segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Deus condena a Homossexualidade

Deus condena a Homossexualidade
Boa noite Pe. Fabio Melo, gostaria em primeiro lugar, pedir que o senhor possa me responder baseado em sua Biblia quanto ao assunto por tir aboradado em seu video que esta no youtube , quanto a sua opniao quanto ao HOMOSSEXUALISMO, em que versiculo o senhor se baseia, e com que respaudo hermenêutico ou exegese se fundamenta, para trazer a nossa sociedade o favorecimento quanto a aprovação da vida entre pessoas do mesmo SEXO, tendo em vista que a Biblia diz o contrário e chama de abominação. "Nada podemos contra a verdade, senão pela verdade" II co 13:8.
Entao segue os versículos que acho que o senhor desconhece ou não faz questao de menciona-los “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.... visto que te esqueceste da lei do teu Deus...”(Oséias 4:6). Este é exatamente o conhecimento que precisamos “Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” Mateus 22:29. Pois, tudo que foi escrito para nosso ensino foi escrito, diz Paulo em Romanos 15:4 e I Coríntios 10: 1. Por isso precisamos estudar a Bíblia e condenar a prática do homossexualismo!

Favor deixar claro a sua opniao, se é a favor do HOMOSSEXUALIMOS ou contra, lembrando que serás julgado pela palavra de Deus e seu conteudo ao qual só venho aqui lhe alerta quanto ao perigo da perda da salvação própria e de todos aqueles que sem conhecimento ou por mera concordância se fazem participantes dos mesmo ideais.

resposta.

Desde os primórdios da humanidade, as sociedades convivem com o homossexualismo e os mais variados tipos de comportamentos sexuais. O relato bíblico da Criação em Gn 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne”. Porém o pecado infiltrou-se nos relacionamentos sexuais entre os seres humanos de tal forma que hoje a sociedade convive com uma variação enorme de perversões sexuais, tais como:

A sociedade convive com uma variação enorme de perversões sexuais, tais como

  • narcisismo,

  • homossexualismo,

  • masturbação,

  • sadismo,

  • masoquismo,

  • exibicionismo,

  • pedofilia,

  • gerontofilia,

  • fetichismo,

  • travestismo,

  • incesto,

  • pluralismo,

  • necrofilia,

  • bestialidade,

  • zoofilia,

  • voyeurismo,

  • sexopatia acústica,

  • renifleurismo,

  • coprofagia,

  • frotterurismo,

  • entre outros.

O presente trabalho não vai entrar nos detalhes das diversas anomalias sexuais, limitando-se apenas ao estudo do homossexualismo, pois este é o tema tratado pelo apóstolo Paulo em Rm 1:26 e 27. O artigo será dividido nas seguintes seções: Estudo da referência paulina em Romanos;
  • Conceito e causas da homossexualidade;

  • Os motivos pelos quais Deus condena este comportamento sexual;

  • Terapia para a regeneração daqueles que apresentam este desvio da sua sexualidade;

  • Ao final, será apresentado um resumo do trabalho e as conclusões encontradas.

Comentário Sobre o Homossexualismo em Rm 1:26-27

Encontra-se a declaração de Paulo sobre o Homossexualismo nas seguintes palavras:
"Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Romanos 1:26-27
Há um consenso geral de que Paulo referia-se aqui à prática do lesbianismo e do homossexualismo masculino. A palavra “natural” (kata physin) em oposição à “contrária à natureza” (para physin) era usada no tempo de Paulo com muita freqüência como uma maneira de estabelecer distinção entre comportamento heterossexual e homossexual. Harrison acrescenta que “Paulo usa linguagem direta, para condenar a perversão do sexo fora do seu justo lugar: dentro do relacionamento conjugal”. Outro teólogo afirma que a contaminação do corpo humano é claramente manifestada no homossexualismo, pois ele é obviamente antinatural, contrário à natureza sexual.
A prática do homossexualismo era comum no mundo pagão, tendo forte presença na sociedade em geral, sendo designado como o “pecado grego”. Paulo escreveu sua epístola aos Romanos na cidade de Corinto, a capital dos vícios gregos, e certamente já vira ali evidências sobre as práticas homossexuais.
Lovelace ainda diz que “contrária à natureza” significa “simplesmente contra a intenção de Deus para o comportamento sexual humano que é explicitamente visível na natureza, na função complementar dos órgãos sexuais e dos temperamentos do macho e da fêmea”.
No verso 27 Paulo emprega o termo arsen 3 vezes, traduzidos na ARA por “homens”. O substantivo arsenokoites (“homossexual masculino”, “pederasta”) é empregado pelo apóstolo como alguém que não herdará a salvação por estar sob a condenação de Deus (1Co 6:9; 1Tm 1:10). Brown ainda acrescenta que aqui a perversão sexual é vista como resultado de (e, até certo ponto, um julgamento sobre) o pecado do homem em adorar a criatura ao invés do criador.

