quinta-feira, 17 de maio de 2012

O Espírito Santo e a Hermenêutica

Este curto artigo é uma tentativa preliminar na articulação do papel do Espírito Santo em relação à interpretação das Escrituras. Críticas e interações são bem-vindas. Deve-se lembrar, contudo, que estou dirigindo-me aos evangélicos. Aqueles com um padrão teológico diferente irão, tenho certeza, achar tantas críticas neste artigo, que eles não saberão por onde começar!



A relação do Espírito Santo com a hermenêutica é uma questão polêmica entre os evangélicos hoje. A nível popular, sempre houve um grande mal-entendido sobre o papel do Espírito. Muitos cristãos acreditam que se eles simplesmente orarem, o Espírito Santo lhes dará a interpretação apropriada. Outros não estão tão preocupados com a interpretação do texto; eles se contentam em ter um significado idiossincrático do texto (“o que este versículo significa para mim...”). Tudo isto é a doutrina do ‘sacerdócio de todos os santos’ correndo à solta indiscriminadamente. Embora cada um de nós seja responsável diante de Deus pelo entendimento e aplicação da mensagem bíblica, isto de modo algum significa que uma mistura de ignorância compartilhada ou uma mera aproximação piedosa às Escrituras satisfaça o mandato divino.
Surpreendentemente, há também uma crescente, e grande lacuna entre estudiosos conservadores. James De Young, por exemplo, recentemente disse que “quando se trata dos métodos eruditos de interpretação da Bíblia, o Espírito Santo pode até estar morto.”

1 Por que há tal polaridade?
Há pelo menos quatro razões:
(1) por causa da guinada em direção ao pós-modernismo (e assim, saindo do racionalismo e da lógica para a experiência como norma de interpretação),
 (2) por causa da falta de desejo em fazer-se estudos sérios, como David F. Wells assim expressou, (3) porque o pensamento evangélico de fato tem se alimentado demasiadamente no racionalismo,
 (4) porque o movimento evangélico está se deslocando em direção ao pós-conservadorismo, no qual a tolerância, ao invés de convicção, é o posicionamento adequado em muitas questões.

Algumas Questões Chaves

1. Qualquer ponto de vista evangélico do papel do Espírito Santo quanto a interpretação deve ser baseado no texto. O argumento fundamental sobre esta questão deve encarar as principais passagens.
2. Muitos comentários não-evangélicos (até não-cristãos) estão entre os melhores comentários disponíveis em termos de lucidez, discernimento, e entendimento do texto bíblico.
 Por outro lado, muitos comentários evangélicos estão entre os piores disponíveis.
Qualquer ponto de vista sobre a relação do Espírito Santo com a hermenêutica deve encarar com honestidade esta situação.
 O ponto para nós é este: entendimento pode ocorrer até mesmo entre os incrédulos.
3. É importante articular nossa posição de tal forma que reconheçamos o status revelador exclusivo das Escrituras.
 Isto é, não devemos dizer que o Espírito acrescenta mais revelação à Palavra escrita.
 Isto negaria a suficiência das Escrituras.
 Além do mais, esta posição dá uma interpretação não-falsificável, porque então a revelação acrescida do Espírito é accessível a mim apenas através de você.
Finalmente, esta posição se aproxima perigosamente da posição neo-ortodoxa de Barth, de que a Bíblia se torna a Palavra de Deus na experiência do indivíduo.
Podemos facilmente notar como, em tal cenário, a Bíblia pode ser empregada como diz o ditado “casa de mãe Joana,” ou seja, ela poderia significar qualquer coisa nas mãos daquele que a está manipulando.

Algumas Passagens Chaves

Uma passagem chave em uma interpretação teológica é conhecida como uma crux interpretum. Tal texto é um eixo, no qual o ponto de vista do indivíduo vai se apoiar. Entre os textos mor da cruces hermenêutica, há duas passagens: 1 Cor 2:12-14 e 1 João 2:20, 27. Eu não darei o tempo devido para tratar estas passagens com uma exegese detalhada, mas, destacarei os principais problemas e os discutirei com brevidade.

1 Cor 2:12-14

O texto em grego é o seguinte:
(12) hJmei' deV ouj toV pneu'ma tou' kovsmou ejlavbomen ajllaV toV pneu'ma toV ejk tou' qeou', i{na eijdw'men taV uJpoV tou' qeou' carisqevnta hJmi'n: (13) a} kaiV lalou'men oujk ejn didaktoi' ajnqrwpivnh sofiva lovgoi ajll∆ ejn didaktoi' pneuvmato, pneumatikoi' pneumatikaV sugkrivnonte. (14) yucikoV deV a[nqrwpo ouj devcetai taV tou' pneuvmato tou' qeou', mwriva gaVr aujtw'/ ejstin, kaiV ouj duvnatai gnw'nai, o{ti pneumatikw' ajnakrivnetai:
As traduções variam consideravelmente, especialmente no v. 13. Mas por razões de brevidade, as seguintes traduções podem ser consideradas como uma boa representação:

ARA: 12 Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente. 13 Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais. 14 Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

BJ 12Quanto a nós, não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que vem de Deus, a fim de que conheçamos os dons da graça de Deus. 13Desses dons não falamos segundo a linguagem ensinada pela sabedoria humana, mas segundo aquela que o Espírito ensina, exprimindo realidades espirituais em termos espirituais. 14O homem psíquico não aceita o que vem do Espírito de Deus. É loucura para ele; não pode compreender, pois isso deve ser julgado espiritualmente.

NVI: 12Nós, porém, não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito procedente de Deus, para que entendamos as coisas que Deus nos tem dado gratuitamente. 13Delas também falamos, não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo Espírito, interpretando verdades espirituais para os que são espirituais. 14O homem que não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente.
As questões chaves aqui são: (1) o significado da última clausula do v. 13 (viz., a importância dos dois adjetivos e a força lexical do particípio neste contexto); (2) no v. 14 (a) em qual sentido a pessoa natural não aceita as coisas do Espírito, e (b) se as duas cláusulas são paralelas ou apositivas.
Desenrolando estas questões um pouco, eis aqui algumas tentativas de conclusão:
(1) versículo 13 significa, ou que Paulo e seus companheiros interpretam coisas espirituais para pessoas espirituais, ou alguma outra coisa (há uma variedade de opções aqui). Contudo, um ponto chave a ser feito é este: ninguém deve usar tal texto oblíquo como texto fundamental de prova para qualquer ponto de vista. Busque passagens mais claras para provar o seu ponto. (Pelo menos, podemos dizer que a tradução da Bíblia de Jerusalém está provavelmente incorreta, baseado no campo lexical sugerido por BAGD.)
(2) No versículo 14: (a) a pessoa natural não aceita as verdades espirituais. O verbo de,comai fundamentalmente traz esta noção. Ele está mais explicitamente amarrado à vontade do que está o verbo lamba,nw. Assim, a pessoa natural tem um problema volitivo, quando se trata do evangelho.
(b) Se as duas cláusulas são apositivas, então a pessoa natural não acolhe as verdades espirituais e por causa disto, não pode completamente apreendê-las. Se as duas clausulas são paralelas, então Paulo está apresentando aqui duas verdades distintas, porém separadas: o homem natural tem um problema com a sua volição e o homem natural tem um problema com a sua compreensão. A simples conjunção kai., que junta as duas cláusulas, normalmente não seria convincente como um indicador de aposição (embora um kai. epexegético é, obviamente, possível); prima facie, as duas cláusulas do v. 14 aparentam ser pontos paralelos. Contudo, a favor da aposição está o fato de que paralelismos Semíticos (tal como paralelismo sinônimo ou sintético) foram empregados com freqüência até mesmo no Novo Testamento; se é isto que Paulo está usando aqui, ele pode muito bem ter a noção de aposição em mente. O problema com este ponto de vista é que ginw,skw é um termo um pouco básico para “saber” (apesar dos protestos de alguns). Em outras palavras, se esta cláusula está de certa forma apositiva à cláusula anterior, poderíamos esperar uma outra palavra, tal como oi=da. A presença de ginw,skw parece indicar que estão envolvidas duas noções separadas: a pessoa natural não compreende devidamente a revelação, por causa do efeito do pecado sobre sua vontade e sobre sua mente. Esta última categoria envolve os efeitos noéticos do pecado. Tal categoria teológica é compatível com Paulo e o NT. O pecado afeta nossa vontade, emoções, e nossas mentes.
Resumidamente, 1 Cor 2:12-14 está dizendo que o não-cristão não aceitará verdades espirituais e não pode compreendê-las. Estas são duas coisas distintas, embora, conceitos relacionados. Não-cristãos, de fato, entendem plenamente a mensagem do evangelho às vezes; além disto, exegetas descrentes com freqüência oferecem comentários valiosos sobre o texto. Esta não é a discussão aqui. O ponto de Paulo parece ser que as profundezas dos caminhos de Deus e a sabedoria de Deus não podem nem mesmo ser tocadas por não-crentes. Há um nível para o qual eles não podem atinar.

