sexta-feira, 3 de outubro de 2014

BODE NO MEIO DO REBANHO - Suposto Pastor é acusado de estuprar a própria filha durante 11 anos


Cinco crianças afirmam terem sido estupradas por um pastor na cidade de Boqueirão, na região do Agreste da Paraíba, sendo que três delas são filhas do próprio estuprador.

O caso foi denunciado pelo Conselho Tutelar no dia 28 de agosto.
O homem está sendo investigado pela Polícia Civil e foi preso por porte ilegal de armas, já que foram encontradas duas espingardas na sua casa.

A filha mais velha do pastor, uma adolescente de 16 anos, contou que sofria abusos sexuais do pai desde os cinco anos de idade. Ela também sofria agressões físicas, “uma vez ele tirou a minha roupa e me agrediu porque eu não quis. Daí começou a me ameaçar e me bater”, disse a jovem.

A menina ainda contou que o pai abusa das irmãs mais novas de 12 e 11 anos. A jovem também disse que quando era mais nova chegou a contar para a mãe sobre o que acontecia, mas o pai a mandou para o Rio de Janeiro, para morar com a avó. A menina disse para o pai que contaria tudo à Polícia, mas ele a ameaçou dizendo que a mataria a ela e a mãe.

O caso só foi denunciado depois que a mãe de uma outra menina, de oito anos, ficou sabendo dos abusos a partir de um relato da própria filha. A garota estava com as filhas do pastor e foi para um culto em uma igreja evangélica. Ela sentou no colo do pastor, que alisou suas pernas e apertou suas partes íntimas. A menina ainda contou que o homem a obrigou a beijá-lo.

Fonte: Jornal Paraíba

INFLAÇÃO MODELO PT - Gasolina vai subir ainda neste ano, diz ministro da Fazenda


Gasolina vai subir ainda neste ano, diz ministro da Fazenda
A gasolina vai ficar mais cara ainda este ano, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Em entrevista ao G1, Mantega, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras, disse também que o governo decidiu "sacrificar" o chamado "superávit primário" – que é a economia feita para pagar juros da dívida pública – em prol de gastos com INVESTIMENTOS, saúde e educação.
"Quem resolve o preço da gasolina é a Petrobras. Temos uma certa regularidade. Nos últimos anos, sempre teve aumento. Um ou dois. É um setor privilegiado. A maioria dos segmentos teve reajuste de preços uma vez por ano, e não duas vezes por ano. Ano passado [a gasolina] teve dois aumentos. Então, esse ano não será diferente. Vai ter aumento. Ano passado teve aumento em novembro. Quando houver a decisão, haverá um aumento. Não cabe a mim decidir isso", disse.
No ano passado, houve dois reajustes nos preços da gasolina. O primeiro aconteceu em janeiro, quando a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%. O último reajuste aconteceu no fim de novembro de 2013 – momento no qual a Petrobras anunciou que os preços da gasolina e do diesel foram reajustados nas refinarias, sendo que a alta foi de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.
Meta fiscal
Na mesma semana em que o Banco Central informou que o superávit primário ficou em apenas R$ 10,2 bilhões nos primeiros oito meses do ano – o pior resultado da história –, Mantega afirmou que o governo decidiu sacrificar o esforço fiscal deste ano em "prol dos INVESTIMENTOS, da saúde e da educação".
"Não tem desperdício. O que temos é um gasto importante para a população. Temos INVESTIMENTO, infraestrutura, e a área social, a educação e o Pronatec. A educação está melhorando, a população jovem está saindo com mais educação para o mercado de trabalho, vai ter salários melhores", declarou.
O ministro não garantiu, também, que a meta de superávit primário do setor público neste ano, de R$ 99 bilhões, ou 1,9% do PIB, será atingida. No mercado financeiro, a descrença é geral na obtenção do objetivo fiscal de 2014.
"Estamos fazendo um esforço. É difícil. Mais difícil do que no ano passado. Porém, temos de esperar para ver. Estamos fazendo o esforço máximo, mas sem abrir mão de INVESTIMENTOS. O investimento do governo vai atingir o seu maior patamar em 2014. A gente vai trabalhar para fazer o melhor primário possível", afirmou ele.
Dólar pressionado
Sobre o dólar, que registrou em setembro a maior alta em três anos, fechando o mês passado em R$ 2,44, Mantega declarou que a pressão acontece por conta da retirada dos estímulos na economia norte-americana e disse que não há teto para a cotação do dólar, pois o câmbio, segundo ele, é flutuante. "Não trabalhamos com teto nem com piso", disse.
De acordo com o ministro, haverá uma elevação do juro básico americano em 2015, e os mercados já estão antecipando essa alta. "Isso está sendo anunciado e o mercado já se movimenta, antecipa essa situação. O dólar se valorizou em relação a todas as moedas do mundo. É normal. No Brasil, como temos um mercado futuro mais líquido, aqui o dólar se movimenta mais do que outros mercados. No mercado de derivativos, é fácil fazer uma aposta na valorização do dólar. Em outros países, não é possível, tem de trabalhar no spot [mercado a vista]", declarou ele.
O ministro da Fazenda afastou a possibilidade de o governo retirar o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) no mercado de derivativos, instituído em 2011, e declarou que também não pensa em reduzir o tributo para empréstimos buscados no exterior com prazo inferior a seis meses – duas medidas que, teoricamente, poderiam tirar um pouco a pressão de alta do dólar. "Não há previsão de tirar esse IOF [empréstimos externos] também em função da arrecadação. Ia ter uma perda de arrecadação que, neste momento, não é possível. Mas, no futuro, isso será possível", acrescentou.
Taxa de juros e inflação
Sobre a definição da taxa básica de juros para conter as pressões inflacionárias, tarefa que cabe ao Banco Central, o ministro da Fazenda se disse a favor do "gradualismo", ou seja, sem choques, que são altas fortes da taxa básica da economia.
"Defendo o gradualismo porque eu vi algumas propostas preocupantes de levar a inflação para o centro da meta rapidamente. Como faz isso? Chutando o juro lá para cima como era no passado. Voltando juro real [após o abatimento da inflação prevista para os próximos doze meses] de 15% ao ano. Isso significa [juro] nominal de 25%, 20% ao ano. Acho que isso seria muito ruim para a economia. Sou a favor do gradualismo, mas elevamos juros quando foi necessário", disse ele, acrescentando que, em sua visão, o juro básico já subiu. "Agora não precisa subir porque já está alto", opinou.
Mantega disse ainda que a inflação ficou "sob controle" nos últimos anos, embora tenha oscilado ao redor de 6% – distante, portanto, da meta central de 4,5% estipulada pelo governo federal.
"A seca pressionou [a inflação]. Estamos com seca há dois ou três anos. Não deveremos ter no próximo ano. Não é possível que se repita esse fenômeno", disse. Segundo ele, as chamadas "commodities" (produtos básicos com cotação internacional, como minério de ferro, alimentos e petróleo) estão caindo e isso deve ter impacto nos preços no futuro.
"A regra é que tem de buscar o centro da meta [de 4,5%], desde que não tenha choque de OFERTA, como aconteceu no mercado internacional, que eleva os preços. Tivemos uma pressão da seca que levou a um aumento do preço da energia elétrica de 0,4 ponto percentual a mais no IPCA. Nos Estados Unidos, eles tiram energia e alimentos para calcular a inflação. Se tirarmos energia e alimentos aqui, a inflação iria estar no centro da meta [de 4,5%]", disse Mantega.
Crescimento do PIB
Guido Mantega disse ainda que indicadores mostram que a economia está crescendo mais a partir de julho, e que a previsão do último relatório de receitas e despesas do orçamento, de uma alta de 0,9% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, é possível. O mercado financeiro, porém, prevê um crescimento de apenas 0,29% para este ano.
"Temos indicadores de que a economia a partir de julho está crescendo mais. Em julho, produção industrial cresceu, INVESTIMENTO cresceu. Agosto não saiu ainda. Eu acho que a produção industrial cresceu em agosto também. Temos dados que vão nos dizendo que a economia está em uma fase de crescimento. O crédito está voltando agora bem gradualmente. Também vai melhorar", disse ele.
O ministro disse que é "difícil" fazer previsão em um cenário com muita volatilidade, como atualmente. Segundo ele, a seca impactou o crescimento mais fortemente no primeiro semestre. "Estamos em recuperação e o segundo semestre será melhor. Previsão é de 0,9%. Pode mudar até o fim do ano. Esse último trimestre certamente a economia vai crescer mais. Dá para chegar no 0,9%", concluiu.