Conceito e Causas da Homossexualidade (Homossexualismo)

Uma vez comprovado que o tema que Paulo abordou em Rm 1:26-27 foi mesmo a homossexualidade (Homossexualismo), tanto masculina quanto feminina, faz-se necessário um maior aprofundamento sobre o estudo deste comportamento sexual.
O homossexual é considerado uma pessoa com tendência a dirigir o desejo sexual para outra pessoa do mesmo sexo, ou seja, ele (ou ela) sente atração erótico-sexual por parceiro do mesmo sexo. Maranon apresenta uma definição mais completa sobre a homossexualidade nas seguintes palavras:
Por mais classificações que se façam desta anormalidade, a base patogenética é sempre a mesma: uma sexualidade recuada, de polivalência infantil que, por circunstâncias externas, condiciona sob diferentes formas seu objetivo erótico em sentido homossexual.
Baseando-se no relatório de Kinsey, os homossexuais pretendem que sua condição seja considerada “uma espécie de forma alternativa de sexualidade, homóloga e simétrica à heterossexualidade”. Bergler, porém, vê a homossexualidade como uma espécie de “síndrome neurótica”, caracterizada por alguns estigmas bem definidos, a saber: uma elevada dose de masoquismo psíquico, levando o homossexual a situações de desconfianças e humilhações; medo, ódio, fuga em relação ao sexo oposto; insatisfação constante e insaciabilidade sexual; megalomania; depressão; sentimento patológico de culpa; ciúme irracional; e inadmissibilidade psicopática.
As pesquisas com relação às causas da homossexualidade ainda não são consideradas de todo consistentes; porém, elas podem ajudar na orientação de uma profilaxia social com relação ao homossexualismo. Gius afirma que “não se verificam quadros de aberração cromossômica ligados primitivamente à homossexualidade”, o que descarta sua origem genética, pois “em todos os casos de homossexualidade masculina examinados, o sexo genético correspondia ao sexo fenotípico (respectivo) e faltavam sinais de qualquer alteração cromossômica verdadeira”.
Mesmo os defensores da origem genética da homossexualidade admitem que a eventual “predisposição inata” só se transforma em efetivo desejo homossexual por força de fatores desencadeadores de natureza psicossocial, dentre os quais: obsessiva ligação com uma mãe autoritária ou possessiva; falta de uma figura paterna significativa como modelo de identificação; experiências de iniciação na infância ou adolescência; e fixação ou regressão da personalidade a níveis auto-eróticos, com supervalorização do falo (órgão sexual masculino).
O homossexual é um homem ressentido por acreditar que não tem o corpo que sua mente mereceria. Freud também considerava que o meio onde as crianças se desenvolvem é fator determinante de sua sexualidade.

Snoek divide estes fatores determinantes da Homossexualidade em três categorias:

1. Fisiológicos - Nenhuma das teorias (genética, hormonal, morfológica) foi comprovada;

2. Familiares - Uma mãe dominante, juntamente com um pai apagado; uma supermãe, tão envolvente que para o filho só existe uma mulher, que é ela; a mãe frustrada no seu relacionamento com o marido, incutindo na cabeça das filhas que homem nenhum tem valor; um superpai que exige uma virilidade impossível de ser alcançada pelo filho; os pais desejam um menino, mas nasce uma menina;

3. Sociais – O unissexismo, que ocorre na forma do segregacionismo ou do igualitarismo; o anarquismo; e a sedução por adultos.

Por Que Deus Condena o Homossexualismo?

