sexta-feira, 15 de março de 2013

DEPUTADO GAYZISTA CHAMA NOSSA BÍBLIA DE MITO .


Deputados pró-gays são flagrados em vídeo atacando o cristianismo: “A Bíblia é um mito”. AssistaAlguns políticos pró-gays foram flagrados em um evento atacando os cristãos e suas crenças. O vídeo foi divulgado pela FENASP, Frente Evangélica Nacional de Ação Social e Política.
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Entre os presentes estavam políticos como o deputado Jean Wyllys que afirmou que “um texto bíblico não deve ser interpretado como lei, mas como um mito”, ele também afirma que os textos da Bíblia são “alegóricos, que não dão conta da verdade”.
Já o deputado distrital Professor Israel afirmou que existem conservadores “que se reúnem todos os domingos a noite para levantarem suas idéias e suas mentiras”, o deputado completou dizendo que “é preciso frear esse avanço conservador”. Ele também ataca a Marcha para Jesus: “não há mais Marchas para Jesus, há marchas contra os liberais” e diz que os integrantes da bancada evangélica são homofóbicos e que estariam com medo. “Gente, é desespero. A fortaleza é nossa”, completa.
A deputada federal Érika Kokay comemorou algumas conquistas gays como o aumento de beijos em praças públicas e afirmou que a ação da bancada evangélica tem bases extremistas, a deputada afirma que Deus “assassinou mais de mil mulheres na inquisição”. Érika ainda diz que grande parte da bancada evangélica é “muito frustrada sexualmente”, arrancando sorrisos dos outros deputados na mesa.


ASSISTA O VÍDEO .  VAMOS DENUNCIAR ISSO .

http://www.youtube.com/watch?v=FOOFg_aG9Rw&feature=player_embedded

Implicações legais

Procurada pelo Gospel+, uma advogada evangélica afirmou que muito do que foi dito pelos deputados pode ser enquadrado em crimes como injúria, calúnia e difamação (artigos 140, 138 e 139 do Código Penal, respectivamente), sendo que injúria por motivo de religião pode ter a pena aumentada para até um ano de prisão e pagamento de multa (art. 140, § 3º). Há também o artigo 208 do código penal que pune o preconceito religioso e prevê pena de um a doze meses de detenção, ou multa.
O processo contra os deputados só pode ser aberto se houver registro de boletim de ocorrência realizado por qualquer pessoa que se sentir ofendida pelo conteúdo expressado pelos políticos.
A Constituição também prevê no artigo 5º a liberdade de culto no Brasil, e em em seu inciso IV afirma que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

FONTE .  G+

ORDEM JESUITA - E O PAPA NA CONTRAMÃO DA REFORMA - A REAÇÃO DA IGREJA ROMANA

 
Logo após haver-se iniciado o movimento da Reforma, um poderoso esforço foi também iniciado pela Igreja Católica Romana no sentido de recuperar o terreno perdido na Europa, e para destruir a fé protestante. Esse movimento foi chamado de Contra-Reforma.

Tentou-se fazer a Reforma dentro da própria Igreja, por via do Concílio de Trento, convocado em 1545 pelo papa Paulo III, principalmente com o objetivo de investigar os motivos e por fim aos abusos cometidos pela Igreja que provocaram a Reforma. O Concílio reuniu-se em datas diferentes e lugares diversos, porém a maioria das vezes em Trento, na Áustria, a 120 quilômetros ao norte de Veneza. O Concílio era composto de todos os bispos e abades da igreja, e durou quase vinte anos, durante os governos de quatro papas, de 1545 a 1563. Todos esperavam que a separação entre católicos e protestantes teria fim, e que a Igreja ficaria outra vez unida. Contudo, tal coisa não aconteceu. Fizeram-se, porém, muitas reformas na Igreja Católica Romana e as doutrinas foram definitivamente estabelecidas. Os próprios protestantes admitem que depois do Concílio de Trento os papas se conduziram com mais acerto do que os que governaram antes do Concílio.


