O SHEMITÁ E O JULGAMENTO DO DINHEIRO


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O SHEMITÁ E O JULGAMENTO DO DINHEIRO

Estudiosos, sábios e rabinos estão prevendo para o dia 13 de setembro de 2015 uma grande desgraça na economia mundial, que levará a uma crise sem precedentes na história. Um conceituado escritor rabino, chamado Jonatan Kan, escreveu um livro onde ele prova que a cada sete anos acontece uma crise, um julgamento. Um dos exemplos que ele cita é o eclipse solar que ocorreu no dia 12 de setembro de 1931. Dois dias depois, a Inglaterra entrou em uma crise. No dia 23 de setembro de 1987, ocorreu a maior queda na história da bolsa de Wall Street . Esses são apenas alguns dentre outros tantos acontecimentos que ele relembra e que possuem algo em comum: todos ocorreram no final do Shemita.
Isso justifica o motivo de as atenções de todo o mundo estar voltadas para o próximo dia 13. Haverá mais um eclipse e os estudiosos preveem catástrofes, principalmente na área financeira. A recomendação é que todos armazenem comida e coisas de sua necessidade para enfrentarem a grande crise que está por vir nos próximos dias.
O julgamento do dinheiro.
Os estudiosos reconhecem que esses sinais, acontecendo sempre em um mesmo período, não podem ser apenas mera coincidência. Até quem nunca seguiu ou creu em Jesus, agora está falando do Shemitá em todo o mundo e seus olhos estão direcionados para a Bíblia Sagrada, ao alerta que Deus faz ao planeta. Um desses avisos se encontra no livro de Apocalipse, onde o profeta afirma que nos fins dos tempos, quando os cavaleiros do Apocalipse forem soltos, o mundo vai viver a sua maior crise.
E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.
Apocalipse 6:6
O dinheiro será julgado por Deus e vai perder o seu valor. Isso já aconteceu na Alemanha, durante a segunda guerra mundial, quando houve uma desvalorização tão grande da moeda que era preciso um carrinho de mão cheio de dinheiro para comprar um pedaço de pão. A crise fez com que o dinheiro se desvalorizasse e isso está prestes a se repetir.
Jesus disse que ninguém pode servir a dois senhores, pois não tem como agradar a ambos.
Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. 
Mateus 6:24
Observe que Jesus se refere ao dinheiro como um senhor que é seu rival, mesmo sendo Ele o Senhor dos senhores. Esse rival perigoso chamado Mamom, é um demônio capaz de controlar a situação financeira e quem se deixa ser dominado por ele. Ele decide quem ganha mais e quem ganha menos e aprisiona as pessoas em um sistema mundial incapaz de ser driblado. Todas as pessoas são obrigadas a encontrar emprego, trabalhar, pagar suas contas, sustentar o lar… Assim, é preciso se envolver no mercado e se tornar escravo disso. O dinheiro passa a ser adorado como um deus tão importante que ninguém mais consegue viver sem ele.
Os profetas vem anunciando há um certo tempo que, por causa disso, Deus iria julgar o dinheiro e fazer com ele perdesse o seu valor, para que todos reconheçam o verdadeiro valor de Cristo. Ele já fez isso nos fins dos Shemitás, que se repete de sete em sete anos. De acordo com o livro de Levítico, ninguém poderia trabalhar e o dinheiro deixava de ser importante, pois as pessoas passariam a viver compartilhando, ajudando uns aos outros e dependendo só de Deus para se alimentarem.
Depois do ano sétimo, a cada quarenta e nove anos, vem o oitavo ano que era o Jubileu e nesse período também ninguém podia trabalhar. Toda a provisão seria preparada antecipadamente pelo Senhor como está escrito:
Então eu mandarei a minha bênção sobre vós no sexto ano, para que dê fruto por três anos,
E no oitavo ano semeareis, e comereis da colheita velha até ao ano nono; até que venha a nova colheita, comereis a velha.
Levítico 25:21,22
