sexta-feira, 17 de novembro de 2017

ISRAEL SE PREPARA PARA A GUERRA NA PALESTINA: 'NOSSA RESPOSTA SERÁ DURA'

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, responsabilizará o Hamas em caso de um ataque vindo da Faixa de Gaza.

Neste domingo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, advertiu que seu país responderá "de forma muito dura" a qualquer ataque, não importa de onde venha, informou o jornal The Times of Israel.

Estas declarações podem estar relacionadas às ameaças do Movimento da Jihad Islâmica na Palestina feitas no dia 30 de outubro. Tel Aviv destruiu um túnel que essa organização teria construído entre a Faixa de Gaza e o território israelense, em um ataque aéreo, durante o qual 12 de seus membros morreram.

Durante uma reunião de seu gabinete de ministros, Netanyahu declarou que considerará "o Hamas responsável por cada ataque" que venha da Faixa de Gaza, ou que seja planejado no local.

Israel recorreu à essa retórica oficial em um momento em que as duas principais organizações palestinas, Fatah e Hamas, estão tentando celebrar um acordo que garanta a unidade política da Palestina a partir de 1 de dezembro.

Um dia antes, o ministro da Defesa israelense encarregado do relacionamento com os palestinos, o general Yoav Mordechai, transmitiu um vídeo no YouTube, no qual advertiu os líderes do movimento Jihad Islâmica Palestina que o seu país ofereceria "uma resposta dura e determinada" a qualquer ataque dessa organização.

O grupo, por outro lado, rejeitou a mensagem de Mordechai, que considerou como "uma declaração de guerra".

Por sua vez, o coordenador especial da ONU para o processo de paz no Oriente Médio, Nickolay Mladenov, expressou através do Twitter sua preocupação com a situação, comentando que "as ações e asserções imprudentes dos militantes em Gaza criam o risco de uma perigosa escalação".

Fonte: Sputnik

CONVERSÃO AO ISLÃ E MUDANÇA DE SEXO FAZEM PARTE DE CURRÍCULOS DAS ESCOLAS

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Ultimamente no Brasil, vem aparecendo com certa frequência denúncias dos absurdos ensinados nas escolas. Ideias claramente anticristãs e que seguidamente afrontam aquilo que os pais ensinam em casa. Mas esse é um problema global. Os currículos “globalistas”, que seguem a política educacional da ONU colocam o conceito de “inclusão” como balizador do conteúdo.

Sendo assim, os pais cristãos tem duas opções: não se dobrarem e protestarem – enfrentando o sistema – ou se deixarem levar pelo que é colocado como o “aceitável” e o “politicamente correto”.


Nos últimos dias, dois casos distintos deixaram claro como cada vez mais este é o “novo normal”.

Um professor da escola pública de Albany, capital do estado de Nova York, entregou a seus alunos do sétimo ano trouxe um livreto com informações sobre cirurgias de mudança de sexo. O material trazia definições de ideologia de gênero, separando o sexo de nascimento com a “identidade” escolhida pelas pessoas.

Quando chegaram em casa e mostrarem aos pais, o livreto causou irritação e revolta nos pais. Após um protesto liderado por um pai cristão, Sirell Fiel, que fez a denúncia nas redes sociais, o assunto atraiu a atenção da mídia.


A diretoria da Escola Cambridge Central decidiu afastar o professor até que o caso fosse investigado. O argumento de Sirell é que seu filho é uma criança de 11 anos e não deveria ser exposto a esse tipo de coisa em uma aula que tratava de “saúde”.

No vídeo, que acabou viralizando, o pai contou que foi ajudar o menino com a lição de casa como sempre faz e foi surpreendido ao ver que ele tinha um livreto com 40 páginas oferecendo detalhes gráficos sobre a cirurgia de mudança de sexo. Além disso, continha uma lista de mais de 50 definições sexuais e para que as crianças estudassem pois iriam cair em um teste no dia seguinte.