OS JESUÍTAS
De grande influência na Contra-Reforma foi a Ordem dos Jesuítas, fundada em 1534 pelo espanhol Inácio de Loyola. Era uma ordem monástica caracterizada pela combinação da mais severa disciplina, intensa lealdade à Igreja e a Ordem, profunda devoção religiosa, e um marcado esforço para arrebanhar prosélitos. Seu principal objetivo era combater o movimento protestante, tanto com métodos conhecidos como com formas secretas. A Ordem tornou-se tão poderosa, que teve contra ela oposição severa até em países católicos. Foi suprimida em quase todos os países da Europa, e por decreto do papa Clemente XIV, no ano de 1773, a Ordem dos Jesuítas foi proibida de funcionar dentro da Igreja.
 Apesar dessa proibição papal, ela continuou a funcionar secretamente durante algum tempo, mais tarde abertamente, e foi reconhecida pelo papa em 1814. Hoje é uma das forças mais ativas para divulgar e fortalecer a igreja romana em todo o mundo.


PERSEGUIÇÃO ATIVA
A perseguição ativa foi uma arma poderosa usada para impedir o crescente espírito da Reforma.
 
No continente europeu todos os governantes católicos preocupavam-se em extirpar a fé protestante, usando para isso a força da espada.
 
Na Espanha estabeleceu-se a Inquisição, por meio da qual inumerável multidão sofreu torturas e muitas pessoas foram queimadas vivas. Nos Países Baixos o governo espanhol determinou matar todos aqueles que fossem suspeitos de heresias, isto é, que não fossem católicos romanos.
 
Na França o espírito de perseguição alcançou o ponto alto, na matança da noite de São Bartolomeu, 24 de agosto de 1572, e que se prolongou por várias semanas. Segundo calculo de historiadores, morreram de vinte a setenta mil pessoas.
Essas perseguições nos países em que o governo não era protestante não só retardaram a marcha da Reforma, mas em alguns países, principalmente na Boêmia e na Espanha a extinguiram.


OS MISSIONÁRIOS CATÓLICOS
Os esforços missionários da igreja de Roma devem ser reconhecidos também como uma força na luta da Contra-Reforma.
Esses esforços eram dirigidos em sua maioria pelos Jesuítas, e tiveram como resultado a conversão de raças nativas da América do Sul, do México e de grande parte do Canadá. Na índia e países vizinhos estabeleceram-se missões por intermédio de Francisco Xavier, um dos fundadores da Sociedade dos Jesuítas.
 
As missões da igreja romana nos países pagãos iniciaram-se séculos antes das missões protestantes e conquistaram grande número de membros e poder entre os governantes para impedir o avanço da Reforma Protestante.


Apesar de toda luta da Igreja Católica Apostólica Romana, a Reforma continuou. Composta por homens de coragem e zelo pela Palavra de Deus, que não desistiram mesmo quando a própria vida estava em perigo.




OS "COMBATENTES" DOS DOIS LADOS
Em uma época tão importante da história do cristianismo, envolvendo tantos países e repleta de tão vastos resultados, houve sem dúvida muitos dirigentes, tanto da parte católica como do lado protestante, que mereceram destaque. Neste estudo citaremos alguns, apenas os que mais se destacaram.

DO LADO DA IGREJA CATÓLICA ROMANA:




Inácio de Loyola
, espanhol nasceu em 1491. No ano de 1534 fundou a Sociedade de Jesus, conhecida como Jesuítas. Inácio de Loyola deve ser reconhecido como uma das personalidades mais notáveis e influentes do século XVI. Morreu em Roma , no dia 31 de julho de 1556, e foi canonizado pela igreja romana em 1622.
 
 
Francisco Xavier, nasceu em 1506, na seção espanhola de Navarra, que nesta época era um reino independente em ambos os lados dos Pirineus. Foi um dos primeiros membros da Sociedade de Jesus. Durante toda a sua existência, Xavier demonstrou espírito manso, tolerante e generoso, e isso contribuiu para que sua memória seja estimada, tanto por católicos como também por protestantes. Morreu repentinamente de febre em 1552, na China onde se encontrava como missionário da igreja de Roma, trabalhando contra o avanço da Reforma. Foi canonizado pela Igreja Católica.






