terça-feira, 3 de abril de 2012

Padre mostra slides pornográficos em palestra de primeira comunhão

O que era para ser uma reunião preparatória para uma cerimônia de primeira comunhão causou uma enorme confusão na Igreja Católica da Irlanda do Norte. Tudo porque o padre Martin Mcveigh (foto) "espetou" um pendrive na entrada USB e em vez da apresentação, apareceram fotos de pornografia gay.
Havia 26 pais e mães na plateia, além de um garoto de oito anos. Alguns pais ficaram chocados. Outros furiosos. O padre simplesmente desplugou o pendrive e saiu sem dizer uma única palavra, tamanha a sua perplexidade com o ocorrido.
Em comunicado divulgado à imprensa, o padre declarou que "não sabe como isso ocorreu, mas está consciente do que ocorreu. Segundo ele, há pessoas fazendo insinuações e que hoje em dia esses boatos correm muito rápido".
"A arquidiocese buscou imediatamente a ajuda da polícia. Com base nas evidências, nenhum crime foi cometido. O padre está cooperando com a investigação sobre o tema conduzida pela arquidiocese.", diz o comunicado. (vi na @BBC)


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Real Madrid retira cruz do escudo para não ofender muçulmanos

Real Madrid retira cruz do escudo para não ofender muçulmanosO Real Madrid, clube de futebol da Espanha, iniciará um empreendimento de cerca de 1 bilhão de dólares, na construção de um complexo desportivo e turístico nos Emirados Árabes. O “Real Madrid Resort Island”, como será chamado, seguirá os moldes das famosas ilhas artificiais, porém, com o formato do escudo do clube. Mas, uma alteração expressiva será realizada no mais tradicional símbolo do clube, a cruz, que fica por sobre a coroa, na parte superior do escudo não será retirada do desenho por motivações religiosas, para não ofender os muçulmanos.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica GospelDe acordo com Florentino Pérez, presidente do clube catalão, explicou que, por se tratar de uma região onde os países são predominantemente islâmicos, não fica bem fincar uma cruz, símbolo máximo do cristianismo, nas águas do Golfo Pérsico. O emirado de Ras Al Khaimah, país onde o resort será construído, é um país muçulmano e fica ao lado do Irã, logo, o momento conturbado motivado pela religião reafirmaram a medida para excluir o símbolo cristão.
A cruz e a coroa estão presentes no escudo do Real Madrid desde 1920, quando Alfondo XIII, rei da Espanha, concedeu autorização ao clube para utilizar o símbolo que era exclusivo da monarquia. A matéria foi publicada pelo jornal Marca, da Espanha. O Real Madri tem recebido críticas pela alteração. O Real Madrid Resort Island está para programado para começar a funcionar em 2015.


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ING. G+

SBB capacita voluntários para evangelizar em presídios do RS

Com o intuito de habilitar pessoas para conduzir o evangelho até os presídios, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) promoverá, entre os dias 14 e 15 de abril, um curso para o direcionamento de voluntários ao projeto “A Bíblia no Cárcere”, em São Leopoldo (RS).

A ação tem como caráter fundamental a proposta de, através da bíblia, levar um amparo de fé e combater o analfabetismo nos cárceres do Rio Grande do Sul. Sendo que, nos próximos três anos, a meta é estar presente em todos os presídios gaúchos, que acolhem cerca de 34 mil presos.
Este primeiro programa de atividades receberá voluntários para transmitir o que é o projeto e o procedimento necessário durante as visitas.
O voluntário tomará noções gerais do regulamento estabelecido pela penitenciária. Além de compreender qual deve ser seu comportamento e como deve falar com o preso.
Para favorecer o repertório do voluntário, também será repassada uma síntese das obras utilizadas para os ensinamentos.
As lições serão guiadas pela obra “Venha e Veja”, publicado pela editora da SBB, que traz toda a passagem do Evangelho de João com sua versão adaptada para os dias atuais.

