terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Marisa Lobo responde a ataques baixos e gratuitos da Folha de S. Paulo

Em artigo para o blog do ativista cristão Julio Severo (juliosevero.blogspot.com), a psicóloga cristã Marisa Lobo falou sobre os ataques do jornal Folha de São Paulo contra ela. Os ataques podem ser vistos AQUI e AQUI. Abaixo, segue o artigo-resposta da psicóloga:
Não entendi como a Folha de São Paulo, um jornal que se diz de grande expressão, perde tempo com uma psicóloga que, segundo a própria Folha, se diz “cristã.” Falta de assunto? Ou tentativa de uma repórter ativista ateísta de difamar, desconstruir, humilhar uma mulher (heterossexual) apenas por ter opinião contrária  e por representar um entrave para suas causas — conquistar privilégios e não direitos.
Para quê publicar três versões na internet? Fiquei lisonjeada com tanto IBOPE.” Apesar da tentativa de ridicularização, penso que foi propaganda de graça. Gosto de marcar posições. Não sou mulher de ficar em cima do muro e tão pouco agradar a ninguém para ficar bem na fita.
Claro que a tentativa é sempre de nos desconstruir e ridicularizar. Quero dizer aos irmãos, colegas e pastores que não disse nem metade do que essa “pseudo jornalista” publicou. Todas as tentativas de me ridicularizar foram palavras dela, interpretação dela. Achei desnecessário ela falar da camisa do meu marido, do salgadinho que ele estava comendo. Além disso, ela o chama de “baixinho” e por aí vai.
Jamais falei em tom de deboche de ninguém, ou da religião de alguém. Cadê a imprensa séria e imparcial? Agiu como o pior dos piores folhetins de quinta.
Falou da minha roupa e do meu sapato, porque não tinha o que falar de mim. Então, inventou algo que os militantes radicais gostam de falar: roupas, sapatos, joias, bizarrices idiotices, ou seja, coisa de gente vazia, gente que não acredita em Deus e por isso, tentativa de destruir todos os que acreditam em suas teoria inventadas e em seu “poder “ de mídia.
Eu sabia que ia ser uma tentativa de desconstrução, claro. Não fui dar uma entrevista na ingenuidade. Mas a maldade e a mesquinhez de uma pseudo-profissional me causou  indignação. Mas depois, muitos risos, porque foi realmente uma propaganda de graça que atingiu todo Brasil.
Eu não disse que vou lutar para inibir a homossexualidade. Isso é mentira. Eu disse que vou lutar pelos direitos reais do ser humano. Se ele desejar ou não pessoas do mesmo, isso é um direito dele.
Eu vou lutar contra a sexualização precoce das crianças nas escola. Mas isso, claro, ela não falou. Apenas fez o que são ótimos em fazer: manipular a escrita. É tão surda que ouve o que já está programada para ouvir. Depois, nós é que somos alienados.
Eu não disse que pedia para meu amigo gay, com AIDS, para parar de fazer “macumba” simplesmente. É que ele explorava as pessoas, e eu temia que um dia alguém o prendesse ou denunciasse. Então, eu dava-lhe bons conselhos, mesmo porque nesta época eu nem era evangélica. Eu era eclética, ou seja, curtia toda e qualquer religião. Apenas não gostava de vê-lo tirando dinheiro das pessoas. Acho que a repórter não entendeu ou estava tão ansiosa para me pegar que nem se tocou que falava de uma época que detestava crente.
Logo eu não poderia ter dito para meu amigo gay, com AIDS, que ele ia para o inferno. Eu nem acreditava nisso. Ele que me pediu para ler a Bíblia e eu li e fiz orações. Ele que dizia que não queria ir para o inferno. Nos seus delírios de febre, ele dizia que queria ver Deus, e eu fui usada mesmo sem saber para proporcionar essa alegria. Detalhe: eu  ainda era estudante .
Mas creio que o pior foi ter falado com deboche do meu pai, um homem com uma história de luta e tristeza. Por aí podem perceber como destilam ódio e veneno sem nem se preocupar com a dor que podem causar. A consideração é pelos seus umbigos, privilégios e alienações.
Perdem-se em suas tentativas de desconstruir os cristãos. A “jornalista” tentou me humilhar porque confidenciei que minha mãe  foi prostituta, e que  fui abandonada pela mãe aos seis anos, e que sou fruto de um aborto que não deu certo. Sofri preconceito e muito, mas, como sou evangélica, ter tido uma mãe prostituta, ter sido abandonada pela mãe, ter quase sido abortada é uma vergonha. Preconceito por crianças abandonadas? Preconceito por alguém que teve uma mãe na prostituição? Preconceito por alguém que quase foi abortado?
Não falei que sou a “coach” do Feliciano. Eu disse que fui uma espécie de coach, uma amiga que é psicóloga e que deu orientação — nesse caso, informal — para um amigo que estava vivendo um momento muito difícil por causa da Comissão de Direitos Humanos. Como ele mesmo confirmou, Marco Feliciano nunca deitou no meu divã. Eu não sou analista ou psicanalista nem uso divã. Aliás, uso o face a face. Sigo a linha cognitiva comportamental e não psicanalista ou psicoanalista.
Não posso ser “guru” dele ou de ninguém. Erro grave cometido por uma jornalista que se diz estudada, conhecedora de religião, mas não sabe que guru nada tem a ver com evangélicos. Jamais iria expor um amigo  ou uma pessoa a quem tenho aconselhado. Apenas citei que dei alguns conselhos, para o Feliciano  saber como lidar com os traumas de suas filhas causados por pessoas como essa jornalista, com militância gay desonesta.
Enfim foi tanta tentativa de me tachar de “homofóbica” por tabela que ficou claro, mais uma vez, que a Folha é cristofóbica e intelectualmente desonesta.
Fonte: Blog do Júlio Severo

