domingo, 6 de maio de 2012

frases ofensivas foram pichadas em fachada de igreja

Pichações em vermelho com frases vulgares e ofensivas chamaram a atenção da cidade de Santa Helena, no interior do Paraná. O vandalismo foi feito na fachada principal da matriz da Igreja Católica. Com ajuda da população, de pouco mais de 23 mil habitantes, a polícia prendeu rapidamente três suspeitos.
Assista ao vídeo com a notícia na íntegra.
Polêmica
O pastor e deputado Marco Feliciano se mostrou indignado com a maneira que o apresentador PC Siqueira da MTV Brasil abordou o fato das pichações na igreja em Santa Helena (PR), durante programa veiculado no dia 3 de maio, com o tema ‘Cosméticos, Deus gay e Sorvete de bacon’.
“Este apresentador, ciente da sua incapacidade de atrair público, extravasa sua ‘brutalidade na melhor forma’ segundo suas próprias palavras e, em busca de sensacionalismo, mostra a pichação de uma Igreja Católica no Paraná, onde está escrito ‘Deus é gay’, gerando grande indignação não apenas entre os católicos, mas também entre os evangélicos e demais cristãos em geral”, declarou o pastor Marco Feliciano em seu blog.
Pr. Marco Feliciano afirmou que o fato é uma verdadeira afronta
“Na sequência deste mesmo programa, não satisfeito com sua ‘contracultura’, o apresentador pede para que os telespectadores enviem fotos como as da igreja pichada e promete que as mais ‘geniais’ (palavras do apresentador) serão publicadas pela MTV Brasil, numa verdadeira cruzada ultrajante e herege, para impressionar pessoas de má fé e mal intencionadas e os levar a cometer este verdadeiro sacrilégio, contra Deus Pai Todo Poderoso e Sua Casa, Lugar Sagrado e Venerável”, disse o pastor.
Pastor Marco Feliciano tornou pública sua indignação, durante entrevista nesta sexta-feira, 4, e está mobilizando as bancadas evangélica e católica no Congresso Nacional contra o que chamou de “verdadeira afronta, que visa profanar e perseguir o Povo de Deus”.
Fonte: UOL e Blog Pr. Marco Feliciano

Grupo de católicos e evangélicos alerta sobre a perseguição ao cristianismo no Ocidente

Grupo de católicos e evangélicos alerta sobre a perseguição ao cristianismo no Ocidente
O grupo Evangélicos e Católicos Juntos (Evangelicals and Catholics Together) elaborou um artigo para alertar sobre a falta de liberdade religiosa que tem ameaçado o cristianismo no Ocidente, principalmente nos Estados Unidos, Canadá e na Europa, mesmo sendo países democráticos.
Intitulado de “Em defesa da liberdade religiosa” o texto tem como objetivo denunciar os ataques que os cristãos têm recebido, dizendo que se trata de uma “ameaça mundial” já que em muitos desses países as crenças religiosas estão sendo consideradas como intolerância.
“No Ocidente certas crenças religiosas agora são consideradas como intolerância, e os pastores enfrentam grande perigo, tanto cultural como jurídico, ao pregar a verdade bíblica”, diz trecho do texto que pode ser lido na íntegra no site First Things.
O grupo Evangélicos e Católicos Juntos foi fundado em 1994 e é coordenado por teólogos, pastor, padres e educadores. Na época de sua criação a tema sobre liberdade religiosa estava em pauta, mas nos últimos anos o assunto tem sido esquecido e o objetivo do grupo e trazer à tona novamente as questões a esse respeito.
Eles citam as constantes ações que tentam separar o Estado da Igreja, apenas “esvaziando” os locais públicos de expressões religiosas. O grupo defende sim a separação, mas uma separação real.
“Não se pode exigir na base da separação de Igreja e Estado uma praça pública sem convicções religiosas e morais, já que a separação legal tem por objetivo proteger a liberdade de convicção, não o promover o exílio da religião da vida pública”, dizem os autores do texto.
A culpa é tanto dos cristãos como dos descrentes
Para eles os cristãos também são culpados por essa onda de manifestações que visam retirar nomes, faixas, símbolos e qualquer outra sinal de ligação religiosa de locais públicos. “Temos fracassado com frequência em querer viver esta liberdade, perseguindo a outras religiões e fazendo o uso de métodos coercivos de proselitismo”, diz o grupo.
Para tentar impedir que essa perseguição ao cristianismo aumente, eles propõem tanto aos crentes como aos descrentes que cumpram o papel de cidadão de forma igualitária no plano público para que o espaço real de liberdade e debate seja criado.
Traduzido e adaptado de Protestante Digital


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/grupo-de-catolicos-e-evangelicos-alerta-sobre-a-perseguicao-ao-cristianismo-no-ocidente/#ixzz1u6ikYuuA

CONFIAR EM DEUS , OU SE PERDER NO NADA.

É bom demais quando Deus fala aos nossos corações .
E nesses dias , meditando no livro de 2° Cronicas 20 , versículos 10 e 11 - Agora, pois, eis que os filhos de Amom, e de Moabe e os das montanhas de Seir, pelos quais não permitiste passar a Israel, quando vinham da terra do Egito, mas deles se desviaram e não os destruíram,- Eis que nos dão o pago, vindo para lançar-nos fora da tua herança, que nos fizeste herdar.
Me ví , diante de uma situação onde muitos desistiriam , mesmo tendo visto e participado de grandes demostrações do poder sobre natural de Deus.
Deus havia feito maravilhas , mas diante das primeiras dificuldades fora do Egito o povo reclamou.
Quando Deus diz para você fazer algo , creia apenas ,pois Ele assume todos os riscos em seu favor.
Deus  é Deus de uma só palavra.

A Travessia do Mar Vermelho

Deus não permitiu que o povo seguisse a rota direta ao longo da costa do Mediterrâneo para Canaã, conhecido como "o caminho dos filisteus" (que seria uma viagem de poucas semanas).
Tal rota era fortemente guardada por soldados egípcios. O povo era pacífico, acostumado a uma vida servil, ou pastoril. Tinham com eles suas famílias e o seu gado. Seria fácil desanimarem ao ver a oposição de exércitos inimigos e debandar de volta à relativa tranquilidade do Egito.
Se Deus não nos leva diretamente ao nosso objetivo, não devemos desanimar: Ele sabe melhor o que existe pelo caminho, e podemos seguí-lo confiantes em Sua sabedoria.
Tendo saído de Ramessés e ido para Sucote (40 kms.), continuaram indo para o sul até Etã (32 kms.). Em seguida, viraram para o norte e foram até Baal-Zefom (Baal-do-Norte - 40 kms.), voltando quase em linha paralela ao caminho pelo qual tinham vindo, rodeando perto do mar Vermelho. Isto Deus fez para confundir o faraó, que pensaria que eles estavam desorientados, perdidos no deserto.
Apesar das centenas de anos decorridos desde a morte de José,

CREIA NAS PROMESSAS , MESMO DIANTE DE EVIDÊNCIAS CONTRARIAS.
Moisés não se esqueceu da promessa antes dele morrer (Gênesis 50:25), e levou seus ossos nesta viagem.

O povo ia em ordem, todos bem organizados, cada um em seu lugar dentro da multidão.
Para guiar o povo, o SENHOR ia adiante deles, visível como uma coluna de núvem de dia, e coluna de fogo à noite, alumiando-os, para que pudessem andar de dia e de noite. Também temos a sua Palavra que nos alumia o caminho da vida, disponível a qualquer hora.