Deus promete uma bênção triplicada para aquele ano e destrona Mamon. Deus quer mostrar ao seu povo que ele não tem que ser prisioneiro do dinheiro e mesmo sem ele, são capazes de prosperar.
Existem outras passagens tremendas na Bíblia, mostrando o julgamento do dinheiro. Como os hebreus trabalharam por quatrocentos e trinta anos como escravos no Egito e quando eles foram libertos, saíram extremamente ricos? Mais uma vez Mamon estava sendo julgado. Nesse julgamento o Egito passou a maior crise financeira da humanidade e o povo de Deus passou a experimentar a maior abundância dos últimos tempos, saindo da terra da escravidão com as mãos cheias.
Fizeram, pois, os filhos de Israel conforme à palavra de Moisés, e pediram aos egípcios jóias de prata, e jóias de ouro, e roupas. E o Senhor deu ao povo graça aos olhos dos egípcios, e estes lhe davam o que pediam; e despojaram aos egípcios. Assim partiram os filhos de Israel de Ramessés para Sucote, cerca de seiscentos mil a pé, somente de homens, sem contar os meninos. E subiu também com eles muita mistura de gente, e ovelhas, e bois, uma grande quantidade de gado.
Êxodo 12: 35-38
Na mesma noite em que Deus matou os primogênitos do Egito, houve um julgamento das riquezas. A fome assolou o Egito, mas o povo escolhido saiu com as mãos cheias. Até hoje, quando os judeus comemoram a páscoa, eles dizem que Deus julga um demônio da morte e quando Deus julga um principado, aquela nação que ele controla é derrotada e humilhada, mas o povo de Deus é vencedor capaz de sair com a riqueza do perdedor, que são os despojos.
A oferta do cordeiro
A oferta do cordeiro é lembrada em Israel todo dia 10 do sétimo mês, que é o dia da expiação. Eles separam um cordeiro em memória à ordem que Deus deu ao seu povo através de Moisés.
Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família.Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho.
Êxodo 12:3,4
No dia 14 eles apresentam a oferta do cordeiro e quando isso acontece, toca-se o shofar. O principado é julgado e lançado por terra.
Neste momento é importante estar em dia com seus dízimos e ofertas pois os infiéis serão julgados e os fiéis serão abençoados.
É por isso que quando ofertamos, dizimamos ou honramos a Deus com as nossas primícias estamos permitindo que Deus julgue esse demônio em nossas vidas e ele passa a não ter mais poder sobre nós.
O próximo dia 13 de setembro, coincide com essas mesmas datas. Mas já sabemos que Deus irá honrar o povo dele e desonrar os inimigos. Em apocalipse 6:6 vimos que o vinho e o azeite não são danificados. O vinho se refere aos nascidos de novo e o azeite representa a unção. Nessa época, todos os ungidos serão protegidos da crise. E eu profetizo que será assim: o povo de Deus vai enriquecer durante a crise e apesar da crise.
Assim, estamos em Israel nos próximos dias, para fazer um ato profético, levando cordeiros como ofertas ao Senhor, para provocar a queda do inimigo, o juízo contra Mamon e a vitória completa que é a saída do Egito e a nossa vitória financeira.
Hoje eu estou em Jerusalém para orar por nosso povo e fazer nossa parte para ao invés de Juízo pedir à Deus sua misericórdia e sua benção para o próximo ano. É meu dever como sacerdote, intercessor e profeta apresentar a Deus nossos pedidos, nossas ofertas e depois “Profetizar” um ano novo cheio de bençãos para nosso povo.
É isso que vamos fazer hoje e amanhã. Estou orando neste momento que são 4:00 horas em Israel e no Brasil é 22:00. Convido você para estar em consagração nestes próximos três dias proféticos:
Apresente seus pedidos sua oferta depois interceda, Adore e profetize um ano de Jubileu em sua vida em Nome de Jesus.
Mais informações:
WhatsApp (55)99748874

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