Revista gay escolhe Papa Francisco 'personalidade do ano' nos EUA

Revista gay escolhe Papa Francisco 'personalidade do ano' nos EUA (Foto: Reprodução)Revista gay escolhe Papa Francisco
'personalidade do ano' nos EUA; foto põe símbolo
de campanha pró-casamento gay no rosto do
pontífice (Foto: Reprodução)
A tradicional revista americana pró-direitos dos gays "The Advocate" escolheu o Papa Francisco como sua "personalidade do ano" de 2013 nesta terça-feira (17), mesmo dia em que o pontífice argentino celebra seu aniversário de 77 anos.
A revista argumentou que concedeu a honraria ao Papa porque, ainda que ele se mantenha contrário ao casamento gay, seu pontificado demonstrou uma "profunda mudança na retórica (anti-gay) em relação a seus predecessores".
A capa destaca uma frase de Francisco dada em entrevista em julho: "Se uma pessoa é gay e procura Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgar?"
A revista afirma que a organização gay católica "Equally Blessed" (Igualmente Abençoados) considerou a frase "algumas das mais encorajadoras palavras que um pontífice já disse sobre gays e lésbicas".
À época, o Vaticano frisou que as palavras do Papa não mudavam a posição da Igreja Católica, de que as tendências homossexuais não são pecaminosas, mas os atos, são.
Ainda assim, a comunidade gay e muitos heterossexuais na Igreja saudaram o que viram como uma mudança de ênfase e um pedido para que a Igreja tenha mais compaixão e menos condenação.
A Advocate disse que ninguém deve "subestimar a capacidade de qualquer papa de convencer corações e mentes na abertura para pessoas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais)".
Na semana passada, a revista "Time" concedeu o mesmo prêmio ao Papa Francisco, elogiando o pontífice por ter mudado a mensagem da Igreja Católica em prol do perdão em vez da condenação.

Sucessores de Mandela precisam combater outros apartheids, diz pastor Jesse Jackson

Conhecido por participar da luta pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos ao lado de Martin Luther King, o pastor Jesse Jackson disse que, depois do apartheid (segregação racial), a África do Sul precisa lutar contra segregações de seu povo, geradas por séculos de desigualdades. Ele acredita, contudo, que o país tem um futuro promissor.
"A África do Sul tem um futuro brilhante. O maior problema é que, embora o país seja livre, continua desigual. As grandes diferenças acabam gerando um apartheid nas terras, na saúde, na educação e na distribuição de renda. Esses gargalos precisam ser resolvidos para se ter um novo país", acrescentou. Segundo ele, que participou das cerimônias do funeral de Nelson Mandela em Pretória e Qunu, onde o corpo foi enterrado, o ex-presidente construiu os alicerces para esse avanço.
Mandela contribuiu para a união do país e o fim da segregação racial. Quando presidente, adotou um novo hino nacional, mesclando o hino do Congresso Nacional Africano (CNA) – partido de negros que lutavam contra o apartheid – com o africâner (língua falada no país), além de uma nova bandeira, unindo os símbolos das duas instituições.
No próximo ano, a África do Sul comemora 20 anos de liberdade e democracia. Também promove eleições presidenciais. Depois de cumprir um mandato no governo, Mandela ajudou seu partido a vencer três eleições seguidas. Suceder um ícone mundial, símbolo de resiliência e exemplo para o mundo, contudo, não é tarefa fácil. Nem para os governantes nem para a população.
Thabo Mbeki, vice de Mandela, foi eleito e reeleito, mas teve de renunciar antes de completar o segundo mandato por falta de apoio no próprio CNA. Como presidente, ele negava a ligação entre o vírus HIV e a Aids e, por isso, se negava a distribuir remédios antivirais, o que levou seu antecessor a se manifestar publicamente, contrariando Mbeki. Em 2005, cerca de 30% das mulheres grávidas e 20% da população adulta estavam infectadas pelo vírus.
Jacob Zuma, o atual presidente, enfrenta desconfiança da população após casos de corrupção serem divulgados, como o uso de aproximadamente US$ 20 milhões em recursos públicos para melhorias em uma propriedade particular de sua família. Como reflexo da impopularidade, no dia 11, quando um tributo foi realizado para Mandela no Estádio Soccer City, em Joanesburgo, Zuma foi vaiado na frente de 90 chefes de Estado.
Após 95 anos de contribuição ao país, Mandela continuará permeando a política local. Seu neto Mandla Mandela agradeceu várias vezes o apoio do CNA durante o funeral. O líder é unanimidade entre a população, o governo não. Ele foi um dos responsáveis pelo fim do regime do apartheid e a consolidação de instituições mais receptivas e igualitárias. Na era pós-Mandela, seus sucessores têm a responsabilidade de combater os outros apartheids, como defende Jesse Jackson.