DO LADO PROTESTANTE:


Desidério Erasmo, nasceu em Roterdã, Holanda em 1466 e foi ordenado monge em 1492. Foi um dos maiores eruditos da Renascença e da Reforma. Apesar de ter feito muito pela preparação da Reforma, jamais se uniu ao movimento. Continuou católico, criticando tanto a igreja romana como os reformadores. Morreu em 1536.
 
 
Martinho Lutero, nasceu em Eisleben, em 1483. Foi ordenado monge e entrou para o mosteiro dos agostinianos. Em 1511 iniciou sua campanha de reformador, condenando a venda de “indulgências”. Afixou as famosas teses na porta da igreja de Wittenberg. Entre os muitos escritos de Lutero que circularam pela Alemanha o de maior influência foi sem dúvida sua incomparável tradução da Bíblia para a língua alemã. Lutero morreu quando visitava o local em que nasceu, em Eisleben a 18 de fevereiro de 1546, aos 63 anos de vida.


 
 
 
 
João Calvino nasceu em Noyo, França em 10 de junho de 1509 e morreu em Genebra, Suíça em 27 de maio de 1564. Fundador da Academia Protestante, juntamente com Teodoro Beza e outros reformadores. A Academia transformou-se no principal centro do protestantismo na Europa. Calvino foi considerado um dos maiores teólogos do seu tempo.


 
 
Tomás Cranmer pode ser considerado o dirigente da Reforma inglesa, por sua condição de primeiro protestante na igreja inglesa. Sob o peso da tortura retratou-se de suas opiniões protestantes na esperança de salvar a vida, contudo, foi condenado a fogueira. Antes de seu martírio em 1556, renunciou a retratação, e morreu corajosamente, colocando no fogo a sua mão direita, a que havia assinado a retratação, para que fosse a primeira a ser queimada.

 
 
 

João Knox foi o fundador da igreja escocesa. Nasceu no ano de 1505. Somente no ano de 1547 abraçou a causa da Reforma. Foi preso pelos franceses aliados da rainha regente e enviado a França onde serviu nas galés. Mais tarde foi libertado e voltou à Inglaterra. Em Genebra, Knox conheceu João Calvino e adotou suas idéias, tanto no que se refere à doutrina como também ao governo da igreja. Em 1559 Knox voltou à Escócia e logo a seguir tornou-se dirigente da Reforma em seu país. Morreu no ano de 1572. Quando seu corpo baixava à sepultura, Morton, o regente da Escócia, apontou para a cova e disse: “Aqui jaz um homem que jamais conheceu o medo”.







Via GRITOS DE ALERTA / INF.  SANTO VIVO / História da Igreja Cristã, Jesse Lyman Hurlbut – Editora Vida

A NOVA ESTRATÉGIA DA IGREJA CATÓLICA PARA A AMERICA DO SUL .

Igreja Católica tem queda recorde e perde 465 fiéis por dia em uma década

Na última década, a Igreja Católica teve uma perda sem precedentes na História, embora continue a religião majoritária do País.
Além da queda recorde na proporção de fiéis, a população católica encolheu pela primeira vez em números absolutos. Dados do Censo divulgados ontem mostram que em 2010 havia quase 1,7 milhão de católicos a menos que em 2000. Em média, a Igreja perdeu 465 fiéis por dia.

Em virtude desses acontecimentos que levaram quase que por obrigação a renuncia de Bento 16 .
Pois , sendo o maior pais católico do mundo é também o que mais arrecada recursos para o vaticano .
Em toda a história da igreja católica , nunca se falou de uma perda tão grande de seguidores , que levou a renuncia de um papa e a eleição de um que nos moldes de uma nova estratégia se chamaria Francisco .

Nome esse comentado por diversas mídias bem antes da eleição do mesmo .

segue a reportagem da perda dos seguidores do catolicismo no Brasil.


A reportagem é de Luciana Nunes Leal e Clarissa Thomé e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 30-06-2012.

