sábado, 12 de setembro de 2015

Cristãos vivem em condições de extrema pobreza no Sudão


Cristãos vivem em condições de extrema pobreza no Sudão
O julgamento recente das jovens cristãs, em Cartum, capital sudanesa, por vestirem calças e saias, trajes considerados "indecentes ou imorais" pelas autoridades, fez com que o Sudão desse mais atenção às minorias cristãs. As jovens são moradoras da região sul, conhecida como Montes Nuba, local descrito pela Operação Mundial como "uma ilha de povos cristãos, no mar do Islã".
A região já foi uma das principais áreas disputadas entre o norte e o sul do país, mas acabou prevalecendo o norte, tornando-se parte da República Islâmica do Sudão que, desde a sua independência, em 2011, é liderada pelo presidente Omar al-Bashir.
De acordo com um relatório divulgado pela Anistia Internacional, o presidente é procurado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade. A população tem vivido em condições precárias, fugindo de bombardeios, buscando refúgio dentro de trincheiras e cavernas, com acesso limitado a alimentos, água e cuidados médicos.
Estima-se que, cerca de 1,4 milhões de pessoas podem ter sido deslocadas, vivendo em condições precárias e inseguras. Após uma recente visita ao país, a equipe da Portas Abertas informou que os bombardeios são diários e que os cristãos não possuem casas ou igrejas e não têm nenhum acesso às escolas e hospitais.

Líderes de igrejas são ameaçados via redes sociais, e-mails e sites


Líderes de igrejas são ameaçados via redes sociais, e-mails e sites
Segundo informações do Christian Post, 15 congregações protestantes turcas e seus líderes, têm sido alvo desde o mês passado, de uma campanha estridente de ameaças de morte enviadas por Facebook, e-mail, sites e celulares. As ameaças seguem o estilo e jargão tipicamente usado pelo Estado Islâmico, prometendo matar, massacrar e decapitar os apóstatas que, nas palavras deles, são os que "escolhem o caminho que nega a deus" e "arrastam outros a acreditar no que eles acreditam" e ainda "aumentam o número de hereges e seguidores ignorantes".
"As ameaças não são novidade para a comunidade protestante, que vive neste país e quer criar seus filhos aqui", disse a representante da Associação de Cristãos Protestantes na Turquia, em um comunicado de imprensa, no dia 1 de setembro. Uma cópia da mensagem foi lida pelo analista da Portas Abertas, cujo título era "aqueles que vão à jihad". Uma das advertências dizia o seguinte: "Infiéis pervertidos, em breve vocês terão seus pescoços cortados. Que Allah receba a glória e o louvor".
A maioria das mensagens inclui uma citação direta do capítulo Al-Ahzab, do Alcorão: "Aqueles que espalham notícias falsas... Esses malditos devem ser apreendidos, sempre que encontrados, e mortos de forma terrível". Um dos links anexados às mensagens ameaçadoras continha um vídeo em árabe, com legendas em turco, e o título "As provas contra os religiosos apóstatas e por que eles devem ser mortos".
Um dos pastores ameaçados disse ao analista: "Tudo o que eles dizem nos faz entender que devemos voltar para o islamismo, e que nós somos responsáveis por outros muçulmanos que estão se convertendo para Cristo, que o nosso tempo acabou e que Deus vai entregar a eles nossas cabeças". A maioria das congregações protestantes turcas são de ex-muçulmanos que se converteram ao Cristianismo. Em contraste com a maioria das nações, os cidadãos turcos têm o direito legal de mudar a sua identidade religiosa ou deixar em branco a coluna "religião" em suas identificações. Os líderes da Igreja que receberam as mensagens foram incentivados pela associação a notificar a polícia e os promotores públicos de suas regiões a respeito das ameaças.

Deputados evangélicos estão na campanha pelo Impeachment


Deputados evangélicos estão na campanha pelo Impeachment
Quando milhões de pessoas vão às ruas clamar por mudanças, uma minoria dos políticos parece escutar. Afinal, eles são os alvos da maioria dessas reclamações.
Porém, mais de 50 deputados e senadores de diferentes partidos, tanto da base do governo quanto da oposição lançaram o “Movimento Parlamentar Pró-Impeachment” de Dilma Rousseff.
O ato realizado nesta quinta (10), no Salão Verde da Câmara contou com a presença de membros da Bancada Evangélica. O deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), declarou ao Gospel Prime: “Estamos num momento de crise política, moral e econômica e a junção de todas essas crises nos fazem entender que precisamos de um governo que nos dê respostas. O Governo do PT é ao contrário, as respostas são imprecisas e lentas”.
Para o parlamentar, o Brasil não vai suportar mais 3 anos desse “desgoverno” e “não resta outra alternativa senão apoiar o impeachment”. Só assim, reitera, será possível “salvarmos o Brasil do caos”.
Além de Sóstenes, marcaram presença Fábio Souza (PSDB/GO), Ezequiel Teixeira (SD/RJ) e o presidente da Bancada Evangélica João Campos (PSDB-GO). Alguns funcionários dos gabinetes que estavam presentes exibiam “Pixulecos”, bonecos infláveis do ex-presidente Lula com roupa de presidiário, e balões pretos com referências à Operação Lava-Jato.
O local escolhido para o evento foi o mesmo onde pedido de impeachment de Collor foi apresentado e aceito pelos deputados em 1992. Para que o processo de impeachment seja aberto são necessários os votos de 342 deputados.
O movimento lançou um site para coletar assinaturas em defesa do impeachment (www.proimpeachment.com.br).
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) que é membro da bancada evangélica e até recentemente liderava um movimento contra Dilma não estava presente. Ele tem se mantido longe dos holofotes enquanto prepara sua defesa para uma série de acusações contra ele feitas por pessoas ligadas ao PT e investigadas na Lava-Jato.
Embora para muitos cristãos possa parecer errado se opor a um governante, teólogos defendem que é essa é uma questão legítima.