Valdemiro Santiago participa do Programa do Ratinho

Valdemiro Santiago participa do Programa do RatinhoValdemiro Santiago participa do Programa do Ratinho
    O apóstolo Valdemiro Santiago esteve na sede do SBT nesta segunda-feira (16) para gravar o Programa do Ratinho.
    Ele participou do quadro “Dois Dedos de Prosa” onde personalidades são convidadas para bater um papa com o apresentador.
    Entre as perguntas feitas por Ratinho está o motivo que fez Santiago sair da Igreja Universal do Reino de Deus. O fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus respondeu que saiu porque viu “coisas lá que não gostou”.
    De acordo com o site “Notícias da TV”, Ratinho não entrou em polêmicas. O convite para que o religioso participasse do programa aconteceu ao vivo no Domingo Legal. Carlos Massa fez questão de esclarecer o suposto desentendimento que eles tiveram em 2011, quando o apresentador acusou um pastor da Igreja Mundial de estelionato.
    O apresentador ficou enfurecido com o vídeo da internet que mostrava um homem que pegou a toalha vendida na igreja e passou na porta do banco, tendo suas dívidas quitadas milagrosamente.
    Ao saber da crítica, Valdemiro Santiago rebateu e disse que Ratinho “ofendeu e humilhou essa obra para ter audiência”.
    No programa de Celso Portiolli, Santiago disse que tudo foi um “mal-entendido” dizendo que hoje entende que Ratinho não sabia quem era o líder da igreja criticada e afirmou que é muito amigo de Ratinho Júnior.
    A participação de Valdemiro Santiago no Programa do Ratinho vai ser exibida na próxima quinta-feira (19) a partir das 22h.


    GP

    Marco Feliciano diz que 'Nelson Mandela implantou a cultura da morte'


    Em entrevista ao portal iG, deputado e pastor Marco Feliciano critica líder sul-africano por aprovação de lei que autoriza aborto, revela sonhar com Senado e afirma que em hipótese alguma apoiará reeleição de Dilma.

    O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) polemiza ao falar sobre o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela, morto no último dia 5 de dezembro. Apesar de homenagear Mandela com um minuto de silêncio durante a última sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, Feliciano dispara contra o líder negro por causa da aprovação de lei de aborto na África do Sul.

    "Quem mata uma criança, para mim, não é meu amigo. Então Mandela implantou a cultura que chamamos de cultura da morte dentro da África do Sul", diz Feliciano, em entrevista ao iG. "E até hoje os índices de aborto na África do Sul são dos maiores do mundo. Então, nesse quesito, Mandela não foi feliz", criticou o deputado. Em 1996, a legalização do aborto foi tomada por Mandela com base no alto índice de violência sexual contra a mulher. Segundo autoridades sul-africanas, cerca de 60 mil estupros são denunciados todos os anos no país.

    Apesar da crítica, Feliciano elogia a atuação de Mandela na questão da igualdade racial e promete uma homenagem ao líder da luta contra a segregação racial do apartheid. O deputado é relator do projeto de lei que pode destinar 20% das vagas em concursos público para negros. Ele antecipa que dará parecer favorável às cotas. “Meu voto vai ser uma homenagem a Mandela”, indica.

    O parlamentar avalia que deixou de ser um político somente identificado com a corrente evangélica para ocupar um espaço vago na preferência de eleitores conservadores, independentemente da orientação religiosa. “Talvez eu revelei ao país uma espécie de político que parece que está em extinção: o político com posicionamento”, afirma, ressaltando acreditar ser hoje no cenário político “uma pessoa firme que suporta pressão”.

