terça-feira, 1 de abril de 2014

PERSEGUIÇÃO - Vereadores pretendem denunciar pastor queniano ao MPF por “homofobia”

Os vereadores de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, pretendem denunciar o pastor queniano David Owuor, conhecido nos meios evangélicos por um ministério de profecias, por “homofobia” e “desrespeitar a Constituição brasileira,” porque durante culto no Parque das Nações Indígenas, o pastor da África criticou o pecado homossexual e o pecado de mulheres que usam saia curta.
Pr. David Owuor
Em 27 de março, um grupo, liderado pelo vereador Paulo Pedra (PDT), que é católico liberal, decidiu denunciar o caso ao MPF (Ministério Público Federal), que é o órgão competente para investigar estrangeiros.
O requerimento pedindo a investigação por “homofobia” e por desrespeitar o artigo 5º da Constituição Federal, que prevê liberdade individual, obteve o apoio dos vereadores Luiza Ribeiro (PPS), João Rocha (PSDB), Chiquinho Telles (PSD) e Waldecy Chocolate (PP).
Eles querem a investigação do pastor pentecostal por ter declarado que os homossexuais não vão herdar o Reino de Deus. O pastor, que reuniu 10 mil pessoas no Parque das Nações Indígenas, disse também que as moças não podem ir à igreja com saias curtas e calças apertadas.
Nada de “minissaias, calças apertadas, mentiras, falsidade, prosperidade, fumo e a bebida. Se esforcem para viver em paz com todos os homens e serem santos,” pregou ele, em estilo pentecostal clássico, para o público evangélico, que o aplaudiu e gritou “aleluia.”
O vereador Alceu Bueno (PSL), falando em nome da bancada evangélica da Câmara de Campo Grande, repudiou a atitude dos vereadores que estão perseguindo o pastor queniano.
“Não comungo com a ideia de cinco vereadores que estão pedindo investigação no Ministério Público Federal contra o queniano. Acho que pegaram a palavra dele fora do contexto. Ele só citou a Bíblia, que como todo o evangelho condena o homossexualismo,” afirmou Alceu Bueno.
Na sessão da próxima terça-feira (1 de abril), Bueno disse que vai pedir ao vereador Paulo Pedra que desista do requerimento contra o pastor pentecostal. “Se não pudermos abrir a Bíblia e dizer o que ela fala, vamos ter que rasgá-la,” argumentou o vereador evangélico.
Ao contrário do que considerou Pedra, para Bueno o pastor queniano “não foi infeliz, só citou a Bíblia.” Indagado pela imprensa sobre os versículos bíblicos que são contra o homossexualismo, o vereador do PSL citou Levítico 20:13: “Quando o homem se deitar com outro homem como se fosse mulher, ambos fizeram abominação diante do senhor”. Ele disse também que o Novo Testamento igualmente condena a homossexualidade, conforme Coríntios 6:9.
A bancada evangélica da Câmara é composta pelos vereadores Alceu Bueno (PSL), Elizeu Dionízio (SDD), Rose Modesto (PSDB), Flávio Cesar (PT do B) e Mario Cesar (PMDB).
Campo Grande tem se destacado por uma crescente perseguição aos evangélicos que assumem uma postura contra o pecado homossexual.
Náurio Martins França
Em 2007, a Defensoria Pública de Campo Grande iniciou uma ação civil contra Náurio Martins França, autor do livro “A Maldição de Deus sobre o Homossexual: o homossexual precisa conhecer a maldição divina que está sobre ele.” Na época, o caso dele repercutiu no mundo todo, por recomendação minha, no portal pró-família internacional LifeSiteNews, através de uma matéria intitulada “Evangélico é censurado e multado por fazer comentários ‘homofóbicos’ em livro.”
A sentença fora aplicada pelo juiz da Vara de Direitos Difusos Coletivos e Individuais, Dorival Moreira dos Santos. O magistrado, que havia determinado a retirada dos livros das bancas, ordenou que o escritor evangélico pague agora uma indenização de R$ 2 mil.
Ao entrar com a ação que proibiu o comércio do livro, a Defensoria Pública sustentou que a publicação tinha “conteúdo declarado preconceituoso homofóbico, transmite a ideia de que o homossexual é amaldiçoado por Deus.”
Náurio, negando que seu livro estaria incitando a violência contra homossexuais, declarou que a intenção era convertê-los à religião evangélica. A defesa do escritor sustentou que ele, ao escrever o livro, exercera o direito constitucional de liberdade de pensamento, opinião e religião.
Em sua decisão, o juiz Dorival dos Santos reconhece o valor dos direitos constitucionais citados pelo escritor, mas menciona outro trecho da Constituição, que trata da igualdade e dignidade da pessoa humana. Para ele, a homossexualidade está diretamente ligada à igualdade e dignidade da pessoa humana, sendo assim muito mais importante do que a liberdade de pensamento, opinião e religião.
Náurio, que é membro da Igreja Internacional da Graça em Campo Grande, teria mandado imprimir em torno de 600 livros. Trezentos exemplares foram confiscados por determinação judicial. O restante já havia sido vendido.
No mesmo ano, um grupo formado por GLBTs (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) fez uma manifestação queimando um exemplar do livro de Náurio na frente da Igreja Internacional da Graça, localizada na Avenida Afonso Pena, sem que as autoridades vissem crime de ódio no ato.
Mesmo sem nenhuma lei no Brasil contra um “crime” neurótico de “homofobia” — termo interpretado por seus promotores neuróticos como qualquer contrariedade ao comportamento homossexual —, aumentam os casos de perseguição em outras partes do Brasil:
Em 2007, o Rev. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), foi vítima de queixa de um ativista homossexual. Para piorar sua situação, na época a IECLB era chefiada pelo Rev. Walter Altmann, antigo defensor da Teologia da Libertação.
Em 2011, outdoors com versículos bíblicos em Ribeirão Preto foram removidos por “homofobia.”
Em 2007 e 2011, a ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) denunciou, respectivamente, Julio Severo e Silas Malafaia ao Ministério Público Federal por “homofobia.”
Com informações de Campo Grande News, Grande FM e MidiaMax.
Fonte: www.juliosevero.com

