
Na Nigéria, não é apenas o nordeste, dominado pelo grupo extremista Boko Haram, que testemunha forte violência. O Cinturão Médio do país também é cenário de constante violência entre fazendeiros (em sua maioria cristãos) e os pastores de cabras da etnia hausa-fulani (majoritariamente muçulmanos). O Cinturão Médio divide o norte muçulmano e o sul cristão do país. Muitos especialistas sobre a Nigéria acreditam que a violência lá seja responsável por mais mortes que o Boko Haram.
Um relatório do Grupo de Crise Internacional (organização não-governamental que trabalha na resolução de conflitos) aponta que os governos federal e estadual da região não têm sido eficazes no combate à violência. “O governo federal geralmente envia a polícia federal ou o exército para áreas atacadas, mas essas forças não têm logística para uma ação rápida”, diz o relatório.
Casos de inoperância do governo
Em fevereiro de 2016, depois de muitas mortes no estado de Benue, o presidente mandou abrir um inquérito prometendo que “assim que estiver concluído, vamos atuar imediatamente na raiz do problema”. Não houve nenhum anúncio público dos desdobramentos da investigação.
Um especialista nigeriano, professor Yusufu Turaki, diz que isso se tornou uma cultura do governo: “Faz algum barulho no começo, parece sério, todos acreditam que realmente vai fazer alguma coisa, mas na verdade não tem a intenção de fazer nada”.
O líder cristão Joseph Bagobiri, que contou mais de 800 mortes entre 2011 e 2016, acusa o governo de favorecer os pastores de cabras para desapontamento da maioria de cristãos indígenas do sul. Ore pela paz e pela justiça de Deus nessa região de conflitos.
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O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, nesta quinta-feira (21), o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4439, na qual a Procuradoria-Geral da República (PGR) questiona o modelo de ensino religioso nas escolas da rede pública de ensino do país.
Um tribunal do Egito condenou à morte sete pessoas por ligação ao grupo terrorista Estado islâmico no noroeste do Egito e pelo crime horrendo, cometido em fevereiro de 2015, com a decapitação de 21 cristãos egípcios na Líbia.

Cancelada em Porto Alegre após críticas pelas imagens de pedofilia, zoofilia e vilipendia à fé cristã, a exposição teve defensores na Câmara, como o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) que tentava convencer quem viu as imagens de que não se tratava de pedofilia.