terça-feira, 6 de março de 2012

Deputado evangélico Eduardo Cunha afirma que nomeação de Marcelo Crivella para o “inexpressivo Ministério da Pesca é risível”

Deputado evangélico Eduardo Cunha afirma que nomeação de Marcelo Crivella para o “inexpressivo Ministério da Pesca é risível”O deputado federal evangélico Eduardo Cunha (PMDB-RJ) fez observações sobre a nomeação do senador Marcelo Crivella ao Ministério da Pesca e publicou suas opiniões no Twitter.
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O deputado, que é um líder evangélico no Rio de Janeiro e tem grande influência dentro da Frente Parlamentar Evangélica, afirmou que a nomeação de Crivella não foi para agradar os evangélicos, mas sim, uma manobra política do governo para conseguir apoio do PRB, partido do senador, ao candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, ex-ministro da Educação e responsável pelo kit-gay.
Para o deputado, o senador Crivella recebeu o cargo por ser um dos grandes nomes do PRB, e não por ser evangélico. Eduardo Cunha afirmou também que a maneira como a substituição do responsável pelo Ministério da Pesca foi feita, não foi a mais correta: “Nada mais justo que um partido que faca parte da base participe do governo, mas fazer isso agora dessa maneira não pega bem. Daqui a pouco vão nomear o Tiririca para tirar ele da eleição, além do Netinho e outros candidatos”, afirmou.

Voltando a falar sobre a conturbada relação entre os evangélicos e o governo da presidente Dilma, o deputado disse que agradaria aos evangélicos se o governo não tivesse em um de seus ministérios, uma ativista pró-aborto: “Quanto aos evangélicos, agradaria muito mais que um governo não tivesse a abortista sodo (sic) ministra como responsável pelo debate sobre aborto. E agradaria também que um ministério não tivesse editado um kit gay. Achar que evangélicos vão ficar satisfeitos porque tem um deles no governo comandando o inexpressivo Ministério da Pesca é risível”, afirmou o deputado, antes de emendar: “Só se fosse o ministerio da pesca de almas”.
Encerrando o tema, o deputado afirmou que “o Crivella não representa a bancada evangélica e nem o cargo dele tem nada a ver com evangélicos. Ele representa o partido dele”.

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Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia fecham igrejas e assassinam cristãos

Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia fecham igrejas e assassinam cristãos

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – FARC, é a organização responsável por uma guerrilha que já dura anos na Colômbia. Considerada por alguns países e pelo próprio governo colombiano uma organização terrorista, os exército guerrilheiro das FARC já foram acusados de muitos crimes cometidos contra políticos, contra o estado e contra a própria população. A notícia mais recente sobre a atuação de guerrilheiros é de que eles estão fechando igrejas e assassinando cristãos.
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Nos últimos meses as FARC têm perdido força, há informações de que seu exército teria reduzido de mais de 20 mil, para menos de 8 mil soldados. Entretanto, isso não bloqueou as atividades do grupo, que tem investido para a retomada de território e reestruturação financeira. Com isso as igrejas passaram a ser alvo dos rebeldes, já que os cristãos são contra a guerrilha.
Segundo o escritório da Missão Voz dos Mártires, os guerrilheiros impediram o trabalho de um missionário evangélico na região de La Macarena, onde também lhe confiscaram todos os seus materiais, como rádios, Bíblias, livros, etc. Além de estarem fechando as igrejas, o grupo tem impedido o entrada de cristãos a determinadas áreas, recentemente queimaram um ônibus para impedir o acesso à região.
O grupo guerrilheiro possui um violento histórico de atrocidades cometidas com cristãos, só no ano passado foram cinco mortes confirmadas, e em 2012 mais uma família assassinada, um pastor e dois familiares. Mas, apesar de toda incidência de perseguição e violência contra os evangélicos no país, a igreja continua crescendo, atualmente a quantidade de evangélicos na Colômbia aproxima-se dos 5 milhões.