Cristãos e Yazidis que fugiram do ISIS podem morrer de frio no Iraque


Cristãos e Yazidis que fugiram do ISIS podem morrer de frio no Iraque
O avanço do grupo radical islâmico ISIS (Estado Islâmico) no território iraquiano tem feito milhares de vítimas pela violência aos que se opõem ou não aceitam se converterem ao Islã. Nesta escalada cerca de 150 mil cristãos que conseguiram fugir podem morrerem de frio.
Cristãos, Yazidis (grupo de minoria religiosa) e outros refugiados na região do Curdistão, norte do Iraque, que conseguiram fugir da violência empregada pelos terroristas radicais islâmicos do ISIS, agora podem também enfrentar um inverno rigoroso na região onde estão, com temperaturas extremamente baixas, que podem levar uma pessoa a morte, se a mesma não tiver condições de se proteger. E isso pode acontecer com milhares de refugiados que largaram tudo e estão, na maioria deles, apenas com a roupa do corpo.
“O inverno já está sobre eles, e já está fazendo frio, principalmente a noite, mas eles não tem para onde ir”, disse Juliana Taimoorazy, presidente do Conselho de Socorro aos Cristãos no Iraque, em entrevista ao National Catholic Register. E acrescentou – “Esta é uma tragédia humana que está em andamento diante dos nossos olhos, e não temos o suficiente para ajudar na situação”.
Os campos de refugiados já estão afetados pela febre em decorrência de várias doenças -disse Juliana. Milhares de refugiados deixaram o Iraque completamente e cruzaram a fonteira da Turquia.
Segundo a ONU, existem cerca de 850 mil refugiados iraquianos no Curdistão, entre eles se conta cerca de 150 mil cristãos.
Caroline Brennan, da Catholic Relief Service, disse ao NCR QUE: “Apenas à algumas semanas ou meses atrás, estes refugiados eram pessoas de classe média, tinham casas e suas profissões: Eles eram profissionais corporativos, barbeiros, professores ou estudantes universitários. Agora estão apenas vivendo sob condições extremamente perigosas para sua vidas.”

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