terça-feira, 25 de junho de 2013

Não existe projeto de “cura gay”. É pilantragem jornalístico-militante


Perguntam-me por que não comentei nada sobre o adiamento da votação, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, do “projeto que permite a cura gay”. Porque isso não existe! Esse projeto é uma invenção de setores da imprensa e dos militantes da causa gay. Já escrevi longamente a respeito. O que existe é um Projeto de Decreto Legislativo que torna sem efeito parte do Arrigo 3º e o Artigo 4ª da Resolução nº 1 do Conselho Federal de Psicologia, que, com efeito, invadem de forma indevida a relação psicólogo-paciente e violam o Artigo V da Constituição. No texto cujo link vai acima, explico por quê. Lá estão todos os links para o conteúdo que interessa: a resolução do Conselho e a íntegra do texto a ser votado. Afirmar que se trata de “projeto de cura gay” é estupidez, má-fé ou as duas coisas. Ou ainda: “Ah, já que diz respeito ao Feliciano mesmo, tudo nos é permitido”. É militância, não é jornalismo.
E pouco me importa se há 99% da imprensa dizendo o contrário. Essa maioria esmagadora é incapaz de mudar o sentido das palavras. A parte da resolução do conselho, diga-se, que deixa claro que homossexualidade não é patologia é preservada, o que também demonstro. O Projeto de Decreto Legislativo seria discutido na comissão nesta quarta. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pediu que fosse adiado porque se prevê tumulto na Casa etc.e tal. Parece que ficou para a semana que vem.
Pronto. Aí está a notícia sobre a não notícia. Aí está a não votação do projeto que não autoriza a cura gay e só corrige um arroubo autoritário do Conselho Federal de Psicologia, que não costuma abraçar causas muito boas, diga-se. O Conselho foi um dos apoiadores daquele seminário em favor da descriminação das drogas ocorrido em Brasília entre sexta e domingo passados. Também meteu as digitais em propostas que pretendem cercear a propaganda de alimentos considerados pouco saudáveis ou que levem ao consumismo — mais uma estrovenga notavelmente autoritária. Voltarei ao tema nesta madrugada.
É isso.
Por Reinaldo Azevedo

Grupos que defendem a volta do militarismo convocam atos e pedem o impeachment de Dilma

Em diversos eventos pulverizados pelo Facebook, grupos que não se intitulam "nem de direita nem de esquerda" convocam atos anticorrupção em várias cidades brasileiras.
Alguns defendem a volta das Forças Armadas ao comando do País e todos clamam pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), além de serem contra "qualquer bandeira" fora a brasileira em protestos.
Embora partam de comunidades distintas nas redes sociais, as lideranças formam grupos afins, que divulgam os eventos uns dos outros. A página do Facebook nas ruas, moderada pela ativista Carla Zambelli, funciona como âncora para espalhar atos de várias organizações.
Em São Paulo, por exemplo, para o mesmo horário e local, 17h desta quarta-feira (26) em frente ao Masp, estão marcados os atos Por Um Brasil Melhor e Menos Corrupto e Reconstruindo o Brasil — este último organizado pela OCC (Organização de Combate à Corrupção), que defende a volta do militarismo.
Carla diz que os atos são contra a corrupção e que o tema das tarifas era muito "restrito".
— Roubamos a pauta porque o Movimento Passe Livre tem um tema muito restrito, que não nos representa. Eles insistem em dizer que o tema é reforma agrária e mobilidade, mas o povo brasileiro provou que a luta é contra corrupção. No protesto de quinta, ninguém tinha cartaz de reforma agrária. Só petralha’ para dizer que o movimento anticorrupção é vago. Se não for pelo amor é pela dor, a gente quer parar o Brasil mesmo.
Carla defende que "não existe direita e esquerda mais, mas o que é bom e o que é ruim". Diz não defender a ditadura militar, mas faz ressalvas.
— Talvez eles [grupos que defendem o militarismo] estejam certos em dizer que Forças Armadas tenham de tomar conta. A gente quer que os fichas-sujas saiam do Senado e do Congresso. Mas como tirá-los? Não há demissão. Então a Comissão de Ética tem de entrar, ou as Forças Armadas tirá-los dali. Mas eu acho que não precisa ser as Forças Armadas, pode ser o próprio povo.
Para o fundador do Revoltados Online — que também convoca as manifestações anticorrupção, — Marcello Reis, "não é o momento" de falar se o grupo é contra ou a favor do militarismo.
— Não achamos que agora há necessidade de falar isso. Não é que nós somos contra ou a favor [da intervenção armada]. Se for necessário, sim.
Reis acredita que uma alternativa ao regime militar é a redução dos partidos a cinco — dois de direita, dois de esquerda e um de centro.
— Temos mais de 40 partidos, mas não temos 40 ideologias. Uma solução imediata, se houvesse o impeachment da Dilma, seria deixar o Joaquim Barbosa por seis meses como presidente até que fossem convocadas novas eleições, das quais só participariam partidos fichas-limpas.
Sem bandeiras
Carla, que também mantém o Movimento Pátria Minha, é a favor de que se queimem "todas as bandeiras que aparecerem em manifestação".
— Se aparecer com a bandeira do PSDB vamos queimar do mesmo jeito. Mas peraí, PT, você é um dos principais culpados da manifestação! Que vá com a camiseta do Brasil.

R7

PT perdeu o apoio da "nova classe média


Manifestantes saem às ruas em protestos pelo Brasil- Cerca de 10 mil pessoas protestaram nas ruas de Porto Alegre nesta segunda-feira (24). Durante a noite, mais de 80 pessoas foram detidas pelo BOE (Batalhão de Operações Especiais) da Brigada Militar, por depredações e saques Ricardo Duarte/Agência RBS