1 João 2:20, 27

O texto em grego é o seguinte:
20 kai. u`mei/j cri/sma e;cete avpo. tou/ a`gi,ou kai. oi;date pa,ntejÅ 27 kai. u`mei/j to. cri/sma o] evla,bete avpV auvtou/( me,nei evn u`mi/n kai. ouv crei,an e;cete i[na tij dida,skh| u`ma/j( avllV w`j to. auvtou/ cri/sma dida,skei u`ma/j peri. pa,ntwn kai. avlhqe,j evstin kai. ouvk e;stin yeu/doj( kai. kaqw.j evdi,daxen u`ma/j( me,nete evn auvtw/|Å
Os elementos chaves nestes versículos são: (1) v. 20: “e todos tendes conhecimento” (i.e., vocês todos sabem que têm uma unção do Espírito Santo); (2) v. 27: (a) “não tendes necessidade de que alguém vos ensine” e (b) “a sua unção vos ensina todas as coisas.”
Alguns poucos comentários são precisos: (1) Esta passagem ilustra três das mais importantes regras da exegese: CONTEXTO, CONTEXTO, CONTEXTO. Somente se ignorarmos o contexto poderemos dar um significado que universaliza este texto. (2) O versículo 20 indica que o que os crentes sabem por experiência pessoal (oi=da) é sua unção. Eu entendo que isto é o testemunho interior do Espírito: eles reconheciam que o Espírito lhes ministra de uma forma imediata, não-discursiva, lhes convencendo do relacionamento deles com Deus (veja Rom 8:16). (3) Se o autor está dizendo que ninguém deveria de modo algum lhes ensinar qualquer coisa, por que então João está lhes ensinando nesta carta? Certamente, o contexto imediato sugere algo diferente. (4) A unção que lhes ensina sobre todas as coisas também precisa ser contextualizada. O autor está contrastando esses crentes com hereges, que se retiraram da comunidade de crentes (veja 2:19). O autor enfatiza o que esses crentes sabem: que Cristo veio na carne, que ele virá outra vez, e que eles são filhos de Deus. O autor também destaca como esses crentes discernem as verdades essenciais da fé: eles têm o Espírito de Deus. O autor está convicto de que eles se manterão leais à sua fé; de que eles permanecerão (me,nw), “porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (4:4).
Assim, por um lado, 1 João 2:20, 27 não indica que o Espírito Santo proporciona um atalho no processo interpretativo. Por outro lado, o Espírito Santo de fato trabalha em nossos corações nos convencendo das verdades essenciais da fé. Aquele que não tem o Espírito de Deus não pode crer em tais verdades e, portanto, não pode conhecê-las por experiência.
A Relação do Espírito Santo com a Interpretação
Minhas conclusões preliminares são oferecidas aqui. Eu creio que há pelo menos sete ou oito maneiras pelas quais o Espírito Santo relaciona-se com a interpretação. Muitas destas se sobrepõem; algumas pessoas talvez queiram organizá-las de forma diferente.
1. O trabalho do Espírito é primariamente no campo da convicção, ao invés do da cognição. Ao mesmo tempo, até mesmo nesta área necessita-se de nuanças. A convicção de um indivíduo de fato tem um impacto em sua percepção. Assim, pode-se dizer que o Espírito Santo auxilia nossa interpretação, mesmo que este papel se limitasse àquele da convicção. Como?
2. Conhecimento por experiência tem um efeito bumerangue na compreensão intelectual. Em várias áreas, se um intérprete já experimentou o que lhe está sendo proposto, ele(a) pode compreender tal verdade. Por exemplo, se alguém nunca se apaixonou, terá dificuldades em compreender completamente tudo que um romance envolve.
3. Na medida em que alguém é desobediente às Escrituras, ainda que respeite sua autoridade, pelo menos com seus lábios, ele irá distorcer as Escrituras (veja 2 Pedro 3:15-16). Por outro lado, na medida em que alguém é obediente às Escrituras, ele(a) estará numa melhor posição para compreender uma verdade e lidar com ela com honestidade.
4. Simpatia para com o autor bíblico abre o entendimento. O mais simpatizante exegeta é o crente. Um intérprete não-simpatizante geralmente se equivoca, por causa da falta de desejo de compreender. Isto pode ser facilmente ilustrado na arena política. Aqueles que são rigorosos quanto a retidão de um certo partido tendem a vilificar tudo que é do outro partido. Até mesmo entre cristãos há freqüentemente um “cânon dentro de um cânon.” Isto é, alguns livros/autores são mais altamente respeitados do que outros. Se não cultivamos simpatia por todos os autores das Escrituras, fechamo-nos ao pleno impacto de suas mensagens.
Ao mesmo tempo, se alguém simpatiza com o autor divino, enquanto ignora o autor humano, várias tensões nas Escrituras serão desconsideradas. Assim, ironicamente, quando a inerrância é exibida seguindo as linhas docéticas bibliológicas (que é tão freqüente hoje em dia), a interpretação é com freqüência mais uma defesa de uma suposta harmonia do que uma investigação honesta do significado que o autor quis dar. Revelação progressiva é abandonada; autores humanos se tornam meros estenógrafos. Tensões não são respeitadas, apenas para serem levantadas como contradições absolutas por aqueles que não têm muita simpatia pelas Escrituras, deixando os evangélicos numa posição de correr atrás do prejuízo. Reconhecendo as tensões nas Escrituras bem como o progresso da revelação, e que a Bíblia é tanto um livro divino quanto um livro bastante humano, evita tais problemas.
5. Aqueles que abraçam em princípio uma crença no sobrenatural estão em melhores condições na interpretação tanto de milagres, quanto de profecias. Estes elementos das Escrituras simplesmente não podem ser tratados adequadamente por incrédulos. Isto vai muito além da mera simpatia para a visão universal. Se alguém consistentemente descrê que profecias podem ser cumpridas, então ele terá que explicar as porções proféticas das Escrituras de outra maneira, e não como reais predições. Ou elas serão descreditadas como não realizadas, ou de outro modo serão tratadas como vaticinium ex eventu (ou profecia após o fato). Milagres também necessitarão ser reescritos para que sejam demitologizados. A crítica de C. S. Lewis, muitas décadas atrás, ainda é tida como uma acusação válida contra tal tratamento das Escrituras: tratar as Escrituras – especialmente o NT – como sendo cheio de fábulas pressupõe uma linha do tempo que é demonstravelmente falsa. O espaço entre o tempo dos eventos até o relato da narrativa é simplesmente muito curta, não achando assim nenhum paralelo em qualquer literatura histórica acreditável. Lewis conclui que aqueles que chamam o NT de “cheio de fábulas”, nunca na verdade estudaram fábulas. Ou como Vincent Taylor, o erudito britânico notou, considerar os documentos do NT como cheios de mitos pressupõe que todas as testemunhas devam ter desaparecido quase que imediatamente após os eventos se realizaram. Resumidamente, quando se trata de profecias e milagres, o crente está em melhor posição para compreender a mensagem. Isto é parecido com a acusação de Jesus aos Saduceus por não aceitarem a ressurreição: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.”
6. O testemunho interior do Espírito (veja Rom 8:16; 1 João 2:20, 27, etc.) é um fator importante tanto na convicção, quanto na percepção de verdades centrais das Escrituras. De acordo com meu estudo preliminar, eu diria que o testemunho do Espírito é um testemunho imediato, não-discursivo e supra-racional da verdade de princípios centrais da fé. O Espírito nos convence dessas verdades de uma forma extra-exegética. Ele nos convence exatamente do quê? Alguma destas coisas são: (1) nossa relação filial com Deus; (2) a ressurreição corpórea de Cristo; (3) a humanidade de Cristo; (4) o retorno corpóreo de Cristo; (5) a divindade de Cristo; (6) a natureza da salvação como um dom de Deus. O testemunho do Espírito pode, de fato, ser mais abrangente do que isto. Quanto mais abrangente? É duvidoso que o Espírito dê testemunho do tempo que Deus levou para criar o universo, ou se a teologia dispensacionalista ou se a teologia da aliança é o melhor sistema, ou se a inerrância é verdadeira. Eu duvido que ele dê testemunho de qual forma de governo eclesiástico é mais preferível, o papel da mulheres na liderança, ou como definir dons espirituais. Há tantas questões nas Escrituras que nos são deixadas para examinar usando o melhor das nossas fontes racionais e empíricas! Mas isto não significa que não possamos chegar a conclusões bem firmes sobre estas questões. Isto significa, por outro lado, que estas são questões mais periféricas do que outras relativas à salvação. Eu acredito que estas questões “negociáveis” são importantes áreas de investigação. Devidas conclusões sobre muitas destas questões, mas não a todas, são necessárias para a saúde da Igreja, mas não são essenciais para a vida da Igreja.
Há três comentários finais sobre o testemunho interior do Espírito: (1) Que eu tenha oferecido uma taxonomia preliminar da doutrina pode ser surpreendente para alguns. A alternativa é ver todas as doutrinas como de igual importância. Mas isto é problemático historicamente, exegeticamente, e espiritualmente. Tal visão “em cadeia” da doutrina resultaria tanto em um dogma insustentável unido a uma arrogância egoísta, ou em uma queda de virtualmente todas as crenças doutrinárias de um indivíduo, porque se uma doutrina cair, todas cairão. (2) Que algumas áreas aparentemente não são tratadas pelo testemunho do Espírito não significa que estas áreas não são importantes. Pelo contrário, significa que quanto menos centrais elas sejam para a salvação e para a saúde da Igreja, mais liberdade e tolerância deveríamos dar àqueles que discordam conosco. Isto requer uma dose de humildade nestas questões; até mesmo sobre questões que são atualmente tópicos polêmicos, como dons espirituais e o papel das mulheres na liderança. Parte do real desafio em pôr as mãos nestas questões é determinar o quanto a saúde da Igreja é atingida por nossas decisões exegéticas. Mas a apresentação das nossas conclusões deve sempre ser acompanhada por um espírito de caridade. Tenha cuidado para não elevar suas próprias crenças não-centrais ao primeiro nível de convicção que está reservada àquelas verdades, as quais o Espírito nos dá testemunho. (3) O testemunho interior do Espírito pode ser suprimido até um certo grau. É preciso manter um coração caloroso para com Deus, através da oração, adoração, comunhão, humildade, obediência, etc., e uma vigilância sutil sobre a preciosidade das verdades centrais, através do estudo tanto das Escrituras, quanto da história da Igreja, a fim de cultivar uma apreensão do testemunho interior do Espírito.
7. Iluminação geral é também uma área na qual o Espírito ajuda nossa interpretação. Por iluminação geral, eu quero dar a entender seu trabalho em nos ajudar a entender qualquer área da vida e do mundo. Isto necessita de mais explicação. Em geral, eu acredito que o Espírito nos ajuda, limpando as nossas mentes à medida que lidamos com muitas coisas: desde o pagamento de impostos, ao achar as chaves do carro, até fazer provas. Por que excluiríamos as Escrituras desta matriz? Certamente as Escrituras não estão fora da jurisdição do auxílio geral oferecido aos crentes pelo Espírito. Admitamos, esta área de investigação necessita de mais trabalho. Meus pensamentos são meramente preliminares.
8. Iluminação corporativa e histórica: através de todo o corpo de Cristo, tanto em sua manifestação atual, quanto através da história – crentes têm chegado a um melhor entendimento da vontade de Deus e da palavra de Deus. Nós não ousamos, contudo, elevar tanto a opinião consensual, quanto a tradição ao status de autoridade infalível! Mas, tais áreas também não devem ser relegadas ao desdém. Afinal de contas, o Espírito Santo não começou com você, quando ele começou a ensinar a Igreja; ele tem estado neste empreendimento há alguns séculos.



Concluo este artigo com três palavras de precaução:


1. Não veja os limites da exegese como a interpretação de um texto. No final das contas, o alvo da exegese não é a interpretação, mas a transformação.
2. Não presuma que porque você ora, é espiritual, etc., que sua interpretação automaticamente está correta. Preguiça nos estudos não é desculpa para uma interpretação pobre. Além do mais, mesmo que você não seja preguiçoso, uma interpretação inacessível ainda deve ser julgada como uma interpretação improvável.
3. Não isole seus estudos de sua adoração. Aqueles em seminários, especialmente, deveriam levar com seriedade o mandato para aqueles que serão ministros da Palavra: Estude! Exposição que não nasceu de um estudo sério produz uma sensação aconchegante que falta substância. É confeito para a alma. Ao mesmo tempo, se seu estudo é meramente um exercício cognitivo, ao invés de ser parte da adoração que você oferece a Deus, este terá um efeito frio e sem paixão. Comer pedras pode ser uma forma de ter a sua dose diária de minerais, mas quem quer ingerir seus minerais de tal forma indigesta?