“Isto é tudo o que nossos filhos na 7ª série não precisam estar aprendendo na escola… Não é certo vocês tentarem tirar a inocência do meu filho dessa maneira, ele é jovem demais… Temos nossos valores cristãos e temos nossas próprias expectativas quando se trata de ensinar nossos filhos certas coisas. Esse é um trabalho nosso e não das escolas.”, protestou.

A maioria dos pais que acabaram despertados para o assunto após a denúncia do senhor Fiel, disseram que não receberam nenhum tipo de aviso ou pedido de permissão da escola sobre esse assunto ser tratado em sala de aula.

O superintendente da escola, Vince Canini, lamentou o ocorrido e disse que o professor – cujo nome não foi revelado – havia pedido para levar um “convidado”, mas que a distribuição do material não era prevista. Agora ele será investigado, embora tópicos de educação sexual façam parte do currículo.

Um caso similar de abuso ocorreu do outro lado do oceano, na Inglaterra. Mas a reação não foi igual. O padrasto de uma aluna de 12 anos usou as redes sociais para denunciar que a escola que a menina estuda estava promovendo o islamismo.

Foi dada como tarefa a toda turma, escrever uma carta contando aos pais que eles haviam se “convertido ao Islã”. Mark McLachlan, de 43 anos, publicou uma foto da tarefa nas redes sociais, dizendo que não aceitava isso. Segundo ele, a Escola Kepier, na pequena cidade de Sunderland, estava promovendo uma “lavagem cerebral” sobre a religião.

McLachlan diz que foi apresentada uma “falsa representação do islamismo”, uma vez que a tarefa consistia em pesquisar no Google a frase “Por que eu deveria converter-me ao Islã?” e depois usar os argumentos na carta. Porém, reclama ele, “Se ela tivesse de pesquisar ‘Por que eu não deveria converter-me ao Islã?’, ela ficaria tão assustada que nem conseguiria mais dormir.

A escola disse que apresentar todas as religiões era parte do currículo. Contudo, apenas quando tratou do islamismo foi usada a palavra “conversão”. A menina tem falado em casa sobre o “profeta Maomé” e como o Islã é “uma religião de paz”, reclamou McLachlan.

Massacrado na internet após o assunto repercutir na mídia, ele disse ao MailOnline: “Minha esposa e eu estamos aterrorizados com as repercussões. Sempre que alguém diz algo negativo sobre o Islã, acaba sendo atacado. Fui chamado de racista e xenófobo, mas estou aterrorizado, temendo pelos filhos pois vejo a maneira como esse país está indo”.

Lembrando que eles são uma família cristã, encerrou dizendo: “Se minha enteada soubesse sobre todas as atrocidades que o islã causou em todo o mundo, saberia que essa não é uma religião da paz… Não quero ver a escola ensinando que minha enteada deveria procurar razões para se converter a outra religião. Como todos os pais, é nossa decisão o que vamos lhes ensinar sobre isso [religião]”.










Por Jarbas Aragão - Gospel Prime

CONSELHO DE IGREJAS CRISTÃS DO RJ DOA 11 MIL REAIS PARA RECONSTRUÇÃO DE TERREIRO DE CANDOMBLÉ

Num ato de apostasia, o Conselho de Igrejas Cristãs do Estado do Rio de Janeiro (CONIC-Rio), sob a presidência da pastora luterana Lusmarina Campos Garcia, doou R$11.000,00 (onze mil reais) para o barracão de candomblé da mãe de santo Conceição d’Lissá, incendiado há três anos.

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O contato foi viabilizado pela Comissão de Combate à intolerância Religiosa (CCIR), presidida pelo Babalawô (pai-de-santo) Ivanir dos Santos. Em anos passados, o principal aliado evangélico de Santos era o Rev. Marcos Amaral, que presidia o Presbitério de Jacarepaguá e o Sínodo da Guanabara da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).

