comissão agora vai ser disputada. Colocamos os direitos humanos na pauta das pessoas. O Brasil viu isso”.
Embora o mais provável é que o PT, que dominou a comissão durante anos, a entregue ao deputado Domingos Dutra (PT-MA), ainda não há nada decidido. Membros da bancada evangélica devem pressionar seus partidos para receberam indicações e compor a comissão. Os deputados evangélicos acreditam queestar na comissão pode ser um boa estratégia para defenderem seus pontos de vista e também conquistarem votos nas próximas eleições. Um dos nomes mais fortes para assumir o posto com o apoio dos religiosos é o do deputado Marcos Rogério (PDT-RO), amigo de Feliciano.
Mas engana-se quem pensa que a saída de Marco Feliciano da presidência significa que ele está fora da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Segundo a coluna Radar Online da revista Veja, o pastor tem o compromisso do seu partido que continuará sendo integrante da CDH em 2014. Além disso, deverá integrar a Comissão de Seguridade Social e a prestigiada Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O que deve ser garantia de mais críticas ao deputado, pois projetos importantes como a PL 122 tramitaram pela CCJ.


GP

‘Fui um dos escolhidos de Deus’, diz Marcos Mion sobre situação do filho


Marcos Mion com o filho Romeo, que tem distúrbio de desenvolvimento: "Crianças como ele estão aqui para nos ensinar. Sou guardião de um anjo. Somos os escolhidos"
Marcos Mion com o filho Romeo, que tem distúrbio de desenvolvimento: “Crianças como ele estão aqui para nos ensinar. Sou guardião de um anjo. Somos os escolhidos”
“Deus me deu um presente. Fui um dos escolhidos”, foi assim que o apresentador Marcos Mion, 34 anos, iniciou um texto em seu perfil no Facebook na última quarta-feira (22). “Quem somos nós? Famílias abençoadas com uma criança especial”.
Trata-se de Romeo, 8 anos. A revelação de que um dos seus filhos – é pai ainda de Donatella, 5, e Stefano, 3 – tem um distúrbio de desenvolvimento que não se encaixa 100% no diagnóstico de autismo repercutiu e gerou apoio. A seguir, o depoimento do apresentador de “Legendários” (Record) à coluna de Mônica Bergamo, na Folha:
“A primeira palavra que o Romeo falou foi mamãe, no dia do aniversário dele de um ano. Estava dentro dos padrões, mas bebê é tudo igual. Meus pais são médicos e minha mãe percebeu logo cedo a demora dele em desenvolver a fala e começou a conversar comigo e com minha mulher, Suzana [Gullo].
A gente visitou inúmeros especialistas no Brasil e no exterior. Todos dizem que ele não é autista. O espectro do autismo é amplo. Envolve comunicação, interação social e padrões comportamentais estereotipados. Como Romeo apresenta menos de seis sintomas, ele foi diagnosticado com um distúrbio de desenvolvimento definido como ‘invasivo e sem outras especificações’.
Um estudo de 2007 mostra que uma em cada 150 pessoas tem genes autistas. Existem graus severos, em que a criança não suporta o toque nem se comunica. Mas, mesmo assim, ela pode evoluir.
Nunca tivemos um momento de desespero, de falar: ‘Meu Deus, e agora?’. Romeo é uma bênção. Aprendemos todos os dias ao conviver com uma criança que é amor puro. Você coloca os pés na terra dos valores reais. É um privilégio.
