domingo, 3 de dezembro de 2017

SÉRIE - JESUS O CAMINHO . Quem é cego?



João capítulo 9 versículos 8 a 39


Os vizinhos (não necessariamente os que moravam junto à sua casa, mas os da mesma terra ou lugar) do cego que acabava de voltar do tanque de Siloé, agora podendo ver,  e os que o observavam, sendo uma figura familiar que tinha o seu lugar costumeiro onde sentar e mendigar, quase não podiam acreditar na sua cura e desejavam saber se era a mesma pessoa. Alguns reconheceram que sim, mas outros só admitiam que se tratava de alguém muito parecido com ele. Ele os ouviu e protestou que era, realmente, a mesma pessoa.
Se assim fosse, exigiram, de que maneira fora curado? Uma pergunta natural e lógica e ele respondeu com os fatos. Ele apenas sabia o nome do homem que o curou - Jesus - mas ainda não sabia que era o Messias o Filho de Deus (veja também o versículo 36). Eles queriam saber onde Ele estava mas o homem não sabia - ele O tinha ouvido, mas nunca ainda visto.
Seus vizinhos então o levaram aos fariseus, os mestres profissionais que pensavam saber tudo. Devem ter sentido que este milagre tinha um grande significado religioso - e sem dúvida já teriam pelo menos ouvido falar deste Homem notório, Jesus.
O sábado semanal era dia de descanso obrigatório. Os fariseus tinham feito uma lista longa do que se permitia fazer e o que era proibido neste dia. Consideraram que fazer barro e curar os olhos de alguém neste dia era trabalho e portanto eram proibidos: aos Fariseus isto era muito mais importante do que o poder sobrenatural somente mediante o qual a cura poderia ter sido feita. No entanto, o Senhor pode ter usado o barro de propósito para enfatizar o ensino d’Ele sobre o sábado: que é certo cuidar das necessidades dos outros mesmo se for preciso trabalhar num dia de descanso.
Como o homem fora trazido aos fariseus, estes agora tinham que dar uma manifestação de sabedoria, e se puseram a questioná-lo. Surpreendentemente não investigaram se, de fato, havia ocorrido um milagre sobrenatural, mas apenas quiseram comprovar que um "trabalho" havia sido feito naquele dia santo. A explicação do homem confirmou sem qualquer dúvida aos fariseus que o Senhor havia transgredido as regras deles sobre o sábado, logo era infrator da lei sagrada (como já antes fora acusado - capítulo 5:10, 16, 18).
Mas não eram unânimes: a alguns isto provou que Ele não era de Deus; mas outros diziam, "Como pode um homem pecador fazer tais sinais?" como Nicodemos (João 3:2), acreditavam que não podiam ser feitos se Deus não estivesse com Ele, e ficaram confusos. Como os "doutores" discordavam em sua "diagnose", pediram ao "paciente" que descrevesse qual era a sua própria opinião a respeito d’Ele. Mas ele não tinha qualquer dúvida: a pessoa que o curou era um profeta.
Isto não satisfez o primeiro grupo porque os fatos descritos pelo homem, que ele tinha sido cego e tinha recebido a sua visão, estava em conflito com a sua visão teológica sobre Deus e o sábado, logo não podia ser verdade. Claro que, se pudessem provar que o homem não fora realmente curado por Jesus, seriam superadas as objeções do segundo grupo.
Assim, apesar do que o homem e os seus vizinhos declararam, para encobrir a sua própria estupidez eles chamaram os seus pais para resolver esse problema sério e lhes pediram que confirmassem que era realmente o filho deles esse que diziam que tinha sido cego, e se assim fosse, como podiam explicar que podia ver agora? Os pais simplesmente confirmaram que este era mesmo o filho deles que nascera cego, desta forma deixando esses fariseus sem qualquer base para a sua descrença sobre a cura. Como não testemunharam a cura, os pais nada podiam dizer sobre como foi feita, mas seu filho já tinha bastante idade para dar o seu próprio testemunho dos fatos.
