terça-feira, 30 de agosto de 2011

MEDITAÇÃO DO DIA - Percebendo a Voz de Deus



Todas as manhãs, Ele faz com que eu tenha vontade de ouvir com atenção o que Ele vai dizer. Isaías 50:4, NTLH


Reunir-se em torno das fogueiras era um dos bons momentos nos acampamentos, fossem eles à beira-mar ou no campo. As fogueiras não faziam parte do cerimonial, mas, antes de acendê-las, quando tudo estava pronto, muitas vezes eu pedia que todos apagassem a lanterna e permanecessem em silêncio por um minuto, a fim de escutar os sons da natureza. Vozes silenciadas, era mais fácil ouvir o cricrilar dos grilos, o zumbido dos insetos, o coaxar do sapos, o pequeno riacho que corria, o quebrar das ondas na praia ou o canto solitário de alguma ave.


Na oração, o ouvido é órgão de primeira importância. Precisamos silenciar algumas vozes em nosso dia a dia a fim de escutar melhor a voz de Deus.


Ele é a primeira pessoa com quem devemos falar. É também a primeira a quem devemos escutar. Temos que educar o ouvido diariamente para que se torne sensível à voz de Deus. Ouvir com atenção, como aprendiz, com avidez, a fim de receber os suprimentos da graça divina.


De que maneira Deus nos fala? A maneira básica de Deus Se comunicar conosco é por meio da Sua Palavra, a Bíblia. Devo sentir que, quando a estou lendo, Deus está me ensinando alguma coisa.


Ele também fala conosco pelo Espírito Santo. Não há aqui referência alguma audível. Mas através de um hino, da conversa com um amigo, do primeiro texto que o pregador usa em seu sermão, da consciência, de uma forte impressão, Deus pode nos falar ao coração.


Agora vem a parte mais difícil nesse processo. Nosso contato com Ele tem que ser diário e, de preferência, no começo do dia. “De manhã ouves, Senhor, o meu clamor; de manhã Te apresento a minha oração e aguardo com esperança” (Sl 5:3).


Entendo que a complexidade da vida moderna coloca muitas vezes o colégio ou o trabalho bem distante de onde moramos. Temos que sair bem cedo de casa. Levamos a agenda com tudo o que deve ser cumprido até o fim do dia. Mostre essa agenda para Deus e peça que Ele lhe dê sabedoria para fazer o que é prioritário, essencial.


Agora um desafio: faça a experiência de acordar um pouco mais cedo e coloque seus momentos devocionais antes de tudo no seu dia. Você notará a diferença. Eu mesmo poderia ter aprendido mais, se tivesse experimentado isso mais cedo em minha experiência cristã.

VIA GRITOS DE ALERTA

Criança lambança - O PAPAI NOEL DA GLOBO

Wilson Correia

Nunca tomei a iniciativa de tirar o fone do gancho e ligar para o “Criança Esperança”, campanha que todo ano só faz desfilar as “estrelas” da “Vênus Platinada”, a Rede Globo, diante de nossos olhos. Essa emissora, que há anos assalta o bom senso e a inteligência dos brasileiros, com enlatados, novelas, programas de baixíssimo nível, continua defraudando a boa vontade de todos nós, e nos deseducando, quando anuncia que “o dinheiro arrecadado para o UNICEF” pode ser deduzido do Imposto de Renda, quando, na realidade, não pode, porque, no frigir dos ovos, quem figura nesse imbróglio como doadora é a própria “Rede Bobo”. Na verdade, a RG expropria dos verdadeiros doadores o direito de deduzir o que dão do Imposto de Renda.
Mas esse não é o maior mal que essa rede de televisão causa, anualmente, aos brasileiros. Sabemos que as corporações capitalistas –e a RG figura entre as primeiras do mundo no setor das comunicações– funcionam sob a égide da desumana lógica do lucro e da acumulação. São, aliás, os protagonistas principais da expropriação de bens alheios, a começar pela força de trabalho não paga. “Trabalho não pago”, aliás, pela via dos “salários mínimos” ou escorchantes, é a gênese de todo lucro no capitalismo, e que se estende ao repasse de produtos e serviços com larga margem de lucro, sem o que o capitalismo não existiria como modo de produção material da vida.
Em tese, então, uma corporação capitalista é antipática por natureza. Já imaginou o que aconteceria se todos e todas viessem a tomar a grave consciência de que uma empresa só existe e perdura à custa da “expropriação” compulsória, incrustada nas próprias relações diversificadas que os humanos travam no dia-a-dia das sociedades liberais?
Por conta disso, e para não parecer o real monstro que cada empresa, de fato, é, surge a necessidade de “dourar a pílula”, tornar sua presença na sociedade mais aceitável, fazendo crer que ela “faz o bem”, preza os “valores humanos” e ajuda a combater as diversas mazelas –como a fome, o analfabetismo, a doença– existentes na sociedade. Mazelas, diga-se, produzidas pelas próprias ações do capitalismo e de suas corporações. O negócio funciona mais ou menos assim: “Eu crio o faminto, depois saio pedindo dinheiro alheio para matar a fome dele”.
É fácil fazer “Graça com o chapéu alheio”, não é? Se considerarmos isso, a defraudação, o engano e o engodo se ampliam exponencialmente. É por isso que a “Rede Bobo” não é besta, mas, sistematicamente, faz os seus telespectadores de trouxas.
Eu não creio em mudanças de superfície. Você dá o pão hoje e daqui a pouco a fome voltará. Ensinar a produzir o próprio pão é que seria nossa maior tarefa. E, hoje, isso também não está bastando: teríamos que ensinar como se cultiva o trigo e tudo o mais de que se necessita para fazer massa virar pão. O capitalismo é um sistema tão perverso, acintoso e desumano que, para ele, até a fome e a morte dão lucro: servem para controlar os membros da sociedade ativa, aqueles que têm algum ganho e “rebolam” diuturnamente para se manterem vivos.
Não creio que “boa vontade”, “esmolas”, “doações” e nenhum outro tipo de voluntarismo possa ir além da conjuntura, essa superfície das coisas da vida que deixa intacta as estruturas. Para mudar as estruturas –econômicas, políticas e culturais– precisamos de ações que incidam nessas estruturas. E o “Criança Esperança”, como se vê, além de poder ser incluído como uma campanha em favor do lucro individual e fazer o lobo parecer cordeiro, apenas surfa na onda conjuntural de uma sociedade injusta, excludente, realmente desumana até mais não poder.
Por isso não ajudo nada que seja promovido pelas empresas individuais, que só alimentam e falseiam o sentido da propriedade privada.
Reconheço que, moralmente, não posso deixar o faminto morrer de fome. Se ele surge à minha frente, dou-lhe o prato de comida. Sei, porém, que meu ato se esgota na extinção daquela fome ali diante de mim. Sei que, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), a cada minuto 12 (DOZE) crianças morrem de fome ao redor do mundo. É essa realidade que o “Criança Lambança” da “Rede Bobo” ajuda a esconder. Com o minha conivência e contribuição é que não vai ser. Prefiro lutar contra esse sistema e ser solidário com aqueles e aquelas que, mais castigados pela monstruosidade do Capital e dos Humanos, necessitam de minhas mãos.
Em um grau menorzinho em comparação aos que morrem de fome, eu também sou um explorado do sistema: como posso contribuir para a saúde e a ganância do meu próprio algoz?
Wilson Correia
Enviado por Wilson Correia em 07/08/2011
Reeditado em 08/08/2011
Código do texto: T3144819

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VIA GRITOS DE ALERTA / BISPO ROBERTO TORRECILHAS

DENUNCIA GRAVE- A ONU QUER UM MUNDO GAY - Distribuição de kit homofobia nas escolas recebe apoio da Unesco

 
unesco.jpg  VEJA A MATÉRIA AQUI .
SEGUE ABAIXO.

A distribuição de kits informativos de combate à homofobia nas escolas públicas ganhou mais apoio nesta semana. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) deu parecer favorável ao material que, em sua avaliação, "contribuirá para a redução do estigma e da discriminação, bem como para promover uma escola mais equânime e de qualidade".
Atualmente o material está sob análise do Ministério da Educação (MEC). O kit homofobia, como vem sendo chamado, foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e travestis) a partir do diagnóstico de que falta material adequado e preparo dos professores para tratar do tema. O preconceito contra alunos homossexuais tem afastado esse público da escola, apontam as entidades.
"Todas as pesquisas mostram que em torno de 40% da população escolar têm preconceito com esse público. O material vai ensinar os professores a trabalhar isso", defendeu Toni Reis, presidente da ABGLT. O kit é formado por cartazes, um livro com sugestão de atividades para o professor e três peças audiovisuais sobre o tema. O material foi elaborado pelo projeto Escola sem Homofobia, a partir de seminários e de uma pesquisa aplicada em escolas públicas.