Dados do Censo indicam que o total de católicos diminuiu 1,4%, enquanto a população brasileira aumentou 12,3%. Em 2010, havia 123,2 milhões de católicos no País; em 2000, eram 124,9 milhões. Em dez anos, a comunidade católica perdeu uma população equivalente à de Curitiba.

Em 2010, 64,6% da população brasileira era católica. Houve uma queda de 12,2% em relação aos 73,6% de 2000, a maior perda proporcional desde o início da contagem da população, em 1872. Há 50 anos, a religião católica tinha predomínio absoluto, com 93% da população. Se for mantido o ritmo da última década, em 20 anos os católicos serão menos da metade da população.

O crescimento dos evangélicos é a maior causa da queda dos católicos, embora também tenham crescido os brasileiros que se declaram sem religião e os de religiões minoritárias, como o espiritismo.

Divididos em três grandes categorias, os evangélicos seguem crescendo, mas em ritmo bem menor que na década anterior e chegaram a mais de um quinto da população brasileira, com 22,2%, ou 42,2 milhões de fieis. Houve um aumento em números absolutos de 16 milhões de evangélicos entre 2000 e 2010 - ou 4.383 novos fiéis por dia.

O aumento dos evangélicos é puxado pelos pentecostais, principalmente os da Assembleia de Deus, e por um novo fenômeno do mundo evangélico, o fiel "independente", que segue a religião, mas não se vincula a nenhuma igreja específica. A pulverização dos evangélicos acompanha o surgimento de novas igrejas a cada dia.

Diversificação

"Não existe uma inversão da sociedade católica para a protestante. O que se vê é um processo mais agudo de diversificação. O brasileiro não tem mais constrangimento de dizer que não é católico. A diversificação da sociedade, a modernização e o acesso a novas tecnologias fazem com que as pessoas tenham mais liberdade para dizer 'sou sem religião'. Mas essa afirmação de identidade tem caráter muito fluido. A religião passa a ser um aspecto da vida social, onde é permitido experimentar. Com isso, católicos e protestantes tradicionais ficam mais vulneráveis", diz a professora e pesquisadora da religião Sílvia Fernandes, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

Os evangélicos tradicionais (de missão), de igrejas históricas trazidas ao Brasil pela imigração europeia, como luterana, presbiteriana, batista e adventista, entre outras, cresceram em números absolutos, mas estão estagnados na proporção em relação à população. Eram 4,1% dos brasileiros em 2000 e agora são 4%. O número de luteranos e presbiterianos diminuiu na última década.

No conjunto da população, evangélicos pentecostais, católicos e sem religião são os que têm menor renda e menor escolaridade. Os espíritas e os evangélicos tradicionais se destacam por terem mais anos de estudo. Os espíritas têm renda bem superior aos demais.

Professor de antropologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ronaldo de Almeida acredita que a Igreja Católica perde fiéis em quantidade, mas os que ficam são mais convictos. "O que está perdendo é o catolicismo tradicional: você não sabe muito o que dizer, diz que é católico. Não sabe o que fazer com seu filho, põe na catequese. Mas, se ele começar a usar drogas, vai para uma evangélica. O catolicismo perde gordura, mas se fortalece também. Eu não apostaria em fragilidade do catolicismo. Ao ficarem mais convictos, os católicos ficam mais parecidos com os evangélicos", diz o pesquisador.

Aparentemente, o crescimento dos padres cantores, que arregimentam multidões de católicos, ainda não surtiu efeito no objetivo de trazer novos fieis. "Os padres cantores têm um fator de atração, sim. Vendem muitos CDs. Mas há um dado interessante. Não é o caso do padre Marcelo Rossi, mas o padre Fábio de Melo atrai gente de todas as religiões", diz Sílvia Fernandes.


 


VIA  GRITOS  DE ALERTA .

 

Papa latino-americano é resposta à fuga de católicos na região

Um dos principais desafios do papa Francisco será deter a sangria de fiéis na América Latina, região que concentra cerca de 40% dos católicos do mundo e onde crescem com força as igrejas evangélicas, afirmaram especialistas nesta quinta-feira à Agência Efe.

