domingo, 23 de janeiro de 2011

SEICHO-NO-IÊ : A CONFUSÃO RELIGIOSA


HISTÓRICO 
O movimento Seicho-no-iê foi iniciado por Taniguchi Masaharu, nascido a 22 de novembro de 1893, na Vila de Karasuhara, município de Kobe, no Japão. Devido à pobreza de seu lar, foi educado por seu tio, de maneira severa. Seu temperamento era retraído e entregava-se à leitura com avidez. Começou a sentir desgosto pela vida e a maldizer a sociedade. Já adulto, teve vários casos de amor, a tal ponto que sua consciência dolorida não o deixava dormir. Contraíra doenças venéreas e pensava tê-las transmitido a uma menina, sobrinha de um chefe seu. Somente sua auto-sugestão de que não existia doença o tranqüilizou, curando-o da insânia e aliviando sua consciência por um período de tempo. Depois de terminar a escola secundária, apesar da oposição de seus pais adotivos, inscreveu-se na Faculdade de Literatura Inglesa da Universidade Waseda, em Tóquio. Alimentava então idéias pessimistas sobre a vida, e procurava uma explicação lógica do mundo e do homem. Taniguchi entregou-se ao estudo teórico e prático das ciências psíquicas que exerciam atração sobre ele e nas quais depositava a confiança de que poderiam salvar espiritualmente o homem e a sociedade. Quando a Primeira Guerra Mundial estava no auge, imperava no Japão uma literatura moralizante, espiritualista e nacionalista. Taniguchi dedicou-se novamente à leitura e descobriu uma sutra budista (daizokio), tirando dela o ensinamento fundamental: "Não existe matéria, como não existem doenças: quem criou tudo isso foi o coração... Segue-se disso que a doença pode ser curada com o coração..." Este conceito tornou.se fundamental no Seicho-no-iê. 
Em dezembro de 1922 Taniguchi partiu para Tóquio. Escreveu uma dissertação sobre a natureza religiosa do homem, intitulada: Para a Santidade. Estabeleceu os fundamentos da filosofia de Taniguchi: a "Teologia do movimento Seicho-no-iê". Em 1923 escreveu o livro Crítica a Deus, tendo Judas, o traidor, como herói. Leu Tanisho, livro escrito por um discípulo de Shinram que desenvolveu a idéia do Tariki (salvação pela fé). Para Taniguchi as pessoas não precisavam de uma religião que lhes incutisse o medo, mas que trouxesse uma salvação amigável. Deixou influenciar-se pelas teorias de Bergson, pela lei da ação criadora do coração do livro de Holmes Zenwicke (americano), pela vontade de poder de Adler. Assim leu psicologia, espiritismo e estudou a ciência cristã. Recebeu a revelação divina (shinsa): "Não existe matéria, mas existe a realidade"(jissô) - ensino básico do Seicho-no-iê. "Você é realidade, você é Buda, você é Cristo, você é infinito e inesgotável. " Taniguchi misturou introspecção psicológica e fenômenos psíquicos curando os doentes através da auto-sugestão. Tornou-se um verdadeiro feiticeiro do século XX.
Em 1922, Taniguchi lançou uma revista, denominada Seicho-no-iê. A fama dela aumentou; em junho de 1930, Taniguchi inaugurou uma secretaria de imprensa. Em 1934 estabeleceu a direção do movimento em Tóquio; divulgava a fonte do fluido psíquico que garantia saúde aos amigos. Prometeu que a assinatura da revista garantiria afastar o medo de qualquer mal. Em 1935 começou a imprimir grandes anúncios nos jornais, semanalmente. Lago os assinantes chegaram a trinta mil. Em 1936 registrou o Seicho-no-iê como associação Cultural. Em 1941 transformou-o em seita religiosa centralizada no "Komio", espécie de deus pessoal ao qual se dirigem orações. Durante a Segunda Guerra, a seita colaborou com os nacionalistas, influenciando os operários das indústrias bélicas e os colonizadores da Manchúria. Depois da guerra, Taniguchi foi expulso pelo general MacArthur; a filha Emiko assumiu a chefia do Seicho-no.iê. Taniguchi escreveu uma obra de 40 volumes: Simei no Jissô (Verdade da Vida) - livro básico do movimento.
Tendo início em 1930, como simples movimento filosófico psicológico e cultural para propagar certas verdades, o Seicho-no-iê foi adquirindo aos poucos a conotação de religião. Na década de 1940 o movimento foi registrado como religião pelo governo japonês. É a mais eclética de todas as novas religiões. É uma miscelânea das grandes religiões tradicionais, como o cristianismo, o xintoísmo e o budismo, com psicologia, filosofia, medicina e literatura moderna. Os adeptos são até aconselhados a praticá-lo, continuando em suas religiões de origem. O"Kanro no hou" é utilizado como oração e como amuleto.