COPIADO DO SITE . BÍBLIA . ORG

Edir Macedo chama de “crente ladrão” quem não entrega o dízimo

Edir Macedo chama de “crente ladrão” quem não entrega o dízimo
Mais uma vez o bispo Edir Macedo publicou em seu blog um texto polêmico. Dessa vez o alvo foi os cristãos que não honram com o compromisso do dízimo a quem ele chama de “ladrão” se baseando em um versículo do livro de Malaquias.
O dízimo por diversas vezes é criticado pela sociedade que não entende porque os líderes religiosos fazem tantos pedidos para que a 10% dos ganhos dos fiéis sejam doadas para os templos, mas o líder da Igreja Universal do Reino de Deus lembra que quem não entrega está roubando a Deus.
Esse roubo seria a principal causa das más condições vividas pelos evangélicos, segundo Macedo. “O mesmo se dá com respeito aos crentes desobedientes. São piores do que os malfeitores incrédulos. São ladrões diante do Deus-Pai, ladrões diante do Deus-Filho e ladrões diante do Deus-Espírito Santo. Daí a razão porque sua maioria é fracassada”, discursa.
Ao roubar a Deus os crentes estariam atraindo maldição para suas vidas, pois nenhum ladrão se mantém longe da condenação, pelas palavras do bispo. “Pode até ficar livre por um tempo, dois tempos, três tempos. Mas nunca e jamais por todo o tempo. Cedo ou tarde estarão sentados perante o Justo Juiz”.
No mesmo texto Edir Macedo diz que só é honrado quem é dizimista fiel, pois primeiro se honra a Deus com suas primícias e depois é honrado por Ele. “O dizimista fiel tem até o direito de cobrar as Promessas de Deus. Se o fizer, vai constatar sua veracidade”.
Leia na íntegra aqui.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/edir-macedo-chama-de-crente-ladrao-quem-nao-entrega-o-dizimo/#ixzz1vAikqS00

Comissão aprova projeto que prevê aborto de fetos anencéfalos



O Senado deu início nesta quinta-feira à discussão sobre o aborto de fetos anencéfalos. A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou hoje projeto que prevê a interrupção da gravidez em casos de fetos sem cérebro, mas condiciona sua realização se a anencefalia for diagnosticada por três médicos que não integrem a equipe responsável pelo aborto.

O projeto ainda precisa tramitar por outras duas comissões do Senado, depois pela Câmara dos Deputados, para virar lei.
Em abril, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que a interrupção de gravidez no caso de fetos com anencefalia comprovada não é crime. Mas não estabeleceu regras para a interrupção da gravidez, que ficaram a cargo do CFM (Conselho Federal de Medicina).
Por esse motivo, os integrantes da comissão decidiram levar o projeto adiante para incluir, na legislação, as regras para a realização do aborto.
Pelo projeto, também fica previsto que a gestante deve dar o seu consentimento por escrito. Se for menor de idade ou incapaz, a autorização cabe ao seu representante legal.
O texto prevê que o aborto deve seguir os "critérios técnicos" definidos por resolução do Conselho Federal de Medicina.
Ao defender a aprovação do projeto na comissão, o senador Cyro Miranda (PSDB-GO) disse que o feto anencefálico é "intrinsecamente inviável por ser portador de malformação neurológica".
"O feto será inviável qualquer que seja a data do parto. A interrupção da gravidez nunca será a causa da morte do feto e, sim, a ocasião em que ela ocorre", disse o senador, que relatou o projeto na comissão.


FOLHA.COM

Edir Macedo lança nova autobiografia, celebrando os 35 anos da Igreja Universal


Edir Macedo lança nova autobiografia, celebrando os 35 anos da Igreja UniversalO líder da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo, irá lançar um novo livro com sua biografia durante a Bienal do Livro em agosto.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Segundo a coluna do jornalista Flávio Ricco, no UOL, o livro terá como destaque os 35 anos de atuação da denominação liderada por Macedo, e que hoje já está presente em mais de 200 países.
Assim como em “O Bispo”, livro que tem como subtítulo “a história revelada de Edir Macedo” e trata de detalhes da vida do líder religioso, essa nova autobiografia também contará com a colaboração do vice-presidente de jornalismo da Rede Record, Douglas Tavolaro.

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OLHA A CARA DO SAFADO - Pastor é preso após colocar câmeras no banheiro feminino de igreja

Pastor é preso após colocar câmeras no banheiro feminino de igreja
Um pastor de Indiana, Estados Unidos, está enfrentando uma acusação de voyeurismo. Ele teria colocado câmeras escondidas no banheiro das mulheres, disfarçados de purificadores de ar.
Robert Lyzenga, 55, foi preso na semana passada pelo Departamento de Polícia de Tippecanoe. Foi libertado da prisão somente após pagar fiança de US$ 5000.
A investigação começou no mês passado, quando policiais foram chamados até a Igreja Cristã Reformada de Sunrise, que Robert pastoreia. Uma mulher denunciou que a tampa de purificador de ar tinha caído e ela viu que havia uma câmera dentro, disseram os policiais envolvidos no caso.
Após descobrir a câmera escondida na divisória do banheiro que usava, olhou a divisória adjacente e encontrou outro purificador de ar com uma câmera escondida. Na terceira divisória também havia um purificador, mas sem máquina fotográfica.
Um exame pericial comprovou que “os três purificadores de ar não eram realmente purificadores. São caixinhas de plástico retangulares modificadas para ocultar as câmeras em seu interior com sensor de movimento”, explicou o detetive Robert Goldsmith. As caixas tinha adesivos com o nome “Glade” mas foram feitas em um computador caseiro.
Uma análise dos cartões de memória retirados dos “purificadores de ar” mostrou que eles continham imagens de duas mulheres adultas e uma adolescente. Segundo testemunhas, os purificadores foram colocados em fevereiro, levantando a possibilidade de que muitas outras mulheres foram filmadas.
O exame de um dos cartões de memória retirados da câmera mostrou uma “breve gravação de vídeo de um escritório no momento em que a câmera foi acionada pela primeira vez”, segundo a polícia. É possível ver parte do ambiente, mas não o rosto de quem a segurava. Em um esforço para identificar as imagens do vídeo com uma área específica, os policiais procuraram o pastor da igreja e pediram para visitar todas as salas.
Lyzenga abriu várias salas e escritórios, mas os oficiais não conseguiram identificar o local. Mas o oficial Goldsmith relata que ao “perguntar sobre o escritório do pastor”, Lyzenga “ficou muito nervoso”. O policial afirma que a mobília da sala do pastor é idêntica ao que é vista em um dos vídeos (incluindo o mousepad com o logo do Superman).
O pastor foi preso dentro do seu escritório e levado à delegacia. Casado há 30 anos e pai de três filhos, ele foi demitido imediatamente após sair da prisão dia 10 de maio. A polícia aguarda que alguém mais preste queixa para prosseguir com o inquérito.
Traduzido e adaptado de Thesmokinggun.com


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/pastor-e-preso-apos-colocar-cameras-no-banheiro-feminino-de-igreja/#ixzz1vA0KBESC

CRISTÃO DE VERDADE NÃO VOTA NESSA PESSOA - Marta Suplicy confirma que irá apresentar o texto original do PL 122

Marta Suplicy confirma que irá apresentar o texto original do PL 122
A senadora Marta Suplicy está decidida a reapresentar o texto original do Projeto de Lei Complementar 122/2206 de autoria da ex-senadora Fátima Cleide a pedido da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).
O texto original defende uma versão modificada do texto da ex-deputada federal Iara Bernardi que coloca a homofobia como crime de racismo, prevendo penas de prisão para quem discriminar ou discordar do comportamento homossexual.
No ano passado, Marta Suplicy tentou rever o projeto tirando trechos que desagradavam os parlamentares que se opõe à proposta, mas a substituição do texto também não ganhou aprovação.
A proposta de Fátima Cleide chegou a ser aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) no final de 2009, portanto tem mais chances de passar pelos outros processos de aprovação até que seja sancionada pela presidente.
“Só vamos mudar a situação atual e aprovar o projeto que criminaliza a homofobia quando os não gays assumirem que não querem mais violência e discriminação contra os homossexuais”, disse a senadora que elogiou o apoio público do presidente americano Barack Obama, que defendeu o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Um dos trechos do PL 122 que mais recebem críticas é a parte que criminaliza qualquer opinião contrária baseada em posicionamento filosófico, o que poderia impedir as igrejas de pregarem contra o homossexualismo, ato condenado pela Bíblia.

VIA GRITOS DE ALERTA
Com informações Agência Senado/Gospel Prime


Jovem evangélica sobrevive a acidente de avião nos Estados Unidos

Jovem evangélica sobrevive a acidente de avião nos Estados Unidos
Uma jovem evangélica foi a única sobrevivente de um acidente de avião que aconteceu na última sexta-feira, 11, no Kansas, Estados Unidos. Hanna Luce, de 22 anos, foi internada em estado grave no hospital da Universidade do Kansas e ainda não há notícias sobre seu atual estado de saúde.
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Luce viajava para um encontro de jovens cristãos, juntamente com os amigos Luke Sheets, 23, piloto da aeronave, Austin Anderson, 27, Garret Coble, 29 e Stephen Luth, de 22 anos, os quais morreram no acidente.
De acordo com um amigo, que falou ao canal Fox, o encontro aconteceria em Council Blufs, Iowa. O evento estava sendo patrocinado pelo Teen Moania Ministeries, ministério fundado pelo pai de Hanna.
Peter Knudson, porta-voz do órgão de aviação dos Estados Unidos, informou que “O avião perdeu contato com o controle de tráfego aéreo após ter recebido permissão para diminuir a altitude”. Ele ainda informou que o avião explodiu com a queda, isso teria acontecido por volta das 4h30 da manhã a nordeste da cidade de Chanute, Kansas.

ORAÇÃO DE ANA E OS SONHOS DE DEUS

Um dos textos que me leva a ver um casamento perfeito é o texto que nos fala a respeito da oração de  Ana.
Perfeito pois junta o desejo de uma mulher querendo ser mãe , e o sonho de Deus em ver um sacerdote que saiba escutar sua voz e agir segundo o que ele mesmo  fala.

Em nossa Bíblia, o livro de I Samuel vem em seguida ao de Rute. Nos manuscritos do Antigo Testamento, I Samuel vinha imediatamente após o livro de Juízes. Sendo assim, as últimas palavras escritas na Bíblia hebraica antes de nosso texto em I Samuel são:

“Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto.” (Juízes 21:25)

Aqueles dias” estavam longe de ser os mais relevantes da vida espiritual de Israel como nação. O livro de Juízes descreve os dias caóticos em que os israelitas foram oprimidos pelas nações circunvizinhas. Deus enviava um juiz para livrá-los, mas sua liberdade só durava enquanto o juiz vivesse.

 Até mesmo seus juízes não foram exatamente modelos de santidade. Sansão, por exemplo, foi um homem cuja vida foi dominada pela carne, não pelo Espírito.


O escritor de Juízes relaciona a decadência espiritual e o caos político de Israel à falta de um rei.
 O livro de I Samuel registra o processo pelo qual Deus providenciou um rei para Seu povo.

