quarta-feira, 12 de março de 2014

Após PMDB, PSC também se declara independente do governo na Câmara

Em mais um revés para o Planalto, o líder do PSC (Partido Social Cristão) na Câmara dos Deputados, Andre Moura (SE), anunciou nesta quarta-feira (12) que a sigla,assim como o PMDB, também votará as matérias de maneira "independente".
A bancada do PSC conta com 13 deputados na Casa, incluindo o Pastor Marco Feliciano (SP), e integra a bancada evangélica, que representa um público estratégico para a presidente Dilma Rousseff na sua campanha à reeleição. Feliciano foi, em 2013, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, com a ajuda do PT, que não indicou representante para o colegiado.
"Vamos agir com independência e encaminhar as matérias da maneira que for melhor para o país", afirmou Moura. "Vamos dizer 'sim' quando entendermos que for melhor e 'não' quando acharmos que não será melhor."
O líder do PSC ressaltou, porém, que isso não significa que a sigla esteja rompendo com o governo. "Não estamos rompendo nem aderindo à oposição."
No total, dos 513 deputados federais, 70 parlamentares de 15 partidos formam a bancada evangélica na Câmara.

TAPETE ANTI CARRAPATOS E ANTI PULGAS HMASTER


Marcelo Rebello idealizador do Salão Internacional Gospel, fala sobre números do setor, mercado de feiras e expectativas para a edição de 2014.

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1)  São mais de 31 anos de conversão, 24 de ministério, 18 anos trabalhando no meio gospel e 3 anos à frente do Salão Internacional Gospel. Que impressões tem a respeito dessa alavancada no crescimento dos evangélicos no Brasil?
Marcelo Rebello: Na última década, os evangélicos se multiplicaram em um ritmo frenético, consequência principalmente do aumento do número de igrejas neo liberais e neo pentecostais e do declínio do catolicismo em nosso país. É uma mudança comportamental e cultural. Uma verdadeira revolução religiosa no Brasil. Ao mesmo tempo, me preocupo com a qualidade teológica deste 'boom'. Nem sempre a quantidade é sinônimo de qualidade. Hoje em dia existe uma grande variedade de denominações e de vertentes e é necessário certo cuidado na hora de escolher onde congregar. Agora, é fato que o crescimento trouxe consigo uma grande oportunidade de transformação e nem todo mundo está preparado para este momento. De uma hora para outra, as pessoas começaram a despertar para a mensagem do evangelho, para o poder da fé e do quanto é bom ser cristão: uma mensagem positiva, que transforma para melhor as pessoas, tanto espiritualmente, quanto socialmente. O perigo, no entanto, está em não deixar que a busca pelo aumento de fiéis perverta a cerne da mensagem, deturpe os valores e nem tampouco abra precedentes para o aproveitamento desmedido da fé alheia em benefício próprio. Há de se aprender muito ainda com este novo quadro. Em um país com mais de 500 anos, há apenas 10 os evangélicos começaram a ter a expressão e a influência perante as demais camadas da sociedade e, como em tudo que é novo, existe a necessidade de adaptação de todos. Mas em linhas gerais vejo com muito bons olhos o meu país ser o celeiro e o local de uma revolução como esta, a longo prazo é uma tendência que haja uma melhoria social, se houver um engajamento real e não superficial dos novos fiéis.
2) Que números interessantes tem sobre esse setor?
Marcelo Rebello: Tenho estudado e pesquisado profundamente o setor evangélico há mais de uma década e, aos poucos, estamos conseguindo compor uma grande base de dados e uma linha confiável de tabulação e análise do perfil desta nova realidade religiosa brasileira. Tanto que este mês servimos como fonte para matéria em um dos mais importantes jornais de economia do Brasil, o Correio Braziliense. Ainda existem muitos dados a serem coletados, mas entre os principais podemos destacar o crescimento a taxas de 14% ao ano do setor, onde são abertos mais de 14.000 templos anualmente em todo o Brasil, que já conta com mais de 220.000 no total, movimentando em torno de R$ 15 bilhões de reais em 2013. Para que se tenha uma ideia da importância econômica dos evangélicos, hoje detém o segundo lugar na venda de CDs e DVDs. Praticamente metade da venda de instrumentos musicais no Brasil é feita para cristãos, movimentando cerca de R$ 330 milhões de reais. Se somarmos venda de discos mais produção de shows Gospel estamos falando de um segmento que movimenta mais de R$ 2 bilhões de reais, gerando emprego, renda e arrecadação de impostos (até porque o índice de pirataria é muito menor que no mercado secular). Isso sem falar do mercado editorial, onde o crescimento também tem sido notado e a cada dia aparecem mais e mais best-sellers, como foi o caso do livro "Casamento Blindado", da Thomas Nelson Brasil, que vendeu mais de 1 milhão de cópias só no ano passado. Enfim, é um grande setor e para nós é uma grande responsabilidade estar à frente da feira que representa um segmento como este, só faz aumentar a busca incessante pela evolução profissional, a seriedade e a sobriedade na administração do evento.