    Isso alimenta o sonho de Feliciano em disputar uma vaga no Senado por São Paulo em 2014. O pastor diz que a decisão não depende apenas dele. É preciso avaliar a postulação ensaiada também por Eduardo Suplicy (PT), Gilberto Kassab (PSD), José Serra (PSDB). Em um cenário apenas com ele e Suplicy, o deputado diz que haveria uma “luta bonita”. “Se fosse só ele (o candidato no estado), entraria na disputa sem medo nenhum. Seria uma luta bonita, porque o sobrenome Suplicy está atrelado a tudo o que contraria a nós (evangélicos)”, diz.

    Feliciano compara a briga com Suplicy às históricas lutas entre os ex-boxeadores Mike Tyson e Evander Holyfield, em meados dos anos 1990. “Seria a luta do século (pelo Senado)”, diz, avaliando que uma candidatura a senador pode enfrentar dificuldades na hora de encontrar um candidato ao governo paulista disposto a tê-lo em seu palanque. “Não sei qual governador seria capaz de comprar essa briga”.

    Cabo eleitoral
    O presidente da Comissão de Direitos Humanos será cabo eleitoral do candidato do PSC à Presidência da República. Ele diz que já gostou de Eduardo Campos (PSB-PE), mas teve de desistir do presidenciável pernambucano depois de ler declarações dele sobre cobrança de impostos das igrejas. “Tinha simpatia (por Campos), já estive com ele”, conta. “Mas para que ferir um povo que tem peso de voto?”, questiona, emendando que Campos “é mal assessorado”.

    Críticas mais duras são dirigidas a ex-senadora Marina Silva (PSB-AC), que Feliciano considera que poderia ter sido sua “mentora” política por também ser evangélica. Ele se diz desencantado com Marina depois de declarações nas quais ela sinalizou ser favorável à união civil (material) entre pessoas do mesmo sexo e contrária ao casamento homossexual, o que implicaria em reconhecimento religioso. “Por que negar sua fé? Só para inglês ver?”, critica Feliciano. “O meu problema com o casamento gay não é um papel, um documento. É o que o documento vai dar a eles (homossexuais), como a adoção. A Marina sabendo do nosso posicionamento se não se posicionou”.

    O tom sobe mais quando questionado sobre apoiar a presidente Dilma Rousseff, a quem acusa de não cumprir um acordo com correntes religiosas em relação à não aprovar leis favoráveis ao aborto. Em julho, Dilma sancionou lei estabelecendo direitos a mulheres vítimas de estupro – entre eles: oferta da pílula de emergência conhecidas como ‘pílula do dia seguinte’, que pode evitar a gravidez em até 72 horas após o ato sexual. “Quando a presidente assinou um documento dizendo que no mandato dela o aborto não seria votado, eu acreditei”, diz.

    Em 2010, a então candidata Dilma divulgou carta afirmando que não tomaria “a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no país”. A mudança foi decisiva para não apoiar a reeleição de Dilma. “Eu não posso caminhar ao lado dela”, afirma Feliciano.

    Direitos Humanos
    Feliciano fez um apanhado de sua atuação à frente da Comissão de Direitos Humanos e disse que o projeto de decreto legislativo 234/2011, conhecido como "projeto da cura gay", pode voltar à pauta da comissão em 2014. A proposta tenta suspender resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe o tratamento da homossexualidade como doença. Feliciano diz que o texto pode ser colocado em votação pelo próximo presidente da comissão – o pastor deixará o cargo em fevereiro, quando o Congresso voltar do recesso. “O projeto não morreu, ele foi retirado de pauta. O autor do projeto, deputado João Campos (PSDB-GO), pode voltar (a colocá-lo em discussão) a qualquer momento no próximo pleito”, diz.

    O deputado avalia que houve excessos na discussão do projeto que, segundo ele, suspendia uma “resolução criminosa” do Conselho de Psicologia. “A maldita cura gay, que de cura não tem nada, é um projeto que sustava uma resolução que para mim é criminosa”, afirma. “Conheço pessoas que querem ajuda. A homossexualidade não é um assunto esgotado, não é científico, não existe um gene gay”, diz.

    A resposta ao ativismo gay tem sido trabalhada pela frente parlamentar evangélica na Comissão de Direitos Humanos do Senado, onde tramita o projeto de lei complementar (PLC 122/2006) que pretende colocar no mesmo patamar do racismo a discriminação ou o preconceito pela orientação sexual e identidade de gênero.