Deus abençoou o homem e a mulher e lhes deu o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gn 1:28). O casamento é a “união de duas pessoas que originalmente foram uma, depois foram separadas uma da outra, e agora no encontro sexual do casamento se uniram novamente”. Lovelace acrescenta dizendo que “não é por acidente que toda forma de expressão sexual fora da aliança do casamento seja explícita ou implicitamente condenada no restante das Escrituras”.
A sociedade atual está cada vez mais perdendo de vista o princípio que Deus definiu para a união sexual entre os seres humanos: um homem e uma mulher, unidos pelo compromisso eterno do matrimônio. Em virtude deste crescente desvio do padrão idealizado por Deus no princípio, é que têm surgido todas estas anomalias sexuais descritas até aqui. Hoje já se convive até mesmo com o “casamento” entre homossexuais e a adoção de filhos por estes “casais”.
O propósito de Deus é que o homem junte-se com a mulher e os dois formem “uma só carne” (Gn 2:24), constituindo-se numa família heterossexual, na qual os filhos poderão ser educados em meio a um ambiente sadio e livre de preconceitos.
Este ideal está totalmente corrompido na sociedade moderna, e as relações sexuais passaram a ser apenas um meio de obter prazer a qualquer custo, sem atentar para as orientações dadas por Deus no passado, e para os perigos de não seguir estas orientações. A atual sociedade já aprendeu a conviver pacificamente com o outrora chamado “pecado grego”, vendo os homossexuais como apenas “um pouco diferentes”.
Deus condena o homossexualismo porque ele é totalmente contrário ao propósito original das relações sexuais: procriação e/ou prazer. Segundo Boice, apenas em se olhar para a anatomia dos órgãos sexuais do homem e da mulher já deveria haver argumento suficiente para convencer de que as práticas homossexuais não são normais. Tanto o Judaísmo quanto o Cristianismo sempre reconheceram esse fato, defendendo que o homossexual está sob a condenação de Deus.

Cura Para o Homossexual

Após verificar que o homossexualismo está arraigado fortemente na sociedade hodierna, faz-se necessário apresentar ao portador desta anomalia sexual um meio de regeneração e retorno ao ideal divino. A terapia de aconselhamento para o homossexual consiste em “escutar a quem pede ajuda, a fim de facilitar-lhe a decifração, por ele mesmo, de seu próprio discurso... levando a uma convivência mais saudável consigo mesmo e, em vários casos, chega-se à heterossexualidade”.
Talvez o maior problema a princípio seja romper as barreiras da solidão e da incomunicabilidade que a sociedade erige em relação aos homossexuais. Gatti defende que o ponto de partida deve ser a total aceitação do homossexual como pessoa, a plena compreensão de seu drama, e a mais leal solidariedade a seus sofrimentos e a seus problemas.

Para o auxílio pastoral ao homossexual são sugeridos os seguintes passos:

  1. Reconhecimento e confissão de que sua atitude e conduta são errados;
  2. Ele deve admitir e reconhecer seu problema;
  3. Deve confessar o pecado a Deus e a um conselheiro espiritual, e depois deve pedir a Deus que o purifique e perdoe;
  4. O homossexual que busca a cura deve pedir a Deus que lhe dê um espírito de arrependimento;
  5. Pode-se considerar a possibilidade de uma libertação de demônios;
  6. O conselheiro deve repetir a promessa de que o indivíduo poderá mudar;
  7. O homossexual deve concordar em submeter-se a um plano de disciplina que Deus possa usar para concretizar a mudança desejada;
  8. Entre o homossexual e o conselheiro deve haver sinceridade absoluta;
  9. O homossexual deve começar a participar de uma comunidade cristã compreensiva;
  10. O conselheiro deve ser paciente.
Para o homossexual, como para qualquer outro homem, no fim é apenas a graça do Espírito Santo com seus misteriosos dinamismos que é capaz de tornar a cura do homossexual possível. Acima de todos os meios educativos e terapêuticos, é sempre na graça de Deus que o homem pecador deve confiar.
O Dr. José Maria concorda com o pensamento de que a igreja deve ser o conduto para a ajuda aos homossexuais que desejarem um retorno aos desejos sexuais naturais de cada ser humano. Ele afirma que “a igreja será o último reduto para a consolidação dos conceitos familiares” nos próximos anos.

