domingo, 23 de fevereiro de 2014

COLEIRA ANTI PULGAS - PASTA ANTI PULGAS - PEITORAL ANTI PULGAS .TAPETE ANTI PULGAS E ANTI CARRAPATOS





Pai que estuprava a filha desde os 6 anos dava palestras sobre sexo e pedofilia em escolas infantis


5qdi2ntkuc_9n63yeph1j_fileO homem preso nesta quarta-feira (19) acusado de estuprar a filha de apenas oito anos em Padre Bernardo (GO), região do Entorno do DF, dava palestras sobre educação sexual e pedofilia em escolas infantis. A madrasta da criança, de 17 anos, participava diretamente dos crimes que foram cometidos por quase dois anos.
O delegado que acompanhou as investigações, Marcelo Zago, da DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente), disse que o próprio acusado confessou isso em depoimento.
— Ele mesmo disse que muitas vezes falava sobre o assunto com contradição interna, culpa na consciência, porque sabia que estava praticando exatamente o oposto do que dizia e com a própria filha.

A delegada-chefe, Valéria Martirena, explicou que o caso só foi descoberto porque a menina, que morava com o pai até dezembro do ano passado, voltou a viver com a mãe em Planaltina (DF) e enquanto assistia a um comercial de preservativos com ela ficou interessada pelo assunto.
Desconfiada com o comportamento da menina, a mulher conseguiu fazer a criança revelar como os abusos eram praticados na época em que morava com o pai.
— Nós começamos a apurar a denúncia e descobrimos que o acusado molestava sexualmente da filha desde os seis anos. Esse fato nos causou perplexidade em função da crueldade praticada contra uma criança.
A menina relatou que o pai usava preservativos enquanto fazia sexo com ela e a madrasta. Um exame feito no IML (Instituto Médico Legal) comprovou que o hímen da criança foi rompido há muito tempo. Durante a entrevista para a polícia, a vítima relatou que “fazia coisa de gente grande com o pai e a madrasta”.
O homem, que tem 26 anos, está preso na carceragem do DPE (Departamento de Polícia Especializada) à disposição da Justiça. Ele não foi identificado para manter a identidade da criança preservada, mas se for condenado poderá pegar até 16 anos de prisão.
A polícia explicou que a companheira do agressor não ficou detida porque na época em que os abusos aconteceram ela era menor de idade. No entanto, a delegada disse que a jovem responderá pelo ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável.
— O caso dela será tratado pela Justiça do Estado de Goiás.


http://facanacaveiraoficial.com/pai-que-estuprava-a-filha-desde-os-6-anos-dava-palestras-sobre-sexo-e-pedofilia-em-escolas-infantis/

Cancelamento de telefone, internet e TV paga será sem ligar para call center


Hoje, a Anatel aprovou um conjunto de novas regras para a telefonia, banda larga e TV por assinatura. E isto inclui diversas mudanças muito bem-vindas no atendimento: a principal delas é que você não precisará mais ligar no call center para cancelar sua linha de celular ou assinatura de TV paga – isso será feito de forma automática, por telefone ou internet.

É importante notar que as mudanças ainda não estão valendo: depois que o “Regulamento Geral dos Direitos do Consumidor de Telecomunicações” for publicado no Diário Oficial, as operadoras terão 120 dias para implantar as novas medidas. Isto é, as novidades entram em vigor até o final de junho.

Mas as novas regras são muito animadoras. Primeiro, você não terá que passar horas ao telefone tentando cancelar um serviço: isso poderá ser feito via internet, ou pelo atendimento automático do telefone. E caso você precise falar com um atendente, mas a ligação cair, a operadora é obrigada a retornar a ligação.

Além disso, os créditos de pré-pago deverão ter validade mínima de 30 dias. (Havia uma proposta de eliminar a validade dos créditos, mas ela foi derrubada.) Isso provavelmente significa que valores pequenos de recarga (menos de R$ 10) devem ser abolidos.

Há outras regras novas sobre atendimento, cobrança e transparência. A Anatel reúne aqui todas as mudanças aprovadas, que resumimos a seguir:

Cancelamento automático: você pode cancelar sua linha ou assinatura pressionando uma tecla no atendimento telefônico, ou acessando o site da empresa. Não é preciso lidar com atendentes do call center. O cancelamento deve ser processado em, no máximo, dois dias úteis.

Atendimento no call center: você passou uma eternidade esperando para ser atendido, mas a ligação caiu? Nesse caso, a prestadora é obrigada a retornar a ligação. E se não conseguir, tem que enviar um SMS com o número de protocolo.

Gravações do atendimento: toda conversa com o call center deve ser gravada e armazenada por seis meses; e você tem direito a uma cópia dessa gravação. Será possível solicitar, via internet, a cópia das gravações de atendimentos feitos via telefone.