    A oposição do pastor e outros religiosos levou o senador Paulo Paim (PT-RS), relator do PLC 122, a retirar do texto a palavra homofobia e colocar um trecho dando liberdade aos templos de recusar pessoas que demonstrem afetividade diferente da sua orientação religiosa. Apesar das mudanças, a frente evangélica tentará obstruir a votação do PLC 122 na comissão do Senado. “Esse projeto é um projeto natimorto, demonizado como o da cura gay”, diz Feliciano. “Por mais que se tente melhorá-lo, já ficou uma marca de que ele é um projeto de gay contra evangélico.”

    Fonte: Portal iG

    A visão de Deus

    Você já se perguntou alguma vez qual é a primeira coisa que Deus faz na vida de uma pessoa quando Ele quer engrandecê-la?
    Como será que Deus age com o ser humano quando quer transformá-lo?
    E mais: que atitude deve tomar aquele que deseja mudar? 
    Essas perguntas devem, com certeza, passar pela cabeça de quem almeja alcançar o sucesso em qualquer área profissional. Especialistas empresariais afirmam, sem relutar, que o empreendedor deve ter liderança e atitude, porém, as maiores recompensas estão associadas aos maiores riscos que o empresário é capaz de correr.
    O bispo , responsável pelo Congresso Empresarial , explica que muitos se enganam ao pensar que a sorte é o que determina o sucesso de um empreendedor.
    “Para vencer economicamente não se trata de sorte. Não se trata de a pessoa ser batizada no Espírito Santo. Se trata de a pessoa ter visão. A sua vida é resultado da sua visão”, destaca ele.
    “Surdos, ouvi, e vós, cegos, olhai, para que possais ver. Quem é cego, como o meu servo, ou surdo, como o meu mensageiro, a quem envio? Quem é cego, como o meu amigo, e cego, como o servo do SENHOR? Tu vês muitas coisas, mas não as observas; ainda que tens os ouvidos abertos, nada ouves.”Isaías 42.18 – 20
    Para esclarecer, o bispo cita o exemplo de Abraão. “Deus chegou para Abraão e disse: ‘Sai da tenda. Olha para as estrelas do céu e as conta se tu podes. Assim será a tua posteridade.’ Em outras palavras, Deus quis dizer: Você quer resolver um problema? Você quer um filho, mas eu vou lhe dar uma nação.”
    O bispo esclarece que Deus, de certa forma, instigou uma mudança em Abraão: “Deus disse para Abraão: ‘Se você quer ter coisas grandes minhas, terá que abrir sua visão, porque não dá para fazer nada se você não tiver visão.’”
    De acordo com o bispo , infelizmente, muitas pessoas não conseguem prosperar porque pensam pequeno. “Nunca terão nada além do que projetam. Quem tem a visão vive o presente e está atento a tudo, ao mercado, olha as coisas que estão lá na frente. Não perde tempo. Não fica sentado reclamando. Organiza-se para projetar e buscar alternativas para mudar situações adversas.”
    Ele ressalta que um empreendedor que busca o sucesso não perde tempo falando das derrotas. “Quando você tem a visão, começa a enxergar as lacunas do mercado, as deficiências. Quando você tem visão, tem a mente aberta, e isso faz diferença. Quando você tem a visão, você se destaca.”
    Porém, de acordo com o bispo, é necessário fazer um voto com Deus. “Paulo falou que servimos a Deus com a nossa consciência. Quando você faz um voto ousado, você se abençoa, você se avalia. As promessas de Deus são magníficas, são imensas, mas só tomamos posse delas quando temos essa visão.”


    E VOCÊ , QUAL É SUA VISÃO ? 

    VIA GRITOS DE ALERTA

    Nani Azevedo renova contrato com a Central Gospel Music


    O cantor Nani Azevedo renovou seu contrato com a gravadora Central Gospel Music em uma reunião realizada na última segunda-feira, 09 de dezembro.

    A reunião contou com a presença do presidente da gravadora, pastor Silas Malafaia, e da diretora executiva, Elba Alencar, além da gerente, Angélica Dias Gomes.

    Open in new window“Estou muito feliz em poder continuar a levar a palavra de Deus através dos louvores. A Central Gospel Music, na presença do pastor Silas Malafaia, é minha casa e sou muito feliz por fazer parte durante mais algum tempo dessa família e ministério abençoado”, comentou Nani.

    Com mais de 20 anos de ministério, Nani acumula alguns prêmios e uma discografia com diversos hits emplacados nas igrejas pentecostais Brasil afora, de acordo com informações da assessoria de imprensa da gravadora.

    Fonte: Gospel+

    Papa começa reforma com limpeza administrativa


    Jorge Bergoglio começa a aplicar o que havia prometido: reformar o Vaticano. Para isso, inicia uma limpeza, abolindo cargos e reduzindo o poder da Cúria.

