sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Igrejas usam a fé para combater a obesidade nos Estados Unidos

O pastor Michael Minor gerou polêmica ao banir o frango frito da cantina de sua igreja no Mississipi e agora está convocando as congregações do país a pregarem a favor da saúde dos fieis.
- Nosso corpo não é nosso, é um presente de Deus e deveríamos fazer um trabalho melhor com ele – diz.
Os líderes religiosos concordam. Um pastor do Texas começou, no mês passado, um desafio de cem dias no qual parceiros de fé lutam contra a gordura. Em uma igreja em Tampa, na Flórida, há aulas de alimentação saudável, em outras há programas de hortas e exercícios chamadas de “Salad Sundays” (domingo de salada, em tradução literal).
Nos Estados Unidos, pesquisas mostram um ganho de peso cada vez maior em adultos e crianças, mas o mais preocupante é a situação dos adultos no Sul do país, região com maior índice de obesidade. As autoridades de saúde acreditam que as igrejas, com registros de cuidar dos enfermos e impulsionar a mudança social, estão em posição única para enfrentar a epidemia de obesidade e os problemas graves de saúde associados à obesidade.
- As igrejas são a base da comunidade – diz o diretor do Escritório de Medicina Preventiva do departamento de saúde do Mississipi, Victor Sutton. – Um pastor pode dizer para a comunidade o que fazer como se fosse um fato científico, enquanto um médico pode falar a mesma coisa sem gerar nenhum efeito – acredita.
As igrejas têm usado boletins para conscientizar os fieis com informações médicas e conectar membros com necessidades básicas de saúde a serviços fundamentais. As comunidades que preparam refeições, como a igreja Williams, em Nashville, eliminaram frituras, cortaram o sal e hoja optam por produtos à base de peru em vez de porco.
- Essas mudanças têm grande impacto – disse a professora de Saúde Pública da Universidade do Tenesse, Elizabeth Williams.
A preocupação com o bem-estar da comunidade está por trás de muitos dos esforços baseados na fé para combater a obesidade, segundo Marjorie Paloma, do conselho sênior de políticas da Fundação Robert Wood Johnson. Em 2009, a fundação concedeu cerca de US$ 5 milhões para 22 entidades religiosas que trabalharam para aumentar o acesso a alimentos saudáveis e atividades físicas para as crianças dos grupos minoritários e de baixa renda que enfrentam o maior risco de obesidade.
- É realmente sobre a assegurar que cada pessoa tenha capacidade de viver uma vida longa e saudável – acredita.



Fonte: OGlobo

Cristão é assassinado em ataque a vilarejo no Egito


Cristão é assassinado em ataque a vilarejo no Egito
Os agressores incendiaram oito residências de cristãos

Um cristão copta foi assassinado e vários outros foram feridos no Alto Egito, quando muçulmanos atacaram uma aldeia predominantemente cristã, no domingo (7 de agosto), depois de uma discussão entre muçulmanos e cristãos.

O ataque ao vilarejo de Nazlet Faragallah, em Minya, sul do Cairo, durou até a segunda de manhã (8 de agosto), disseram os cristãos. Os agressores invadiram um número ainda desconhecido de casas de cristãos, incendiando oito residências.

Os agressores mataram o fazendeiro Maher Nassif, 46 anos, quando ele tentou proteger sua casa. Os homens invadiram a casa de Nassif, atiraram na sua cabeça e cortaram sua garganta, enquanto seu filho adolescente assistia a tudo, escondido debaixo da cama. Os agressores saquearam a casa e roubaram o gado de Nassif, mas o filho dele conseguiu escapar.

Um morador da região, Melad Thabet, professor de 25 anos de idade, disse que passou a noite toda acordado durante o ataque, ouvindo o som de tiros e de pessoas chorando e gritando no vilarejo.

“Todas as casas de cristãos foram saqueadas e atacadas por muçulmanos”, disse Thabet à Compass. “E se alguém tentasse reagir, eles teriam matado, como fizeram com Maher.”

Os relatórios iniciais variam muito, mas, como tudo se acalmou, houve um consenso sobre o motivo de ter ocorrido o incidente. Tudo começou quando uma mulher cristã discutiu com um taxista muçulmano.

Depois da discussão, houve tumultos entre os muçulmanos e os cristãos. De acordo com Thabet, o líder dos muçulmanos que atacaram uma igreja é primo do homem que havia discutido com a mulher cristã. Ele também é tenente da polícia que monitora a área. O tenente foi atingido no rosto com uma pedra, disse Thabet.