Consulta a seus dados via internet: pelo site da operadora, você poderá acessar o contrato em vigor, além de faturas e relatórios de consumo dos últimos seis meses. Você também terá um resumo incluindo franquia atual, o que entra (e não entra) na franquia, valor de cada item contratado e mais. E ainda terá acesso ao seu histórico das reclamações e solicitações nos últimos seis meses.

Crédito de pré-pago: toda recarga de pré-pago deverá ter validade mínima de 30 dias. As operadoras também precisam oferecer créditos que valem por 90 e 180 dias, e avisar ao cliente sempre que os créditos estiverem perto de expirar.

Nova regra para promoções: muitas vezes, as operadoras oferecem promoções “apenas para novos clientes”. Isso acabou: qualquer um – assinante ou não – tem direito a aderir, e nas mesmas condições.

Transparência para novos clientes: toda operadora precisa apresentar a um potencial cliente, de forma clara e organizada, um resumo com informações sobre o produto. Por exemplo, o valor inicial é uma promoção? Até quando ela vale? Qual será o valor cobrado quando ela terminar? No resumo, deve constar quanto tempo demora a instalação do serviço; o que está (e não está) incluso na franquia; e quais as velocidades mínima e média garantidas para conexão.

Fim da cobrança antecipada: você está pagando por serviços antes de consumi-los? Por exemplo, no começo de mês, a operadora já cobra o serviço feito até o final do mês? A Anatel põe um fim nisso: a cobrança só poderá ser feita depois que você consumir o serviço.

Nova regra para questionar cobranças: se você questionar o valor cobrado em determinado mês, a operadora tem 30 dias para responder. Se não respeitar o prazo, tem que corrigir automaticamente a fatura (se ainda não foi paga) ou devolver o valor questionado em dobro (caso a fatura já tenha sido paga). Você pode questionar faturas de até três anos atrás.

Comparação de preços: toda operadora – seja de telefonia, banda larga ou TV paga – tem que disponibilizar, em forma padronizada, os preços e ofertas de cada serviço. Assim, a Anatel facilita a comparação para o consumidor.

Unificação de atendimento em combos: se você contratou mais de um serviço (como telefonia, banda larga e TV por assinatura) de uma mesma empresa, será possível fazer reclamações e pedidos através de uma só central telefônica. Esta medida deve ser implementada em até 18 meses após o regulamento ser publicado.

Todas estas mudanças (exceto a última) começam a valer até o final de junho.

A Anatel está pressionando mais as operadoras por um serviço melhor. No ano passado, a agência condenou a TIM a pagar R$ 5 milhões por queda de ligações ilimitadas; determinou medidas para a Telefônica melhorar sua rede fixa em São Paulo; e estabeleceu que ligações sucessivas de celular contam como uma única chamada. A Anatel também aprovou regras rigorosas para a banda larga brasileira, tanto fixa quanto móvel, quanto a velocidade e uptime.

Fonte: Gizmodo

Movimento antivacina gera surto de doenças nos EUA


Surtos de doenças como sarampo, caxumba ou coqueluche costumam ser associados a países pobres da África ou da Ásia, onde grande parte da população não tem acesso a vacinação e cuidados médicos.

No entanto, nos últimos anos essas doenças vêm ressurgindo com força nos EUA. Somente no ano passado, foram registrados mais de 24 mil casos de coqueluche no país, segundo dados preliminares do Centers for Disease Control and Prevention (Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças, ou CDC, na sigla em inglês), ligado ao Departamento de Saúde dos EUA.

No ano anterior, o número chegou a 48,2 mil, o maior desde 1955. Em 2013, o país registrou ainda 438 casos de caxumba e 189 de sarampo, todas doenças que podem ser prevenidas por vacinas existentes há vários anos.

O fenômeno vem chamando a atenção de especialistas, que relacionam muitos dos surtos ao movimento antivacina, encabeçado por pais que decidem não vacinar seus filhos por motivos que incluem o temor de efeitos colaterais que prejudiquem a saúde da criança.

"No caso da coqueluche, parte dos surtos parece estar ligada ao problema de que a vacina mais amplamente usada não é tão eficaz quanto costumava ser. Mas os casos de caxumba e, especialmente, sarampo, acho que estão relacionados ao movimento antivacina", disse à BBC Brasil a especialista em saúde global Laurie Garrett, do Council on Foreign Relations (CFR).

Garrett é a principal autora de um lançado pelo CFR que mostra os surtos de doenças evitáveis por vacinas ao redor do mundo de 2008 a 2014.