De repente, seu rosto se fechou em um sorriso tenso. Em seu olhar, projetado nos telões, era possível ver uma lágrima de raiva antes que ele se fixasse no vazio, para frente, como se a presidente Dilma Rousseff houvesse perdido a partida antes mesmo de começar. Durante mais de vinte longos segundos, no sábado (15), durante a abertura da Copa das Confederações, o público do estádio de Brasília, novinho em folha, vaiou seu nome em um rugido ensurdecedor.
Do lado de fora, cerca de 1.500 manifestantes, alguns muito jovens, que foram fazer uma mixórdia de protestos contra o custo de vida, a corrupção e o escândalo dos gastos abissais ligados aos grandes eventos esportivos, eram rigidamente mantidos à distância pelas forças policiais. Dentro e fora a imagem é impressionante e mostra até que ponto o abismo entre o governo e o povo se aprofundou. Uma cena brutal que ficará como uma das mais fortes desse movimento de protestos, que é o maior dos últimos vinte anos.
Os gastos para a Copa de 2014 despertaram a frustração dos brasileiros e colocaram em evidência o estado lamentável dos serviços públicos (saúde, educação, transporte...). Acima de tudo, eles acentuaram um sentimento de incompreensão quanto aos dirigentes dessa chamada "nova classe média". Essa que viu seu poder de compra aumentar ligeiramente ao longo dos dez últimos anos de governo do Partido dos Trabalhadores (PT), mas que de repente se sentiu despossuída, excluída de um crescimento do qual ela achava fazer parte.
As raízes do desencanto são profundas. Durante meses, houve os repetidos ataques pelo caso de corrupção do chamado "mensalão", que, no decorrer das audiências perante os juízes, desgastou a imagem do ex-presidente "petista" Luiz Inácio Lula da Silva, mentor e figura tutelar da atual dirigente. E a corrupção se tornou "uma mancha num partido que se construiu em cima de um discurso ético", escreveu uma jovem e célebre blogueira que adota o apelido de Socialista Morena, no site da revista "Carta Capital".
O PT decepcionou seu eleitorado tradicional de esquerda ao dar seguimento a uma tradição de alianças oportunistas com partidos de todas as vertentes. A imagem de um partido "normalizado", que se adaptou aos métodos de clientelismo e de trapaça  política tradicional, não caiu bem.
O fato de que ele tenha aberto mão de começar os trabalhos para a reforma agrária, do sistema eleitoral ou da saúde, outrora bandeiras do PT, alimentou um certo cinismo. Ele também foi decepcionante em questões de direitos humanos ao aceitar recentemente um pastor racista e homofóbico, Marco Feliciano, para encabeçar uma comissão parlamentar. Seu nome é vaiado em cada uma das manifestações que têm ocorrido. E ele decepciona também na forma como vem lidando com as reivindicações dos sem-terra e dos movimentos indígenas.
A esses sentimentos difusos se soma uma sucessão de gafes. No dia 18 de maio, Dilma Rousseff criticou os "pessimistas de plantão" durante a inauguração do estádio da capital. O ministro dos Esportes, Aldo Rebelo --enquanto as manifestações ainda não haviam assumido a dimensão que se viu-- elevou o tom e afirmou que "o governo não toleraria que manifestações perturbassem a Copa das Confederações".
A atitude soberba do protegido de Lula, Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, fazendo pouco de "um movimento sem liderança", ao lado de Geraldo Alckmin, o governador do Estado (oposição), que havia chamado os manifestantes de "vândalos", causou a ruptura.
Dentro do PT, algumas vozes se levantaram para alertar os dirigentes. O secretário municipal da Juventude em São Paulo, Erik Bouzan, tentou conter o mal-estar afirmando que o movimento de protestos não critica o "governo" diretamente e que é preciso "uma nova política de transportes públicos". O mesmo pensa Duda Mendonça, estrategista político e ex-conselheiro de Lula.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, admitiu que o governo "ainda não havia conseguido entender as razões do movimento". Na terça-feira, a presidente Dilma Rousseff se mostrou mais conciliadora, afirmando que "é próprio da juventude se manifestar". Ela prometeu que ouviria atentamente os manifestantes. Tarde demais, evidentemente. Militantes do PT foram recebidos por agressões, na quinta-feira à noite, na manifestação em São Paulo. Uma bandeira do partido foi queimada.
Alguns meses atrás, Gilberto Carvalho havia afirmado: "Não conseguimos produzir um movimento que permitisse o nascimento de uma mobilização, novos valores e uma nova cultura". Tarso Genro, governador do Rio Grande do Sul, fez um apelo por "uma transformação política do PT" para reconsiderar o sistema de alianças adotado pelo partido, algo que o partido "criticava quando estava na oposição".
Alguns dias mais tarde, a festa que celebrava os dez anos do PT no poder ocorreu em São Paulo, seu feudo histórico, em um clima pouco empolgante. "O país mudou", dizia o cartaz comemorativo. Mas talvez não no sentido que os dirigentes pretendiam. 
Tradutor: UOL

ALERTA - PEC 37 será colocada hoje em pauta para votação na Câmara.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que limita a atuação do Ministério Público, será colocada nesta terça-feira em votação na Câmara dos Deputados, como afirmou o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Inicialmente, havia uma tendência que a votação fosse adiada para o próximo semestre, mas as manifestações contra a PEC 37 fizeram os parlamentares mudarem de opinião.
— Durante mais de 30 dias, as partes tentaram, mas não se chegou a um acordo. Por não ter sido possível um acordo, vamos votar, e na minha opinião vamos derrotar — afirmou Alves.
Mais cedo, o vice-líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), disse que já havia uma tendência para incluir a PEC na pauta, para derrotar.
— O recado das ruas foi que a representação tem de ter sintonia com os representados, então temos de buscar essa sintonia — disse Duarte Nogueira. — A tendência é majoritária (agora) é para votar a PEC 37 ainda hoje para tentar derrubar.
Líderes do PT e do PP foram contra a votação, mas foram votos vencidos.
Henrique Alves se reuniu na manhã de hoje com líderes para definir a pauta de votação. Mais cedo, ele recebeu em sua residência oficial alguns líderes para discutir os projetos. Entre as propostas discutidas também estavam o projeto de divisão do royalties, que destina 100% dos royalties para Educação, e o Fundo de Participação dos Estados, que já foi aprovado no Senado.
A Câmara corre contra o tempo para dar uma resposta à sociedade. Segundo os líderes, a disposição é levar as votações noite a dentro nesta terça-feira. Como amanhã tem jogo entre Brasil e Uruguai, pela Copa das Confederações, o quórum deve ser esvaziado.

O GLOBO

Saiba mais sobre a PEC 37


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O Plenário da Câmara Federal deve votar em breve a
Proposta de Emenda à Constituição nº 37. O projeto, conhecido como PEC da Impunidade, pretende tirar o poder de investigação criminal dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal, modificando a Constituição Brasileira. Na prática, se aprovada, a emenda praticamente inviabilizará investigações contra o crime organizado, desvio de verbas, corrupção, abusos cometidos por agentes do Estado e violações de direitos humanos.