Resumo e Conclusão

O homossexualismo está presente na história humana desde o seu princípio. Biblicamente, encontra-se referências à homossexualidade já no relato de Sodoma e Gomorra (Gn 19:4-5), de onde advém o termo “sodomia” como referência à homossexualidade e outras anomalias do gênero; bem como no período dos Juízes (Jz 19:22). Moisés também fez referências a esta prática sexual entre o povo de Israel (Lv 18:22; 20:13), condenando-a e considerando-a abominável aos olhos de Deus, punível mesmo com a morte.
No Novo Testamento, a referência clássica à homossexualidade, tanto feminina quanto masculina, encontra-se na epístola de Paulo aos Romanos (Rm 1:26 e 27). Porém, o apóstolo também faz outras referências à condenação divina sobre esta prática (1Co 6:9-10; 1Tm 1:9-11).
O presente trabalho analisou o texto de Romanos, observando a quase unanimidade entre os teólogos e comentadores de que Paulo realmente referia-se na passagem em estudo ao homossexualismo. Porém, é crescente o grupo de eruditos que não aceitam esta interpretação usual, e tentam reinterpretar as declarações paulinas, aplicando-as aos dias atuais, onde a homossexualidade tornou-se já parte comum do cotidiano das grandes cidades.
Através dos estudos e pesquisas científicas consultadas, verifica-se que é reduzida a probabilidade de que as tendências homossexuais sejam o resultado de uma “deformação genética” ou algum caractere hereditário. Ao contrário, é grande o número de estudiosos da psicologia humana que acreditam que este comportamento sexual advém de fatores psicossociais vividos na infância (até os 5 anos de idade, principalmente), e que acarretam traumas e complexos que podem levar o indivíduo a desenvolver o homossexualismo durante sua vida.
Apesar de Deus condenar este comportamento anômalo, em virtude de desvirtuar-se do Seu propósito para o relacionamento sexual e matrimonial, Ele concede ao homossexual desejoso de regenerar-se uma opção de cura, que está disponível através de Sua infinita graça e misericórdia pelas mazelas que atingem a humanidade.
Fonte: Enviado por e-mail por Bruna Raicha

Quantos sapos você tem de beijar até encontrar seu príncipe?