segunda-feira, 31 de março de 2014

Médico diz que encontrar Deus durante o coma é algo real


Uma mulher da Carolina do Norte (EUA) alegou que depois de passar por um quadro de morte clínica pôde então ver o céu, ganhando o apoio de um médico que afirmou que encontros divinos durante um coma é algo real.

Debbie Caim conta que depois de passar por uma operação para remover seu apêndice, seu coração teria "parado durante a cirurgia", entrando em estado inconsciente para um encontro especial com Jesus Cristo, segundo ela.

"Eu comecei a sentir este amor de dentro, era quente e como a luz que eu vi começou a limpar tudo por completo, pude ver Jesus em pé por lá. Ele olhou para mim e sem eu dizer uma palavra, Ele me tocou e disse 'Agora não, minha filha'. A próxima coisa que eu lembro, é que eu estava acordada em uma sala de recuperação", relata Caim.

Ela ainda revela que não era religiosa antes da operação. Contudo, depois da experiência onde quase foi obrigada a lidar com a morte, ela aponta que não tem mais motivos para duvidar da existência de Deus.

Com outras experiências parecidas no Alleghany Memorial Hospital, da Carolina do Norte, o neurocirurgião Michael Minotti passou a pesquisar situações de quase morte com encontros diante de Deus, passando pela conclusão de que "há mais evidências de que são reais de que não são", destaca.

Minotti era cético e não acreditava que casos como estes poderiam ser verdadeiros. Entretanto, várias revelações trouxeram autenticidade à tona e puderam convencê-lo de que deveria pensar absolutamente o contrário.

"Há casos de pessoas cegas que tiveram uma experiência de quase morte. Estiveram clinicamente mortos, e foram ressuscitados, deixando seus corpos e vendo a luz pela primeira vez. Todavia, eles explicam detalhes a respeito dos esforços de reanimação, que de algum modo poderia ter acontecido", explica o médico.