Os grandes escândalos sempre foram investigados e denunciados pelo Ministério Público, que atua em defesa da cidadania de forma independente. A PEC 37 atenta contra o regime democrático, a cidadania e o Estado de Direito e pode impedir também que outros órgãos realizem investigações, como a Receita Federal, a COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o TCU (Tribunal de Contas da União), as CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito), entre outros.


Em todo o mundo, apenas três países vedam a investigação do MP: Quênia, Indonésia e Uganda.


A PEC 37 poderá ser votada em plenário pela Câmara dos Deputados a qualquer momento. Se você também não quer deixar que esse retrocesso aconteça em nosso país, manifeste-se! Defenda a sociedade brasileira e ajude nessa luta contra o crime e a impunidade! Assine a petição eletrônica e participe desta mobilização nacional.


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Conheça os senadores e deputados federais do Paraná que vão decidir sobre a PEC 37


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Material de apoio para membros do Ministério Público


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Sua instituição é contrária à PEC 37? Acesse e preencha a moção contra a proposta


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Manifestações de entidades nacionais e internacionais contrárias à PEC 37


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Moções de entidades paranaenses contrárias à PEC 37


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Investigações do MP-PR que podem ser prejudicadas com a aprovação da PEC 37


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Saiba o que as autoridades e os políticos paranaenses pensam sobre a PEC 37


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Confira as manifestações de autoridades paranaenses contrárias à PEC 37


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Links sobre a PEC 37


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Deputado russo propõe legalização de açoitamento público de homossexuais

homossexuaisO deputado e vice-presidente da Assembleia Legislativa do Transbaikal, Alexandre Mikhailov, propôs nesta quinta-feira, uma lei polêmica para legalizar o açoitamento público de homossexuais.

  • (Foto: REUTERS/Allison Joyce)
    Cat Yezbak (L) Rachel Priebe soltam bolhas de sabão em Manhattan,24 de julho de 2011.
Segundo Mikhailov, a intenção é incentivar o senso comum das pessoas sobre essa “vergonha”, referindo-se às relações homossexuais.
Em entrevista ao portal Chita.ru, o deputado afirmou que o Transbaikal, uma região da Rússia, precisa de uma lei que permita que as tropas peguem os gays na rua e os arrastem para a praça da cidade, onde lá seriam chicoteados pelos cossacos”.
O organizador da Parada Gay de Moscou, Nikolai Alekseev, respondeu à proposta de Mikhailov em seu Twitter, dizendo que está pronto para receber às chicotadas.
“Já que a Rússia quer voltar à Idade Média, é preciso ser coerente. Vamos cortar as mãos dos políticos e funcionários públicos que forem pegos roubando. E que isso seja feito na praça central de cada cidade, como um espetáculo”, ironizou ele.
A proposta de Alexandre vem depois de uma séria de tentativas de implementação de leis rígidas contra o homossexualismo.

Em 11 de junho, a legislação russa aprovou uma medida que proíbe a propaganda gay.
O descumprimento da lei pode resultar em uma multa de até 5 mil rublos ou cerca de R$ 340 para pessoas físicas, 50 mil rublos (R$ 3,4 mil) para pessoas públicas. Para entidades jurídicas o valor é de 1 milhão de rublos ou R$ 67,8 mil.
Recentemente também, a Rússia legalizou a proibição de marchas de orgulho gay pelos próximos 100 anos.

DILMA TRAI O POVO EVANGÉLICO -Dilma Rousseff convoca líderes católicos para reunião; Silas Malafaia diz que o PT não considera os evangélicos


Reuniões convocadas pela presidente Dilma Rousseff, após protestos nas ruas, inclui encontros com representantes da Igreja Católica. "...e nós evangélicos?", questionou Malafaia.

A presidente Dilma Rousseff convocou no início dessa semana uma série de reuniões para discutir os protestos que eclodiram em todo o país nas últimas semanas. Entre as reuniões marcadas pela presidente está um encontro com membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que representam a Igreja Católica.

Nessa segunda feira a presidente se reuniu no Palácio do Planalto, com representantes do Movimento do Passe Livre (MPL), organizadores das primeiras manifestações pelo país, e falou em seguida com os 27 governadores de Estado e do Distrito Federal, além dos prefeitos das capitais.

Segundo a Agência Estado, nessa terça feira (25) a presidente fará novas reuniões, recebendo outros segmentos representativos de movimentos jovens, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da CNBB, que na última sexta feira havia declarado que Igreja dará apoio às manifestações que tomaram conta do país.

Nessa segunda feira, OAB e CNBB realizaram um ato público em Brasília, junto ao Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), para pedir reforma política no Brasil. Na reunião foi proposto um anteprojeto de lei de reforma política por iniciativa popular defendendo o financiamento democrático das campanhas, voto transparente e a liberdade de expressão na Internet.

A convocação dos líderes católicos levantou questionamentos sobre o porquê de nenhum líder evangélico ter sido convocado para a reunião.

- Dilma convoca representantes da igreja católica, e nós evangélicos? – questionou o pastor Silas Malafaia através do Twitter.

No texto em seu site Verdade Gospel, discutindo a não convocação de líderes evangélicos pela presidente, Malafaia diz que mesmo tendo vários evangélicos próximos ao Governo, estes não foram chamados para manifestares sua opinião.

Confira o texto abaixo:

Dilma convoca representantes da Igreja Católica; e nós evangélicos?

A presidente Dilma Rousseff se reuniu nesta segunda-feira (24), no Palácio do Planalto, com representantes do Movimento do Passe Livre (MPL), autores das primeiras manifestações pelo país, e em seguida com os 27 governadores de Estado e do Distrito Federal, além dos prefeitos de capitais. Os encontros visam buscar soluções imediatas que atendam aos anseios da sociedade.

Nesta terça-feira (25), mais uma rodada de reuniões com a presidente está prevista. Dilma receberá, além de representantes de outros segmentos de movimentos jovens, líderes de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, que representam a Igreja Católica.

Com tantas convocações para debater o futuro do país, uma pergunta paira no ar: Por que Dilma não convocou nenhum líder evangélico? Para ficar bem claro, não estamos insinuando que tenha que convocar o Pr. Silas Malafaia, pois existem líderes evangélicos que estão próximos ao governo da Dilma e que poderiam perfeitamente serem convidados para juntamente com outros representantes da sociedade, que já foram convidados, manifestarem também opinião.

Os evangélicos representam quase 30% da população brasileira. A verdade é nua e crua! O PT quer o nosso voto, mas não tem nenhuma consideração pela nossa comunidade. O que esperamos é que o povo evangélico lembre-se disso nas eleições de 2014.