 Da mesma forma que Isabel no Novo Testamento, Ana é mãe do profeta que indicará o rei escolhido por Deus.

Saul será ungido como o primeiro rei de Israel. E então, após sua rejeição por Deus, Davi será ungido como precursor de uma dinastia eterna. Em meio à anemia espiritual de Israel, Ana e seu marido, Elcana, estão muito acima de seus pares.


Elcana é um piedoso descendente de Levi que vive na região montanhosa de Efraim.
 Por causa da região onde vive, ele é conhecido como efraimita, embora seja realmente da tribo de Levi (ver I Crônicas 6:33-38).

Elcana tem duas esposas, Ana e Penina. Penina tem filhos de Elcana, mas Ana não (1:2), pois Deus fechou seu ventre (1:6).

Todos os anos, Elcana, Penina e seus filhos, e a estéril Ana vão a Siló, 20 milhas ou mais ao norte de Jerusalém, onde fica o tabernáculo.
Eles vão celebrar uma das três festas anuais de Israel (1:3; ver Êxodo 23:14-17; Dt. 16:16).

Esta época especial deve ser de alegria, e a tristeza é proibida:

“Nas tuas cidades, não poderás comer o dízimo do teu cereal, nem do teu vinho, nem do teu azeite, nem os primogênitos das tuas vacas, nem das tuas ovelhas, nem nenhuma das tuas ofertas votivas, que houveres prometido, nem as tuas ofertas voluntárias, nem as ofertas das tuas mãos; mas o comerás perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher, tu, e teu filho, e tua filha, e teu servo, e tua serva, e o levita que mora na tua cidade; e perante o SENHOR, teu Deus, te alegrarás em tudo o que fizeres.” (Dt. 12:17-18)

Para Ana e, provavelmente, para Elcana também, regozijar-se diante do Senhor é muito difícil. Primeiro, os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, ministram ali como sacerdotes (1:3).

Para aqueles que são verdadeiramente justos, estes sacerdotes patéticos lançam uma nuvem negra sobre a genuína adoração (ver 2:12-17. 22-25).

 No entanto, a fonte principal do sofrimento de Ana nesta jornada anual até Siló é Penina, que se aproveita da oportunidade para atormentá-la ano após ano, sem cessar (ver 1:4-7).

Isto resulta em muitas lágrimas para Ana e a incapacidade de se juntar à refeição festival (1:7).
Não é que Elcana, seu marido, não tente consolá-la ou vir em seu auxílio.
Elcana declara seu amor por ela dando-lhe porção dupla da carne que foi sacrificada (1:5).
Ele faz um esforço sincero para compensá-la de sua esterilidade, relembrando-a do que ela significa para ele e do que ele é para ela (1:8).

A despeito de todas estas coisas, Ana teme a peregrinação anual a Siló, onde deve conviver de perto com Penina, seu tormento.

Não é difícil imaginar o que acontece. Durante o ano, provavelmente, Ana e Penina vivam em tendas separadas, bem distantes uma da outra.

Elas nem comem na mesma mesa.
No entanto, na jornada anual a Siló, todos devem viajar e comer juntos.
Quando a refeição sacrificial é servida, cada esposa tem sua porção.
Mesmo que Ana receba porção dupla, Penina recebe para si e para seus filhos.
 Até posso ouvi-la cruelmente atormentando Ana: “Ó, Elcana, que pedação delicioso de carne para mim e para as crianças!
 Ó, querida, que pedacinhos saborosos para você também, Ana.”

AS LUTAS PARECEM TE TIRAR A FOME.
Nesta viagem, em particular, Ana mal consegue fazer a refeição.

 De alguma forma ela se fortalece contra os gestos e observações cruéis de Penina.
Mas, depois de comer e beber, ela se afasta depressa em direção ao tabernáculo, onde derrama a alma perante Deus.
Em seu íntimo ela ora silenciosamente, enquanto Eli, sentado junto à porta, observa com interesse. Ele vê o movimento de seus ombros, enquanto ela soluça em grande aflição e chora amargamente (1:10).
 Não ouvindo suas palavras, Eli tira a conclusão errada, presumindo que ela tenha festejado demais e que sua alegria seja pura embriaguez.
 Ele a repreende pela embriaguez e lhe diz para abandonar a bebida (1:13-14).
Rapidamente Ana lhe assegura que não está embriagada, mas que está derramando sua alma perante o Senhor (1:15).
Ela suplica que ele não a julgue como filha de Belial (1:16).
 Ironicamente, a expressão usada por Ana (“filha de Belial”) é o mesmo termo usado pelo autor no capítulo 2 (verso 12) para descrever os dois filhos de Eli.
 Ela lhe diz que, até agora, esteve expressando a agonia de sua alma.

Todos sabemos, como talvez Eli também soubesse, que entre as palavras soluçadas por Ana está um voto.
Ela promete a Deus que, se Ele lhe conceder um filho, ela o devolverá a Ele como nazireu (1:11, ver Nm. 6:1-21; Jz. 13:2-7).
Eli lhe assegura que Deus lhe concederá seu pedido e a abençoará (1:17).
Desse momento em diante, Ana já pode participar da cerimônia de adoração. Ela faz a refeição e seu rosto agora irradia alegria e não tristeza.
Pois nesse momento a oração feita por ANA estava se encaixando perfeitamente aos desejos de Deus para seu tabernáculo , povo e nação.

Levantando-se de madrugada, eles adoram o Senhor antes de pegar o caminho de volta a Ramá. Algum tempo depois, Ana concebe e dá à luz o filho prometido.
Ela dá à criança o nome de Samuel.
 Embora os estudiosos discutam os termos e seus significados, está escrito o que este nome significa para ela.
 Ela sabe que este é o filho que pediu ao Senhor, e que ele é a resposta à sua oração (1:20).
O nome Samuel é um lembrete constante de sua origem e de seu destino.
Enquanto a criança ainda está sendo amamentada, chega a época da família fazer a viagem anual a Siló.
Elcana sobe com o restante da família, mas Ana fica para trás.
Ela não está tentando evitar o cumprimento de seu voto (ver 1:21-23).
Muito pelo contrário! Pelas palavras ditas a seu marido, concluo que ela não queira subir com Samuel e depois voltar com ele, uma vez que ele ainda está sendo amamentado e não pode ser deixado em Siló tão novinho.
Sua intenção parece ser ficar em casa este ano e desmamar o menino para o ano seguinte.
Ela, então, o levará consigo quando chegar a época da próxima jornada, não retornando com ele a Ramá.
Talvez Ana não quisesse estabelecer um precedente, indo a Siló com Samuel e depois voltando com ele, por temer ficar tentada a descumprir seu voto.
Chega a época em que a criança é desmamada, e Ana deve levar Samuel consigo para Siló e deixá-lo com Eli.
Ele ainda é muito novinho, mas tem idade suficiente para ser cuidado por outra pessoa que não seja sua mãe (ver 1:24).
Um novilho de três anos é levado com eles para ser abatido e entregue a Eli.
 Ana relembra a Eli que ela é a mulher que esteve ali, orando com tanto fervor que ele lhe garantiu que Deus lhe concederia seu pedido.
Ela diz que, para cumprir seu voto, trouxe seu filho para dá-lo ao Senhor
. Em outras palavras, ela deixará a criança aos cuidados de Eli.
 Antes de partir, ela faz uma oração louvando ao Senhor, uma oração pela qual será lembrada durante muito tempo.



O chamado do profeta Samuel


Samuel: juiz, profeta e sacerdote



A história do reino de Israel começa com Samuel.
Ele foi o elo entre a obscura época dos juízes e o período da monarquia.
 Foi o último e mais importante juiz, o primeiro grande profeta e o sacerdote que reconduziu Israel à obediência à Lei de Deus.
No livro História e Literatura da Bíblia, o escritor C. O. Gillis descreve Samuel nos seguintes termos:



“Samuel era um homem excelente, sincero, de consagração absoluta e de caráter inatacável (...) ele soube desempenhar o papel que lhe coube na providência de Deus de uma maneira que glorificou a Deus.”
Samuel é um dos personagens principais desse período de transição. Além de reunir as funções de juiz, sacerdote e profeta, participou ativamente da ascensão da monarquia, empossando o primeiro rei, Saul (10.1), e iniciando a dinastia do rei Davi (16.1,13).
 O chamado de Deus a Samuel (1Sm 3).
 Samuel permaneceu impermeável à imoralidade e à corrupção de Hofni e Finéias, os filhos de Eli. Em meio a uma sociedade espiritualmente decadente e uma religiosidade profundamente corrompida, Samuel brilhou como um fiel servo de Yahweh (2.26). Certo dia, quando Samuel ainda era muito jovem (c. de 12 anos), o Senhor se revelou a ele e repetiu tudo quanto já tinha dito a Eli (3.11-14). A partir de então, Samuel passou a exercer um ministério profético e todo o povo reconheceu nele um profeta de Deus sobre todo o Israel (3.19—4.1).

Samuel cresceu repleto de fé e de coragem, fortalecido pelo espírito que Deus concedia sobre ele.

O povo reconheceu nele um futuro líder.

Eli, também, não tinha dúvida de que seus dois filhos não eram dignos de serem seus sucessores para levar adiante a Tradição.

 Eli já estava idoso e não podia exercer qualquer influência sobre eles.

Sabia que seu sucessor como juiz sobre todo o povo seria Samuel.


E pensar que tudo isso nasceu de um coração , que em uma oração verdadeira , elevada ao trono da graça de Deus , encontra o em sonhos reais para seu tabernáculo .
E foi assim , Deus ouviu a oração de Ana ,pois Ana estava sonhando com algo , um filho , que já estava nos planos de Deus para toda a nação que se chama pelo seu Nome. DEUS.

VIA GRITOS DE ALERTA.



Banda gospel americana vem ao Brasil: ‘Deus tem os olhos sobre o Brasil’

O Brasil receberá a banda Jesus Culture no grande evento One-Night de louvor e adoração, que acontecerá em São Paulo e Brasília em 7 de junho, com milhares de pessoas reunidas para buscar o Senhor.

    jesus culture
  • (Foto: YouTube)
    Banda gospel norte-americana Jesus
    Um dos maiores eventos jovens da música gospel mundial, que ocorre pela primeira vez no país sul-americano, contará com a presença do pastor Banning Liebscher que ministrará a palavra.
Liebscher é um dos diretores do ministério Jesus Culture que visa influenciar culturas, através de conferências, eventos, música, encontros em Universidades, avivamento e treinamento de líderes emergentes.
“Queremos ver o amor de Jesus transformando nações através de um avivamento mundial”, diz Banning na página do ministério.
A banda Jesus Culture foi formada através de um avivamento, segundo as informações da página, quando a banda teve a visão de equipar uma geração para influenciar a sociedade.
O ministério é formado por Kim Walker-Smith e Chris Quilala com Ian McIntosh nos teclados, Jeffrey Kunde na guitarra, Brandon Aaronson no baixo, Josh Fisher na batera e Skyler Smith nos violões.