Este povo tinha o que nenhum outro povo jamais teve: a Glória, a presença visível de Deus (Romanos 9:4). Nem mesmo à igreja foi isto dado na terra. Deus nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo (Efésios 1:3). Eles aguardavam a vinda de Cristo, para nós ela é um evento histórico, no passado. Não precisamos da presença visível de Deus para andar pela fé.


É óbvio que a manobra estranha desta multidão pelo deserto serviu para fazer Faraó e seus oficiais refletirem no prejuízo que iriam sofrer por terem deixado seus servos ir embora, e tomar a decisão de ir atrás deles para forçá-los a voltar. Tudo isto estava nos planos de Deus: Ele iria definitivamente mostrar aos egípcios que Ele é o SENHOR.

NÃO SE ASSUSTE DIANTE DOS ATAQUES DOS INFERNOS , DEUS É CONTIGO .
O faraó aprontou seu carro, seiscentos carros escolhidos e todos os carros do Egito com seus capitães.


 Cada carro levava dois guerreiros: um para conduzí-lo e outro para usar as armas que levava, uma espécie de tanque primitivo. Ele se compunha de um chassis de madeira ou couro sobre duas rodas, puxado por cavalos. Era uma força poderosa para usar contra um povo desarmado, a maior parte do qual era composto de mulheres, velhos e crianças. O faraó não tinha dúvidas quanto ao sucesso da sua ofensiva.
Com seu equipamento veloz, o faraó e seu exército facilmente alcançaram os israelitas, defronte de Baal-Zefom. Vendo-se apertados entre o exército do faraó e o Mar Vermelho, os israelitas pensaram que iam morrer no deserto e foram reclamar amargamente a Moisés. Com sarcasmo eles mencionaram os sepulcros no Egito, pois os egípcios eram notórios por sua obsessão com túmulos.


NÃO DESISTA , QUANDO DEUS FALA VAI , ELE ASSINA EM BAIXO . APENAS  CONFIE.








Quando estavam debaixo da dura servidão no Egito, os israelitas haviam clamado por livramento (Êxodo 2:23). O SENHOR atendera ao seu clamor e os tirara da servidão. Mas, assim que se sentiram em perigo, temeram a morte e reclamaram de Moisés dizendo que preferiam a servidão.

Eles nada podiam fazer por si mesmos, e não tinham esperança sem o socorro divino.
É a situação de toda a humanidade, pois o mundo é um lugar sem esperança: um grande cemitério, pois a maioria pensa que esse é o seu fim (Romanos 5:12).

Tendo presenciado a forte mão de Deus em seu livramento, seria de esperar que teriam suficiente fé nEle para não se desesperarem desta forma. Esta foi a primeira entre muitas ocasiões em que este povo reclamou contra Moisés e contra o SENHOR por terem sido tirados da servidão do Egito. É um exemplo para nós, a fim de que aprendamos a confiar no poder de Deus: sabendo o que Ele fez no passado, podemos enfrentar as crises desta vida com confiança, sem medo e reclamações.
Opovo estava enfurecido e desesperado, mas Moisés os animou a esperar e ver como o SENHOR iria fazer o livramento para eles. Profeticamente, Moisés anunciou que este povo nunca mais veria os egípcios depois de seu livramento.

Talvez não sejamos perseguidos por um exército, mas às vezes nos sentimos cercados pelo mal, num beco sem saída. Sigamos o conselho de Moisés: não devemos temer, mas confiar no livramento que certamente o SENHOR nos concederá.


O SENHOR disse a Moisés para acabar com esse clamor, e tocar o povo para a frente. A oração tem um lugar importante em nossas vidas, mas devemos também agir com os meios ao nosso alcance.


 Às vezes sabemos o que é necessário fazer, mas adiamos com a desculpa que estamos pedindo maior direção de Deus.


Parecia não haver para onde ir, mas o SENHOR mandou o povo seguir, e prometeu abrir um caminho para eles pelo mar.

O Anjo de Deus saiu da frente deles com a coluna de núvem e se colocou atrás, entre eles e os egípcios, dando luz aos israelitas através da noite, e escuridão com densa neblina para os egípcios de forma que não podiam aproximar-se.
Com a obediência de Moisés e do povo, o Criador dos céus e da terra provou o Seu domínio sobre o que havia criado: fez soprar um forte vento oriental que, não somente abriu um caminho através do mar até a outra margem, mas secou o fundo de forma que todos os israelitas o atravessaram a pé enxuto.
O exército egípcio eventualmente descobriu o que se passava, e partiu em perseguição, indo até o meio do mar. Mas o SENHOR, de madrugada (entre as duas horas da manhã e o nascer do sol) lhes emperrou as rodas dos carros (talvez atolando-os), e tiveram que ir devagar, com dificuldade. Quando estavam desistindo da perseguição o SENHOR mandou que Moisés estendesse sua mão sobre o mar, e o mar se fechou sobre os egípcios, ao romper da manhã, morrendo todos os cavalarianos do exército egípcio.
Israel, no começo da sua viagem para a terra prometida, viu assim o poder de Deus, não somente remindo os seus primogênitos mediante o sangue do cordeiro, mas livrando-os do poder dos egípcios mediante o Seu poder.
 Isto nos fala da redenção que temos da pena do pecado mediante o sangue de Cristo, o Cordeiro de Deus, e o livramento do poder do pecado que está ao nosso alcance mediante o Seu poder supremo, ao seguirmos o Seu caminho.
Moisés e os homens israelitas, em sua alegria, compuzeram o primeiro hino que encontramos na Bíblia, e, segundo os estudiosos, o primeiro registrado em todo o mundo.

 Eles então cantaram em louvor ao SENHOR com acompanhamento de música e danças por todas as mulheres (lideradas por Miriam [que se traduz Maria], irmã de Moisés, com seus noventa e tantos anos).

VIA GRITOS DE ALERTA

O Racionalismo moderno

 

Vimos como pouco depois do seu início, as igrejas de Deus foram prejudicadas com a doutrina dos nicolaítas, o clericalismo, que desenvolveu um ritualismo destruidor da livre compreensão e obediência às Escrituras. Com a Reforma Protestante as igrejas em grande parte se livraram do ritualismo, mas o clericalismo ficou nas maiores instituições.
Enquanto anteriormente as Escrituras haviam sido escondidas, elas agora estavam disponíveis, traduzidas no idioma do povo, a baixo preço para o alcance de todos. O inimigo, portanto, esforçou-se para desacreditá-las.