O SHEMITÁ E O JULGAMENTO DO DINHEIRO


Shemitah

O SHEMITÁ E O JULGAMENTO DO DINHEIRO

Estudiosos, sábios e rabinos estão prevendo para o dia 13 de setembro de 2015 uma grande desgraça na economia mundial, que levará a uma crise sem precedentes na história. Um conceituado escritor rabino, chamado Jonatan Kan, escreveu um livro onde ele prova que a cada sete anos acontece uma crise, um julgamento. Um dos exemplos que ele cita é o eclipse solar que ocorreu no dia 12 de setembro de 1931. Dois dias depois, a Inglaterra entrou em uma crise. No dia 23 de setembro de 1987, ocorreu a maior queda na história da bolsa de Wall Street . Esses são apenas alguns dentre outros tantos acontecimentos que ele relembra e que possuem algo em comum: todos ocorreram no final do Shemita.
Isso justifica o motivo de as atenções de todo o mundo estar voltadas para o próximo dia 13. Haverá mais um eclipse e os estudiosos preveem catástrofes, principalmente na área financeira. A recomendação é que todos armazenem comida e coisas de sua necessidade para enfrentarem a grande crise que está por vir nos próximos dias.
O julgamento do dinheiro.
Os estudiosos reconhecem que esses sinais, acontecendo sempre em um mesmo período, não podem ser apenas mera coincidência. Até quem nunca seguiu ou creu em Jesus, agora está falando do Shemitá em todo o mundo e seus olhos estão direcionados para a Bíblia Sagrada, ao alerta que Deus faz ao planeta. Um desses avisos se encontra no livro de Apocalipse, onde o profeta afirma que nos fins dos tempos, quando os cavaleiros do Apocalipse forem soltos, o mundo vai viver a sua maior crise.
E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.
Apocalipse 6:6
O dinheiro será julgado por Deus e vai perder o seu valor. Isso já aconteceu na Alemanha, durante a segunda guerra mundial, quando houve uma desvalorização tão grande da moeda que era preciso um carrinho de mão cheio de dinheiro para comprar um pedaço de pão. A crise fez com que o dinheiro se desvalorizasse e isso está prestes a se repetir.
Jesus disse que ninguém pode servir a dois senhores, pois não tem como agradar a ambos.
Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. 
Mateus 6:24
Observe que Jesus se refere ao dinheiro como um senhor que é seu rival, mesmo sendo Ele o Senhor dos senhores. Esse rival perigoso chamado Mamom, é um demônio capaz de controlar a situação financeira e quem se deixa ser dominado por ele. Ele decide quem ganha mais e quem ganha menos e aprisiona as pessoas em um sistema mundial incapaz de ser driblado. Todas as pessoas são obrigadas a encontrar emprego, trabalhar, pagar suas contas, sustentar o lar… Assim, é preciso se envolver no mercado e se tornar escravo disso. O dinheiro passa a ser adorado como um deus tão importante que ninguém mais consegue viver sem ele.
Os profetas vem anunciando há um certo tempo que, por causa disso, Deus iria julgar o dinheiro e fazer com ele perdesse o seu valor, para que todos reconheçam o verdadeiro valor de Cristo. Ele já fez isso nos fins dos Shemitás, que se repete de sete em sete anos. De acordo com o livro de Levítico, ninguém poderia trabalhar e o dinheiro deixava de ser importante, pois as pessoas passariam a viver compartilhando, ajudando uns aos outros e dependendo só de Deus para se alimentarem.
Depois do ano sétimo, a cada quarenta e nove anos, vem o oitavo ano que era o Jubileu e nesse período também ninguém podia trabalhar. Toda a provisão seria preparada antecipadamente pelo Senhor como está escrito:
Então eu mandarei a minha bênção sobre vós no sexto ano, para que dê fruto por três anos,
E no oitavo ano semeareis, e comereis da colheita velha até ao ano nono; até que venha a nova colheita, comereis a velha.
Levítico 25:21,22
Deus promete uma bênção triplicada para aquele ano e destrona Mamon. Deus quer mostrar ao seu povo que ele não tem que ser prisioneiro do dinheiro e mesmo sem ele, são capazes de prosperar.
Existem outras passagens tremendas na Bíblia, mostrando o julgamento do dinheiro. Como os hebreus trabalharam por quatrocentos e trinta anos como escravos no Egito e quando eles foram libertos, saíram extremamente ricos? Mais uma vez Mamon estava sendo julgado. Nesse julgamento o Egito passou a maior crise financeira da humanidade e o povo de Deus passou a experimentar a maior abundância dos últimos tempos, saindo da terra da escravidão com as mãos cheias.