O grupo de muçulmanos foi à aldeia no domingo, carregando facões e armas automáticas, que foram vistas pelos moradores da aldeia.

“Ele foram a todas as aldeias vizinhas espalhar o boato de que os cristãos queimaram uma mesquita e mataram alguns muçulmanos, o que não é verdade”, disse Thabet. “E, de repente, a vila estava cercada pelos muçulmanos.”


Fonte: Portas Abertas

Ramadan: Orando por um dos mais Preciosos Sentidos do Vazio

john-piperComo as palavras de Jesus nos guiam em oração pelos mulçumanos durante o Ramadan (que se realiza de 1 a 29 de Agosto)? Um dos objetivos do jejum durante o Ramadan é trazer aos mulçumanos, mais foco na adoração à Allah.
Uma Questão Com Dois Significados
Uma das questões mais frequentes que os seguidores de Jesus fazem é: “Será que os mulçumanos realmente adoram o mesmo Deus que adoramos?” Esta pergunta pode ter dois significados. Um deles se concentra na palavra “adoração” e outro, na frase “mesmo Deus”.
O segundo significado pode ser reduzido para a definição de “mesmo”. Alguns dizem que se você for capaz de listar suficientes preposições sobre divindades, então estas serão as mesmas. Dizem que isso é o que significa “mesmo”. Por exemplo, “ele é soberano”, “ele é sábio”, “ele é o que tudo conhece”, “ele é infinitamente bom”, “ ele é misericordioso”, “ele é santo”.
Se todas essas afirmações podem ser verdadeiramente ditas sobre duas divindades, então elas são a “mesma” divindade, O que seria verdade se esta for a maneira por meio da qual define-se “mesmo”.
O Foco é no Segundo Significado
Porém, é muito mais importante, pessoalmente, responder com clareza o segundo significado da questão. “Mulçumanos e Cristãos adoram realmente o único Deus verdadeiro?” O foco é na adoração e não na igualdade de sentido do “mesmo”.
Para esta questão, Jesus fala repetida e inequivocamente. Primeiro Ele se identifica:
• Ele disse que morreria. “O Filho de Deus será entregue às mãos dos homens, e eles o matarão”. (Marcos 9:31)
• Ele disse que morreria para resgatar muitos. “O Filho de Deus não veio à Terra para ser servido, e sim para servir e dar sua vida como resgate de muitos. (Marcos 10:45)
•Ele disse que ressuscitaria dos mortos. “E quando morto (o Filho de Deus), após três dias, ele ressuscitará. (Marcos 9:31)
• Ele disse que era Messias, o Filho de Deus. “Você é Cristo? O Filho do bendito? E Jesus respondeu, “Sim, eu sou”. (Marcos 14:61-62)
• Ele disse que era Deus. “Verdade, em verdade vos digo: Antes que Abraão existisse, eu já existia.” (João 8:58)
Mulçumanos tradicionais renegam todas estas verdades sobre Jesus: que ele morreu, que resgatou os pecadores pela sua morte, que ressuscitou dos mortos, que é o Filho de Deus, que Ele é Deus.
Sete Coisas Sobre Aqueles Que Renegam Jesus
Jesus fala claramente sobre pessoas (de qualquer religião) que o renegarem desta forma. Ele diz sete coisas:
1. Vós não “conheceis” o verdadeiro Deus. “Vós não conheceis a mim, nem a meu Pai. Se vós me conhecêsseis, conheceriam também a meu Pai” (João 8:19 e também 7:28,14:7)
2. Vós não “honrais” o verdadeiro Deus. “Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou à Terra. (João 5:23)
3. Vós não “amais” o verdadeiro Deus. “Eu sei que vós não tendes o amor de Deus dentro de você. Eu vim em nome do Pai, e não me recebeis”. (João 5:42-43)
4. O verdadeiro Pai não é vosso Pai. “Se Deus fosse o vosso Pai, vós teria amor por mim, porque eu vim de Deus e estou aqui. (João 8:42 e 2º João 1:9)
5. Vós não “tendes” o verdadeiro Deus. “Ninguém que rejeita o Filho tem o Pai Quem confessa o Filho, tens o Pai também” (1º João 2:23)
6. Vós não tendes a “palavra” ou “aprendizado” que vem do verdadeiro Deus. “Todos que ouviram e aprenderam vindos do Pai, vem até mim. (João 6:45)
7. Vós “rejeitais” o verdadeiro Deus. “Os que me rejeitam, rejeitam também àquele quem me enviou”. (Lucas 10:16)
A resposta de Jesus para a questão é Não. Nenhum mulçumano nem qualquer outra pessoa realmente adora o verdadeiro Deus, se rejeita Jesus como ele é nos Evangelhos. Não importa o que estamos fazendo, não estamos adorando aquele que não conhecemos, honramos, amamos e aceitamos.
Prontos Para Ser Amados
Portanto, Mulçumanos em particular (juntamente ao povo judaico e outros que rejeitam Jesus e como ele se oferece nos Evangelhos) são especialmente prontos a ser amados pelos Cristãos.
Jesus desceu à Terra para despertar e salvar os que o rejeita. (Marcos 2:17) – como nós já fomos um dia.
Parece-me, portanto, que como Jesus nos chama para orar durante o Ramadã é a forma de Deus revelar aos mulçumanos o vazio de sua adoração. Jesus diz que eles não estão conectados com o verdadeiro Deus. Isso é trágico. E é mais trágico ainda quando eles pensam que estão. Despertar deste vazio, seria um despertar precioso.
E claro Mulçumanos não são os únicos que não estão conectados com o verdadeiro Deus em seus atos exteriores de adoração. Qualquer um que rejeita Jesus, o dos Evangelhos, independentemente de religião (incluindo cristãos professos), está adorando “em vão”. (Matheus 15:9)
Oração e Palavra
Então, ore para que tais pessoas atentem para isso. Ore por uma sensação de vazio para todo crente não-adorador (em igrejas, sinagogas e mesquitas). Ore para que milhões sintam que precisam profundamente de um Mediador, um Salvador, um Messias que “se machucou por nossas transgressões” (Isaias 53:5).
E sempre que puder, use sua boca para oferecer Cristo crucificado e ressuscitado. As orações de milhões de Cristãos podem ser feitas em um caminho de fé que você nunca sonhou.