No mapa, chama a atenção não apenas a alta incidência dessas doenças nos EUA, mas também em países europeus, como a Grã-Bretanha.

"Os níveis de vacinação na Grã-Bretanha para doenças como sarampo, caxumba e rubéola vêm despencando. Há comunidades inteiras em que a cobertura está abaixo de 50%. No caso de uma doença tão contagiosa como o sarampo, qualquer nível abaixo de 90% é perigoso", diz Garrett.

Autismo

O movimento antivacina ganhou força a partir de 1998, quando o pesquisador britânico Andrew Wakefield publicou um estudo que relacionava a vacina Tríplice Viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) ao autismo.

Diversas pesquisas posteriores nunca acharam qualquer ligação entre a vacina e o autismo, e em 2010 uma comissão de ética descobriu que Wakefield havia falsificado dados de seu estudo. Wakefield teve sua licença médica cassada e o estudo foi retirado das publicações.

Mas apesar do descrédito do estudo e de seu autor, a teoria se espalhou, com a ajuda da internet, entre pais temerosos de que a vacina pudesse causar problemas a seus filhos.

Nos EUA, a onda antivacina ganhou visibilidade com a militância de nomes como Jenny McCarthy, ex-coelhinha da Playboy que se tornou uma das porta-vozes do movimento a partir de 2007, depois que seu filho, Evan, foi diagnosticado com autismo.

Hoje há no país diversas entidades destinadas a fornecer informações sobre os supostos riscos das vacinas. Uma das mais antigas e influentes é o National Vaccine Information Center (Centro Nacional de Informações sobre Vacinas, em tradução livre), presidido por Barbara Loe Fisher.

Pioneira do movimento antivacina, Fisher foi uma das fundadoras do centro em 1982 e é autora de três livros sobre o tema.

Ela diz que seu filho, Chris, sofreu uma reação severa à vacina tríplice DPT (contra difteria, coqueluche e tétano) quando tinha dois anos e meio de idade, em 1980, e ficou com sequelas e problemas de aprendizagem.

Número de vacinas

Fisher diz que seu objetivo não é convencer pais a não vacinarem seus filhos, mas lutar pelo direito à informação.

"Queremos educar as pessoas para que entendam sobre os riscos de complicações das vacinas, para que possam tomar decisões bem informadas", disse Fisher à BBC Brasil.

Assim como outros adeptos do movimento, Fisher reclama do poder da indústria farmacêutica e do número de vacinas recomendadas pelo governo americano.

"Esse número triplicou nos últimos 30 anos. Em 1982, eram 23 doses de sete diferentes vacinas até os seis anos de idade. Hoje, o governo recomenda 69 doses de 16 vacinas até os 18 anos", afirma.

As crianças americanas são obrigadas a apresentarem comprovante de vacinação para ingressar na escola. Mas todos os 50 Estados do país permitem isenções médicas, para crianças que, por motivos de saúde, não podem ser vacinadas.

Em 48 Estados também há isenções por motivos religiosos e, em 18 deles, a chamada isenção por crenças pessoais.

Segundo o CDC, no ano escolar de 2012-2013 a taxa de isenção média entre alunos do jardim de infância foi de 1,8%. Em alguns Estados, como Oregon, chegou a 6,5%.

Perfil

"Estudos mostram que muitas crianças não vacinadas têm pais com altos níveis de educação e renda", disse à BBC Brasil a epidemiologista Allison Fisher, do CDC.

Uma análise das áreas onde ocorrem os surtos também dá dicas sobre o perfil das famílias que optam por não vacinar seus filhos.

"Se nosso mapa interativo englobasse os anos 1950, veríamos que, naquela época, os surtos estavam associados à falta de infraestrutura para levar as vacinas às crianças pobres", diz Garrett.

"Isso não ocorre mais. Atualmente o governo federal dos EUA e a maioria dos governos estaduais têm programas de vacinação muito fortes nas comunidades carentes e áreas rurais", afirma.

"Hoje, os surtos nos EUA ocorrem entre populações mais ricas. E isso tem relação com comunidades em que há maior pressão política para acabar com as exigências de vacinação para crianças na escola", diz Garrett.

Riscos

Segundo Allison Fisher, do CDC, como certas doenças não eram vistas havia muito tempo nos EUA, alguns pais simplesmente pensam que elas não existem mais.

"Tentamos chegar aos pais e profissionais de saúde e reforçar que a decisão de não vacinar traz riscos", diz.

Garrett observa que, antes da introdução das vacinas, doenças como sarampo estavam entre as principais causas de morte de crianças nos EUA.

"É imperdoável que hoje em dia, em um país como os EUA, uma criança pegue sarampo", afirma.