Fonte: The Christian Post

Boom imobiliário de Nova York faz igrejas vender terrenos


Vendas de propriedades comerciais podem atingir um recorde de US$ 63 bilhões neste ano. Com preços em ascensão, instituições religiosas estão buscando vendas imobiliárias para gerar caixa e financiar suas missões.

Após ser ordenado em 2012, o reverendo Christopher Ballard foi nomeado para uma histórica igreja episcopal no Brooklyn, Nova York, e começou a trabalhar em uma parte fundamental de seu novo emprego: incorporação imobiliária.

Ballard, 49, decidiu vender a residência paroquial da Igreja de São Lucas e São Mateus, além de um estacionamento adjacente: 4.000 metros quadrados de espaço residencial edificável atrás da igreja histórica de Clinton Hill.

O local está avaliado em US$ 8,6 milhões, dinheiro que ajudaria a cobrir a manutenção de uma casa de culto que data de 1891.

“Este mercado não voltará a ter a artilharia pesada que tem agora: este é o momento de fazer isso”, disse Ballard, em entrevista concedida no segundo andar da igreja Romanesque Revival, a cerca de 800 metros da arena Barclays Center. “Trata-se de ser um administrador prudente da congregação”.

Com preços de terrenos e edifícios em ascensão por toda Nova York, as instituições religiosas estão buscando vendas imobiliárias para gerar caixa e financiar suas missões. Muitas das igrejas e sinagogas da cidade foram construídas décadas atrás e aquelas que administram casas de culto religioso se veem às voltas com estruturas massivas e arquitetonicamente distintas, que exigem consertos caros.

Para os clérigos de igrejas de lugares como Washington Heights, Park Avenue e Wall Street, e de todo o Brooklyn, navegar pelo mundo de altos e baixos da incorporação imobiliária é parte da descrição do trabalho, disse Mitchell Moss, professor de Política e Planejamento Urbano da Universidade de Nova York.

“Você não pode ser um membro bem-sucedido do clero em Nova York a menos que você saiba como tirar vantagem do mercado de terrenos”, disse Moss. “A única diferença entre um incorporador imobiliário e um membro do clero é as roupas que eles usam”.

Preços dos terrenos
As igrejas estão entrando no mercado em meio a um crescente apetite dos compradores por terras em Nova York. Locais para construção em Manhattan foram vendidos por em média US$ 445 o pé quadrado (US$ 4.789,98 o metro quadrado) no ano passado, acima dos US$ 366 o pé quadrado (US$ 3.939,62 o metro quadrado) de 2012, uma alta pós-recessão, segundo a Massey Knakal Realty Services.

As vendas de propriedades comerciais podem atingir um recorde de US$ 63 bilhões neste ano, um salto de 68 por cento em relação a 2013, com base na força dos preços em ascensão em Manhattan e um maior interesse dos investidores nos bairros mais afastados, estimou a empresa em janeiro.

Compradores de imóveis também estão optando pela região norte de Manhattan, onde a Igreja Batista Wadsworth Avenue, de 88 anos de antiguidade, em Washington Heights, está no mercado por US$ 8 milhões. A congregação quer construir um novo edifício no lugar e manter 30.000 pés quadrados (2.787 metros quadrados) para a igreja, deixando 67.500 pés quadrados (6.271 metros quadrados) de potencial espaço residencial para uma construtora.

“Estamos pedindo uma solução para seguir com o clero no bairro”, disse o pastor, o reverendo Joshua Blair, cuja igreja ainda tem seu telhado original e janelas de painel único. “Nós acreditamos que o mesmo Deus que nos ajudou a permanecer aqui todo esse tempo tem um plano para o futuro”.

Confrontos no bairro
O choque entre igreja e imóveis gera controvérsia, pois as construtoras têm entrado em confronto com moradores e preservacionistas. Na Igreja Cristã Park Avenue, no bairro Upper East Side, a Extell Development Co. está redesenhando os planos para uma torre de condomínio no terreno próximo à propriedade depois que um desenho inicial atraiu opositores. O edifício proposto seria erguido no entorno da torre da igreja, bloqueando a luz solar no prédio centenário, cujo modelo foi inspirado na La Sainte-Chapelle, em Paris.