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40 Milhões de evangélicos

Cerca de 20,2% da população do País é evangélica, segundo a estimativa do Centro de Pesquisas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (CPS/FGV), que divulgou dados inéditos no estudo Novo Mapa das Religiões no Brasil, feito a partir de microdados do IBGE e baseado na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF). “O IBGE ainda não colocou à disposição os resultados da pesquisa de religiões do Censo 2010, e mesmo que fizesse isto, tais números não seriam provenientes de uma contagem real, mas de uma estatística por amostragem. Então, considerando que no mês de agosto de 2011 a população do Brasil alcançou 192 milhões de habitantes, estimo (com base em minhas pesquisas e dentro de uma pequena margem de erro) que os evangélicos de todos os credos no Brasil, incluindo aqueles que não estão congregando, são por volta de 40,3 milhões de crentes ou 21%” , diz João Cruzué, editor do Blog Olhar Cristão e Gestor da Associação de Blogueiros Cristãos.
Entre as igrejas evangélicas com maior número de cristãos estão a centenária Assembleia de Deus, com 5,77% da população brasileira, a Igreja Batista, com 2,03%, e a Congregação Cristã do Brasil, representando 1,49% da população brasileira. Na lista elaborada pelo CPS/FGV com todas as denominações evangélicas há 42 igrejas diferentes, espalhadas pelas cidades brasileiras de norte a sul do País.
O levantamento aponta a evolução recente das diferentes crenças no País e tem como objetivo oferecer informações estatísticas atualizadas sobre a presença das religiões no Brasil, traçando um panorama de longo prazo da diversidade religiosa brasileira e analisando a evolução das diferentes crenças desde o final do século XIX até os dias de hoje.
Observando a representação dos evangélicos em cada Estado brasileiro, constata-se que o Acre possui a maior proporção de evangélicos do País, com 36,64% ; em segundo lugar fica Roraima, com 30,88%, seguido do Espírito Santo, com 30,18% de evangélicos. Já o Estado com a menor proporção é o Piauí, com apenas 8,20% de evangélicos.

Crescimento

A pesquisa da Fundação Getúlio Vargas indicou o crescimento acentuado e significativo de evangélicos no Brasil. Em 2003, eles representavam 15,42% da população brasileira, passando para 20,2% em 2009. Isso significa um crescimento de quase 5% no período de seis anos. Em contrapartida, a Igreja Católica vem perdendo fiéis ao longo desses anos, passando de 73,79% para 68,43%.
Quanto à faixa etária, o estudo mostra que o crescimento relativo de evangélicos ocorre em todas as idades, porém de maneira mais acentuada entre os mais jovens. No período de 2003 a 2009, o crescimento de pessoas entre 10 e 19 anos nas igrejas foi de 17,72% para 21,59%. Mas são as mulheres as que mais frequentam os cultos religiosos. Considerando todas as religiões do país, há 57% de mulheres contra 44% de homens.
A pesquisa da CPS/FGV indica ainda que as mulheres sempre foram mais religiosas do que os homens, mas hoje elas são menos católicas do que eles, ou seja, enquanto os homens saíram da igreja católica e abandonaram suas crenças, as mulheres preservaram a religiosidade e trocaram de crença, migrando da igreja católica para outras, especialmente para as igrejas evangélicas. De modo geral e independentemente da religião de cada pessoa, o estudo indicou que 89% da população brasileira concorda que a religião é importante.
Após analisar a pesquisa e estudar o crescimento da religião evangélica no País, João Cruzué afirma que, apesar dos dados animadores, é importante trabalhar a evangelização. “Somos 40 milhões de evangélicos. Isso é motivo para alegria? Não! Quantidade não significa que todos tenham um compromisso de fidelidade com o Senhor Jesus. Há muito o que fazer nas áreas de discipulado e evangelização”, considera.
 
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Nos EUA, Netanyahu admite possibilidade de ataque contra o Irã

