sexta-feira, 17 de março de 2017

Embaixadora dos EUA exige que a ONU pare de atacar Israel

A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley fez duras críticas às Nações Unidas, depois que a Organização divulgou um relatório, no qual chamando Israel de uma nação racista e que promove o 'apartheid'.
Imagem redimensionadaO relatório tem a co-autoria do pesquisador Richard Falk, que é conhecido por acusar os Estados Unidos e Israel de serem "impérios coloniais". O relatório chama Israel de "um regime institucionalizado de opressão e dominação sistemática" e apela aos países para que tomem medidas contra Israel, por meio de boicotes e desinvestimentos.

Haley foi rápida em condenar as alegações de Falk, chamando seu texto de "propaganda anti-Israel".

"Os Estados Unidos estão com nosso aliado Israel e continuarão a se opor às ações tendenciosas e anti-Israel em todo o sistema da ONU e em todo o mundo", disse Haley.

Ela também pediu às Nações Unidas para tomar medidas contra o documento e retirar o estudo.

Um porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que seu representado não tem relação com o controvertido relatório. No entanto, a embaixadora Haley acredita que isto não é suficiente e pediu às Nações Unidas para retirarem completamente o relatório.

"Isto foi redigido por Richard Falk, um homem que repetidamente fez comentários tendenciosos e profundamente ofensivos sobre Israel e defendeu teorias de conspiração ridículas, incluindo algumas sobre os ataques terroristas de 11 de setembro. Isso é igualmente previsível", disse Haley. "O Secretariado das Nações Unidas teve razão em se afastar deste relatório, mas deve ir mais longe e retirar o relatório completamente".

O relatório chega em um momento no qual o governo Trump está reconsiderando seu papel em vários programas da ONU e assumindo uma postura pró-Israel mais ousada. O governo está analisando sua participação no Conselho dos Direitos Humanos, que emitiu numerosas resoluções contra Israel, ignorando abusos de direitos humanos em países como Arábia Saudita e Síria.

Fonte: Guia-me

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