O emblema central do grupo Seicho-no-iê é formado pelo sol, dentro do qual se vê a lua, a cruz suástica, demonstrando a síntese que realizou das grandes religiões. Seicho-no-iê significa abrigo, casa, lar do crescimento, da plenitude da vida, amor, sabedoria, abundância e todos os demais bens em grau infinito. Em 1949, o professor Hardmann foi aos Estados Unidos e pediu que Taniguchi Masaharu pudesse desenvolver livremente a sua atividade. A petição estava assinada por americanos de origem japonesa. Taniguchi continua sendo a alma do movimento. Em 1963 empreendeu sua primeira viagem de conferências pelo mundo, visitando o Canadá, Estados Unidos, México, Peru, Brasil, Inglaterra, Alemanha, Suécia, Suíça, França e Itália. Nos Estados Unidos recebeu o título de Doutor em Filosofia do Religious Science Institute. 
Chegou ao Brasil em 1930, com os imigrantes japoneses. Somente depois de 1951 começou a tomar maior impulso, porque suas obras começaram a ser publicadas em português. A sede está na capital paulista desde 1955; há uma Academia em Ibiúna, onde os fiéis se reúnem para o exercício de desenvolvimento espiritual. 
No dia 10 de agosto de 1952, autorizada pela Sede Internacional da Seicho-no-iê, no Japão, foi instituída a Sociedade Religiosa Seicho-no-iê no Brasil, hoje Igreja Seicho-no-iê. Está espalhada principalmente pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco.
As primeiras obras da Seicho-no-iê editadas em português começaram a circular em Goiás por volta de 1970, sendo a principal difusão do movimento a realização de seminários, palestras e conferências por professores de filosofia da Seicho-no-ié. Brasília já possui sua sede própria em edifício típico do Japão. Em Goiás, o primeiro templo construído foi o de Inhumas, e é dirigido pela comunidade local, sediando assim um importante núcleo. Em setembro de 1981 foi realizado um importante seminário no Ginásio Emmanuel, Goiânia. Os lucros das refeições vendidas foram revertidos para a construção do templo na capital goiana. Em Pernambuco, desde junho de 1975 começou a funcionar em Recife o Núcleo Central, com representações em Garanhuns, Caruaru, Olinda e Paulista. O Núcleo Central de Recife ainda é responsável pelos núcleos de Natal (RN) e João Pessoa (PB). 
Circula entre nós a revista Acendedor, órgão do novo movimento, cuja distribuição é gratuita e sistemática, bem como a de uma espécie de calendário com mensagens estimuladoras e positivas.  
DOUTRINAS E REFUTAÇÃO 
1. O Mal - A Seicho-no-iê é uma das cento e trinta novas religiões do Japão, e sua doutrina resume-se em três principais proposições: 1) A matéria não tem existência real; só existe a realidade espiritual; 2) O mal não existe; é pura ilusão da mente humana; 3) O pecado também não existe; é mera ilusão. "Os males não têm existência real; nada mais são que simples sombra de imaginação." "O mal, a infelicidade, a doença, a depressão econômica, apagam-se quando são firmemente negados, porque eles nada mais são do que ilusões falsamente criadas pela morte." "Os sofrimentos nada mais são do que projeções da nossa mente em ilusão" (Convite à Prosperidade, p. 16, 27 e 71). A saída para evitar o mal é meditar sobre a verdadeira realidade, que é perfeita; o espírito pode dominar o material e mudá-lo. Não só Taniguchi mas qualquer pessoa é potencialmente Buda e Jesus. Se o mal é realmente uma ilusão, como explicar os terríveis acontecimentos à nossa volta? Deus é bom. Será ele responsável pelo mal que acontece no mundo? Além de a realidade demonstrar que existe o mal, a doutrina da Seicho-no-iê é antibíblica. Desde o princípio da criação o bem e o mal estão presentes (Gên. 2:9). Jesus ensinou esse princípio quando contou a parábola dos lavradores maus; ela nos mostra que o mal está dentro do coração do homem. O mal é uma oposição deliberada contra Deus: é seguir nosso próprio caminho sem tomar conhecimento de que somos filhos de Deus. Paulo nos ensina que a nossa luta neste mundo é contra o mal, que quer dominar nossa vida (Rom. 7:15-25; II Cor. 5:1-l0; Ef. 6:12; 1Cor. 15:50). Malaquias profetizou que há um julgamento para os que praticam o mal (Mal. 3). Os outros profetas também falaram contra o mal. João Batista pregou que o machado está posto sobre os que praticam o mal (Mat. 3 : l0). "Dizer que o mal é uma ilusão é contradizer não somente a Bíblia, que é a Palavra de Deus, mas também ignorar a experiência diária da vivência dos homens em sociedade.'' 