De tanto andar com um bruxo, Amaral se comportou como bruxo quando Marco Feliciano foi eleito para presidir a Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados em 2013. Na época,Amaral disse que desejava que Feliciano tivesse um derrame.

Numa sociedade afetada pelo socialismo, onde o bandido vira “vítima” e a verdadeira vítima vira “bandido,” é perfeitamente natural que líderes do candomblé sejam vistos como “vítimas.”

Na estratégia de pintar as religiões afro-brasileiras como vítimas, foi lançado o game “A Gata sob o Ojá,” onde o jogador controla uma gata adepta do candomblé, que tem de enfrentar todo tipo de preconceito dentro de um vagão de metrô. Ao jogador, cabe escolher a resposta adequada para cada ataque de preconceito.


O jogo foi adaptado de um jogo sobre “islamofobia,” onde o islamismo é tratado como “vítima” de preconceito.

O jogo original se chama The Cat in the Hijab, criado pelo designer norte americano Andrew Wang, e trata de conscientizar os jogadores contra a “islamofobia.”

O jogo foi lançado perto do Dia da Consciência Negra, para ajudar a combater o chamado “preconceito” contra as religiões afro-brasileiras.

A adaptação de um jogo sobre islamismo para um jogo sobre candomblé não é por acaso. No mundo real, o islamismo é gerador de grande violência e terrorismo. Só no mundo da fantasia de indivíduos adoecidos por ideologias é que o islamismo é pacífico, não faz mal e é vítima de preconceito e ódio de todos.

De forma semelhante, as religiões afro-brasileiras, que são bruxaria, geram um número grande de desgraças na vida das pessoas: extrema opressão espiritual, pedofilia, adultérios, assassinatos, prostituições, destruição de casamentos, famílias, desempregos, etc. Só no mundo da fantasia de indivíduos adoecidos por ideologias é que as religiões afro-brasileiras são pacíficas, não fazem mal e são vítimas de preconceito e ódio de todos.

Na verdade, os adeptos das duas religiões são oprimidos por demônios.

Nos Evangelhos, Jesus ajuda os oprimidos expulsando seus demônios.

Uma instituição evangélica que doa 11 mil reais para um terreiro de candomblé ou mesquita islâmica, em vez de pregar o Evangelho para seus oprimidos e expulsar seus demônios, contribui para sua própria apostasia e a disseminação de violência e opressão demoníaca.

Com informações do CenBrasil e G1.

RÚSSIA LEVA IRÃ ÀS PORTAS DE ISRAEL - GUERRA DE GOGUE E MAGOGUE À VISTA?


Rússia insiste que o Irã perto da fronteira israelita é "legítimo"

Falando depois de Netanyahu destacar falhas no acordo recentemente assinado que permite que forças apoiadas pelo Irão estacionem a poucos quilômetros da fronteira norte de Israel, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia desconsidera a noção de que o Kremlin já se comprometeu em limitar a presença iraniana na Síria.

Por Manny Ben David

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia deu sinais nesta terça-feira de que as demandas israelitas para livrar a fronteira sul da Síria de forças hostis e apoiadas pelo Irão caíram em ouvidos surdos, dizendo aos jornalistas que uma presença iraniana no país é, de qualquer forma,"legítima".

Os esforços laboriosos esforços diplomáticos empreendidos pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nos últimos anos e meses para convencer Moscovo a não permitir forças afectas ao regime iraniano na fronteira precária nas colinas do Golan foram rejeitados pelo ministro dos negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, que afirmou que o Kremlin nunca se comprometeu a remover completamente as forças, nem manifestou vontade de cumprir as exigências israelitas de que forças iranianos ou bases militares iranianas sejam expurgadas do país.

Israel expressou repetidamente as suas preocupações sobre as forças apoiadas pelo Irão, como é o caso do grupo terrorista Hezbollah, que tem vindo a instalar-se no país devastado pela guerra, e particularmente na fronteira com as colinas de Golan.