“Estamos muito empolgados de estar com vocês ai no Brasil no dia 7 de junho em São Paulo e dia 8 em Brasília pra fazer o One Night”, diz o pastor Banning em um vídeo promocional.
Segundo ele, a maioria das pessoas já ouviu falar do Jesus Culture como uma banda. Entretanto, ele diz, que vir até o Brasil é muito mais do que simplesmente fazer um culto de adoração.
“Por anos temos ouvido falar tudo aquilo que Deus tem feito na nação do Brasil. Aqui na Califórnia, nos Estados Unidos, as testemunhas que temos ouvido do que Deus está fazendo no Brasil tem simplesmente chocado, tocado nossos corações.”
Ele expressa a sua alegria com a oportunidade de servir e participar com os brasileiros do que Deus tem feito.
“Desejamos mais do que um evento, nós queremos um ajuntamento de pessoas sedentas, onde possamos ver um despertamento dos jovens dessa nação.”
“Nós sabemos que Deus está se movendo em nações por todo o mundo. Mas temos visto que Deus tem os seus olhos sobre o Brasil”.
Em São Paulo, o show deve ocorrer na arena do Anhembi, em 7 de junho e em Brasília, no ginásio Nilson Nelson, em 8 de junho. Os ingressos custam desde R$ 50 até R$ 100 e estudantes pagam meia-entrada.
Cristian Post

Goleiro Bruno participa de cultos evangélicos na cadeia

Goleiro Bruno participa de cultos evangélicos na cadeia
O ex-goleiro Bruno Fernandes continua preso por supostamente ter participado no desaparecimento de sua ex-namorada, Eliza Samudio, com quem teve um filho. De acordo com seu advogado, Francisco Simin, o jogador tem participado de cultos evangélicos que estão mexendo com seus sentimentos.
A maior prova dessa mudança está no fato de Bruno ter aceitado registrar o filho que teve com Eliza, que recebeu o nome do pai. Bruninho, como é chamado, vai passar a receber 10% dos rendimentos do jogador quando ele sair da cadeia e assinar contrato com algum clube.
Quando vestia a camisa do Flamengo, Bruno ganhava cerca de R$150 mil por mês e seus advogados acreditam que quando ele estiver em liberdade vai passar a ganhar um valor mais alto. “Ele tem mudado muito e frequentado cultos evangélicos e isso tem mexido muito com a parte sentimental dele. Ele decidiu incorporar o Bruninho à família e estamos tratando de assuntos pertinentes para ele ter tranquilidade”, disse Simin.
No ano passado Bruno Fernandes recebeu de presente livros com temáticas cristãs e uma Bíblia de presente do pastor Márcio Valadão, sua aproximação com a religião tem sido bastante discutida na mídia, mas seus advogados estão mesmo é preocupados em como será a vida do atleta quando ele deixar a cadeia. “Nossa preocupação é no sentido de que ele saia (da cadeia) e cuide da vida dele sem nenhum questionamento.”
Com informações SRZD / Gospel Prime


Vigília para protestar contra a detenção forçada de cristãos eritreus



Vigília para protestar contra a detenção forçada de cristãos eritreus Acontece nesta quinta-feira, em frente à embaixada da Eritréia em Londres, uma vigília em protesto contra o tratamento do regime em relação aos cristãos.

A vigília está sendo realizada para comemorar o décimo aniversário das detenções em massa de cristãos eritreus, que começou depois que o governo começou a fechar igrejas.

Em 5 de maio de 2002, as igrejas não pertencentes aos ortodoxos, denominações católicas e luteranas foram efetivamente proibidas pelo governo.

A mudança marcou o início de uma era de detenções em massa, com membros independentes de cristãos carismáticos e evangélicos sendo particularmente apontados.

Cerca de 3 mil cristãos estão atualmente detidos na Eritreia sem acusação ou julgamento, e suportando condições desumanas nos centros de detenção em todo o país.

Os cristãos são vistos como uma ameaça pelo regime do país, que é ditada pelo presidente e os militares.

Mesmo igrejas permitidas sofrem perseguição. A vigília será acompanhada por representantes de sete organizações do Reino Unido e Irlanda, e será seguida de uma noite de oração para os cristãos da Eritréia.

Embora o governo mantenha um forte policiamento ao longo das fronteiras da Eritréia, milhares de pessoas arriscam suas vidas para fugir do país a cada ano.

Muitos estão fugindo do serviço militar obrigatório, que pode durar indefinidamente e é obrigatório para todos os cidadãos com idade entre 18 e 48 anos.

A Agência de Refugiados das Nações Unidas (ACNUR) estimou em 2011 que existem mais de 100 mil refugiados eritreus no Sudão, com cerca de 1.600 cruzando a fronteira a cada mês.

Alguns caem nas mãos dos traficantes, que os mantêm reféns no deserto do Sinai, recusando-se a libertá-los. Uma organização cristã, a Christian Solidarity Worldwide (CSW), disse que os serviços de segurança da Eritréia perseguem ou assediar refugiados em países estrangeiros por meio de seus agentes no exterior.

Sudão e Egito, já no passado repatriados à força refugiados eritreus e requerentes de asilo, apesar das evidências de maus-tratos graves de repatriados.

A CSW será acompanhada por diversas igrejas e organizações cristãs durante a vigília. Andrew Johnston, diretor de Advocacia da Christian Solidarity Worldwide (CSW), disse que a situação dos prisioneiros eritreus "não recebe a atenção urgente que merece".

Ele disse: "Estamos comprometidos a trabalhar, orar e ficar em solidariedade com todos os eritreus que anseiam por justiça e estão se esforçando para ver um fim aos abusos dos direitos humanos em seu país, e continuará a fazê-lo até que todos os eritreus sejam capazes de desfrutar os direitos e liberdades consagrados na constituição da nação".



Fonte: Christian Today

Marcha para Jesus no Rio de Janeiro



Marcha para Jesus no Rio de Janeiro No sábado, 19, o Rio de Janeiro receberá a edição 2012 da Marcha para Jesus. O evento que se consagrou como uma das maiores mobilizações na cidade promete nesse ano superar o público de 200 mil pessoas, alcançado em sua última edição.

Conforme a assessoria de comunicação do evento, dirigida pelo Comerj (Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro), a Marcha para Jesus 2012 promete fazer história e levar uma mensagem em favor da vida e da família, neste ato de fé e mudança para o Brasil, que somente em Jesus se pode encontrar.

O evento
A Marcha para Jesus Rio 2012 iniciará às 14 horas, com saída da Central do Brasil. No decorrer do caminho, vários trios elétricos embalarão o percurso com muita música até o final do trajeto na Praça da Cinelândia , em frente à Câmara dos Vereadores, onde um grande palco estará montado para receber o público e a ministração da Palavra.

Além do público, vários convidados e participações musicais farão da Marcha para Jesus uma grande festa. Vários nomes foram confirmados, como Thalles Roberto, Jotta A, Davi Sacer, Renascer Praise, Eyshila, entre outros.
De acordod com os organizadores, esta promete ser a maior Marcha para Jesus de toda a história do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O Salmo de Ana

(2:1-10)

“Então, orou Ana e disse: O meu coração se regozija no SENHOR, a minha força está exaltada no SENHOR; a minha boca se ri dos meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação. Não há santo como o SENHOR; porque não há outro além de ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus. Não multipliqueis palavras de orgulho, nem saiam coisas arrogantes da vossa boca; porque o SENHOR é o Deus da sabedoria e pesa todos os feitos na balança. O arco dos fortes é quebrado, porém os débeis, cingidos de força. Os que antes eram fartos hoje se alugam por pão, mas os que andavam famintos não sofrem mais fome; até a estéril tem sete filhos, e a que tinha muitos filhos perde o vigor. O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz subir. O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta. Levanta o pobre do pó e, desde o monturo, exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são as colunas da terra, e assentou sobre elas o mundo. Ele guarda os pés dos seus santos, porém os perversos emudecem nas trevas da morte; porque o homem não prevalece pela força. Os que contendem com o SENHOR são quebrantados; dos céus troveja contra eles. O SENHOR julga as extremidades da terra, dá força ao seu rei e exalta o poder do seu ungido.”
Neste Salmo de louvor há uma porção de coisas dignas de nota. Enquanto as examinamos, talvez elas o estimulem a fazer um estudo pessoal e mais profundo deste texto.
Primeiro, a oração de Ana é um salmo. Várias traduções indicam isto pela maneira como o texto é disposto. A oração de Ana se parece com um dos salmos do Livro de Salmos. A oração de Ana emprega paralelismo e simbolismo, que são típicos de um salmo.
Segundo, o salmo de Ana é uma oração, uma oração que talvez ela tenha preparado para fazer antes da adoração.Diante da majestade destas palavras, não podemos nos esquecer que esta é uma oração de louvor. É um salmo, mas, como os salmos, é uma oração dirigida a Deus, uma oração de louvor e agradecimento. Algumas pessoas, quase automaticamente, presumem que Ana tenha emprestado este salmo como expressão de seu louvor a Deus. Os salmos da Bíblia colocam de forma maravilhosa nossas orações em palavras para, com muita habilidade, descrever aquilo que está dentro do nosso coração, mas não há nenhuma indicação de que este não seja um salmo composto pela própria Ana. Será que a julgamos incapaz de uma obra tão magnífica? Ou será que pensamos que Deus não possa colocar tal louvor dentro do nosso coração? Vamos em frente.
Terceiro, o salmo de Ana agora faz parte das Escrituras. Seu salmo não é mais algo seu, particular, mas é uma parte permanente das Escrituras Sagradas para todos nós lermos e repetirmos (se quisermos), e para a edificação de nossa alma.
Quarto, o salmo de Ana, portanto, é um salmo inspirado por Deus. “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para correção, para educação na justiça...” (II Tm. 3:16). Uma vez que este salmo faz parte das Escrituras, sabemos que é inspirado pelo Espírito Santo de Deus (ver I Co. 2:10-13; II Pe. 1:21). Será que as palavras de Ana estão além de sua capacidade natural de expressão? Todas as palavras de cada autor inspirado das Escrituras são assim. É exatamente esta a razão pela qual podemos facilmente aceitar que Ana tenha escrito este salmo, pela capacitação do Espírito Santo.
Quinto, o salmo de Ana é fruto de suas experiências.As Escrituras não são transmitidas mecanicamente por seus autores humanos. De alguma forma misteriosa (tão misteriosa quanto Jesus é tanto divino quanto humano), a revelação de Deus é gerada mediante instrumentos humanos, com suas próprias histórias e experiências, expressando suas personalidades individuais e, ainda assim de forma a transmitir exatamente e inerrantemente as palavras de Deus.
Sexto, o salmo de Ana também parece refletir as experiências de Israel com Deus no passado. A Escritura inspirada tem sua própria forma de se relacionar com o restante das Escrituras. As palavras de louvor do salmo de Ana parecem fluir, em parte, das experiências de Israel no passado, particularmente da época do êxodo. Muitas vezes as palavras ou expressões inspiradas de um escritor são emprestadas de outro texto bíblico e, às vezes, parecem ser quase uma parte inconsciente da estrutura do pensamento do autor. Ana se refere a Deus como sua “rocha” (verso 2). Em Deuteronômio 32:30-31, Deus é descrito como a “Rocha” de Israel. No verso 1, Ana diz que sua “força” (chifre) é exaltada em Deus; Moisés usa o simbolismo do “chifre” em Deuteronômio 33:17. Quando Ana fala sobre o pobre e o necessitado sendo elevados ao poder e à proeminência, não foi isto o que aconteceu a Israel no êxodo? Quando fala dos famintos sendo alimentados, não foi o que aconteceu no êxodo? Quando fala dos poderosos sendo humilhados, não foi o que aconteceu ao Egito no êxodo? Creio que Ana via o trabalho de Deus em sua vida sob a perspectiva da obra de Deus na vida de Israel no êxodo.
Sétimo, a oração de Ana vai muito além de sua própria experiência, enfocando o caráter do verdadeiro Deus a quem ela adora e a quem louva.Diferentemente do “salmo” de Jonas (Jonas 2), mas muito parecido com os salmos do Livro de Salmos, o salmo de Ana não se concentra apenas em sua tristeza, em seu sofrimento, ou mesmo em suas bênçãos. O salmo de Ana se concentra em seu Deus. Em meio ao seu sofrimento e à sua exaltação, ela passa a ver Deus mais claramente e, como conseqüência, ela O louva por quem e pelo que Ele é. Seu salmo se refere a Deus como santo (verso 2), fiel (“rocha”, verso 2), onisciente (conhecedor de todas as coisas, verso 3), gracioso (verso 8), todo-poderoso (verso 6), soberano, o grande modificador das circunstâncias (versos 6-10). Quanta coisa há sobre Deus em tão poucos versos!
Oitavo, a oração de Ana vai muito além de suas experiências, de seu passado e presente, antecipando um futuro distante. O salmo de Ana é profético; é uma profecia. O salmo fala com ansiedade da época em que Israel terá um rei (verso 10). Creio que o salmo fala da vinda do derradeiro “Rei”, nosso Senhor Jesus Cristo, que é o cumprimento final de sua profecia messiânica. Não é por isso que o ”salmo” de Maria nos soa tão familiar (ver Lucas 1:46-55)? É bem verdade que Maria talvez veja outros paralelos entre a sua bênção e a de Ana, mas não acho que a ligação messiânica seja ignorada.
Nove, não devemos nos esquecer que, ainda que o salmo de Ana seja expressão de seu louvor e alegria, ele é oferecido na época em que ela deixa seu filho para trás, jamais tendo-o consigo novamente. Esta é a época em que Ana expressa sua alegria e gratidão a Deus pela vida de Samuel, a resposta às suas orações. É a época em que Ana expressa sua fé em Deus e sua devoção a Ele. Mas também é a época da separação, quando ela deixará Samuel em Siló e voltará para Ramá. A fidelidade de Deus no passado é a garantia de Sua fidelidade no futuro e, assim, ela pode entregar seu filho a Deus.