Segundo os analistas consultados, a escolha de um papa procedente de um país em desenvolvimento, especificamente de um latino-americano, pôs em evidência o desejo da Igreja de olhar para fora da Europa, rumo ao hemisfério sul e em direção a regiões onde o catolicismo ainda é dominante ou tem potencial de crescimento.

De acordo com uma pesquisa divulgada no mês passado pelo Pew Research Center, a Europa deixou de ser majoritária entre os católicos, posição assumida pela América Latina, enquanto as regiões nas quais esta fé cresce atualmente com maior dinamismo são a África Subsaariana e a Ásia.

"É lógico que esse foi um dos motivos para a escolha do cardeal argentino Jorge Bergoglio. Trata-se de dar ao papa um rosto que o aproxime mais do hemisfério sul, da América Latina e dos pobres", disse à Efe Douglas Cabral Dantas, professor de Cultura Religiosa da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais.

Em sua opinião, com a eleição do jesuíta argentino, a Igreja consegue dar um giro em seu rumo e ao mesmo tempo responder ao desafio de sua perda de força na América Latina, reforçar seu crescimento em países da Ásia e da África, e desviar a atenção sobre a Europa, "principal polo dos escândalos".

"Os cardeais eleitores do papa pensaram em várias coisas quando votaram em um latino-americano, entre elas que a América Latina é a região com a maioria dos católicos no mundo e na necessidade de manter essa maioria", declarou Ildo Bohn, secretário de informação do Centro de Estudos Bíblicos (CEBI) do Brasil.

Para os teólogos, a escolha de um jesuíta também tem o simbolismo de reforçar a evangelização fora da Europa, dada a longa tradição dessa ordem como missionária em lugares remotos.

Segundo Luiz Paulo Horta, membro da Academia Brasileira de Letras e especialista em Vaticano, com um jesuíta argentino a Igreja mostra sua disposição a abrir-se mais ao mundo.

Segundo a pesquisa do Pew Research Center, o número de católicos no mundo saltou de 291 milhões em 1910 até 1,1 bilhões em 2010, mas a participação dos europeus nessa comunidade caiu nesses 100 anos de 65% do total para 24%.

No mesmo período os católicos latino-americanos subiram de 70 milhões para 425,5 milhões de almas, o que significa que sua participação passou de 24% no começo do século 20 para 39% em 2010.

O número de católicos na Ásia e na Oceania era de 130,5 milhões em 2010 (12% do total), e na África e no Oriente Médio era de 177,1 milhões (17%).

Enquanto que há um século França e Itália lideravam a lista de países com maior número de católicos no mundo, essas posições são ocupadas hoje por Brasil (126,7 milhões) e México (96,4 milhões). A Colômbia aparece em sexto na lista com 38,1 milhões e a Argentina em 11º (31 milhões).

A Itália (49,2 milhões) caiu para o quinto lugar porque também foi superada pelas Filipinas e pelos Estados Unidos.

No entanto, apesar da esperança que a América Latina representa para o catolicismo, esta fé vem perdendo espaço na região. Há 100 anos 90% dos latino-americanos se declaravam católicos, porcentagem que caiu para 72% em 2010.

Esse espaço, segundo admitiram os bispos que participaram em 2007 da V Conferência do Conselho Episcopal Latino-Americano e do Caribe (Celam), realizada na cidade de Aparecida com a presença do papa Bento XVI, foi ocupado pelos evangélicos.

Segundo dados do censo, a proporção de católicos no Brasil caiu de 83% para 64,6% entre 1980 e 2010, enquanto que a de evangélicos subiu de 15,4% para 22,2% entre 2000 e 2010.

No México, igualmente segundo o censo local, os católicos representavam 98,2% da população em 1950 e 83,9% em 2010, enquanto os evangélicos passaram no mesmo período de 1,28% a quase 8%.

O Celam diagnosticou em 2007 tanto a fuga como as causas dessa evasão, mas até agora não anunciou nenhuma transformação que possa conter a sangria, segundo os especialistas.