PreconceitoA previsão é de que o material seja distribuído a 6 mil escolas, mas o kit também enfrenta resistência e preconceito em alguns setores da sociedade. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) quer convidar o ministro da Educação, Fernando Haddad, para prestar esclarecimentos no Congresso e permitir que os parlamentares tenham acesso ao material. Ele é contra a proposta e promete mobilizar a bancada religiosa para impedir a distribuição dos kits.
"Isso [o material] é um estímulo à homossexualidade, à promiscuidade e uma porta à pedofilia", afirmou. Segundo ele, caso os kits cheguem às escolas, os próprios pais não deverão permitir que os vídeos sejam exibidos. "Eu já tenho apoio de pais e diretores que me procuram preocupados e vão acionar o corpo docente", acrescentou. O MEC não se posicionou sobre o assunto.
Para presidente da ABGLT, a posição dos fundamentalistas religiosos é preconceituosa porque o material sequer foi divulgado. Algumas pessoas puderam ver parte dos vídeos que criaram a polêmica. Um deles, chamado Encontrando Bianca, conta a história e os dilemas de convivência no ambiente escolar de um menino que se vê mulher e se descobre travesti.
O Conselho Federal de Psicologia também deu parecer favorável às obras, considerando-as adequadas à faixa etária indicada.

Para a pesquisadora em sexualidade e professora da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Claudiene Santos, a polêmica existe porque ainda há a crença de que a homossexualidade pode ser ensinada ou incentivada pela escola.
"Na verdade, o que está se discutindo é uma diversidade que já existe, não foi a escola que inventou. Há um temor da sociedade quando se mexe naquilo que se entende como padrão ou o que chamamos de sexualidade hegemônica", explicou.
Mesmo com as resistências, ela acredita que o material chegará aos professores e alunos. "A escola é um espaço privilegiado para a promoção dos direitos humanos, mas há uma dificuldade do professor em ter acesso a esse conhecimento.
Muitas vezes, há omissão por parte das escolas em coibir qualquer tipo de discriminação, que termina em práticas violentas. Na medida em que você não faz nada, você concorda com aquilo [a homofobia]", afirmou.


A pesquisadora apontou que afastada da escola pelo preconceito, a população LGBT acaba marginalizada, sem acesso a bons empregos ou à qualificação profissional.
"Será que todo travesti gosta de ir para a prostituição ou a gente não dá espaço para que essas pessoas tenham acesso aos direitos que todo cidadão tem?", questionou. (Fonte: Agência Brasil)

Muçulmanos sequestram menina cristã de 14 anos no Paquistão


Muçulmanos sequestram menina cristã de 14 anos no Paquistão
Dois jovens cristãos, Imran Masih e Mehboob Masih, tentaram resgatar a menina

Um grupo de muçulmanos sequestrou uma garota cristã de 14 anos, ameaçando-a com uma arma na frente de todos. O incidente ocorreu em 17 de agosto, em Shisharwali, uma área residencial da cidade de Gujranwala, em Punjab.

De acordo com relatórios da Christian Post do Paquistão (PCP), Mohammadm Tayeb, acompanhado de quatro outros muçulmanos, invadiu a casa de Rashid Masih, em plena luz do dia, e apontou armas para a cabeça de sua filha, Mehek, forçando-a a entrar em um carro branco.

Dois jovens cristãos, Imran Masih e Mehboob Masih, tentaram resgatar a menina, mas Mohammad Tayeb apontou a arma para eles e ameaçou disparar. “Ela é uma Choori”, gritou o muçulmano, usando um termo pejorativo para a cristã.

Ele também acrescentou que “Mehek Choori seria purificada, pois iria se converter ao islamismo e se tornaria a esposa dele”.

Fontes relatam que os ativistas locais cristãos do APMA tentaram denunciar o incidente à polícia, mas os agentes não queriam abrir uma investigação sobre o evento ocorrido, uma vez que Tayeb é uma pessoa influente na comunidade muçulmana.

O arcebispo emérito de Lahore, Lawrence John Saldanha, salientou que esses tipos de casos são muito comuns no Paquistão e as famílias das meninas podem fazer muito pouco – ou nada – para salvar as vítimas de seus sequestradores. Ele acrescenta: “As famílias muçulmanas têm vantagem, porque a lei as favorece.”

“Esses episódios são tristes e trágicos para a comunidade cristã e representam uma das muitas cruzes que as minorias, sem esperança, carregam no Paquistão”, acrescentou o arcebispo Lawrence.


Fonte: Portas Abertas
VIA GRITOS DE ALERTA

Evangélico pode praticar esportes de lutas e artes marciais? Pastores e teólogos respondemO MMA (Artes marciais mistas) é hoje uma das modalidades esportivas que mais cresce no mundo e também no Brasil, que por sinal possui os melhores lutadores do esporte. Com o crescimento do MMA, também vieram as criticas a modalidade, que chegou a ser banida de alguns estados nos EUA por ser muito violenta. No final de semana passado, foi realizado no Brasil o maior evento deste esporte, o UFC Rio que lotou o HSBC Arena e foi um sucesso segundo seus organizadores.
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Um dos maiores lutadores do UFC é Vitor Belfort, que na maioria de suas lutas agradece a Deus após vitórias e usa o calção com o nome Jesus escrito. Declaradamente cristão, Belfort explicou em recente entrevista a ligação entre a religião e a luta dizendo que o que ele faz no octógono não é uma briga, e sim uma competição.
Além de Vitor que desta vez apenas comentou as lutas, outro atleta cristão estava no UFC, o estreante capixaba Erick Silva, que a exemplo de Belfort, entrou com o nome Jesus escrito no calção e tem como um de seus apoiadores o Senador evangélico Magno Malta.
Diante desta relação a reportagem procurou pastores e teólogos para saber o que eles pensam deste esporte. Um cristão pode praticar tal esporte? É licito ao crente em Jesus assisti-los?
“Eu não vejo embasamento bíblico favorável, mas também não vejo o contrário”, disse o pastor Ariovaldo Júnior, do Manifesto Missões Urbanas. Ele acredita que a prática hoje é mais esportiva e ”não tem mais nada a ver com os vale-tudo onde havia graça em esmurrar o outro além das condições humanas”.
Biblicamente falando, Ariovaldo Júnior diz que não há menções que condenem o esporte. “Eu gosto do UFC por celebrar um esporte que ainda não tem influências do feminismo. O feminismo determina tudo hoje em dia, até o nosso modelo de ‘cristão ideal’ está mais pra figura de uma mulher do que pra um homem de verdade. A propósito, lutas de diversos tipos foram contemporâneas de Jesus e de Paulo (que viveu inclusive em Roma), porém não vemos nenhuma recomendação contrária à prática esportiva”, diz o pastor do Ministério Sal da Terra em Uberlândia – MG.

Violência e cristianismo

Já o pastor Geremias do Couto, da Assembleia de Deus, considera o esporte inadequado para o cristão. “Respeito quem participa e assiste (a tentação é grande!), mas a violência que o caracteriza conflita com os princípios de vida do Cristianismo. Há outros esportes saudáveis que podem muito bem atender a nossa necessidade de entretenimento e, sobretudo, de cuidados físicos.”
Couto diz que pode sustentar seu posicionamento lembrando de versículos como o de Gálatas 5 que fala sobre a temperança, assim como quando Paulo fala que tudo nos é licito, mas nem tudo nos convém. “Sei que no caso desse esporte não se trata de uma agressão gratuita, por vingança ou por maldade mesmo, mas de qualquer modo é uma forma de agressão consentida. Alguém vai sair arrebentado”, diz o pastor assembleiano.
“Aquilo é selvageria”, disse o teólogo Rodrigo Weronka, ele não concorda que um cristão deva participar ou assistir esse tipo de competição. “Como chamar de esporte um negócio que visa arrebentar o oponente?”, questiona.
Weronka fala sobre a diferença entre esportes perigosos como a Fórmula 1, e esportes “brutos” como ele classifica o MMA. “Uns podem dizer que na F1 o carro pode matar o piloto, mas na F1 o objetivo não é esse. E no vale-tudo, o ‘vale tudo’ é vencer o oponente, massacrando o cara”, disse.
Ele também não utiliza nenhum fundamento bíblico para basear suas convicções, apenas diz que a prática não condiz com os valores passados pela Palavra de Deus. “Não consigo aceitar uma brutalidade como o vale-tudo como esporte ou mesmo como algo para entretenimento cristão. Mas é claro que não tem um verso ‘não lutarás MMA’, isso é uma questão contemporânea. Deduzo pelos parâmetros bíblicos do amor ao próximo que arrebentar a cabeça de um ser humano, criado por Deus, por ‘esporte’ é ridículo”.

Princípios bíblicos

Geremias do Couto também fala que o esporte em questão foge dos princípios bíblicos. “Biblia não trabalha simplesmente com regras. Ela trabalha com princípios, que devem ser aplicados nas mais diferentes circunstâncias. Há muitas outras coisas das quais a Bíblia não fala de forma explícita, mas por causa dos princípios que ela nos oferece podemos fazer bem as nossas escolhas e evitar aquilo que não glorifica a Deus. Paulo escreveu: “Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”, 1 Coríntios 10.31. A grande pergunta é: esse esporte glorifica a Deus?”
O mantenedor do portal apologético NAPEC vai mais longe: ”Pergunte a um cristão se uma tourada é um esporte bacana. Não, dirão em coro! Judiar do pobre animal não é certo. E a caça esportiva? não é certo!. Então seria ético arrebentar outro ser humano numa competição esportiva?”