A publicação escolhida também traz curtos prefácios, para os trechos mais importantes do Evangelho, e perguntas no fim de cada capítulo, para o detento poder voltar sua mente sobre si próprio e entender o que a Palavra de Deus tem a emitir.
Intercalada com o projeto “A Bíblia e a Paz”, que tem como alicerce, a ascensão da cultura de paz através da Bíblia, a iniciativa será aplicada em outros lugares do Brasil, segundo aponta o site da SBB.
No Rio Grande do Sul, trata-se de uma parceria entre a instituição com Superintendência de Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul (Susepe), e que conta com o apoio da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).
A inscrição para o curso não requer pagamento e pode ser efetuada na Unidade Regional da SBB de Porto Alegre, através do telefone (51) 3272-9000.
Veja o calendário do curso:
Primeiro dia: 14 de abril
Horário: 8h00 às 12h00
Tema abordado: Projeto A Bíblia no Cárcere, a parceria com a Susepe e o curso de visitador – Waldemar Garcia, gerente da Unidade Regional de Porto Alegre da SBB.
Tema abordado: A Bíblia e o preso – Erní Seibert, secretário de Comunicação e Ação Social da SBB.
Horário: 13h00 às 17h30
Tema abordado: Normas e condutas dentro de uma unidade prisional – Equipe Susepe.
Tema abordado: O papel e a postura do visitador – Renê Assumpção Jr.
Tema abordado: A Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – Vilson Scholz, consultor de Tradução da SBB.
Tema abordado: A prática na abordagem ao preso I – Lacir Ramos, pastor da igreja interna da Penitenciária de Jacuí (RS).
Segundo dia: 15 de abril
Horário: 8h00 às 12h00
Tema abordado: A utilização do material bíblico dentro do presídio – Eude Martins, assessor de Projetos Especiais da SBB
Tema abordado: A prática na abordagem ao preso II – Lacir Ramos e Eude Martins.


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INF. CRISTIAN POST

IMPOSIÇÃO PELA VIOLÊNCIA - Líder islamita tuaregue toma o controle de Tombuctú

O líder do grupo islamita armado tuaregue Ansar Dine (Defesor do Islã), Iyad Ag Ghaly, tomou nesta segunda-feira o controle da cidade de Tombuctú (noroeste do Mali) e expulsou os rebeldes do Movimento Nacional de Libertação de Azawad (MNLA), informaram testemunhas à AFP.
"Iyad chegou nesta manhã com cinquenta veículos. Tomaram a cidade, expulsaram os homens do MNLA que estavam lá, queimaram sua bandeira e hastearam a deles no acampamento militar da cidade", afirmou Musa Haidara, cinegrafista que filmou a entrada de Iyad Ag Ghaly em Tombuctú.
Esta informação foi confirmada por moradores da cidade, entre eles o gerente de um dos principais hotéis de Tombuctú.
"Hoje, segunda-feira, Iyad Ag Ghaly chegou com seus homens a Tombuctú para expulsar o MNLA", disse o gerente desse hotel, que pediu para não ser identificado.
"Foi para o hospital para pedir aos médicos que tratassem de seus homens. Depois Iyad falou com a população para dizer que não tivessem medo, que os homens do Ansar Dine estava lá pelo Islã, e não pela independência ou para causar danos", acrescentou.
Iyad Ag Ghaly é uma das principais figuras das rebeliões tuaregues dos anos 1990 e luta "com as armas" atualmente pela aplicação da sharia (lei islâmica) no Mali.

AFP

PERIGO PARA OS CRISTÃOS - Egito: perto do poder, Irmandade Muçulmana está dividida-

