terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Milhares de cristãos fugiram do Iraque Central

A agência de Refugiados das Nações Unidas relatou que milhares de cristãos iraquianos estão fugindo do Iraque Central e buscando refúgio na região norte do país.

Cerca de 1000 famílias têm fugido de Bagdá e Mosul para a região controlada de Kurdish e Planícies de Nineveh no norte, de acordo com o Alto Comissariado para Refugiados das Nações Unidas (UNHCR, sigla em inglês). Um número crescente de cristãos iraquianos tem também cruzado a fronteira para a Síria, Jordão e Líbano.

A agência expressou preocupação com relação à Suécia ter repatriado forçosamente um grupo de 20 iraquianos, incluindo 5 cristãos de Bagdá, depois de seus pedidos de asilo serem rejeitados.

“A UNHCR reiterou fortemente o seu apelo aos países para absterem-se de deportar os iraquianos das partes mais perigosas do país,” falou Melissa Fleming, porta-voz chefe da agência, aos repórteres em Genova na sexta-feira.

Um cristão disse aos oficiais que escapou do Iraque em 2007 depois de receber ameaça de morte de milicianos. Ele viajou por todo o Oriente Médio e Europa antes de finalmente chegar à Suécia.

O homem disse que pediu asilo político três vezes em 2008 mas todos eles foram rejeitados porque não se considerou que ele estava pessoalmente visado.

Alguns foram rejeitados por causa da melhora das condições de segurança no Iraque.

Saída do país
“O êxodo lento, porém constante” dos cristãos se iniciou em 31 de outubro com o ataque mortal na Igreja Católica da capital do Iraque e ataques subsequentes. Pelo menos 58 pessoas morreram quando militantes armados, alguns vestindo coletes suicidas, invadiram a Igreja Nossa Senhora da Salvação durante a Missa de Domingo.

“Nós temos ouvido muitos testemunhos de pessoas fugindo de suas casas depois de receberem ameaças diretas. Alguns foram capazes de agarrar somente alguns de seus pertences com eles,” disse Fleming.

“Nossos escritórios distribuíram ajuda de emergência e estão em contato com as autoridades locais para assegurar que os cristãos que se deslocaram recentemente, estejam sendo apoiados e assistidos.”

Muitos dos cristãos iraquianos que recentemente chegaram à Síria, Jordão e Líbano, disseram aos escritórios da UNHCR que partiram com medo, como resultado do ataque violento em 31 de outubro.

A agência de refugiados disse que as Igrejas e organizações não governamentais os têm alertado a esperar que mais pessoas fujam nas próximas semanas.

Na quarta-feira, o Vice-Presidente dos EUA Joe Biden disse em seu discurso antes do Conselho de Segurança, que a frequência dos ataques violentos tem alcançado seu nível mais baixo desde que o governo dos Estados Unidos entrou no Iraque em 2003.

Mas ele reconheceu que “os ataques pelos extremistas” permanecem entre desafios enfrentados pelas forças de segurança no Iraque e expressaram preocupação particular pelos ataques dirigidos às pessoas de fé, incluindo cristãos e muçulmanos.

Proteção
A UNHCR disse reconhece os esforços que o governo do Iraque está fazendo para tentar proteger todos os cidadãos, incluindo grupos de minoria vulneráveis tais como os cristãos.

“O Iraque reiterou seu compromisso de aumentar a proteção dos lugares de culto,” disse Fleming.

Apesar do número de vítimas civis ser inferior em relação ao ano passado, grupos minoritários estão cada vez mais suscetíveis a ameaças e ataques, acrescentou ela.
Fleming reiterou a posição da UNHCR de que os requerentes de asilo que vêm das províncias de Bagdá, Diyala, Nineveh e Salah-al-Din, no Iraque, bem como da província de Kirkuk, não devem retornar e devem ser “considerados cuidadosamente” dada a “violência ainda em alto nível” em todo o Iraque.

“A UNHCR considera sério que – incluindo indiscriminação – ameaças à vida, integridade física ou liberdade resultantes da violência ou eventos que seriamente perturbam a ordem pública, são razões válidas para a proteção internacional,” disse Fleming.

Fonte: Missão Portas Abertas

Islamitas atacam igrejas domésticas em Java

Em torno de 200 manifestantes de organizações islâmicas radicais de Java Ocidental invadiram o culto de várias igrejas domésticas em Bandung, distrito de Rancaekek da ilha (no domingo, 12 de dezembro), e, no caso de uma delas, empurraram para a rua com violência os mais de 100 participantes da celebração.

Membros de entidades indonésias de “defesa do islamismo” chegaram acompanhados de unidades da Polícia Civil de Rancaekek, interromperam o culto, expulsaram os membros, e lacraram o casarão que vinha sendo utilizado pela Igreja Protestante Betânia Huria Kristen Batak (HKBP), deixando outras denominações que utilizavam o imóvel para seus cultos sem local para se reunir.

Os manifestantes também invadiram o culto de outras seis igrejas domésticas no mesmo dia, incluindo a Igreja Indonésia Evangélica do Tabernáculo, a Igreja Pentecostal do Tabernáculo e a Igreja de Pentescostes Rancaekek.

Sobre o incidente da Igreja Betânia, quando mais de 100 cristãos foram retirados à força do culto e lançados na rua pela turba de manifestantes, o pastor da igreja, reverendo Badia Hutagalung, declarou que as mulheres e crianças choravam de medo ao serem retirados com violência de seu local de adoração.

Hutagalung disse que a igreja se reunia no casarão porque não tinha conseguido cumprir as severas exigências da lei indonésia para a regulamentação de igrejas cristãs.

O decreto da Junta Ministerial promulgado em 1969 e revisado em 2006, exige que as igrejas para se oficializarem precisam da aprovação de pelo menos 60 pessoas do bairro, de terem pelo menos 90 membros cadastrados, e da aprovação do mandatário da cidade ou vilarejo.

O reverendo Hutagalung afirmou que estas imposições dificultam enormemente o registro de igrejas protestantes na Indonésia.

Iluminação de árvore de Natal pode agravar tensão entre Coreias

Um grupo religioso pretende acender a árvore de Natal na Coreia do Sul que está muito próxima à fronteira com a Coreia do Norte.

Uma árvore de Natal, instalada na Coreia do Sul muito próxima à fronteira com a Coreia do Norte, pode aumentar as tensões entre os países vizinhos se um grupo religioso sul-coreano decidir acender suas luzes na noite desta terça-feira como anunciado.

Pela primeira vez em sete anos, o grupo religioso pretende acender a árvore, instalada sobre uma colina controlada pelo exército da Coreia do Sul, a três quilômetros da fronteira.

"Os soldados mantêm o mais alto grau de alerta em torno da colina", explicou à AFP um porta-voz militar.

Seul e Pyongyang concluíram em 2004 um acordo para acabar com os exercícios de propaganda oficiais perto da divisa entre os dois países, e o Sul aceitou não mais acender a imensa árvore de Natal.

Os norte-coreanos acusavam seus vizinhos de acender estas luzes como uma forma de proselitismo direcionado a suas tropas e sua população de maneira geral.

Seul, no entanto, retomou algumas atividades de propaganda na fronteira depois do torpedeamento de um de seus navios de guerra, em março de 2010.

As tensões entre os dois países, tecnicamente em guerra desde os anos 50, aumentaram consideravelmente depois que a Coreia do Sul acusou Pyongyang pelo ataque, que provocou o naufrágio da embarcação e a morte de 46 tripulantes.

Em novembro, a situação agravou-se ainda mais com o bombardeio da ilha de Yeonpyeong pela Coreia do Norte.

Fonte: AFP

Cidadãos já podem solicitar ou renovar CNH pela internet

Com o eCNHsp, pessoas e entidades usuárias podem iniciar abertura de processos de obtenção ou renovação da Carteira Nacional de Habilitação.

O e-CNHsp é um sistema online criado pelo Detran SP que pode ser acessado tanto por cidadãos que iniciam a abertura de processos de obtenção e/ou renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), quanto pelas entidades usuárias (Centros de Formação de Condutores - CFC) e as CIRETRANS (Circunscrições Regionais de Trânsito). Ele foi desenvolvido de acordo com premissas previstas em legislação federal e estadual referentes à Carteira Nacional de Habilitação e se tornou mais um sistema que se beneficia da certificação digital, tornando a vida dos usuários mais fácil.

Do ponto de vista tecnológico, o e-CNHsp traz uma série de modificações. Por exemplo, para identificação dos responsáveis pela transmissão de informações ao Banco de Dados do Detran-SP, o sistema foi dotado de características de segurança baseadas no uso de Certificação Digital (e-CPF), reconhecimento biométrico e transmissão de dados online e em tempo real. Sua implantação começou em janeiro de 2010 por municípios da Grande São Paulo e se completa, em todo o Estado de São Paulo, até o final de 2010.

O único certificado digital indicado para o e-CNHsp é o CPF, tipo A3, Padrão ICP-Brasil, como requisito de segurança no acesso (identifica juridicamente o usuário) e para assinar eletronicamente a documentação.

A aquisição do certificado digital pode ser feita por meio da internet pelo site Certificado Digital. A partir da aquisição, deve-se fazer o agendamento, também por meio da internet, do horário e local para a emissão do certificado, que exige a validação presencial do titular.

Fonte: Olhar Digital

Bispos destruíram arquivos sobre abusos sexuais

Os bispos holandeses destruíram informações reveladoras sobre os casos de abuso sexual na igreja católica.

A ação se relaciona de maneira direta com um informe enviado em setembro pelo historiador Eric Thelossen à comissão Deetman, constituída para investigar as denúncias sobre abuso sexual na igreja católica. O historiador de Nijmegen, que até agora não recebeu nenhum comentário por parte da comissão, realizou uma pesquisa no arquivo da diocese durante a década de noventa. O informe se encontra atualmente nas mãos da Rádio Nederland e do jornal holandês NRC Handelsblad.

Arquivos secretosDo informe de Thelossen, entende-se que o então bispo de Den Bosh, Jan Uit, já havia destruído os documentos relacionados com os abusos sexuais nos anos 70. Os documentos faziam parte de um arquivo compilado pelo antecessor de Bluyssens, monsenhor Wilhelmus Marinus Bekkers. Um arquivo similar sobre sacerdotes questionados foi conservado em sigilo durante os anos noventa em Den Bosh. Este arquivo, criado durante o mandato do bispo Jan ter Schure, também foi destruído.

Tanto monsenhor Bluyssen (84) como o então arquivista da diocese, Jan Peijnenburg (75), confirmaram ao NRC Handelsblad a destruição dos antecedentes. Por esta razão a comissão não encontrará nenhuma informação relevante sobre os sacerdotes questionados nos arquivos da igreja católica holandesa, afirma Peijnenburg. “A comissão pode vir quando queira, mas não encontrará nada. No arquivo também não há nada”.

Jogados ao lixoMonsenhor Bluyssen confirma haver jogado no lixo o expediente secreto de seu antecessor. “Tudo já havia passado, os assuntos já estavam encerrados. Não pensei então que voltaria a haver perguntas. Havia muito pouco que poderia ser de interesse, motivo pelo qual me pareceu que também poderia ser jogado fora.”

Bluyssen não quer tratar do assunto com a comissão Deetman. “Não vou me submeter a uma investigação. Até porque sei muito pouco”.