"A fuga de católicos na região obedece à adoção por parte da Igreja de uma posição muito tradicional, totalmente presa ao passado e sem acompanhar a modernidade", comentou Bohn, que disse esperar que o papa Francisco aproxime a Igreja do modelo proposto pelo Concílio Vaticano II.​

Fonte: Portal Terra

Muçulmanos atacam Cristãos devido a acusações de "blasfémia"



Há alguns dias atrás centenas de muçulmanos do Paquistão oriental levaram a cabo vários ataques numa vizinhança Cristã - queimando várias casas - depois de terem ouvido que um homem Cristão supostamente havia cometido blasfémia contra o "profeta" do maometanismo.

No Paquistão, tal como em quase todos os países controlados por maometanos, a blasfémia contra o Maomé é um crime que pode ser castigado com a pena de morte. O Paquistão é um país maioritariamente Sunita onde as pessoas de outras confissões religiosas, incluindo a pequena comunidade Cristã, são olhados com suspeita.

Segundo Multan Khan, oficial policial, o incidente teve início na 6ª-Feira quando um jovem muçulmano acusou um Cristão de ter cometido blasfémia ao fazer comentários ofensivos contra o "profeta" Maomé. Segundo Khan, nessa 6ª-Feira à noite uma larga multidão duma mesquita próxima dirigiu-se à casa do Cristão. A policia registou o caso de blasfémia contra o homem depois da multidão se ter reunido e exigido algum tipo de acção, afirmou o oficial.

Temendo pela sua segurança, centenas de famílias Cristãs abandonaram a área durante a noite. Khan afirmou que a multidão muçulmana regressou no Sábado e começou a saquear e a queimar as casas dos Cristãos, embora, segundo Khan, nenhum  membro da comunidade Cristã tenha sofrido qualquer tipo de dano físico. No entanto, vários policiais foram feridos quando foram atingidos com pedras no momento em que tentavam impedir a multidão de invadir a área.

Como é muito comum nestes casos, o incidente aparentemente em nada está relacionado com algum tipo de blasfémia dita contra Maomé; segundo Akram Gill, um bispo local junto da comunidade Cristã de Lahore, estes eventos desenrolaram-se devido a uma inimizade pessoal entre dois homens - um Cristão e um maometano - e não devido a algo que o primeiro tenha dito.

Segundo o bispo, os dois homens envolveram-se numa discussão acalorada depois duma noite de bebedeira, e na manhã seguinte o maometano inventou a história da blasfémia como forma de se vingar do Cristão. Akram acrescentou ainda que a comunidade Cristã entregou o homem acusado à polícia quando estes vieram investigar o caso junto deles. Depois disto, eles trancaram as suas casas e foram para outras áreas (para as casas de familiares).

Segundo se sabe, os maometanos, que se encontravam armados com martelos e hastes de aço, entraram dentro das casas, assaltaram duas igrejas, e queimaram Bíblias e cruzes.
 
Maomé ordenou aos seus devotos que reagissem violentamente às críticas. O que nós vêmos no Paquistão é, portanto, consequência directa dos ensinamentos de Maomé - e não uma "má representação" do "verdadeiro islão". No entanto, quando alguns ocidentais condenam os ensinamentos violentos de Maomé (sabendo que se essas criticas fossem feitas no mundo islâmico, isso seria motivo para a execução), esses ocidentais são chamados de "racistas" (muçulmano não é uma raça), intolerantes, geradores de ódio e islamofóbicos.

Será que devemos abandonar o nosso senso comum, e começar a pensar que há algum tipo de legitimidade na matança de quem critica a autoridade Maomé?
 
PERIGO ISLÂMICO

Líbia: a ditadura islâmica abate-se sobre as mulheres

 


Quando viajava de volta para a sua casa proveniente do seu emprego como palestrante numa universidade perto de Tripol (Líbia), a poeta líbia Aicha Almagrabi foi parada por um grupo de militantes barbudos. Eles pontapearam o carro, espancaram o homem que se encontrava junto dela, no carro, e ameaçaram fazer o mesmo a ela. O seu crime? Encontrava-se sozinha no carro com um homem sem qualquer tipo de parente masculino como guarda.