No século 19 surgiu o racionalismo. O racionalismo põe de lado a revelação divina das Escrituras, assume que a mente humana, a Razão, é suficiente para que o homem encontre a verdade e consiga maior bem. O avanço científico sem precedentes deu uma melhor compreensão do trabalho de Deus na criação, mas também fez com que alguns desejassem explicar a criação sem levar em conta a presença de Deus.
Com isso foi necessário provar que o relato sobre a criação dado no livro de Gênesis não veio de inspiração divina, mas da ignorância de homens que, por terem vivido muito antes dos nossos tempos, saberiam muito menos do que nós. À medida que se faziam novas descobertas, novas teorias surgiam sobre como teria sido a criação, culminando com a publicação “A Origem das Espécies” de Charles Darwin em 1859.
Os que vieram a crer na teoria de evolução (que tem sido mudada incontáveis vezes depois de Darwin) abandonaram a fé na Bíblia como livro inspirado palavra-por-palavra por Deus no original. A Bíblia começa pela criação do mundo em seis dias, do homem e do seu pecado original. Se isso não for um fato real, deixa de haver necessidade da sua redenção. Para esses, portanto, o Evangelho não tem sentido, nem o novo nascimento.
Uma ala dos racionalistas entende que não há revelação inspirada, não há um Criador, nem um Filho de Deus que se fez homem por amor de pecadores para que, pela Sua morte e ressurreição, pudesse abrir o caminho de volta a Deus.
Concomitantemente, foi feito outro ataque à Bíblia mediante a crítica do seu texto. Não se pode negar que é de interesse para todos nós o estudo dos novos textos antigos que vieram à tona durante o século 19, a descoberta das circunstâncias históricas e geográficas em que os vários livros da Bíblia foram escritos, bem como o exame do seu conteúdo literário, com isto aprendendo mais sobre a sua origem.
Mas os racionalistas têm feito um exame frio das Escrituras, considerando apenas os seus autores humanos, sem levar em conta o seu Autor divino, e disto surgiram várias teorias estranhas, por exemplo: a existência de autores diferentes de porções bíblicas em cada livro, o obscurecimento da personalidade de Moisés, a rejeição de milagres alegando que surgiram de mau entendimento, a negação da existência de Abraão e outros vultos do Velho Testamento alegando que eram personalidades mitológicas, etc.
Essas teorias levaram muitos a duvidar do texto bíblico, e a adaptar a sua doutrina, reduzindo Jesus Cristo a um bom homem que foi mal entendido, mas um exemplo para ser seguido. Prometem que seus ensinos nos tornarão em melhores pessoas, elevarão a moral e poderão trazer paz universal, prosperidade e espírito de irmandade. A esperança da volta do Senhor para governar o mundo não é deles, pois não crêem na Pessoa que veio.
Em retrospecto, vemos agora que:
  1. O ritualismo acrescentou tradição ao conteúdo bíblico, deu à tradição mais importância e depois escondeu a Bíblia para que ficasse apenas a tradição.
  2. O racionalismo procurou invalidar a Bíblia:
    • aceitando a teoria da evolução das espécies, portanto negando o pecado original por Adão e pondo em dúvida até mesmo a existência de Deus
    • negando a inspiração divina do texto das Escrituras, pondo em dúvida os escritores e relegando a fábulas grande parte do seu conteúdo. Efetivamente tirou porções da Bíblia, minando e destruindo a sua credibilidade.
Tanto o ritualismo como o racionalismo permeiam os seminários e as mentes dos teólogos e ministros das maiores instituições humanas que ainda se chamam cristãs, e impedem os pecadores de encontrarem o Salvador.
A alta crítica trouxe divisões dentro das igrejas anglicanas, presbiterianas, metodistas e outras. As igrejas que permaneceram crentes na inspiração bíblica e obedientes ao seu texto passaram a ser conhecidas como “evangélicas” no século passado, embora continuando com a mesma denominação original.

Os mórmons

Esta não é uma seita cristã, embora adotem o nome de “Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.
Começou no século 19, nos EUA, com um homem chamado Joseph Smith, analfabeto e de má reputação. Ele não só era um mentiroso destituído de consciência, mas também usava de um linguajar sórdido e se comportava com uma indecência indescritível. Fugindo dos agentes da lei que o procuravam por causa das suas fraudes, ele se instalou fora do alcance deles no estado de Illinois, e ali tomou para si diversas “esposas”. Sendo já fundador e líder da sua “igreja”, ele justificou sua atuação mediante uma “revelação” conveniente, nauseante em seu conteúdo.
Joseph Smith fundou a “igreja” de Mórmon, declarando-se vidente, tradutor, profeta, apóstolo de Jesus Cristo, e ancião da Igreja. Seu fim foi trágico: uma vez, com seu cúmplice chamado Rigdon (um charlatão que começou como pastor batista) teve que fugir da polícia por ter obtido dinheiro fraudulentamente emitindo ações de um banco inexistente. Após mais logros o principal dos seus acompanhantes ameaçou denunciá-lo, o que deu início a uma briga resultando em seu aprisionamento. A multidão, enfurecida, invadiu a prisão e o matou. Infelizmente isso deu aos seus acompanhantes a oportunidade de declarar que ele fora martirizado!
Quando Joseph Smith morreu, Brigham Young, que se denominava “o maior dos doze apóstolos” excomungou seu comparsa Rigdon, e fugiu com os membros da “igreja” em 1847 para o estado de Utah (naquele tempo pertencente ao México) para escapar das leis dos Estados Unidos, contrárias à poligamia e outras práticas. Eles se estabeleceram em Salt Lake City, e Brigham Young morreu em 1877 deixando uma fortuna imensa, 17 esposas e 56 filhos e filhas. Quando Utah passou a pertencer aos Estados Unidos, eles tiveram que se submeter às suas leis, mas a poligamia ainda faz parte de suas doutrinas, e muitos a praticam às escondidas nos países onde as leis não a permitem.
Os mórmons baseiam toda a sua doutrina no que chamam de Livro Sagrado de Mórmon, e no seu Livro das Doutrinas e Alianças.
  1. O Livro de Mórmon foi ditado, segundo dizem, por detrás de uma cortina, por Joseph Smith primeiramente a Martin Harris e depois a Oliver Cowdery, todos norte-americanos. Joseph Smith alegou que um anjo mostrou-lhe onde estavam enterradas umas tabuinhas de ouro escritas em língua desconhecida, e lhe deu dois cristais chamados Urim e Tumim, mediante os quais ele podia ler em inglês o conteúdo das tabuinhas, e isto foi o que ele ditou. Terminado o ditado, disse ele, as tabuinhas e os cristais foram levados pelo anjo, e assim ninguém mais os viu senão ele.
  2. O Livro das Doutrinas e Alianças contém, entre outras coisas, uma nova “revelação” que Joseph Smith disse ter recebido, justificando sua poligamia.
  3. As mais repugnantes “interpretações” são dadas aos fatos e doutrinas bíblicas. Por exemplo, ensinam que Deus é um homem exaltado, sempre melhorando, mas nunca perfeito, feito de carne e ossos como nós; Joseph Smith insistia que Deus o Pai viveu no mundo, assim como Jesus Cristo, e seu sucessor Brigham Young, ainda mais venerado que ele pela “igreja”, esclarece que Adão é Deus, o supremo Deus. E muito, muito mais desse gênero.
Eles dizem que todas as igrejas cristãs são anátema (invertendo o que a Palavra de Deus chama a doutrina deles) e se consideram a única igreja de Deus, à qual todas as nações devem se submeter. Segundo eles, todas as igrejas ensinam doutrina falsa e estão debaixo da maldição de Deus.
No mormonismo existem dois elementos que obrigam seus seguidores a não deixá-lo:
  1. Misticismo: cada Mórmon veste o que chamam de vestidura dotal, contendo algarismos e símbolos de coisas muito importantes para ele. Ele recebe esta vestidura depois de participar de cerimônias secretas em seu templo, e os mórmons não ousam divulgar os segredos que lhes são ensinados ali.
  2. Batismo pelos mortos: uma das suas muitas doutrinas falsas. Consiste no ensino que ninguém pode ser salvo se não for batizado por eles, e que as almas dos mortos podem ser “libertadas” mediante o batismo de uma pessoa viva em seu lugar! Muitas de suas doutrinas, inclusive esta, só é ensinada à medida que o novato vai progredindo em seu discipulado, durante o qual seus mentores o submetem a juramentos e obrigações religiosas e materiais das quais ele dificilmente poderá escapar. É uma autocracia religiosa por parte dos seus sacerdotes que comandam tanto a vida religiosa, como a vida secular, dos que a ela pertencem.
Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito. Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo, conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.” (Judas 17 a 21).

