segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Durante congresso, igreja evangélica pede a fiéis que parem de fofocar para evitar a destruição de famílias


A maior denominação evangélica do Canadá pediu a seus fieis que parem de fofocar, pois esta seria uma prática contrária aos princípios cristãos. O pedido aconteceu durante o Congresso Geral Trienal da United Church of Canada (Igreja Unida do Canadá, em tradução livre para o português).
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A United Church é o resultado da fusão, em 1925, de quatro denominações protestantes do país: Igreja Metodista, União Congregacional de Ontário e Quebec, Associação de Igrejas Locais e parte da Igreja Presbiteriana.
A denominação pediu aos fiéis que parassem com as fofocas, e comparou a prática com outros vícios, ressaltando os males que podem ser causados por ela: “A fofoca pode levar as pessoas a perder os seus empregos e reputação”, pontuava o tema utilizado para descrever a abordagem que seria dada ao assunto durante o 41º Conselho Geral da Igreja Unida do Canadá, realizado na cidade de Ottawa.
Segundo o site Noticias Cristianas, a fofoca foi descrita no Congresso da United Church como algo que pode “destruir amizades e dividir famílias, e pode ser usado como uma arma contra um adversário malicioso”, além de poder “fazer as pessoas deixarem de ir à igreja”.
O portaz-voz da denominação, admitiu que “é difícil saber o que uma congregação pode fazer a respeito” da fofoca, mas ressaltou que a prática pode ser enquadrada como perjúrio.
Durante o Congresso Geral, foram abordados outros temas, como assuntos ligados à sociedade em geral e a presença da igreja nas comunidades.

CAINDO NA REAL - Pai do Kit gay, Fernando Haddad se recusa a pedir votos a líderes evangélicos e afirma que igreja e política são incompatíveis


Pai do Kit gay, Fernando Haddad se recusa a pedir votos a líderes evangélicos e afirma que igreja e política são incompatíveisNa corrida eleitoral pela prefeitura de São Paulo, vários candidatos tem buscado apoio entre líderes religiosos, principalmente pastores evangélicos, para angariar votos entre membros de diversas denominações religiosas. Porém, o candidato pelo PT, Fernando Haddad, conhecido pelas polêmicas envolvendo o “kit gay”, afirmou que não buscará apoio de nenhum líder religioso.
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- Visito e faço gosto em visitar [religiosos]. Alguns são parceiros da prefeitura em projetos sociais importantes. O que não faço é pedir apoio e voto. Penso que não é compatível. Uma coisa é pedir e oferecer apoio para a missão da igreja e da prefeitura, no sentido de ajudar os mais pobres. Mas minha relação para aí – explicou o petista.
O apoio por parte de pastores evangélicos já foi anunciado pelos candidatos Russomanno (PRB), Gabriel Chalita (PMDB) e José Serra (PSDB), que em entrevista à rádio Jovem Pan, elogiou a presidente Dilma Rousseff por ter vetado a distribuição do “kit gay” nas escolas após a reação das igrejas. O tucano afirmou que o kit tinha “aspectos ridículos e impróprios” para crianças.
- Não quero nem entrar em detalhes, porque vão dizer que eu estou introduzindo (o tema na campanha), mas (o “kit gay”) tinha aspectos ridículos e impróprios para passar para crianças pequenas – afirmou o candidato, segundo o Estadão.
Serra afirmou ainda que Haddad teria de dar explicações ao eleitorado da cidade pela sua participação na elaboração do material e que, portanto, essa discussão não cabia a ele e aos outros candidatos.
- Quem fez foi o Ministério da Educação quando Fernando Haddad era titular, então é natural que cobrem isso na campanha. Ele é quem tem que se explicar, não são os outros candidatos – afirmou.
Em direção oposta ao posicionamento de Haddad, o candidato do PRB, partido ligado à igreja Universal do Reino de Deus, Celso Russomano, anunciou que continuará buscando apoio entre as igrejas. O candidato afirmou que “quanto mais igrejas, mais religiões existir, menos gente estará matando, menos gente estará roubando”.

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Religiosos pedem que governo tire do ar Bob Esponja e Os Simpsons

Religiosos pedem que governo tire do ar Bob Esponja e Os Simpsons
O grupo religioso Comissão Nacional Sobre Assuntos para Defesa da Moral Ucraniana divulgou na semana passada um estudo polêmico. Eles estão querendo proibir no país a veiculação dos desenhos da Disney e outras séries populares.
Os personagens infantis de animação estariam causando uma influência negativa sobre as crianças ucranianas. A Comissão analisou algumas das principais séries infantis que estão nas TVs do país para detectar as que representam “uma ameaça real para as crianças”.
O relatório foi publicado no site católico “Família sob a Proteção da Santíssima Virgem” e divulgado em diversos jornais do país.
Os filmes da Disney, segundo a pesquisa, estimulam a pornografia. Bob Esponja é gay. Além disso, séries como Os Simpsons, Uma Família da Pesada, Pokémon, Teletubbies e Futurama são “projetos especiais destinados à destruição da família e a promoção de drogas e outros vícios”, além de “gerar criminosos e pervertidos”.
Segundo a Comissão Nacional ucraniana, esses desenhos são “um claro exemplo de propaganda do sexismo”. Para Irina Medvédeva, psicóloga citada no estudo, as crianças entre 3 e 5 anos que acompanham essas séries “tendem a imitar os trejeitos dos personagens e a fazer brincadeiras diante de adultos que não conhecem”.
Desenho dos Teletubbies.
Para Irina, por exemplo, os Teletubbies propõe “a criação de um homem ‘anormal’, que passa o dia todo diante da televisão, com a boca aberta e engolindo qualquer tipo de informação”.
Ainda segundo o relatório, os Teletubbies deixariam as crianças em um tipo de transe e o fato de Tinky Winky carregar uma bolsa de uma mulher estimularia os meninos a se vestir como meninas. Também há censura para Shrek (por “conteúdo sadista”) e South Park (por “promover a reencarnação”). Bob Esponja demonstraria ser gay por aparecer seguidamente dando as mãos ao seu melhor amigo, a estrela-do-mar Patrick.
O grupo católico teve o apoio dos ortodoxos, que são maioria na Ucrânia. Eles pedem que o governo tome providências e retire os programas do ar. Nenhum órgão governamental se pronunciou sobre o assunto até o momento.
Traduzido e adptado de Daily Mail e WSJ

TJ-SP condena Universal por agressão a fiel epilética em templo

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) a pagar indenização de R$ 10 mil a uma fiel por uma agressão sofrida em um templo. A sentença foi publicada na última terça-feira. De acordo com o processo, Alcione Saturnino dos Santos sofreu agressões de pastores da IURD sob a alegação de estar "possuída pelo demônio". Ela, contudo, sofria um ataque epilético naquele momento.
O caso ocorreu em 2011, em um templo de Sumaré (SP). A Justiça já havia condenado a IURD em primeira instância, mas a igreja recorreu da decisão alegando "cerceamento de defesa, por conta da falta de provas". Na ação, a Universal admitiu o ataque epilético sofrido por Alcione no interior do templo, mas refutou as agressões. De acordo com o juiz Luís Francisco Aguilar, no entanto, a IURD recorreu da decisão fora do prazo legal.
"Ainda que comprovado que o ataque partiu de ato voluntário de empregados ou terceiros, a requerida (IURD) responde pelos danos causados, independentemente de culpa, observados os termos do Código de Defesa do Consumidor (...) considerando que, como visto, é incontroversa a presença do autor no culto religioso", diz o acórdão.