Segundo organização cristã, mais da metade dos pastores no mundo não possuem treinamento bíblico


Segundo o presidente da organização cristã Global Action (Ação Global), Phil Long, 62% dos pastores do mundo não possuem treinamento formal bíblico. Ele também diz que, provavelmente, a maioria deles não receberá qualquer tipo de treinamento e que muitos nem passaram da sexta série.
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Segundo organização cristã, mais da metade dos pastores no mundo não possuem treinamento bíblicoPhil Long diz que as opções de treinamento de pastores, especialmente em áreas pobres, são escassas. Pensando nessa carência, o Global Action criou o programa GLOMOS (Módulo de Programa Global de Estudos), projetado para pastores que nunca tiveram treinamento, com um conteúdo de fácil assimilação.
Em apenas 10 meses, os professores do programa em todo o mundo ensinarão durante o seminário a história da igreja, pesquisas do Velho e Novo Testamento, interpretação da Bíblia e diversos outros ensinamentos.
“Ouvimos testemunho após testemunho de pessoas que são treinadas e plantaram ou estão plantando igrejas que alcançam centenas de milhares de pessoas ao longo dos últimos 10 anos”, disse Phil Long.
Além do treinamento, os pastores comprometidos com a criação de uma igreja poderão ser patrocinados pelo Global Action através do programa “I Started a Church” (Eu Iniciei uma Igreja) e combinarão recursos para alcançar mais pessoas no mundo através do Evangelho.

G+

Número de divórcios dobrou nos últimos 10 anos

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de divórcios no Brasil aumentou nos últimos dez anos. A afirmação é com base no Censo de 2010.

Entre os brasileiros a proporção de pessoas divorciadas quase dobrou, passando de 1,7%, em 2000, para, 3,1%, em 2010. Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal apresentam os maiores valores deste indicador.
O Maranhão é o Estado com menor proporção de pessoas divorciadas com apena 1,2%.

As mudanças na legislação facilitaram a dissolução dos casamentos.
“Desde 2007 os divórcios podem ser requeridos nos cartórios, nos casos onde há consenso e inexiste filhos menores de idade. Outro exemplo de mudança na legislação é a emenda constitucional nº 66/2010, que tornou possível requerer a dissolução do casamento civil pelo divórcio a qualquer tempo, suprimindo o requisito de prévia separação judicial por mais de um ano ou de comprovada separação de fato por mais de dois anos”, explica o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR), Rogério Bacellar.

Visão cristã dos fatos

Para o pastor Josué Gonçalves, autoridade na área de família, o aumento da taxa de divórcio não tem “causa única”, mas faz parte de um conjunto de fatores que devem ser analisados a luz das Escrituras Sagradas.

Para o pastor, algumas das muitas causas do aumento do números de casais que estão se separando são: a banalização do casamento como instituição divina; o hedonismo; a falta de modelos dignos para seguir, ou seja, muitas vezes o casamento dos pais é uma péssima referência; a mídia fazendo todos os dias apologia do adultério; a falta de orientação pré-conjugal; a falta de espírito de perdão; a imaturidade dos casais, etc.

“A solução para diminuir essa taxa de divórcio e mudar o quadro que está tanto fora como dentro dos portões da igreja, é continuarmos fazendo todo investimento possível na estruturação e fortalecimento da família (Salmo 127), a orientação dos nossos filhos (Deuteronômio 6) e um trabalho preventivo com os jovens que estão para se casar. O papel da igreja com os seus conselheiros é fundamental para que os casamentos sejam fortalecidos e os doentes sejam curados. Não existe outra saída que exclua a igreja da sua responsabilidade como portadora da mensagem transformadora do Evangelho”, frisou pastor Josué Gonçalves.

Fonte: Verdade Gospel.com

Marta Suplicy afirma ‘bancada evangélica é muito barulhenta’ sobre lei contra homofobia

Relatora do projeto de lei que criminaliza a homofobia, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) pediu, nesta terça-feira (15), “pressão” da população para aprovar a lei e afirmou que a bancada evangélica, principal oponente do projeto, é “muito barulhenta”.

Segundo a senadora, uma “maioria silenciosa” favorável ao projeto, ou pelo menos neutra, vai se posicionar se a população civil se posicionar a favor do projeto.

Marta tem tentado viabilizar a votação já em outras ocasiões na Comissão de Direitos Humanos na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), mas sem obter sucesso com grande oposição da bancada evangélica.

Segundo a senadora, os evangélicos da bancada representam “uma minoria que é muito barulhenta e se posiciona”. Ela alega que no país os homossexuais são vítimas de bullying e que o projeto vai inibir a violência.

Entretanto, Marta sofre críticas que não vem somente dos evangélicos. Grupos pró-família e outros líderes religiosos desfavorecem a sua posição. Na mídia, o colunista da Veja, Reinaldo Azevedo, expressa seu desfavorecimento afirmando que a lei é um “coquetel de incostitucionalidades”.

“A dita lei anti-homofobia, mesmo na versão amenizada que está no Senado, é um coquetel de inconstitucionalidades,” afirmou em seu texto intitulado “Será mesmo que o texto de Marta Suplicy de ‘combate à homofobia’ é aceitável? Resposta: ‘não’!”

“Pressão da sociedade” significa a organização de grupos da militância gay em favor da lei - e, obviamente, o silêncio de quem é contra o texto. E é evidente que se pode ser contra não por preconceito contra os gays, mas porque a lei ofende o bom senso e cria uma casta de aristocratas sob o pretexto de combater a homofobia”, completou ele.

Para a pesquisadora Miriam Abramovay, coordenadora da área de Juventude e Políticas Públicas da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), existe o preconceito contra homossexuais no país e ele pode se traduzir em insultos, violências simbólicas e violência física contra os jovens homossexuais.

Fonte: The Christian Post

GAROTINHO DESABAFA . A verdade que muitos não sabem sobre uma grande armação contra mim

 


Entre as muitas maldades que Cabral fez contra mim para tentar me alijar da vida pública, a pior delas foi me incluir através de seu secretário José Mariano Beltrame numa investigação que estava sendo feita contra policiais. O processo é uma vergonha desde o período do inquérito. Para vocês terem uma idéia, os amigos de Cabral e Beltrame na Polícia Federal chegaram ao cúmulo de dizer no seu relatório enviado ao Ministério Público que a referência ao codinome Príncipe, encontrada numa anotação apreendida na casa de um bicheiro seria uma referência a mim já que segundo eles o Príncipe William é bem parecido comigo. Vergonha não há outra palavra. Não sei se vocês se lembram, mas até o Ministério Público Federal ao oferecer a denúncia contra mim disse que eu não obtive nenhuma vantagem financeira. Só pode ser uma loucura alguém apoiar maus policiais sem ter vantagem alguma. Não há no processo inteiro de mais de 10 mil páginas nenhuma prova contra mim, mas para me tirar da disputa ao governo do Estado valia tudo e Cabral utilizando o juiz Marcelo Leonardo, irmão do coronel da PM Aristeu Leonardo, assessor especial nomeado por ele primeiro no gabinete de Beltrame, depois na assessoria parlamentar da PM e por último comandante de uma das áreas da capital, conseguiu o que queria.

Além de recorrer da decisão fui mais além e representei contra o juiz no Conselho Nacional de Justiça mostrando uma série de irregularidades que vocês poderão tomar conhecimento no discurso que está no vídeo abaixo.