2. O Pecado - Na revista Acendedor, nº 75, p. 36, há o artigo "O Pecado Não Existe", da autoria de Taniguchi. Tal afirmação não tem fundamentos, pois é anticientífica, anti-social, sem lógica. Qualquer pessoa racional, de bom senso, observa através da história que alguma coisa está errada com o homem. Não somente os religiosos, mas também os psicólogos e sociólogos admitem o erro que existe no homem e que perturba o seu ajustamento consigo mesmo e com os outros. A Bíblia chama esse erro, esse desvio, de pecado, corrupção, iniqüidade, em contraste com Deus, santo, puro, verdadeiro. "Por um homem entrou o pecado no mundo"" (Rom. 5:12). Trouxe morte física e espiritual (Gên. 2:15-17; Rom. 5:12, 23; Ef. 2:1-3). O pecado domina o homem (Rom. 7:19,20). Cristo morreu pelos nossos pecados e salva o homem dos pecados e da condenação (II Cor. 5:21; 1 Pe. 2:24; Rom. 5:1-11). A Seicho-no-iê não admite o pecado mas fala em culpa, crime, perdão, purificação, mácula, aprimoramento, preguiça, maldade, desgraça, calúnia. Diz que não existe doença, mas prega a cura! 
3. Doenças - As doenças não existem; a dor não é real, porque a matéria não tem existência real. As formas físicas, materiais, não passam de sombras da luz celeste a refletir-se sobre a terra. Tudo o que acontece no mundo material é reflexo da mente. "O como carnal não sente dores porque não é matéria" (Acendedor, n.° l10, p. 7). "Como Deus não criou a doença, a doença não existe." "De agora em diante não existirá mais nenhum sofrimento, nenhuma tristeza, nenhuma decepção e nenhum desapontamento" (Convite à Prosperidade, p. l6). A Seicho-no-iê ensina que os seguidores precisam controlar suas mentes. O homem deve procurar sua própria felicidade, mentalizando-a. A própria ciência já fez descobertas extraordinárias: Não somente o homem e os animais sentem dor, mas também as plantas. A Seicho-no-iê prega que "se por acaso a vida apresenta um estado de imperfeição, está doente, significa que você não está contemplando mentalmente a vida de Deus que habita em seu íntimo" (Convite à Prosperidade, p. 53). Nos capítulos11 e 12 de II Coríntios, Paulo descreve o seu sofrimento por amor a Cristo: açoitado pelos judeus; apedrejado; naufragou; em perigo; sentiu dores. Pediu ao Senhor que o livrasse do espinho na carne (sofrimento), mas Deus lhe respondeu: "A minha graça te basta" (II Cor. 12:9). A experiência de Paulo, de Jó e de outros servos de Deus mostra claramente que as doenças não são uma ilusão da mente da pessoa e sim uma realidade. O próprio Jesus Cristo sentiu a dor e o sofrimento em sua carne e pediu que Deus passasse dele esse cálice. A própria experiência humana, fora dos limites da Seicho-no-iê, atesta a realidade da doença, da dor e do sofrimento; em sã consciência, ninguém pode nega-los. Os cristãos, entretanto, sabem enfrentar a dor, o sofrimento, a morte, a doença, com dignidade, sabendo que "todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus"(Rom. 8:28). Se não existisse a doença, como a Seicho-no-iê prega curas milagrosas através de seus livros e revistas?
4. O Homem - Para a Seicho-no.iê todos os homens são filhos de Deus: os ladrões, os assassinos, os terroristas. O homem é bom. Sem o homem Deus não pode manifestar-se. O homem é puro e perfeito. Como filho de Deus o homem também é Deus. O homem se eleva à condição de Deus pela libertação da consciência do pecado. Não existe matéria, nem carne, nem corpo. 
Cristo chamou os fariseus de sua época de filhos do Diabo (João 8:44). Paulo falou em filhos de Deus e filhos do Diabo (At. 13:10). Somente é filho de Deus aquele que recebe a Cristo pela fé (João 1:11, 12). O homem é tão bom que está se destruindo, um ao outro; está destruindo o mundo que o rodeia; está destruindo os animais. Os sociólogos estão desiludidos e não sabem encontrar a resposta para tantos problemas existentes entre os homens. Vemos que o homem sem Deus é uma tragédia total!
A Seicho-no-iê diz que o homem é imortal. Não admite a realidade da velhice. Entretanto, o envelhecimento do próprio Taniguchi, com mais de 90 anos de idade, e de todos os seus seguidores, prova a falácia dos seus ensinamentos, sua inconsistência, a incoerência de suas teorias, a ilusão (isso sim) de suas verdades. 
5. Deus - A Seicho-no-iê tem a ousadia de criticar o Pai Nosso, que é uma oração ensinada pelo Mestre dos mestres, Jesus. Diz que os cristãos têm por anos e mais anos repetido o Pai Nosso: "...seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu", mas tal não se realiza porque o céu não está acima das nuvens nem no mundo das três dimensões; o céu está no íntimo transcendental, aqui e agora (Convite à Prosperidade, p 17)_ o que se deve é mentalizar o céu para que seja encontrado pelas pessoas. 