Fizeram, pois, os filhos de Israel conforme à palavra de Moisés, e pediram aos egípcios jóias de prata, e jóias de ouro, e roupas. E o Senhor deu ao povo graça aos olhos dos egípcios, e estes lhe davam o que pediam; e despojaram aos egípcios. Assim partiram os filhos de Israel de Ramessés para Sucote, cerca de seiscentos mil a pé, somente de homens, sem contar os meninos. E subiu também com eles muita mistura de gente, e ovelhas, e bois, uma grande quantidade de gado.
Êxodo 12: 35-38
Na mesma noite em que Deus matou os primogênitos do Egito, houve um julgamento das riquezas. A fome assolou o Egito, mas o povo escolhido saiu com as mãos cheias. Até hoje, quando os judeus comemoram a páscoa, eles dizem que Deus julga um demônio da morte e quando Deus julga um principado, aquela nação que ele controla é derrotada e humilhada, mas o povo de Deus é vencedor capaz de sair com a riqueza do perdedor, que são os despojos.
A oferta do cordeiro
A oferta do cordeiro é lembrada em Israel todo dia 10 do sétimo mês, que é o dia da expiação. Eles separam um cordeiro em memória à ordem que Deus deu ao seu povo através de Moisés.
Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família.Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho.
Êxodo 12:3,4
No dia 14 eles apresentam a oferta do cordeiro e quando isso acontece, toca-se o shofar. O principado é julgado e lançado por terra.
Neste momento é importante estar em dia com seus dízimos e ofertas pois os infiéis serão julgados e os fiéis serão abençoados.
É por isso que quando ofertamos, dizimamos ou honramos a Deus com as nossas primícias estamos permitindo que Deus julgue esse demônio em nossas vidas e ele passa a não ter mais poder sobre nós.
O próximo dia 13 de setembro, coincide com essas mesmas datas. Mas já sabemos que Deus irá honrar o povo dele e desonrar os inimigos. Em apocalipse 6:6 vimos que o vinho e o azeite não são danificados. O vinho se refere aos nascidos de novo e o azeite representa a unção. Nessa época, todos os ungidos serão protegidos da crise. E eu profetizo que será assim: o povo de Deus vai enriquecer durante a crise e apesar da crise.
Assim, estamos em Israel nos próximos dias, para fazer um ato profético, levando cordeiros como ofertas ao Senhor, para provocar a queda do inimigo, o juízo contra Mamon e a vitória completa que é a saída do Egito e a nossa vitória financeira.
Hoje eu estou em Jerusalém para orar por nosso povo e fazer nossa parte para ao invés de Juízo pedir à Deus sua misericórdia e sua benção para o próximo ano. É meu dever como sacerdote, intercessor e profeta apresentar a Deus nossos pedidos, nossas ofertas e depois “Profetizar” um ano novo cheio de bençãos para nosso povo.
É isso que vamos fazer hoje e amanhã. Estou orando neste momento que são 4:00 horas em Israel e no Brasil é 22:00. Convido você para estar em consagração nestes próximos três dias proféticos:
Apresente seus pedidos sua oferta depois interceda, Adore e profetize um ano de Jubileu em sua vida em Nome de Jesus.
Mais informações:
WhatsApp (55)99748874

COM MEDO , PADRES ESCONDEM CRUCIFIXOS DIANTE DE MUÇULMANOS


Vejam que imagem interessante: Dom Orani Cardeal João Tempesta, juntamente com um de seus auxiliares na Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, visitando um abrigo para refugiados sírios da Cáritas RJ. Tudo muito lindo, tudo muito maravilhoso, se não fosse por um detalhe: atentem para as cruzes peitorais dos bispos, ESCONDIDAS. Seria medo de "chocar" os muçulmanos abrigados no local? Parece que os senhores bispos esqueceram-se do verdadeiro sentido da caridade, que é acima de tudo, como diz o Cardeal Burke, falar da Verdade, que é Jesus Cristo e, na ânsia de atender ao politicamente correto, tornaram-se meros filantropos repletos de respeito humano e vazios de qualquer sentido sobrenatural. Além de tudo, atitudes como esta são um verdadeiro deboche para com o sangue de milhares de mártires que deram sua vida pela Cruz de Cristo ao longo destes dois milênios da Igreja.
Aos excelentíssimos bispos, recordamos as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: "²Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na sua glória, na glória de seu Pai e dos santos anjos." 

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