Segundo a poeta, eles disseram coisas como "Tu violaste a lei de Alá!". Segundo a Associated Press, ela disse
Eu dou aulas a alunos (homens), portanto, tenho que levar um parente masculino para dentro das salas de aulas, certo?

A universidade em si não se encontra imune à crescente influência dos maometanos com uma visão mais islâmica do papel da mulher. Almagrabi afirmou que um dos estudantes veio até ela e disse que ela não deveria dar aulas porque a sua voz (a da poeta) era "awra" — demasiado íntima e como tal, vergonhosaa para ser manifesta em público.

Este incidente, que decorreu em Fevereiro último e terminou com os militantes a darem permissão à poeta para que ela conduzisse para casa, sublinhou a ironia amarga da Líbia pós-revolução. As mulheres desempenharam um papel importante na guerra civil que durou 8 meses, organizando vários protestos contra o ditador Moammar Gadhafi, vendendo jóias para financiar os rebeldes e fazendo contrabando de armas através das linhas inimigas até aos rebeldes.

Mas desde a queda de Gadhafi que as mulheres têm sido "recompensadas" com uma crescente limitação dos seus direitos. As mulheres temem que o pior ainda esteja para vir, numa altura em que o país dará início aos trabalhos em torno da nova constituição - algo que os activistas temem que seja ocasião para que o estatuto inferior das mulheres seja encapsulado na constituição vindoura, muito por culpa da influência dos islamitas da linha dura.

Hanan al-Noussori, advogada na segunda maior cidade da Líbia - Benghazi - afirmou:
O que nós queremos agora é manter o que nós temos. Não sabemos em que direcção caminhamos, mas isto é uma questão de vida ou morte para nós.
Se a vida das mulheres era melhor quando o país era controlado por um ditador tirânico, e pior quando elas se encontram sob o domínio islâmico, o que é que isso nos diz do islãn?

Homem processa igreja após ter dente arrancado durante "exorcismo"

 
Homem processa igreja após ter dente arrancado durante “exorcismo”Um homem da cidade de Sevierville, Estado do Tennesse, está processando o pastor e a Igreja Internacional de Deus. Sua alegação é que teve alguns dentes quebrados e rachados, além de lesões faciais, causadas pelo pastor e um diácono, durante um culto de libertação.
Andrew Byrd entrou com a ação em 15 de fevereiro no tribunal, responsabilizando  o pastor  Joel Arwood, sua esposa Theresa Arwood e o diácono Charles Shields. Byrd está pedindo US$200.000 em danos materiais e US $ 3.5 milhões por “danos morais”.
A liderança da Igreja Internacional de Deus não quis comentar o caso, dizendo que dentro de dois dias, quando foram notificados judicialmente irão dar uma declaração oficial.
O xerife do condado, Jeff McCarter disse que Byrd afirma ter ido ao culto, mas ficado retido contra vontade na igreja, o que caracteriza cárcere privado. Segundo o processo, o diácono Shields o convidou para ir ao culto, mas em determinado momento, a pastora Theresa afirmou que Byrd tinha um “demônio que precisava ser expulso”.
Quando Byrd fez menção de ir embora, o pastor Joel Arwood e o diácono passaram a agredi-lo fisicamente, sendo incentivados pelos gritos de Theresa, relata o processo. No final da “sessão de exorcismo”, Byrd saiu com dentes quebrados, hematomas e ferimento no rosto e, além de dores e lesões nas costas e na perna.
O texto do processo alega que o pastor mais tarde afirmou diante da congregação que ele “derrubou o diabo com um soco tão forte que lhe arrancou um dente”. Posteriormente, Joel divulgou informações falsas que Byrd era acusado de assassinar três pessoas em Sevier County, incluindo uma menina de 16 anos, e iria matar mais duas pessoas se não fosse liberto.
O pedido da soma volumosa como “danos morais” seria por conta da má fama e da vergonha que Andrew Byrd diz ter enfrentado após o episódio. Com informações Knox News.