Rede Global de Ajuda usa turismo e ação social para pregar o Evangelho


Rede Global de Ajuda usa turismo e ação social para pregar o Evangelho
Voluntários participam de missões, através do ministério

Há alguns anos, um ministério vinha trabalhando duro para ajudar a recolher os pedaços da União Soviética, oferecendo ajuda para muitas famílias que estavam recebendo apenas 10 por cento da renda que tinham no passado.

Tal ministério se esforçava para atender às inúmeras necessidades daqueles que os cercam. Seu líder tinha um pensamento: Por que não podemos mobilizar os turistas a virem e trazerem ajuda humanitária com elas? Com essa ideia o trabalho veio a se tornar a “Rede Global de Ajuda”. E com base nesse lema também surgiu um programa de ajuda de advogados espalhados pelo mundo - "os defensores".

"Os defensores entraram como representantes oficiais da ajuda onde quer que eles vivam", diz Tom Miller, que trabalha com oportunidades de trabalho voluntário para este grupo. "Isso economiza montantes de dinheiro e oferece oportunidades para muitas pessoas estarem envolvidas em um ministério internacional honesto, onde quer que estejam", enfatiza.

Essencialmente os “defensores” são capazes de ser significativamente envolvidos em missões internacionais mesmo sem sair de suas cidades natais. Esses advogados reúnem centenas de fiéis que são informados e animados a fazerem missões, a ajudarem e espalharem o Evangelho de Cristo por meio de muitos projetos de ajuda social.

"A função de um advogado é representar o grupo exatamente onde estão", explica Miller. "Esses voluntários, chamados de defensores, procuram oportunidades de falar em igrejas locais, em grupos, em casa, em comunidades cívicas e em qualquer lugar que possam compartilhar as necessidades que existem no mundo e a contribuição que cada um pode dar para saná-las."

Uma dessas necessidades é satisfeita, por exemplo, com o CarePacks (Pacotes de Cuidado, em português): kits que contém lápis, régua, escova de dentes, um pente e outros materiais necessários às crianças ao redor do mundo que não freqüentam a escola por falta de recursos básicos como esses. Cada carepack inclui uma pulseira que explica o plano de Salvação.

Os pacotes são entregues pelos cristãos participantes da Rede que estão em viagens de curto prazo a essas localidades e compartilham as Boas Novas com as crianças que recebem a ajuda, exatamente como o líder do ministério tinha idealizado inicialmente.

Através do ministério e seus participantes, milhares de crianças são alcançadas para Cristo todos os anos.
Miller afirma: "Nossos advogados da ‘Rede Global de Ajuda’ vão continuar a falar por aqueles que não têm voz no mundo".