O Senhor Jesus tinha declarado que seus discípulos dariam a prova do seu discipulado mediante a confissão do Nome d’Ele diante dos homens, sendo a negação uma refutação (Mateus 10:32; Lucas 12:8). Sabemos que muitos dos líderes acreditavam secretamente na Sua verdadeira identidade (capítulo 12:42) mas “não O confessaram por causa dos fariseus", pela mesma razão dada aqui para os pais, "porque temiam os judeus, porquanto já tinham estes combinado que se alguém confessasse ser Jesus o Cristo, fosse expulso da sinagoga” (havia três tipos de excomunhão: por trinta dias, por sessenta ou indefinidamente). Não é de admirar que os pais se restringissem um pouco.
Assim os fariseus interrogaram o homem novamente, na esperança de achar alguma fraqueza na história do homem de que pudessem se aproveitar.
A frase “dá glória a Deus" não significa gratidão a Deus (como em Lucas 17:18) mas é uma insistência para falar a verdade (Josué 7:19; 1 Samuel 6:5), como se ele não o tivesse feito antes. Já não podendo negar o fato da cura depois do testemunho dos pais (João 9:19) eles agora tentaram conseguir que o homem negasse que fora Jesus que o havia curado. Ele deveria aceitar a autoridade eclesiástica deles quando declaravam que aquele Jesus era um pecador portanto Ele não podia tê-lo curado. Agiram como todos os perseguidores dos verdadeiros crentes fariam através dos tempos.
O homem que tinha sido cego já ouvira as mesmas perguntas vez após vez, e recusou cair na armadilha. Ele se desviou do subterfúgio deles sobre Jesus ser um pecador e se agarrou ao fato que tinha experimentado, que sendo cego, agora via, e não sabia como ou por que.
Pateticamente, os fariseus começaram outro interrogatório, finalmente admitindo que Jesus abrira os seus olhos e demandando que outra vez informasse "como." A paciência do homem estava claramente se acabando e ele perguntou: "Acaso também vós quereis tornar-vos discípulos dele?" Esperava-se uma resposta negativa, mas a ironia foi cortante. Claramente ele sabia que Jesus tinha "discípulos" e que os fariseus também sabiam disso.
Os fariseus o injuriaram (assim pensavam) chamando-o de discípulo de Jesus (ele O tinha chamado de profeta em frente deles, mas depois disto O adorou quando se revelou a ele como sendo o Filho de Deus - logo eles tinham razão, inconscientemente) e declarando orgulhosamente que eram discípulos de Moisés a quem conheciam, acrescentando desdenhosamente que não sabiam donde “este” era (nem queriam saber, ao que parece!).
O homem com um certo sarcasmo respondeu que era muito surpreendente que não soubessem donde era, pois lhe havia aberto os olhos, que Deus não ouve os pecadores (Jó 27:9, Salmo 66:18, Isaías 1:15, 59:2, etc.), portanto Ele era temente a Deus e fazia a Sua vontade, que a cura da cegueira congênita nele operada fora inédita desde o princípio do mundo, e que se Ele não fosse de Deus, nada poderia fazer.
Até esse dia esse homem era cego, mas fez uso excelente e lógico da Bíblia diante daqueles doutores. Que exemplo para nós! Ele não só tinha ensinado os rabinos, mas os derrotou totalmente em sua discussão. Humilhados, eles recorreram ao seu último recurso de quem não tem mais argumento a opor: o insulto, dizendo que ele havia nascido todo em pecados (veja versículo 2) e implicando que tinha sido atrevido quando dirigia-se a eles, e expulsando-o da sua presença (provavelmente não foi uma expulsão formal da sinagoga, pois esta requeria uma reunião formal do sinédrio).
O Senhor Jesus soube do acontecido, procurou o que era cego e se revelou a ele como o “Filho do homem” (o Messias, conforme a profecia de Daniel – 7:13-14). O homem creu imediatamente e O adorou, admitindo assim a Sua divindade.
A palavra “juízo” aqui é usada no sentido de “peneirar”. Por este milagre, o Senhor estava permitindo ao espiritualmente cego (como também fisicamente) ver. Este homem agora passou a ver física e espiritualmente.
Os fariseus tinham olhos e visão físicos, e pensavam que tinham visão espiritual, mas na realidade eram guias cegos (Mateus 23:13-36) complacentes com sua escuridão: "o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Coríntios. 2:14).