Padre inglês acusado de abuso admite que foi casado e tinha vida sexual ativa

Um padre acusado de molestar sexualmente uma adolescente em Bradford, na Inglaterra, revelou que foi casado secretamente por 13 anos durante o celibato. As informações são do Daily Mail.

William Finnegan, de 59 anos, quebrou seus votos com a Igreja Católica ao se casar com  Beverley Dawson, uma amante de 48 anos, em uma cerimônia civil. Ele seguiu na ativa e todos os domingos viajava 32 km de sua paróquia para passar noites com a companheira.

Segundo confessou em júri, ele tinha vida sexual ativa. O argumento foi usado em sua defesa no caso em que é processado por ter tocado partes íntimas e beijado uma garota de 17 anos.

O caso segue sendo analisado, mas, independente da sentença, já é oficial que Finnegan não será mais padre.
 
TERRA

Papa Francisco considerava gays uma "aberração",


Nelly Chiappe, 86 anos, conheceu Bergoglio logo que ele nasceu e o segurou em seus braços: era magrinho e feio Foto: Bia Carrasco / TerraA cerca de 10 quilômetros da conhecida avenida Nove de Julho, no coração de Buenos Aires, na Argentina, fica localizada a estreita rua Membrillar, no bairro das Flores. Há 76 anos, Nelly Chiappe segurou em seus braços um novo morador daquela rua, um menino de uma família vizinha que acabara de nascer e que se tornaria, décadas depois, o primeiro Papa do continente americano: Jorge Mario Bergoglio. 

Em seu velho sobrado bem na esquina com a rua Espartaco, Nelly, 86 anos, recebeu a reportagem do Terra para falar sobre o papa Francisco, com quem ela passou muitos anos de sua juventude. Bergoglio, que hoje é ativo na defesa contra a homossexualidade e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em outros tempos não era diferente: “ele dizia que era uma aberração”, relembrou a velha amiga.

Após descrever-se como uma católica não praticante, Nelly mostrou um retrato de seu casamento, que aconteceu há 58 anos, para ressaltar os valores da família tradicional. “É um disparate (o casamento gay). A imagem de pai e mãe é sagrada”, criticou ela, ao atacar também a instabilidade das uniões de hoje. “As pessoas casam e se separam logo depois”, completou.

Durante toda a conversa, Nelly não deixou de destacar a simplicidade do ex-vizinho, que nasceu “magrinho e feio”, detalhou ela, aos risos. Quando os dois eram crianças, as ruas do bairro das Flores ainda eram de terra e eles gostavam de brincar nas redondezas. “Ele era uma criança normal”, relembrou ela, ao contar que Bergoglio também passava bastante tempo no armazém do avô, que ficava na rua ao lado. 


Segundo Nelly, o pai de Bergoglio era contador de uma fábrica localizada no bairro, enquanto sua mãe era dona de casa e cuidava dele e dos quatro irmãos. O sobrado de arquitetura colonial em que moravam, por sua vez, era bem diferente na década de 1930. “Foi totalmente reformado”, explicou ela, contando ainda que ele estudou no colégio Nuestra Señora de la Misericordia e que frequentou a paróquia Santa Francisca Javier Cabrini, antes de receber sua primeira comunhão.

Surpresa com a indicação do amigo para o posto máximo da Igreja Católica, Nelly relembrou ainda que os dois se encontraram por acaso há alguns anos, na praça Misericórdia, próximo a sua casa, quando Bergoglio já havia sido nomeado cardeal pelo papa João Paulo II, em 2001.

“Ele estava com uma malinha e pediu para que eu não o chamasse de cardeal”, contou. A notícia de sua nomeação como Papa, segundo ela, foi recebida com muitas lágrimas e comoção. “Não imaginava, pois ele é de uma família muito simples e honesta”, elogiou a senhora, ao ressaltar a sua crença de que Bergoglio manterá seus hábitos simples durante seu papado.

Nascido em 1936, Bergoglio se tornou padre em 1958 e cardeal em 2001. Ele se tornou, na última quarta-feira, o primeiro Papa jesuíta e não nascido na Europa. 
 
 
TERRA