AS IGREJAS DE DEUS CONFORME
O NOVO TESTAMENTO

O histórico das seitas nos mostra o cumprimento de várias profecias, a partir da parábola do grão de mostarda e da parábola do fermento.
A pureza do reino dos céus, representado pela igreja de Cristo visível no mundo, foi contaminada pelo pecado interno e invadida pelas doutrinas diabólicas de tal forma que, se o pecador descrente desejar encontrar a verdade e for procurá-la numa igreja que se chama cristã, ele se verá frustrado pelas denominações existentes e pela grande variedade de doutrinas e práticas que ali vai encontrar.
Como num supermercado, ele vê igrejas para todo o gosto. Mas poucas vão satisfazer a quem realmente procura saciar a sua sede espiritual, pois poucas apresentam a fonte da água viva, a luz do mundo, o caminho, a verdade e a vida que são exclusivamente o Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus. Nenhuma igreja, por maior, melhor, mais espetacular que seja, pode tomar o Seu lugar.
Apenas os Seus discípulos compõem a Sua igreja, que é o seu corpo espiritual aqui na terra. Eles são os que O recebem como seu Senhor e Salvador pessoal e obedecem aos Seus mandamentos, e à doutrina dos Seus apóstolos, como encontramos na Bíblia. As suas congregações, separadas geograficamente, são as igrejas locais que se reúnem em Seu nome.
Essas igrejas locais não são seitas, pois não são um partido religioso, nem são resultado de uma divisão, ou da perversão de um ensino. Elas não seguem o ensino de um homem, mas aprendem e praticam apenas aquilo que nos é revelado por Deus mesmo através da Sua Palavra inspirada, a Bíblia, sem acréscimos ou distorções. Como concluiu Campbell, a comunhão se consegue em “falar quando as Escrituras falam, e silenciar quando as Escrituras silenciam”. Há um poder unificante na verdade, explícita nas Escrituras.
Os discípulos, membros da igreja, não se dividem em classes: são todos iguais, com diferentes qualidades e dons espirituais que usam para benefício do grupo. Não existe um homem ou grupo dominante. A igreja é um organismo em que cada membro tem uma tarefa a cumprir, reconhecida pelos outros. Os que são reconhecidos como idôneos para estar na sua direção servem aos demais nessa posição, contribuindo para o ensino com a sua experiência e exemplo e pastoreando o rebanho pelo qual se tornam responsáveis.
Em matérias onde as Escrituras não são claras, podem existir opiniões diferentes, ou mesmo divergentes. Isto não é motivo para haver divisão ou facções. É motivo para oração a fim de que haja esclarecimento pela ação do Espírito Santo, e também oportunidade para mostrar longanimidade, que é fruto do Espírito.
Igrejas assim têm existido desde as primeiras reunidas pelos apóstolos. Através da história, elas têm surgido pelo mundo como resultado do desejo de obedecer ao Senhor Jesus Cristo e os seus apóstolos apenas, rejeitando as doutrinas e costumes que são estranhas às dos apóstolos, formando-se grupos, alguns muito pequenos, cada um consistindo em uma igreja de Deus.

LIÇÕES

O breve relato sobre o aparecimento das seitas, que expusemos, nos dá as seguintes lições a fim de não nos desviarmos pelo mesmo caminho que elas seguiram:
1) Obedecer fielmente ao que a Bíblia ensina, e nada mais. Os judaizantes e os gnósticos foram uma grande ameaça às primeiras igrejas. Temos outras grandes ameaças vindas de fora, ou mesmo de dentro: as tradições, o racionalismo, o pentecostalismo, etc. É o fermento dos fariseus e dos saduceus, contra o qual nos preveniu nosso Mestre, e dá origem a seitas.
2) Não admitir a doutrina dos nicolaítas, odiada pelo Senhor Jesus. A nenhum membro da igreja deve ser permitido destacar-se dos demais a ponto de deitar normas e tomar controle sobre a congregação, o que faz dela uma seita. Lembremos de Diótrefes, um dos pioneiros dessa doutrina, que até recusou receber o apóstolo João (3 João 1:9). Foi assim que surgiu o clericalismo, que extinguiu a liberdade da direção do Espírito Santo na igreja.
3) Não tomar uma denominação para se distinguir das demais igrejas: isto faz dela uma seita. Na igreja de Corinto Paulo combateu severamente os partidos e as denominações que a eles estavam sendo dadas, esclarecendo que eram da carne. Todo crente em Cristo e as igrejas de Deus devem ter comunhão com outros crentes salvos pela sua fé em Cristo. Quem não o fizer estará desobedecendo ao Senhor Jesus que nos mandou amar uns aos outros. A rejeição de comunhão não é compatível com o amor. Uma observação: muitas congregações de santos através da história foram apelidados pelos de fora, e pelos seus inimigos, de nomes que eles próprios rejeitavam, pois queriam ser apenas reconhecidos como cristãos. Os nomes ficaram, pois a história foi quase sempre escrita pelos seus inimigos.
4) Não se reunir com outras igrejas debaixo de uma só administração central, o que seria abandonar o exemplo dado pelas primeiras igrejas apostólicas. De um ponto de vista humano parece dar mais força ao conjunto, mas faz com que cada igreja participante se enfraqueça mais: é confiar na carne e não no Espírito. As igrejas que isto fazem perdem a liberdade que tinham quando dependiam inteiramente da providência de Deus, e se tornam sujeitas à liderança de um poder humano central, com as suas fraquezas. A federação as separa das igrejas que não são participantes, formando-se uma seita, como era a dos catolicistas. Eventualmente forma-se uma instituição religiosa, com os vícios que acompanham tais organizações.
5) Não fazer alianças políticas, ou com associações e agremiações humanas. Como corpo espiritual de Cristo, a igreja não pode se aliar a qualquer órgão “secular”. Fatalmente lhe virão obrigações e ela não pode servir a dois senhores. A igreja que assume tais obrigações torna-se em uma seita. Foi uma das causas fundamentais da ruína da seita católica romana. Tornou-se poderosa no mundo, mas perdeu toda a sua santidade, tendo até que acomodar o paganismo e a idolatria para satisfazer o poder político.
6) Cuidar da saúde espiritual dos membros, para que um não “adoeça” contraindo um pecado que não quer abandonar e contamine os demais com ele. É o fermento de Herodes, contra o qual nos precaveu o Mestre e é também o ensino de Hebreus 12:15: a raiz de amargura é uma citação de Deuteronômio 29:18 e indica o desejo de pecar, que resulta no pecado. Quando alguém resolve fazer o que sabe ser errado, isso se torna como uma raiz que brota sem controle e produz resultados inesperados, tendo repercussões em toda a igreja. É preciso “cortar o mal pela raiz” antes que isso aconteça e a igreja se transforme em uma seita.
7) Finalmente, “seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor” (Efésios 4:15,16). Uma igreja que, seguindo a verdade cresce em Cristo, sempre unida pelo amor do tipo daquele que Cristo mostrou por nós, tornar-se-á vigorosa e chegará à maturidade para o bem de seus membros, e para a salvação dos incrédulos mediante o seu testemunho.