Maior e mais antigo movimento político do Egito, a Irmandade Muçulmana nunca esteve tão perto de chegar ao poder a dois meses da primeira eleição presidencial após a revolução do ano passado. Mas segundo analistas e colunistas políticos do país, o grupo passa por grandes divisões internas e caminha para uma rota de colisão com o conselho militar que governa provisoriamente o Egito.
Alvo de desconfianças sobre sua agenda política e visão para o futuro do país entre seculares e minorias religiosas, a Irmandande surpreendeu os egípcios ao anunciar no sábado a candidatura de um de seus mais importantes líderes à corrida presidencial em maio, apesar dos discursos dos últimos meses de que não teria candidato ao pleito.
"O cenário político atual é outro com essa nova cartada da Irmandade. Os outros blocos políticos certamente não contavam com um candidato do grupo. Mas Os desafios da Irmandade ainda são grandes", enfatizou a analista política Amira Howeidy, do semanário egípcio Al Ahram.
Com a maioria no parlamento do país após as eleições de novembro do ano passado e metade dos assentos na Assembleia Constituinte, que terá a tarefa de redigir a nova constituição do país, analistas prevêem que a Irmandade deve eleger o próximo presidente do Egito. Mas, segundo eles, o grupo visivelmente passa por lutas internas.
"Uma reunião dos membros mais importantes do grupo, na semana passada, que justamente discutia se a Irmandade deveria lançar ou não um candidato próprio ao pleito presidencial terminou sem acordo e de forma bastante tensa", disse Basem Fathy, diretor da Academia Egípcia para Democracia, baseada no Cairo.
Liderança
Segundo Fathy, as divergências internas na Irmandade começam pelas dúvidas de quem realmente controla o grupo. A disputa supostamente ocorre entre o líder supremo da Irmandade, Mohamed Badei, e o vice, Khairat el-Shater, um poderoso empresário e grande financiador do movimento fundado em 1928.
El-Shater é justamente o candidato anunciado pela Irmandade para concorrer à presidência do Egito, e especulações da imprensa e mídia do país apontam para uma forte influência dele nas decisões políticas.
"Conversas entre membros da Irmandade falam de que seria El-Shater, e não Mohamed Badei, que lidera o grupo. E que teria sido dele a decisão de lançar um candidato à presidência, além de outras decisões, como a expulsão de membros rebeldes do movimento", explicou Fathy por telefone ao Terra.
Para Amira Howeidy, as lutas internas acerca da liderança do grupo não se dará abertamente, com Badei continuando como importante líder da Irmandade. "Mas é el-Shater que vem traçando a estratégia política e os passos seguintes da Irmandade no cenário político".
Segundo ela, el-Shater não se intimidou quando membros mais jovens e liberais do movimento entraram em rota de colisão com as posições dos conservadores e líderes mais antigos sobre o futuro do Egito. A juventude do grupo, simpática aos outros jovens seculares que foram às ruas com eles para derrubar o ex-presidente Hosni Mubarak, se mostrou contrariada com discursos de alguns de seus líderes que falavam em estabelecer um Estado islâmico.
"El-Shater fez discursos garantindo o comprometimento da Irmandade com a democracia, o livre mercado e os direitos das minorias. Mas, ao mesmo tempo, falou que os resultados das eleições parlamentares mostravam a votnade dos egípcios por um estado islâmico".
Ela citou o caso de um dos mais importantes líderes da Irmandade, Abdul Moneim Abu al-Futuh, expulso do movimento por influência de El-Shater.
"Al-Futuh contava com grande apoio da ala jovem e liberal e lançou sua candidatura à presidência apesar da proibição do grupo. Ele foi expulso rapidamente após uma articulação da ala conservadora. Isso gerou um enorme desconforto e escancarou ainda mais as lutas internas".
Para Howeidy, divergências entre as lideranças do grupo poderão aumentar ainda mais no futuro próximo. "Im agine se um presidente egípcio vindo da Irmandade não se entendendo com seu próprio bloco parlamentar que poderá estar dividido", alertou ela.
Críticas
Adversários e comentaristas acusam a Irmandade de buscar apenas o apoio popular e cadeiras no parlamento ao invés de pressionar por reformas e resultados concretos após a revolução do ano passado.
Além disso, ativistas dizem que a Irmandade não pressiona o governo em relação a uma maior transparências dentro do Ministério do Interior, instituição que controla as forças de segurança e é temida pelos abusos de direitos humanos, mesmo após a queda do antigo regime.
"Há uma impressão geral de que a Irmandade apenas faz um jogo político para não entrar em atrito com o Conselho Supremo das Forças Armadas, que governa o país de forma provisória desde a renúncia de Mubarak", disse o analista Basem Fathy.
Mas para Fathy, com as pretensões da Irmandade agora mais evidentes com o lançamento de um candidato à presidência, o grupo pode estar mudando sua estratégia para um confronto mais aberto e tomar maiores responsabildiades no país.
A Irmandade Muçulmana se defendeu dos "boatos" e acusa os rivais políticos e a mídia de fabricar notícias de que haveria divisões internas no movimento.
O próprio líder do grupo,Mohamed Badei, criticou a cobertura da imprensa egípcia sobre os "supostos problemas da Irmandade", e explicou que ele mesmo havia se recusado a concorrer à presidência inicialmente em "benefício do Egito".
Segundo ele, a decisão de rever a promessa de não concorrer à presidência com candidato próprio se deveu ao fato de que pessoas ligadas ao antigo regime estariam voltando ao cenário político. "Pessoas como Omar Suleiman (antigo chefe da Inteligência do governo de Mubarak) e outros estão trabalhando para concorrer (à presidência), e mesmo apoiadores de Mubarak estão inclusive fazendo campanha para o retorno do déspota".
Militares
Os problemas e desafios da irmandade não param apenas nas disputas e boatos internos. Segundo a mídia egípcia, o grupo estaria entrando em mal estar com os militares que governam o Egito. "O fato de eles colocarem um candidato para o pleito presidencial pode colocá-los em um confronto com o conselho militar. E essa dúvida causou também discussões e posições opostas dentro do movimento", enfatizou Amira Howeidy.
Desde a revolução e a derrubada de Mubarak, especulações na imprensa e nas ruas davam conta de que a Irmandade e os militares teriam feito um pacto secreto para compartilhar o poder no país, assim que o conselho militar entregasse o poder a um governo civil ao final de junho, após a eleição presidencial.
Colunistas citaram diversos pontos que teriam sido acordados ¿ como imunidade penal para militares e orçamento das forças armadas excluído de fiscalização em troca da facilitação da entrada da Irmandade no governo.
Mas recentemente, a Irmandade criticou os militares e acusou-os (mesmo de que forma sugestiva) de que tentariam fraudar a eleição presidencial. O conselho militar rebateu a acusação, divulgando um comunicado em que condenava "mentiras e acusações maliciosas".
"O cenário político ainda é incerto e dúvidas recaem sobre o que a Irmandade poderá oferecer de concreto: uma agenda voltada para a inclusão e respeito das opiniões variadas ou uma linha da confrontação, que incendiará ainda mais a instável política do Egito", enfatizou Basem Fathy.