Dilma quer plebiscito que autorize Constituinte para reforma política

Em reunião com prefeitos e governadores das 27 unidades federativas, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira (24), no Palácio do Planalto, em Brasília, que irá pedir um plebiscito que autorize uma Constituinte para fazer a reforma política. O último plebiscito do país ocorreu em 2011 -- foi sobre sobre a divisão do Estado do Pará, que foi rejeitada.

"Eu trago propostas concretas e disposição política para construirmos pelo menos cinco pactos em favor do Brasil", anunciou. São eles:

1- pacto pela responsabilidade fiscal nos governos federal, estaduais e municipais, para "garantir a estabilidade da economia" e o controle da inflação;

2 - pacto pela reforma política, incluindo um plebiscito popular sobre o assunto e a inclusão da corrupção como crime hediondo. "O segundo pacto é em torno da construção de uma ampla e profunda reforma política que amplie a participação popular e amplie os horizontes para a cidadania. Esse tema, todos nós sabemos, já entrou e saiu da pauta do país por várias vezes e é necessário, ao percebermos que nas últimas décadas, entrou e saiu várias vezes, tenhamos a iniciativa de romper o impasse. Quero nesse momento propor o debate sobre a convocação de um plebiscito popular que autorize o funcionamento de um processo constituinte específico para fazer a reforma política que o país tanto necessita", declarou;

3 - pacto pela saúde: quando não houver médicos brasileiros, seria feita a "importação" de médicos estrangeiros para trabalhar nas zonas interioranas do país. "Sempre oferecemos primeiro aos médicos brasileiro as vagas a serem preenchidas", disse. "37% dos médicos que trabalham na Inglaterra se graduaram no exterior", acrescentou, dizendo que esse percentual no Brasil é de 1,79%.A presidente disse que é preciso "acelerar os investimentos em hospitais, UPAs (unidades de pronto atendimento) e unidades básicas de saúde. Por exemplo, a ampliar também a adesão dos hospitais filantrópicos ao programa que troca dívidas por mais atendimentos." Segundo Dilma, está em curso "o maior programa da história de ampliação das vagas em cursos de medicina. Isso vai significar 11.447 novas vagas de graduação em cursos de medicina e 12.376 novas vagas de residência para estudantes brasileiros até 2017";

4 - pacto pelo transporte público: a presidente anunciou que o governo destinará "50 bilhões de reais a novos investimentos em obras de mobilidade urbana" e afirmou que o país precisa dar um "salto de qualidade no transporte públicos nas grandes cidades", com mais metrôs, VLTs e corredores de ônibus. "O governo já desonerou impostos, o que permitiu a redução das tarifas de ônibus em 7,23% e 13,75% na tarifa do metrô e dos trens", declarou Dilma. Além disso, segundo Dilma, o governo desonerou o IPI para a compra de ônibus e está disposto "a ampliar a desoneração do PIS/Confins sobre a energia elétrica consumida por metrôs e trens". A governante anunciou a criação do Conselho Nacional de Transporte Público, com participação da sociedade civil e dos usuários;

5 - pacto pela educação pública: A presidente voltou a falar que é necessário que o Congresso aprove a destinação de 100% dos recursos dos royalties do petróleo para a educação. "Precisamos, vou repetir, de mais recursos." O Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação no Senado, destina 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a área, além dos royalties. "Todos nós sabemos que esse esforço na educação transforma um país em nação desenvolvida".

A Constituição de 1988 prevê, em seu artigo 14, que "a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I - plebiscito; II - referendo; III - iniciativa popular". No entanto, o artigo 49 da Constituição afirma que é "da competência exclusiva do Congresso Nacional" autorizar referendo e convocar plebiscito.

A presidente voltou a comentar a onda de manifestações que ocorre no país há duas semanas. "O povo está nos dizendo que quer mais cidadania. Quer uma cidadania plena. As ruas estão nos dizendo que o país quer serviços públicos de qualidade", disse Dilma.

"É preciso saber escutar as vozes das ruas. É preciso que todos, sem exceção, entendam esse sinais com humildade", falou aos governadores e prefeitos (clique aqui para ler a íntegra do discurso).

Em vários atos pelo país, os manifestantes têm afirmado que não se sentem representados por nenhum partido político e chegaram a hostilizar integrantes de legendas partidárias que participam das manifestações. "O povo, unido, não precisa de partido!" e "Sem partido, sem partido" foram gritos de guerra comuns nos protestos pelo país.

Após os anúncios, a presidente começou, de fato, a reunião com os 27 governadores e 26 prefeitos das capitais.

Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão na última sexta, Dilma disse que anunciaria um pacto com governadores e prefeitos pela melhoria dos serviços públicos. "Esta mensagem [das ruas] exige serviços públicos de mais qualidade. Ela quer escolas de qualidade; ela quer atendimento de saúde de qualidade; ela quer um transporte público melhor e a preço justo; ela quer mais segurança. Ela quer mais. E para dar mais, as instituições e os governos devem mudar. Irei conversar, nos próximos dias, com os chefes dos outros poderes para somarmos esforços. Vou convidar os governadores e os prefeitos das principais cidades do país para um grande pacto em torno da melhoria dos serviços públicos."

Reunião com o MPL
Antes de se encontrar com os governadores, Dilma esteve reunida com integrantes do MPL (Movimento Passe Livre), que organizou os protestos pela revogação do aumento na tarifa em São Paulo.

Os integrantes do MPL, ao sair da reunião, disseram que "a luta continuará" até o governo apresentar medidas concretas para reduzir a tarifa de transporte público no país. "Foi importante para iniciar um diálogo, mas a luta pela tarifa zero continua até haver medidas concretas neste sentido", afirmou Mayara Vivian. "A presidente reconheceu o transporte como direito social e a gente vai cobrar isso".

Após a reunião com o MPL, o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, reconheceu que o transporte público no Brasil é de má qualidade.

Antes da reunião de ontem, o MPL divulgou nesta segunda-feira (24) uma carta aberta à presidente Dilma Rousseff, na qual criticam o tratamento dispensado pelo governo federal aos movimentos sociais e criticam a "máfia dos transportes".

"Ficamos surpresos com o convite para esta reunião. Esse gesto de diálogo que parte do governo destoa do tratamento aos movimentos sociais que tem marcado a política desta gestão", diz a carta.