Mais arquivosPara o historiador eclesiástico Peter Nissen, da Universidade Radboud, de Nijmegen, “é chocante que se admita que sistematicamente se destruam antecedentes dessa importância”. Não restam dúvidas a Nissen de que “outros arquivos tiveram a mesma sorte”.

Reações da comissão DeetmanA comissão Deetman “lamenta” que Thelossen não havia recebido nenhuma reação sobre seu informe. Também afirma que respondeu tardiamente ao historiador e que “incluirá o informe em sua investigação”.

‘Guerra’ na Assembleia de Deus envolve denúncias de corrupção, agressões, polícia e justiça

Insatisfação com a nova administração do pastor Samuel Câmara (foto) levou fiéis da Assembleia de Deus de São José dos Campos a procurar ajuda judicial.

Uma igreja em pé de ‘guerra’. Na tarde de ontem, pela segunda vez em três dias, fiéis da igreja Assembleia de Deus de São José dos Campos se negaram a cumprir uma ordem judicial que determina que a presidência da igreja matriz da denominação seja transferida para uma junta de pastores, representados por Antônio Luis Celani, o antigo pastor .

A história, que envolve a troca de acusações e agressões entre os grupos rivais, teve início há cerca de um ano, quando o pastor Celani deixou o cargo. Em seu lugar, assumiu o também pastor Samuel Câmara, de Belém (PA).

Mas a insatisfação com a nova administração do templo levou uma parcela dos fiéis a procurar ajuda judicial.

Direta ou indiretamente, essa disputa afeta a atuação das 182 igrejas mantidas pela denominação em São José (subordinadas à matriz), que juntas possuem patrimônio avaliado em R$ 30 milhões (apenas contando imóveis). São 10 mil fiéis.

Justiça

Em outubro, o grupo descontente com a presidência atual acionou a Justiça, que no último dia 17 concedeu liminar determinando o afastamento da atual diretoria. No entanto, ela se nega a deixar a igreja.

No início da tarde de ontem, um grupo de fiéis cercou o pátio da matriz com automóveis. Um oficial de justiça esteve no local, mas, novamente os fiéis, que já ocupavam o prédio, se negaram a sair do templo. Alegando não serem representantes da igreja, disseram não poder assinar a ordem da Justiça.

Cerco

A Polícia Militar foi chamada, mas não entrou na igreja, porque foi surpreendida com o número de pessoas no local. Os fiéis que ocupavam a igreja comemoraram a saída das autoridades com uma oração do lado de fora da igreja.

No domingo, fiéis favoráveis ao retorno de Celani tentaram entrar no templo. Houve confronto com o grupo rival. O tumulto somente foi contido com ajuda da Polícia.

Fonte: Rede Bom Dia Bauru

Congresso de Mulheres na Califórnia, Almejou Salvação de Almas

Neste último sábado, um Congresso de Mulheres foi realizado em San Pablo, na Califórnia, reunindo diversos pastores, missionários (homens e mulheres) e frequentadores de Igrejas brasileiras da região da Califórnia.
O evento promovido pela Assembléia de Deus Missão Água da Vida de San Pablo, foi conduzido pela Pastora Irene e tem como objetivo “salvar vidas.”
“O maior objetivo deste congresso é de alcançar vidas, salvação de almas, alcançar vidas para Jesus,” disse a pastora Irene.
O ministério se encarregou de divulgar o evento através de cartazes em Igrejas que possui brasileiros e arrecar dinheiro fazendo diversos tipos de trabalhos.
As pregações daquela noite abordaram, por exemplo, a parábola do homem rico e de Lázaro, dando incentivo às mulheres que estão no caminho da fé a clamarem e cuidarem de sua família e irmãos enquanto vivos aqui na Terra.
O evento contou também com a participação do cantor Fernando Fé que animou o público presente com músicas gospel estilo Bahia.
No último evento, no ano passado, o congresso testemunhou a conversão para Cristo de aproximadamente seis mulheres.
A Pastora Irene deixou as suas palavras de motivação a “todas” e todos os que estão neste caminho da fé.
“Quando temos um sonho nós deixamos na mão de Deus e ele vai se realizar.”
E acrescentou um versículo de Salmos 37:5 “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.”

Evangélicos, Grupos de Direitos Humanos Depreciam Morosidade com Refugiados

galen-careyMilhares de homens e mulheres estão enfrentando outro período de festas longe de suas famílias e incertos se eles irão ser beneficiados com asilos nos Estados Unidos.
  • (Foto: The Christian Post)
    Galen Carey, diretor de Assuntos Governamentais da Associação Nacional de Evangélicos, fala durante um painel de discussão sobre os refugiados eo sistema de asilo falho, na segunda-feira, 20 de dezembro de 2010.
Apesar de eles terem vindo aos Estados Unidos buscando proteção depois de fugir de perseguição em seus países de origem, muitos têm sido rotulados como terroristas e tem sido capturados no que alguns chamam de situação “Alice no País das Maravilhas.”
“Nós somente pensamos que é ultrajante que isso estivesse acontecendo,” disse Barrett Duke, vice-presidente para a Política Pública e Pesquisa das Éticas Batista do Sul e Comissão de Liberdade Religiosa.
“E é óbvio que o resultado de uma simples burocracia que parece ter perdido alguma idéia do que o senso comum é e certamente tem perdido a habilidade de aplicar algum nível de compaixão e preocupação sobre a cultura que está sendo apanhada neste limbo burocrático.”
Duke estava entre os sete membros do painel que tem estado tentando por anos obter residência permanente nos Estados Unidos. Seu pedido foi negado por causa das possíveis ligações com a organização terrorista. Mas o que está determinando essa ligação é o tempo que foi usado no campo de treinamento do exército rebelde sudanês por um mês durante ter sido sequestrado quando criança. Ele escapou e se restabeleceu nos Estados Unidos, mas seu caso permanece na espera.
Tais casos são resultados do que os grupos de direitos humanos estão argumentando de que são provisões excessivamente amplas nas leis de imigração que tentam proteger os Estados Unidos contra o terrorismo.
O Ato Patriota dos EUA de 20012, que foi aprovado com resposta aos ataques terroristas de 11/09, expandiu a definição de terrorista que inclui aqueles que foram envolvidos em um grupo que, por exemplo, lutaram contra governos repressivos ou aqueles grupos que se filiaram a outro grupo engajado na resistência militar contra o regime de perseguição.
Outros que têm sido colocados na categoria terroristas inclui pessoas que foram sequestradas quando crianças e forçadas a lutar contra grupos rebeldes, doutores que assistiram os feridos e não tiveram conhecimento que os pacientes eram terroristas, e as mulheres que foram forçadas a alimentar terroristas com ameça de suas vidas.
“Nós sustentamos os objetivos de manter os terroritas fora dos Estados Unidos,” disse Duke, “mas, de alguma maneira, aqueles com objetivos bem intencionados transformaram as suas cabeças.”
Galen Carey, diretor dos Assuntos de Governo na Associação Nacional dos Evangélicos, disse que o sistema de asilo está falho. Ele lamentou que as leis que significaram manter os norte-americanos a salvo não estão atualmente fazendo nada para melhorar a segurança e estão frequentemente ferindo pessoas.
“Quando os Estados Unidos não são vistos como um farol de liberdade e esperança, isso realmente deteriora a nossa segurança,” disse ele durante um painel de discussão, que foi realizado pelo Instituto Hudson, em Washington.
Em 2007, o Congresso, depois de perceber que eles podem ter excedido, concordaram em conceder derrogações aos que estão buscando o status de refúgio e asilo.
Mas essas derrogações que tem sido usadas com moderação, disse Kevin Appleby, diretor da Política de Migração e Assuntos Públicos na Conferência de Bispos. Somente cerca de 10.000 isenções foram concedidas, disse ele, e mais de 20.000 refugiados estão ainda sendo impactados.
Os membros do painel diversificado juntou cerca de duas dúzias de outros grupos pedindo ao Presidente Obama para usar as derrogações mais agressivamente.
O problema, eles dizem, vem sendo arrastado por muito tempo e as famílias têm passado muitos perídos de férias longe enquanto o status de de pai ou mãe refugiados permanece em limbo.
Wendy Wright, presidente de Concerned Women for America, esteve entre os signatários da carta direcionada a Obama em outubro. Ela também participou do painel de segunda-feira para atrair mais atenção para a questão.
A nossa política não deve resultar em rompimento de famílias, ainda o limbo burocrático que estes refugiados vivenciam impactam as suas famílias," disse ela.
"Como americanos, nós humildemente acreditamos que a América é um grande país. E uma das razões por que a América é grande é o princípio fundamental ... que todos os homens são criados iguais, que são dotados pelo Criador de direitos inalienáveis. Deus criou cada um de nós e nos colocou na família. Saber isto nos ajuda a ver o valor de cada ser humano e nos dá o desejo de cuidar dos necessitados e suas famílias."
O painel de segunda-feira, a discussão foi realizada pouco antes do 60 º aniversário da Convenção dos Refugiados das Nações Unidas, um acordo internacional que definiu quem é um refugiado e fez esclarecimentos sobre os direitos humanos dos indivíduos beneficiários de asilo. Outros oradores no painel incluíram Michael Horowitz, pesquisador sênior do Instituto Hudson, Elisa Massimino, presidente / CEO da Human Rights First, e Melanie Avnei, diretor sênior de Política e Defesa dos EUA na Hebrew Immigrant Advocacy Aid Society.

Assembléia de Deus diz que Papai Noel é Satanás

Um grupo da igreja Assembléia de Deus inglesa iniciou uma campanha que compara Papai Noel a Satanás e aconselha os pais a ensinarem aos filhos que ele não existe. Os líderes também estão incentivando as pessoas a não gastarem seu dinheiro com cartões e presente de Natal.

A denominação destaca que muitos aspectos dessa época festiva são “pecaminosos”. Na capa de sua revista oficial, RE, do mês de dezembro, eles publicaram a manchete: “Did you know that Santa is an anagram of Satan?” [Você sabia que o Papai Noel é um anagrama de Satã?”.

A comparação ocorre por que nome em inglês do “bom velhinho” é Santa Claus, por conta da tradição em associá-lo a São Nicolau.

Na coluna assinada pelo pastor John Andrews, ele afirma nunca mentiu para seus filhos sobre a existência do Papai Noel. “Algumas pessoas entendem que os pais que ensinam seus filhos a acreditar em Papai estão dando um mau exemplo.” O líder da igreja, sediada em Rotherham, sintetizou seu protesto: “O Natal não está na Bíblia. Em nenhum lugar lemos que o nascimento de Jesus foi em 25 de dezembro e a maioria das coisas que associamos com essa época festiva quase nada tem a ver com o cristianismo.”

Informações The Sun

Tradução e edição Jarbas Aragão
 

Cantata de Natal ´Rei dos Reis´ será apresentada em Itaperuna (RJ)

Cantata de Natal ´Rei dos Reis´ será apresentada em Itaperuna
 (RJ) Coral é formado por membros das Igrejas Metodista e Casa de Oração
O  Departamento de Cultura de Itaperuna informou que será apresentada nesta terça-feira a partir das 20 horas na Concha Acústica na Praça Getúlio Vargas no Centro de Itaperuna, uma das mais famosas  cantatas natalinas: a “Rei dos Reis”.

O grande coral será formado por membros das Igrejas Metodista e Casa de Oração da Cidade Nova, sob a regência de Jacira Braz.