denice
“Nós todos sabemos como é quando você está na escola e atinge a puberdade. De repente, você está muito consciente de si mesmo e quão atraente (ou não) você é ao sexo oposto. Passar naquela prova de gramática já não é tão importante como ser a única sem um namorado. Deus me livre não ter nada para dizer naquelas conversas sobre "os melhores beijos" e o "melhor sexo".
Infelizmente, esse é o mundo em que vivemos hoje em dia. Então, imagine isso: Uma menina de 16 anos de idade, em seu último ano da escola com seu grupo de amigas e o assunto se volta para "garotos". Ela sorri e balança a cabeça enquanto todas fazem as suas observações - não importa quão estranho sejam os exemplos falados, contanto que elas não perguntem nada a ela!
Inesperadamente, elas começam a apontar uma a uma para falar sobre seu primeiro beijo. Seu cérebro começa a trabalhar freneticamente tentando pensar em todas as desculpas, histórias elaboradas e mentiras escancaradas para encobrir o fato de que "o quê?!", elas dizem "Você nunca beijou ninguém?". O som das gargalhadas e o tom de ridicularização trazem um calor ao seu rosto - tão quente que tudo que ela pode fazer é abaixar a cabeça. "Você está tão atrasada. Todas já beijaram", elas zombam: "Você é lésbica?”
Tenho certeza que você consegue imaginar a situação. Você pode sentir a vergonha da pobre menina?! Agora imagine a mesma conversa - só que desta vez as meninas estão com 20 anos de idade. Agora imagine 23, ou mesmo 24 anos de idade?Acha difícil de imaginar? Certamente é raro de acontecer nos dias de hoje.
Mas, por que essa menina deveria se sentir tão constrangida ou envergonhada? Ela fez algo errado? Não. Você "passa do prazo de validade" se você não beijar um menino numa certa idade? Não.Então, pense sobre isso: com quem você quer compartilhar seus beijos? Ou melhor, com quem você deve compartilhar seus beijos? Eu não estou falando daqueles beijos de vento de Hollywood, reservados para conhecidos ou o beijo no rosto que você dá nos seus familiares e amigos. Eu estou falando ‘daquele’ beijo. Sim, aquele que você sonhou em dar repetidamente naquela pessoa especial que você ama. Agora se pergunte: O que aconteceu com aquele sonho?
Muitos jovens não acreditam mais em amor verdadeiro ou até mesmo em ‘ príncipe encantado'. Atualmente, um beijo é apenas um beijo, nada mais. Nenhum significado. É algo rápido com uma pessoa aleatória que você acabou de conhecer na boate. Ou talvez seja um beijo bem apaixonado com o seu namorado mais recente (de quem você não está realmente afim). Quem sabe um beijo louco, devido a uma explosão de entusiasmo na última Rave que você foi. Não há como negar que o beijo não tem mais o valor que ela costumava ter no passado.
Bem, eu admito, a menina da história sou eu (foto acima com o marido Damien). Desde novinha eu sonhava em me apaixonar, me casar e todas as coisas que já conhecemos. Acho que sempre tive esse sonho. Era como se fosse parte do projeto original da minha vida e eu segurei firme nele por um tempo como se fosse realidade. Até que chegaram os complexos da adolescência e a pressão dos amigos fizeram meu sonho começar a desaparecer. Todos estavam namorando, as revistas só me relembravam o quanto eu era ultrapassada. Eu estava desesperada pra fazer parte do grupo deles, mas não queria simplesmente compartilhar com qualquer um o que eu considerava tão pessoal. "Então, quem vai ser o meu príncipe?", eu pensava.
Depois de uma jornada dolorosa de desespero (e ainda sem beijo), eu finalmente aprendi que meus ideais não eram tão "ultrapassados" assim. Depois de descobrir que "só existe um para cada pessoa", a minha perspectiva mudou. Eu aprendi que eu nasci para estar com uma pessoa: a pessoa que eu amasse e que me amasse em retorno, alguém compatível comigo. Então, eu fiz um voto comigo mesma e com Deus: que eu iria esperar até que alguém se mostrasse digno de mim, alguém que quisesse receber todo o amor e sacrifício que eu estava disposta a oferecer.
Enquanto se espera, a gente tem a oportunidade de crescer como pessoa e pensar cuidadosamente sobre o tipo de companheiro que a gente realmente deseja. Se você não sabe o que quer, então como você pode encontrar a pessoa certa?
Tem alguém lá fora para você e, mesmo que você não acredite, isso não faz com que esse fato deixe de ser verdade. Se você perdeu o seu sonho, por causa de algo que aconteceu ou de alguém que o roubou de você, busque esse sonho novamente. Tome posse dele, ele está lá fora. Se você acreditar nisso como eu acredito e acreditei naquela época, esperar pela pessoa certa não vai mais parecer algo tão difícil. Se você se valorizar da maneira que deve (você é incrivelmente especial, ah, se você acreditasse nisso), então você vai tentar conhecer cada "pretendente" cuidadosamente, para garantir que ele é realmente a pessoa certa. Qualquer carinha legal e carinhoso não será mais suficiente.
Porém, uma coisa é verdade, somos apenas humanos e só podemos conhecer a outra pessoa até certo ponto. Por isso, eu aconselho que você ore - mesmo que você não esteja acostumado a fazer isso com frequência. Minha teoria, na época, era que, se Deus realmente existisse, então no momento em que eu estivesse orando pelo meu futuro marido, naquele exato momento, Deus estaria vendo exatamente quem ele era, mesmo que eu não tivesse a menor idéia de quem ele fosse. E se eu pudesse acreditar por um instante que Deus ia honrar meu pedido, então o futuro da minha vida amorosa estaria seguro e eu poderia me concentrar em outras áreas da minha vida.
Quantos sapos você tem de beijar até encontrar seu príncipe? Minha resposta é simples: nenhum. Se você procurar cada "pretendente" direito, vai logo ver quantos sapos aparecem no seu caminho. No final de seus "testes" você vai encontrar alguns príncipes reais e depois de novas pesquisas e testes, você vai encontrar o único que é para você.
Não deixe o tempo, a sociedade ou as morais deste mundo te fazerem esquecer o seu valor e o valor dos seus sonhos. Tenha orgulho de ser "antiquada" por uma questão de ser fiel as suas convicções. Depois de chegar ao ponto na sua vida que você está pronta para se dar pra pessoa certa na hora certa, você ficará feliz por ter esperado.
Se você estiver lendo isto e disser: "Mas eu já beijei (ou outras coisas mais) muitos sapos”, não se preocupe. Isso não é uma promessa de pureza. É mais uma questão de auto-preservação. Às vezes, fazemos coisas porque não sabemos que existem outras alternativas, ou ainda, por termos sido vítimas de grandes decepções, mas isso não quer dizer que temos que continuar fazendo as mesmas coisas erradas. Você pode ter se entregado a alguns sapos, tudo bem. Desafie você mesma a ir contra a ansiedade a partir de agora e prepare-se para receber o seu príncipe. Descubra como um verdadeiro príncipe realmente age, vive e trata sua princesa. Espere!
E depois você vai ver o quanto vale à pena!
Denice Allen, de 30 anos, casou no dia 24/07/2010 com Damien Allen. Ela é membro da IURD na Inglaterra e postou este depoimento no blog “Porque sois fortes”, que pertence ao pastor responsável pelo Grupo Jovem dos Estados Unidos, Luke Castro. Por Denice Allen / Arca Universal / Profetico