Mas quem admite a sua própria cegueira espiritual e humildemente vem ao Senhor para obter visão, vai recebê-la.

Precisamos de gestores públicos empreendedores

Resultado de imagem para CHEGA DE POLITICOS , PRECISAMOS DE GESTORESDesde pequeno sempre conversava com amigos o desejo de contribuir e fazer parte de uma administração pública, isso se dava porque muitos cidadãos criticavam tanto a forma como os gestores públicos administravam os recursos, não conseguia compreender porque tanto dinheiro que circulava e o povo continuavam na miséria e pobreza. 
O desejo continuou aceso e decidir estudar Administração de Empresas, trabalhei em diversas ONG´s, fui secretário executivo do Consórcio Intermunicipal da Apa do Pratigi, e a apedido de alguns amigos devido a minha influência nas causas sociais foi candidato a vereador nas eleições sendo mais votado e foi quando pude perceber na prática o descaso com os serviços públicos, com isso busquei logo fazer uma Especialização em Gestão Pública Municipal para melhor compreender a maquina pública e poder contribuir a altura das cobranças feitas pela população.
Depois desses anos de estudos e hoje como político atuante, tenho uma visão concreta de que a falta de conhecimento dos Gestores e a má formação de equipes tem sido uma tragédia para muitas prefeituras de grandes capitais e interiores.
Vemos que em todo o país manifestações contra as atuais administrações públicas, grande parte da massa popular indo às ruas reivindicando seus direitos, isso é muito bom, mostra como o Brasil está amadurecendo, o povo brasileiro estudando com maior frequência na busca do conhecimento. Contudo precisamos fazer manifestações também contra a própria população que escolheram candidatos sem nenhum critério de avaliação, esquecendo-se que serão eles que irão gerir os recursos dos Municípios, Estados e União durante o período de quatro anos.
Porém nesse artigo falaremos especificamente da Administração do Executivo Municipal e Legislativo Municipal.
Percebe-se que muitos administradores ou gestores públicos não conhecem o funcionamento da maquina pública e não tem nenhum nível de conhecimento que os habilite ao cargo, ai nos perguntamos: como votamos em um candidato que não conhece as normas básicas da administração publica como: PPA – Plano Plurianual, LDO – Lei de Diretrizes Orçamentária, LOA – Lei Orçamentária Anual, outro ponto fundamental que muitos desconhecem são os princípios norteadores da administração púbica, como: Legalidade, moralidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficácia todos eles descritos no CAPUT 37 da CF.
Que adianta a população fazer grandes manifestações se nas eleições municipais não escolhem candidatos dotados de conhecimentos e com imagem limpa perante a sociedade. O que verificamos é que muitos votam porque o candidato é uma pessoa legal, faz assistencialismo na região, consegue marcar um exame para uma família de nome, ou até mesmo troca o voto por favores e coisas semelhantes, se esquecendo das qualidades fundamentais para um candidato no século XXI  e com as novas exigências da sociedade.
Façamos uma analogia, você é dono de uma grande rede de supermercados, a sua empresa está espalhada por toda a cidade e em cada bairro, seus clientes são exigentes e querem bom atendimento, produtos de qualidade e com preços acessíveis, devido as novas demandas da comunidade e o mundo globalizado terá que mudar a gerencia para atender e melhorar os serviços. Quem você contrataria: Uma pessoa sem conhecimento? Uma pessoa que só sabe escrever o nome? Uma pessoa que mal sabe lê? Ou uma pessoa que não tem nenhuma noção do seguimento de supermercado? Claro que não, já mais cometeria uma insanidade dessa natureza.
Tenho certeza que você recorreria ao mercado de profissionais, faria diversas entrevistas, analisaria minuciosamente cada currículo, buscaria saber onde esse profissional já atuou e como foi seu desempenho, se tem um perfil empreendedor, dentre outras habilidades e competências que o cargo exige.
Não é diferente na administração pública, precisamos analisar melhor os nossos candidatos, conhecer o perfil, suas obras, suas habilidades e competências, faz-se necessário uma mudança radical em muitas prefeituras e mais especificamente as do interior.
Quando temos um gestor que não tem esses conhecimentos, teremos uma administração vulnerável, porque ele ficará a mercê de consultores oportunistas e que não tem nenhuma responsabilidade com o dinheiro público, apenas veem aos Municípios para fraudar, desviar e deixar o município com diversos problemas administrativos o que dificultará a celebração de diversos convênios. Deixando os ex-prefeitos atolados em diversos processos judiciais por improbidades administrativas, com contas rejeitadas pelo TCM, recursos sendo sequestrados em conta corrente, e pessoas com vidas destruídas e comunidades sofredoras por falta de serviços públicos.
Gestores Públicos tem que ter no mínimo uma visão empreendedora;
Quando digo uma visão empreendedora refiro-me a organização da administração pública como forma de desenvolvimento regional sustentável. É fazer valer o que está escrito na Lei de forma empreendedora, quando o caut 37 da CF descreve a eficiência, significa fazer mais com menos em pouco tempo e com melhor qualidade, ou seja, os gestores precisam fazer com quer cada secretária municipal atuem como uma pequena empresa dentro da grande em presa que é a Prefeitura Municipal, cada secretário precisa organizar sua secretária como se fosse uma empresa, fazendo um planejamento baseado no PPA, estabelecendo ordem de prioridades, buscando parcerias, elaborando novos projetos, tendo metas específicas a serem cumpridas mensalmente ou semestralmente.
Contudo, as atuais administrações públicas estão travadas, mal assessoradas e com poucas expectativas de desenvolvimentos, gestores com pouquíssimas qualificações, legislativos que praticamente não conseguem fazer ao mínimo sua função de fiscalizadores e elaboração de Leis, o dinheiro público cercado por empresários aproveitadores sem nenhum comprometimento com a região e que apenas querem ajudar a fraudar licitações e fazer construções sem sentido nas cidades e com péssima qualidade, já que a maioria do dinheiro já foi boa parte desviado.


Edivanio Mendes da Silva

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