A Comissão de Preservação de Marcos Históricos da cidade de Nova York, que está estudando uma designação histórica para o bairro, precisa aprovar um novo plano de construção, disse George Artz, porta-voz da igreja.

“Há um sentimento de que esses edifícios, por si só, são sagrados, de que as quatro paredes são o clero”, disse Ballard. “É preciso realmente dar-se conta de que eles são feitos de tijolo e cimento e que devemos usá-los para cumprir nossa missão”.

Fonte: Exame.com

Pastor diz que mulheres devem ficar em silêncio na igreja


O pastor Steven L. Anderson causou polêmica ao dizer que as mulheres devem ficar em silêncio na igreja e não devem nem mesmo “dizer amém” durante os cultos.

O pastor Steven L. Anderson disse que as mulheres devem ficar em silêncio na igreja e não devem nem mesmo “dizer amém” durante os cultos. A opinião polêmica rendeu discussões nas redes sociais e colocou o líder evangélico na mira das críticas.

Dirigente da Igreja Batista Palavra Fiel, na cidade de Tempe, Arizona (EUA), Steven L. Anderson virou assunto no mundo inteiro depois que o vídeo do culto do último domingo, 23 de março foi parar no YouTube.

Usando a passagem de 1 Timóteo 2:11, o pastor decidiu que era hora de calar as mulheres: “A mulher aprenda em silêncio com toda a submissão”, disse o pastor, completando: “Mas eu não permito que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o homem”. Na sequência, o pastor leu o capítulo 14 de 1 Coríntios: “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas, pois não lhes é permitido falar”.

Ignorando o contexto, o pastor afirmou que “quando é tempo de aprendizagem, é hora de silêncio”, mas disse que é permitido às mulheres conversarem antes dos cultos e cantar os hinos no momento dos louvores.

O pastor ainda acrescenta que está fora de questão permitir às mulheres a palavra durante o culto, mesmo que para fazer perguntas, expressar alegria ou dizer “amém”. “Em primeiro lugar, não é para uma mulher estar fazendo a pregação. E em segundo lugar, não é para as mulheres ficarem falando. Mesmo se elas tiverem uma pergunta, não devem fazê-la na igreja. Em segundo lugar, mesmo que elas queiram fazer perguntas a seu marido, eles devem esperar até chegar em casa”.

O reverendo Jim Burklo, da Associação da Vida Religiosa na Universidade do Sul da Califórnia, afirmou Huffington Post que é importante abordar essas passagens bíblicas para evitar interpretações equivocadas: “Se você está preso na questão das mulheres em silêncio na igreja, [deve praticar também o] apedrejamento até a morte dos homossexuais, etc. Ninguém, nem mesmo o reverendo Steven Anderson, pode eventualmente seguir todas essas prescrições”.

A maioria dos comentários no vídeo é de perplexidade com a proibição que o pastor impôs sobre os fiéis de sua igreja: “Eu não posso acreditar que tantas pessoas acham na Bíblia uma pregação tão ofensiva. Deus te abençoe Pastor Anderson”, ironizou.

Outro internauta preferiu ignorar a interpretação do pastor: “Não há necessidade de ficar chateado por isso. Apenas deixe este homem ter seu próprio pequeno grupo, onde ele pode ser contra as mulheres… e judeus e outros cristãos… e outras Bíblias… e, bem, quem pensa de forma diferente do que ele. Deve ser divertido, no reino de dele”.



Fonte: O Nortão

Big Bang apoia criação bíblica, junto com a descoberta de onda gravitacional


Para cientistas cristãos, a descoberta da "onda gravitacional", localizado no polo sul, confirma o relato bíblico da criação, ao amparar a teoria do "Big Bang".

Alguns cristãos especialistas em ciências acreditam que a descoberta da "onda gravitacional", anunciada no início dessa semana, por cientistas que trabalham no telescópio BICEP2 (Imagiologia de Fundo de Polarizão Cósmica Extragalática 2) localizado no polo sul, confirma o relato bíblico da criação, ao amparar a teoria do "Big Bang".