Guerra contra traficantes no Rio de Janeiro, de 1960 à 2010



guerra no rio de janeiro
A guerra está só começando, o vento virou. A população aplaude a polícia. A bandidagem está perdendo. O Capitão Nascimento tinha razão Naquele tempo se podia subir qualquer morro do Rio, não havia nenhum perigo, só miséria. Muitos garotos das favelas próximas de Copacabana jogavam bola juntamente com os garotos do bairro nas praças, na praia e nas ruas. O Rio de Janeiro deixava de ser a capital, que se mudava para Brasília em janeiro de 1960.
De lá para cá foi ladeira abaixo, e morro acima. Em 1976, a Cidade Maravilhosa foi fundida à força com o atrasado Estado do Rio pelo governo militar. Foi a sua segunda morte.
A terceira seria lenta e sofrida, vítima de duas desastrosas administrações de Brizola, quando a polícia foi proibida de entrar em favelas em nome dos direitos humanos. E pior: com um governo Moreira Franco no meio. Na sequência, quatro anos de governo Garotinho, seguido de mais quatro de Rosinha. Nenhuma metrópole do mundo sobreviveria a essas administrações.
Em Nova York se consome muito mais drogas do que no Rio de Janeiro, mas o tráfico não manda nada, se contenta em vender o seu veneno escondido, porque a polícia prende e a Justiça manda para a cadeia. Mesmo podendo comprar livremente armas pesadas, o tráfico não comanda nenhum território, só se esconde da policia. Ninguém fala "o tráfico é o flagelo de Nova York". Lá o tráfico não é assunto, se movimenta nas sombras do submundo e não interfere na vida das pessoas comuns.
A maior graça, e a desgraça, do Rio de Janeiro é a sua geografia deslumbrante, com as praias cercadas de morros e montanhas onde se abrigam as quadrilhas de traficantes e as milícias. Nossas belezas se tornaram fortalezas do crime e da morte.
A guerra está só começando, o vento virou. A população aplaude a polícia. A bandidagem está perdendo. O Capitão Nascimento tinha razão.

Galeria de Fotos da Guerra contra traficantes no Rio de Janeiro

guerra no rio de janeiro
guerra no rio de janeiro
guerra no rio de janeiro
guerra no rio de janeiro
guerra no rio de janeiro
Fonte: Estadão / Profetico

Notícias » Tecnologia » Tecnologia Hillary diz que vazamento é ataque aos EUA e à comunidade internacional

A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, condenou nesta segunda-feira o "roubo" de documentos do Wikileaks, que considera não só "um ataque à diplomacia dos Estados Unidos, mas à comunidade internacional". "Os Estados Unidos condenam firmemente a publicação ilegal de informação, que coloca a vida de pessoas em perigo, ameaça nossa segurança nacional e prejudica nossos esforços para trabalhar com outros países", disse Hillary em um breve discurso perante a imprensa.
O Wikileaks divulgou mais de 250 mil documentos, muitos deles secretos, em referência, principalmente, às comunicações do Departamento de Estado com mais de 270 embaixadas, consulados e missões diplomáticas dos EUA no mundo todo.
Hillary assinalou que esta revelação "não é apenas um ataque aos interesses da política externa americana, mas um ataque à comunidade internacional, um ataque às alianças e negociações que estão em andamento em nível internacional" para buscar a paz e a prosperidade no mundo.
No entanto, se mostrou confiante de que as relações que se fortaleceram durante o Governo do presidente Barack Obama "resistam a este desafio" e assegurou que estas alianças continuam sendo o centro da política externa americana.
A secretária, que não quis comentar o conteúdo particular das mensagens publicadas, assinalou que os Estados Unidos "condenam profundamente a publicação de qualquer documento confidencial, incluindo discussões particulares entre parceiros, ou declarações e observações pessoais de nossos diplomatas".
EFE