A programação na Concha Acústica nesta terça-feira terá início às 18 horas com a participação do pianista Marcelinho apresentando ao teclado  variadas canções natalinas.

Serviço:
Cantata de Natal - "Rei dos Reis"
Data: 21/12
Horário: 18h
Local: Concha Acústica da Praça Getúlio Vargas (Centro)


Fonte: RadioGospel FM / Guia-me

Líderes cristãos do Reino Unido se unem em oração

Líderes 
cristãos do Reino Unido se unem em oração Dia Mundial da Oração em Londres contou com apoio e participação de diversas denominações
Os líderes cristãos de várias denominações, ministérios e redes de oração se reuniram na semana passada em New Life Christian Center, em Londres, para orar e jejuar pela nação ao longo de 2011.

Ian Christiansen, ministro sênior da New Life, teve a iniciativa após receber uma palavra do Senhor no início deste ano para convocar toda a igreja para orar e jejuar pela nação.

"Ficamos felizes de ver aproximadamente 70 líderes de todo o país unidos e houve uma excelente resposta dos que estavam presentes", disse o Pastor Ian. Ele acrescentou ainda que "ouvimos o ministro anglicano Keith Powell da região Oeste, que contou como Deus falou com ele sobre 2011 ser um ano crucial para jejum e oração".

No Dia Mundial da Oração em Londres os líderes se reuniram com uma mensagem muito desafiadora para trabalharem em unidade, dizendo: "Este é o momento dos líderes deixarem seus títulos, marcas e rótulos denominacionais e se unirem na cruz em oração . Se verdadeiramente estivermos juntos nesta aliança veremos renovação, restauração e revitalização da nossa geração. " Haverá a mobilização de uma campanha sustentada de oração e jejum através de seus 500 dias de Oração Initiative

Reunião resultou em uma resposta esmagadora da igreja, de ministérios e de líderes da rede de oração para assumir o desafio de orarem juntos.

Como disse John Wesley: "Queremos agradecer a Deus que nos deu esta oportunidade que podemos compartilhar hoje e queremos vê-lo a reproduzido em todo o País para que as pessoas possam orar e serem levadas em oração por seus líderes. Deus não faz nada sem oração".


Fonte: Christian Today / CPAD News

Pregador das ruas recebe indenização da polícia

Pregador 
das ruas recebe indenização da polícia Dale Mcalpine foi preso por dizer que o homossexualismo é pecado
O cristão Dale Mcalpine, conhecido como pregador das ruas,  receberá £ 7.000 em indenização depois que a polícia de Cumbrian (EUA) admitiu que violou os direitos humanos ao prende-lo ilegalmente.

Mcalpine, 42 anos, foi preso em abril pela polícia de Cumbrian em sua cidade natal de Workington depois de ter mencionado que a homossexualidade é um dos pecados listados na Bíblia. Seus comentários não foram feitos em seu sermão público, mas em resposta a uma pergunta sobre homossexualidade que lhe foram colocadas por um pedestre.

Ele foi preso baseado no artigo 5º da Lei de Ordem Pública. Após ser detido na estação por mais de sete horas, ele foi acusado de ser ameaçador, abusivo ou insultuoso, usar palavras para provocar assédio ou alarme. Depois as acusações foram depois retiradas.

A prisão provocou temores pela liberdade de expressão dos cristãos. De acordo com o Instituto Cristão, que financiou a defesa de Mcalpine, a polícia de Cumbrian aceitou que eles agiram de forma ilegal.

Mcalpine disse que estava contente porque o caso foi resolvido sem recorrer ao tribunal. "Eu perdôo a polícia pela forma como que eles me trataram, e espero que isso não aconteça com ninguém. Apesar desta experiência, ainda respeito à polícia. Vou orar por eles, porque eles têm um trabalho difícil e às vezes perigoso".

Mike Judge, porta-voz do Instituto Cristão, disse que os cristãos estavam sendo tratados injustamente. "Mcalpine foi preso e mantido em uma cela por expressar seus pontos de vista cristão. Esta é Cumbria, e não Coréia do Norte. Mas infelizmente, não é um caso isolado. Temos defendido muitos cristãos presos injustamente. Há um problema com a lei e precisa ser corrigido".

O Instituto Cristão está apelando ao Governo para o Artigo 5º da Lei de Ordem Pública.


Fonte: Christian Today / Redação CPAD News

Ciência versus féHospitais evangélicos buscam aliar ideais cristãos e profissionalismo

Com longa tradição no Brasil, hospitais evangélicos buscam recuperar ideais confessionais sem abrir mão da profissionalização

“Eu me sentia em casa. A equipe médica tornou-se como que da família”. Hospitais, normalmente, não são lugares lembrados com carinho, muito menos saudade, por seus pacientes. Mas a dona de casa Vivian Melhorine guarda boas recordações da instituição na qual passou dois anos ao lado de seu marido, Jaime, cuidando da saúde frágil do filho Julinho. O tempo de hospitalização do menino é quase o mesmo de sua vida. Aos 45 dias de nascido, o garoto foi submetido a uma cirurgia de hérnia num pequeno hospital do interior do Rio Grande do Sul, onde a família vivia. Complicações na anestesia levaram a criança a sofrer com convulsões. A partir dali, começou um calvário de sucessivas internações. “Estamos lutando pela vida do meu filho há dois anos. Neste período, ele não passou mais de quatro meses em casa”, lamenta Vivian. Na penosa sucessão de UTIs e enfermarias, contudo, uma instituição de saúde, em especial, ofereceu aos Melhorine mais que apenas atendimento médico. No Hospital Independência, da Universidade Luterana do Brasil, a Ulbra, em Porto Alegre (RS), o casal e o menino encontraram atenção, carinho e solidariedade cristã.
Com 110 leitos, a unidade atende pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), clientes particulares e conveniados por planos médicos privados. “Os médicos e enfermeiras não nos abandonaram em nenhum momento”, lembra a dona de casa. Embora, nos últimos anos, o Independência tenha passado por sérias dificuldades e até acusações de uso indevido do título de entidade filantrópica, que concede isenções fiscais, a qualidade do atendimento não caiu – ao menos, no quesito humanitário. Com receio de que a situação do hospital prejudicasse os cuidados com Juninho, a equipe médica providenciou sua transferência para outra unidade mais estruturada. Mas os profissionais que atenderam o menino ali, assim como o capelão luterano, fizeram questão de continuar visitando Juninho e seus pais.
A experiência positiva da família Melhorine pode ser exceção nos dias de hoje, mas reflete um comportamento que durante décadas marcou as instituições de saúde ligadas a igrejas e entidades religiosas: o atendimento diferenciado. Surgidos no século 19, logo após a chegada ao país das chamadas denominações de missão, como Batista, Presbiteriana e Luterana (ver quadro), os hospitais confessionais tinham a missão de sanar corpos e almas. Ao lado das instituições de ensino mantidas por organizações eclesiásticas, os sanatórios – como eram chamados naquele tempo – faziam parte do braço social do protestantismo, de grande valia numa nação extremamente carente como o Brasil da época. O tempo passou, a gestão ganhou contornos mais profissionais e muitos desses estabelecimentos viram sua função religiosa esvaziar-se; mesmo assim, os efeitos da confissão espiritual se faz notar em muitos deles.
“As unidades religiosas mantêm características diferenciadas”, afirma a professora de administração hospitalar Teresinha Covas Lisboa. No entender da especialista, embora o caráter assistencial tenha perdido intensidade, ainda é mantido nessas casas. “O respeito pelos funcionários e pacientes é a marca”, diz. Ela tem acompanhado o setor de perto nos últimos anos, e atesta que os estabelecimentos de origem religiosa saem na frente no quesito qualidade do atendimento. “Por muitos anos, o foco dos hospitais privados foi a aquisição de equipamentos”, acrescenta, lembrando ainda a prioridade na construção de grandes estruturas. “No entanto, é por meio dos colaboradores que se alcança todos os objetivos de um hospital, ou seja, a alta qualidade unida aos resultados.” Para Terezinha, outro fator que pesa a favor dos hospitais religiosos é quanto a um processo ainda recente entre as instituições de saúde: a busca de certificação. Seguindo os mesmos moldes de selos como o ISO, o processo de certificação de um hospital avalia diversos fatores, como qualidade, segurança e até o comportamento dos funcionários e a contribuição social da entidade. As mais almejados são o da Organização Nacional de Acreditação (ONA) e da Joint Commission Internacional (JCI). “Com a certificação, os hospitais participam de um padrão internacional de qualidade”, garante a professora.
Referência
O Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC) tem carregado a bandeira do bom atendimento e dos princípios do Evangelho no que se refere ao cuidado com o próximo. Idealizado pela Sociedade Evangélica Beneficente (SEB) em 1943, o projeto de construção do HEC mobilizou toda a capital paranaense, assim como a classe médica que via na ainda pequena Curitiba uma cidade carente de tratamento especializado de saúde. Entretanto, desde a inauguração do primeiro prédio, em 1959, o HUEC pouco a pouco se transformou no principal parceiro do SUS e hoje possui 750 leitos, 800 médicos e 3,6 mil funcionários. “Atendemos desde o básico até tratamentos de alta complexidade, tendo como ênfase os transplantes. Aqui foi realizado o primeiro transplante de coração no Paraná”, conta André Zacharow, presidente da SEB, organização que reúne treze diferentes denominações. O hospital ainda é referência no tratamento individual e isolado de pacientes queimados. Para se ter um ideia da dimensão do trabalho, somente em um ano são realizados, na média, 20 mil procedimentos desse tipo. O HUEC também está criando o terceiro banco de pele do país, além dos já existentes nas cidades de Porto Alegre e São Paulo.

Mas o Hospital Evangélico de Curitiba também é reconhecido pelo atendimento humanizado. A instituição mantém serviços e parcerias voltados à comunidade evangélica, como o Plano Evangélico Saúde. “A maior parte dos pastores não possui plano de saúde; por essa razão, proporcionamos um atendimento privilegiado a este público”, destaca Zacharow. O hospital também tem convênio com o Lar Esperança, administrado pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus local, um tipo de pousada que dá suporte de forma gratuita aos familiares e acompanhantes de pacientes internados, bem como doentes que, após a alta, não podem voltar diretamente para casa. Além disso, o HUEC conta com 20 capelães que também são funcionários da casa, devidamente treinados para o atendimento espiritual. “Mantemos o ideal dos primeiros dias do hospital, de nunca nos cansarmos de fazer o bem. Isso inclui não só o atendimento médico, mas o ensino e até a pregação da Palavra”, diz o presidente.
Encontrar o equilíbrio entre a excelência e a missão nem sempre é possível. No caso dos hospitais de orientação protestante, as consequências do foco estritamente diletante nem sempre são as melhores. Foi o que o aconteceu com o centenário Hospital Evangélico do Rio de Janeiro (HERJ), que apesar das glórias do passado – ali foi realizada a primeira transfusão de sangue do país e existiu a primeira escola de enfermagem nacional – quase foi à bancarrota. “Fomos engolidos pelo mercado”, reconhece o atual diretor-geral da instituição, Lizias Costa Bittencourt. Diante das dificuldades que comprometiam o atendimento, outrora considerado modelo, o HERJ resolveu mexer na estrutura organizacional em 2005. Além dos 34 membros do Conselho interdenominacional que o dirige, foi criado um Conselho Administrativo, integrado por membros não remunerados, e uma nova Diretoria Operacional e Profissional, da qual Bittencourt faz parte. “É preciso fazer dinheiro para poder contribuir socialmente”, pontua. “Com essa mudança, fortalecemos nossa relação com os convênios de saúde e nossos colaboradores também passaram a ser mais treinados e aperfeiçoados na sua área de atuação”. Atualmente, 90% dos atendimentos remunerados da instituição são oriundos de convênios com planos de saúde.
Com as contas em dia, o Hospital Evangélico, situado no coração do bairro carioca da Tijuca, agora está em pleno processo de expansão. Um novo prédio anexo receberá mais 33 leitos clínicos e uma nova emergência, com capacidade para dez pacientes. Além disso, o serviço social do hospital realiza cerca de 400 atendimentos mensais e 50 procedimentos cirúrgicos gratuitos, beneficiando principalmente a comunidade carente em seu entorno. “Com nosso serviço de capelania e assistência social, as pessoas também ganham atenção e respeito”, acredita o diretor.
“Missão”
“Não podemos abrir mão da missão”, defende o diretor administrativo do Hospital Adventista de São Paulo, Sérgio Fernandes dos Reis. Ligado a uma igreja com forte vocação social, o estabelecimento é um dos cinco que os adventistas mantêm no Brasil. Nos Estados Unidos, onde a denominação nasceu no século 19, são noventa unidades, todas com a mesma filosofia. Ciosos do valor da ética e do atendimento tipicamente cristão, os dirigentes adventistas querem que a rede seja referência. Para isso, um grandioso projeto de modernização e aperfeiçoamento tem sido levado a cabo nos últimos cinco anos. “Estamos tentando recuperar o tempo perdido e unir uma administração profissional e moderna com a marca da humanização”, explica Reis. “Como um hospital filantrópico, por muitos anos focamos somente no assistencialismo, e ficamos para trás”.