ASSISTA AO PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTE DILMA NA SEXTA-FEIRA (21):





ASSISTA AO PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTE DILMA NA SEGUNDA-FEIRA (24)


Fonte: Gospel + e UOL

Mara Maravilha fala sobre “cura gay” e causa polêmica

Após declaração no programa 'Morning Show', nesta segunda-feira (24), ex-apresentadora e cantora evangélica se explicou em sua página do Instagram.

Mara Maravilha não escapou das perguntas sobre o projeto 234/2011 batizado de “cura gay”, a cantora participava do programa “Morning Show” na Rede TV! nesta segunda-feira (24) quando foi questionada sobre o projeto.

Como evangélica, Mara se mostrou favorável à proposta e disse que simpatiza com as opiniões do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) no que diz respeito ao homossexualismo. “Muitos pensam igual a ele”, disse ela.

“Eu particularmente gosto muito e respeito muito o pastor Marco Feliciano. Eu acho que todos nós podemos ter as nossas opiniões. Você tem que respeitar a opinião de quem não pensa igual”.

A cantora afirmou que tem orgulho de ser heterossexual e que isso não significa que ela esteja ofendendo os homossexuais. Sobre a cura, ela afirma: “Eu creio na cura do impossível”.

Mas ela acredita que o homossexualismo é uma opção. “Eu acho que o fato de não respeitar a nossa opinião é um preconceito”, disse ela diante dos questionamentos dos apresentadores do programa.

Mara, que é evangélica, alfinetou a cantora Daniela Mercury dizendo que foi “estranho” ver uma cantora chamando os jornalistas para beijar sua companheira diante de tantas polêmicas em torno do homossexualismo.
“Tem muito pai, tem muita mãe, tem muitas pessoas que não concordam com essa aberração. Eu não acho bonito nem um homem e uma mulher ficarem em publico se atracando. Tem coisas que é particular”.

A cantora também comentou que em sua igreja há muitos homossexuais que não desejam mais se relacionar com pessoas do mesmo sexo.

Mara Maravilha divulga nota oficial

Mara Maravilha usou sua página do Instagram, nesta segunda-feira (24), para se explicar após suas declarações, consideradas homofóbicas, ao programa Morning Show, na RedeTV!.Ela, que assumiu publicamente ser uma admiradora do pastor Marcos Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, tem sido alvo de protestos por conta do projeto da "cura gay".

Ela, que chegou a dizer que "duas pessoas se beijando é uma aberração", "que conhece gays que querem a cura" e que "ser gay é uma opção", foi alvo de protestos da comunidade LGBT logo após a declaração. Em sua página do Instagram, nesta noite, ela divulgou uma carta dizendo que as pessoas entenderam mal suas declarações.


"Estou sendo mal interpretada! Nunca disse que gay é aberração! Não levanto nenhuma bandeira política oportunista! Em todas essas calúnias contra mim, o que vai prevalecer é a minha conduta de respeito e amor ao próximo, sem fazer acepção de pessoas... Bulling [sic] é aberração! Não vou me intimidar, continuo contando com o bom senso e a inteligência de todos independente de suas escolhas sexuais, religiosas e políticas. No demais Vai Tudo Bem, e não pretendo comentar mais sobre o assunto. Porque o justo não se justifica!".


Fonte: Gospel Prime e TN Online

Ana Paula Valadão é tema de reportagem especial da revista Veja


A cantora Ana Paula Valadão, líder do Ministério de Louvor Diante do Trono, foi tema de uma reportagem especial da revista Veja BH, complemento exclusivo da publicação para o Estado de Minas Gerais.

Assuntos como fé, moda, casamento gay, carreira musical o hobbies foram abordados pela repórter Sabrina Abreu, que entrevistou Ana Paula.

Na matéria é ressaltado que a cantora e pastora, hoje aos 37 anos, já vendeu junto com o Diante do Trono mais de 10 milhões de álbuns nos quinze anos de carreira à frente do ministério.

Ana Paula Valadão, que já viajou para todos os Estados brasileiros e países como Estados Unidos, Israel, Suíça e Japão para se apresentar com a banda, diz que centraliza as decisões sobre os trabalhos do Diante do Trono: “Minha equipe é muito capaz, mas tudo passa pela minha mão”, confirma a cantora.

Nos cultos mensais e exclusivos para mulheres que Ana Paula dirige, opiniões polêmicas despertam irritação em representantes de movimentos feministas. “Como mulher, você pode trabalhar fora, realizar os seus sonhos, ter diálogos com seu marido, sugerir, decidir com ele, mas tem de respeitar toda figura masculina”, pontua a pastora.

Chamada por muitos de “estrela gospel”, Ana Paula recusa o título: “Presto um serviço, que é a música feita para adorar a Deus”, diz.

Leia a íntegra da matéria da revista Veja BH:

Voz, nome e rosto mais conhecidos da música gospel no país, ela atrai multidões para seus shows, lança moda entre as evangélicas e, vez ou outra, desperta a fúria das feministas. Com mais de 10 milhões de discos vendidos, a cantora e pastora Ana Paula Machado Valadão Bessa, de 37 anos, ainda se surpreende com o sucesso alcançado à frente do grupo Diante do Trono, que acaba de completar quinze anos. “Nunca imaginei aparecer na TV em rede nacional. Só queria divulgar a mensagem do amor de Deus”, diz a belo-horizontina, que já se apresentou em todos os estados brasileiros e também no exterior, em países como Estados Unidos, Israel, Suíça e Japão. Nascida em uma família de cinco gerações de protestantes, entre presbiterianos e batistas, ela buscou na religião o consolo para o término de um noivado, aos 19 anos. Estava no chuveiro quando cantarolou pela primeira vez a melodia da canção Diante do Trono. Um ano depois, em 1998, a banda liderada por ela, também batizada de Diante do Trono, lançou de forma independente seu primeiro álbum. “Para garantirmos a gravação, vendemos na igreja vales-CD, no valor de 5 reais cada um”, lembra o pai da cantora, o pastor Márcio Valadão, líder da Igreja Batista da Lagoinha.