Na literatura da Seicho-no-iê não se tem uma noção clara sobre Deus. Ele é panteísta, uma vez que se encontra em cada pessoa, em cada coisa deste mundo. 
A Bíblia apresenta um Deus pessoal. Ele criou o homem à sua imagem e semelhança; uma das semelhanças é ser pessoal. 
A Bíblia ensina que Deus é transcendente, está além do mundo material (Is. 57:15). Deus não habitou no interior de Hitler, Stalin, Mussolini e outros homens perversos. Deus habita no interior dos contritos, humildes, daqueles que dão lugar a seu Espírito. 
6. A Bíblia - A Seicho-no-iê não dá qualquer relevância à Bíblia. Cita-a de maneira vaga e parcial, sem identificação e fora de contexto, sem qualquer exegese, interpretação ou explicação; utiliza alguns textos para favorecer a seita. A regra de fé e prática da Seicho-no-iê são os escritos de Taniguchi. Para a Seicho-no-iê, por ser um livro divino, a Bíblia é o mais humano dos livros. Para nós, cristãos, a Bíblia é um livro milenar. Sua formação foi encerrada há dois mil anos. Há muitas provas de sua inspiração divina: uma delas é o tempo de sua duração; a transformação que tem causado na vida de milhares de pessoas; sua indestrutibilidade. Deus disse tudo o que queria num único livro. A Seicho.no.iê já tem 300 obras escritas mas ainda não disse tudo. Não há comparação entre a Bíblia e a literatura dessa seita. 
7. Cristo - Taniguchi já afirmou que sua religião é superior ao cristianismo porque opera maiores e mais milagres do que Cristo. Sente-se com autoridade para interpretar as palavras de Cristo segundo suas próprias convicções. Alguns católicos disseram até que compreenderam melhor a doutrina de Crista na Seicho-no-iê. Taniguchi é mais crido, mais reverenciado, mais citado do que Jesus Cristo. Cristo disse: "Eu sou o caminho", isto é, o único caminho para Deus, para a salvação. A Seicho.no-iê interpreta essas palavras como se cada homem fosse o caminho, a porta da saída de Deus; não tendo Deus outra alternativa para manifestar sua força a não ser pelo homem. A Bíblia nos ensina que Deus tem usado o homem mas não está preso a ele, não depende dele porque é onipotente. Cristo disse que, se os discípulos se calassem, até as próprias pedras clamariam. Se não existissem mal, não existiria pecado, e o sacrifício vicário de Cristo não teria razão de ser. Cristo veio para salvar os pecadores, como nos ensina a Bíblia (Luc. 19:10; João 3:14, 15; II Cor. 5:21; 1 Ped. 2:24; 1 Cor. 15:3). Cristo, filho unigênito de Deus veio ao mundo para salvá-lo. Morreu, ressuscitou e foi para os céus, para salvar o homem e interceder por ele. 
8. Milagres - Israel Carlos Biork assim se expressou num de seus artigos: "O fato de no Seicho-no-ieísmo haver muitos milagres, não indica que é verdade. Os feiticeiros no Egito fizeram milagres diante de Moisés. Cristo disse que muitas pessoas vão comparecer diante dele e dizer que profetizaram, expulsaram demônios e fizeram muitos milagres, mas Cristo vai dizer que nunca as conheceu. A Bíblia diz que no fim do sistema atual, haveria muitos cristos aparecendo como salvadores da humanidade. E exatamente para isso que o seicho-no-ieísmo diz que existe, mas só apareceu no mundo em 1929. Diz a reportagem: 'Seu objetivo é construir um paraíso terrestre onde não haja uma só pessoa que padeça de sofrimentos ou enfermidades.' Por que o deus do Seicho-no-ieísmo deixou a humanidade mergulhada no sofrimento e na maldade por milhares de anos, para aparecer somente em 1929? O Deus da Bíblia nunca desamparou a humanidade. Sempre esteve empenhado na sua salvação por meio de Cristo, desde o jardim do Éden, quando o próprio Deus sacrificou um cordeiro para tipificar o Cristo que havia de vir para salvar a humanidade, e que já veio e que salva realmente, não pelos nossos méritos, mas por sua morte vicária." A Seicho-no-iê é uma seita oriental que não entra em conformidade com nossa maneira de pensar e com a nossa maneira de crer. É simplesmente humanista, pensando no aqui e agora; muda os ensinamentos de Jesus; enfatiza o poder de cada pessoa em dominar sua mente, sua vida, sua felicidade. Conhecemos o poder da mente na saúde física e espiritual do homem; entretanto, é impossível realizar todos os bens anunciados pela Seicho-no-iê. Cristo quer que sejamos sal da Terra. 
CONCLUSÃO: os ensinos da Seicho-no-iê são radicalmente contrários á Palavra de Deus. Ou aceita-se os seus (falsos) ensinos ou abandona-os, em prol da verdade.