Cercado por mais de vinte unidades de saúde públicas e privadas na região da Avenida Paulista, centro de São Paulo, o Hospital Adventista hoje é mostrado com orgulho em todas as negociações com fornecedores e propagandas institucionais. “As empresas conveniadas sabem que o custo do procedimento cobrado é o verdadeiro. Não há manipulação; a auditoria dos planos de saúde tem pouco trabalho conosco”, garante o diretor. Para este ano, o Hospital Adventista de São Paulo planeja uma ampliação no atendimento. Um novo centro cirúrgico irá mais do que dobrar a capacidade de atendimento. Há ainda projetos de construção de um novo centro médico no bairro de Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, onde fica uma das universidades adventistas. O diretor só lamenta a mudança de prioridade das igrejas: “Nos últimos tempos, muitas têm abandonado trabalhos sociais, como os hospitais, para investir naquilo que chama mais a atenção, como grandes redes de mídia.”
Contra a discriminação
Foi no século 19 que os primeiros estabelecimentos de saúde de orientação religiosa surgiram no país. Primeiro, foram os católicos, através das Santas Casas de Misericórdia e das Ordens da Penitência. Nada mais natural, uma vez que a fé romana era a confissão oficial do país. Mas essas instituições eram bem diferentes dos hospitais privados de hoje, que acabaram se transformando em verdadeiras empresas. O principal objetivo era atender, gratuitamente, setores menos favorecidos da sociedade, já que as famílias que dispunham de recursos contavam com os chamados médicos de família.

Com a chegada dos missionários protestantes oriundos da Europa e América do Norte, que aqui estabeleceram suas igrejas, criou-se uma situação de discriminação: os cidadãos de confissão evangélica não eram atendidos nos estabelecimentos ligados à Igreja Romana, restrição que se estendia até aos cemitérios públicos. A solução foi montar centros de saúde ligados às denominações, cujo atendimento logo se estendeu à população em geral. A primeira grande instituição do gênero surgiu em 1896, com a fundação do Hospital Evangélico do Rio de Janeiro (HERJ). “Começamos com a ideia de atender o povo evangélico. Mas acabamos recebendo gente de todos os credos”, explica o atual diretor da unidade, Lizias Costa Bittencourt.
Por Renata Sturm
Fonte: Cristianismo Hoje

Sarah Sheeva: "A alma, muitas vezes, dá mais trabalho que o diabo" A pastora ministrou na CCVP, durante quatro dias, o nível 2 de seu Congresso de Santificação

A Comunidade Cristã Vida Plena realizou, nos dias 16, 17, 18 e 19 de dezembro, o Congresso nível 2 com a pastora Sarah Sheeva. Em julho de 2009 Sarah já havia ministrado temas como 'vida no Espírito', 'pureza sexual' e 'santidade no altar', que fazem parte do nível 1, na CCVP.
Filha primogênita de Baby do Brasil e Pepeu Gomes, Sarah Sheeva foi a primeira em sua casa a converter-se ao Evangelho de Cristo. Cantora, deixou em 2003 o grupo que compartilhava com sua irmãs Nana Shara e Zabelê, o SNZ. Hoje, afirmando ser ainda muito mais "radical", Sarah ministra em igrejas de todo o Brasil e é autora de dois livros: "Defraudação emocional", no qual dá instruções de como escolher a pessoa certa para relacionar-se e evitar um casamento "encalhado", e aponta costumes seculares que têm invadido os relacionamentos na igreja; e "Onde foi que eu errei?", livro que trata o tema criação de filhos.
O nível 2 do congresso aborda temas como 'humanismo', 'vontades' e a 'busca pela felicidade'. O GUIA-ME esteve presente e acompanhou os quatro dias de ministrações da pastora.
A raiz do humanismo
Na quinta-feira, primeiro dia de congresso, Sarah falou sobre a raiz do humanismo e apresentou a diferença entre Deus e os humanos através da história de Caim e Abel, o primeiro assassinato relatado na Bíblia. Ao falar sobre quando Caim matou o irmão e fingiu não saber onde ele estava, a pastora perguntou o que cada um ali faria se fosse pai de Caim. "Quero que você entenda quem é Deus. Nenhum ser humano é capaz de amar assim", afirmou.
"O humanismo diz que a gente merece as coisas, que você merece ser feliz. No humanismo nós nos justificamos sem Deus", disse Sarah.
'O desafio de vencer e não fazer as nossas vontades' foi tema do segundo dia de congresso. A pastora falou que o dia a dia traz induções sobre nossas vontades e nos tenta, mas que essas vontades devem ser confessadas às pessoas de confiança: "O caminho da derrota de um crente é manter as vontades em segredo".
Sarah ponderou o fato de toda vontade ter seus porquês e exemplificou com a homossexualidade que, geralmente, é resultado de traumas da infância, pedofilia, ausência do pai.
Ainda sobre as vontades, Sarah concluiu dizendo que "quando você obedece ao seu querer, você o coroa como seu senhor".
No sábado, a pastora ministrou sobre a cura da alma e as dores da infância. "A alma, muitas vezes, dá mais trabalho que o diabo", disse ela que também afirmou que existe muito crente doente: "tem ímpio com o caráter melhor que o crente (...) pior que ímpio é crente estragado".
Sarah Sheeva pediu para que as pessoas se recordassem de marcas e traumas da infância para que pudessem viver a mudança em suas vidas.
Na mesma ministração, a pastora abordou o fato de coisas passarem a ter mais valor que pessoas, e citou o filme Click, protagonizado por Adam Sandler, como exemplo de um homem que só pensava em trabalho e não tinha tempo para a família, e quando se deu conta não havia presenciado o crescimento dos filhos, havia perdido a esposa e por pouco não viu a mesma história se repetir na vida de seu filho recém-casado. "Pessoas são mais importantes do que coisas", exclamou Sarah.
O presente da felicidade
O tema da última ministração do congresso foi 'o servo, a cruz, o reino e a felicidade', na qual a pastora citou, logo no início, a característica do servo: 'faz o que o dono dele, o Senhor, manda'.
O foco da palavra de domingo foi a busca desesperada pela felicidade. "Os crentes têm agido como ímpios em busca de felicidade", disse ela que explicou que para ganhar o presente da felicidade, a primeira coisa a fazer é entender o que é mundo e o que não é mundo. "Tudo o que Deus não criou é mundo e tudo que o homem não pode criar não é mundo".
"Tem muito 'crentinho' achando que vai para o céu e ama o mundo", disse a pastora. A segunda coisa a fazer para receber a felicidade, segundo Sarah, é entender que a felicidade não está à venda e que ela é um estado constante.
A pastora deu um 'puxão de orelha' naqueles que acham que a felicidade é sinônimo de 'curtir a vida'. "Você não existe para curtir a vida, você existe para servir a Deus", advertiu.
"Descubra o motivo da sua existência, cumpra o propósito da sua vida e ganhe o presente da felicidade", bradou Sarah.
Ao final do Congresso, o pastor da CCVP, José Roberto Freschi de Oliveira, agradeceu ao Senhor pela oportunidade de poder aprender mais da Palavra e se disse constrangido pelo amor de Deus.
Por Juliana Simioni


Fonte: GUIAME.COM.BR

Igreja de Silas Malafaia ajuda detentos a construirem uma família

A Associação Vitória em Cristo (Avec) patrocinou o casamento coletivo de 17 internos dos presídios Moniz Sodré e Esmeraldino Bandeira, no complexo penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro. As cerimônias aconteceram nos dias 17 e 18 de dezembro.
A ação promovida pela Avec repercutiu positivamente junto ao Sistema Penitenciário. “O casamento contribui para a mudança do interno e para a valorização da família. Essa parceria é muito importante”, declarou Victor Barbosa da Silva, diretor da penitenciária Moniz Sodré. O patrocínio incluiu o casamento civil e o religioso, vestido de noiva, alianças de ouro, buffet e ornamentação das capelas. Cada casal também receberá de presente o álbum de casamento, um DVD editado com imagens da cerimônia e uma Bíblia.
Os internos se converteram ao evangelho na prisão. Por isso, para eles, mais do que uma festa, a cerimônia representou a legalização de seu relacionamento diante de Deus e a valorização da família. Os casais já conviviam maritalmente e, a maioria tem filhos. “O pecado destrói o casal. Agora, estamos mais estruturados, prontos para uma nova vida”, disse emocionado Clouder Vieira (na foto), 31 anos, afirmando que este era um sonho do casal. “Era uma promessa de Deus para nós.”
Os dias que antecederam ao casamento foram de muita expectativa. “Nem consegui dormir esta noite tamanha a ansiedade”, disse Camila Almeida, cujo sonho é refazer a vida ao lado de Clouder e esquecer as coisas ruins do passado. O capricho na decoração mereceu o elogio das noivas. “Não esperava que ficasse tudo tão lindo”, disse Aline Pereira. O marido dela, André Luís, converteu-se na prisão, e Aline não desperdiçou a oportunidade ao dizer sim para Jesus no culto da Quinta-feira da Vitória, na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, na Penha, realizado dois dias antes do casamento.
Cientes de que o apoio da família é fundamental nesse recomeço, alguns pais compareceram à cerimônia, expressando sua satisfação. “Estou feliz por ele ter a oportunidade de construir a sua própria família”, disse Selma Maria Alonso, mãe de Tiago Alonso, preso há mais de dois anos. “Estou muito emocionado. Somente Deus pode fazer algo tão maravilhoso”, declarou Pedro de Oliveira após entregar a filha Gisele Mariano ao genro Fabiano Alves.
Fonte: Vitória em Cristo

