sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O QUE É SER UM BOM POLÍTICO ?

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Antes de mais nada, um bom político deve ser aquele que preza a honestidade e a ética. Mas estes atributos devem ser de todo ser humano.

Ser um bom político é preciso muito mais que isso.

Temos a mania de achar que o bom político  é aquele que senta num bar para beber com seu eleitorado ou ainda aquele cara simpático, que cumprimenta todo mundo, dá tapinhas nas costas , sem distinção. Que sempre promete fazer o que pedimos...

  Precisamos acabar com essa cultura.

Todo bom político deve ter um amor  verdadeiro   por aquilo que faz. Esta é a principal característica de um político e é isto que faz a diferença. Ele deve ter   conhecimento    daquilo que o povo precisa e este conhecimento deve ser sempre   a favor do povo.

Um bom político não é aquele que propõe inúmeros projetos, mas aquele que sabe focar no que é necessário para a maioria.

Política para ele não pode ser visto como profissão, tem que ser político por opção e vontade de melhorar as coisas.

Nós  precisamos entender o que é ser cidadão, precisamos entender nosso papel na sociedade. Temos o direito e o dever  de interagir com nossos representantes, buscando informações e cobrar soluções para os problemas sociais. Pois o  papel do político é ser nosso representante , é ser um batalhador que luta pelas  causas comunitárias sem pensar em recompensa, sem visar uma reeleição.  

 A principal característica que faz de um cidadão um bom político é sua capacidade de colocar o interesse público acima dos seus próprios interesses.

 James C. Hunter já disse que “liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente, visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum”.

Na política é fundamental estar aberto às mudanças, quebrando paradigmas. O papel do líder é servir constantemente ao povo.

 O político não precisa saber de tudo; ser  bonzinho, nem ser santo, no entanto tem características que são obrigatórias: ser honesto, humanizado, ter liderança, força de vontade, não dar preferência para  o amigo de partido, ter  amor pelo que faz e saber escolher  uma assessoria competente.

Qualquer pessoa pode vir a ser um bom político, independente do quanto estudou ou de quanto tem experiência, é importante ter vivenciado grandes momentos, mas não é só isso...

Compromisso é fundamental;

Ter vontade de mudar;

Ser honesto e humanizado;

Trabalhar junto e para o povo;

Não perseguir os que não concordam com seu governo, mas sim tentar ver seu lado  e  aprender com ele.

É ter uma vida firmada em valores éticos e morais e possuir competência   para tomar decisões em favor do próximo, da coletividade, do seu povo…



Ao votar, vamos buscar pessoas com características de “bom político”.

Não vamos votar por amizade, simpatia, parentesco, promessas...

Nosso voto tem o poder de melhorar ou piorar nossas vidas.



Se queremos ter bons  políticos, temos que aprender a ser bons eleitores!