Premiê israelense diz que decisão de ataque não depende dos EUA. Foto: AP

Premiê israelense diz que decisão de ataque não depende dos EUA.O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira diante do principal grupo de pressão judeu nos Estados Unidos que "nunca" porá em risco a segurança israelense. Horas antes, o presidente americano, Barack Obama, dissera que Israel deve ser "dono de seu destino" com relação ao Irã.
"Como primeiro-ministro, nunca porei em risco a segurança do Estado de Israel", disse Netanyahu, durante um discurso de quase meia hora, ao ser recebido com uma prolongada ovação na gala anual do Comitê de Ação Pública Americano Israelense (Aipac).
O primeiro-ministro israelense se queixou que "incrivelmente" muitos na comunidade internacional não reconhecem que o Irã está tentando produzir armas nucleares, além de construir instalações para enriquecimento de urânio. Além disso, assinalou que o presidente Obama, com quem se reuniu no Salão Oval da Casa Branca, reiterou seu compromisso de impedir que o Irã obtenha essas armas.
Netanyahu acrescentou que o Irã é responsável pela morte de centenas ou até milhares de americanos, e advertiu que, se o Irã age assim sem armas nucleares, seria ainda pior se as obtivesse.
"Nenhum de nós pode esperar mais tempo. Nunca permitirei que minha gente viva à sombra da aniquilação", enfatizou o premiê israelense, que antes comunicara a Obama que "sempre devemos ser os donos do nosso destino".
Netanyahu e Obama se reuniram de forma privada no Salão Oval durante cerca de três horas para discutir, quase exclusivamente, a crescente ameaça do programa nuclear iraniano. Obama disse que tanto ele como o primeiro-ministro israelense preferem resolver o assunto pela via diplomática porque sabem "dos custos de qualquer ação militar".
Netanyahu, por sua vez, disse que Israel tomará uma decisão sobre lançar ou não um ataque militar preventivo contra o Irã, com ou sem os Estados Unidos.
No entanto, ao governo de Obama não interessa uma medida que poderia suscitar outra guerra no Oriente Médio, em pleno ano eleitoral e quando os EUA acabam de dar por terminada a Guerra do Iraque e buscam pôr fim à do Afeganistão em dois anos e meio.

VIA GRITOS DE ALERTA / TERRA / EFE

MALAFAIA CRITICA DILMA E CRIVELLA

O Crivella não representa a bancada evangélica

A declaração de Dilma sobre aproximação dos evangélicos com a nomeação de Marcelo Crivella ao Ministério da Pesca vai render muita polêmica. Pelo twitter o líder da AD, Silas Malafaia, mandou recado:"O Crivella não representa a bancada evangélica e nem o cargo dele tem nada a ver com evangélicos. Ele representa o partido dele."

Na última semana analistas políticos especularam que a nomeação de Crivella, que é engenheiro civil e ex-senador do Rio, seria uma forma de favorecer a campanha de Fernando Haddad, do PT, à prefeitura de São Paulo. "Achar que evangélicos vão ficar satisfeitos porque têm um deles no governo comandando o inexpressivo Ministério da Pesca é risível.Quanto aos evangélicos, agradaria muito mais que um governo não tivesse a abortista ministra como responsável pelo debate sobre aborto. E agradaria também que um ministério não tivesse editado um kit gay."

Fernando Haddad, que foi do Ministério da Educação e quis implantar um Kit Gay, não terá vida fácil com as lideranças cristãs, na análise de Malafaia. "Não adianta colocar evangélico no Ministério. Não vamos dar refresco ao Haddad em São Paulo com o kit gay."

VIA GRITOS DE ALERTA / CREIO

ALERTA - Olho neles … candidato a prefeito de São Paulo Fernando Haddad estaria procurando líderes evangélicos para tentar “explicar” o “kit gay” COM A AJUDA DO CRIVELA

O ex-ministro da Educação Fernando Haddad, candidato do PT a Prefeito de São Paulo, estaria procurando líderes de igrejas na tentativa de tentar convencê-los sobre o “kit gay”, encomendado pelo Ministério da Educação durante a gestão do petista.
Segundo o jornalista Reinaldo Azevedo, da Veja, Haddad vem tentando sustentar que o material vazou antes de ser distribuído e que o MEC vetaria seu uso em salas de aula.
Todavia, neste vídeo um dos Assessores do MEC deixa claro que Haddad sabia. Ele fala sobre a produção do material “didático” pró-homossexualimo para as crianças das escolas públicas e chega a citar que foram gastos R$ 11 milhões dos cofres públicos para a produção do mesmo.
Em um dos vídeos que seria distribuído às crianças, um ex-secretário do MEC fala, ao apresentar o vídeo, que eles ficaram por cerca de 3 meses decidindo até onde iria a língua num beijo lésbico (assista).
Quando o escândalo veio à tona, após denúncias feitas pelo deputado Jair Bolsonaro (RJ), e o material ter caído na internet, o então ministro Haddad tentou esquivar-se. Ele disse à bancada católica e evangélica: “O material que vi circulando não é do MEC. Vários dos materiais que foram distribuídos não são do MEC. Vim esclarecer que não são”.
O deputado Bolsonaro (RJ) vem alertando desde já os eleitores paulistanos em relação a Haddad (veja abaixo o cartaz colocado à frente de seu gabinete, em Brasília).