Do Q.G. do grupo, no bairro São Luís, onde funciona o moderno estúdio projetado pelo arquiteto Renato Cipriano — que tem entre seus clientes a cantora Ivete Sangalo e a banda Jota Quest -, Ana Paula cuida atualmente da produção de mais três discos: Renovo, que foi gravado ao vivo no Expominas, em março, e será lançado no próximo mês; Tu Reinas, com faixas inéditas que serão gravadas no próximo dia 9, em Juazeiro do Norte, no Ceará; e um álbum em inglês, de título ainda não definido, que será veiculado na internet. “Minha equipe é muito capaz, mas tudo passa pela minha mão”, diz ela, confirmando sua fama de centralizadora. Nas palavras dos assessores, a cantora é uma máquina de trabalhar. Além de realizar shows e gravar com o Diante do Trono, Ana Paula se dedica como pastora a um culto mensal só para mulheres, escreve livros (já tem dois publicados) e atualiza pessoalmente suas redes sociais, que atraem milhares de fãs. Só no Twitter reúne mais de 590 000 seguidores. “Tudo o que ela faz, centenas de mulheres copiam”, afirma o cabeleireiro Silvio Nogueira, que cuida de seu visual há dez anos. Foi assim quando, em 2009, Ana Paula resolveu cortar os cabelos curtinhos. Vaidosa, usa nas apresentações figurinos assinados por grifes de luxo como Barbara Bela e Mares. Gosta de um estilo romântico, com organza, seda e renda. Os modelos, porém, não podem mostrar muito o corpo. “Para a mulher bíblica, a sensualidade é vivida toda dentro do casamento. Ela não usa roupas sexy”, explica. Muitas peças precisam ser adaptadas para que Ana Paula possa vesti-las. “Ponho anágua quando a saia é meio transparente e tapa-colo, um clipezinho abotoado no sutiã, para esconder o decote”, conta.

Os conselhos da cantora sobre feminilidade atraem milhares de fiéis à Igreja da Lagoinha. Toda última quarta-feira do mês, o templo, com capacidade para 6 000 pessoas, fica lotado. No culto Mulheres Diante do Trono, a presença de homens é proibida. Do púlpito, com sua Bíblia em mãos, a pastora mescla passagens da própria vida a trechos do Velho e do Novo Testamentos. “Como mulher, você pode trabalhar fora, realizar os seus sonhos, ter diálogos com seu marido, sugerir, decidir com ele, mas tem de respeitar toda figura masculina”, prega. Casada desde 2000 com o pastor Gustavo Bessa, de 39 anos, ela diz que, em casa, deixa de lado a postura controladora que não consegue evitar no trabalho. “Lá, eu tiro o chapéu da liderança.” As pregações dão arrepios em muitas feministas. No fim do ano passado, quando vídeos do culto se espalharam pela internet, o resultado foi uma avalanche de críticas indignadas e zombarias. Ana Paula não se intimidou. “Achei bom. A mensagem foi replicada e chegou a mais pessoas.”

O dever de submissão ao marido não é sua única opinião polêmica. Ela é contra o casamento gay e não esconde seu ponto de vista. “Se há um cristão falando por aí que é a favor da homossexualidade, ele não é um cristão de verdade”, afirma. Mas garante que os homossexuais são bem-vindos em sua igreja. “Tenho um grande amigo ex-gay.” Também não se constrange ao abrir o coração e falar das próprias dores a seus fãs. “Na gravação do CD Esperança, em 2004, ela contou no palco que não conseguia engravidar”, lembra o pai. Mais de 1 milhão de pessoas ouviram a cantora  — hoje mãe de Isaque, de 7 anos, e Benjamin, de 4 – falar sobre seus problemas de fertilidade.

Ela credita seu sucesso às letras inspiradas em versículos bíblicos e nas suas experiências de fé. “As pessoas se identificam com os versos que falam de cura interior”, diz ela, que começou a compor quando ainda era criança. “Da passagem do cometa Halley até a AIDS, tudo o que via na TV ou na escola virava tema”, conta, às risadas. Os comentários de um adulto, no entanto, a desanimaram. “Ele disse que eu não tinha jeito para a coisa e acreditei. Fiquei sem escrever dos 13 aos 18 anos.” Nesse período, resolveu apostar na carreira de intérprete. Cantava no King’s Kids, grupo evangélico de dança e música para adolescentes, e no El-Shamah, coral adulto da igreja, que se apresentava aos domingos. “Eu era nova para o grupo. Só me deixaram entrar porque eu realmente tinha talento”, explica, revelando certo incômodo com insinuações sobre ter tido privilégios por ser filha do líder da igreja. Em 1996, depois de abandonar a faculdade de direito da UFMG e mudar-se para Dallas, nos Estados Unidos, onde foi estudar música, finalmente se sentiu livre. “Lá ninguém se importava com meu sobrenome.” Disputando uma vaga com outros 100 alunos, foi selecionada para a banda da escola. Disciplinada, impressionava os professores pela dedicação à rotina pesada dos ensaios.

Graças à boa vendagem de seus discos e shows (ela já tem apresentações marcadas para os próximos doze meses), hoje fatura alto com sua música, mas não revela quanto ganha. Só informa que doa parte considerável de sua renda a projetos filantrópicos. Pastora da maior igreja batista do Brasil – a Lagoinha tem mais de 54 000 fiéis -, Ana Paula se preocupa em ser um bom exemplo, uma pessoa de comportamento recatado, irrepreensível. Quando está em turnê com a banda e chega a um hotel, espera uma assessora vistoriar seu apartamento antes de entrar. “É para prevenir armações, como um homem lá dentro para causar escândalo, a exemplo do que já aconteceu com pastores e políticos nos Estados Unidos”, justifica. As bebidas alcoólicas são retiradas do frigobar dos quartos de todos os integrantes do grupo. Embora procure ser generosa com os fãs – chega a ficar até duas horas depois dos cultos dando autógrafos e posando para fotos -, poucas pessoas podem se considerar realmente íntimas da pop star gospel. “Não tenho muitos amigos próximos”, reconhece. Se sobra um tempo livre, ela quer mesmo é ficar com a família em sua espaçosa casa no bairro São Luís. É difícil ver Ana Paula em lugares públicos da cidade. Quando isso acontece, geralmente ela está almoçando ou jantando em algum de seus restaurantes preferidos: o português Res­taurante do Porto, o japonês Udon e o italiano Dona Derna.

Tem pouquíssimos interesses fora da igreja. A fotografia é o único hobby da cantora, dona de uma Leica, sofisticada câmera alemã. “No dia a dia, uso o iPhone mesmo, para não perder o momento.” Como toda mãe coruja, está sempre fotografando seus dois filhos. Ser mãe, diz Ana Paula, é uma bênção ainda maior do que conquistar o país com sua música. E não há dúvida de que ela o conquistou. Contratada da gravadora Som Livre desde 2009, a filha do pastor Márcio é hoje o nome mais conhecido da família. E vai longe o tempo em que precisava vender vales-CD para realizar seus projetos.