FATOS SOBRE O ESPÍRITO SANTO


O Espírito Santo inspirou pessoalmente os autores dos livros da Bíblia para escreverem as Escrituras (2 Timóteo 3:16, 2 Pedro 1:20), e é na Bíblia que o Espírito Santo Se apresenta a nós como Pessoa divina. Isso é expressamente declarado (por exemplo) em João 14:16,17,26, 15:26, 16:7-15; Mateus 28:19, sendo esse fato implícito em toda a Bíblia. A revelação a Seu respeito é feita progressivamente como veremos a seguir:

NO VELHO TESTAMENTO

A personalidade e a divindade do Espírito Santo, também chamado Espírito de Deus, se revelam a partir dos Seus atributos e das Suas obras:
A Sua onipotência é evidenciada em Sua participação no trabalho da criação (Gênesis 1:2, Jó 26:13, 33:4; Salmo 104:30), bem como Sua onipresença (Salmo 139:7-18).
Em Seu relacionamento com a humanidade, Ele Se empenha (Gênesis 6:3), esclarece (Jó 32:8), imbui com capacidade construtiva e sabedoria (Juízes 3:10, 6:34, 11:29, 13:25), capacita pessoas a receber e proferir revelações divinas (Números 11:25; 2 Samuel 23:2) e, geralmente, outorga poder aos servos de Deus (Salmo 51:12; Joel 2:28; Miqueias 3:8; Zacarias 4:6).
O Espírito de Deus é santo (Salmo 51:11), é bom (Salmo 143:10), é justo e ardoroso (Isaías 4:4), tem toda a sabedoria e entendimento, fornece conselho e fortaleza, bem como o conhecimento e o temor do Senhor (Isaías 11:2), e é o Espírito de graça e de súplicas da parte do Senhor (Zacarias 12:10).
O Espírito de Deus é soberano, vindo como Lhe aprouver sobre os homens e até mesmo sobre um animal de carga, e não estabelece condições (como no Novo Testamento) para vir sobre alguém, muitas vezes inesperada e surpreendentemente.
O Velho Testamento contém a previsão de um futuro derramamento do Espírito do Senhor, o Deus de Israel, sobre Israel (Isaías 44:3) e "toda a carne" (Joel 2:28,29). A expectativa de Israel, portanto, era dupla: a vinda do Messias-Emanuel (ver Mateus 1:18), e de um derramamento do Espírito tal como fora profetizado. No dia de Pentecostes houve um cumprimento em parte (Atos 2:16), mas o seu cumprimento exato e por completo ainda está no futuro, no fim do período da Tribulação. A partir do arrebatamento da igreja entendemos que o Espírito Santo deixará de habitar nas pessoas (2 Tessalonicenses 2:6-7) até o início do milênio, quando então voltará novamente e a profecia de Joel será cumprida plenamente.

NO NOVO TESTAMENTO

A habitação permanente pelo Espírito Santo em todo crente é uma nova bênção vinda mediante o Novo Testamento, em consequência da morte e ressurreição de Cristo (João 7:39, 16:7, Atos 2:33, Gálatas 3:1-6).
O Senhor Jesus ensinou aos Seus discípulos: “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lucas 11:13), mas no fim do Seu ministério, antes da Sua morte e ressurreição, Ele prometeu que Ele mesmo iria rogar ao Pai, e que em resposta à Sua oração o Espírito Santo viria para ficar com eles para sempre (João 14:16,17).
Na noite da Sua ressurreição Ele veio para os discípulos reunidos e soprou sobre eles dizendo: "Recebei o Espírito Santo" (João 20:22), mas os instruiu a aguardar até que o Espírito Santo descesse sobre eles (Lucas 24:49; Atos 1:8).
No dia de Pentecostes o Espírito Santo cumpriu essa promessa e veio sobre todos os crentes reunidos, assim sendo nEle batizada a primeira igreja de Cristo (Mateus 13:11, Atos 2:1-4).
Depois de Pentecostes, enquanto o Evangelho foi pregado apenas aos judeus e aos samaritanos, o Espírito Santo era transmitido aos que criam, pela imposição das mãos dos apóstolos (Atos 8:17; Atos 9:17 etc.). Mas quando Pedro abriu a porta do Reino aos gentios (Atos 10), o Espírito Santo, sem demora ou outra condição de fé, foi dada aos que creem (Atos 10:44, 11:15-18). Esta situação persiste até agora e continuará até o arrebatamento da igreja. Cada crente nasce de novo pelo Espírito (João 3:3-8; 1 João 5:1), e é habitado pelo Espírito, cuja presença faz com que o corpo do crente seja um templo (1 Coríntios 6:19; Romanos 8:9-15; 1 João 2:27; Gálatas 4:6), e é batizado pelo Espírito no corpo de Cristo (1 Coríntios 12:12,13; 1 João 2:20,27) e selado para Deus (Efésios 1:13; 4:30). É evidente, portanto, que não é apropriado para o crente pedir que o Espírito Santo venha sobre ele, pois isto já aconteceu na sua conversão, nem que o batize novamente.
O Novo Testamento distingue entre ter o Espírito, que é dado a todos os crentes, e ser cheio do Espírito, que não só é um privilégio de todo crente, mas também é seu dever (comparar Atos 2:4 com Atos 4:29-31, e Efésios 1:13,14 com Efésios 5:18-21). Na verdade há um só batismo, mas pode haver muitos “enchimentos".
O Espírito Santo “esteve” com o Senhor Jesus em Sua concepção (Mateus 1:18-20; Lucas 1:35), batismo (Mateus 3:16; Marcos 1:10; Lucas 3:22; João 1:32,33), ministério e serviço (Lucas 4:1,14), ressurreição (Romanos 8:11), e é a Sua Testemunha por todo o tempo atual (João 15:26; João 16:8-11,13,14).
A verdadeira igreja, composta da totalidade das pessoas regeneradas desde o dia do Pentecostes até a primeira ressurreição (1 Coríntios 12:12, 13), unidas entre si e a Cristo mediante o batismo com o Espírito Santo (1 Coríntios 12:12,13) é o corpo de Cristo do qual Ele é a Cabeça (Efésios 1:22,23). Como tal, a igreja é um templo sagrado para a habitação de Deus através do Espírito (1 Coríntios 3:16,17, Efésios 2:21,22), é "uma só carne" com Cristo (Efésios 5:30,31) e está desposada com Ele como uma virgem pura a um marido (2 Coríntios 11:2-4). Ao batizar todos os crentes no corpo de Cristo (1 Coríntios 12:12,13) Ele transmite dons para o serviço de todos os membros desse corpo (1 Coríntios 12:7-11,27,30), guia os membros em seu serviço (Lucas 2:27; Lucas 4:1; Atos 16:6,7) e Ele próprio é o poder desse serviço (Atos 1:8; Atos 2:4; 1 Coríntios 2:4). Não cabe, portanto, rogar a Deus para que envie Seu Espírito sobre uma igreja local, pois ela já é o Seu templo e faz parte da igreja universal.
O Senhor Jesus indicou os três aspectos do relacionamento entre o Espírito Santo e o crente:
  1. Faz a aproximação de Deus ao homem, habitando com ele (João 14:17), convencendo-o do pecado (João 16:9), e anunciando Cristo como o objeto da fé (João 16:14). Esta aproximação se faz mediante a leitura e exposição da Sua Palavra, simbolizada por água (João 3:5, Efésios 5:26, 1 João 5:8), e o pregador (Romanos 10:14).
  2. Entra no coração do pecador arrependido que se converte para dar-lhe fé para salvação (Efésios 2:8) e regeneração (João 3:3-16). Continua permanecendo no crente (1 Coríntios 6:19), para lhe dar vitória sobre a carne (Romanos 8:2-9; Gálatas 5:16,17), para criar o caráter cristão (Gálatas 5:22,23), para ajudar nas fraquezas (Romanos 8:26), para inspirar a oração (Efésios 6:18), para dar acesso consciente a Deus (Efésios 2:18), para efetivar a filiação do crente (Gálatas 4:6).
  3. Sustenta o crente com a Sua Palavra que, como água, usa para sua limpeza e santificação (Efésios 5:26; 2 Tessalonicenses 2:13; 1 Pedro 1:2); ajuda na fraqueza e intercede por ele (Romanos 8:26); multiplica a igreja (Atos 9:31), glorifica Cristo (João 16: 14) e concede-lhe dons espirituais para a edificação da igreja (1 Coríntios 12:9, 14:12).
Encontramos na Bíblia os seguintes pecados contra o Espírito Santo:
  1. Pelos incrédulos, para os quais não haverá perdão: blasfêmia (Mateus 12:31), resistência (Atos 7:51) e insulto (Hebreus 10:29).
  2. Pelos crentes: o permissivismo para que o mal entre no coração ou na vida, assim entristecendo-O (Efésios 4:30,31); a desobediência à Sua Palavra, que extingue a Sua ação (1 Tessalonicenses 5:19). A atitude correta para com o Espírito é aceitar e permitir a Sua influência na caminhada da vida e no serviço a Deus, e em sempre aceitar o Seu repúdio ao que Lhe entristece ou prejudica o Seu poder (Efésios 4:31).
O Espírito Santo é simbolizado, em Sua Palavra, por óleo ou azeite (Mateus 25:3-8, Hebreus 1:9), João 3:34; Habacuque 1:9), água (João 7:38,39), vento (Atos 2:2; João 3:8), fogo (Atos 2:3), uma pomba (Mateus 3:16), um selo (Efésios 1:13; 4:30), ou um penhor ou promessa (Efésios 1:14).
Este breve e conciso relato obviamente não pretende compreender toda a extensão da revelação de Deus na excelsa Pessoa do Espírito Santo, mas esperamos que venha a ser útil para mais estudo e ensino, bem como uma base para contestação das falsas doutrinas que temos que enfrentar em nossos dias.

VIA GRITOS DE ALERTA

GRANDES EXERCÍCIOS DE GUERRA COM 19 PAÍSES NA JORDÂNIA - SEM ISRAEL

Dezanove países liderados pelos Estados Unidos estão realizando impressionantes exercícios de guerra na Jordânia, sendo considerados "os maiores exercícios militares no Médio Oriente dos últimos 10 anos".
Segundo o major general Ken Tovo, chefe das Forças de Operações especiais dos EUA, os exercícios, denominados "Eager Lion 2012" - Leão Ávido 2012 - são os maiores realizados na região nestes últimos 10 anos.
"Começámos ontem a aplicar as capacidades que temos vindo a desenvolver nas últimas semanas num cenário de guerra irregular...eles irão durar aproximadamente umas duas semanas." - informou o comandante.
"A mensagem que quero enviar através deste exercício é que temos desenvolvido os parceiros certos em toda a região e pelo mundo fora...assegurando de que temos a capacidade para...responder a desafios que as nossas nações estão enfrentando." - disse Tovo.
Mais de 12.000 soldados estão tendo parte nos jogos de guerra, representando 19 países, que incluem o Bahrain, Egipto, Iraque, Jordânia, Arábia Saudita, Líbano, Paquistão, Qatar, Grã-Bretanha, França, Itália, Espanha e Austrália.
O chefe jordano das operações do exército jordano e do treinamento, general Awni Adwan, disse que o exercício militar "tem estado na fase de planeamento nestes últimos três anos."
"Nenhumas forças serão colocadas a Norte...o exercício não está ligado a nenhum acontecimento mundial real." - respondeu Adwan, quando lhe perguntaram se os jogos de guerra estavam relacionados com a contínua violência no vizinho Norte da Jordânia, ou seja: a Síria.
"Isto não tem nada a ver com a Síria. Nós respeitamos a soberania da Síria. Não existem tensões entre os sírios e nós. Os nossos objectivos são claros." - afirmou Adwan.
Apesar de ter acordos de segurança extensivos com a Jordânia, Israel não foi convidado a participar nos exercícios. Algumas nações árabes que participam no exercício estão ainda formalmente em guerra com o estado judaico...
Segundo informações oficiais, Washington tem concedido a Aman (capital da Jordânia) 2,4 biliões de dólares em ajuda militar e económica nestes últimos 5 anos.
Claro que ninguém de bom senso acredita em coincidências, muito menos quando se trata de questões do Médio Oriente... estarão os EUA a preparar uma intervenção no Irão? O presidente Barack Obama necessita do poderoso voto judeu para conseguir ganhar as eleições de Novembro. Estará ele a preparar um plano que salvaguarde os interesses americanos - metendo outros "ao barulho" - para resolver a incontornável questão do Irão?
Só o futuro o dirá. Talvez um futuro bem próximo...
 