Vale-tudo na Igreja

Weronka também critica a prática de lutas dentro da igreja, como acontece na Igreja Renascer, que chegou a ser notícia no canal NatGeo (National Geographic) por montar um ringue dentro da igreja e promover a luta como “forma de evangelismo”.
“Uns dizem que o vale-tudo pode ser uma estratégia de evangelismo, então “vale tudo” para ter os jovens ali?” questiona Weronka que não concorda com o fato de uma igreja evangélica apoiar esse tipo de esporte.
“Sob a desculpa pragmática dos ‘fins justificam os meios’ a igreja vai ficando com a cara do mundo. E se a igreja deve ficar assim, prefiro ser um esquisito e manter a ortodoxia bíblica”, critica o teólogo.



Fonte: Gospelprime
Via Gritos de Alerta

PSICÓLOGA MARISA LOBO ENVIA CARTA AO DEPUTADO MARCO FELICIANO , PEDINDO UM QUESTIONAMENTO AO CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA SOBRE O SEU APOIO E PARTICIPAÇÃO EM PASSEATA GAY .




V. Ex.ª.  Deputado Federal Marco  Feliciano



Venho através de o presente solicitar ao deputado que intervenha de alguma forma neste assunto abaixo explanado



Conselho federal de psicologia faz passeata em Brasília, com as cores do arco Iris, de forma pessoal Induzindo a população e profissionais a se posicionarem a favor de um kit  gay, e questionando o governo sobre a suspensão, ( ver jornal )



Muitos psicólogos de todo Brasil, me procuraram este mês de agosto, para questionar a posição do conselho federal de psicologia que deu destaque de capa ao seu jornal mensal do mês de julho, para uma passeata da qual o participou como militante, questionando a suspensão pelo governo do kit gay, nas escolas e apoiando este kit com a seguinte frase o conselho de psicologia apóia o projeto escola sem homofobia, questionando, o governo deixando claro,, que está de forma pessoal nesta campanha, pois negligência o bem estar psicológico de crianças que ainda estão em formação, não podendo de forma algumas ser estimuladas precocemente, em sua sexualidade seja para que propósito for



Psicólogos de todos os conselhos regionais estão questionando a posição do conselho federal, por não terem sidos consultados, já que as grandes maiorias dos profissionais não concordam com o conteúdo deste (kit-gay- agora chamado por eles de projeto escola sem homofobia,) por acreditar ser este material, muito sexualizado, inapropriado, expondo assim crianças a uma sexualidade exacerbada, induzindo crianças a uma sexualidade precoce, podendo gerar conflitos futuros emocionais e até mesmo com sua identidade sexual, pervertendo sua libido original, o que é comprovado pela mesma psicologia, que a promove. 



O conselho federal de psicologia agiu de má fé, pois trata o assunto de forma parcial, com abuso de poder de forma arbitrária, quando toma uma decisão tão séria , sem consultar a grande maioria dos psicólogos que não concordam com o pré-conceito, com a homofobia, porém não concordam igualmente, com o conteúdo, da campanha além de ir contra as diretrizes e código de ética do próprio conselho que diz



 “ “Estimular reflexões que considerem a profissão como um todo e não em suas práticas particulares, uma vez que os principais dilemas éticos não se restringem a práticas específicas e surgem em quaisquer contextos de atuação”.

O conselho federal desrespeitou as diretrizes, e o código quando, se envolveu de formal pessoal nesta causa, sem se preocupar em fazer valer as suas próprias diretrizes. já que não expressa a opinião da maioria dos profissionais.



O que os psicólogos questionam, é que esta suspensão do kit gay, foi providencial, pois a forma como foi feita, e o conteúdo, não previne homofobia e sim incentiva, comportamentos sexuais, desperta para o sexo, tornando a sexualidade do ser humano resumida em uma pratica de sexo para obtenção de prazer apenas sexual. Além de deixar a criança confusa, podendo ainda induzir a violência, já que o conteúdo contem cenas impróprias, constrangedoras para uma criança, e mexe com valores, estabelecidos no seio familiar de alguns, portanto sendo conflitante, e não podemos de forma alguma, para lutar com um determinado tipo de violência gerar outra a emocional, por exemplo, a ansiedade, de não dar conta do que se está aprendendo, sendo induzindo a convicções sexuais, por exemplo, como condena o conselho de ética que regulamenta a classe.  



 O código de ética do psicólogo diz no seu Art. 2º - Ao psicólogo é vedado:



 b. Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais



O Conselho federal de psicologia cobra, essa posição de todos os seus profissionais e abusou de forma truculenta, sem ética alguma, com este jornal, como essa passeata, está induzindo convicções políticas, morais, e de orientação sexual, ao psicólogo que não concorda, com determinadas posições sofre o risco de ser punido pelo conselho podendo até ser casado, e ao conselho federal que vai investigar essa ação tão antiética, qual a punição e quem dará a esse conselho?

Pois como estão tratando a questão do homossexualismo, daqui a pouco vamos nós que temos nossa sexualidade em equilíbrio biológico de genro achar que somos nós os errados.

Uma coisa é aceitar a pessoa como ele é outra coisa é eu ser obrigado a ser como ele, para não me taxarem de homo fóbico. Se começarmos ficar refém dessas atitudes desrespeitosa com receio de perdermos voto, vamos transformar nosso país em um BRASIL amoral, sem lei, sem regras sem princípios e sem ética. Tudo em nome de um prazer seja ele qual for isso é muito sério.

O conselho de psicologia não pode, nem deve se envolver como uma instituição nesta causa de forma tão pessoal, isso não é democracia, isso é arbitrariedade, é ir contra a te mesmo com a liberdade de expressão tão apregoada por alguns grupos   



Atenciosamente

PSICÓLOGA MARISA LOBO



CRP 08/07512 –CURITIBA- PARANÁ

41-3367056-33671245 -78173494

DENUNCIA GRAVE - Conselho Federal de Psicologia dá parecer favorável ao Escola Sem Homofobia - ISSO SIGNIFICA , ELES APOIAM A ENTREGA DOS MALDITOS KITS GAYS NAS ESCOLAS E DEPARTAMENTOS DE ENSINOS DO BRASIL.

 

O polêmico projeto Escola sem Homofobia, apelidado de Kit Gay por parlamentares evangélicos e pessoas contrárias ao seu conteúdo, recebeu o aval do Conselho Federal de Psicologia (CFP), após um pedido feito pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays e Transgêneros – ABGLT.

O material desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação busca diminuir a homofobia nas escolas, preparando professores e disponibilizando materiais para uso em classe como vídeos e apostilas( E DIZENDO PARA NOSSOS FILHOS QUE É NORMAL SER GAY ). Apenas alunos do Ensino Médio, com idades de 15 a 17 anos, terão acesso ao seu conteúdo que inclui dois vídeos e um guia de orientação para os professores e surgiu depois da constatação de que as escolas brasileiras são ambientes hostis para homossexuais. Em 2011, 6 mil escolas devem receber o kit educativo desenvolvido pelo Ministério da Educação.



Confira o Parecer Técnico do CFP:


CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA

PARECER

PROJETO “ESCOLA SEM HOMOFOBIA”

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Na escola, a Psicologia apresenta-se como articuladora e facilitadora dos processos de ensino-aprendizagem a partir da compreensão de diferentes aspectos, que vão desde o desenvolvimento humano, dos processos cognitivos, da relação professor-aluno, das relações interpessoais intra-escolares, até o âmbito das políticas públicas.

De forma geral, a Psicologia - ciência e profissão - tem evidenciado esforços no sentido de contribuir para a emancipação humana, não somente através de suas intervenções cotidianas, mas também na produção científica de conhecimento que respalde o entendimento dos processos psíquicos com base em uma concepção promotora do desenvolvimento das potencialidades dos indivíduos nos diversos meios sociais.

O ambiente escolar é o espaço da sociedade em que a criança e o adolescente aprendem o conteúdo formal – conhecimentos sobre português, matemática, história, geografia, raciocínio lógico-matemático, entre outros – e, juntamente com a família, também o conteúdo informal – valores e regras de convívio nas relações humanas.

Este conteúdo informalmente aprendido no contexto escolar tem importância de tal magnitude que se pode dizer, em muitos casos, que tem maior influência sobre o rumo que toma a vida do jovem do que o conteúdo formalmente aprendido. Esta percepção leva à necessidade de a escola tomar também para si a responsabilidade sobre os valores e regras ensinados e aprendidos naquele espaço.