Um marco histórico: o CD do Diante do Trono está entre os vinte mais vendidos no país

Com seus hinos de fé e louvor a Deus, Ana Paula Valadão conseguiu um marco inédito na música gospel: figurar na lista dos vinte discos mais vendidos no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), Preciso de Ti, o quarto álbum da banda Diante do Trono, gravado no Mineirão e lançado em 2001, vendeu mais de 2 milhões de cópias, o que lhe garantiu a vigésima posição no ranking. Apesar dos números grandiosos, a cantora não gosta de ser rotulada como estrela gospel. Prefere se definir como “líder do ministério de louvor”. Diz ela: “Presto um serviço, que é a música feita para adorar a Deus”.

2 000 000 de cópias do álbum lançado em 2001 foram comercializadas no Brasil


Fonte: Gospel +

PRÓ GAYS , Manifestantes protestam em frente à casa de Marco Feliciano



Manifestantes protestam em frente à casa de Marco Feliciano 
Na noite do último sábado (22) o deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) voltou a ser alvo de protestos. Dessa vez um grupo de manifestantes se reuniu em frente a casa do parlamentar na cidade de Orlândia, interior de São Paulo.
Cerca de 60 pessoas, segundo a Polícia Militar, se juntaram por volta das 18h no Centro da cidade com mais de 100 pessoas que protestavam contra o governo municipal.
Com o passar do tempo uma parte dos manifestantes resolveu ir até a casa de Marco Feliciano com cartazes que criticavam o PDC 234/2011 que foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara na última semana.
O projeto foi nomeado pelos críticos de “cura gay” e ganhou o desprezo de boa parte da população brasileira que não teve acesso ao verdadeiro teor da proposta apresenta pelo deputado João Campos (PSDB-GO) que não trata sobre a cura para homossexuais.
A assessoria de Marco Feliciano afirmou que não havia ninguém na residência naquela noite, sentados na rua, os jovens gritavam palavras de ordem como ‘Feliciano, o Brasil não precisa de você’, ‘Fora Feliciano, você não me representa’, ‘Não existe cura’ e ‘Sem preconceito’ entre outras.
Um dos manifestantes concedeu entrevista ao G1 dizendo que se sentiu magoado com a aprovação da proposta. “Não é fácil para os meus pais ouvir que eles têm um filho doente por causa desse projeto”, disse Jorge Morato, de 31 anos.
Assim como outras pessoas, Morato entendeu que o PDC 234/2011 afirma que o homossexualismo é doença, o que não é verdade. O projeto tenta sustar dois artigos do Conselho Federal de Psicologia, e como o autor mesmo afirmou, não diz sobre o paciente, mas sobre a liberdade do profissional de psicologia.
Na frente da CDHM, Marco Feliciano está diante de projetos bastante polêmicos, pois nos anos anteriores a comissão tratou de muitos assuntos ligados ao movimento LGBT. Recentemente o parlamentar se mostrou descontente com as pautas que foram enviadas para sua comissão e disse que sente falta de projetos que realmente trarão benefícios para minorias, como por exemplo, os quilombolas.
Vale lembrar que como presidente da Comissão de Direitos Humanos e minorias, Marco Feliciano não vota, ele apenas administra a discussão entre os demais deputados e participantes convidados.

Minha missão é pregar o evangelho e não julgar, diz bispa Sonia



Minha missão é pregar o evangelho e não julgar, diz bispa Sônia sobre homossexualismo
Em entrevista à Folha de São Paulo a bispa Sônia Hernandes, da Igreja Renascer, falou sobre os mais variados assuntos. Desde seus lutadores favoritos do UFC, até sobre os figurinos que usa nos cultos e na apresentação do programa De Bem com a Vida, na Rede Gospel de Televisão.
Na direção da 21ª Marcha para Jesus da cidade de São Paulo, evento que acontece no próximo sábado (29), Sonia afirmou que espera “milhões” de pessoas que acompanharão os trios elétricos que sairão do metrô Luz às 10h e seguirão para a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira onde acontecerão diversos shows evangélicos.
“A cidade precisa ser mais evangelizada”, disse. Ao lado de seu esposo, apóstolo Estevam Hernandes, Sonia comanda a Igreja Renascer em Cristo que conta com mais de 800 templos espalhados pelo Brasil e o mundo.
No dia que ela foi entrevistada pela reportagem da Folha a Comissão de Direitos Humanos e Minorias havia aprovado o projeto de decreto legislativo 234/2011 chamado pejorativamente de ‘cura gay’. Ao ser questionada sobre o tema, Sonia Hernandes afirmou que não chama o homossexualismo de doença e que sua igreja é aberta a todos.
“A igreja é aberta. Jesus veio para os doentes. Quero nem falar que é doença. Se falar doença comportamental, então mulher que toma bola pra emagrecer também é”, disse.
Para não se estender no assunto, a líder do grupo de louvor Renascer Praise afirmou que sua missão “é pregar o evangelho, não é julgar”.
 GP

Ministério deixa postos de saúde em todo o país sem insulina


Em destaque, o ministro da Saúde Alexandre Padilha
O ministro da Saude Alexandre Padilha ooh7g2419189 574x338 Ministério deixa postos de saúde em todo o país sem insulinaA insulina humana NPH, usada por pacientes diabéticos, está em falta em todo o país. Desde o ano passado, médicos e pacientes reclamam da falta do medicamento nos postos conveniados ao programa “Farmácia Popular”, do governo federal.
Em nota, o ministério informou que o fornecimento sofreu atraso por problemas com a importação do produto, e que está tentando regularizar os estoques. O que o governo não explicou é que o problema é recorrente e desde 2011 falta insulina nos hospitais e postos da rede pública federal.
Só em 2012, os estados de Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito SantoCeará, Sergipe e Rio de Janeiro e São Paulo registraram sérios problemas de abastecimento.
De acordo com reportagem publicada na edição de hoje (22) do jornal Agora, quase a metade das farmácias populares pesquisadas na cidade de São Paulo estava sem o medicamento.