http://www.combateasseitas.hpg.com.br/seicho.htm

O MOON ESTA NO TUMULO . A CARAPUSA É PARA QUEM SERVIR. -

Lucas 24: 5 – 6. 
“Estando elas possuídas de temor, baixando os olhos para o chão, eles (os anjos) lhes falaram: Por que buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos de como vos preveniu, estando ainda na Galiléia”.
INTRODUÇÃO
    Iniciando esta meditação, gostaria de destacar o afeto destas mulheres para com Jesus, levantando-se de madrugada, foram em direção ao cemitério com a finalidade de embalsamarem o seu corpo. São elas:
  • Maria Madalena, aquela de quem Jesus havia expulsado sete demônios. Conforme Mc. 16:9.
  • Maria, mãe de Tiago e de José, esposa de Clopas, conforme Mt. 27:56.
  • Salomé, mãe de João e de Thiago e esposa de Zebedeu, conforme Mt. 27:56 e Mc.15:40.
Não há registro de nenhum homem ter se levantado para estar com as mulheres neste importante carinho ao seu Senhor. Elas queriam prestar a última homenagem ao seu Senhor. O desejo de embalsamarem o corpo de Jesus era tão grande, que, nem mesmo esperaram o amanhecer do dia, mas, foram para o cemitério ainda escuro. Talvez seja essa a maior razão de estarem temerosas. Devemos considerar, ainda, o fato de que a maior preocupação delas era como remover a pedra; e, ainda assim, nenhum homem se dispôs a ajudar aquelas mulheres. Isto mostra, com clareza, que as mulheres são muito mais atentas a estas necessidades afetivas. Os homens, geralmente, não valorizam estas atitudes. Ressaltamos ainda, que aquelas mulheres sempre estiveram presentes no Ministério de Jesus; o que demonstra este carinho, também no dia a dia, e não apenas em um fato isolado.
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES:
            Jesus, em várias ocasiões afirmou aos seus seguidores, principalmente aos mais de perto, que haveria de morrer e depois ressuscitar. Parece-me que o ser humano só escuta o que lhe interessa. Quando não temos interesse naquilo que nos é transmitido, não prestamos atenção e não levamos a sério. Escutamos, mas não ouvimos; escutamos, mas não temos o interesse necessário para gravar aquilo em nossa memória. Foi o que aconteceu com os discípulos e também com aquelas mulheres. Em diversas ocasiões Jesus já havia afirmado que deveria morrer e ao terceiro dia ressuscitar. Sendo assim, não haveria motivos para o corpo de Jesus ser embalsamado ao terceiro dia, pois, depois de três dias Jesus ressuscitaria.
Porém, os discípulos, bem como aquelas mulheres, tinham em seus corações, um desejo muito grande que Jesus viesse a ser o grande líder daquele povo. Por essa razão, não deram ouvidos a voz de Jesus, quando dizia que deveria morrer, para depois ser ressuscitado. Sendo assim, quando chegaram ao sepulcro e não viram o corpo do Senhor, ficaram assustadas e vão logo em busca de Pedro e João para lhes contar o acontecido, conforme João 20: 1- 2. Estes, sabendo da notícia, correm até o sepulcro com a finalidade de constatar os fatos. Afinal, foram apenas algumas mulheres que tinham presenciado o túmulo vazio e, elas poderiam estar sob forte emoção, não percebendo com clareza as coisas. João corre mais que Pedro e chega primeiro. Porém, não entra no sepulcro; mas, fica esperando por Pedro do lado de fora. Pedro, chegando ao sepulcro, foi logo entrando e, em seguida João também entra. Em João 20:8 está escrito: “Então entrou também o outro discípulo (João), que chegara primeiro ao sepulcro, viu e creu”. Mas, creu no que? João percebe que o lençol estava intacto, o lenço que fora amarrado no rosto de Jesus continuava amarrado; apenas estava vazio. João entendeu que o que havia acontecido realmente tinha sido um milagre! Era a vitória da vida sobre a morte. Jamais poderia ser um ato de suborno, na tentativa de enganar todas as pessoas. João crê que Jesus realmente havia ressuscitado.
Creu que não se tratava de alguém ter roubado o corpo de Jesus, mas, que, de fato, ele havia ressuscitado dentre os mortos. Aleluia!!!
Há muitas teorias e especulações a respeito da ressurreição de Jesus:
  • Corpo roubado. Alguns dizem que Jesus não ressuscitou, mas, afirmam que o corpo de Jesus teria sido roubado pelos seus discípulos. Este pensamento levou os sacerdotes pagarem os guardas para tomarem conta do sepulcro, para que ninguém roubasse o corpo. Diante da ressurreição de Jesus, eles subornaram os guardas para que afirmassem que, tendo eles dormido, vieram alguns discípulos e roubaram o corpo de Jesus.
  • A teoria do desmaio. Outra corrente de pensamento afirma que Jesus não teria realmente morrido. Eles afirmam que Jesus, diante do sofrimento na cruz, teria desmaiado e tido como morto. Depois, sendo colocado no túmulo frio, teria recuperado a consciência e saído do túmulo. Esta afirmação é mesmo um absurdo. Se considerarmos que Jesus, tendo sido examinado pelos vários soldados, fora tido como morto, razão pela qual não quebraram as suas pernas. Como poderia um homem completamente desfalecido emocional e fisicamente,  recuperar a consciência e também as suas forças, mesmo sem nenhum alimento, encontrar forças suficientes para remover a grande pedra que estava fechando a entrada do túmulo? Não há como acreditarmos nessa corrente de pensamento. Teria Jesus, conseguido enganar a todos os seus seguidores, que, mesmo sabendo que Jesus não havia ressuscitado, foram capazes de segui-lo, e até mesmo foram capazes de dar as suas próprias vidas na defesa da sua fé?
  • Teoria espírita. Há ainda, outra corrente, que afirma que Jesus, em suas várias aparições aos seus discípulos, o fez tão somente em espírito e não em forma corpórea. Esta afirmação não pode ser verdadeira, pelos seguintes motivos:
  • a)      Jesus aparece a dois discípulos no caminho de Emaus, conversa com eles, caminha com eles e come com eles. Espírito não come. Espírito não tem necessidades fisiológicas.
  • b)      Jesus aparece aos discípulos reunidos e conversa com eles, mas Tomé não estava presente, e duvidou da palavra dos demais discípulos.
  • c)      Novamente Jesus aparece aos discípulos com a presença de Tomé e manda que este lhe toca nas mãos e no seu lado para constatar os ferimentos. Ora, espírito não tem ferimento. Então, Jesus havia ressuscitado e apareceu em forma corpórea e não apenas em espírito, como afirma essa corrente de pensamento.
  • d)      Por último, Jesus aparece aos discípulos que estavam em pescaria no mar da Galiléia e, ali, pede alguma coisa para comer e come peixe com os discípulos. Como podemos ver, não estava ali apenas o espírito de Jesus, mas também o seu corpo. Afinal, espírito não tem necessidade de alimentação. Como afirmam as escrituras sagradas, Jesus foi visto por mais de quinhentas pessoas. Como ele poderia enganar a todas aquelas pessoas?
COMENTÁRIOS:
Se Jesus não tivesse ressuscitado, a nossa fé não teria nenhum sentido; a nossa fé seria uma farsa; Jesus teria sido um vilão, um enganador; jamais o Salvador do mundo, o Senhor dos Senhores, o Rei dos Reis, o Emanuel, o Deus conosco. Ele não seria Deus e a Bíblia seria um bom livro de histórias, para conhecimentos gerais; ou ainda, de ficção; mas, jamais seria a Palavra de Deus. A Bíblia não seria o nosso alimento espiritual e a sua leitura seria apenas como conhecimento literário. O Apóstolo Paulo na I carta de Co. 15: 14 – 17, afirma: “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação e vã a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados”.
  •         Em Lucas 24:6 o anjo disse para as mulheres: “Ele não está aqui, mas ressuscitou”. Se Cristo não ressuscitou, o anjo estaria mentindo? Qual seria o objetivo do anjo mentir?
  •         Pelas muitas provas evidentes da ressurreição de Cristo, podemos afirmar com absoluta certeza que Cristo realmente ressuscitou, subiu ao céu e está assentado a direita do Pai, todo poderoso, de onde há de vir para buscar a sua igreja. Quais são as provas?
    • a)      A sua promessa de que deveria morrer e ao terceiro dia  ressuscitar;
    • b)      O túmulo vazio, que demonstra que ele não estava lá;
