domingo, 28 de novembro de 2010

Um casamento em meio à guerra: 'Me vesti de coragem por um sonho' A jovem M. dribla a violência e se casa apenas quatro horas depois da chegada ao Complexo do Alemão de cerca de 200 traficantes expulsos da Vila Cruzeiro




Foto: Arquivo pessoal
Moradores do Complexo do Alemão, zona norte do Rio, os jovens M. e R. se casam em meio ao conflito na noite de quinta-feira (25)
A violência que dominou o Rio de Janeiro nos últimos seis dias destruiu carros, ônibus, vans, alterou o cotidiano de cidadãos cariocas e levou o pânico para muitos pontos da cidade. Os confrontos e atentados, no entanto, não tiveram força suficiente para destruir um sonho. Nem mesmo para quem se encontrava no olho do furacão: o Complexo do Alemão, zona norte do Rio. Lá mora a jovem M., 26 anos, que na quinta-feira (25) esperava o fim dos tiros de traficantes para viver um grande momento: era noite de seu casamento. E por mais improvável que o intento parecesse ela conseguiu.
 “Achei por um momento que não fosse conseguir sair de casa, por causa dos tiros e confusão”, conta ao iG. “Mas já estava tudo marcado, pago, programado. Brinco que não apenas me vesti de noiva, mas me vesti de coragem para realizar um sonho”, completa M., que mora no Complexo do Alemão desde que nasceu e escolheu uma igreja evangélica bem na região do conflito para realizar a cerimônia religiosa.
"Eu estava muito triste em casa, com cabelo arrumado, quase pronta, com medo por causa do tiroteio e a confusão que a gente acompanhava pela TV. Cheguei a achar que não ia ser possível. A família começou a ligar dizendo que já estava indo para a igreja. Isso me animou bastante. Tendo a família e o noivo já dá para fazer a festa, não é?”, contou uma empolgada ex-noiva, agora esposa de R., 22 anos, por telefone.


O casal, que pediu para não ter os nomes revelados, está junto há dois anos e meio. E ambos planejavam a celebração do casamento há mais de um ano. As operações da polícia na Vila Cruzeiro e a consequente fuga dos traficantes para o Complexo do Alemão, morro vizinho, tornou a região onde moram um dos locais mais perigosos do Rio. A troca de tiros começou a ser ouvida perto da casa de M. no começo da tarde e a situação foi piorando ao longo do dia, com a queima de carros e pneus. “Nasci na comunidade e já vi de tudo por aqui, mas nada parecido”, disse a noiva, antes de saber qual seria o seu destino.
A noite chegou e embora a paz não tenha reinado nas ruas da favela, um aparente armistício garantiu a movimentação da noiva e de seus convidados até a igreja. “Atrasei mais de uma hora, mas estavam todos lá: noivo, pastor, padrinho, famílias e alguns amigos", disse a noiva, revelando que das 270 pessoas convidadas, cerca de 90 compareceram. "Depois fomos para um salão de festas que não era naquela região”, conta M, na manhã depois do seu grande dia. “Teve até música, só não pudemos passar da meia noite, porque as ruas estavam desertas. Foi uma festa curtinha, mas a violência não acabou com meu sonho”.
 

Foto: Arquivo Pessoal
Dos 270 convidados para a cerimônia religiosa na igreja evangélica, cerca de 90 pessoas driblaram a violência e marcaram presença no enlace.

Bia Amorim, iG Rio de Janeiro

ISSO É CIDADE MARAVILHOSA ? RIO DE JANEIRO EM GUERRA CONTRA TRAFICANTES.

 
FOTOS AP
 

A GUERRA NO RIO DE JANEIRO

Até  que fim o governo Brasileiro e o governo do Rio de Janeiro tomaram vergonha na cara e partiram para a guerra contra esses bandidos que assolavam o estado do Rio de Janeiro.
Víamos todos os dias noticias de barbáries que aconteciam , e parecia que os governantes dormiam um sono de bela adormecida diante de tão brutais acontecimentos.
Agora , só nos resta saber se essas operações são apenas para gringo ver ou se vai se dar prosseguimento as mesmas .
Será que somente o Rio de Janeiro terá esse apoio , ou realmente o governo Brasileiro tomou vergonha na cara e a partir desse momento vai disponibilizar mais segurança para o seu povo , melhorar o policiamento nas fronteiras , combater de frente o trafico de armas e drogas.
Nós estamos assistindo um filme cruel , vendo pessoas humildes e tantas outras que perderam suas vidas por descaso desses nossos governantes , que pensaram apenas nos seus bolsos e deixaram de lado o povo , desprovido sequer de segurança para viver.

E o pior de tudo , é que diante desses fatos , nosso querido povo brasileiro ainda não aprenderam que podem cobrar seus governantes , veja na França, quando o governo pisa na bola eles param tudo , até que o governo se vê pressionado a fazer algo para ajudar o povo.
Mas nosso povo vai aprender e colocar em pratica seus direitos constitucionais.