Com a família: a mulher, Suzana Gullo, e os três filhos (Romeo, 8, Donatella, 5, e Stefano, 3). "Sempre quis ser pai. Gosto de prover, de cuidar. Romeo é o elo mais forte da nossa família"
Em família: a mulher, Suzana Gullo, e os três filhos, Romeo, Donatella e Stefano. “Sempre quis ser pai. Gosto de prover, de cuidar. Romeo é o elo mais forte da nossa família”
Com estímulo correto, amor e apoio, elas respondem constantemente. Foi por isso que resolvi contar a nossa história. Foi emocionante ler mensagens do tipo: eu tenho um irmão, um filho assim. Existem milhares como ele. O retorno foi maravilhoso, por termos dado uma luz na vida de pais que procuram entender o que o filho tem. No Brasil, as pessoas têm pouca informação. Recebi mensagens de pais contando que o filho foi diagnosticado autista com um ano e meio, dois anos. Isso é crime.
Sei que um monte de especialistas vai me crucificar, mas ficar preso ao diagnóstico é a maneira mais fácil de limitar a pessoa. Ouvi histórias de médicos que dizem para as famílias: ‘Se preparem para cuidar dessa criança a vida inteira, economizem’.
Quando se coloca esse carimbo, os pais podem perder a esperança e deixar de dar os estímulos de que o filho precisa. E tem o preconceito. Por isso falo que essas crianças estão dentro de um espectro com muitas variáveis.
O caminho delas é ilimitado. A evolução do Romeo tem sido constante. Foi tudo muito orgânico. Após muita pesquisa, levamos ele, aos 3 anos, para Miami, onde encontramos uma clínica, um lugar mágico. Nos identificamos com a metodologia. Passamos um ano e meio lá, direto. A família inteira, um intensivo.
Eu viajava para Miami toda semana. Agora, vão entender a minha motivação para um gasto e uma disposição tão grandes. Os profissionais são importantes, mas os pais são fundamentais. Duas vezes por semana, eu dormia no avião. Na ida, ia do aeroporto direto para a clínica. Na volta, ia direto para o estúdio.
A última vez que voltamos à clínica foi no ano passado. Ele e os irmãos amam ir para lá. Não quero falar o nome nem dar detalhes do método, pois cada família tem que encontrar seu caminho. Não existem duas crianças iguais, com os mesmos sintomas.
Romeo é totalmente voltado para arte e tecnologia. É muito sensível. Crianças como ele estão aqui para nos ensinar. Sou guardião de um anjo. Somos os escolhidos.
Ele é bom aluno. Estuda numa escola bilíngue e fala inglês e português. É o popular da classe. Aprende no ritmo dele. Pesquisamos muitas escolas e escolhemos aquela que abraçou nossa família e nos deu oportunidade de ficar próximos. Permitiu que colocássemos uma profissional para estar com ele lá.
Além da professora, conta com outra especializada em inclusão. Tem aulas que faz com a classe, outras só com ela, naquelas matérias em que não consegue ter a mesma eficiência. Faz natação, fonoaudióloga. Vai ao clube e à casa dos avós e primos.
Quando ele tinha dificuldades maiores, nós o protegemos até ele ter uma base para um desenvolvimento firme. Hoje, em Miami, ele já fica sozinho com outros meninos no parque. O coração fica na mão ao vê-lo no escorregador, mas a gente deixa, e ele se joga.
Eu sempre quis ser pai. Gosto de prover, de cuidar. Romeo é o elo mais forte da nossa família. A minha maior motivação para ser uma pessoa melhor é por ele e para ele. Sou eternamente grato a ele por ter escolhido a Suzana e a mim e ter abençoado nossa vida.”