Ao educar os estudantes para viverem em sociedade, como agentes críticos, instrumentalizando-os com conhecimentos e habilidades necessárias para fazerem leituras autônomas da realidade, a escola contribui para a construção de uma sociedade mais democrática e solidária. Dessa forma, é de fundamental importância que, ao propiciar de forma sistemática o acesso ao saber historicamente acumulado e necessário à compreensão da prática social na qual o estudante se insere, a escola o faça trazendo para a sala de aula as questões do cotidiano de forma a desvelar o currículo oculto, expresso nas necessidades biopsicossocioculturais que emergem nas relações de ensino-aprendizagem e que não são previstas no currículo formal, com a finalidade de aprimorar a capacidade de diálogo, de análise, de tomada de decisões, a elaboração de propostas de ações coletivas.

O Conselho Federal de Psicologia defende a escola como um serviço público importante. Tempo e espaço que devem ser dedicados à formação e ao fortalecimento ético e social dos estudantes. Lugar onde se construam formas de investigação crítica que dignifiquem o diálogo significativo, a atividade humana. Local que ensine o discurso da associação pública e da responsabilidade social (Giroux, 19971). Pensar, opinar, escutar pontos de vistas diferentes, comparar posturas, posições e soluções são maneiras de desenvolver o pensamento crítico e os valores importantes para um ambiente democrático. É neste contexto que defendemos a discussão dos temas propostos no Projeto Escola Sem Homofobia.

1 GIROUX, H. A. (1997). Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas.

Relações humanas e humanizadoras precisam ser construídas, não surgem espontaneamente. O estabelecimento de relações recíprocas de respeito, cooperação e solidariedade exigem o esforço coletivo da comunidade escolar. De acordo com pesquisas e documentários expostos todos os dias na mídia, o grau de intolerância e violência tem crescido bastante. A escola é um espaço de reprodução dos valores da sociedade na qual está inserida. É na escola que as crianças e adolescentes demonstram o que aprenderam quando estão fora dela, ao passo que também levam para além dos muros escolares o que nela aprenderam.

Professores e alunos podem aprender a ser intolerantes e preconceituosos, como também podem exercer atitudes democráticas e a inclusão, construindo nova realidade social, marcada pela cooperação mútua e solidária, pela defesa da paz social. Deste modo, cabe destacar que historicamente a questão da violência no contexto educacional extrapola as relações entre os membros do corpo discente e se manifesta em diferentes perspectivas: na relação professor-aluno, professor-direção, direção-funcionários, funcionários-professores, professores-professores, dentre outras que conjugam os diversos atores sociais citados, nos exercícios de seus papéis profissionais.

A discussão principal sobre o tema refere-se à necessidade de tratar preconceitos e discriminações que refletem uma violência (verbal, simbólica) reverberando nos espaços de convivência escolar e manifestando-se principalmente na necessidade de adequar a todos e todas num modelo idealizado sócio-culturalmente. Modelo este que tem como prerrogativa comportamentos considerados normais ou saudáveis: o aluno exemplar (disciplinado, que aprende rápido), o aluno limpo (higienizado, sem doenças), o aluno educado (que sempre diz obrigado e por favor), o aluno com família que segue configuração única (com pai e mãe casados e sem problemas conjugais), dentre outras.

Ressaltamos a experiência com a temática das entidades que elaboraram, executaram e apoiam o material a ser veiculado pelo Ministério da Educação (MEC). Tal projeto foi financiado pelo MEC e executado em parceria entre a Pathfinder do Brasil; a Reprolatina - Soluções Inovadoras em Saúde Sexual e Reprodutiva; e a ECOS - Centro de Estudos e Comunicação em Sexualidade e Reprodução Humana (São Paulo-SP); com o apoio da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT); da GALE – Global Alliance for LGBT Education; e da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT do Congresso Nacional.

Enfatizamos que a homossexualidade não é doença, distúrbio, ou mesmo perversão, de acordo com a Resolução CFP nº 001/1999, amparada pela decisão da Organização Mundial de Saúde (OSM), que em 1990 retirou a homossexualidade da lista de doenças expostas na Classificação Internacional de Doenças (CID). A homossexualidade expressa nas diversas identidades de gênero e orientações sexuais compõe parte das possibilidades sexuais do humano, que também inclui a heterossexualidade.

Compreendemos que a matriz da homofobia está no reflexo político da marginalização sócio-histórica dos brasileiros ao direito pleno à informação e à educação, que por sua vez se reflete na dificuldade dos pais, mães, educadores e estudantes em compreender e lidar com o desenvolvimento da sexualidade do outro. Deste modo, o projeto “Escola Sem Homofobia” auxiliará na compreensão, mediação e intervenção nessas lacunas, por meio das capacitações e orientações oferecidas aos educadores, com base em materiais de referência construídos e respaldados de forma técnica-pedagógica pelos seus organizadores, a partir da realidade brasileira.

A seriedade e ética com que essas organizações desenvolveram a pesquisa sobre o tema contribuirão para que uma rede social ampla (autoridades educacionais, educadores, alunos, familiares e comunidades), com atividades de intervenção direta em todo o país, atue em conciliação com uma demanda sócio-educacional emergente no enfrentamento da violência e preconceito imposto pela homofobia. Os materiais de subsídio para a capacitação têm respaldo previsto na discussão e intervenção concreta enquanto tema transversal da educação, até o momento, carente de ações amplas que abordem a diversidade sexual no espaço escolar.

ANÁLISE TÉCNICA

Os materiais apresentados para o Projeto Escola Sem Homofobia estão adequados às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destinam, com linguagem contemporânea e de acordo com a problemática enfrentada na escola na atualidade: a produção de agressões físicas ou psicológicas de pessoas ou grupos que são intimidados e/ou coagidos pelos poucos recursos de defesa apresentados em alguns momentos, ambientes e situações. O fenômeno da violência escolar é marcado com maior índice e frequência pela homofobia, entre outras formas de violências, o que justifica abordar o tema de forma comprometida, possibilitando o enfrentamento nos espaços que promovem torturas, em especial as de âmbito pedagógico e psicossociológicos.

É notório o cuidado didático-pedagógico e qualidade visual com que foi criado e desenvolvido todo o conjunto educacional apresentado no kit – vídeos, livretos, cartilhas, boletins com temas específicos e panfletos. Trata-se de uma produção densa, cuidadosa, bem articulada, com recurso de acessibilidade e dinâmicas para pessoas com deficiência visual e auditiva. Representa material de vanguarda, pois são instrumentos de capacitação e formação continuada para o próprio professor, no sentido de referendar políticas educacionais e de saúde adotadas em âmbito nacional. O Kit reforça a atenção e cuidado com os temas transversais da educação nas relações de ensino-aprendizagem, como no caso do respeito à diversidade sexual.

O material convida o educador a voltar-se para o compromisso ético das competências profissionais, na luta e enfrentamento do sofrimento de adolescentes Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Travestis e Transgêneros, com proposta de intervenção prática para a redução de problemas diante do alto índice de agressões registradas nas pesquisas prévias.

O Kit aborda aspectos psicológicos e pedagógicos, de modo a facilitar as discussões e a apreensão de novos conhecimentos por parte do professor, privilegiando o modelo participativo-dialógico junto ao corpo docente. Tal metodologia didática é fundamental para garantir que os alunos e alunas em diferentes momentos do seu desenvolvimento possam interagir com o conteúdo de maneira singular, trazendo à tona os questionamentos próprios do seu entendimento da realidade e, em seguida, convida-os a avançar para novas formas de conhecimento sobre o tema.

Além disso, é fruto de construção coletiva envolvendo a parceria de diversas organizações sociais que há muito vêm trabalhando para a superação da homofobia e do preconceito. O material do Projeto Escola Sem Homofobia é marcado por uma concepção epistemológica de compreensão dos indivíduos a partir das suas relações sociais, minimizando o fator biológico e explicações naturalizantes. Tal enfoque é extremamente importante e bem-vindo, pois provoca o enfrentamento necessário nas discussões acerca da constituição da subjetividade humana, desconstruindo concepções higienistas, geneticistas, hormonais e reprodutivistas que são divulgadas no âmbito de algumas religiões, pela mídia e pelo senso comum.

Compreender a construção da subjetividade a partir das relações sociais possibilita ressignificar o entendimento dos dois conceitos-chaves que envolvem a discussão da homofobia: a identidade de gênero e a orientação sexual. Tais conceitos estão bem fundamentados e explicados com clareza no material do referido Projeto.

Cabe destacar que o material também fornece atenção especial à categoria gênero, que é fundante da subjetividade, também desconstruindo sua concepção biologizante-naturalista. Trata-se de uma contribuição inédita no âmbito das políticas públicas de educação para o enfrentamento do sexismo e da violência de gênero, ainda tão marcados na sociedade brasileira.

Assim, as contribuições da Psicologia para a construção de uma escola sem homofobia, e outras formas de preconceito e violência, são trazidas ao abordar a forma como se dá o processo de aprendizagem de gênero, situando o contexto escolar como determinante para esta construção humana. Desta forma, o material alerta para a complexidade da construção da identidade, inclusive sexual, que não pode ser reduzida às explicações ambientais e genéticas.