As armas com as quais lutamos não são humanas; ao contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas. Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” (2 Coríntios 10:4-5 - NVI).


VIA GRITOS DE ALERTA

TIPOS DE CRENTE - RIA UM POUCO .

CRENTE BANANEIRA - SÓ DA FRUTO UMA VEZ NA VIDA , SE NÃO FOR CORTADO FICA OCUPANDO ESPAÇO DOS OUTROS.

Crente Bolha . Cresce bastante , voa bem alto , mas logo estoura. e some do mapa.


Crente Denorex . Parece Crente mas não é.

Crente Kiko do Chaves - esse não se mistura com a "gentalha"

Crente Balaão - enxerga espiritualmente menos que uma mula...

Crente Noé - Nunca as coisas são com ele, "Noé comigo irmão"

Crente 6h - Sempre dependendo da oração dos irmãos: "seis" ora por mim?"

Crente Aleluia Glória a Deus - Pastor pregando: "Porque o diabo veio para matar..." e o irmão: Aleluia Glória a Deus

Crente Pão de Fôrma - miolo mole, casca grossa, chato e quadrado

Crente Cabelereiro - trabalha só pra fazer a cabeça dos outros...

Crente Penta - Ainda pensa que Deus é 5: Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo, Maria e Santo Antônio

Crente Rivaldo - Se acha o bom e injustiçado!

Crente Carrinho-de-mão - alguém tem que empurrá-lo até a igreja.

Crente Trailler - alguém tem que puxá-lo até à igreja.

Crente Estrelinha de Jesus - qualquer coisa, sai da igreja.

Crente Bule - de “pô café” (pouca fé).

Crente Escoteiro - só aparece em época de acampamento.

Crente Kodak - vive de revelação.

Crente com Dom de Canto - fica lá no canto da igreja encostado, e não quer saber de trabalhar!

Crente Celular - só vive desligado ou fora de área.

Crente Machado - qualquer idéia, ele já corta.

CRENTE UM REAL - É MAIS CONHECIDO QUE NOTA DE UM REAL , NÃO PAGA NINGUEM , E MESMO QUE QUEIRA PAGAR NÃO VALE NADA ,






VIA GRITOS DE ALERTA

ANANIAS DE DAMASCO

 

Esse Ananias só aparece duas vezes na Bíblia, nos capítulos 9 e 22 de Atos, onde é relatada a tarefa importante que lhe foi designada imediatamente após a conversão de Saulo, ou Paulo.
Ananias nos é apresentado como sendo “um certo discípulo” em Damasco. A palavra “discípulo” só é usada nos Evangelhos e no livro de Atos, sendo 28 vezes ao todo. Sempre se refere ao aluno de alguém, em contraste com o mestre ou professor. Em todos os casos entende-se que a pessoa assim denominada não só aceita a opinião do professor, mas também pratica o que ele ensina.
Nos evangelhos lemos sobre os discípulos de João Batista (Mateus 9:14; Lucas 7:18; João 3:25), como também os dos fariseus (Mateus 22:16; Marcos 2:18; Lucas 5:33 ) e os de Moisés (João 9:28).
Mas o uso mais comum dessa palavra é para designar os seguidores de Jesus:
  • No sentido mais amplo (Mateus 10:42, Lucas 6:17, João 6:66, etc.), sendo o único nome dado nos Evangelhos aos que seguiam Cristo;
  • Num sentido mais restrito foi dado especialmente aos doze apóstolos, que eram frequentemente chamados simplesmente de discípulos (Mateus 10:1, 11:1, 12:1 etc.),

  • Em Atos, após a morte e a ascensão do Senhor Jesus, os discípulos se identificam como aqueles que declaram ser Ele o Messias,ou seja, os cristãos (Atos 6:1,2,7;9:36;11:26). Mesmoos cristãos que foram batizados apenas com o batismo de João são também chamados discípulos (Atos 19:1-4).
Ananias era portanto cristão, e seria daqueles que Saulo, respirando ainda ameaças e mortes, desejava conduzir presos a Jerusalém. A qualificação “um certo” parece indicar que não era pessoa de destaque na igreja, mas Paulo fez menção honrosa a ele em seu relato da sua conversão diante do povo em Jerusalém: disse que Ananias era um “varão piedoso conforme a lei” e que tinha bom testemunho de todos os judeus que ali moravam. Isso nos assegura que, mesmo que fosse apenas “um certo discípulo”, ele evidentemente glorificava a Deus com uma vida de obediência aos Seus preceitos.
Se não fosse a parte que lhe foi dada com relação a Paulo, talvez nunca teríamos ouvido a respeito dele, pois era “apenas um discípulo”. Mas Deus conhecia tudo a respeito dele, e o escolheu para uma tarefa especial. Quantas vezes também pensamos que somos “apenas um discípulo” de pouca relevância entre os irmãos, e nos acomodamos à nossa relativa obscuridade. Mas Deus nos conhece perfeitamente, observa a nossa conduta, e somos chamados para usar os nossos dons espirituais especiais na Sua obra.
O Senhor apareceu a Ananias em visão: quando o Senhor tem algo a nos dizer pessoalmente, Ele o faz de maneira que não nos deixa em dúvidas! E a ordem que Ele deu a Ananias nessa ocasião foi, inegavelmente, surpreendente e assustadora: ele devia sair, ir até a casa de um homem chamado Judas (provavelmente uma hospedaria) e ali procurar “um homem de Tarso chamado Saulo”. O Senhor continuou, tranquilizando-o um pouco ao esclarecer que ao orar Saulo havia visto “um homem chamado Ananias entrar e impor-lhe as mãos para que recuperasse a vista”.
Que coisa extraordinária. Não sabemos se Ananias já tivera experiência anterior em operar milagres, mas o Senhor estava instruindo que ele fosse entrevistar Saulo, o notório fariseu que ferozmente perseguia os cristãos, e o curasse da cegueira. No lugar de Ananias iríamos temer que não desse certo, e as consequências poderiam ser muito sérias. Afinal, para que recuperar a vista desse malfeitor?
Por isso, Ananias respondeu que sabia o que Saulo fazia, e o poder que tinha dos principais sacerdotes para prender todos os cristãos. O Senhor então lhe assegurou que Saulo era um vaso escolhido por Ele especialmente para evangelizar os gentios, os reis e os israelitas, e que lhe mostraria quanto lhe cumpria padecer pelo Seu nome.
Ananias então não duvidou mais: fez exatamente o que o Senhor mandou. Estava disposto a ir quando e aonde o Senhor instruísse, e a confiar na fidelidade do Senhor quanto ao resultado. Em nossa vida cristã, por menos importantes que nos consideremos na obra do Senhor, devemos aprender com Ananias a cumprir com a nossa parte obedientemente, confiados na Sua fidelidade em levar a nossa tarefa a bom termo.
A obediência de Ananias nos dá plena evidência do seu amor cristão, da sua lealdade, e da sua humildade e mansidão.
O seu amor cristão se revelou na sua atitude para com Saulo. Ao entrar no aposento onde o terrível perseguidor se achava, agora cego e indefeso, Ananias poderia aproveitar primeiro para recriminá-lo e exaltar o favor não merecido que iria lhe prestar. Mas surpreendentemente, especialmente para o próprio Saulo, Ananias o chamou carinhosamente de “irmão” e ainda colocou as suas mãos sobre ele num gesto de amizade, sem sombra de ressentimento ou amargura.
A sua lealdade ao seu Senhor salta aos olhos quando disse “O Senhor Jesus... enviou-me para que tornes a ver e sejas cheio do Espírito Santo”. Assim Ananias declarou o senhorio do Senhor Jesus àquele perseguidor sanguinário.
A sua humildade e mansidão foram manifestadas também quando deu ao Senhor todo o crédito pela visita que fez a fim de que Saulo recuperasse a visão e recebesse o Espírito Santo. Não houve qualquer promoção de si próprio, nem sequer disse uma palavra para se apresentar e dizer quem ou o que era, mas contentou-se em ser um mensageiro anônimo do seu Mestre, como bom discípulo que era.
Assim era este servo fiel de Deus: preparado, disposto, fiel, amoroso, leal, e mesmo assim humilde e manso, que entrou nos anais dos Atos e voltou para a obscuridade, sem outra menção qualquer. Como o significado do seu nome, ele é quem foi “dado por Deus” para a importante missão de reconciliar e dar visão a Saulo, para que fosse batizado e fosse cheio do Espírito Santo.
Mediante a sua obediência, recebemos a bênção incalculável para a igreja de Cristo, através dos séculos, que foi o apóstolo Paulo.