III FLIC Salão Gospel em contagem regressiva para setembro de 2014


Em busca da comunhão, a III FLIC Salão Gospel, que acontece de 18 a 20 de Setembro de 2014, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo acompanha e representa toda a efervescência, popularidade e profissionalização de um setor abençoado por Deus e bonito por natureza, que não conhece crise e não para de crescer.
Só a Música Gospel brasileira hoje é um sucesso! Fatura bilhões e chama a atenção de todos dispostos a mergulhar nesse mar de ritmos e cifrões, cheio de oportunidades e grandes peixes. Pesquisas recentes revelam que esse segmento promissor que cresce 14% ao ano é um dos mais rentáveis no país. Segundo dados da Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), o estilo está presente entre os 20 CDs mais vendidos no Brasil. A Música Gospel, que tinha espaço apenas dentro das igrejas no início do século XIX, hoje é executada em todos os cantos do mundo. No Brasil, espalhada em hipermercados, lojas de conveniência e lojas de discos, ela é um sucesso! E não existe exagero nos números, não. A verdade é que atualmente o mercado evangélico brasileiro movimenta cerca de R$ 15 bilhões por ano. É o segundo lugar em volume de vendas, são R$ 330 milhões em venda de instrumentos musicais, acessórios e sonorização de um total de R$ 650 milhões, mais de R$ 500 milhões em venda de CD's e DVD´s. Na literatura, os livros também dão impulso ao total de 15 bilhões de reais de faturamento anual do mercado gospel, que pode continuar crescendo este ano de 2014. Todo ano, pastores lançam livros que se tornam best-sellers com mais de 100 mil cópias vendidas. Exemplo disso, em 2013, foi o livro "Casamento Blindado", escrito por Cristina e Renato Cardoso, da editora Thomas Nelson. Um sucesso editorial com venda de mais de 1 milhão de exemplares! As editoras cristãs já são 150 no país, sendo 60 de grande porte. Em média são 3 mil novos títulos lançados anualmente. "O desejo por um crescimento espiritual impulsiona a divulgação da palavra de Deus, que, claro, envolve um grande mercado editorial", ressalta Reiner Lorenz, diretor executivo da Associação dos Editores Cristãos (Asec).