Via Gritos de Alerta
Shalom, Israel!

Marco Feliciano e Reinaldo Azevedo criticam Marta Suplicy

Marco Feliciano e Reinaldo Azevedo criticam Marta Suplicy
O PLC 122/2006 volta a debate nesta quarta-feira (16), quando acontece a Marcha Nacional contra a Homofobia em Brasília. A senadora Marta Suplicy (PT-SP) pediu nesta terça-feira (15) o apoio da população para pressionar pela aprovação da “lei da mordaça”. Marta, que é relatora do projeto de lei, disse que a parcela dos brasileiros que não é homossexual precisa respaldar o texto, que já foi aprovado na Câmara, mas enfrenta resistência no Senado.
A senadora ainda afirmou que há, entre seus colegas parlamentares, uma “maioria silenciosa” favorável ao projeto, ou pelo menos neutra, que não se posiciona por receio de desagradar eleitores. “Essa maioria silenciosa vai se posicionar se a população civil se posicionar a favor do projeto”, disse Marta.
Reinaldo Azevedo, colunista da Veja, crítica à postura de Marta Suplicy e diz que “muitos dos crimes atribuídos à chamada homofobia são praticados por homossexuais”.
O deputado federal, Pastor Marco Feliciano, também se manifestou sobre os preparativos, do que seria, a tentativa final em aprovar o Projeto de Lei. Ele disse através de sua conta no Twitter que sente “muito, muito mesmo pelos 260 assassinatos de gays nesse país. Mas me angustio também pelos outros 49.740 assassinatos”, comentou.
Além disso, o deputado disse que nesta terça-feira (15) acompanhou a movimentação no Senado e na Câmara. Reuniões entre ativistas gays, que segundo ele, “hostilizavam quem era contrário” a prática.
“Existe uma conspiração global para desestabilizar a família, desmerecer os valores e criar uma nova ordem mundial onde o moral deve ser abolido. Os ativistas gays encabeçam essa trama, percebam que falo dos ativistas e não dos homossexuais em geral. Mas sim dos que odeiam o cristianismo. Pois o cristianismo expõe a verdade, toca em suas vidas promiscuas, grita contra suas sodomias e como espelho mostra suas falácias. E abre os braços para ama-los aceita-los como seres que precisam de ajuda. O cristianismo ama o homossexual, mas não ama a pratica homo”, conclui o pastor.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/marco-feliciano-e-reinaldo-azevedo-criticam-marta-suplicy/#ixzz1v2YkfvNR

HERESIAS DOS FINAIS DOS TEMPOS - stolo funda a Igreja Templária de Cristo após orientação do Arcanjo Miguel

Apóstolo funda a Igreja Templária de Cristo após orientação do Arcanjo Miguel
A Igreja Templária de Cristo na Terra, sediada em São Paulo, tem atraído cerca de 10 mil pessoas pregando uma religião que mistura cristianismo com Reiki, Ioga e passes espíritas.
Criada por Walter Sandro Pereira da Silva, que se auto intitulou apóstolo, o ministério surgiu depois de vários encontros com o Arcanjo Miguel. O religioso conta que desde os dois anos e meio tem visões com o anjo que lhe dá conselhos e revela caminhos.
Foi o Arcanjo Miguel quem lhe mostrou o caminho para se tornar um corretor de seguros, palestrante motivacional e agora apóstolo. “O Arcanjo Miguel materializou-se e disse para eu abrir a igreja. Foi tão forte que tive uma crise de cálculo renal. Fui ao banheiro e ele veio e disse pra botar a mão na urina. Eu pus. E saiu uma pedra do tamanho de meio grão de feijão”, disse o religioso.
Na Igreja Templária de Cristo na Terra o líder maior não pode se casar e vive humildemente em uma casa na cidade de São Bernardo do Campo, ele não pode se casar e vive com nove ministros, sua mãe e cerca de 80 cães e gatos que foram resgatados das ruas, essa é uma das obras da igreja.
Para atender os fiéis ele disponibiliza uma operação de telemarketing, 20 pessoas se revezam para atender 3 mil ligações todos os dias com pedidos de orações diversos.
O templo sede onde o apóstolo Walter ministra há 44 salas, nelas encontram-se símbolos diversos como uma cruz, um Buda, faraós e até santos católicos. Mas o que chama mesmo a atenção dos “templários” e o evento que acontece mensalmente chamado de “Vale do Sal”, toneladas de sal desenham um caminho por onde milhares de pessoas passam pedindo libertação e cura.
Esse sincretismo religioso tem um motivo: lutar pelo fim do preconceito. “Não temos nenhum”, garante o apóstolo que já tem filiais da igreja no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Esses templos são sustentados por doações.
“A pessoa não paga. Ela doa”, adianta ele. Na Igreja Templária os fiéis fazem doações pelo “Carnê de Gratidão” que tem o valor de R$33,00. Quem paga esse valor ganha o número do celular de um dos mestres para poder ligar quando quiser.
É com essas doações que ele consegue manter um programa no Canal UHF 58 e já juntou R$120 mil para comprar um canal próprio que vai divulgar a mensagem da Igreja Templária.
Com informações Carta Capital


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/apostolo-funda-a-igreja-templaria-de-cristo-apos-orientacao-do-arcanjo-miguel/#ixzz1uzjhV9HQ

OBAMA TRAIDOR - Evangélicos contra Obama; AD emite comunicado



Evangélicos contra Obama; AD emite comunicado“Barack Hussein Obama, o primeiro presidente gay dos Estados Unidos”. Esta é a matéria de capa da revista “Neewsweek” desta semana, assinada por Andrew Sullivan, um jornalista e blogueiro ativista do movimento homossexual norte-americano. Apesar do apoio maciço que Obama, o presidente mais social liberal da história dos EUA, está recebendo de artistas, intelectuais progressistas e da maioria esmagadora da mídia impressa e televisiva, que é majoritariamente liberal em termos de valores, o “incêndio” provocado pelas suas declarações ainda não foi apagado. Muito ao contrário.

No sábado, saiu uma pesquisa do Instituto Rasmussen, realizada de 10 a 12 de maio, apresentando Romney com 48% das intenções de voto contra 44% de Obama. E ontem, saiu uma pesquisa da CBS News em parceira com o jornal New York Times mostrando Romney com 46% contra 43% de Obama. Mais do que previsto: na semana passada, uma pesquisa do Gallup já revelava que 26% dos eleitores americanos deixariam de votar em Obama por causa dessa declaração. Lembrando que, antes dessa declaração, Obama chegou a ficar 7 e 8 pontos à frente de Romney respectivamente em duas pesquisas divulgadas em 7 de maio pela Associated Press/GfK e pela Reuters/Ipsos.

Segundo matéria do jornal “The New York Times” de ontem (14 de maio), no mesmo dia 9 de maio, apenas duas horas após a sua declaração, Obama, já pressentindo os efeitos, fez duas reuniões de emergência com dezenas de pastores dos EUA via teleconferência: a primeira, com pastores da comunidade negra e depois, com os de outras etnias, numa tentativa de contornar o problema. Mas, não foi suficiente. Até o seu “conselheiro espiritual”, como Obama e a imprensa chama o pastor Joel Hunter, se opôs a Obama. Em entrevista ao “Christian Post” em 11 de maio, Hunter afirmou que estava “desapontado com o modo de pensar do presidente” e que o fato de ser conselheiro de Obama não significa que ele o apóia “politicamente”. Mas, antes de Hunter, seguiram-se declarações de dezenas de líderes evangélicos de todos os Estados Unidos se opondo ao posicionamento de Obama, dentre eles Franklin Graham. E em 10 de maio, foi a vez das Assembleias de Deus dos Estados Unidos emitirem um comunicado de total reprovação à declaração de Obama.

No comunicado, assinado pelo pastor George Wood, líder das ADs nos EUA e do Comitê Mundial das Assembleias de Deus, as ADs norte-americanas manifestam “sua discordância e oposição” às declarações de Obama. Afirma pastor Wood:

“As Assembléias de Deus estão em completo desacordo com a nova posição do presidente e se opõem à atitude do presidente de tomar a Escritura fora de contexto para defender a sua posição. A Bíblia ensina claramente que o casamento deve ser um compromisso longo de toda uma vida entre um homem e uma mulher. Não há nenhuma afirmação de apoio ao comportamento homossexual em qualquer lugar nas Escrituras. No entanto, a Bíblia está repleta de evidências de que o comportamento homossexual é imoral e vem sob o julgamento de Deus”.

“O presidente se referiu à Bíblia, afirmando que Cristo sacrificando-se pela humanidade e a Lei de Ouro [amar ao próximo como a ti mesmo] são razões para endossar o casamento homossexual. Embora tenha se tornado popular citar as Escrituras grosseiramente fora de contexto para servir a uma agenda pessoal ou política, isso ainda não muda o que a Palavra de Deus diz claramente. À luz do que as Escrituras dizem, os cristãos não devem ser surpreendidos por indivíduos e grupos de distorção das Escrituras: ‘Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências’ (2Tm 4.3)”.

“Acreditamos, à luz da revelação bíblica, que a crescente aceitação cultural da identidade e do comportamento homossexuais, masculino e feminino, é sintomático de uma ampla desordem espiritual que ameaça a família, o governo e a igreja. Não só as Escrituras condenam exemplos mais flagrantes de violência e promiscuidade homossexual, mas também não fornece nenhum apoio para a idéia popular moderna que relações amorosos, comprometidas e de longo prazo homossexuais são moralmente aceitáveis. Atividades homossexuais de todos os tipos são contrárias aos mandamentos moral que Deus nos deu”.

“É importante para os cristãos não subestimarem as implicações de um presidente pró-homossexual e pró-aborto, e o que isso significa para a igreja. Em nenhum momento de nossa nação nós precisamos orar tanto pelos líderes políticos deste país do que precisamos hoje”, conclui o comunicado do pastor Wood.
Da Redação do CPAD News

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