EUA oferecem US$ 10 milhões por fundador de grupo islâmico

Saeed é apontado como mentor de ataque na Índia que matou mais de 150 pessoas. Foto: AP
Saeed é apontado como mentor de ataque na Índia que matou mais de 150 pessoas
Foto: AP.

Os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de US$ 10 milhões por Hafiz Mohammad Saeed, fundador do grupo militante islâmico Lashkar-e-Taiba (LeT), com base no Paquistão. Saeed agora é o chefe do grupo Jamaat-ud-Dawa, conhecido como fachada para o LeT, acusado pelos ataques a Mumbai, na Índia, em 2008. Também foi oferecido US$ 2 milhões pelo cunhado e cofundador da LeT, Abdul Rehman Makki, de acordo com informações da BBC.
O governo americano anunciou a recompensa pela captura ou informações que levem até a dupla. Em novembro de 2008, o atentado em Mumbai durou três dias e deixou 165 pessoas mortas. Nove dos terroristas foram mortos no incidente, que abalou as relações entre os vizinhos Índia e Paquistão.
Hafiz Mohammad Saeed figura em uma lista dos "mais procurados" entregue pelos indianos ao governo de Islamabad. O grupo Jamaat-ud-Dawa nega que atue em nome da Lashkar-e-Taiba. Saeed foi detido depois do ataque em Mumbai, mas foi solto sem ser acusado.
Telegramas vazados pelo WikiLeaks em dezembro de 2010 indicam que a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, afirmou que Hafiz Mohammad Saeed e Zaki-ur-Rehman Lakhvi, atual chefe

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INF. TERRA.