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Acontecimentos que Precederão a Tribulação

 

A) Seguindo uma Seqüência

O período da Tribulação, é referido na Bíblia por diversos nomes, dos quais predominam O Dia do Senhor e O Dia da Ira, durante a segunda metade do qual haverá a Grande Tribulação dos Judeus.
Cronologicamente é o último período dos tempos dos gentios, o último sete dos setenta setes (traduzidos como semanas) anunciados por Gabriel a Daniel em sua visão (Daniel 9:27). Vem depois das coisas que são de acordo com a visão de João no Apocalipse, que é o período das sete igrejas (Apocalipse 1:19, 2, 3), a última sendo Laodicéia (povo reinante), identificada como a maioria das igrejas dos tempos atuais; a tribulação é o que deve acontecer depois destas cousas (Apocalipse 4:1).
Encontramos na Bíblia profecias sobre uma série de acontecimentos que deverão acontecer antes do início do período da Tribulação. Alguns deles parecem seguir uma certa seqüência, enquanto outros poderão acontecer a qualquer momento (como a vinda de Cristo para buscar a sua igreja).
Os seguintes eventos parecem vir em seqüência:

1. Guerras de âmbito mundial:
Mateus 24:4.

O princípio das dores, o ponto inicial dos acontecimentos é quando nação se erguerá contra nação, e reino contra reino, e haverá fome e terremotos em vários lugares. A primeira e a segunda grande guerra (consideradas por muitos historiadores como um evento em dois estágios), a fome devastadora que temos visto ultimamente em várias partes do mundo, e o grande número de terremotos que agora ocorrem em intervalos curtos, às vezes com grande número de mortos, parecem indicar que já passamos este estágio.

2. A nação de Israel:
Ezequiel 20:33-38.

"...tirar-vos-ei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados..." - depois de mais de dezenove séculos, tendo sido espalhados pelo mundo todo, sem terra nem governo próprio, os descendentes de Israel estão de volta na terra prometida, formando sua própria nação.
Nesta passagem, é usada a saída do povo de Israel do Egito como exemplo de como o SENHOR agirá com eles: tendo sido livrados do cativeiro do Egito, os israelitas foram submetidos a juízo pelo SENHOR, por causa da sua incredulidade, murmurações e rebelião, e foram castigados; semelhantemente eles serão tirados dentre os povos com braço estendido e derramado furor, após o que Ele entrará em juízo com eles, e os rebeldes serão afastados do seu meio para que não entrem na terra de Israel.
O furor de Deus é encontrado no Holocausto nazista, e os judeus serão submetidos a juízo e purificados dos transgressores durante a Grande Tribulação (veja também Ezequiel 22:17-22, Sofonias 2:1-2), e depois disto entrarão na terra de Israel pela segunda vez, agora uma nação regenerada, para gozar as bênçãos do milênio (Isaías 11:11-12). Israel conquistou Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, e o próximo evento para preparar para o anunciado em Daniel 9:27 será a construção do seu templo.

3. A tentativa de invasão de Israel:
Ezequiel 38:1 a 39:16.

Esta passagem anuncia quem, onde, porque, qual, como e quando esta invasão acontecerá. Este evento e os demais ainda estão para vir. A explicação mais geralmente aceita é a seguinte, em termos gerais:
Quem serão os invasores: Gogue é o nome do líder da confederação de invasores; sua terra é chamada Magogue, composta de Rôs, Meseque e Tubal (ver também Gênesis 10:2). Magogue foi identificado pelo historiador judeu Josefo como a terra dos citas, a região a norte e nordeste do mar Negro e a leste do mar de Aral; os citas eram conhecidos como bárbaros que vagavam ao norte do mar Cáspio e do mar Negro (Cáucaso significa forte de Gogue). Rôs é a Rússia; Meseque e Tubal situavam-se na área da moderna Turquia. Os persas são o Irã, Cuxe talvez a Etiópia mas mais provavelmente o Iraque conforme descobrimentos arqueológicos recentes, Pute talvez a Líbia, mas pelo mesmo motivo mais provavelmente a Arábia Saudita. Gômer é declarada ser a Alemanha no Talmude. Togarma é a terra que conhecemos como Armênia, chegando possivelmente até à Turquia.
Onde será a invasão: nas montanhas de Israel.
Seu motivo: a fim de roubar e tomar despojo; Israel estará na posse de tesouros, sobre os quais apenas podemos especular a esta altura, talvez riquezas minerais no mar Morto. Um outro grupo de nações aparece no versículo 13 protestando contra a invasão. Pelos seus nomes e sua descrição elas poderiam até incluir o hemisfério ocidental. Mas o SENHOR nos dá a verdadeira razão no versículo 16: é para que Ele seja santificado aos olhos das nações, à luz do que Ele fará acontecer.
Seu resultado: segundo as antigas profecias, esta é a punição que sofrerão os países que perseguirem os judeus (versículos 17 e 18), de forma que muitas nações venham a saber que o Deus de Israel é o SENHOR.
Como vai terminar: uma revolta e forças naturais como terremoto (versículos 19 a 22), peste, morte, enchentes, granizo, fogo e enxofre destruirão completamente os exércitos invasores.
Quando vai acontecer: existem muitas opiniões diferentes a respeito disso entre os estudiosos, mas levando em conta as circunstâncias em que se dará a invasão, e suas conseqüências, parece-nos provável que deve ser antes da tribulação: a descrição de Israel confere com este período, tendo o seu território sido conquistado pela espada (versículo 8), seus habitantes vivem em segurança sob a proteção dos E.U.A. tendo imigrado de 80 a 90 nações (versículos 8-12), e os lugares desertos estão agora habitados e os israelitas estão reconstruindo lugares antigos e vivendo neles (versículo 12); este ponto de vista dá a melhor solução ao problema dos sete meses e sete anos para limpar os destroços resultantes da destruição dos exércitos (39:9-12).

4. A paz entre as nações:
1 Tessalonicenses 5:1-3.

É usada a expressão "dia do Senhor", esclarecendo que este período de paz e segurança virá imediatamente antes do mundo ser atingido com força devastadora pela grande tribulação.