Só o segmento gospel gera mais de 2 milhões de empregos. São mais de 2 bilhões de venda de discos mais produções de shows. Por ano abrem-se mais de 14.000 igrejas evangélicas no Brasil. Diariamente, as igrejas recebem novos convertidos, que passam a consumir vorazmente os produtos cristãos. E a música, que é o carro-chefe deles, é o único segmento fonográfico que cresce em venda de discos no País. Além desses, outros números chamam a atenção: recente matéria publicada na Revista Veja chegou a classificar o segmento como "um mercado que não conhece crise" por ser pouco afetado pela pirataria moderna e pelo compartilhamento de mp3 na Internet. O que era antes um mercado pequeno, fechado em si, com produções de baixa qualidade, passou a ser um mercado forte e com um poder econômico avassalador. Segundo a revista e homens de marketing do setor, são 600 rádios brasileiras que transmitem programação Gospel no Brasil, 157 gravadoras. Sendo que a faixa etária que concentra a maioria dos fãs do gênero é de 25 a 40 anos, onde 66% são do público feminino e 56% da Classe C. Marcelo Rebello, um dos idealizadores da feira e também teólogo que dá palestras sobre marketing e religião, reforça: são 4.500 artistas e bandas onde são lançados no mínimo 10 CDS por mês. Ele prevê, segundo estudos feitos pela Sepal, que em 2020 os evangélicos chegarão à marca de 109,3 milhões (52%), num total de 209,3 milhões de brasileiros, isto obviamente se a taxa de crescimento se mantiver nos patamares anteriores, sendo metade da população brasileira formada por evangélicos.
Na esfera política, primeiro no Estado do Rio de Janeiro, a Música Gospel foi reconhecida como manifestação cultural e está inclusa na Lei 5.826, de 20 de Setembro de 2010, de autoria do Deputado Edson Albertassi, sancionada pelo Governador Sérgio Cabral. A lei criou facilidades na obtenção de patrocínios de empresas privadas para os eventos, ampliando ações e estimulando o crescimento do segmento. Em Janeiro de 2012, houve o reconhecimento nacional da Música Gospel como manifestação cultural. A Lei 12.590 foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff, alterando a Lei Rouanet para estender os benefícios da renúncia fiscal também à Música Gospel. O texto abrange no escopo da Lei Rouanet (legislação que define o leque de atividades culturais passíveis de financiamento público), o artigo 31-A, que estabelece o seguinte: "Para os efeitos desta Lei, ficam reconhecidos como manifestação cultural a Música Gospel e os eventos a ela relacionados, exceto aqueles promovidos por igrejas." O maior país católico da América Latina está cada vez mais evangélico!
O termômetro de todos esses números é a popularização do estilo, notado nos últimos anos na grande imprensa brasileira, que abriu as portas de vez para essa fatia da sociedade. Estamos diante de uma verdadeira revolução dos evangélicos, onde os mesmos se destacam através de sua cultura, hábitos, criatividade, mas, principalmente, pelo seu poder econômico. Exemplo recente foi a matéria que saiu na Folha de São Paulo falando sobre a Exposição "Sabe o nome da Igreja?" que acontece agora, em 2014, dentro do Salão Gospel, onde os curadores da exposição promovem uma reflexão sobre esse crescimento dos evangélicos, dos templos pobres e milionários e suas criatividades na hora de escolher os nomes das igrejas. É uma verdadeira auto reflexão. "Eu, evangélico, pensando no crescimento dos evangélicos". Segundo os curadores muito se ganhou e se perdeu. Além disso, quem visitar a feira poderá visitar o Museu da Bíblia, o Espaço Hip Hop Gospel,Exposição ISRAEL em foco, mais de 250 atrações musicais, diversos estandes com lançamentos e novidades e dentro da feira acontecem palestras, seminários para profissionais do setor, cultos, peças teatrais, além do esperado Prêmio da Literatura Cristã "Areté". Tudo isso e muito mais gratuitamente, em uma área que compreende 2 pavilhões mais 9 auditórios funcionando simultaneamente. O evento será aberto ao público nos três dias.
Luciana Mazza
Grupo MR1
III FLIC SALÃO GOSPEL
013 78135186

Estudo afirma que jovens de hoje são menos religiosos e mais liberais


Em um estudo recente desenvolvido pelo centro de pesquisas Pew Research, indicou que a geração de jovens do atual milênio nos Estados Unidos são menos religiosos, com menor propensão a acreditar em Deus, comparados aos indivíduos mais velhos.

A pesquisa feita com pessoas na faixa etária dos 18 aos 33 anos, revela também que os jovens do novo milênio estão com um comportamento mais despreocupado, sem tomar posições quanto à religião ou política, desconfiados das pessoas, mas otimistas quanto ao futuro dos EUA.

De acordo com a fonte, os índices do levantamento atingem o mais elevado nível de desfiliação religiosa e política para qualquer geração em um quarto de século, que a agência de pesquisas já sondou. E quem ainda se interessa pelas questões políticas ou sociais, exibem tendência democrata com visões liberais.