COMENTÁRIO:
O atual prefeito de São Paulo Kassab disse que caso apóie a candidatura de Haddad vai tentar aproximá-lo de diversas lideranças evangélicas. Gilberto Kassab tem acesso a muitos líderes.
Lembremos que em 2008, quando candidato à reeleição, o atual prefeito até ‘converteu-se’, semanas antes do pleito. Dias depois seus assessores disseram que o ato foi apenas simbólico. (Veja o vídeo ‘a conversão de Kassab).

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Assassinato do bispo: filho justifica porque o matou e a sua mãe

“Meu pai era um ausente na minha vida”. Esta foi a justificativa que Eduardo Cotias, apresentou ao ser indagado do porque ter matado no dia 26, seus pais, o bispo Robinson Cavalcanti da Igreja Anglicana e sua mãe, Miriam Cotias. O crime aconteceu na casa onde moravam, no bairro dos Bultrins,em Olinda, Grande Recife.
As informações sobre o depoimento do acusado e o andamento do inquérito foram reveladas em coletiva de imprensa no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na manhã desta segunda-feira (5), no Recife
O acusado afirmou à polícia que o pai era ausente na sua vida, fazendo-o se sentir abandonado. O gestor do (DHPP), o delegado Joselito Kehrle, acredita que essa tenha sido a principal motivação dos assassinatos. No entanto, aindaem depoimento, Eduardorevelou que, no final de semana em que os crimes aconteceram, havia pedido ao bispo auxílio financeiro para trazer para o Brasil a esposa e os três filhos que vivem nos Estados Unidos. O pai havia negado.
Quando foi ouvido, o acusado disse ter tentado primeiro matar o bispo Robinson, a facadas. O pai tentou se esconder em um dos cômodos da casa, quando a esposa, Miriam Cotias interveio na confusão, sendo atingida também. “Eu acho que ela (Miriam) morreu porque interveio. Ele (Eduardo) a considerava uma vítima”, disse o delegado. Segundo a polícia, a mãe sofreu uma perfuração fatal. Depois disso, Eduardo conseguiu desferir mais golpes contra o pai, que teria morrido com três perfurações profundas.
Eduardo disse ter ingerido 60 cápsulas de um remédio psicotrópico de uso controlado, o Z…., no dia dos crimes. Ele afirmou no depoimento que transformou o medicamento em pó branco, encontrado pela polícia e encaminhado ao Instituto de Criminalística para análise. O remédio é geralmente prescrito em casos de ansiedade associada a depressão, por ter efeitos sedativos, anticonvulsionantes e de relaxamento muscular.
Depois das mortes, o acusado foi internado sob custódia policial no Hospital da Restauração (HR), área central do Recife. A alta médica só foi emitida no último sábado (3). Do HR, Eduardo Cotias seguiu para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), onde está em prisão preventiva.
Além de confessar o assassinato dos pais, ele disse responder a 15 inquéritos nos Estados Unidos por dirigir alcoolizado, estar ligado ao tráfico de drogas, entre outros. Mas disse que nenhum deles é por homicídio. Eduardo ainda confirmou que fazia parte de gangue de cubanos e italianos que atua em Miami, comandada por Jon Gary Jr.
Eduardo será indiciado pelo duplo homicídio duplamente qualificado. Os agravantes são a crueldade e a impossibilidade de defesa das vítimas. A pena mínima quando for julgado é de 12 anos e a máxima, 30.
Fonte UOL

O GRITOS DE ALERTA ACERTA MAIS UMA AO AFIRMAR QUE O PT ESTA TRAMANDO CONTRA OS EVANGELICOS - Em seu primeiro compromisso oficial como ministro, o evangélico Marcelo Crivella defende o autor do “kit gay”, Fernando Haddad

Em seu primeiro compromisso oficial como ministro, o evangélico Marcelo Crivella defende o autor do “kit gay”, Fernando Haddad
Nomeado recentemente ao cargo de ministro da Pesca, o bispo da Igreja Universal Marcelo Crivella deu declarações isentando Fernando Haddad de responsabilidade no episódio da produção do kit anti-homofobia.
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Em seu primeiro compromisso oficial após assumir a pasta, o ministro afirmou que o ex-ministro da Educação e pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, “jurou com os pés juntos que não produziu (o kit). Disse que foi uma ONG contratada pelo ministério”. Crivella deu essas declarações durante visita a duas colônias de pescadores na ilha da Madeira, na cidade de Itaguaí, região metropolitana do Rio de Janeiro.
Segundo o Estadão, o ministro afirmou ainda que não defende Haddad como forma de apoiá-lo em sua candidatura, e que seu partido tem seu próprio candidato à prefeitura de São Paulo. Porém o ministro confirmou que seu partido precisará do apoio do ex-ministro da educação em um provável segundo turno: “Não estou falando isso porque vamos apoiá-lo. A pesquisa do Datafolha mostrou que estamos em segundo lugar e que o (ex-governador José) Serra (PSDB) tem uma rejeição maior que a nossa. Então, estamos com chance de ir ao segundo turno e precisaremos do apoio do Haddad”.
A nomeação de Crivella para o ministério da pesca está sendo criticada por líderes evangélicos e é vista por muitos como um caminho usado pelo governo para diminuir rejeição dos religiosos à candidatura de Fernando Haddad na disputa da prefeitura de São Paulo.