"A Bíblia foi a primeira a prever a cosmologia do Big Bang", de acordo com Hugh Ross, presidente e fundador do Reasons to Believe, uma organização de criacionismo de Terra antiga que acredita que cristianismo e ciência são complementares.

Em uma entrevista ao Christian Post (CP) no último dia 18 de março, Ross explicou que a detecção de ondas gravitacionais resultantes da rápida expansão do universo, teoria denominada como "inflação", mostra que, "quando o universo tinha um trilionésimo de trilionésimo de segundo de idade, ele dilatou mais rápido que a velocidade da luz.

Essas ondas gravitacionais são um tipo específico de flutuação quântica - pequenas ondulações no tecido do espaço-tempo – que mostram quão rápido a luz se espalhou e o universo aumentou.

As ondas parecem sugerir que o universo se expandiu a uma velocidade maior do que a velocidade da luz por uma fração de segundo, um fato que Ross afirma ser essencial para a formação da vida humana.

"Se o universo é termodinamicamente conectado, ele não tem a homogeneidade e uniformidade necessária para a vida ser concebível", disse Ross.

Ele segue explicando que se o universo é muito velho ou se esfria muito rápido, as estrelas necessárias para se ter formas de vida avançadas vão se esgotar, antes que a vida possa aparecer.

Ross argumenta que os seres humanos estão no "fim da linha", pois não vão demorar muito até que o sol se torne muito quente para qualquer tipo de vida na Terra". Ele completou dizendo que o universo inteiro é "hostil diante de formas de vida avançadas, exceto no planeta Terra", e mesmo a Terra seria hostil se o universo não tivesse se expandido dessa maneira.

Leslie Wickman, diretor do Centro de Pesquisa em Ciências da Azusa Pacific University, disse ao CP na terça que, "a evidência para o Big Bang, geralmente, nos diz que houve um início", e "se houve um início, pela simples lógica de causa e efeito, deve ter havido um agente desse início".

Wickman também acredita que a teoria do Big Bang concorda com a cosmovisão cristã.

"Uma das minhas paixões na vida é fazer as pessoas entenderem que não precisamos ter de escolher entre ciência ou fé. Você pode ser um bom cientista e um cristão fiel", acrescentou Wickman.

Stephen Meyer, diretor do Centro de Ciência e Cultura no Discovery Institute, e autor do best-seller "A dúvida de Darwin: A origem explosiva da vida animal e o caso para o design inteligente"(tradução livre), disse ao CP que ele também acredita que a "teoria do Big Bang dá suporte ao entendimento bíblico da criação".

"Se você olhar para a história científica, a teoria que persistiu antes do Big Bang foi a teoria do universo estático, que, se enquadra bem com a famosa frase de Carl Sagan que 'O universo é tudo que foi, tudo que é, e tudo que vai ser'", segundo Meyer. Ao sugerir um início concreto, o Big Bang aponta pra a criação, ao invés de um universo eterno, como proposto por Sagan e apresentado na sua nova série "The Cosmos".

Meyer ainda sugere que a recente evidência da chamada inflação corrobora com a descrição da escritura de um universo em expansão.

"Vemos repetidamente no Velho Testamento, tanto nos Profetas quanto nos Salmos, que Deus está espalhando ou ainda, estendeu os céus", afirma. Ele ressalta que existem "pelo menos uma dúzia de referências" a essa ideia na Escritura.

"O Espaço expandiu rapidamente, e essa é uma evidência adicional apoiando a ideia da inflação", disse ele, referindo-se ao estudo.

Nem todos os cristãos que praticam ciência, no entanto, acreditam que o Big Bang suporta o relato bíblico da criação.

Danny Faulkner, professor de astronomia no Creation Museum, e que possui um pHD na área, disse ao CP que "Meu problema com o Big Bang é que ele não é bíblico".