Fonte: Folha

LANÇAMENTO - DANIEL E SAMUEL

Imagem inline 1Recordistas de Público por onde passam, a Dupla de música sertaneja gospel,  Daniel e Samuel reúne multidões para louvar e adorar a Deus. Vencedores do Troféu Talento por duas vezes consecutivas,  ganhadores de discos de ouro e platina em todos os seus lançamentos, eles conquistaram a admiração da crítica e do público em geral.
Os irmãos que saíram do interior goiano para o mundo da música, alcançaram milhões de cópias vendidas, tendo também composto canções para vários artistas cristãos, como Cassiane, Elaine de Jesus, Cristina Mel, Mara Lima, Lauriete, Shirley Carvalhães, Rayssa e Ravel, entre tantos outros.
Em Janeiro de 2014 a dupla Daniel e Samuel, assinam o primeiro contrato da carreira com uma grande gravadora – Som Livre. O novo CD da dupla – PAIXÃO PELA PRESENÇA, será lançado em fevereiro deste mesmo ano e promete ser mais um grande sucesso.
Totalmente autoral, como de costume, o novo trabalho está recheado de canções bem ao estilo sertanejo que sempre acompanhou a dupla. Com letras fortes, pentecostais, Daniel e Samuel tem se destacado no mercado e conquistado cada vez mais espaço. Eles hoje, são considerados a maior dupla sertaneja de música gospel do país e  PAIXÃO PELA PRESENÇA, promete agradar em cheio os admiradores deste estilo musical.
O disco foi produzido por Alexandre Lemos,e o sentimento de Daniel e Samuel, é que este seja mais um CD que irá falar do amor de Deus e de sua grandeza.
“Sempre que concluímos a gravação de um novo CD, é como se mais um filho viesse ao mundo. É mais um sonho realizado.” Diz Daniel.
 “ Foi numa madrugada em um hotel de SC, quando eu meditava um pouco sobre o que é ser apaixonado pela presença do Senhor que surgiu ‘Paixão pela Presença’. Chorei bastante compondo essa canção.” Complementa Samuel.
O novo disco será lançado em fevereiro nas versões CD e CD-PB e o primeiro single - PAIXÃO PELA PRESENÇA, em anexo.

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Cláudia Fonte
Rel.Gospel | Som Livre

CULTURA CUBANA - Nova leva de cubanos chega ao Brasil nesta terça-feira


Ministro da Saúde Alexandre Padilha recebe médicos cubanos em Novembro do ano passadoBathista Lima/Frame/Estadão Conteúdo
Mais 2.000 médicos cubanos começam a desembarcar nesta terça-feira (28) no Brasil. Eles se juntarão aos mais de 6.000 profissionais que já atuam pelo Mais Médicos no País. De acordo com o Ministério da Saúde, o terceiro ciclo do programa contará com a atuação de 2.891 profissionais.
O desembarque acontecerá nas três capitais (Brasília, Fortaleza e São Paulo) onde vão cursar o módulo de acolhimento e avaliação do programa. A previsão é que esses profissionais comecem a atuar nos municípios em março, junto com os demais estrangeiros participantes do terceiro ciclo. A aprovação no módulo é obrigatória para receber o registro que autoriza a atuação no Brasil durante o programa.
 Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, “com esses novos médicos, somados aos que já estão atendendo a população nos municípios, serão 9.500 médicos atuando nas regiões mais necessitadas e atendendo as populações mais vulneráveis”.
— O Mais Médicos já atinge 23 milhões de brasileiros que não tinham um profissional no seu bairro, na sua cidade, no posto de saúde perto de casa. Vamos chegar, até o final de março e início de abril, a quase 46 milhões de brasileiros sendo atendidos pelo programa.
Nesta segunda-feira (27) em visita a Cuba, a presidente Dilma agradeceu o envio de profissionais para o Programa Mais Médicos. Desde o lançamento do programa, Cuba enviou 5.300 médicos para trabalhar nas periferias de grandes cidades e interior do Brasil.
— A participação dos médicos cubanos é amplamente aprovada pelo povo brasileiro e é uma prova efetiva de solidariedade e coooperação que preside a relação entre os nossos países
Balanço
O programa Mais Médicos termina o ano com 6.658 profissionais trabalhando em 2.177 municípios e 28 distritos indígenas. A meta é, até março de 2014, ter 13 mil profissionais trabalhando nos municípios que aderiram ao programa. O Ministério da Saúde calcula que cada médico, acompanhado pela Equipe de Saúde na Família, atende cerca de 3.500 pessoas.
Local de trabalho
Ainda não está definido o local de atuação dos 2.000 médicos cubanos que chegam ao País na próxima semana. A distribuição só ocorrerá após o encerramento do prazo que os profissionais brasileiros têm para decidir se querem migrar do Provab (Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica) para o Mais Médicos.