Cenário de guerra começa a ser desmontado no Complexo do Alemão

Uol
No primeiro dia útil após a retomada do Complexo do Alemão das mãos do crime organizado, a vida no conjunto de favelas na zona norte do Rio de Janeiro parece começar a voltar ao normal. O barulho dos blindados, as rajadas de tiros e o clima de guerra declarada deram espaço para uma relativa calmaria nesta segunda-feira (29).
Na rua Joaquim de Queiroz, um dos principais acessos usados para entrada de saída de moradores, vários trabalhadores era vistos descendo o morro por volta das 6h30. Muitas pessoas estavam trancadas dentro de casa desde sexta-feira (26), quando o confronto entre traficantes e autoridades se intensificou.
Na padaria que fica na esquina com a estrada de Itararé, fechada desde quinta-feira e cuja fachada foi usada no final de semana como posto do Exército, as portas voltaram a abrir e os habitantes do Alemão novamente tiveram a possibilidade de comprar pão e mantimentos, algo impensável nos últimos dias, marcados por intensas trocas de tiro que fizeram o comércio todo encerrar suas atividades temporariamente na região.
Na banca de jornal, os periódicos da cidade exibem manchetes como “Vencemos” e “A reconquista”. “Vim comprar pra guardar. Vai ser uma recordação. E também queria entender melhor as coisas. Fiquei dentro de casa três dias. Ouvi tudo, mas quero ver o que vai acontecer agora”, disse o pedreiro Rafael de Oliveira, 35 anos.
Alguns blindados ainda podem ser observados fazendo rondas nas principais avenidas do Complexo. O número de policiais militares, no entanto, foi reduzido drasticamente, apesar de 90 homens do Bope terem passado a noite dentro do Alemão – efetivo que está sendo substituído nesta manhã.
Homens da Polícia Civil e do Exército ainda são vistos na manhã desta segunda fazendo revistas em alguns pontos. A estratégia é tentar encontrar traficantes que possam estar tentando sair da comunidade disfarçados. De toda forma, o pente fino é bem mais permissivo do que as varreduras do final de semana, que não poupavam ninguém – senhoras, crianças e até deficientes.
Alguns moradores reclamam da falta de luz, mas os problemas de abastecimento não chegam a atingir todos os endereços das favelas. Já “no asfalto”, os pontos de ônibus estão lotados. Muitas escolas municipais da região continuam fechadas, mas a secretaria estadual permitiu que os diretores de casa unidade tomem a decisão de receber ou não os alunos. Outros serviços públicos começaram a ser retomados, como a varrição.
Por todo lado, o volume de lixo é grande. Muitas vezes os próprios traficantes proibiam a entrada de caminhões de coleta de resíduos. Em uma volta que a reportagem fez pela comunidade já ocupada, encontrou vários pontos usados como lixão, locais em que o cheiro forte lembra carniça e chega a ser insuportável.

2012 é o fim do mundo? é o que diz o calendário Maia Qual sua opiniçao sobre este assunto?

Opine sobre essa questão que tem incomodado muitas vidas , mande sua opinião ,  via comentário.