O estudo também acrescenta que os jovens do novo milênio mais politizados creem em um governo ativista que apoie a quebra de tabus mais polêmicos como o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a legalização da maconha.

Na sequência, consta que apenas um quarto da geração atual é casada, e a maioria até preferia deixar o estado de solteiro de lado, contudo deseja estabilizar uma base econômica sólida antes de assumir o matrimônio, especialmente os jovens com níveis mais baixos de renda e educação.

O estudo foi baseado em uma análise feita entre os dias 14 e 23 de fevereiro de 2014, entre 1.821 jovens em todo os Estados Unidos, incluindo 617 da geração que cresceu no novo milênio. Também foram avaliadas pesquisas desenvolvidas pelo Pew Research entre 1990 e 2014.

Surgido na década de 1990, o Pew Research é um centro de pesquisas, baseado na capital norte-americana de Washington D.C., que se encarrega de oferecer dados a respeito de questões sociais e opinião pública, por meio de diversos mecanismos especializados, entre eles o Pew Forum on Religion and Public Life, voltado para estudar a postura das pessoas sobre crenças.

Fonte: The Christian Post

Igreja Mundial estaria perdendo fiéis para a Igreja Universal


O motivo seria a Igreja Universal que passou a ocupar os horários que antes eram locados pela Mundial em emissoras do Grupo Bandeirantes, segundo o jornalista Lauro Jardim, da revista Veja.

A Igreja Mundial do Poder de Deus estaria atravessando um momento de perda de fiéis em seus cultos, e boa parte dos líderes que assessoram o apóstolo Valdemiro Santiago crê que seja efeito da ausência da denominação na TV.

De acordo com o jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, “a turma de Valdemiro Santiago calcula que caiu pela metade a plateia de fieis nos cultos” desde que a Igreja Universal passou a ocupar os horários que antes eram locados pela Mundial em emissoras do Grupo Bandeirantes.

Até o final de 2013, a denominação de Santiago arrendava boa parte da programação do Canal 21 e ocupava as madrugadas da Band com a exibição de cultos e programas. Por conta de supostos desvios de dízimos e ofertas, a Mundial atrasou o pagamento dos aluguéis e a Igreja Universal fez uma proposta para ocupar seu lugar, o que foi aceito pela direção da Band.

Muito se especulou na mídia que a iniciativa da denominação liderada pelo bispo Edir Macedo era uma estratégia para recuperar fiéis que haviam migrado para a Mundial. Segundo Jardim, “surtiu efeito a estratégia de Macedo com o seu maior rival”.

Fonte: Gospel+

Funkeiro ataca Edir Macedo no “Cidade Alerta"


O programa “Cidade Alerta” do Espírito Santo causou um enorme desconforto na Record na última sexta-feira (7).


O noticiário policialesco recebeu o funkeiro MC Jefinho Faraó como convidado especial em homenagem ao Dia da Mulher.
O rapaz, famoso por seus funks de conteúdo erótico, cantou vários de seus sucessos no programa, tudo com direito a coreografia e gracinhas do apresentador de plantão, Ricardo Martins. O problema é que um dos sucessos é um ataque direto ao dono da emissora, Edir Macedo, Líder da Igreja Universal do Reino de Deus.
A confusão ocorreu quase no final do programa, quando o âncora do noticiário, que falou durante vários momentos que estava com “dor de barriga”, deixou o programa na mão do funkeiro, que seguiu cantando no ar.
Em uma dessas escapadas do apresentador para ir ao banheiro, Mc Jefinho cantou no “Cidade Alerta” um funk com rimas pesadas contra os pastores evangélicos.
O refrão da música : “Oooo Pastor Marginal, da Igreja… foi quem pegou nosso dinheiro, pega ele e dá um pau”
E seguiu: “Lembro dele no Maracanã, à toa ele sorria, ele ficou rico da noite para o dia”.
Na música original, Jefinho fala claramente sobre o líder da Igreja Universal, Edir Macedo.
Nos bastidores da Record, o ocorrido gerou uma enorme confusão, que pode acarretar em demissões.
Segue a participação de Mc Jefinho no “Cidade Alerta”. A música “Pastor Marginal” surge aos 9 minutos do vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=oj5O594P2mY


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