Itamaraty pressionou juiz a liberar pilotos do Legacy

O Itamaraty ajudou o governo dos EUA a pressionar juízes brasileiros para que os pilotos norte-americanos do jato Legacy envolvido no desastre do voo 1907 da Gol, em 2006, pudessem sair do Brasil e voltar ao seu país. Wikileaks

Inúmeros telegramas obtidos pela ONG WikiLeaks (www.wikileaks.ch) confirmam que pelo menos um embaixador brasileiro telefonou para os juízes intercedendo pelos americanos e que o embaixador dos EUA na época, Clifford Sobel, soube por antecipação que os pilotos seriam liberados para voltar.
O acidente ocorreu em 29 de setembro de 2006, quando o Legacy se chocou em pleno ar com um Boeing da Gol que fazia a rota Manaus Brasília com 154 pessoas. O Boeing caiu, sem sobreviventes, no então maior acidente da aviação brasileira.
Os pilotos do Legacy, Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, que conseguiram pousar o avião em Mato Grosso, foram acusados de voar com o transponder desligado.
Isso impediu que os radares do sistema de controle de voo em Brasília identificassem que o jato voava numa altitude errada e que os sistemas anticolisão dos dois aviões "conversassem" e evitassem o acidente.
Proibidos de sair do Brasil, Lepore e Paladino tiveram ajuda não apenas dos diplomatas dos EUA, mas do próprio governo brasileiro, conforme os telegramas do WikiLeaks. A Folha e outras seis publicações têm acesso antecipado a esses documentos.
Em um telegrama confidencial de 17 de novembro de 2006, enviado pela embaixada dos EUA em Brasília para Washington, está escrito que o embaixador Manoel Gomes Pereira "repassaria" as "preocupações" dos norte-americanos ao tribunal que daria ou não o direito de os pilotos deixarem o Brasil.
"Ele [Pereira] disse que faria isso oralmente, pois teme que comunicação escrita possa produzir efeito contrário aos pilotos", diz o texto.
Em 24 de novembro, a diplomacia dos EUA escreve: "O embaixador Manoel Gomes Pereira telefonou para o cônsul-geral Simon Henshaw e disse que havia contatado dois dos juízes do processo dos pilotos e transmitiu as nossas preocupações".
Com apenas um parágrafo, o documento termina com um alerta: "Ele [o brasileiro] recomenda que nenhuma ação extra seja tomada até a decisão pois os juízes são sensíveis a pressão externa".
Nove dias depois, em 5 de dezembro de 2006, a Justiça Federal concedeu habeas corpus para Lepore e Paladino. Eles receberam seus passaportes e voltaram no dia 8 para os EUA, onde foram recebidos em festa, para revolta das famílias das vítimas.
Dias antes de a Justiça Federal liberar os pilotos, a diplomacia norte-americana já demonstrava segurança sobre como seria a sentença.
Num telegrama de 1º de dezembro de 2006, o então embaixador americano Clifford Sobel escreveu: "É só uma questão de quando, e não de se, para que os pilotos do Legacy (...) sejam autorizados a deixar o Brasil".
Procurado, o Itamaraty disse que não ia comentar, por não ter conhecimento do conteúdo dos telegramas.

Pastores ou Lobos?

Blog de alcancadospelagraca :[Alcançados pela Graça], Pastores ou 
Lobos?


Hoje em dia ser pastor virou moda. Não precisa nem ser vocacionado, ou dependendo da fama que a tal pessoa tinha lá fora, não precisa nem ter teologia, mal se converte, não precisa fazer discipulado, nem frequentar a EBD, e rapidamenteo título "pastor fulano de tal", aparece.

 Pois é! Ser pastor hoje em dia, é apenas um título. Ou melhor dizendo, pastor hoje é apenas um gerente de uma empresa chamada "igreja" com clientela e tudo. Que tem a responsabilidade de bater sua cota mensal, correndo o risco de ser rebaixado de cargo pelo dono da empresa. (Bispo ou Apóstolo, pois não inventaram ainda o título semi-deus).

" Poderia até ser cômico, senão fosse TRÁGICO! "

Ser pastor não é para qualquer um. Não basta ser formado em teologia, pois o seminário forma teólogos, e não, pastores.

Em primeiro lugar tem que ser vocacionado.
"E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores..." Efésios 4:11.

Ser pastor é um dom ministerial dado por Deus. É muito mais quem um título, um cargo, ou uma responsabilidade.

Abaixo, gostaria de compartilhar um Texto de autoria do Pr. Osmar Ludovico. A diferença entre pastores e lobos:

  • Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
  • Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
  • Pastores vivem a sombra da cruz, lobos vivem a sombra dos holofotes.
  • Pastores choram por suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorarem.
  • Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
  • Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
  • Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.
  • Pastores olham nos olhos, lobos contam as cabeças.
  • Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
  • Pastores têm senso de humor, lobos levam a sério.
  • Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
  • Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
  • Pastores se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
  • Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
  • Pastores vivem de salários, lobos enriquecem.
  • Pastores ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.
  • Pastores sabem orar em secreto, lobos só oram em público.
  • Pastores vivem pra suas ovelhas, lobos se abastecem de suas ovelhas.
  • Pastores vão para o púlpito, lobos vão para o palco.
  • Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.
  • Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
  • Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos pelo das ofertas.
  • Pastores apontam para Cristo, lobos apontam pra si mesmos.
  • Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
  • Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
  • Pastores sujam os pés na estrada, lobos vivem em palácios e templos.
  • Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
  • Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
  • Pastores conhecem, vivem e pregam a graça,lobos vivem sem lei e pregam a lei.
  • Pastores usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como pretexto.
  • Pastores têm compromisso com o Reino, lobos têm compromissos pessoais.
  • Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
  • Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilidade.
  • Pastores confessam os seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
  • Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
  • Pastores têm dons e talentos, lobos têm cargos e títulos.
  • Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.
  • Pastores dirigem igreja comunidade, lobos dirigem igreja- empresas.
  • Pastores pastoreiam ovelhas, lobos seduzem ovelhas.
  • Pastores trabalham em equipes, lobos são prima-donas.
  • Pastores constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam a co-dependência.
Os lobos estão entre nós é oportuno lembrar-nos do aviso de Jesus Cristo: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são devoradores.(Mateus 7.15 )
Em Cristo, que nos colocará a sua direita!

O LOCO , NEM O PRESIDENTE LULA ESCAPOU - vitima de empréstimo consignado - Promotor pede investigação sobre golpe de empréstimo contra Lula Pedido de empréstimo teria sido feito em Uruguaiana (RS). Prejuízo teria sido de cerca de R$ 5 mil.

O Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul solicitou investigação sobre um golpe sofrido pelo presidente Lula. Segundo o promotor Rodrigo de Oliveira Vieira, em 2007, foram feitos dois empréstimos consignados que somavam cerca de R$ 5 mil e foram descontados de um benefício que o presidente recebe, por ter sido perseguido durante o regime militar. Lula já teria sido ressarcido, mas o banco, não.
Vieira disse ao G1 que a Polícia Federal acompanhou o caso. Os policiais reuniram indícios que apontam que o empréstimo foi feito em Uruguaiana (RS) e há dois nomes de suspeitos. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público gaúcho. O promotor enviou ao fórum o pedido de mais investigações. A Polícia Civil da cidade deve dar continuidade às apurações.
"Temos nomes, mas não sabemos se são reais. Já vi usarem nomes de laranjas, de velhinhos que nem sabem que estão envolvidos nesse tipo de golpe. Vamos tentar chegar aos autores do empréstimo", disse o promotor.
A Polícia Federal, em Brasília, confirmou as investigações.
Mudança de competênciaSegundo o Ministério Público gaúcho, o caso era acompanhado pelo Ministério Público Federal, mas, como o crime foi cometido contra pessoa física, a competência passou a ser da Justiça Estadual.
Lula recebe pensão mensal concedida pelo Ministério do Trabalho, desde março de 2007. Na ocasião em que ganhou a ação, o presidente recebeu pouco mais de R$ 56 mil em benefícios atrasados. Ele ficou 31 dias preso no extinto Departamento de Ordem Política e Social (Deops) por ter comandado uma paralisação, na época do regime militar.

A IMPORTÂNCIA DO AMOR



A importância do amor

Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Vaidade, a Sabedoria, o Amor...E outros.
Um dia avisaram para os moradores da ilha que ela iria ser inundada.
Apavorado, o Amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem. E ele dizia:

- Fujam todos, a ilha vai ser inundada!

Todos correram e pegaram seus barquinhos, para irem para o morro bem alto. Só o Amor não se apressou, ele queria ficar um pouco mais com sua ilha... Quando estava quase se afogando, correu para pedir ajuda. Vinha a Riqueza e ele disse:

-Riqueza me leva com você?
-Não posso amor, meu barco está cheio de prata e ouro , não tem espaço .

Passou então a Vaidade, e ele pediu:
-Vaidade, me leva com você?
-Não posso, você vai sujar o meu barco novo.

-Tristeza, posso ir com você?
-Ah! Amor estou tão triste que prefiro ir sozinha.

Passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que não ouviu o Amor.

Já desesperado, e achando que iria ficar só, o Amor começou a chorar, daí passou um barquinho com um velhinho e falou ?

-Sobe Amor, eu levo você.

O Amor ficou tão feliz que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho. Chegando no morro alto, perguntou então a Sabedoria quem era o velhinho que o trouxera até ali.

-Ora Amor foi o Tempo!

-O Tempo? Mas por que só o Tempo me trouxe aqui?
E a Sabedoria respondeu:

-Porque só o Tempo é capaz de entender um grande Amor.

PASTORES FAZEM PREGAÇÕES COM FUNDO MUSICAL DO CAPETA


Yanni, Músico, tecladista e compositor de renome internacional e adepto da Nova Era, devoto de uma entidade espírita guerreira e tem sua música executada por diversos pregadores que como fundo musical nas pregações da palavra de Deus em várias igrejas.

Gostaria de alertar a todos sobre músicas da Nova Era sendo usada como fundo musical nas pregações em nossas igrejas.
Essa música é tocada peço músico Yanni, especificamente no CD Tribute.
Mas de algum tempo para cá, diversos pregadores começaram a usá-las como fundo musical em suas pregações, causando assim um modismo desmedido em vários lugares.
Em pesquisas feitas a respeito das crenças de Yanni Chrysomallis, foi descoberto que ele e sua esposa Linda Evans estão envolvidos na meditação oriental. Eles são seguidores do famoso J.Z. Knight, quem canaliza um espírito que se identifica a si mesmo como um guerreiro de 3500 anos de idade chamado Ramta, do continente perdido Atlantis.
Está claro que o “CD Tribute de Yanni” é um tributo a uma entidade espírita (um demônio) e a música que os pregadores gostam de executar nas pregações como fundo musical se chama “Adagio In C Minor”, a número 02 do CD.
A música é muito conhecida como o tema dos Gideões Missionários da Última Hora. Essa música é da Nova Era que é um movimento anticristão que aguarda o ‘Maytreia’ ou anticristo, assim com todos os CDs de Yanni sendo assim portanto profanos.
O Evento Gideões Missionário é sem dúvida um dos maiores e mais respeitados ajuntamento de homens e mulheres de Deus aqui no Brasil, que por sua vez tem ganhado mais e mais a confiança e credibilidade do povo, o evento é um grande canal de benção em nosso país.
Porém nossa maior preocupação é com essa música, que tem circulado por quase todas as igrejas evangélicas, fora e dentro do Brasil.
Não deixemos que isso aconteça; afinal existem tantas canções evangélicas de altíssima qualidade e requinte.