5. O governo mundial é distribuído entre dez reinos:
Daniel 7:24.

O sistema romano de governo e religião, dividido em duas pernas - a civilização "cristã" oriental e ocidental - eventualmente se comporá de dez "reinos", ou unidades de governo, antes da tribulação.

6. A revelação do homem da iniqüidade:
2 Tessalonicenses 2:1-4.

Em seguida à composição dos dez reinos, este personagem, mais conhecido como o "anticristo", começará sua escalada ao poder supremo (Daniel 7:24), e sua identidade será revelada antes da tribulação. Ele é chamado por vários outros nomes nas Escrituras.

7. A aliança de um sete: Daniel 9:27.

A tribulação começará quando o "príncipe que há de vir" (outro nome para o "anticristo"), já tendo adquirido poder suficiente para isto, fizer uma aliança com o Estado de Israel ("muitos", pois nem todos os judeus ainda estarão lá). O sete, ou semana como é traduzido, representa sete unidades de tempo. Levando em conta o exato cumprimento dos sessenta e nove setes anteriores, a unidade de tempo é um ano. A aliança, portanto, é por sete anos - a duração da tribulação.

B) De Seqüência Indeterminada

Vimos os sete acontecimentos que, segundo a profecia bíblica, precedem, em seqüência, a tribulação. Existem outros que também precederão a tribulação, ainda futuros para nós, mas que não podemos encaixar em uma seqüência. Destacamos os seguintes:

1. Trevas

Haverá ainda trevas sobre a terra em cinco ocasiões, uma das quais, de acordo com Joel 2:31, será antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR, outra descrição dos sete anos de tribulação. Será semelhante ao que ocorreu no Egito (Êxodo 10:21-23) e a crucificação (Mateus 27:45).

2. A volta de Elias

Em Malaquias 4:5-6 lemos que o Senhor enviará o profeta Elias antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR. Sua missão seráde restaurar a unidade da família de Israel, que está em vias de se desintegrar. A este respeito existe alguma confusão por causa do que se lê em Mateus 17:9-13, e Marcos 9:9-13: os discípulos àquela altura não compreendiam que o Messias deveria vir primeiro como o servo sofredor e salvador, para ser rejeitado pelos homens (como havia sido profetizado, por exemplo, em Isaías 53), e uma segunda vez para julgamento e para estabelecer o seu reino na terra (por exemplo, Isaías 62); o Senhor Jesus portanto esclareceu que Elias ainda vem para restaurar todas as coisas, no entanto João Batista veio no espírito de Elias (Lucas 1:13-17); em Mateus 11:14 Ele diz que se Israel o quisesse reconhecer, isto é, o reino, então João Batista teria cumprido a função de Elias; a nação recusou, portanto Elias ainda está para vir para executar o seu trabalho de restauração. João Batista era o precursor nas profecias (Malaquias 3:1, Isaias 40:3-5, Mateus 3:1-6, 11:7-10, João 1:19-23).

3. O arrebatamento da igreja de Cristo

Este acontecimento não se confunde com a segunda volta de Cristo ao mundo com o fim de julgá-lo e estabelecer o Seu reino. O arrebatamento é a esperança da igreja, quando o Senhor, a brilhante Estrela da Manhã (Apocalipse 22:16), descerá para encontrá-la nos ares, para que estejamos para sempre com Ele (1 Tessalonicenses 4:17), enquanto a segunda volta éa esperança de Israel, quando Ele aparecerá como o Sol da justiça, com salvação nas suas asas (Malaquias 4:2). É necessário o estudo de três passagens das escrituras para compreender o arrebatamento:
  1. João 14:1-3: esta é a promessa feita pelo Senhor de que Ele virá para receber-nos para si mesmo, para que possamos estar com Ele, depois que tiver preparado um lugar para nós.
  2. 1 Tessalonicenses 4:13-18: aqui temos o programa do arrebatamento:
    * A palavra de ordem (para que se dê início ao programa)
    * A voz de arcanjo (transmitindo a ordem aos envolvidos)
    * A trombeta de Deus ressoa (sinal para que aconteça o arrebatamento)
    * A descida do Senhor do céu para os ares, sobre a terra
    * Os mortos em Cristo ressuscitarão
    * Os vivos também pertencentes à igreja serão transformados
    * Os ressuscitados e os transformados, juntos, se reunirão para o encontro com Cristo nos ares, para estar para sempre com o Senhor.
  3. 1 Coríntios 15:50-58: contém uma descrição da mudança da natureza dos nossos corpos. O corpo físico, de ossos, carne e sangue, corruptível e mortal, instantaneamente será transformado em um corpo incorruptível, imortal, enfim, como o do Senhor ressurrecto (Filipenses 3:21, 1 João 3:2).
Tudo o que se sabe a respeito de quando ocorrerá, é que vai ser antes da tribulação (1 Tessalonicenses 1:9-10, 5:9, Apocalipse 3:10) e que está iminente, como sempre esteve (João 21:20-23, Romanos 13:11-12, Tiago 5:7-9, Apocalipse 22:20).
A verdadeira esperança do crente não está na terra, mas no céu. Esperamos o cumprimento dos desígnios de Deus na terra, mas nossa prioridade não é a nossa liberação na terra, para usufruir bênçãos terrenas, como a nação de Israel, mas sim liberação da terra, para gozarmos das inefáveis bênçãos na presença de nosso Salvador no céu. O crente não espera a conversão do mundo para Cristo, nem a sua reforma. Sua esperança imediata não é o reino de Cristo, mas a vinda de Cristo para buscá-lo.