Acerca da polêmica criada sobre o material, em especial os vídeos, e a possibilidade de influenciar a orientação sexual dos demais alunos, a partir dos conceitos centrais e cientificamente históricos da Psicologia, entendemos que o material não induz o corpo discente e mesmo docente à prática da homossexualidade. Pelo contrário, possibilita que professores e alunos trabalhem o tema diferenciando o que é da ordem da heterossexualidade e da homossexualidade.

Com a aprendizagem do respeito à identidade e à orientação sexual do outro, do que é diferente e por vezes considerado minoria - principal objetivo do projeto, em consonância com uma educação para a de tolerância, paz, solidariedade e colaboração - fortalece-se uma educação inclusiva, já que as diferenças são constitutivas nas diversas sociedades, contextos sociais e culturas.

CONCLUSÃO

O Projeto Escola Sem Homofobia é um instrumento que visa a suprir as lacunas educacionais sobre o tema, ocasionando avanços na compreensão de cidadania plena e equidade de direitos.

Importante seria que outros projetos dessa natureza pudessem ser veiculados não somente no âmbito educacional, mas também em outras redes sociais e na mídia em geral. Tais projetos poderiam discutir os preconceitos sociais que atravessam a sociedade brasileira e que se manifestam no racismo, na homofobia, na violência contra os pobres, às pessoas com deficiência, às pessoas com sofrimento mental, enfim os diversos segmentos que são excluídos e violentados em seus direitos sociais e humanos.

O BRASIL DO Sr. NINGUEM - Judiciário: de cada cem processos, 70 ficaram sem solução

 


Levantamento do CNJ se refere a 2010; Rio tem a segunda pior taxa

Catarina Alencastro e Carolina Brígido, O Globo

Levantamento divulgado ontem pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que a cada 100 processos que chegaram ao Judiciário em 2010, 70 terminaram o ano sem solução. Isso significa que a Justiça brasileira está mais lenta. Em 2009, a chamada taxa de congestionamento era de 67%. No ano passado, o maior acúmulo de processos foi verificado na Justiça Estadual — o ramo do Judiciário com maior demanda. No total, 72% dos processos nos tribunais dos estados permaneceram sem julgamento.

O estado em pior situação foi Pernambuco, onde 82,4% das ações não foram concluídas. O Rio vem em segundo lugar, com uma taxa de congestionamento de 78,7%.

— Todo mundo sabe que esses números não deixam nenhuma dúvida de que há um déficit muito grande em relação às demandas da sociedade e à capacidade do Judiciário de responder — ponderou Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ.

O número de casos pendentes aumentou 2,6% em 2010 em relação ao ano anterior. Em todo o Judiciário, havia 59,2 milhões de processos aguardando julgamento. Nos três ramos da Justiça — federal, estadual e trabalhista —, 83,4 milhões de processos tramitavam no ano passado. Na Justiça do Trabalho, 47,6% das ações não tiveram solução e na Justiça Federal, 69,5%.

O estudo revelou que o maior gargalo do Judiciário continua sendo as execuções fiscais, a parte conclusiva de uma ação por cobrança de dívida. Neste quesito, o congestionamento chegou a 91% no primeiro grau. Segundo Peluso, muitas vezes esses processos custam à Justiça muito mais do que o valor da dívida. Na Justiça estadual, onde quase metade dos processos (43%) se refere a execuções fiscais, os tribunais não conseguiram concluir 9 em cada 10 processos.

— Das chamadas execuções fiscais, a maioria delas é provocada por esses organismos profissionais, como conselhos, organizações. São inúmeras no país. Elas ocupam o Judiciário com um número elevadíssimo de demandas para cobrar as taxas de pagamento desses organismos, de valores baixíssimos, do qual a gente pode externar o seguinte dado: para cobrar R$ 1,5 mil eles provocam uma despesa ao Judiciário de R$ 4,5 mil — disse o ministro.

— Muitos desses processos são burocráticos. Em tese, poderiam ser resolvidos administrativamente, sem a necessidade de ingressar no juízo para solucioná-lo — avaliou José Guilherme Werner, conselheiro do CNJ.

VIA GRITOS DE ALERTA

Admiro Jimmy Swaggart até no caso de adultério!

 




Por Ismael Moura
Atenção: leia e veja todos os vídeos, para depois então me criticar!
Como a maioria de meus leitores sabe, tenho uma admiração pessoal pelo evangelista Jimmy Swaggart, e não vem por acaso.
Cresci em um lar protestante, e sou filho de pastor evangélico, contudo nunca havia visto nada igual ao ministério Jimmy Swaggart, até conhece-lo na década de 80 na Tv brasileira.
Eu escutava a respeito de Deus e de Jesus, mas nunca havia me interessado realmente, ou sentido uma paixão em meu coração, até o dia em que ainda menino assisti esse homem de Deus pregar. Jimmy sem dúvida alguma foi um homem usado por Deus.
Mas tenho lido alguns comentários desagradáveis de diversos evangélicos nos vídeos que postei no Youtube, principalmente em um deles em que inspirado por Deus, Jimmy profetizou o que ocorreria em algumas igrejas bem conhecida: elas morreriam, o que aconteceu realmente! Vemos estas igrejas mortas e corrompidas pela política e a ambição por cargos e dinheiro.
Mas voltando ao assunto, as pessoas que jogam pedra em Jimmy usam o mesmo argumento: "Ele cometeu adultério".
É notório que Jimmy se envolveu em adultério, ao ter saido com uma prostituta, fato este que foi ironizado pela mídia norte-americana, que passava em todo momento o vídeo da confissão deste irmão, pedindo perdão. Jimmy e seu ministério foram execrados e arrastado pela lama e para a surpresa de muitos, diversos pastores e líderes evangélicos participaram desse ato infame.
Eu quero proclamar que até mesmo no momento de sua queda, eu o admiro! É isto mesmo!
Jimmy Swaggart caiu realmente, mas foi homem o bastante para comparecer perante sua congregação e gravar sua confissão, que foi retransmitida em todos os países, inclusive Brasil! Vejam:
Mas porque eu o admiro? Nesses longos anos de vida cristã tenho visto muitos líderes cairem a a cúpula das igrejas "abafam" o caso. Algumas igrejas como a mórmon por exemplo, que ja pertenci por 13 anos, justificam e até inventam desculpas para aliviar ou justificar os casos de adultério de Joseph Smith até mesmo com mulheres casadas.
Mas não é só isso. Tenho visto também "pastores" que cometeram adultério e abandonaram sua esposa, cometendo algo expressamente proibido por Jesus: o divórcio. Jimmy Swaggart não abandonou sua esposa, continua casado com ela até os dias atuais e estão envelhecendo juntos.
Conheço de fato casos de pastores que nem sequer se arrependeram realmente. Além de teram abandonado a esposa, fundaram igrejas e acabaram aceitando o divórcio, o homossexualismo como sendo algo natural, e outras libertinagens proibidas nas escrituras. Jimmy Swaggart se arrependeu publicamente, e apesar de ter cometido adultério, continuou combatendo o adultério e ensinando aos homens que adultério é pecado. Ele poderia se justificar, poderia buscar desculpas para seu ato, e poderia ensinar doutrinas diabólicas aos homens, mas não foi isso que fez. Ao contrário, ele disse: EU PEQUEI! Em outras palavras: "Eu fiz, más é errado! Fiz mas Deus condena! Fiz mas estou arrependido! Fiz mas preciso que me ajudem a mudar!"
Hoje, ao contrário, vemos igrejas ensinando justamente ao contrário do que dizem as escrituras. vemos até mesmo líderes famosos como Edir macedo defendendo o aborto!
Talvés tenha sido justamente por sua postura ética, sua coragem em sustentar a sã doutrina, e sua intrepidez em denunciar as heresias e os comportamentos mundanos e heréticos dos pastores, que ao cair, Jimmy Swaggart tenha sido motivo de alegria de diversos pastores.
Jimmy Swaggart não foi nenhum Neemias Murien, que uniu-se as mais diversas religiões heréticas e afirmou que "todo caminho leva a Deus". Não! Jimmy Swaggart é aquele pregador que inclusive recentemente foi atacado por homossexuais, por causa de uma pregação. Jimmy Swaggart foi e é um cristão autêntico!
Mas os criticos ensistem em bater na mesma tecla: "Ele cometeu adultério". Bem...Davi também cometeu adultério, e pior: para tentar consertar seu êrro, mandou matar o esposo de sua amante. Arrependeu-se, morreu, e depois de tantos anos, a cada passagem de um novo rei, lemos nas ecsrituras o próprio Deus falando "Nunca houve um servo como David". De fato, Davi e Deus eram tão íntimos que o Senhor permitiu que ele recebesse um título que ninguém mais recebeu: "O homem segundo o coração de Deus".
E Jimmy Swaggart? Aquele homem que foi usado por Deus para impactar nações? Aquele homem que arrependeu-se e que pouco caso fazem de seu arrependimento? Aquele pregador que mesmo idoso, está firme na fé, com seu centro de adoração impactando vidas nos estados Unidos e outros países? O que diremos? Vamos julga-lo? Vamos passar o resto de nossas vidas medindo sua vida por causa de um pecado que cometeu mas teve a coragem de assumir e dar a volta por cima?
Só tenho uma palavra para as pessoas que fazem isso: vocês estão sendo usados por satanás! Isso mesmo. Vocês gostam de pastores que usam o púlpito pra amaciar o ego pessoal do povo, pastores que não denunciam pecado, vivem falando apenas de benção materiais, pastores que evitam falar sobre inferno, condenação eterna e arrependimento! Justamente por isso vocês não suportam Jimmy Swaggart.
Quando um homem de Deus prega a verdade, se estamos no erro, não podemos começar a atacar o homem de Deus para nos justificar, ou desejar que ele se torne libertino.
Graças a Deus pela vida de Jimmy. Graças porque ele não se divorciou e continua casado com Frances. Graças porque seu filho Donnie que denuncia essa vergonha do falso evangelho da prosperidade (por estes motivos, muitos pastores torcem pela queda, pois não gostam de serem denunciados):
Graças por Gabriel Swaggart, seu neto, que tem um ministério avivalista que tem impactado Jovens!! Sim, jovens prostrados de joelhos, entregue as lágrimas buscando a presença de Deus:
Vejam Gabriel pregando com ousadia:
Por todo o processo como ocorreu a queda de Jimmy, pela maneira como ele se comportou diante de sei êrro, e pelos frutos que seu ministério tem produzido, eu digo: se ele se arrependeu, confessou , Deus o perdoou. Se o Pai Celestial o perdoou, quem sou eu para negar perdão?
Antes o Brasil recebesse visitas de homens como estes para pregar o evangelho, invés dos Morris Cerulo e Mike Murdock da vida, que utilizam a TV para prometer grana ao povo e arrecadar dinheiro.