Fonte: Charisma News

Parlamentares reclamaram sobre algemas em operação, diz Cardozo- AGORA PERGUNTO - PORQUE RECLAMAR ? QUEM NÃO QUER SER PRESO , NÃO FAÇA COISA ERRADA.

Avanço do 'crack' é um desafio no tratamento de distúrbios mentais, dizem especialistas

 
A Lei 10.216/01, que redirecionou o modelo assistencial em saúde mental, foi saudada de forma unânime por diversos especialistas em audiência pública encerrada há pouco que celebrou os dez anos da norma. Mas eles também concordaram que alguns desafios se impõem hoje no tratamento dos portadores de distúrbios mentais, como o avanço e o uso abusivo de substâncias tóxicas como o álcool e o crack.
A audiência pública foi realizada na Subcomissão Permanente de Promoção, Acompanhamento e Defesa da Saúde, presidida pelo senador Humberto Costa (PT-PE) responsável pela regulamentação da lei durante sua passagem pelo Ministério da Saúde no governo Lula.


Da Redação / Agência Senado

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Video: O inferno não é lugar para passar férias

 


Video: O inferno não é lugar para passar férias

O pastor norte-americado K.P. Yohannan exortou a Igreja em uma de suas pregações: "Existe um lugar...e o inferno não é para se passar férias de dois anos, dez anos como eles colocam os presos por assassinato. Não senhor. O inferno é para sempre!". Ouça o sermão
VIA GRITOS DE ALERTA

Dificuldades de tradução da Bíblia para línguas minoritárias será tema da SBB

Nos próximos dias a Sociedade Bíblica do Brasil estará promovendo a sétima edição do Fórum de Ciências Bíblicas que terá como tema as Traduções da Bíblia Sagrada. Para falar sobre os projetos de tradução para línguas minoritárias, o professor Isaac Costa de Souza, mestre em linguística e missionário, vai dar uma palestra sobre O Desafio da Tradução para Línguas Indígenas no Brasil.
O missionário trabalha com os Arara, povo indígena que vive no Pará e vai falar sobre suas experiência em evangelizar essas pessoas com língua e cultura tão diferentes. “Ao lado dos problemas inerentes a um processo de tradução, citarei outros desafios semelhantes em dificuldade, que militam contra a tradução das Escrituras para línguas indígenas no Brasil”, antecipa Souza.
O VII Fórum de Ciências Bíblicas acontece nos dias 18 e 19 de agosto, reunindo estudiosos de destaque internacional para abordar os diferentes aspectos das Traduções da Bíblia Sagrada.
Serviço:
VII Fórum de Ciências Bíblicas – Traduções da Bíblia Sagrada
Data: 18 e 19 de agosto de 2011
Horário: das 14h30 às 21h30
Local: Centro de Eventos de Barueri / Museu da Bíblia Avenida Pastor Sebastião Davino dos Reis, 672, Vila Porto Barueri – SP
Inscrição: R$ 30,00 (grupos a partir de dez pessoas têm 50% de desconto)
Informações: (11) 3474-5813 ou pelo site www.sbb.org.br/forum

Juiz proíbe que cartórios realize casamentos gays

Um juiz da cidade de Franca, interior de São Paulo, proibiu que os dois cartórios de registro civil da cidade realizem o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A decisão gerou revolta de grupos gays, que planejam um protesto.
No documento, o juiz corregedor dos cartórios Humberto Rocha diz que “”família” e “entidade familiar”, na lei, são termos inconfundíveis, já que casamento (…) é união de homem com mulher com o afã ou possibilidade de gerar prole”.
O juiz disse não ignorar a decisão em maio do STF (Supremo Tribunal Federal), que reconheceu a união estável de pessoas do mesmo sexo.
O STF, diz Rocha, deu “à entidade familiar” um conceito elástico “a ponto de açambarcar a união entre homoafetivos, mas daí equiparar tal união à casamento vai um largo pego [abismo]“. A Folha tentou ouvir Rocha, mas ele não ligou de volta.
Para Gilberto Mendes de Almeida, do movimento GLBTT de Franca, trata-se de preconceito. “É uma discriminação contra os gays.”
A proibição frustrou os cabeleireiros Thalys Fernando Vieira, 27, e Giliard Fernandes dos Santos Silva, 28, juntos há cinco anos.
Eles já queriam oficializar o casamento. Mesmo com o veto, eles descartam se casar em outra cidade.
“Pago os meus impostos aqui. Vamos esperar uma nova decisão”, disse Vieira.
Apesar de reconhecer a união estável, o STF não analisou a questão específica do casamento -por isso, juízes podem ter diferentes interpretações, segundo Adriana Galvão, presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB estadual.
Docente da USP em direito de família, José Fernando Simão diz que o STF previu, sim, o casamento homoafetivo. “Pela decisão, aplica-se para todos os efeitos a união estável. E “todos os efeitos” inclui o casamento.”
Assim como Simão, Rodrigo da Cunha Pereira, do Instituto Brasileiro do Direito de Família, diz que o veto do juiz soa moralista.