Roberto Torrecilhas.
Gritos de Alerta.

Ex-Escritora de Romances Vampirescos: Não Há Descanso, Nem Paz Sem Deus , Anne Rice, autora de Entrevista com o Vampiro (Interview With the Vampire), testifica sobre o seu retorno para Cristo.

anne-ricePor 38 anos, Rice foi uma “atéia assombrada por Cristo," ela afirma em um vídeo publicado recentemente "I Am Second". Seus romances vampirescos eram a reflexão de sua luta interna ao viver num mundo sem Deus que ela criou.
O vampiro, diz ela, é a metáfora para o marginal e a pessoa que se sente separado de Deus.
Rice alcançou a fama e a riqueza através de seus romances vampirescos, mas ela estava cada vez mais insatisfeita internamente com "o mundo em que a salvação não era uma possibilidade," compartilhou.
"E a razão para a insatisfação era simples: eu realmente acreditava em Deus," ela afirma no vídeo. Eu não só acreditava nele, mas também o amava, e não estava admitindo isto."
Rice foi criada em um lar católico quando criança, mas rejeitou sua fé quando fez 18 anos, com intuito de obter liberdade e buscar conhecimento.
"Eu achava que haviam tantas coisas proibidas para mim por ser Cristã... Eu sentia uma necessidade desesperadora de ser livre,” ela relembra.
No vídeo "I am Second", Rice disse que ela foi relembrada repetidamente novamente e novamente "que enquanto você estiver negando Deus, não provará de nenhum descanso. Você não provará de nenhuma paz."
"Você não pode se salvar através da arte. Você não pode se salvar através da música •. Você não pode fazê-lo viajando. Você não pode fazê-lo através da riqueza. "Todas as suas tentativas de se salvar e de transcender através de outros meios irão falhar mais cedo ou mais tarde. Você se salva ou Deus te salva, quando você se volta para ele."
Após quase quatro décadas negando Deus, Rice afirmou que ela finalmente estava pronta para se entregar a Ele. Ela retornou a Igreja Católica em 1998.
"Eu deixei de lado as dúvidas," ela comentou. "Imperfeitamente e arrependida, eu retornei."
E voltar para Deus mudou tudo na vida dela. Em primeiro lugar, ela sente que não pode mais trabalhar com a metáfora do vampiro.
"Eu não sou mais uma pessoa em um mundo sem Deus, bem longe disso," ela comenta.
No momento, Rice dedica seu tempo escrevendo livros que são "diretamente para Deus e dedicados a Jesus Cristo."
"Eu mudei e eu tinha que fazer isso," ela afirma com determinação. "Eu tinha que escrever para Ele."
Seus livros cristãos incluem Cristo, O Senhor: A Saída do Egito; Cristo, O Senhor: O Caminho para Canã; e Angel Time: The Songs of the Seraphin.
Rice é a mais recente celebridade a propiciar uma testemunha em vídeo no "I Am Second," um movimento que procura exaltar Cristo ao declarar que Ele vem em primeiro e nós vimos em segundo.
Outras celebridades que propiciaram testemunhas incluem o ex-treinador do NFL Indianopolis Colts, Tony Dungy; o ex-guitarrista/co-fundador da banda de metal Korn, Brian "Head" Welch; e o defensor externo da liga principal de baseball do Texas Rangers, Josh Hamilton.
E3 Partners Ministry lançou uma campanha de alcance popular em 2 de dezembro de 2008, na área Dallas-Fort Worth. A campanha foi inicialmente destinada a atingir somente aqueles no norte do Texas, mas assim que o website foi lançado, rapidamente se tornou viral. Até agora, a campanha recebeu mais de dois milhões de visitas para seu website, provindas de mais de 211 países.

Na Web: www.iamsecond.com

O FIM DO MUNDO , POLICIAL DA TROPA DE ELITE DA POLICIA DO ESTADO DE SÃO PAULO SEQUESTRA E MATA JORNALISTA .

O policial militar confessou que matou uma jornalista, de 21 anos, porque ela teria reagido depois de ter sido sequestrada. E mesmo depois do assassinato, ele ainda tentou - por seis vezes - receber o resgate. Integrante de grupo de elite da Polícia Militar, o Gate, por cerca de 10 anos, ele também confessou que sequestrou a jovem no dia 11 de novembro.
O estacionamento de um shopping na Zona Oeste de São Paulo foi o local onde, segundo a polícia, a jornalista foi vista pela última vez. Ela manobrava o carro para sair quando ocorreu o sequestro. Naquela mesma noite, a família recebeu uma ligação exigindo resgate.
Os pais da jovem e o noivo acionaram a polícia. O policial só fazia contato de orelhão e cada dia de um lugar diferente. Até que acabou surpreendido, nove dias depois, quando falava de um telefone público na Zona Norte.