ELISEU - MEU DEUS SALVA

ELISEU.
Seu nome vem do hebraico 'e?li^ysha^ que se traduz “meu Deus salva”.
É primeiro mencionado aqui (1 Reis 19:16), onde descobrimos que seu pai se chamava Safate e viviam em Abel-Meolá, no extremo norte do vale do Jordão e um pouco ao sul do Mar da Galiléia. Nada mais sabemos sobre a sua família, mas deduzimos que eram fazendeiros e fieis ao Senhor.
Um dia, enquanto Eliseu trabalhava para seu pai arando o campo atrás de doze juntas de bois, o profeta Elias o encontrou. Elias lançou a sua capa sobre Eliseu e seguiu adiante.
Eliseu compreendeu o significado deste ato, que simbolizava a sua adoção como filho e sucessor de Elias na função profética: era uma grande honra para Eliseu, sendo isto um chamado de Deus. Portanto deixou os bois e correu atrás do grande profeta, mas pediu licença para primeiro despedir-se de seus pais antes de segui-lo.
Elias disse a Eliseu: “Vai, volta; pois, que te fiz eu?”. Assim Elias manifestou sua compreensão dos sentimentos nobres de Eliseu, dando-lhe oportunidade de voltar e despedir-se como convinha à sua posição.
Eliseu voltou, matou os bois, fez uma fogueira com os aparelhos de aragem e preparou um churrasco, dando a carne para o povo comer. Depois ele se levantou “e seguiu a Elias, e o servia”, renunciando assim completamente aos seus laços familiares, e aos confortos e privilégios de que gozava. Voluntariamente tornou-se o servo de Elias, e temos apenas uma curta descrição do que fazia: "derramou água sobre as mãos de Elias." (2 Reis 3:11). Mas acompanhando Elias, Eliseu preparava-se para substitui-lo, seguindo a vontade de Deus a esse respeito (versículo 16).
Os dois devem ter passado vários anos juntos (1 Reis 22:1 e 2 Reis 1:17), e Eliseu se tornou bem conhecido pelas várias escolas dos profetas, com quem convivia.
Eliseu demonstrou a sua forte afeição pelo seu mestre quando, sabendo que Elias estava prestes a terminar a sua vida aqui, decidiu firmemente ficar com ele até o fim. Elias lhe perguntou o que queria que lhe deixasse, e respondeu que era uma porção dobrada do seu espírito (2 Reis 2:1-9). Um filho primogênito tinha direito a uma porção dobrada da herança e provavelmente Eliseu queria apenas ser um sucessor digno de Elias. Mas é interessante notar que enquanto no relato bíblico Elias realizou oito milagres, Eliseu realizou 16.
Impressionado com a partida extraordinária de Elias num redemoinho, sem passar pela morte, Eliseu exclamou: “meu pai, meu pai! O carro de Israel e seus cavaleiros!” Esta mesma exclamação foi feita por Jeoás, rei de Israel, quando chorava sobre Eliseu quando este se encontrava moribundo (2 Reis 13:14). O carro e cavaleiros pode ser uma referência à força de Israel, sendo outro nome para “exército”. Em seu tempo esses dois profetas representaram a força de Deus em Israel.
Eliseu então rasgou suas vestes (sinal de luto), tomou a capa de Elias que havia caído (representava sua autoridade de profeta de Deus), e refez seus passos para a beira do rio Jordão. Ali, com a capa, ele feriu as águas dizendo “Onde está o Senhor, o Deus de Elias?” Imediatamente as águas se partiram, deixando-o passar a seco. Foi o mesmo milagre que Elias havia feito na sua vinda, e os filhos dos profetas presentes reconheceram que o espírito de Elias repousava sobre Eliseu ( 2 Reis 2:12-15).
Eliseu agora começou sua carreira profética, que durou cerca de 50 anos para se estender ao longo dos reinados de Jorão, Jeú, Jeoacaz e Joás. A mudança nele foi tão evidente que passou a ser universalmente reconhecido como o “homem de Deus”, ou profeta, sucessor de Elias.
A capa de Elias não aparece mais no relato bíblico, e Eliseu se vestia como um cidadão comum. Ele carregava um bordão como era costume entre os homens, e servia-se dele para operar milagres (2 Reis 4:29). Entende-se que não residia em uma só cidade, mas ficava com os filhos dos profetas em Betel e Jericó, quando não em sua casa em Dotã ou Samaria. Passou tão freqüentemente por Suném a pé, que uma família de lá construiu um apartamento sobre o muro para o seu uso particular (2 Reis 4:8-11).
Vejamos alguns dos epísódios notáveis durante o seu ministério:
1. Eliseu começou o seu ministério saneando uma fonte de água perto de Jericó com um jarro de sal (2 Reis 2:19-21). (Elias começou anunciando uma grande seca).
2. Quando uns meninos zombaram dele no caminho para Betel, Eliseu os amaldiçoou em nome do Senhor. Então duas ursas sairam de um bosque e despedaçaram quarenta e dois dos meninos (2 Reis 2:23-24).
3. Os reis de Israel, Judá e de Edom se reuniram para guerrear contra o rei de Moabe, porque este havia cessado de pagar tributo ao rei de Israel que sucedera a Acabe. Atravessando o deserto para o combate, não havia água e apelaram para Eliseu; este mandou chamar um harpista, e enquanto ele tocava, veio a mensagem do Senhor a Eliseu dizendo que fizessem muitos poços naquele vale, e que viria água sem chuva para encher os poços. Assim fizeram, e puderam derrotar os moabitas (2 Reis 3).
4. Milagrosamente Eliseu proveu a viuva de um dos filhos dos profetas com azeite suficiente para que, vendendo-o, ela pagasse os seus credores e ela e os seus filhos vivessem do resto (2 Reis 4:1-7).
5. Como recompensa a uma mulher sunamita que o havia tratado com muito desvelo, Eliseu conseguiu que ela tivesse um filho, embora seu marido já fosse velho (2 Reis 4:8-17).
6. Quando já crescido, o menino morreu. A mulher foi até Eliseu no monte Carmelo para reclamar, e depois de constatar que era verdade Eliseu desceu até a casa dela e ressuscitou o seu filho (2 Reis 4:18-37).
7. Eliseu tirou veneno de uma sopa (2 Reis 4:38-41).
8.Tendo um homem dado a Eliseu, num período de fome naquela terra, uns pães e espigas verdes para seu próprio alimento, Eliseu confiou no Senhor e mandou que fossem distribuídos ao povo de uma centena de homens; tendo eles comido, ainda ouve sobra (2 Reis 4:42-44). Isso nos lembra os dois milagres de multiplicação de pães feitos séculos mais tarde pelo Senhor Jesus,
9. Eliseu curou o leproso Naamã, comandante do exército sírio, mandando que mergulhasse sete vezes no rio Jordão (2 Reis 5:1-19).
10. Eliseu castigou seu servo Geazi e a sua família com a lepra por causa das mentiras que disse a Naamã, motivadas por sua ganância (2 Reis 5:20-27).
11. Elizeu recuperou o ferro do machado de um dos filhos dos profetas que havia caído dentro do rio, fazendo-o flutuar (2 Reis 6:1-7).
12. Elizeu antecipou os movimentos do rei da Síria, em guerra contra Israel, e avisou o rei de Israel assim evitando os ataques do inimigo (2 Reis 6:8-12).
13. Mediante a oração de Eliseu, o Senhor permitiu que o servo de Eliseu visse os cavalos e carros de fogo em redor dele (2 Reis 6:13-17).
14. Certa vez o exército dos sírios desceu para prender Eliseu, mas ele orou e o Senhor concedeu que fossem feridos de cegueira (2 Reis 6:18). Eliseu guiou os sírios cegos até o meio de Samária, e ali pediu que o Senhor lhes abrisse os olhos, e isso Ele fez (2 Reis 6:19-20).
16. Os sírios estavam agora no poder do rei de Israel e este queria feri-los mas foi repreendido por Eliseu, que aconselhou que fossem alimentados e mandados embora (2 Reis 6:8-23). Impressionados com isso, os sírios cessaram de molestar Israel.
17. Em certa ocasião Samaria foi sitiada e a população sofria de fome terrível. O rei quis matar Eliseu mas este previu um livramento do Senhor durante a noite e isto aconteceu: o exército sírio foi tomado de pânico imaginando que os hititas estavam atacando, fugiram e deixaram tudo o que tinham para os samaritanos (2 Reis 6:24 - 7:20).
Eliseu continuou tendo influência benéfica sobre o reino de Israel, cujos reis eram maus e rebeldes ao Senhor. O jovem rei Joás foi visitá-lo em seu leito de morte, e nessa ocasião Eliseu profetizou que ele teria vitória sobre os sírios, mas não os feriria suficientemente e que eles voltariam à guerra. Depois da sua morte e sepultamento ocorreu um último milagre, com a ressurreição de um morto cujo corpo foi lançado na sepultura de Eliseu.
Conhecido como "o homem de Deus", Eliseu provou o seu direito ao título mediante seu zelo por Deus e pelo serviço carinhoso que prestou a muitos, sempre fazendo o bem, ensinando e ajudando os outros.

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