Para a contrariedade de vocês críticos, continuarei postando vídeos de Jimmy Swaggart, e continuarei o admirando e orando por sua vida e ministério.

Um abraço e espero que despertem deste sono desgraçado.

Ismael Moura

Quer saber por onde anda Jimmy Swaggart? Vai a dica: acesse o site de seu ministério http://www.jsm.org/
você inclusive pode assistir a programação de sua TV, em Espanhol:
http://www.jsm.org/SpanishLive.php

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Proporção de católicos no Brasil é a menor em quase 140 anos

 




Na imagem, imagem de bandeira do Brasil durante passagem do papa pela Espanha
Foto: AFP
Na semana em que o Rio de Janeiro foi confirmado como sede da próxima Jornada Mundial da Juventude - encontro que terá a presença do papa Bento XVI, em julho de 2013 - o Novo Mapa das Religiões, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), traz más notícias para a comunidade católica. A proporção de católicos em 2009 foi a menor registrada em quase 140 anos de pesquisas estatísticas no País, aponta o estudo.
Embora continue maioria, a população católica chegou a 68,43% do total de brasileiros, o equivalente a 130 milhões de pessoas. Pela primeira vez a proporção foi menor de 70%. A pesquisa também apontou a estagnação da proporção de evangélicos pentecostais (de igrejas como Assembleia de Deus e Universal do Reino de Deus, entre outras), que teve grande crescimento nos anos 1990, e aumento do evangélicos tradicionais (batistas, presbiterianos e luteranos, entre outros). Cresceram também os que se dizem sem religião.
Coordenador do trabalho, o professor Marcelo Neri comparou dados dos Censos desde 1872 até 2000 e atualizou com informações das Pesquisas de Orçamentos Familiares (POFs) de 2003 e de 2009. No período de seis anos entre as duas POFs, a proporção de católicos caiu 7,3%, passando de 73,79% para 68,43%. A queda mais acentuada aconteceu justamente entre os jovens de 10 a 19 anos, principal alvo do encontro de 2013 no Rio. A proporção de jovens católicos no Brasil caiu 9%, passando de 74,13% para 67,48%.
Fonte: Agência Estado
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PARA NÃO CAIR NO ESQUECIMENTO - OFENSA: deputado Jean Wyllys chama povo brasileiro de IGNORANTE

A matéria abaixo foi escrita pelo jornalista Reinaldo Azevedo, da Revista Veja. Antes de lê-la e de assistir o vídeo, é bom saber que:
-ao acusar de ignorantes o povo brasileiro, o deputado Jean Wyllys inclui também seus mais de 17.000 eleitores do Rio de Janeiro e a comunidade gay a quem ele representa.
-o povo realmente é muito ignorante, principalmente por ter dado audiẽncia ao lixo televisivo chamado BBB que consagrou-o a ‘celebridade’.
-o achincalhe de Jean Wyllys ao povo brasileiro mostra como ele realmente vê o povo. A ‘celebridade’ Jean ataca o povo, pois sua preocupação-mor, exclusivista e egoísta é na verdade batalhar em defesa dos interesses do ativismo gay na Câmara dos Deputados e o povo ignorante que se ‘lixe’.

Jean Wyllys, o deputado BBB, a Natalie Lamour da Câmara, acusa o povo brasileiro de ignorante

Jean Wyllys é deputado federal pelo PSOL. É aquele rapaz que venceu uma das edições do Big Brother Brasil. E qual foi a sua arma, então? Declarar-se gay e acusar de homofóbico um grupo de concorrentes. Resultado: fez fama, fortuna e se elegeu para a Câmara. É professor universitário. Sua especialidade? Não sei. A exemplo de Natalie Lamour, a personagem de Deborah Secco na novela “Insensato Coração”, a celebridade de segunda linha tinha vôos maiores. Sua desculpa para participar do reality show é que fazia uma pesquisa… Vejam este vídeo — e não adianta tentarem tirar do ar porque já fiz cópia. Se o fizerem, publico de novo.
É isto: um povo ignorante o bastante para dar a vitória a Wyllys no BBB e para elegê-lo deputado não pode, segundo ele próprio, decidir certos temas em plebiscito.
Wyllys é como é Groucho Marx: despreza o clube que o aceita como sócio. E acha que o povo não sabe votar. Faz sentido…

Por Reinaldo Azevedo
VIA GRITOS DE ALERTA

Pezão, o candidato dos cristãos do RJ em 2014?

 

Resta saber se os católicos e evangélicos do Rio irão dar seu apoio ao Vice-Governador do Rio, em 2014, Pezão.
A notícia foi publicada no Jornal O Fluminense, de Niterói.
Pezão é ‘unha e carne’ com Cabral, o traidor dos cristãos.
Apóia todas as suas políticas, inclusive a de apoio irrestrito ao avanço da agenda gay no Rio.
Na foto abaixo Pezão mostra seu apoio e compromisso com ativistas gays, no lançamento da campanha favorável ao movimento. No evento Cabral promoteu a liberação de R$ 4 milhões para a causa gay no Rio.


Em seu twitter, em 18 de maio de 2011, o pastor Silas Malafaia deixou seu recado:

MEDITAÇÃO DO DIA.

Subindo o Monte com Moisés

Você verá a terra somente a distância, mas não entrará na terra que estou dando ao povo de Israel. Deuteronômio 32:52


Ali estava um grande líder, um gigante espiritual, o homem escolhido por Deus para libertar Seu povo do cativeiro. Havia recebido os dez mandamentos da lei de Deus e escrevera mais do que qualquer outro escritor bíblico que o sucedeu.


Naquele dia ele se levantou mais cedo do que de costume. Antes de o sol nascer. Era seu último dia na Terra com um povo que ele amava e com o qual tinha sofrido.


Mas ainda tinha providências a ser tomadas, coisas a ser colocadas em ordem e palavras finais a dizer para a nova geração.


Israel teria um novo começo naquela terra que manava leite e mel. E se alguém tinha direito a esse novo começo era Moisés. Viver na Terra Prometida tinha sido sua motivação por todo o caminho, desde que deixara o Egito. Ele deve ter implorado a Deus: “Senhor, por favor, deixe-me entrar. Eu sofri com esse povo e sonhei com este momento. Estou só a poucos dias da realização completa. Por quê?”


Despedidas são momentos difíceis tanto para quem sai como para quem fica. Os pastores que ficam de cinco a seis anos numa igreja sabem disso. A vida dos membros começa a fazer parte da sua vida, como a vida dos pastores também começa a fazer parte da vida dos membros da igreja, mas se separam esperando no futuro se reencontrarem pelo caminho. Para Moisés, tinham sido quarenta anos.


Sua vida passou como se fosse um filme diante dele: a educação que recebera da mãe, o dia em que matara o egípcio, seu chamado diante da sarça ardente... Relembrou todas as maravilhas que Deus havia realizado por seu intermédio: a libertação de Israel, a abertura do Mar Vermelho e a derrota do exército egípcio. Lembrou-se do maná, da água fluindo da rocha, da nuvem e da coluna de fogo. E agora, com o coração partido, subia o monte sozinho.