Veja 10 cuidados para quem vai declarar o IR pela primeira vez

Quem recebeu no ano de 2013 rendimentos considerados tributáveis pela Receita Federal terá de prestar contas ao Leão. E, se esta for a primeira vez que o contribuinte preencherá a declaração do Imposto de Renda (IR), é preciso tomar alguns cuidados.
Será obrigado a declarar o IR o trabalhador que recebeu, em todo o ano passado, valor igual ou superior a R$ 25.661,70 (total estimado pelos especialistas, ainda a ser confirmado pela Receita Federal).

Com a ajuda de especialistas, o G1 listou dez dicas nas quais o contribuinte deve prestar atenção antes de enviar o documento. As dicas são de Rodrigo Paixão, coordenador de IR da empresa H&R Block, e de Ricardo Gutterres, supervisor da área de IR da consultoria Coad.
Veja dez dicas abaixo:
1) É preciso ter em mãos os documentos que comprovam os ganhos de 2013, como informes de rendimentos fornecidos pelos empregadores e recibos de aluguéis. Normalmente, esses documentos são disponibilizados em meados de fevereiro.
2) Antes de escolher o modelo de declaração, o contribuinte precisa ficar atento ao que for mais vantajoso para o seu perfil. Ele pode optar por entregar a declaração no modelo simplificado ou no completo. No primeiro, ele tem desconto de 20% sobre a renda tributável, limitado a R$ 15.197,02, e, no segundo, usa todos os gastos para definir a restituição. No final, depois de preencher a declaração com todos os dados necessários, o programa da Receita Federal irá indicar a melhor opção para cada caso.
3) Antes de enviar, é preciso revisar todos os dados preenchidos na declaração. A Receita cruza as informações do contribuinte com as fornecidas pelas fontes pagadoras. Uma vírgula em um lugar errado pode levar o contribuinte a cair na malha fina. Em 2013, por exemplo, a omissão de rendimentos foi o principal motivo de incidência na malha fina.
4) Se esta for a primeira vez que o contribuinte vai fazer a declaração, é ainda mais importante não deixar a obrigação para a última hora. Nas últimas horas, o sistema da Receita costuma ficar congestionado, e o contribuinte poderá ter dificuldade para baixar os programas e enviar sua declaração.
5) Caso o contribuinte declare como dependentes a mulher, o companheiro, os filhos, os pais ou outras pessoas, deverá observar se eles receberam rendimentos tributáveis durante o ano, pois esse valor também será considerado.
6) Se houve mudança de emprego em 2013, o contribuinte precisa ficar atento. Muitas vezes, o contribuinte esquece de incluir as informações referentes ao trabalho anterior. Esse erro pode custar caro. Além de ficar retido na malha fina, a pessoa poderá ter de pagar multa e juros, caso o resultado aumente o imposto a pagar.
7)  Rendimentos isentos de IR como férias vendidas, por exemplo, devem ser declarados na seção "Rendimentos isentos ou não tributáveis". O contribuinte deve ficar atento também a rendimentos com tributação na fonte, como fundos de ações, para não pagar duas vezes por isso.
8) Antes de entregar a declaração, quando houver imposto a pagar, o contribuinte deverá optar por pagar o imposto através de Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) ou selecionar a opção de débito automático, informando os dados bancários. É possível parcelar o imposto devido em até oito cotas. No caso de ter imposto a restituir (receber), o contribuinte precisará informar uma conta corrente para crédito da restituição.
9) É importante cadastrar uma conta bancária que o contribuinte não planeje encerrar no curto prazo, pois, caso haja restituição a receber, é nessa conta informada que o depósito será feito.
10) Quando houver dúvida no preenchimento da declaração, a dica é que o contribuinte busque ajuda da Receita Federal ou de um serviço especializado. Todo ano, faculdades costumam prestar esse serviço de forma gratuita.