    Seu trabalho não será dos mais simples, mesmo para um monarca absolutista com o aval público de ter sido nomeado a personalidade do ano pela revista Time na última semana. Afinal, são 2,9 mil funcionários que vivem há séculos às sombras da Basílica de São Pedro.

    O papa já confessou que terá de reduzir o poder da Cúria - famílias, religiosos e indivíduos que hoje são mordomos de luxo e funcionários da Santa Sé. Para o papa, esses "generais de exércitos derrotados" pesam na conta e na credibilidade da Igreja.

    Francisco contratou consultorias para limpar a administração. E também já reduz o número de funcionários. Um cardeal percorre os corredores perguntando aos chefes das repartições: "Quantos seu departamento poderia demitir?"

    Na reforma, o próprio papa tem tomado a liderança, sem deixar que o assunto seja delegado a outras pessoas. "Ele quer dar o exemplo", disse o cardeal Rino Fisichella.

    Banco

    O Itamaraty reduziu sua conta no Banco do Vaticano e transferiu as movimentações para o Banco do Brasil. A Embaixada do Brasil na Santa Sé mantém na instituição da Igreja o depósito mínimo de 100.

    A medida foi tomada em preparação às mudanças planejadas pelo papa, que quer que a instituição limite seu papel para financiar obras religiosas. As ações já começam a ter impacto. Em 2011, eram 21 mil correntistas. Hoje, são 18,9 mil.

    Fonte: Estadão

    Após abandonar bebê em caixa de leite, mãe foi a churrasco, diz polícia

    A mãe de um bebê encontrado em novembro em uma caixa de leite no Setor Sul, em Goiânia, foi a um churrasco logo após abandonar o filho, segundo a titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Renata Vieira. Para ir ao evento, a jovem de 21 anos mandou uma mensagem para o namorado, pai da criança, buscá-la em frente a uma farmácia, como se nada tivesse acontecido. "Ele a pegou e depois (os dois) foram para uma confraternização na casa de parentes", disse Renata ao G1.
    Ao prestar depoimento na delegacia, o pai do recém-nascido alegou que sabia que a namorada tinha ficado grávida. No entanto, ela o informou que havia perdido o bebê.
    O inquérito policial deve ser concluído esta semana. Para isso, a polícia ainda precisa interrogar a mulher que encontrou a criança.
    A delegada Renata deve indiciar a mãe biológica pelo crime de "abandono de recém-nascido para ocultação de desonra própria". Se for condenada, a mulher pode pegar até dois anos de prisão.
    Questionada se também irá indiciar o pai do recém-nascido, a delegada informou que não conseguiu reunir provas suficientes para fazer isso.
    Guarda
    A delegada explicou que a avó materna do menino também já depôs e quer entrar na Justiça para pedir a guarda do neto.
    Mãe do bebê abandonado caixa de leite em Goiânia presta depoimento (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Mãe do bebê confirmou que o abandonou
    (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
    Achado no fim da manhã do dia 8 de novembro, um domingo, o bebê ficou internado por três dias no Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia. Ele recebeu alta médica na quarta-feira (11) e foi levado para o Condomínio Sol Nascente, onde espera um parecer do Juizado da Infância e da Juventude da cidade para saber se será devolvido à família ou colocado para adoção.
    'Me arrependi'
    A mãe do recém-nascido prestou depoimento à polícia no dia 9 de novembro. Ela alegou que escondeu gravidez e está arrependida de ter abandonado o filho. "Me arrependi totalmente. Nada justifica o que eu fiz".
    A mulher conta que escondeu a gravidez da família e do namorado. Para disfarçar a gestação, a jovem usava roupas largas e dizia que havia engordado. "O pai não tem nem noção do que está acontecendo. Para ele, o bebê estava morto. Minha família não aceitaria uma pessoa de 21 anos ter um filho", afirmou.
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    Bebê é encontrado dentro de caixa de leite, em Goiânia (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)Criança foi encontrada dentro de caixa de leite
    (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
    A mãe alegou ainda que, como o menino nasceu 16 dias antes do previsto, não teve tempo de pensar no que faria com ele, se o entregava para adoção ou não. "Entrei em trabalho de parto e, em algumas horas, o bebê estava nos meus braços. Não tive tempo de correr ao Conselho Tutelar nem nada."
    Caixa de leite
    O bebê foi encontrado pela estudante Glaucia Muniz Vilela, de 34 anos. Ela disse que saiu na porta de casa após ouvir o choro do recém-nascido.
    "Achei que tinha alguém com um bebê chorando do lado de fora, mas o barulho continuou e eu saí para ver o que era. Aí, bem na frente do meu portão, achei o menino enrolado em uma manta, dentro da caixa de leite", contou.
     