A equipe da Divisão Antisequestro da Polícia Civil levou um susto quando se deu conta de quem era o criminoso preso em flagrante: um policial militar do Gate, a tropa de elite da PM de São Paulo. O homem que exigia dinheiro da familia da jornalista já recebeu treinamento especial para libertar vítimas de cativeiro. É um cabo da PM, que atua no Gate há mais de dez anos.
Ele tentou fugir a pé e depois de carro. Trocou tiros com os policiais da Antisequestro. Foi baleado nas costas e acabou preso. Ele está internado em um hospital da Polícia Militar. Com ele, foram encontrados o celular e documentos da vítima. Mas nada do PM entregar o paradeiro dela.

Na tarde deste sábado, a Divisão Antisequestro investigou denúncias de cativeiro. E confirmou ter encontrado o corpo da jornalista nas margens de uma estrada, que dá acesso à Baixada Santista.



Do G1 SP, com informações do Jornal Nacional

Blair, católico convertido, e Christopher Hitchens, “novo ateu”, discutem religião

De um lado um católico convertido, a defender a visão de que a fé é uma força do bem, e do outro um dos maiores adeptos do “novo ateísmo”, para quem as confissões religiosas são a “principal fonte do ódio”: o antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair e o jornalista norte-americano Christopher Hitchens vão discutir a religião esta noite, num debate transmitido na Internet em directo a partir do Roy Thomson Hall, em Toronto, no Canadá.
A “aquecer” para o debate, Blair reiterou que “o bem que é feito pelas pessoas de fé por todo o mundo, movidas pela sua religião, não pode ser subestimado e jamais ignorado”. A fé, sustenta, “pode e deve ser uma força de progresso” – uma visão com a qual meio mundo concorda, de acordo com uma sondagem, conduzida em 23 países, para os organizadores do debate, a Munk Debates.
Perto de 48 por cento dos quase 18.200 inquiridos pela empresa de sondagens Ipsos em Setembro passado aderiram à ideia de que “a religião fornece os valores e fundamentos éticos que diferentes sociedades precisam para prosperar no século XXI”. O impacto positivo da religião é sentido particularmente forte no Médio Oriente e África (perto dos 70 por cento) e muito menos nos países ricos, com a principal excepção aqui nos Estados Unidos, onde 65 por cento das pessoas partilham uma visão positiva da religião.
A Europa aparece como o bloco menos crente, onde pouco mais de 30 por cento das pessoas partilham a opinião de um impacto positivo da religião; antes, mais de 65 por cento julgam ter um impacto negativo.
Na globalidade dos inquiridos, 52 por cento disseram que “as crenças religiosas promovem a intolerância, exacerbam divisões étnicas e impedem o progresso social tanto nas nações desenvolvidas como nas em desenvolvimento” – constituem, enfim, aquilo que o jornalista e escritor Hitchens, defendeu no livro “God is not Great” (de 2007), como “principal fonte do ódio”.
Hitchens descreve o cristianismo, judaísmo e islão como “o verdadeiro eixo do mal” (alargou o conceito, em God is not Great”, a todas as religiões incluindo mesmo o hinduísmo e os novos-pagãos, raramente criticados pelos secularistas ocidentais).

Sem arrependimentos
O jornalista norte-americano tem mantido inalterada esta posição ao longo de vários anos de livros, ensaios, artigos e entrevistas, mesmo após lhe ter sido recentemente diagnosticado um cancro no esófago – facto que muitos dos seus críticos crêem que irá acabar por o fazer retractar-se do “novo ateísmo” que advoga. A estes Hitchens responde garantindo que “não tem arrependimentos”, tão pouco medo da morte, e que se sentirá “um pessoa cheia de sorte” se a doença lhe permitir viver ainda por cinco anos.
Nas declarações preparativas para o debate com Blair, o norte-americano deixou já algumas ferroadas, avaliando que é “bizarro” que o antigo primeiro-ministro britânico – que se tornou católico em 2007 – se tenha convertido “num dos períodos mais conservadores da Igreja católica, sob a tutela de um dos mais conservadores papas de sempre”.
Os bilhetes para assistir ao vivo debate no Roy Thomson Hall (2700 lugares em sala) esgotaram em poucas horas; mas o evento pode também ser visto em transmissão directa no website da Monk Debates (www.munkdebates.com/home.aspx) no sistema de pay-per-view.

Notícias Cristãs com informações do Publico


A POLIGAMIA DOS MORMONS

por João Flávio Martinez


Veja o que está escrito no apêndice do novo livro de mórmon edição de 1998:

“É licito o homem ter só uma esposa, a menos que o Senhor revele um mandamento em contrário (Livro de Mórmon - Jacó2: 27-30). Por revelação e sob a direção do profeta, que possuía as chaves do sacerdócio, o casamento plural foi praticado na época do Velho Testamento e nos primeiros tempos da Igreja restaurada (livro de Mórmon {apêndice} pág.35 – Ed.1998)”.