Mas quem é Yanni e que música é essa?
Yanni Chrysomallis e sua ex-noiva, Linda Evans, foram e parece estarem envolvidos ainda na meditação oriental. Linda Evans é uma seguidora da famosa J.Z. Knight, que canaliza um espírito que se identifica a si mesmo como um guerreiro de 3.500 anos de idade chamado Ramta, do continente perdido Atlantis. Veja o site da escola de meditação fundada por J.Z. Knight. (http://www.ramtha.com/).

Eu conheço as árvores pelos frutos que elas dão


A palavra ministrada neste domingo, pautada na passagem de Mt. 12:33-37,  trouxe o ensinamento do Senhor Jesus a respeito de dois tipos de árvores: a boa, que produz frutos bons, e a má, que produz frutos maus. Cristo advertiu que pelo fruto conheceremos a árvore.
João Batista, quando anunciava a vinda do reino dos céus, pregou uma mensagem parecida com esta. Observe o texto de Mt. 3: 1-10, onde ele apontou que o machado está posto à raiz das árvores e toda árvore que não produzir bom fruto será cortada e lançada no fogo.
Claramente vemos as advertências a respeito de dois tipos de pessoas e que, pelo que elas produzirem saberemos discernir se são ou não de Cristo e, consequentemente, se serão salvas ou lançadas no fogo. Aproveite para refletir qual tipo de árvore você é e, a partir de hoje, trabalhe para produzir frutos dignos de arrependimento.
Estudaremos com cuidado os dois tipos e encerraremos com o terceiro tipo de árvore, apontada em outras passagens bíblicas.
A árvore má: O crente carnal
 Antes de exemplificarmos sobre a árvore má precisamos partir do ponto de que ninguém nasce mau. Todos vieram de Deus e foram feitos à Sua imagem e semelhança. O ser humano foi criado para adorar ao Senhor e com o intuito de produzir bons frutos, mas muitos se deixam contaminar pelo mundo e perdem a essência de sua criação.  Então, o que torna um crente carnal?
1º O veneno que ele adquire no decorrer da vida
“Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração” Mt. 12:34.
Jesus chama o crente carnal de “víbora”. Observe três características desse tipo de serpente: Ela é traiçoeira, se arrasta e só vive em lugares com margem a muitos esconderijos.
Em Israel, por exemplo, existem muitas espécies de cobras devido a seu clima variável e por possuir muitas montanhas, vales e desertos, lugares propensos a bons esconderijos.
Uma pessoa pode ser “envenenada” dependendo do lugar que dá para as coisas do mundo. Nas novelas sempre vemos dois tipos de personagens, a mocinha, que é boa e sempre faz o bem, e a vilã, que trabalha o tempo todo para destruir o outro. Tem gente que se deixa influenciar pelos personagens e se contamina com este modo deturpado de viver. Se suas companhias praticam o mal, você tende a concordar com suas práticas e a fazê-las também.
Leia o que Jesus falou em Mt. 15: 18-20 sobre o que contamina o homem:
 “… O que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. São estas coisas que contaminam o homem”.
 Lute para retirar o veneno de dentro do seu coração e saiba que o antídoto para isto é a injeção da Palavra de Deus!
2º O viver de aparência
 Quando Jesus fala que uma pessoa má não pode fazer coisas boas, Ele está questionando a falsidade dos que tentam mostrar para aos outros aquilo que não são. Tome cuidado para não viver com o intuito de agradar ao homem, é melhor ser criticado por renunciar as coisas do mundo do que ser apontado como desonesto, falso e hipócrita.
Preste atenção também em seu modo de agir dentro da igreja e na companhia dos irmãos. Talvez a hipocrisia esteja em tentar mostrar aos outros o seu grau de espiritualidade, sendo que seu coração está vazio da presença de Deus.
Jesus ainda continua falando a respeito das palavras ociosas. Na epístola de Tiago temos muitos versículos sobre a língua e o capítulo 3 inteiro frisa a importância de refreá-la.
Tiago aponta que a língua se gaba de muitas coisas, é mundo de iniqüidade e contamina o corpo inteiro. Nenhum homem consegue domá-la e está carregada de veneno mortífero, pois ao mesmo tempo em que bendiz ao Senhor, amaldiçoa os homens, procedendo da mesma boca benção e maldição. O texto ensina que o homem que consegue não tropeçar no falar é um varão perfeito, capaz de refrear também todo o corpo. Cuidado com as palavras, porque quando mal colocadas estragam qualquer pessoa.
3º A murmuração de si mesmo
 Aprenda a amar aquilo que você é e o que Deus te deu. É necessário este ensinamento, pois o sentimento de inveja é motivado por este fator e, consequentemente traz a produção de maus frutos.
Leia isso, mas tome cuidado para não se colocar em uma posição superior aos outros, pois a Bíblia nos apresenta uma base para o amor completamente diferente daquilo que a psicologia humanista anuncia. Ame aquilo que você é, mas cuide para não menosprezar os outros.
A árvore boa: O crente fiel
 A árvore boa possui uma raiz sólida, firmada na Rocha da Salvação, que é o Senhor Jesus, e na Sua Palavra. Ela é regada pela leitura da Bíblica, em busca de uma adoração incessante a Deus, e produz bons frutos através de uma vida cristã reta diante dos olhos do Pai e dos homens. A árvore boa vigia em oração para se afastar da iniqüidade e estar atuante de bom grado na obra, guardando os seus mandamentos.
Para se tornar uma árvore boa é necessário:
1º Ter um bom tesouro
“O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más”. Mt. 12:35.
 Para possuir um bom tesouro é preciso acumular princípios bons: Obediência (1 Pe 1:22), santidade (1 Pe. 1: 14-15), bondade (Gl. 5:22), amor (1 Co. 13)… Não pare de agregar valores. Se você é bom em algo, procure ser em outras coisas também. Acumule, substituindo os pecados pelas virtudes. Seja caçador de valores.
2º Ser uma ovelha de Jesus
“Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas e elas conhecem a mim”. Jo 10:14.
 Como a ovelha depende de seu pastor e ouve a sua voz, seja dependente de Cristo. Aquele que seguir a Jesus e atender ao Seu chamado será salvo, pois Ele deu a vida pelas Suas ovelhas. Dê o seu melhor para Deus e peça para Ele usar a sua lã para a propagação do Seu reino nesta Terra.
Se você não for ainda ovelha de Cristo não se desespere, pois Jesus veio a esse mundo por você!
 “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor”. Jo. 10: 16.
 O fruto do crente é símbolo de uma comunhão vivida com Cristo, onde a conduta cristã é conhecida pelo testemunho de fé, quando o cristão não testifica estas coisas em sua vida, ele se encaixa em um outro tipo de árvore, apontada por Jesus em outras passagens. Veja:
A árvore infrutífera: O crente inútil
 O crente inútil é aquele que leva uma vida cristã sem nenhuma expressão espiritual. É apático, indiferente, sem compromisso com Deus e a Sua palavra. Não possui prazer em estar na casa do Pai e entusiasmo para a obra.
Jesus abomina árvores que não dão frutos. Exemplo disto está em Mt. 21:18, quando se deparou com uma figueira que possuía apenas folhas e, pela falta de frutos a amaldiçoou. Em outras passagens também constatamos isto, confira em Mc 11:12 e Lc. 13: 6-7.
O crente inútil não produz nada, possui apenas aparência e acaba prejudicando o crescimento da obra de Deus. Não seja esse tipo de árvore, pois o seu final Cristo já falou: “Eu sou o a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der frutos, ele o corta”. Jo. 15: 1-2. E como já vimos em Mt. 3:10, será cortado e lançado no fogo.
 Sejamos a árvore boa e frutífera para a honra de Deus e o crescimento de Sua obra.

Liberdade e crescimento na Igreja djibutiana

O Djibuti ocupa um planalto quente e árido no nordeste do continente africano, região conhecida como Chifre da África. Seu território é repleto de lagos de água salgada e acomoda diversas cadeias montanhosas, algumas com altitudes superiores a 1.600 m.

     A capital, também chamada Djibuti, é a maior cidade do país e abriga dois terços da população nacional.

     A maioria dos djibutianos pertence aos grupos étnicos somali e afar. Existe cerca de 15.000 estrangeiros vivendo no país, e a maioria deles são franceses.

     Aproximadamente 40% da população possui idade inferior a 15 anos e a expectativa de vida dos djibutianos está entre as mais baixas do mundo: 44 anos.

      A Igreja

     Padres católicos chegaram ao país no final do século XIX junto com os franceses, mas a diocese de Djibuti só foi estabelecida em 1955. As primeiras igrejas protestantes foram formadas entre 1940 e 1960. Existem hoje diversas igrejas católicas e um grupo reduzido de igrejas protestantes e ortodoxas. A maioria dos cristãos constitui-se de trabalhadores estrangeiros. Um pequeno número de grupos missionários estrangeiros opera no país.

      A perseguição

     Embora haja liberdade religiosa e de evangelização, esta última não é encorajada. O governo requer que os grupos religiosos se registrem com o Ministério do Exterior, submetendo-lhe um pedido. Esse Ministério, com o Ministério do Interior, investiga o grupo requerente. Uma vez aprovado, o requerente assina um acordo de dois anos, detalhando suas atividades.

     Os que se convertem ao cristianismo enfrentam pressões sociais. Viagens de correspondentes a Djibuti revelaram muitos exemplos de discriminação e perseguição, como atesta o seguinte relato:

     "Certa noite, nosso líder, um evangelista, dirigia uma reunião de oração em sua casa. Cerca de 20 muçulmanos armados de paus e pedras invadiram abruptamente o local e atacaram os cristãos. O evangelista foi esfaqueado na perna. Após a agressão, os criminosos fugiram, deixando-o semi-morto."

     "Em outra ocasião, estávamos em nossa sala de estar orando com outras pessoas. A polícia federal cercou e invadiu o local. Ela revistou o lugar, apreendendo documentos, livros e alguns materiais da igreja. As pessoas que participavam da reunião de oração foram presas. Na delegacia, um policial agrediu um dos cristãos com uma barra metálica, deixando-o seriamente ferido. Ele foi levado a um hospital e ficou internado por um longo período. Como Paulo e Silas haviam feito na prisão, o grupo começou a cantar e a louvar o Senhor. Alguns dos outros presos se juntaram a eles. Seis pessoas se converteram naquela cadeia. O grupo ficou preso por três dias."

     "Muçulmanos convertidos também sofrem com a perseguição. Nossa comunidade foi compelida a persegui-los e eles acabaram excomungados. Perderam seus empregos e eles agora não têm casa nem comida. Há ainda outros casos de perseguição, mas o Senhor Jesus nos ensina a permanecer firmes em meio ao sofrimento. Ele também nos mostra que sempre estará por perto para nos ajudar. Jesus Cristo nos preserva do medo da perseguição. Prezado irmão em Cristo, ore para que o nosso Deus nos encha de coragem e nos ajude a alcançar os que ainda não conhecem a Cristo em Djibuti."