Bom colesterol 'pode se tornar ruim e entupir artérias', diz pesquisa

O colesterol bom é encontrado em alimentos como abacate, azeite de oliva e óleos vegetais
Um estudo liderado por médicos americanos mostrou que o chamado bom colesterol também tem um lado perigoso, podendo aumentar o risco de ataques cardíacos.
A lipoproteína de alta densidade (HDL na sigla em inglês), ou colesterol bom, normalmente ajuda a manter as artérias limpas e faz bem para a saúde do coração.
Mas um time de médicos do centro médico acadêmico Cleveland Clinic, no estado de Ohio, mostrou que o HDL pode se tornar anormal e entupir as artérias.
Eles dizem que as pessoas devem continuar a comer de forma saudável, mas que a história do "bom" colesterol é mais complexa do que se pensava.
A lipoproteína de baixa densidade (LDL na sigla em inglês) é "ruim" porque é depositada nas paredes das artérias e causa a formação de placas duras que podem causar entupimentos, resultando em acidentes cárdeo vasculares (AVC) e infartos.
No caso do HDL, ele é um colesterol "bom" porque é enviado para o fígado.
A evidência hoje é de que ter uma proporção maior do bom colesterol em relação ao ruim faz bem à saúde.
No entanto, os pesquisadores da Cleveland Clinic dizem que testes clínicos com o objetivo de aumentar os níveis de HDL "não tiveram sucesso" e que o papel do bom colesterol é claramente mais complicado.

'A exata mudança química'

No estudo, divulgado na publicação científica Nature Medicine, eles mostraram como a lipoproteína de alta densidade pode se tornar anormal.
Um dos pesquisadores, Stanley Hazen, disse que o HDL estava sendo modificado nas paredes das artérias.
"Nas paredes das artérias o HDL está agindo de forma bastante diferente de como age na circulação. Pode se tornar disfuncional e contribuir para o desenvolvimento de doenças do coração."
"Estes dados não mudam a ideia de que devemos comer de forma saudável", explicou Hazen.
Ele disse que as descobertas serão usadas para desenvolver novos testes para o HDL anormal, e pesquisar medicamentos que ajudem a bloquear sua formação.
Shannon Amoils, um pesquisador da organização de caridade britânica voltada para problemas cardíacos, a British Heart Foundation, disse que "embora tradicionalmente pensemos no HDL como colesterol 'bom', a realidade é muito mais complexa."
"Nós hoje sabemos que diante de certas condições, o HDL pode se tornar disfuncional e pode ajudar a entupir artérias."
"Esta interessante pesquisa mostra a exata mudança química que torna o "bom" colesterol em "ruim".
"Esse conhecimento pode permitir que cientistas monitorem a doença arterial coronária mais de perto ou até mesmo ataquem o colesterol "ruim" com medicamentos."

DILMA TIRA DINHEIRO DO BRASIL E INVESTE EM CUBA .