GRITOS DE ALERTA 

TUDO O QUE OS POLÍTICOS NÃO DEVIAM FAZER, MAS FAZEM


        ou ainda, "técnicas" que podem virar contra quem usa
          Pesquisado em várias fontes
   Desde quando foi aberta a corrida das eleições municipais, o que mais se tem visto na política é o que podemos chamar de contra-informação, muito usada nesta época. Uma das mais utilizada nestas eleições foi a de afirmar que um dos candidatos a prefeito não iria concorrer por impedimento da justiça, depois que ele foi impugnado e estava fora da disputa, e a seguir que iria desistir de concorrer, mesmo com o candidato estando atuante e fazendo campanha a todo vapor. Outra dizia que certo candidato não tinha condições de vencer, sendo muito procurado e convidado insistentemente para que fosse vice-prefeito na chapa do outro. E a mais persistente, é a de que certo candidato ainda lidera as pesquisas eleitorais, mas que estas pesquisas nunca foram apresentadas ao público eleitor. A mais recente contra-informação é a ligação telefônica para as residências se fazendo passar pelo candidato concorrente, e dizendo que vai abandonar a disputa em favor do outro. E porque ? Porque é o “vale-tudo” para se eleger. Mentiras e contra-informações se vê espalhados em toda parte e de todos os lados. Mas o candidato que usa desse expediente é justamente o que se vê em maior prejuízo na campanha, o que sente que vai perder a eleição que, com falta de conteúdo sólido, um programa de governo coerente e consistente, uma central de campanha capacitada e que sabe o que faz, fará com que, dia mais dia menos, ele tropece na própria mentira que, segundo dizem, tem pernas curtas. Pode ser um sinal irremediável de desespero. Observando com atenção as mensagens e comportamento dos candidatos, não é difícil identificar quem faz uso dessas “técnicas”.
   Vejamos a seguir os recursos, as “técnicas”, mais usuais da contra-informação no meio político:
· Apelo ao medo - Um eleitor que tenha receios ou dúvidas está em situação de receptividade passiva e mais passível de aceitar mais facilmente qualquer tipo de sugestão ou idéia; recorre-se a sentimentos instalados na psicologia do cidadão por preconceitos sociais e de educação, mas sem consistência nem provas.
· Apelo à autoridade - Citar personalidade importantes para sustentar uma idéia, um argumento ou uma linha de conduta e negligenciar outras opiniões.
· Apelo religioso:  Esta técnica utiliza os preconceitos e as crenças do eleitor para conseguir influenciar. Começa se dirigindo ao eleitor como “irmão” para conseguir sensibilizá-lo, independente da religião, usando da força emocional do sentimento da fé para ganhar a simpatia, confiança e o voto do eleitor.
· Testemunho – Mencionar, dentro ou fora de contexto, casos particulares em vez de situações gerais para sustentar uma opção política.
· Efeito acumulativo - Persuasão do eleitor para adaptar uma idéia insinuando que a sociedade e população está já comprometida no seu apoio, embora possa ser falso.
· Redefinição e revisionismo - Consiste em redefinir as palavras ou falsificar a história de forma parcial para criar uma ilusão de coerência.
· Procura de desaprovação ou pôr palavras na boca de alguém - Relacionada com o anterior, consiste em sugerir ou apresentar uma idéia ou ação que seja adaptada por um grupo adverso sem a verificar. Afirmar que um grupo tem uma opinião e que os indivíduos indesejáveis ou reprováveis a têm também. Isto predispõe os demais a mudar a sua opinião.
· Uso de generalidades e palavras virtuosas - As generalidades podem provocar emoção intensa no leitor. O amor à cidade, à religião, o desejo de paz, de liberdade, oportunidades, de justiça, de ética e de mudança permitem iludir o espírito crítico do eleitor, pois o significado destas palavras varia segundo a interpretação de cada indivíduo, mas o seu significado geral é positivo e por associação os conceitos e os programas do político serão percebidos como grandiosos, bons, desejáveis, aceitáveis  até necessários.
· Imprecisão intencional – Referir a fatos, deformando-os ou citando estatísticas sem indicar as fontes ou todos os dados. A intenção é dar à informação um conteúdo de aparência verdadeira, sem permitir analisar a sua validade ou a sua aplicabilidade.
· Transferência - Esta técnica serve para projetar qualidades positivas ou negativas de uma pessoa, entidade, objeto ou valor (indivíduo, grupo, organização, região, raça, credo, etc...) sobre algo para fazer isto mais (ou menos) aceitável mediante forças emotivas.
· Simplificação exagerada - Generalidades usadas para contextualizar problemas sociais, políticos, econômicos ou técnicos complexos.
· Semelhança - Para ganhar a confiança do eleitor, o político emprega o nível de linguagem e as maneiras e aparências de uma pessoa comum. Pelo mecanismo psicológico de projeção, o eleitor encontra-se mais inclinado a aceitar as idéias que se apresentam deste modo, já que quem as apresenta parece-lhe semelhante.
· Bode expiatório - Lançando reprovações sobre um adversário ou um grupo de pessoas, acusado de ser responsável por um problema real ou suposto, o político evita falar dos verdadeiros responsáveis e aprofunda o problema.
· Uso de chavões (slogans) - Frases breves e curtas, fáceis de memorizar e reconhecer e que permitem deixar uma marca em todos os eleitores, de forma positiva, ou de forma irônica: "Embora não esteja preparado para o governo, é uma boa pessoa", por exemplo.
· Eufemismo - Substituição de uma expressão por outra retirando-lhe todo o conteúdo emocional e esvaziá-la do seu sentido verdadeiro, por exemplo: "interrupção voluntária da gravidez" em vez de aborto induzido, "solução habitacional" em vez de habitação, "limpeza étnica" em vez de matança racista, "relações impróprias" em vez de adultério, “falta experiência administrativa” em vez de falta de competência, etc.
· Adulação - Uso de qualificativos agradáveis, por vezes sem moderação, com a intenção de convencer o eleitor: "Você é muito inteligente, deveria estar de acordo com o que lhe digo"


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