PRESBITERIANOS TÊM NOVO PRESIDENTE

Na última sexta-feira, 17 de dezembro, a Comissão Eleitoral da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, reunida no Escritório Central, realizou a apuração final dos votos e divulgou a escolha para a nova presidência. Duas chapas concorriam e a vencedora, com 557 dos 1096 votos, foi a Chapa Kairós.
     De fevereiro de 2011 a julho de 2015, o reverendo Áureo Rodrigues de Oliveira, de 59 anos, presidenciará os 55 presbitérios da IPI do Brasil. Pastor da 1ª IPI de Fortaleza há 20 anos, ele é mestre em teologia pelo Seminário de Princeton, nos Estados Unidos.
     Substituindo o reverendo Assir Pereira - desde 2007 na presidência - o reverendo Áureo, na carta de princípios, destaca a comunicação como um elemento indispensável a ser trabalhado para a unidade da Igreja. Cita o jornal O Estandarte, a revista Alvorada e o portal IPI do Brasil na internet como importantes ferramentas que podem ser melhoradas visando melhor aproveitamento dos membros. A comunicação externa também deve ser trabalhada, já que é conhecida por sua desorganização e falhas.
     O objetivo principal da chapa, que conta ainda com dois vice-presidentes e dois secretários, são o fortalecimento e o crescimento da IPI.

NOTA DA REDAÇÃO: O Portal CREIO contatou o reverendo Áureo Rodrigues de Oliveira para mais esclarecimentos, mas, por razão de uma viagem, o mesmo não quis responder à nenhuma pergunta. 


creio.

Igreja Batista da Lagoinha promove o Culto da Virada

Igreja Batista da Lagoinha promove no dia 31 de dezembro o Culto da Virada, com participação do ministério Diante do Trono.
Lagoinha celebra o fim do ano de 2010 e o início de 2011 com o Culto da Virada, a ser realizado no dia 31/12, às 19h, no estádio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). 
Este ano, quem ministrará o louvor será o Diante do Trono. Em 2009 a líder do grupo, Ana Paula Valadão Bessa e a família não participaram do evento em razão da estadia nos Estados Unidos.

"Este ano estou muito emocionada, pois em 2009 eu não estava no Brasil e por isso não passei o Culto da Virada com a amada Lagoinha. Agora, em 2010, estaremos ali, e não poderia deixar de adorar ao Senhor com meus irmãos em Cristo, no Mineirinho! Acredito que de longe aprendemos a valorizar mais o que temos! Minha virada de ano em 2009 foi especial, mas muito dolorida, com saudades de estar no Brasil. Lagoinha é uma Família maravilhosa e existe uma unção, um derramar de Deus intenso e peculiar sobre nossa Igreja e nossas celebrações!", declarou Ana Paula Valadão.

Adaptado por Redação Gospelminas
Fonte: Lagoinha

Comerciante fica de cueca contra aumento de salário de vereadores,Protesto aconteceu em Sorocaba, no interior de SP. Rendimento de parlamentares subirá de R$ 7.800 para R$ 15 mil.

Um comerciante de Sorocaba, no interior de São Paulo, ficou só de cueca em plena Câmara Municipal em protesto contra o aumento dos subsídios dos vereadores, nesta segunda-feira (20). Reinaldo Martins do Prado se disse indignado com o aumento.
"Eu não sou indecente. Indecente é o que está acontecendo aqui", disse o comerciante ao tirar a roupa.
Os vereadores levaram 30 segundos para aprovar o reajuste de quase 100% do rendimento deles. Eles dispensaram a leitura do projeto e as discussões. Um parlamentar, que hoje recebe R$ 7.800, na próxima legislatura vai ganhar R$ 15 mil.
Moradores que acompanhavam a sessão no plenário da Câmara se revoltaram, manifestando a indignação em cartazes. Alguns usaram nariz de palhaço como protesto.
Na mesma sessão extraordinária, os vereadores aprovaram outro projeto de resolução polêmica, criando mais 20 cargos de confiança. No ano que vem, cada vereador, que já tem cinco assessores no gabinete, vai poder contar com mais um. A medida vai fazer a folha de pagamento saltar de R$ 4,1 milhão para R$ 4,9 milhão por ano.

Notícias » Mundo » Mundo Israel busca frear reconhecimento internacional da Palestina

EFEO Ministério de Assuntos Exteriores de Israel pediu a suas delegações no mundo que busquem frear uma campanha empreendida pelos palestinos para obter reconhecimento como Estado soberano perante a comunidade internacional.
A ordem do Ministério pede aos diplomatas israelenses que deem passos "urgentes" para conter essa onda, após saber sobre uma iniciativa da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) de persuadir alguns países da União Europeia (UE) para que elevem a categoria de suas delegações diplomáticas ante o Governo de Ramala.
Em um telegrama confidencial aos encarregados de missões, tal como descreve o diário Ha'aretz, Rafi Barak, diretor-geral do Ministério, pede uma campanha pública e imediata para se chegar aos chefes de Governo, ministros de Exteriores e Parlamentos de cada país.
O objetivo, segundo o Ha'aretz, é impedir uma resolução da ONU que reconheça uma eventual declaração unilateral de independência por parte dos palestinos e que pressione Israel a cessar a construção nos assentamentos judaicos em territórios palestinos ocupados.
Estima-se que, nos próximos dias, o Equador se some à Argentina, Brasil, Uruguai e Bolívia entre os países que recentemente reconheceram a Palestina de acordo com as fronteiras de antes de 1967 - quando Israel ocupou partes do território árabe na Guerra dos Seis Dias.

Arcebispo de São Paulo revela preocupação católica com o crescimento evangélico: “Falhamos na missão de aprofundar a fé” , Essa avaliação, feita em outubro de 2007 ao então cônsul-geral dos EUA em São Paulo, Thomas White, consta de telegrama diplomático obtido pelo site WikiLeaks (www.wikileaks.ch).

Essa avaliação, feita em outubro de 2007 ao então cônsul-geral dos EUA em São Paulo, Thomas White, consta de telegrama diplomático obtido pelo site WikiLeaks (www.wikileaks.ch).
A organização teve acesso a milhares de despachos.
dom Odilo afirma que a Teologia da Libertação perdeu força nos últimos anos, deixando de ser um “problema sério”.
Ao referir-se à perda de fiéis para evangélicos, dom Odilo diz que a Igreja Católica falhou em sua missão de aprofundar a fé das pessoas.
O desafio agora é fazer com que a igreja seja ouvida, mas, segundo ele, isso é difícil, pois a mídia tradicional não dá muita atenção a mensagens de caráter moral.
Elas não vendem, diz o cardeal, que aproveitou para fazer críticas à Record, do líder evangélico Edir Macedo.
Para dom Odilo, a televisão opera como uma empresa comercial, mas também serve aos interesses dos evangélicos pentecostais.
Num outro despacho, este de março de 2006, o então cônsul-geral em São Paulo, Christopher McMullen, relata a conversa que teve com o então arcebispo da região metropolitana, dom Cláudio cardeal Hummes.
Nela, o religioso avalia a gestão de Lula, a quem conhece desde a ditadura.
Dom Cláudio diz que o governo foi bem na macroeconomia. Ele vê o Bolsa Família com mais simpatia do que dom Odilo. Para ele, porém, o que faltava até 2006 era crescimento econômico.
Em relação ao escândalo do mensalão, dom Cláudio diz que Lula “não o merecia”. Para o religioso, o presidente foi mal servido por pessoas de seu entorno. Nomeia especificamente o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Fonte: Folha Online

Ex braço direito de Estevam Hernandes, Zé Bruno renega o título de Bispo e afirma: “Hoje a liderança evangélica é exaltada por títulos”