Alguns pesquisadores argumentam que Smith chegou a ter 48 esposas (Justus) e os líderes da Igreja Mórmon, imitando o seu mestre, também tiveram várias esposas, demonstrado o lado hipocondríaco desta teologia. Até hoje os mórmons tartamudeiam para falar sobre esse assunto e deixa em aberto tal possibilidade como é mostrado no texto acima. É impressionante como são tão obtusos e sem fundamento em sua teologia.

Em primeiro lugar, Deus nunca autorizou um casamento polígamo, Deus nunca elogiou ninguém que tenha praticado tais atos, mas apenas tolerou no V.T. até que a graça de Jesus Cristo e a sua perfeita vontade fossem reveladas. Hoje, o Novo Testamento nos deixa elucidados quanto ao assunto e a perfeita vontade de Deus para o casamento. No Velho Testamento é nos mostrado como foi pago o salário dos homens que cometeram a poligamia; Abraão, por ter aceitado a sua concubina como esposa, gerou para Israel um inimigo que vive até hoje, que são os esmaelitas – hoje na sua maioria de fé muçulmanos (Gn. 16). Jacó teve uma vida sofrida e de muitas rixas entre as suas esposas, penou muito e chegou a trabalhar de maneira escrava, os seus dias foram muito difíceis (Gn. 32-50). Sansão pagou com a própria vida por ter cometido a poligamia (Jz. 14-16). Davi foi duramente repreendido pelo profeta Natã por ter se envolvido com Bate-Seba e pagou o preço de perder quatro filhos e não ter podido construir o Templo para Deus (Leia o livro de Samuel, Reis e Crônicas). Salomão, um sábio homem de Deus, mas que por se envolver com a poligamia, chegou ao triste estado de cometer a idolatria (I Rs.11).

Pelos casos acima, podemos observar que Deus nunca aprovou e nem abençoou a poligamia, pelo contrário, o fruto da poligamia resultou em tragédias para os servos de Deus. O próprio Senhor Jesus disse “Pela dureza de vossos corações Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas não foi assim desde o princípio” (Mateus 19:8).

Vejam que o texto diz “carta de divórcio” (Mateus 19:7) e não poligamia, logo em seguida é acrescentado o propósito de Deus; “mas não foi assim desde o princípio”. Ou seja, no princípio Deus criou uma só esposa para Adão e não muitas esposas. Se a poligamia pudesse ser justificada em alguma ocasião, nada mais justificável se Deus tivesse feito várias “Evas” para Adão, pois o mundo precisava ser povoado, mas o que vemos é uma única esposa para Adão e qualquer impossibilidade da poligamia ser usada como um propósito divino como querem os mórmons. Certo missionário mórmon declarou-me o seguinte:“Deus permitiu a poligamia, no começo da Igreja Mórmon, por causa da perseguição. As mulheres ficavam sem maridos (pois eram mortos em conflitos) havendo assim a necessidade de serem esposas dos homens que estavam vivos – isso era independentemente de constituir poligamia ou não. O importante era deixar descendência.” Tal explicação chega a ser esdrúxula. Era muito mais fácil o Espírito de Deus convencer e converter mais pessoas do que mandar desobedecer a Palavra de Deus. Os apologistas do mormonismo argumentam arvorando essa linha de raciocínio para tentar de alguma maneira justificar a vida promíscua de seus líderes. A problemática é que isso não pode ser aceito pela cosmovisão neotestamentária.

J. Smith não foi um profeta. Não foi um homem de Deus, mas sim um, adultero, fornicário e amoral. A conduta que tiveram a liderança Mórmon no início desse movimento é injustificável aos parâmetros bíblicos e os desqualificam como chefes de uma denominação instituída por Jesus Cristo. A Bíblia declara e mostra as qualidades de um verdadeiro líder cristão:

“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar” I Tm. 3:2)

“Alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher” (Tit. 1:6)

“Mas, por causa da prostituição, tenha cada homem sua própria mulher (e não mulheres) e cada mulher seu próprio marido (e não maridos)” (I Cor. 7:2 – o parênteses é nosso para o maior esclarecimento)

De modo que, de acordo com a Bíblia, no que se refere a um verdadeiro sevo de Deus e líder cristão, Smith foi um homem que viveu muito longe de tal realidade. O texto de coríntios, o apóstolo Paulo, mostra e confirma com clareza a vontade de Deus. Ele diz; “cada homem tenha sua própria mulher” e não “suas mulheres” no plural, ou seja, o que passar de mais de uma esposa é considerado caso de prostituição.

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