Acostumada a viajar pelo mundo em áreas onde o sarampo e outras doenças ainda matam milhares de crianças, por falta de acesso a vacinas, Garrett diz que costuma ouvir nesses países a mesma reclamação.

"Me perguntam por que não têm acesso a vacinas como nós temos nos EUA, pedem por isso", diz.

"A ironia é que você volta aos EUA e ouve todas essas pessoas dizendo: 'Não queremos vacinas'."

Fonte: BBC Brasil

Justiça decide que imóvel continua com a Igreja da Lagoinha


Empresa hoteleira que vendeu o terreno a igreja reivindicou o imóvel, mas a Justiça não aceitou; a decisão ainda cabe recurso.

O Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono, da Igreja Batista da Lagoinha, deve continuar no mesmo lugar, em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. É que a Empresa Hoteleira Carneiro Paes havia reivindicado o imóvel, mas, de acordo com a decisão da 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), as reuniões da igreja continuarão ocorrendo no mesmo lugar até segundo ordem. A decisão cabe recurso.

Segundo dados do processo, em novembro de 2003, o presidente da Igreja Batista da Lagoinha havia adquirido 18 lotes da Carneiro Paes pelo valor de R$ 910 mil. Nesses lotes, estava sendo levantado um hotel e ficou acertado que o pagamento seria um sinal de R$ 230 mil, um cheque de R$ 10 mil, um carro e notas promissórias no valor de R$ 50 mil cada.

O negócio foi reformulado através de sete outros contratos, que incluíram as empresas Mercato Consultoria Imobiliária e PQS Empreendimentos Educacionais, que repassariam à Carneiro Paes sete flats. Ao final, o objetivo era uma permuta através da qual a igreja ficaria com o imóvel de Santa Luzia, localizado no bairro Boa Esperança, e a empresa hoteleira com os flats.

Entretanto, a Carneiro Paes ajuizou ação contra a igreja, seu presidente, as empresas Mercato e PQS, além de outras empresas e pessoas envolvidas no negócio, alegando que não recebeu o valor integral. A empresa alega que foi procurada pelas empresas Mercato e PQS, que pretendiam substituir as notas promissórias, com exceção do sinal, por sete flats que possuíam e que poderiam ser dados em pagamento pela transação efetuada com a igreja.

A empresa hoteleira afirmou que os flats não eram de propriedade das empresas Mercato e PQS e sim da Construtora Líder e, ao final, não pôde dispor deles. Sustentou que recebeu apenas o equivalente a R$ 157 mil e requereu então a anulação da escritura que transferia os lotes à igreja e o cancelamento do registro no cartório de registro imobiliário de Santa Luzia. Pediu ainda a reintegração de posse do imóvel de Santa Luzia e também indenização por danos morais e materiais.

Decisão

Em março de 2012, o juiz Rogério Santos Araújo Abreu, da 3ª Vara Cível de Santa Luzia, julgou improcedentes os pedidos. Segundo o magistrado, há provas no processo de que a Carneiro Paes sabia que os flats não estavam em nome das empresas Mercato e PQS e que estas fizeram a transferência dos mesmos diretamente da Construtora Líder para pessoas indicadas pelo representante da empresa hoteleira.

Segundo o juiz, todos os fatos e provas constantes nos autos confirmam as alegações da igreja de que foi a Carneiro Paes que a procurou e propôs a permuta pelos flats, objetivando viabilizar o recebimento mais rapidamente das prestações pactuadas em relação à venda do imóvel.

Considerando não haver provas de que a Carneiro Paes teve qualquer prejuízo com as transações, o juiz a condenou também por litigância de má-fé, arbitrando multa de 1% sobre o valor da causa em favor das empresas e pessoas que acionou.

A empresa hoteleira recorreu ao Tribunal de Justiça, mas os desembargadores Evandro Lopes da Costa Teixeira, Eduardo Mariné da Cunha e Luciano Pinto mantiveram a sentença ao julgarem Embargos de Declaração. O relator, desembargador Evandro Lopes da Costa Teixeira, sustentou que há provas no processo de que os flats foram transferidos a terceiros a pedido da própria Carneiro Paes e com a sua anuência.

“É inegável que a empresa hoteleira recebeu os flats que lhe foram prometidos pelas empresas Mercato e PQS e exerceu sobre eles os poderes inerentes a sua propriedade, haja vista que deles dispôs livremente, sendo certo que as transferências da propriedade foram 'per saltum'”, concluiu o relator.

As operações de transferência “per saltum” são aquelas em que uma pessoa adquire um imóvel, já com intenção de revendê-lo, não o escritura e nem registra em seu nome e transfere diretamente o domínio do antigo proprietário para o próximo comprador, como se esses fossem os realizadores do negócio.

Fonte: Mídia Global com informações do TJMG.