    • c)      O lençol que cobriu o corpo de Jesus e o lenço que tinha sido amarrado em sua cabeça estava intactos e vazios;
    • d)      O testemunho dos anjos;
    • e)      As muitas aparições aos discípulos;
    • f)        O testemunho de aproximadamente quinhentas pessoas, que o viram após a sua ressurreição.
São Muitas as provas de que Jesus realmente ressuscitou.
JESUS RESSUSCITOU! VEJAMOS:
  •         Sua palavra em João 14: 18 - 19. “Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros”. “Ainda por um pouco e o mundo não me verá mais; vós, porém, me vereis; porque eu vivo, vós também vivereis”. A afirmação de Jesus tem valor absoluto. Não há como duvidar da palavra do próprio filho de Deus. Ele afirma neste versículo que está vivo e nos dá a promessa de que nós também viveremos e estaremos com ele.
CONCLUSÃO:
Irmãos, a ressurreição de Cristo é o grande diferencial do cristianismo. Muitos lideres surgiram na história, que revolucionaram o mundo e, arrebanharam muitos seguidores. Vejamos alguns:
  • ·        Siddhartha Gautama, fundador do Budismo, na Índia (563 – 483 aC).
É mais conhecido como Buda. Filho de família nobre. Vivia no Palácio em meio ao luxo. Aos 29 anos de idade abandonou toda a sua fortuna, seu luxo e a oportunidade de se tornar o sucessor do seu Pai. Abandou também sua esposa e filhos, para viver como andarilho, mendigando o pão, em busca da verdade. Buda morreu em 480 aC, aos 80 anos de idade. Seu corpo foi queimado e as cinzas foram repartidas entre os fieis. Buda não ressuscitou.
  • ·        Sun Myung Moon, nascido em 06/01/1920, na Coréia. Fundador da seita: Igreja da Unificação (Moonismo). Foi educado, por seus pais, na Igreja Presbiteriana. Teve algumas experiências pentecostais e depois, segundo ele, teve uma visão onde Jesus teria vindo diretamente a ele e dado uma ordem que precisaria terminar o trabalho de Cristo, que ficara inacabado. Rev. Moon também morreu, foi sepultado; mas, o seu corpo permanece lá. Ele não ressuscitou.
  • ·        Maomé, o criador do Islamismo. Não é uma seita, mas uma religião, que está entre as quatro maiores do mundo. Um árabe, conhecido como Maomé, nascido na cidade de Meca, em 570 aC. Sua proposta seria restaurar a verdadeira religião e levar a humanidade a uma verdadeira adoração a Alá. Maomé também morreu e seus restos mortais continuam lá no sepulcro. Ele também não ressuscitou.
Porém,todos eles morreram, e tudo terminou ali, na sua morte. Nenhum deles disse: “Eu sou a porta”, “Eu sou o caminho”, “Eu sou a verdade”, “Eu sou a vida” “Eu sou o pão da vida”, “Eu sou a água da vida”. Nenhum teve a coragem de dizer: EU SOU. O único que pode dizer isso é Jesus. Jesus é o nosso salvador, é o nosso Senhor, é o caminho que nos leva o Deus, é a porta que nos conduz ao céu. É o nosso refúgio, o nosso abrigo, a nossa solução; e mais, Ele é o dono da nossa vida. Quando Ele foi até o calvário e entregou a sua vida aos malfeitores, adquiriu o direito de posse sobre a nossa vida. Somos propriedades exclusivas de Jesus. Ninguém pode nos arrancar das mãos do Senhor.
 A DÍVIDA ESTÁ QUITADA:
      A morte de Jesus foi a quitação da nossa culpa conquistada com o pecado de Adão. Jesus a pagou, por completo, cravando-a na cruz. Não devemos mais. Não somos mais descendentes de Adão. Com a ressurreição de Cristo, nós nascemos novamente, não mais de Adão, mas de Cristo. Agora somos novas criaturas, nascidos de Cristo, com uma nova natureza; a de Cristo. Por isso não temos mais o direito de viver como antes; mas, devemos buscar uma vida de Santidade. É por isso que o Apóstolo Pedro disse: “Sede santos porque eu sou santo”. Ele estava se referindo a Cristo.
Amados irmãos, hoje é dia de festa! O nosso Deus não está morto! Vamos celebrar este grande feito de Deus. Por que alguns de nós ainda estamos procurando o que vive entre os mortos?  Nós, porém, devemos celebrar ao Deus vivo e verdadeiro! O que venceu a morte e está assentado a Destra do Pai de onde há de vir para buscar a sua igreja.
Aleluia!!!