    Projeto de lei da eutanásia para crianças avança na Bélgica


    O Senado da Bélgica aprovou um polêmico projeto de lei que estende a eutanásia, já em vigor no país, para crianças que estejam doentes em estado terminal.

    Caso o voto seja confirmado pela Câmara, o país se tornará o primeiro no mundo a não estabelecer limite de idade para a prática.

    Apesar da oposição de líderes religiosos, 50 senadores votaram a favor, e 17 contra. O projeto prevê a morte assistida a crianças que estejam em estado terminal, sofram dores profundas e que não tenham à disposição qualquer tipo de tratamento capaz de curá-las.

    Para virar lei, o projeto ainda precisa passar pela Câmara, que tende a aprová-lo. A eutanásia já é permitida na Bélgica desde 2002, mas só se aplica a maiores de 18 anos em estado terminal.

    Casos

    O projeto diz que o paciente precisa estar consciente da decisão e do signficado da eutanásia para seguir em frente.

    Também é necessária a aprovação dos pais e de uma equipe de médicos. A doença precisa ser terminal e causadora de grande sofrimento, sem tratamento efetivo.

    Em novembro, 16 pediatras enviaram uma carta aberta aos parlamentares, pedindo a aprovação do projeto.

    "A experiência nos mostra que, em casos de doenças graves e morte iminente, os menores desenvolvem rapidamente uma grande maturidade, a ponto de frequentemente refletir e se expressar sobre a própria vida melhor que as pessoas saudáveis", diz a carta.

    Prós e contras
    Durante o debate, os senadores que apoiavam o projeto disseram que a lei vai dar poder a médicos e crianças em fase terminal para tomar essa dura decisão.

    "Não há idade para sofrimento. Por isso é importante que tenhamos um arcabouço jurídico para os médicos confrontados com a demanda de hoje e também para a dos menores, para os menores capacitados. Esses são os que devem ter a liberdade de escolher como vão lidar com o sofrimento", alegou o senador Jean-Jacques de Gucht.

    Os opositores argumentaram que crianças não são capazes de tomar tamanha decisão.

    "Acho que as crianças não entendem a natureza da morte, não entendem a irreversibilidade da morte", disse o senador Els Van Hoof. "Elas (crianças) são influenciadas pela autoridade dos pais e dos médicos."

    Em 2012, a Bélgica registrou 1.432 casos de eutanásia, número 25% que o do ano anterior.

    Fonte: BBC Brasil

    Psicóloga Marisa Lobo é pré-candidata a deputada federal no Paraná


    Marisa Lobo, 40 anos,  filiou-se ao PSC (Partido Social Cristão) do deputado-pastor Marco Feliciano e é pré-candidata a deputada federal no Paraná.

    No partido, já é tratada como puxadora de votos em 2014 --ao lado de outro político neófito, o cirurgião plástico Robert Rey, o "Dr. Hollywood", e do próprio Feliciano, o presidente a Comissão de Direitos Humanos a quem chama de "meu mentor".

    Open in new windowMarisa, frequentadora da igreja Batista, é uma espécie de "formuladora intelectual" de Feliciano. Ela mesmo se diz "coach" do deputado que hoje lhe guia no partido.

    A "amiga de longa data", diz Feliciano, foi útil dando consultas informais. "Houve momentos turbulentos no início da minha presidência na comissão. Seus conselhos foram de grande valia, sua preocupação com minhas filhas me sensibilizou."

    O presidenciável do PSC, pastor Everaldo Pereira, do Rio, define Marisa como "mulher brava no bom sentido", alguém que lutará pela "causa da vida e esse negócio contra maconha".

    Ele e Ratinho Jr. conduziram a cerimônia de sua filiação à sigla, em Curitiba.

    As bandeiras de Marisa estão em sintonia com as do partido. Assim como seu estoque de polêmicas. Sua grande briga é contra o Conselho Federal de Psicologia, que ameaça cassar seu registro de psicóloga.

    Ela é acusada de associar psicologia e religião nas redes sociais ("minha fé não nego por nada, nem pela minha profissão", diz no Twitter). Também é acusada e apoiar a "cura gay", o que fere o código de ética da categoria.

    Marisa nega. Diz que no consultório, onde recebe "de ateu à gente do candomblé" em sessões de R$ 100, jamais ofereceu tratamento para a homossexualidade.

    Lembra que acolheu por meses em casa "um homossexual pai de santo travesti com Aids", para quem "minha empregada não queria lavar as roupas".

    BULLYING

    Marisa afirma que paga R$ 258 por mês para fazer uma pós-graduação em filosofia dos direitos humanos, mas não divulga em qual entidade por temer represália.

    "Sofro bullying faz tempo. Todas as faculdades [de psicologia] falam de mim como a pior profissional do mundo, a mais antiética. To-das."