Fonte: Folha de São Paulo

Eu amo Jesus mais que o bacon

Você já parou para pensar o quanto ama a Jesus? Ainda não? Então, pare e reflita. A Bíblia diz que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. E será que nós temos demonstrado todo esse amor para com Cristo?
Se você tivesse que dizer: “Eu amo Jesus mais do que…”, o que escolheria?
O fundador e presidente do ministério “Dare 2 Share Ministries”, Greg Stier escolheu o bacon. Isso mesmo, o bacon. Greg Stier trabalha com líderes de jovens e estudantes nos EUA, capacitando e equipando-os para compartilhar o evangelho.
Depois de receber o convite para escrever um artigo para o site americano The Christian Post, Greg Stier, que atua no ministério jovem há quase 20 anos, contou como surgiu à frase: “Eu amo Jesus mais do que Bacon”.
Ele explica que tudo começou quando preparava sua filhinha, de seis anos, para dormir. “Antes de apagar a luz, ela deixou escapar: ‘Papai, eu amo Jesus mais que bacon’. Eu ri alto e disse: Eu também. Boa noite querida”.
“Claro que eu amo Jesus mais do que bacon (eu amo o bacon!), Mas, amo Jesus mais do que minha filha, meu filho, e minha esposa? Eu amo Ele mais do que o ministério, que Ele me chamou para liderar? Eu amo Cristo mais do que as minhas aspirações e sonhos para alcançar o mundo para Cristo?”, indaga Greg.
Quando dobramos nossos joelhos é fácil dizer que “SIM!”, mas essas perguntas nos fazem pensar. Mas eu sou honesto e posso dizer que há momentos em que eu amo todas essas coisas mais do que Jesus.
O próprio Jesus deixou claro, em Lucas 14.25, o que deve ser feito para ser tornar um seguidor de Cristo. “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo”.
“A palavra aborrecer significa amar menos em comparação a algo. Em outras palavras, significa que o nosso amor por Jesus deve ser grande e muito intenso”, afirma Greg Stier.
“É somente através do poder do Espírito Santo que nós podemos ter acesso a esse amor. Que possamos aprender a depender do Espírito Santo para nos dar esse amor todos os dias. Que possamos descobrir o que realmente significa a amá-lo mais do que família, amigos e até mesmo mais do que o bacon”, conclui.
Fonte: CPADNews

Rádio de bispo demite em massa de profissionais

Funcionários da Rádio Record de São Paulo foram surpreendidos na tarde da última sexta-feira pela demissão de grande parte de sua equipe – inclusive todo o núcleo de jornalismo, em consequência de mudanças na programação da emissora. O conteúdo transmitido pela frequência deverá ser evangélico.
Nos bastidores da Rede Record, onde também fica a Rádio Record (que completou 80 anos em junho), comentava-se que o corte é o reflexo de um período mais crítico de uma crise financeira que assola o grupo, devido ao aporte congelado da Igreja Universal para o Grupo de Comunicação. Assim, vários departamentos tiveram que cortar gastos.
A emissora informou que se trata de um “reposicionamento estratégico”, sem dar maiores detalhes. A partir de agora, a emissora vai tocar apenas músicas e terá algo de jornalismo,que se limitará a leitura de notícias coletadas pela Internet. Há pouco tempo, a TV Record promoveu um corte de horas extras dos funcionários das produções dos programas. No começo de julho, funcionários da Rede Família de Televisão, ligada a IURD, foram demitidos e a emissora passou a exibir programação religiosa.
A Record não comenta as demissões nem o teor da nova programação. Em nota oficial, só afirma que, “por razões estratégicas, a emissora passa a transmitir música e informações jornalísticas” e que “a mudança de trajetória visa atender às expectativas do mercado do rádio AM brasileiro”. O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo vai entrar em contato com a direção da empresa para pedir esclarecimentos e se coloca à disposição dos jornalistas que perderam seus empregos.
Fonte: CUT-SP

VOCÊ ACHA CORRETO O ( ARTISTA GOSPEL) COBRAR UMA FORTUNA SOMENTE PARA IR LOUVAR A DEUS EM UMA IGREJA ? EU NÃO CONCORDO , MAS QUERO VER SUA OPINIÃO. OPINE !!!