Lá de cima, viu Canaã, a terra com a qual sonhara por quarenta anos. Do outro lado, olhou e viu as tendas e barraquinhas do povo com quem ele estivera acampando por quatro décadas. Deve ter sido uma ocasião de muita emoção para Moisés.


Chegou então o momento. Nenhuma fanfarra tocava. Nenhum discurso. Ninguém lia seu obituário. Não havia trombetas tocando enquanto seu corpo baixava à sepultura. Deus foi quem marcou o lugar onde Seu querido líder descansou.


A história não terminou ali. Deus marcou o lugar da sepultura e, como grande amigo de Moisés, levou-o para junto de Si.

O CRENTE JOÃO SORRISÃO



O Esporte Espetacular conseguiu a proeza de espalhar uma bobeira por muitos campos de futebol do país, a comemoração do gol imitando o João Sorrisão da Rede Globo. A proposta do programa chega a ser ridícula. O jogador que comemorar um gol fazendo a imitação ganha um boneco do João Sorrisão. Por que profissionais que ganham entre 50 e 200 mil reais se prestam a um papel desse? Falta-lhes dinheiro para comprar um João bobo?
Gol é o momento máximo do futebol, é o momento de explosões espontâneas junto com a torcida, é o momento de surpresa e desabafo, de expectativa e alívio, de superação e conquista. Definitivamente não é o momento para imitar-se um João bobo. Como bem definiu o Xico Sá, a comemoração de um gol é como a assinatura do artista no quadro, é algo único e exclusivo, não essa bobeira de imitar boneco para promover a audiência manipuladora de uma emissora.
Igrejas, infelizmente, também estão cheias de João Sorrisão. São pessoas que não pensam por si, não se esforçam intelectualmente em nenhum questionamento, são incapazes de provocar uma mísera reflexão interior, enfim, imitam mercenários da fé nos palcos do mundo gospel.
No aparente sacro-palco esses mercenários têm um sorrisão congelado, um movimento de corpo sempre repetitivo, se produzem para agradar e conquistar as massas com discursos absurdos cujos conteúdos se parecem com o do João Sorrisão, só tem vento. Então, o que vemos? Pessoas e mais pessoas dando sentido a uma antiga música do Zé Ramalho que diz: Ô vida de gado, povo marcado é povo feliz. Ou seja, massas e massas manipuladas, se realizando em fazer o que faz o João Sorrisão, escolhendo imitá-lo sem critério, crítica ou análise. Em outras palavras, escolheu porque um montão de gente está escolhendo, é moda, pegou.
Admiradores do futebol afirmam que são raras partidas como antigamente. Apaixonados pelo evangelho afirmam o mesmo, são raros cultos e crentes como os de antigamente. Ambos, em grande parte dos casos, viraram entretenimento e negócio. Ambos foram contaminados por esquemas, políticas, grana, interesses materiais. A comparação pode ser ofensiva para muitos, no entanto, lamentavelmente se aplica. E se aplica em grande parte por causa da proliferação do efeito João Sorrisão, um boneco bobo que leva um número cada vez maior de pessoas a imitá-lo. A diferença é que cada João Sorrisão do mundo gospel de bobo não tem nada.
Exclusivo, foi assim que Deus fez você. Único na personalidade, nos jeitos e trejeitos, nos temperamentos e tempêros. Imitar para quê? A essência da imitação só cabe em referência a Cristo. Sem fotos ou vídeos na internet restou-nos o melhor, o caráter. E é exatamente o caráter de Cristo que Paulo nos desafia a imitar, muito mais como inspiração e motivação do que como uma barata e tosca imitação exterior. Enfim, solte a válvula de ar do João Sorrisão, respire fundo e encha o peito de esperança pela vida que nos foi proposta. Tem sorriso, é certo. Mas também tem choro, muito choro. É tudo muito mais real do que pensamos que é, não duvide.
Paz!

Fonte . Cálice  de Vida.
Via Gritos de Alerta

Rodolfo Abrantes é um dos convidados do Congresso Geração Josué


CongressoDo dia 1 à 4 de setembro, a igreja Bola de Neve de Vila Velha, no Espírito Santo, faz o I Congresso Geração Josué com participação do Pr. Junior Piccinini, Pr. Carlinhos Félix, Pr. Eric Viana (Bola de Neve Santos) e Pra. Sheila Viana (Bola de Neve Santos). Ainda participam do evento Rodolfo Abrantes e Banda Alva.

A entrada é franca e o Congresso acontece na igreja, situada na Rua São Paulo, 19, na Praia da Costa.

Horários:

01/09 - quinta-feira: 19h30

02/09 - sexta-feira: 19h30

03/09 - sábado: 10h e 19h30

04/09 - domingo: 19h

Participe e convide seus amigos!

I Congresso Geração Josué Bola de Neve Vila Velha/ ES

Endereço: Rua São Paulo, 19- Praia da Costa (embaixo da 3ª ponte)

Data: 1 à 4 de setembro

Entrada: franca

Informações: (27) 7811-1032

Fonte: Bola de Neve Church

Após casar com evangélica que se dizia querer casar virgem, Marido descobre que ela está grávida e anula casamento


Após casar com evangélica que se dizia querer casar virgem, Marido descobre que ela está grávida e anula casamentoA juíza Sirlei Martins da Costa, da 2ª Vara de Família e Sucessões de Goiânia, julgou procedente o pedido de anulação de casamento realizado por um rapaz recém-casado. O autor da ação alega que, embora não mantivesse relações sexuais com a então noiva, descobriu, durante a lua-de-mel, que a esposa estava grávida.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Citada na ação, a esposa contestou a alegação do marido. Durante a audiência, porém, reconheceu os fatos, dizendo que, durante o namoro, era seguidora de uma igreja evangélica. Disse que, com base em sua crença religiosa, convenceu o noivo de que não podia manter relações com ele antes do casamento. Ainda de acordo com a mulher, ela casou-se grávida, mas só descobriu a gravidez durante a lua-de-mel, e assumiu que o marido não podia ser o pai.
Para a juíza, o depoimento pessoal da mulher é prova da existência de um dos requisitos para a anulação do casamento. A juíza determinou a expedição de documentos necessários para que o cartório anule o casamento e condenou a mulherao pagamento das custas e despesas processuais, além dos honorários advocatícios. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-GO.
Fonte: Conjur

Filha de Bebeto: Evangélica Pode Ser Pedra de Tropeço?

A modelo Stéphannie Oliveira, filha do ex-jogador Bebeto, aceitou recentemente, o convite para um ensaio sensual da última edição da Revista Vizoo.
Evangélica, ela já posou para diversas revistas e catálogos de moda de biquíni e seminua em ensaios sensuais. Ela diz que o pastor de sua igreja muitas vezes reclama de sua exposição, mas afirma que consegue separar o que é trabalho da vida pessoal e não sede às reclamações do pastor.
“às vezes, o pastor reclama, mas é trabalho, sei separar", garante e não descarta a possibilidade de posar nua e encara o fato com naturalidade. “Acho que é preciso separar a nudez de algo sexual. Não faria nada vulgar”, explica.
Stéphannie afirma que passa longe do estilo "mulherzinha". “Sou um molequinho. Fiquei mais vaidosa pela necessidade da profissão, mas estou sempre toda roxa, ralada. Tenho muito mais amigos homens. Menina é sempre muito fresca, muito sensível”, diz ela, que também adora comer sem culpa. “Dieta de alface não tem vez comigo”, afirma.
Apesar de alguns líderes apontarem para citações de apóstolo Paulo sobre entregar nossos corpos em sacrifício puro, santo, perfeito e agradável a Deus, a modelo consegue separar a nudez de algo sexual.
Mas na verdade não há como separar. De acordo com o pastor Ivener Soler, da Igreja Batista do Povo, a sensualidade, segundo a Bíblia, é pecado e leva à lascívia, que é uma das obras da carne. “é um erro da parte dela”, diz.
Segundo Ivener, uma pessoa evangélica, que diz servir a Deus, e tem um comportamento igual ao das pessoas do mundo, acaba se tornando uma pedra de tropeço e mal testemunho.
Na análise do pastor, isso pode incentivar outras moças que são fracas na fé a achar que a sensualidade é algo normal.
“Ela pode se portar de forma sensual para conquistar um garoto. Isso é algo maligno, e pode trazer consequências sérias para a igreja”, conclui.

VIA GRITOS DE ALERTA

Morre conceituado tradutor da Bíblia


Morre conceituado tradutor da Bíblia
Eugene Nida faleceu em 25 de agosto; ele acompanhou o trabalho que culminou na publicação da Almeida Revista e Atualizada.

A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) manifesta seu imenso pesar pela morte do Eugene A. Nida, ocorrido na quinta-feira, 25 de agosto, em Bruxelas, na Bélgica, aos 96 anos. Grande expoente da tradução da Bíblia no século 20, Nida, por mais de 50 anos – a partir de 1943 –, coordenou o programa de traduções da Sociedade Bíblica Americana. Posteriormente, foi o mentor do programa global de traduções das Sociedades Bíblicas Unidas, além de consultor a serviço dessa organização. “Vai-se talvez o mais influente tradutor da Bíblia de todos os tempos! Milhões de pessoas tiveram acesso à Palavra de Deus, graças a ele”, ressaltou o diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer.