    Falando "como cristã", ela acredita ser possível reverter o desejo por alguém do mesmo sexo. "Comportamento homossexual é pecado. A Marisa Lobo psicóloga não entra nessa questão. Mas a Bíblia diz. Ponto final [...] Se o desejo é não desejar pessoas do mesmo sexo, isso é direito humano dele. Se a pessoa pegar a chave do armário e se trancar, ótimo, problema dela."

    A pré-candidata está escrevendo um livro sobre "ditadura gay". "Explico como uma teoria não-científica queer' de desconstrução sexual, criada por LGBTT, vem sendo ensinada no mundo acadêmico e ganhando espaço social, nas relações humanas, influenciando leis, mídia, novelas, educação."

    Esse discurso, diz, "desconstrói claramente a heterossexualidade, imputando a ela o crime da imperfeição".

    ATUAÇÃO

    As opiniões de Marisa têm eco em Brasília. Na Câmara, ela se destacou em audiências públicas sobre o projeto de lei que quer derrubar a norma do Conselho de Psicologia que proíbe tentativas de inibir a homossexualidade.

    A ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) já a convidou para o lançamento de um programa de combate ao crack, o que enfureceu ativistas.

    A "psicóloga cristã", que criou o projeto Maconha Não, endossa internações compulsórias de dependentes e repasse de recursos para comunidades terapêuticas religiosas, o que tem sido feito pelo governo Dilma Rousseff.

    ORIGENS

    Marisa costuma dizer que todas as causas que abraça têm conexão com seu próprio passado. Exemplo: se milita contra o aborto e a legalização da prostituição é porque seu pai conheceu sua mãe nessa situação."Sei como é ser chamada de filha da prostituta."

    O pai, "alcoólatra que bebia remédios para emagrecer porque era vaidoso e teve uma vida bem difícil", hoje é evangélico.

    Marisa vem ganhando projeção entre evangélicos. Cobra de R$ 500 a R$ 1.000 para palestrar sobre temas como sexualidade da família e transtornos psicológicos.

    Fonte: Folha de São Paulo


    NOTA DO BISPO ROBERTO.

    EU DOU TOTAL APOIO A  MARISA LOBO , E PEÇO A TODOS AMIGOS E LEITORES DO SITE GRITOS DE ALERTA QUE SÃO DO ESTADO DO PARANÁ , QUE NAS ELEIÇÕES DE 2014  VOTEM SEM MEDO NESSA QUE SERÁ UMA VOZ FORTE EM DEFESA DA FAMÍLIA .
    MARISA LOBO - DEPUTADA FEDERAL EM 2014 

    Igreja da Graça realiza casamento coletivo no Maracanã

    A Igreja Internacional da Graça de Deus do Rio de Janeiro realizou no último sábado (14) um casamento coletivo Salão Nobre Vip Lounge Oeste do Maracanã para casais de baixa renda.
    Muitos casais sonham em realizar não apenas a cerimônia civil, mas também a religiosa e oferecer uma festa aos familiares e amigos. Mas nem todos possuem condições financeiras para tal.
    Pensando nisso a igreja evangélica conseguiu realizar o sonho de 25 casais que conseguira a isenção da taxa do casamento civil e ainda ganharam cerimônia religiosa e festa.
    “Esses casais estão dando um passo muito importante em suas vidas, uns para regularizar suas situações e outros para de fato se unirem na presença de Deus. Para nós, é uma honra participar de um momento tão importante na vida de pessoas tão simples, mas que tem em seus corações um valor tão nobre que é o valor da família”, disse o pastor Rogério Postigo.
    A Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro (Faetec) apoiou a causa e disponibilizou profissionais da Unidade Escolar Central do Brasil para produzirem os noivos e noivas.
    O deputado estadual Marcos Soares também apoiou o casamento coletivo e lembrou que muitos casais resolveram oficializar a união para se tornarem obreiros da igreja.
    “Como membro da Igreja, me deparava com outros membros que queriam trabalhar como obreiros, queriam se fixar na Palavra de Deus e sofriam com a situação matrimonial em desacordo com os princípios que agora eles seguem. Esse incômodo na vida das pessoas me motivou a correr atrás de recursos que pudessem facilitar a regularização de suas situações matrimoniais e agora poderemos celebrar este momento tão bonito”, disse ele que é filho do missionário R.R. Soares.
    Os casais contemplados são moradores de diversas cidades fluminenses: Niterói, São Gonçalo, Piedade, Curicica, Piratininga, Madureira e outros que puderam aproveitar o coquetel pós cerimônia ao lado de seus convidados.

    JACO - ISRAEL

    De todos os relatos da Torá, este é um dos mais envoltos em mistério. Conta-nos a história da luta entre um ser humano e um anjo e a da ...