Com a Rússia atuando como patrono principal do presidente da Síria, Bashar Assad, apoiando o seu regime na prolongada guerra civil, Netanyahu realizou inúmeras reuniões com o presidente Vladimir Putin e outras autoridades russas na tentativa de conquistar o apoio de Moscovo e evitar um confronto direto com interesses russos .

Mais recentemente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, encontrou-se com o ministro da Defesa, Sergey Shoygu, em Jerusalém, onde informou que Israel não ficará de braços caídos enquanto as forças de Teerão se instalam e ameaçam a sua fronteira norte.

"O Irão tem que entender que Israel não permitirá isso", disse Netanyahu a Shoygu.

Sabendo que o acordo de cessar-fogo na Síria foi renovado no sábado pela Rússia, os EUA e a Jordânia obrigaram o Hezbollah a abandonar a fronteira imediatamente, mas permitiram-lhes ocupar posições, a menos de 5-7 km da fronteira. Netanyahu redobrou os seus comentários, dizendo à sua facção no Likud na segunda-feira que o IDF não ficará limitado pelos termos do acordo.

"Esclareci os nossos amigos, em primeiro lugar em Washington e também os nossos amigos em Moscovo, que Israel actuará na Síria, inclusive no sul da Síria, de acordo com o seu entendimento e as nossas necessidades de segurança", disse o primeiro-ministro nas suas declarações de abertura .

Prevenir a instalação de forças iranianas ou bases militares na Síria e no Líbano tem sido uma pedra angular de longa data da política externa de Netanyahu.

No entanto, muito para desgosto de Netanayhu, notícias na Imprensa britânica não auguram sucesso nos seus objectivos e previram um possível confronto militar no futuro após a publicação de imagens de satélite mostrando o trabalho contínuo nas instalações militares destinadas a forças iranianas.

World Israel News


COMENTÁRIO

Um inimigo de Israel foi substituído por outro inimigo de Israel. Na Síria, oISIS foi-se, chegou o Irão. Isso significa que as fronteiras do Norte se tornaram mais perigosas. Como de costume, Israel pode esperar algumas palavras vazias da comunidade internacional, mas Israel terá que se defender contra o eixo do mal da Síria - Irão - Hezbollah.


O Irão estabeleceu uma base militar permanente na Síria, a apenas 30 milhas da fronteira norte de Israel.

O objectivo assumido do regime iraniano é a destruição total de Israel (veja a nossa secção Irão). Na escatologia islâmica xiita, a destruição de Israel prenunciará o Fim do Mundo e a chegada do Mahdi, o 12º imã, que unificará o Islão e o tornará o sistema único planetário. O Irão conta para isso com o grupo terrorista mais bem armado, mais bem financiado e mais poderoso a nível global: o Hezbollah.


Entenda o Irão e o Islão:

Agora já pode vir o 12º Imã




Parecem estar certos os que consideram que está já à vista o ataque final de Gog e Magog contra Israel (ver Ezequiel 38:1- 39:16):


"22 Executarei juízo sobre ele com peste e derramamento de sangue; desabarei torrentes de chuva, saraiva e enxofre ardente sobre ele e sobre as suas tropas e sobre as muitas nações que estarão com ele."




Terramoto no Irão


Esta semana o Irão foi varrido por um terramoto bastante severo. Como faz sempre que há catástrofes naturais em qualquer parte do Mundo, Israel ofereceu os seus préstimos. O Irão recusou.Esta atitude diz muito sobre o ódio a Israel que o regime dos aiatólas acalenta. Preferem que o seu povo morra a ser salvo por judeus. 


Netanyahu: "O ódio dos líderes iranianos por Israel é maior do que o amor pelo seu próprio povo".

http://www.libertar.in/2017/11/russia-leva-ira-as-portas-de-israel.html