Eugene Nida será lembrado principalmente pela revolução que promoveu no âmbito da tradução bíblica, em meados do século 20. O impacto que isso teve sobre o crescimento e o desenvolvimento da Igreja cristã continua a ser sentido ainda hoje, na medida em que milhões de pessoas em centenas de línguas, em todo o mundo, tiveram acesso à Bíblia graças ao método que ele desenvolveu e disseminou.

Valendo-se de conceitos tirados da Linguística, das Ciências da Comunicação e da Psicologia, além de estudos culturais, Nida desenvolveu um enfoque ou método prático de tradução, que ele chamou de equivalência funcional ou dinâmica. Seu objetivo era tornar a tradução clara e compreensível, sem que perdesse a exatidão. Mas a contribuição dele não se limitou à tradução da Bíblia. Nida influenciou também o campo da Ciência da Tradução, que teve origem em sua época. Ele é visto como o homem que deu o pontapé inicial, que levaria ao desenvolvimento dessa disciplina.

Por meio de numerosos livros, artigos e inúmeras palestras, Nida pôde ajudar estudiosos, tradutores e especialistas a encontrar novas formas de comunicar-se de forma eficaz. Seus livros Toward a Science of Translating (Com Vistas a uma Ciência da Tradução), de 1964, e Theory and Practice of Translation (Teoria e Prática da Tradução), de 1969, foram traduzidos para várias línguas e, ainda hoje, são ferramentas essenciais para tradutores da Bíblia. Devido ao seu trabalho acadêmico, sua influência ultrapassou o campo da tradução bíblica influenciando a área da tradução como um todo.

Nida cursou a Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA), formando-se em 1936, tendo o Grego como área de concentração e o Latim como área complementar. Obteve uma das mais altas avaliações na história dessa universidade. No verão que se seguiu à sua formatura, Nida se preparou para começar um trabalho missionário de cunho linguístico com a organização que se tornaria o “Summer Institute of Linguistics” (Sociedade Internacional de Linguística – SIL). Um pouco mais tarde, começou a trabalhar com a língua Taramuhara, no México. No entanto, por problemas de saúde teve de retornar à Califórnia. No período do verão, continuava a treinar tradutores para SIL. Ao mesmo tempo, deu início a seus estudos de pós-graduação, concluindo o mestrado em Grego do Novo Testamento, em 1939, na Universidade do Sul da Califórnia, e o doutorado em Linguística, na Universidade de Michigan, em 1943.

Parceria duradoura

Em 1943, passou a trabalhar para a Sociedade Bíblica Americana. Não demorou muito para começar um intenso programa de viagens para ajudar tradutores da Bíblia em todas as partes do mundo. No Brasil, acompanhou o trabalho de revisão da tradução de Almeida, que culminou na publicação da Almeida Revista e Atualizada. Aos poucos, foi desenvolvendo o método da equivalência funcional. Nida se comunicava com extraordinária facilidade e conseguiu mostrar a tradutores, com os mais variados níveis de formação, como poderiam usar o método de tradução que ele desenvolveu. As traduções que resultaram disso eram ao mesmo tempo exatas, do ponto de vista exegético, e compreensíveis para o leitor.

Seu método fez com que a Bíblia se tornasse disponível e acessível numa escala nunca antes vista. Isto vale tanto para línguas da Ásia, África e América Latina, para as quais a Bíblia nunca antes havia sido traduzida, bem como para o inglês e outras línguas mais conhecidas, que já têm uma longa história de tradução bíblica. Exemplos disso são a “Good News Translation”, a “Contemporary English Version”, bem como a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Mas outras traduções, como a Nova Versão Internacional e a Nova Bíblia de Jerusalém, também revelam influência do tradutor. Quando, em 1946, várias Sociedades Bíblicas locais decidiram trabalhar em conjunto e formar as Sociedades Bíblicas Unidas (UBS), Nida se fez presente na reunião em que essa organização foi fundada e, posteriormente, se encarregou de formatar os projetos de tradução dessa nova organização.

Nida sabia que os tradutores da Bíblia precisavam ter acesso às melhores edições dos textos originais e foi assim que tomou a dianteira em projetos tanto para o Novo Testamento Grego quanto para a Bíblia Hebraica. Disso resultou a publicação de O Novo Testamento Grego das Sociedades Bíblicas Unidas – hoje na quarta edição revisada, com uma edição em português publicada no Brasil –, que é a edição mais usada por estudiosos e tradutores em nossos dias, bem como o desenvolvimento do Hebrew Old Testament Textual Project [Projeto do Texto do Antigo Testamento em Hebraico], que ajuda os tradutores a entender mais de 6 mil problemas textuais relacionados com o texto hebraico.

Ele inovou também no campo da lexicografia, na medida em que desenvolveu uma nova maneira de fazer um dicionário do grego do Novo Testamento. Trata-se do Dicionário Semântico, baseado em domínios ou campos semânticos, que são áreas de significados relacionados entre si. Nesse dicionário aparecem, não as palavras ou os equivalentes de tradução em ordem alfabética, mas os significados, que são agrupados por campos semânticos. Esse dicionário é de imenso valor para os tradutores, na medida em que ajuda a distinguir entre os diferentes significados de uma mesma palavra.

Nida teve seu trabalho reconhecido em várias ocasiões tanto pela Sociedade Linguística Americana (da qual foi presidente em 1968) como pela SBL (Society of Biblical Literature). Recebeu vários títulos de doutor honoris causa bem como outras homenagens de instituições de ensino de todo o mundo.Seu legado continua através do “Eugene Nida Institute for Biblical Scholarship” da American Bible Society.

Nida foi casado por cinquenta anos com Althea Lucille Sprague Nida, que faleceu em 1993. Algum tempo depois, Nida conheceu a Dra. Elena Fernandez-Miranda, renomada tradutora e intérprete, com quem casou em 1997.


Fonte: SBB

Igreja no Sudão é destruída e membros são hostilizados


Igreja no Sudão é destruída e membros são hostilizados
Templo da Igreja Presbiteriana foi queimado por extremistas muçulmanos

Mais de sete meses depois de extremistas muçulmanos queimarem seu templo, a Igreja Presbiteriana do Sudão (PCOS) ainda está com medo de se reunir para adorar a Deus, segundo fontes cristãs.

O reverendo Maubak Hamad disse que sua igreja em Wad Madano, a 138 quilômetros de Cartum, não conseguiu começar sua reconstrução desde 15 de janeiro, devido à devastação dos recursos da congregação. “Nada foi feito depois que a igreja foi queimada. Até agora ela não foi reconstruída”, disse ele à Compass.

Fontes cristãs disseram que estão cada vez mais temerosas com relação aos extremistas muçulmanos, que representam uma ameaça contra os cristãos, numa tentativa de transformar o Sudão no que eles chamam de “Terra do Islã”, eliminando o cristianismo do país.

“Os desafios enfrentados agora por muitos dos cristãos que vivem no Sudão são algo pelo qual precisamos orar muito, pedindo ao Senhor que intervenha”, disse outro líder de uma igreja do Sudão que pediu anonimato.

O edifício da PCOS em Wad Madano foi incendiado, depois de uma série de ameaças contra a igreja, vindas de extremistas muçulmanos. “Essas atividades anticristãs continuam a crescer ainda mais hoje em dia, tendo como objetivo intimidar os cristãos do norte do Sudão”, disse o líder da igreja.

Os danos materiais contra o templo foram estimados em quase 2 mil libras sudanesas (US$ 740). Entre os itens destruídos há livros cristãos, bíblias traduzidas para as línguas da região, cadeiras, mesas e o púlpito.

“Os muçulmanos fizeram da nossa igreja um alvo, porque eles não querem na região nada relacionado ao cristianismo”, disse um membro da igreja.

Cristãos do norte do Sudão estão vivendo com medo desde que o sul do país se separou politicamente, em 9 de julho. Um mês depois de o Sul se separar do norte, que é predominantemente islâmico, as pressões sobre a igreja aumentaram muito, com grupos muçulmanos ameaçando destruir as igrejas e matar os cristãos, para ‘purificar’ o país, eliminando o cristianismo.

Um jornal anticristão do Sudão, que tem fortes ligações com o partido que governa a Coreia do Norte, defende que o norte do Sudão deve se tornar um estado puramente islâmico e árabe. O Al Intibaha é um jornal diário, bem conhecido por incitar os muçulmanos contra os cristãos no Sudão.

As hostilidades contra os cristãos vindas do governo começaram a aumentar no ano passado, após uma declaração do presidente Omar al-Bashir, em que ele afirmou que o governo iria ser baseado na Sharia (Lei Islâmica) e na cultura islâmica, tendo o árabe como língua oficial.


Fonte: Portas Abertas

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