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João Campos rebate acusações de José Dirceu contra parlamentares evangélicos

José Dirceu e João Campos
Diante das acusações feitas por José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, o deputado federal João Campos (PSDB-GO) se manifestou defendo não só os parlamentares evangélicos que foram chamados de preconceituosos pelo PT que se refere aos projetos de legalização do aborto e direitos homossexuais.
Para Campos o posicionamento da bancada evangélica diante desses assuntos não é repressiva, mas democrática. “Quando nos posicionamos contra o ‘kit gay’ e contra o aborto, não se trata de sermos preconceituosos, mas, sim, de defendermos e zelarmos pelos nossos conceitos bem formados em favor da sociedade”, disse o deputado em entrevista ao CPADNews.
Dirceu escreveu em seu blog, no dia 1º de março que os políticos evangélicos buscam impor ao Estado brasileiro “uma visão preconceituosa e repressiva” sobre esses temas, dizendo também que eles dão guarida para o comportamento violento, dizeres que foram caracterizados por João Campos como “impropriedade sem tamanho”.
Campos pontua, porém que a visão de José Dirceu, grande formador do pensamento do PT, pode muito bem refletir o que o próprio Partido dos Trabalhadores pensa a respeito. O deputado também se compromete a dialogar e mostrar que os parlamentares evangélicos não abrem mão do direito de se manifestar.
“Se existe uma coisa que sabemos fazer é exercer a dialética, é estabelecer o contraditório, é enfrentar a crítica, mas fazemos isso tudo a partir do argumento – o que, pelo que vejo no Jose Dirceu ele não tem capacidade. Chamar os evangélicos de chantagiosos que exercem violência é uma impropriedade sem tamanho”.
O líder da Frente Parlamentar Evangélica também usou o espaço que teve para relembrar o passado de José Dirceu que está inelegível até 2014 por ter se envolvido em um escândalo de corrupção.
“Evidentemente que, como ele é um dos formadores do pensamento do PT, isso nos preocupa muito, porque se ele falasse por si só, em se tratando de um homem que perdeu o mandato por corrupção, que é processado por ser chefe de uma organização criminosa que praticava a maior corrupção do Brasil, chamada mensalão, ele não mereceria nenhuma credibilidade. Mas como ele é um dos formadores do pensamento do PT no Brasil, acho que nós evangélicos precisamos parar e refletir no que ele está dizendo. Precisamos refletir no que o PT pensa e propõe para o nosso país”.
Críticas seriam para distorcer as atividades positivas dos parlamentares evangélicos
João Campos declarou na entrevista que as palavras de José Dirceu têm como objetivo desqualificar os parlamentares evangélicos ao chamá-los de preconceituosos. “Essa é a nossa formação, a formação do nosso caráter. Agora, nós temos conceitos, nós temos opinião, concepções, compreensões como a de valorização da vida, o que nos faz lutar contra o aborto, por exemplo. Portanto, nós temos o direito, que está assegurado pela Constituição brasileira, de nos expressar”.
O deputado também comparou o povo evangélico com o ex-ministro dizendo que ao contrário dele, que desviou dinheiro público, “nós [evangélicos] fazemos um bem tremendo para a sociedade brasileira, na política, na área social, na área de cultura, na área de educação, sem sequer usar o dinheiro público para isso. Essa é a grande diferença do povo que o José Dirceu chama de preconceituoso. Isso é lamentável”.


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Com informações CPADNews

“Não chame meninas de princesas”, diz campanha da Avon

Uma campanha da Avon tem gerado polêmica nas redes sociais por pedir aos pais que não chamem suas filhas de “princesas”, dizendo que o elo...