Ele pensa em uma interpretação literal, com dias de 24 horas de Genesis 1, e afirma que o universo tem apenas 6.000 anos, enquanto o modelo do Big Bang estima uma idade para o universo de aproximadamente 13,8 bilhões de anos.

"Na Bíblia, vemos que a Terra estava lá desde o início, as estrelas vieram depois", disse ele.

Ele também sugere que os cristãos não deveriam tentar misturar a cosmovisão bíblica com descobertas científicas, pois a ciência muda frequentemente.

"Quando só cristãos tentam incorporar o pensamento cristão nas teorias vigentes, o paradigma muda e traz descrédito a Palavra", observa.

Faulkner mencionou a Revolução de Copérnico, a descoberta científica de que a Terra gira em torno do Sol, como um exemplo do que acontece quando os cristãos tentam incorporar ciência na leitura da Escritura. Quando Galileu desafiou a ideia de que o Sol gira em torno da Terra, a cristandade pareceu tola por acreditar no contrário.

"O problema é que as pessoas estão tentando interpretar a Bíblia em termos do entendimento humano da cosmologia, ao invés de fazer ao contrário", explicou Falkner.

Ele ainda aponta que a descoberta das ondas gravitationais pode ser resultado da necessidade da inflação para o modelo do Big Bang.

"Se a inflação não ocorreu, então o modelo do Big Bang está em grandes apuros", então existe uma pressa no julgamento dessa questão para muitas pessoas". Faulkner leu o relatório, e conta que "eles estão basicamente argumentando que 'achamos que encontramos isso', o que não é a mesma coisa que dizer que nós definitivamente encontramos".

Os experimentos, ele notou, eliminaram uma hipótese contra o modelo da inflação que não prova que a inflação aconteceu.

Em resposta, Meyer declarou que entende a nota de aviso, mas acrescentou que "A defesa de um universo finito vem crescendo e crescendo desde o início do século 20". Ele também indica que "é realmente estranho para pessoas com uma perspectiva Criacionista negar uma teoria que diz que o universo veio do nada".

Ross também citou a Escritura para argumentar contra a visão literal de seis dias de 24 horas, mencionando Hebreus 4, João 5 e o Salmo 95 para suportar a sua ideia de que a humanidade está vivendo no sétimo dia da criação.

De acordo com Genesis 1, Deus fez o Homem, macho e fêmea, no sexto dia. Ross acredita que isso significa que o dia sexto foi um longo período de tempo porque, Genesis 2 narra que Adão cuidou do jardim, deu nome aos animais e percebeu que estava sozinho antes de Deus criar Eva.

Meyer também aponta que três grandes descobertas cientificas no último século sustentam a narrativa bíblica para a criação: O Big Bang, que diz "o universo teve um começo", o "ajuste fino do princípio antrópico", que afirma que as regras da matéria funcionam de maneira mais adequada para a vida humana, e das propriedades de condução de informação do DNA, que evidencia que os elementos da base da vida têm algum tipo de conhecimento.

E ele também comentou em seu artigo " A volta da hipótese de Des" (tradução livre) no qual ele explica que somente o teísmo, e não o deísmo, panteísmo ou materialismo podem explicar essas novas descobertas.

Meyer reiterou sua crença, de que os cristãos devem usar seu melhor conhecimento científico e seu melhor entendimento da Bíblia para reconciliar os dois.

Fonte: The Christian Post

Visão Mundial anuncia apoio ao casamento gay, sofre críticas e recua após fuga de doadores


A Visão Mundial, uma das instituições cristãs de ação social mais influentes e reconhecidas no mundo, se tornou o centro da discussão sobre o casamento gay por admitir que homossexuais casados em seu quadro de funcionários.

O anúncio da divisão norte-americana da Visão Mundial que aceitaria que cristãos homossexuais casados poderiam trabalhar em suas ações levantou discussões acaloradas.

As declarações de Richard Stearns, presidente da ONG nos Estados Unidos, foram dadas à revista Cristianismo Hoje. O executivo disse que embora a entidade não “aprove o casamento entre pessoas do mesmos sexo, optou-se por deixar esta questão sob a autoridade de cada igreja, e assim, a escolha era não excluir uma pessoa da oportunidade de trabalhar na Visão Mundial”.