Porto de Mariel, em Cuba
Porto de Mariel está sendo construído com financiamento de US$ 957 milhões do BNDES
Os 40 quilômetros da estrada Panamericana que ligam a capital Havana ao porto de Mariel parecem sinalizar o caminho das reformas em Cuba.
A via costeia o litoral norte da ilha. Logo após deixar Havana, a estrada passa à esquerda da Marina Hemingway, com suas casas luxuosas e modernas instalações náuticas - que abrigam pescadores profissionais de todo o mundo durante o campeonato de pesca ao marlim, ou aguja, como se fala na ilha.
Mas o simbolismo é forte no regime de Raúl Castro. Do outro lado da estrada, como se estivesse fazendo um contraponto à marina "capitalista", está a escola do Partido Comunista Cubano.
A estrada segue plana, com um pavimento bastante razoável. Velhos Dodges americanos e Ladas soviéticos trafegam ao lado de carros chineses e franceses, que ainda são minoria apesar da autorização recente do governo que permite a livre negociação de automóveis.
A Elam, a faculdade latino-americana de medicina, que acolhe centenas de alunos brasileiros anualmente, surge do lado direito da estrada. Seus muros marcam o que pode vir a ser a fronteira física do socialismo cubano e sua mais recente tentativa de modernização econômica.
A partir da Elam, começa a área de 400 quilômetros quadrados que abrigará no futuro a "zona de desenvolvimento especial" de Cuba, uma zona franca e industrial para a qual o governo pretende atrair, com condições favoráveis, indústrias estrangeiras.
Lá deve vigorar um sistema diferente do resto da ilha, onde empresas terão poucas restrições para contratar, contarão com isenção de impostos e não serão obrigadas a se associar com companhias estatais.
Mas por enquanto o que se vê na área é muito mato intercalado com algumas plantações, umas poucas casas e praias paradisíacas.
Na entrada do vilarejo de Mariel não há como não notar a fumaça de chaminés de um primeiro – e pequeno – núcleo de indústrias cubanas. A velha fábrica de cimento, que por décadas foi a maior indústria da região, se destaca com seus grandes edifícios, galpões e um termina marítimo.
Logo adiante, as quatro grandes gruas do novíssimo terminal de contêineres se destacam sobre o porto de Mariel.
É este caminho que a presidente brasileira percorreu nesta segunda-feira para inaugurar a primeira fase do terminal portuário, construído em sua maior parte pela brasileira Odebrecht por meio de um financiamento de US$ 957 milhões do BNDES.
presidente Dilma Rousseff | ReutersSegundo Luis Fernando Ayerbe, coordenador do Instituto de Estudos Econômicos Internacionais da Unesp, desde o governo Lula, o Brasil tenta se tornar o segundo maior parceiro comercial de Havana depois da Venezuela.
De acordo com ele, o interesse maior do governo cubano no Brasil está em sua capacidade de realizar grandes investimentos na área industrial. "A capacidade da Venezuela é energética, ela não tem capacidade de fazer essas obras", disse Ayerbe.
"Essa capacidade brasileira se materializa no porto de Mariel".
Presidente Dilma Rousseff está em Havana para participar da Celac

Interesse brasileiro

O porto de Mariel já foi uma antiga base de submarinos e também a porta de entrada de ogivas nucleares do que nos tempos da Guerra Fria ficou conhecido como a crise dos mísseis em 1962. Já nos anos de 1980, voltou a atrair a atração do mundo por ser a porta de saída de mais de 120 mil cubanos, os chamados "marielitos", que emigraram em balsas para os EUA.
De grande profundidade, ele poderá receber navios gigantes, capacidade que poucos portos da região têm, inclusive na costa americana. Ele é modernizado no momento em que ocorrem também as obras de ampliação do canal do Panamá.
Após a reforma, o canal será a rota de passagem de navios "pós-panamax", com três vezes mais capacidade de levar contêineres que as embarcações que trafegam pelo local atualmente.
"Boa parte do comércio da Ásia para a costa leste dos Estados Unidos passa pelo canal do Panamá. Essa área (do mar do Caribe) vai ficar muito dinâmica, por isso quase todos os países da região estão reformando seus portos", diz Ayerbe.
Porém, diferente das nações vizinhas, Cuba não pode se aproveitar das oportunidades comerciais relacionadas ao comércio com a costa leste americana devido ao embargo promovido por Washington.
Por isso, o Brasil vê o investimento no porto como uma aposta futura no fim do embargo.
A ideia é instalar indústrias nacionais (brasileiras) na zona franca de Cuba para produzir aproveitando-se dos incentivos fiscais e flexibilidade para a contratação da mão de obra cubana altamente qualificada.
Dessa forma, o Brasil teria um posto avançado para exportar inicialmente para a América Central e depois eventualmente para os Estados Unidos, segundo Thomaz Zanotto, diretor do departamento de relações internacionais e comércio exterior da Federação das Indústrias do Estados de São Paulo (Fiesp).
A opção por investir em Cuba, em vez de em outro país caribenho, se dá exatamente pelo isolamento de Havana – onde o Brasil não sofre com a concorrência americana.
Por enquanto, as duas nações ainda discutem que tipo de empresas brasileiras se instalariam na zona franca cubana. As negociações apontam para indústrias de alta tecnologia, que tirariam proveito da qualificação dos trabalhadores cubanos. Umas das primeiras opções é a indústria farmacêutica.