HOMOSSEXUALISMO À LUZ DE Rm 1:26-27

DEUS CONDENA O HOMOSSEXUALISMO
Introdução
Desde os primórdios da humanidade, as sociedades convivem com os mais variados tipos de comportamentos sexuais. O relato bíblico da Criação em Gn 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne”. Porém o pecado infiltrou-se nos relacionamentos sexuais entre os seres humanos de tal forma que hoje a sociedade convive com uma variação enorme de perversões sexuais, tais como: narcisismo, homossexualismo, masturbação, sadismo, masoquismo, exibicionismo, pedofilia, gerontofilia, fetichismo, travestismo, incesto, pluralismo, necrofilia, bestialidade, zoofilia, voyeurismo, sexopatia acústica, renifleurismo, coprofagia, frotterurismo, entre outros.

O presente trabalho não vai entrar nos detalhes das diversas anomalias sexuais, limitando-se apenas ao estudo do homossexualismo, pois este é o tema tratado pelo apóstolo Paulo em Rm 1:26 e 27. O artigo será dividido nas seguintes seções: Estudo da referência paulina em Romanos; conceito e causas da homossexualidade; os motivos pelos quais Deus condena este comportamento sexual; terapia para a regeneração daqueles que apresentam este desvio da sua sexualidade. Ao final, será apresentado um resumo do trabalho e as conclusões encontradas.
Comentário Sobre Rm 1:26-27
Encontra-se a declaração de Paulo nas seguintes palavras:
"Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Romanos 1:26-27

Há um consenso geral de que Paulo referia-se aqui à prática do lesbianismo e do homossexualismo masculino. A palavra “natural” (kata physin) em oposição à “contrária à natureza” (para physin) era usada no tempo de Paulo com muita freqüência como uma maneira de estabelecer distinção entre comportamento heterossexual e homossexual. Harrison acrescenta que “Paulo usa linguagem direta, para condenar a perversão do sexo fora do seu justo lugar: dentro do relacionamento conjugal”. Outro teólogo afirma que a contaminação do corpo humano é claramente manifestada no homossexualismo, pois ele é obviamente antinatural, contrário à natureza sexual.
A prática do homossexualismo era comum no mundo pagão, tendo forte presença na sociedade em geral, sendo designado como o “pecado grego”. Paulo escreveu sua epístola aos Romanos na cidade de Corinto, a capital dos vícios gregos, e certamente já vira ali evidências sobre as práticas homossexuais.
Lovelace ainda diz que “contrária à natureza” significa “simplesmente contra a intenção de Deus para o comportamento sexual humano que é explicitamente visível na natureza, na função complementar dos órgãos sexuais e dos temperamentos do macho e da fêmea”.
No verso 27 Paulo emprega o termo arsen 3 vezes, traduzidos na ARA por “homens”. O substantivo arsenokoites (“homossexual masculino”, “pederasta”) é empregado pelo apóstolo como alguém que não herdará a salvação por estar sob a condenação de Deus (1Co 6:9; 1Tm 1:10). Brown ainda acrescenta que aqui a perversão sexual é vista como resultado de (e, até certo ponto, um julgamento sobre) o pecado do homem em adorar a criatura ao invés do criador.

Conceito e Causas da Homossexualidade

Uma vez comprovado que o tema que Paulo abordou em Rm 1:26-27 foi mesmo a homossexualidade, tanto masculina quanto feminina, faz-se necessário um maior aprofundamento sobre o estudo deste comportamento sexual.

O homossexual é considerado uma pessoa com tendência a dirigir o desejo sexual para outra pessoa do mesmo sexo, ou seja, ele (ou ela) sente atração erótico-sexual por parceiro do mesmo sexo. Maranon apresenta uma definição mais completa sobre a homossexualidade nas seguintes palavras:
Por mais classificações que se façam desta anormalidade, a base patogenética é sempre a mesma: uma sexualidade recuada, de polivalência infantil que, por circunstâncias externas, condiciona sob diferentes formas seu objetivo erótico em sentido homossexual.
Baseando-se no relatório de Kinsey, os homossexuais pretendem que sua condição seja considerada “uma espécie de forma alternativa de sexualidade, homóloga e simétrica à heterossexualidade”.