 
VIA GRITOS DE ALERTA

Nesse Domingo _ Rafael Bitencourt _ _ Ministro de Louvor do Ministério Apascentar






 Estará Ministrando em
nossa Igreja local – Ministério Apascentar de N.I / RJ.


Louve a Deus conosco com as canções.:
Deus do Impossível
Virada
Vencedor
Vitoria da Fé
Venha estar conosco e seja impactado pelo poder da Palavra de
Deus que será Ministrada.


Lhe aguardamos lá,
Fiquem na Paz

A Plenitude de Deus




Efésios 3: 19 - E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.
A Bíblia não aprova vida cristã raquítica. Ao estabelecer o objetivo do discípulo de Cristo, o Apóstolo Paulo escreve: "E conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus" (Efésios 3: 19). Contrariando os ideais de Paulo para os Efésios, muitos cristãos atuais se contentam em "não faltar aos cultos"... E ficam por aí, sem nem se dar conta de que é possível ser curados de sua aventura espiritual. Ao falar de Sua missão, Jesus disse que veio para nos dar "vida com abundância". Já Paulo acrescenta: esta tal de vida abundante é o resultado do crente que se abre para "o amor de Cristo". E ele explica: amor que não é para ser entendido, mas para ser vivido. Crente que começa a amar, à semelhança do Cristo, começa a se encher da "plenitude de Deus". E a se alegrar com a espiritualidade da sua vida aqui na Terra. O Senhor nos quer cheios da "plenitude de Deus". Que, na prática é a plenitude de Cristo, por causa do Seu amor

E o piór é que é verdade , como ganha mal os professores.

"No  futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do  mundo e todos estão tristes.  
 Na  educação é o 85º e ninguém  reclama..."  
    

EU  APOIO ESTA TROCA
    
   TROQUE  01 PARLAMENTAR POR 344  PROFESSORES  
 

O  salário de 344 professores que ensinam  =  ao  de 1 parlamentar que ...
 
   
   Essa  é uma campanha que  vale a pena! 

VEM AI O PRIMEIRO - CLAMA JAGUARIÚNA 2011

Participe você tambem com seu grupo de louvor.
informações com Missionário Roberto Torrecilhas 019 8292 7812

"Quem são os quatro cavaleiros do apocalipse?"

Os quatro cavaleiros do apocalipse são descritos em Apocalipse 6:1-8. Os quatro cavaleiros são descrições simbólicas de eventos diferentes que acontecerão durante o fim dos tempos. O primeiro cavaleiro do apocalipse é mencionado em Apocalipse 6:2: “Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer”. O primeiro cavaleiro provavelmente se refere ao anticristo, a quem autoridade vai ser dada e vai dominar todos que a ele se opõem. O anticristo é uma falsa imitação do Cristo verdadeiro, já que Cristo vai retornar em um cavalo branco (Apocalipse 19:11-16).

O segundo cavaleiro do apocalipse é mencionado em Apocalipse 6:4: “E saiu outro cavalo, vermelho; e ao seu cavaleiro, foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também lhe foi dada uma grande espada”. O segundo cavaleiro se refere a guerras horríveis que vão acontecer durante o fim dos tempos. O terceiro cavaleiro é descrito em Apocalipse 6:5-6: “Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: Vem! Então, vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho”. O terceiro cavaleiro do apocalipse se refere à grande fome que acontecerá, provavelmente como resultado de guerras do segundo cavaleiro. Comida vai ser escassa, mas luxos como vinho e azeite ainda estarão prontamente disponíveis.

O quarto cavaleiro é mencionado em Apocalipse 6:8: “E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra”. O quarto cavaleiro do apocalipse é um símbolo de morte e devastação. Aparenta ser uma combinação dos cavaleiros anteriores. O quarto cavaleiro do apocalipse vai trazer mais guerras e fomes horríveis, assim como pestilências e doenças. O que é mais impressionante, ou talvez assustador, é que os quatro cavaleiros do apocalipse são apenas “precursores” de julgamentos ainda piores que virão mais tarde durante a Tribulação (Apocalipse capítulos 8-9 e 16).

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O BODE E O JEGUE E A POMBA .

É engraçado quando em meio as ministrações usamos figuras de aminais para ilustrações . Nos deparamos com as vidas sentadas na cade...