Críticas

As principais críticas ao investimento no porto de Mariel partem de partidos opositores – como o PSDB, que se baseia no fato de que o governo brasileiro investe mais em Mariel do que nos portos nacionais.
Os opositores acusam o governo Dilma Rousseff de direcionar os investimentos a Cuba devido a um alinhamento ideológico com Havana.
Segundo Zanotto, a crítica "não procede", pois "cada projeto é um projeto". Ou seja, o eventual não investimento em Cuba não necessariamente levaria o dinheiro aos portos do Brasil, onde fatores como restrições ambientais estariam dificultando a agilização de projetos.
"O Brasil é gigantesco mas sofre com um apagão de projetos", diz Zanotto.
Outra crítica parte do próprio empresariado. Eles desconfiam da capacidade do governo cubano de honrar sua divida com o Brasil. Contudo, segundo Zanotto, as garantias estariam relacionadas ao próprio faturamento do porto em dólares.

Inauguração

Dilma Rousseff e o presidente Raúl Castro inauguraram nesta segunda-feira a primeira etapa da construção do porto de Mariel, na companhia dos presidentes Nicolás Maduro, da Venezuela, e Evo Morales, da Bolívia.
Dilma anunciou que o BNDES financiará a segunda etapa de construção do porto, com US$ 290 milhões. "Várias empresas brasileiras manifestaram interesse em instalar-se na zona especial", disse.
A presidente celebrou as oportunidades econômicas trazidas pelo porto e fez referência ao longo embargo americano sobre a ilha.

“Mesmo sendo submetido ao injusto bloqueio econômico, Cuba gera um dos três maiores volumes de comércio do Caribe”, disse.

VIA GRITOS DE ALERTA COM INFORMAÇÕES DE TERRA.COM.BR

Wanderlei Silva e Sonnen brigam durante gravações do TUF Brasil

Membro da equipe de Wanderlei agrediu americano Foto: Getty Images
Membro da equipe de Wanderlei agrediu americano
Foto: Getty Images
Desde que foram anunciados como técnicos da terceira edição do The Ultimate Fighter Brasil, Wanderlei Silva e Chael Sonnen afloraram a rivalidade e aumentaram a quantidade de provocações antes mesmo de começarem as gravações do reality show. Porém, a luta, que só acontecerá ao final da transmissão do programa - que deve ir ao ar no início de março - começou antes da hora. Segundo Dana White, ambos não seguraram a onda e brigaram durante as gravações, em São Paulo.
De acordo com o relato do presidente do UFC, após o início da briga um dos membros da equipe de Wanderlei agrediu Chael com um soco. O dirigente ainda relatou que está tendo de lidar com inúmeros problemas que estão ocorrendo nos bastidores do show. "Wanderlei e Chael lutaram. Hoje mesmo. Eles literalmente lutaram!", declarou, em entrevista ao site MMA Fighting.
Sonnen é famoso pelo estilo falastrão e provocador Foto: Getty Images
Sonnen é famoso pelo estilo falastrão e provocador
Foto: Getty Images
Detalhes da confusão não foram esclarecidos, mas o mandatário relatou que a briga foi apartada por um membro da equipe do brasileiro que agrediu o americano. "Enquanto eles estavam brigando, um dos caras de Wanderlei socou Chael. Eles ficaram loucos. Coisas loucas aconteceram lá. Estamos lidando com essas coisas agora mesmo. Eles literalmente lutaram, e isso durou um tempo", explicou.

Para assistir à "prévia" do confronto entre Wand e Sonnen, ocorrida nos bastidores do programa, os torcedores terão de esperar um pouco, já que a luta dentro do octógono ainda não tem data para acontecer. Dana ainda fez questão de avaliar o acontecimento. "É uma daquelas coisas que acontecem em um reality show.  É bom e é ruim. Mas não precisa acontecer uma luta entre os dois para que para que as pessoas fiquem animadas para vê-los lutando. Eles têm se encarado o tempo todo", concluiu.

TERRA / GA