Open in new windowStearns acrescentou ainda que a proposta da Visão Mundial era que a ONG fosse um canal de inspiração para a “unidade cristã”, e a aceitação de homossexuais casados em seu quadro de funcionários era “simbólica, ou seja, sem compromisso com esta posição, e em favor da unidade [cristã]”.

Porém, a repercussão negativa da decisão obrigou a Visão Mundial a recuar de sua postura, e emitir um comunicado informando que a postura havia sido revertida.

“O conselho reconheceu que cometeu um erro e optou por reverter a decisão para a nossa política de conduta de longa data que requer abstinência sexual para todos os funcionários solteiros e fidelidade dentro do pacto bíblico do casamento entre um homem e uma mulher “, dizia o documento assinado por Stearns.

O presidente da Visão Mundial expressou ainda uma crença na “visão bíblica do casamento” e se desculpou pela confusão a decisão inicial causado, lembrando que a entidade se pautou pela proposta de tratar a todos com respeito, independentemente de sua opção sexual, pois todas as pessoas foram “criadas por Deus”.

A motivação para a mudança de postura sobre a decisão pode ter sido motivada pela enxurrada de ligações de patrocinadores da entidade informando que deixariam de contribuir com as ações da ONG. Estimando que as perdas fossem milionárias – já que cada doador cadastrado contribui com US$ 35 mensais – o Conselho da entidade resolveu voltar atrás.

Fonte: Gospel+

Egípcio quer processar Israel por causa das pragas de Moisés

Um ativista egípcio causou grande polêmica ao assinar sua coluna no jornal Al-Yawm Al-Sabi. O escritor Ahmad al-Gamal vai contra séculos de tradição dos muçulmanos e não nega a veracidade dos registros bíblicos sobre a libertação dos judeus com grande sinais feitos por Deus.
Pelo contrário, ele pede que sua nação processe o Estado de Israel, pedindo compensação pelas consequências das 10 pragas bíblicas. “Queremos ser compensados pelas pragas que foram infligidas sobre nós como resultado das maldições que antepassados dos judeus lançaram sobre os nossos antepassados. Eles não mereciam pagar pelo erro do governante do Egito na época, o Faraó”, afirmou ele.
Piada para alguns, o assunto gerou controvérsia entre aqueles que levaram o argumento a sério. O Egito passa por uma grave crise econômica e política, enquanto o vizinho Israel tem a democracia mais sólida do Oriente Médio e desfruta de estabilidade econômica há anos.
“O que está escrito na Torá prova que foi o faraó quem oprimiu os filhos de Israel, não o povo egípcio. [Mas] eles infligiram sobre nós a praga de gafanhotos, que não deixou nada para trás, a praga que impediu que as águas do Nilo pudessem ser bebida por um longo tempo, a praga da escuridão que manteve o país nas trevas”, justifica.
Também acredita que o material que os judeus saquearam o país quando saíram do Egito “Nós queremos uma compensação também por todo aquele ouro, prata, cobre, pedras preciosas, tecidos, couros e madeira, peles de animais e outros materiais que os judeus usavam em seus rituais”, numa referência ao que seria posteriormente usado para a construção do Tabernáculo no deserto.
O fato de al-Gamal, sendo muçulmano, citar o Velho Testamento irritou muitos religiosos radicais. Contudo, ele insiste que o governo use “todas as medidas da lei” para exigir compensação. Se necessário, sugere, inclusive em fóruns internacionais.
Entre os damos a seres cobertos por esse processo, estariam os danos à “psique egípcia”, não apenas causada por judeus, mas também acredita que foi infligida no país pela Turquia, que invadiu o Egito durante o Império Otomano, a França durante a invasão de Napoleão e por fim a Grã-Bretanha, que ocupou a nação durante 72 anos.   Com informações WND

O BODE E O JEGUE E A POMBA .

É engraçado quando em meio as ministrações usamos figuras de aminais para ilustrações . Nos deparamos com as vidas sentadas na cade...