Paraguai rejeita médicos cubanos: “formação medíocre” impede exercício de profissão no país

Chavez no dia do Medico Integral ComunitarioEnquanto o Brasil se esforça para fazer o reconhecimento automático dos diplomas dos médicos cubanos em território brasileiro, o nosso vizinho Paraguay rejeitou os médicos cubanos em seu país.
Segundo o reitor da Faculdade de Medicina Nacional do Paraguay, “médicos cubanos tem têm habilidades e conhecimentos de uma licenciatura em Enfermagem”.
As autoridades médicas paraguaias consideram que os médicos formados em Cuba não têm formação suficiente para exercer a medicina em seu país, disse segunda-feira o reitor da Faculdade de Medicina da Universidade Nacional do Paraguai, Aníbal Filartiga.
Um estudo comparativo entre os currículos dos cursos de medicina em Cuba e no Paraguay mostrou que o currículo da ELAM – Escola Cubana de Medicina – é medíocre.
Anualmente, Cuba disponibiliza cerca de 500 vagas para estudantes estrageiros estudarem medicina em Cuba, de forma gratuita, tendo em vista que o governo cubano gasta entre US$ 60.000 a US$ 70.000 dólares anuais com jovens paraguaios para estudar medicina em Cuba.
As autoridades médicas do Paraguay rejeitaram a equiparação automática dos currículos dos médicos paraguaios com os médicos cubanos.
Médicos cubanos também tem dificuldades de exercer sua profissão nos EUA
Além do Paraguai, outro país que apresenta restrições aos currículos dos médicos cubanos é os Estados Unidos da América. O governo americano tem um programa especial de vistos – que facilita a imigração de médicos e enfermeiros.
Sendo assim, muitos médicos cubanos em missões no exterior, fogem das delegações e vão a embaixadas americanas solicitar o visto de imigração, no que são atendidos na maior parte das vezes. Ocorre que, quando chegam aos Estados Unidos, os médicos cubanos sofrem com imensas dificuldades para poder exercer a profissão.
O governo cubano trata os médicos cubanos que fogem como “traidores da pátria”, e, assim, colocam todo tipo de dificuldade, proibindo-os inclusive de visitar Cuba novamente. Além disso, para poderem exercer sua profissão nos EUA, os médicos precisam de um reconhecimento oficial, que envolve comunicação entre os governos dos EUA e de Cuba.
Em procedimentos que revelam o grau de mesquinhez do governo de Cuba, as informações que são solicitadas pelo governo americano sobre currículos e demais dados técnicos, necessários para a validação do currículo em território americano, são negadas pelo governo cubano.
É evidente que esse tipo de procedimento do governo de Cuba é mais um exemplo de violação dos Direitos Humanos em Cuba, tendo em vista que o governo de Cuba se acha proprietário dos médicos cubanos, proibindo-os de sair da ilha ou emigrar para qualquer outro país. Ou seja, são tratados como escravos do regime.
Fonte: EFE via Terra

EXCLUSIVO! PT JÁ TEM CAMPANHA PRONTA DA REFORMA POLÍTICA, COM CARTAZES E CARTILHAS, PARA TRANSFORMAR O BRASIL EM MAIS UMA REPÚBLICA SOCIALISTA.

Não retiro do blog uma vírgula do que venho escrevendo há quase uma década. Mais recentemente publiquei aqui no blog um post afirmando que o PT já estava se preparando para dar o golpe na democracia. Impressionante que a grande imprensa brasileira ou dormiu de touca ou realmente já se submeteu integralmente ao governo do PT. Nem mesmo a revista Veja, que é o único veículo da grande mídia que não se atrelou ao poder foi fundo nessa pauta: a tal cantada e decantada reforma política a partir de um plebiscito solicitando o apoio da Nação à convocação de uma assembléia constituinte exclusiva para votar uma reforma política do interesse exclusivo do PT.

No dia 6 deste mês de junho revelei aqui no blog um panfleto vermelho do PT, um troço meio mal feito, lançando a idéia da "reforma política", conforme podem conferir aqui. Nessa ocasião alertei que estava em andamento uma jogada política do PT no estilo do que ocorreu na Venezuela, Equador e Bolívia, onde as instituições democráticas tornaram-se apenas uma pantomima para esconder um modelo cubano de gestão do Estado, ou seja o que qualificam de "socialismo do século XXI". E isto aconteceu exatamente a partir de realização de plebiscito e Constituinte.

Quando eclodiu essas manifestações no Brasil, voltei a alertar para o fato e vi como estranho um movimento popular esquisito que se seguiu à arruaça do Movimento Passe Livre, em São Paulo. Intui, de imediato, e não tenho motivos até agora para mudar de opinião, que os protestos poderiam estar chocando o ovo da serpente golpista. Adverti que a truculência das agressões ao patrimônio publico e privado, a violência geral não tinham qualquer sentido e parecia surgir do nada, haja vista que nos últimos anos o governo do PT promoveu os maiores escândalos da história e ninguém deu um pio.

Agora, há pouco, me enviaram o link para o site do PT, onde lá está uma cartilha de instruções para a ação dos militantes do partido para ser baixada e diversos cartazes de propaganda da campanha da Reforma Política proposta pelo PT. Aí não mais aquele panfleto vermelhão e grosseiro, mas coisa feita por profissionais.

Há um texto de abertura assinado pelo Rui Falcão, o presidente do PT. Está tudo preparado bem antes da Dilma anunciar, como anunciou nesta segunda-feira, que irá propor a reforma e um plebiscito. 

A campanha já deve estar prontinha para ser lançada. Isto não é, portanto, apenas uma coincidência. Os links estão aí para que os leitores constatem. Também não é segredo, a campanha foi tornada pública no site do próprio PT. Acima está a reprodução de um dos cartazes que deverão ser espalhados à farta pelo país inteiro pelo setor de propaganda do PT.

Isto coincide também com uma reunião do Foro de São Paulo marcada para os próximo mês no Brasil. O Foro de São Paulo foi fundado em 1990, por Lula e Fidel Castro, na cidade de São Paulo. É uma organização esquerdista que objetiva aplicar o "socialismo do século XXI", em todos os países latino-americanos. 

Creio que este meu escrito é suficiente para os leitores entenderem o que está ocorrendo, ou seja, a gestação de um Golpe de Estado comunista. Sim este é um golpe comunista, mas que pretende ser incruento, ou seja, a massa bovinamente deve aderir ao canto de sereia do PT por um "país melhor, mais justo e socialista".

O resto da história todos já sabem. Afinal já ocorreu na Venezuela, Bolívia, Equador e está prestes a ocorrer na Argentina.

BLOG DO ALUIZIO

Exposição que mostra pedofilia e zoofilia provoca bate boca entre deputados

Não foi só nas redes sociais que a mostra “QueerMuseu” gerou debates e bate boca. Na noite desta terça-feira (12) o assunto foi amplam...