Bergler, porém, vê a homossexualidade como uma espécie de “síndrome neurótica”, caracterizada por alguns estigmas bem definidos, a saber: uma elevada dose de masoquismo psíquico, levando o homossexual a situações de desconfianças e humilhações; medo, ódio, fuga em relação ao sexo oposto; insatisfação constante e insaciabilidade sexual; megalomania; depressão; sentimento patológico de culpa; ciúme irracional; e inadmissibilidade psicopática.
As pesquisas com relação às causas da homossexualidade ainda não são consideradas de todo consistentes; porém, elas podem ajudar na orientação de uma profilaxia social com relação ao homossexualismo. Gius afirma que “não se verificam quadros de aberração cromossômica ligados primitivamente à homossexualidade”, o que descarta sua origem genética, pois “em todos os casos de homossexualidade masculina examinados, o sexo genético correspondia ao sexo fenotípico (respectivo) e faltavam sinais de qualquer alteração cromossômica verdadeira”.
Mesmo os defensores da origem genética da homossexualidade admitem que a eventual “predisposição inata” só se transforma em efetivo desejo homossexual por força de fatores desencadeadores de natureza psicossocial, dentre os quais: obsessiva ligação com uma mãe autoritária ou possessiva; falta de uma figura paterna significativa como modelo de identificação; experiências de iniciação na infância ou adolescência; e fixação ou regressão da personalidade a níveis auto-eróticos, com supervalorização do falo (órgão sexual masculino).
O homossexual é um homem ressentido por acreditar que não tem o corpo que sua mente mereceria. Freud também considerava que o meio onde as crianças se desenvolvem é fator determinante de sua sexualidade.

Snoek divide estes fatores determinantes em três categorias:

1. Fisiológicos - Nenhuma das teorias (genética, hormonal, morfológica) foi comprovada;
2. Familiares - Uma mãe dominante, juntamente com um pai apagado; uma supermãe, tão envolvente que para o filho só existe uma mulher, que é ela; a mãe frustrada no seu relacionamento com o marido, incutindo na cabeça das filhas que homem nenhum tem valor; um superpai que exige uma virilidade impossível de ser alcançada pelo filho; os pais desejam um menino, mas nasce uma menina;
3. Sociais – O unissexismo, que ocorre na forma do segregacionismo ou do igualitarismo; o anarquismo; e a sedução por adultos.
Por Que Deus Condena o Homossexualismo?
Deus abençoou o homem e a mulher e lhes deu o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gn 1:28). O casamento é a “união de duas pessoas que originalmente foram uma, depois foram separadas uma da outra, e agora no encontro sexual do casamento se uniram novamente”. Lovelace acrescenta dizendo que “não é por acidente que toda forma de expressão sexual fora da aliança do casamento seja explícita ou implicitamente condenada no restante das Escrituras”.
A sociedade atual está cada vez mais perdendo de vista o princípio que Deus definiu para a união sexual entre os seres humanos: um homem e uma mulher, unidos pelo compromisso eterno do matrimônio. Em virtude deste crescente desvio do padrão idealizado por Deus no princípio, é que têm surgido todas estas anomalias sexuais descritas até aqui. Hoje já se convive até mesmo com o “casamento” entre homossexuais e a adoção de filhos por estes “casais”.
O propósito de Deus é que o homem junte-se com a mulher e os dois formem “uma só carne” (Gn 2:24), constituindo-se numa família heterossexual, na qual os filhos poderão ser educados em meio a um ambiente sadio e livre de preconceitos.
Este ideal está totalmente corrompido na sociedade moderna, e as relações sexuais passaram a ser apenas um meio de obter prazer a qualquer custo, sem atentar para as orientações dadas por Deus no passado, e para os perigos de não seguir estas orientações. A atual sociedade já aprendeu a conviver pacificamente com o outrora chamado “pecado grego”, vendo os homossexuais como apenas “um pouco diferentes”.
Deus condena o homossexualismo porque ele é totalmente contrário ao propósito original das relações sexuais: procriação e/ou prazer. Segundo Boice, apenas em se olhar para a anatomia dos órgãos sexuais do homem e da mulher já deveria haver argumento suficiente para convencer de que as práticas homossexuais não são normais. Tanto o Judaísmo quanto o Cristianismo sempre reconheceram esse fato, defendendo que o homossexual está sob a condenação de Deus.
Cura Para o Homossexual
Após verificar que o homossexualismo está arraigado fortemente na sociedade hodierna, faz-se necessário apresentar ao portador desta anomalia sexual um meio de regeneração e retorno ao ideal divino. A terapia de aconselhamento para o homossexual consiste em “escutar a quem pede ajuda, a fim de facilitar-lhe a decifração, por ele mesmo, de seu próprio discurso... levando a uma convivência mais saudável consigo mesmo e, em vários casos, chega-se à heterossexualidade”.
Talvez o maior problema a princípio seja romper as barreiras da solidão e da incomunicabilidade que a sociedade erige em relação aos homossexuais. Gatti defende que o ponto de partida deve ser a total aceitação do homossexual como pessoa, a plena compreensão de seu drama, e a mais leal solidariedade a seus sofrimentos e a seus problemas. Para o auxílio pastoral ao homossexual são sugeridos os seguintes passos:

1. Reconhecimento e confissão de que sua atitude e conduta são errados;

2. Ele deve admitir e reconhecer seu problema;
3. Deve confessar o pecado a Deus e a um conselheiro espiritual, e depois deve pedir a Deus que o purifique e perdoe;
4. O homossexual que busca a cura deve pedir a Deus que lhe dê um espírito de arrependimento;
5. Pode-se considerar a possibilidade de uma libertação de demônios;
6. O conselheiro deve repetir a promessa de que o indivíduo poderá mudar;
7. O homossexual deve concordar em submeter-se a um plano de disciplina que Deus possa usar para concretizar a mudança desejada;
8. Entre o homossexual e o conselheiro deve haver sinceridade absoluta;
9. O homossexual deve começar a participar de uma comunidade cristã compreensiva;
10. O conselheiro deve ser paciente.
Para o homossexual, como para qualquer outro homem, no fim é apenas a graça do Espírito Santo com seus misteriosos dinamismos que é capaz de tornar a cura do homossexual possível. Acima de todos os meios educativos e terapêuticos, é sempre na graça de Deus que o homem pecador deve confiar.
O Dr. José Maria concorda com o pensamento de que a igreja deve ser o conduto para a ajuda aos homossexuais que desejarem um retorno aos desejos sexuais naturais de cada ser humano. Ele afirma que “a igreja será o último reduto para a consolidação dos conceitos familiares” nos próximos anos.

Resumo e Conclusão

O homossexualismo está presente na história humana desde o seu princípio. Biblicamente, encontra-se referências à homossexualidade já no relato de Sodoma e Gomorra (Gn 19:4-5), de onde advém o termo “sodomia” como referência à homossexualidade e outras anomalias do gênero; bem como no período dos Juízes (Jz 19:22). Moisés também fez referências a esta prática sexual entre o povo de Israel (Lv 18:22; 20:13), condenando-a e considerando-a abominável aos olhos de Deus, punível mesmo com a morte.
No Novo Testamento, a referência clássica à homossexualidade, tanto feminina quanto masculina, encontra-se na epístola de Paulo aos Romanos (Rm 1:26 e 27). Porém, o apóstolo também faz outras referências à condenação divina sobre esta prática (1Co 6:9-10; 1Tm 1:9-11).
O presente trabalho analisou o texto de Romanos, observando a quase unanimidade entre os teólogos e comentadores de que Paulo realmente referia-se na passagem em estudo ao homossexualismo. Porém, é crescente o grupo de eruditos que não aceitam esta interpretação usual, e tentam reinterpretar as declarações paulinas, aplicando-as aos dias atuais, onde a homossexualidade tornou-se já parte comum do cotidiano das grandes cidades.
Através dos estudos e pesquisas científicas consultadas, verifica-se que é reduzida a probabilidade de que as tendências homossexuais sejam o resultado de uma “deformação genética” ou algum caractere hereditário. Ao contrário, é grande o número de estudiosos da psicologia humana que acreditam que este comportamento sexual advém de fatores psicossociais vividos na infância (até os 5 anos de idade, principalmente), e que acarretam traumas e complexos que podem levar o indivíduo a desenvolver o homossexualismo durante sua vida.
Apesar de Deus condenar este comportamento anômalo, em virtude de desvirtuar-se do Seu propósito para o relacionamento sexual e matrimonial, Ele concede ao homossexual desejoso de regenerar-se uma opção de cura, que está disponível através de Sua infinita graça e misericórdia pelas mazelas que atingem a humanidade.
Como representantes de Deus e instrumentos Seus para distribuição de Sua graça ao mundo pecador, os cristão não devem olhar o homossexualismo como uma doença típica de pessoas “despudoradas”; mas devem encarar o problema com o mesmo amor fraternal e solidariedade que Jesus demonstrou em Seu convívio com o ser humano. Resta ao cristão ouvir e atentar ao conselho do próprio apóstolo Paulo: “Tudo posso, nAquele que me fortalece” (Fp 4:13).

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