Ex braço direito de Estevam Hernandes, Zé Bruno renega o título de
 Bispo e afirma: “Hoje a liderança evangélica é exaltada por títulos”
Ele foi pastor, passou a ser bispo e agora volta a ser pastor. José Bruno, que também é deputado estadual (DEM), fez parte da Igreja Batista, Igreja Renascer em Cristo e hoje é líder da Igreja A Casa da Rocha.
Em fase de mudança ministerial e adaptações, o pastor concedeu entrevista exclusiva ao Guia-me, explicando o motivo de algumas dessas mudanças e desse novo caminho.
Confira a entrevista:
Sua vida ministerial passou e está passando por algumas mudanças e uma delas é que o senhor não é mais chamado de bispo e sim de pastor. Por quê?
Tem vários aspectos, a gente pensou muito a respeito disso. O primeiro aspecto importante é que eu não acredito que o título que uma pessoa usa esteja ligado à unção que ela tem; essa é uma visão do antigo testamento. No antigo testamento você vê Pedro se autodenominando presbítero e era apóstolo; a gente vê Paulo defendendo seu apostolado e não o seu título de apóstolo, defendendo aquilo que ele tinha o direito de desempenhar no ministério. Eu entendo também que muitas vezes os títulos são apenas uma ostentação humana. Jesus nunca se auto-intitulou nada, aliás, o único título que podemos dizer que Jesus se deu foi o de pastor: ‘Eu sou o Bom Pastor’, porque, fora isso, ‘Eu sou a Água da Vida, a Luz do Mundo’.
Acho que o meio evangélico, hoje, está correndo para o lado da valorização do ser humano.
Vejo que no velho testamento, com a figura dos patriarcas, era um período que não havia a Palavra, não havia Cristo, não havia o Espírito Santo e o homem não tinha contato com Deus, e a palavra do profeta, do rei e do homem de Deus era Deus. Entendo que Moisés era Deus no meio do povo, porque o povo não tinha a Deus. Com a vinda de Cristo essa imagem se desfez, porque não é mais um homem que representa a Deus, e hoje, a Igreja não é mais semelhante ao que era a nação de Israel, hoje a Igreja é um corpo, Paulo diz em Coríntios que nós somos membros e membros uns dos outros. Mesmo que eu seja um bispo, um pastor ou um apóstolo, o que seja, eu sou um membro do corpo porque agora o líder e o cabeça é Cristo e ninguém pode tomar o lugar de cabeça, de mentor, de idealizador e de doutrinador da Igreja a não ser o próprio Filho de Deus. Qualquer cargo dentro da Igreja não tem conotação de cargo em uma empresa, mas, sim, de dom.
Acredito que a Igreja precisa voltar a ser corpo. Isso não é uma desvalorização da liderança, porque ela continua sendo importante, o dom é fundamental. Percebo hoje que a liderança evangélica é exaltada por títulos e dentro de uma figura neo-testamentária, esses títulos não se constituem em um dom do corpo.
Tenho andado muito pensativo e até triste sobre isso, porque o cabeça é Cristo e nenhum outro.
Eu não sou contra títulos, queria deixar isso bem claro, mas, por outro lado, percebo que existe uma corrida desenfreada para saber quem é o maior. Havia o ministério de pastores, aí veio o dos bispos, a unção dos apóstolos, agora tem a unção do patriarca e acho que a próxima será a unção de Tera – que era o pai de Abraão, quer dizer, o pai do patriarca, daqui a pouco tem o pai de Tera, até chegar em Deus; e eu pergunto: ‘pra quê?’. É apenas um reconhecimento e uma honraria carnal e humana. Hoje, até pelo fato de um querer ser maior que o outro, eu também quero voltar.
O primeiro fato eu acho que é um ajuste daquilo que é o corpo, o segundo é uma visão desfocada do antigo para o novo testamento, e o terceiro é uma questão pessoal porque eu acho que o meio evangélico está correndo para o lado errado, e eu quero, como Cristo, ser chamado de pastor, afinal, o ministério neotestamentário, seja ele qual for, está ligado a uma única vertente, o pastoreamento da ovelha, então estamos usando a nomenclatura pastoral que eu acho ser a mais justa para esse cenário, que eu julgo um pouco doente.
A decisão da nova nomenclatura foi uma das primeiras decisões nessa mudança ministerial?
Não. Não foi das primeiras. Na verdade, eu posso dizer com toda certeza que eu não tenho certeza. Me perguntam assim ‘como vai ser a Igreja A Casa da Rocha?’, e eu tenho uma resposta: ‘eu tenho absoluta certeza de como ela não vai ser. Como ela vai ser, Deus está construindo no nosso coração’. O que ela não vai ser, eu tenho plena convicção. Quando começamos o trabalho nessa igreja nós continuávamos sendo chamados de bispo e as pessoas me conhecem como bispo Zé Bruno, se bem que um dia eu fui pastor Zé Bruno também. Se acostumaram a me chamar de bispo, agora vão se acostumar a me chamar de pastor, se bem que na igreja eu estou incentivando as pessoas a me chamarem de Zé e de Zé Bruno.
Algumas coisas parecem que são besteiras, mas não são. Eu não chamo o palco de altar porque o palco não é um altar e não há referência na Bíblia de que o sacerdote subia no altar para ministrar ao povo, então não há porque dizermos que pregamos em cima do altar. O altar é o lugar de colocar o sacrifício; eu sei que a Bíblia diz em Romanos que nós devemos apresentar nosso corpo como sacrifício, mas o altar não é mais de pedras e nem físico, ele está dentro de nós, somos colocados em um altar espiritual e não físico; e quando você diz que o palco é o altar, parece dizer que é um lugar mais santo do que o resto da igreja, trazendo uma figura do tempo que não existe mais, Jesus destruiu o templo.
Algumas pessoas dizem ‘mas como eu vou te chamar de Zé e não de bispo e pastor’ e eu digo ‘você chama Jesus de Jesus e não usa título, porque não pode me chamar pelo nome?’. Isso é uma hipocrisia, é uma religiosidade que só serve para colocar homens em cima de pedestais.
Uma coisa que nós não fazemos desde o primeiro dia: não colocamos cadeiras para fica em cima do dito “altar”. Primeiro porque é um palco e porque nós sentamos junto com as pessoas ali embaixo. Quando vou pregar subo e prego e quando acabo, desço e fico com o povo. Pode parecer que é uma coisa boba e ridícula, mas não é. Acho que a Igreja tem que entender que ela tem um pastor e esse pastorado é um dom dentro do mesmo corpo em que ela está. Eu não sou membro da igreja, sou membro teu porque você é o outro membro. Alguém é o tórax, alguém é o coração, alguém é o braço, alguém é o pulmão, então o corpo somos todos nós juntos. Você pode dizer que o coração é mais importante que o cotovelo e ele pode ser, mas o coração nunca será maior do que ele tem que ser, aliás, se o coração for maior é um problema porque os cardiologistas dizem que se o coração incha a pessoa pode morrer; e nem o cotovelo, que é importantíssimo para a movimentação do seu braço, pode ter o tamanho de um joelho senão tem algum defeito. E o mais importante vai ser sempre Cristo, que é o cabeça. Ministrei outro dia dizendo que a Igreja está vivendo uma morte cerebral, pois matou o cabeça, e os membros(as) são pessoas estão vivendo por aparelhos; o corpo está sendo estimulado por impulsos que vêm de aparelhos. Pessoas preocupadas se vão ter carro, casa, dinheiro, correndo atrás de milagres que resolvam seus problemas, sem se preocupar com o caráter que Deus quer construir.
Quando comecei a igreja não tivemos esse pacote de mudanças ou pacote de medidas, não, mas o tempo está passando e nós estamos amadurecendo algumas idéias e entendendo que esse, talvez, seja o caminho mais correto. Algumas pessoas estão dizendo que eu estou negando a minha unção, voltando para trás. Eu não estou negando unção nenhuma e o fato das pessoas me chamarem pelo meu nome não é uma desonra.
O senhor comentou de algumas críticas. Recebeu alguma que o deixou abalado de alguma forma?
Não, nada me abala. Já passei por tanta coisa que aprendi a não ser mais abalado. Nunca me falaram pessoalmente a não ser coisas do tipo ‘mas você não pensava assim e agora pensa’. É verdade, eu não pensava assim e agora penso, algum problema? ‘Ah, mas quando você se converteu, não era’. É, quando me converti era assim. Me converti na Igreja Batista, fiquei lá por 16 anos, depois fiquei 18 anos e meio na Igreja Renascer e hoje estou ponderando muita coisas doutrinárias para mim. Não posso julgar a Igreja Batista, não quero julgar a Renascer e nem Igreja alguma, mas eu, como ministro, tenho experiência de uma igreja tradicional, uma neo pentecostal e estou tentando achar um caminho que eu creio que seja bíblico e equilibrado. Não estou na posição de juiz, não quero fazer esse papel e acho que ninguém deve, porque a Igreja é de Cristo e o cabeça é Cristo. Como líder de um povo, eu vou buscar aquilo que seja o correto.
As duas diferentes experiências que o senhor viveu serviram justamente para que hoje pudesse fazer esse balanço e escolher qual caminho seguir?
Acho que sim. Na verdade foram três, porque na época em que eu estava na Igreja Batista eu freqüentei duas de modelos diferentes, uma que era ligada à Convenção Batista Brasileira e uma que tinha um trabalho missionário e uma abertura um pouco diferente. Todas elas eu tenho que guardar no coração e em todas eu tive experiências positivas e negativas. Fora isso, a experiência de vida também colaborou. Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, então toda experiência é válida. Eu não posso negar ou invalidar nenhuma delas, porque todas são importantes para a nossa formação; apenas entender que existe um outro momento e um outro caminho.
A experiência que tem vivido com a igreja está sendo ainda uma fase de aprendizagem?
Acho que sempre. Talvez nós estejamos em uma fase maior e mais importante de aprendizado. Sei que saiu em alguns sites quando eu preguei sobre as sete igrejas e preguei contra a prosperidade, porque eu sempre preguei e falei da prosperidade e agora eu sou contra, e isso eu ouvi também como uma crítica, e não sei quantas pessoas realmente ouviram o que foi pregado, mas eu não posso dizer que alguém é contra Deus se prosperar, porque bem-aventurança é bíblica e vem de Deus, mas o que eu sou veementemente contra é a busca desenfreada por prosperidade, deixando em segundo plano a vida com Deus. Em primeiro lugar, seguir ao Senhor, obedecer à ordem de Deus e ser fiel ao Reino, as outras coisas vão ser acrescentadas. O que eu preciso não é ter mais carros e mais casas, eu preciso vencer o pecado e ser uma pessoa transformada.
A Casa da Rocha ainda não tem um lugar fixo. Como funcionam os horários e os locais de cultos?
A igreja é uma só, mas nós temos extensões. No domingo nós nos reunimos todos juntos, alugamos o auditório da força sindical, que, aliás, tem sido uma bênção de Deus e uma porta aberta, e fazemos um culto às 10h e às 18h30. Às quartas-feiras nós fazemos reuniões em lugares diferentes, temos na Liberdade, no Tatuapé, Vila Galvão, Vila Matilde, Osasco, Mauá, e são outros pastores como o Jorge e o Rubão que dirigem grupos pequenos, uns de 40, outros de 80 pessoas, e são cultos informais em que as pessoas perguntam, nós respondemos, debatemos e crescemos na Palavra. Temos algumas reuniões esporádicas, dos casais, dos jovens que às vezes acontece aos sábados. Ainda estamos dispersos por não ter um local fixo, mas Deus sabe e no momento certo acontece.
E os ministérios da igreja?
As crianças e os adolescentes têm o culto separado deles durante do culto, então é necessário que tenha. Temos a diaconia que faz o serviço do culto em todos os aspectos. E os jovens que também se reúnem. Nós fazemos aconselhamento e temos um grupo que cuida. Temos ação social porque temos gente com necessidade, então a gente anuncia, as pessoas doam e a gente ajuda. Não é que não vamos ter uma organização ministerial, mas eu estou entendendo e Deus tem nos falado muito isso, que o fato de não termos encontrado um lugar adequado até agora, faz parte de uma direção de Deus. Se a gente começasse com um lugar fixo e falássemos ‘olha, tem essa sala, faz esse ministério e tal’, talvez todo mundo fosse fazer o que sempre fez, proveniente de onde veio, com uma maneira e uma visão de se fazer. Acho que Deus tem nos mantido dessa maneira para que tenhamos tempo de discutir muito e para quando tivermos o ministério estabelecido ele tenha sido bem refletido. Temos buscado muito material, livros de editoras diferentes e tem sido um tempo muito frutífero para nós.
Então o fato de não ter um lugar fixo é visto pelo senhor como uma coisa boa?
Bom não é, porque não temos lugar para ficar, mas eu tenho entendido que Deus deseja assim, porque nós vimos dezenas de lugares que poderíamos ter locado, mas não sentimos que era aquele lugar. Deus está no controle e, se Ele está no controle eu não posso reclamar nem da luta.
A Casa da Rocha tem a chamada escola bíblica ou escola dominical?
Ainda não temos, mas é pelo fato de não termos um lugar definido para fazer. Ela é um sonho que eu tenho há muitos anos, ter uma escola em que as pessoas aprendam a Palavra sem pressa e sem formatura. Não estou preocupado em me formar, tenho muita coisa para aprender, a Bíblia é muito grande. Tenho descoberto muita coisa boa no nosso mercado cristão de livros e estudos.
O senhor falou que debate bastante com a Igreja sobre diversos assuntos doutrinários. Essas práticas doutrinárias da Casa da Rocha já estão definidas?
Sim. Estamos aprendendo muito, mas eu creio que sim. Em relação à cura interior, libertação, batalha espiritual, intercessão, acho que temos clareado muito a nossa ideia. Acho que a Igreja no Brasil passou por um momento de muita descoberta e toda descoberta vem com muitas distorções, o que eu não julgo totalmente negativas, mas tem um momento em que você tem que pensar à Luz da Palavra, porque ela é nossa base de fé e nossa regra de vida.
Como surgiu o nome ‘A Casa da Rocha’?
Ah, o nome foi um Brainstorming. Fizemos um Brainstorming com o grupo logo no primeiro mês porque queríamos ter um nome. Fizemos uma lista com uns 50/60 nomes. Meu irmão, Jorge, que teve a ideia de fazer a rocha, e eu queria que chamasse ‘A Casa’, e depois de muitos nomes, voltamos ao começo da lista, voltamos à rocha e voltamos à casa. Eu queria ‘A Casa’, porque tem que ser algum lugar que eu queira ir e tenha vontade de estar, para ser uma coisa de casa mesmo. Aí começamos a falar do que Jesus dizia sobre edificar a casa sobre a rocha, então ficou ‘A Casa da Rocha’.
No site da igreja tem um link com o título: ‘Veja aqui os dias, horários e os caminhos para chegar em Casa’. A Intenção do nome é justamente criar esse clima familiar?
Sim, isso pegou. Na nossa comunicação a gente coloca ‘notícias da Casa’. A gente faz acampamento e coloca ‘A Casa no campo’, se é na litoral vira ‘A Casa da praia’, e até pelo fato de sermos pastores próximos das pessoas e de desmistificarmos a liderança. Não é retirar a liderança, porque o dom de governo é importantíssimo, é saber ser líder-servidor que, aliás, é o que fala muito hoje, e Jesus era assim.
Fonte: Guiame / Gospel+