A SUPERIORIDADE DA MENSAGEM DA CRUZ


  I Co. 1.18 –
Objetivo: Mostrar que a pregação evangélica eficaz não se baseia em pressupostos religiosos ou argumentos filosóficos, mas na cruz de Cristo, loucura para os que perecem, mas para os salvos, poder de Deus. INTRODUÇÃO
Na igreja de Corinto havia tanto judeus religiosos quanto intelectuais instruídos na filosofia grega. Na lição de hoje, veremos que, como naqueles dias, a religiosidade e a filosofia humana imperam, mas ambas estão distanciadas da verdade do evangelho de Cristo. As palavras do Apóstolo, conforme veremos neste estudo, revelam que o fundamento da fé cristã não repousa nesses dois pólos, mas na centralidade da mensagem da cruz, loucura para os que perecem e o poder de Deus para os que crêem.
1. A MENSAGEM DA RELIGIÃO
A religião é uma tentativa humana de aproximação de Deus. É uma espécie de torre de Babel (Gn. 11.9), de confusão, por meio do qual o homem, através dos seus esforços, de suas vestes de figueira (Gn. 3.7) quer agradar ao Criador. Para tanto, a religião se sustenta numa série de regras e padrões humanos na tentativa de manipular as pessoas (Cl. 2.20-23). Nos tempos de Paulo, especificamente na cidade de Corinto, a religião judaica determinava os procedimentos a serem seguidos a fim de que o ser humano adquirisse sua salvação, essa era uma defesa dos judaizantes (Gl. 1.8,9), que pregavam um outro evangelho distinto do de Cristo. Quando Jesus esteve entre os religiosos de sua época, eles cobravam a realização de milagres (Mt. 12.18-40). O problema dos sinais é que eles, ao invés de fortalecerem a fé, na verdade, viciam as pessoas a sempre quererem mais sinais, como aconteceu com os israelitas quando caminhavam pelo deserto. Há pessoas que não conseguem se distanciar dos sinais, somente acreditam se, como Tomé, avistarem as feridas de Jesus (Jo. 20.25). O pior da religião, no entanto, é a busca pelo mérito divino. Os religiosos estão sempre buscando fazer algo para agradar a Deus, não entendem o milagre do novo nascimento (Jo. 3.3) e que somos salvos pela graça, por meio da fé, isso não vem das obras para que ninguém se glorie (Ef. 2.8,9).
2. A MENSAGEM DA FILOSOFIA
A filosofia em Corinto, quando Paulo escreveu sua Epístola, era um conhecimento valorizado, cujo fundamento era a racionalidade. Tal racionalidade era apregoada pelos filósofos clássicos, com os quais os gregos estavam acostumados. Para esses filósofos, a base do conhecimento estava na “sofia”, isto é, na “sabedoria” humana. Através das reflexões humanas, os pensadores daqueles tempos, como alguns da modernidade, buscam Deus, através das investigações lógicas, trazer provas racionais de Sua existência. Deus, no entanto, nega-se a ser conhecido pelas vias da razão exclusiva. Quanto mais o homem pergunta por Deus através de suas especulações filosóficas, mais deles Ele se distancia. É pouco provável que alguém reconheça o Deus, Pai do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo pela investigação filosófica. O máximo que podemos apreender é a figura de um Criador poderoso que tudo fez ou de um Legislador Moral que julgará a todos devido a consciência universal do pecado. Para o homem natural, representado pelos materialistas ou existencialistas ateus, Deus não passa de um delírio. Para os filósofos deitas, Deus pode ser comparado a um relojoeiro que criou o mundo e o entregou ao acaso. Para os agnósticos, Deus pode até existir, mas como não se pode saber, resta, como os atenienses dos tempos de Paulo, construir um altar ao Deus Desconhecido (At. 17.23). A filosofia, como área de conhecimento humano, tem o seu devido valor. Não podemos negar a contribuição que o estudo filosófico trouxe a humanidade. Alguns filósofos, na verdade, foram cristãos, tais como Agostinho de Hipona, Anselmo de Aorta, Blaise Pascal, Soren Kierkegaard, entre outros. Mas, em se tratando do evangelho de Cristo, somente podemos conhecê-lo espiritualmente, pois Ele o foi revelado pelo Espírito. O mistério de Deus chegou até nós por meio de Jesus de Cristo (Cl.1.26; 2.2). O estudante cristão de filosofia deve levar cativo todo conhecimento à obediência de Cristo (II Co. 10.5). Caso contrário, o conhecimento filosófico pode acabar distanciando-o da Palavra de Deus (Cl. 2.8).
3. A MENSAGEM DA CRUZ DE CRISTO
Os judeus pedem um sinal, os gregos querem sabedoria (I Co. 1.22) A mensagem do evangelho de Cristo, por conseguinte, é um escândalo para os judeus e loucura para os gregos. Aprouve a Deus, entretanto, salvar os homens (e mulheres) pela loucura da pregação (I Co.2.14; 3.19). A pregação do apóstolo Paulo, quando esteve em Corinto, não se fundamentou em sofismas, em raciocínios lógicos, mas na cruz de Cristo (I Co. 2.4). A mensagem da cruz é a interdição de Deus tanto aos religiosos quanto aos filósofos. Enquanto a religião quer que as pessoas sejam salvas por meios das suas obras, a mensagem do evangelho de Cristo diz que o homem é salvo pela graça, por meio da fé, e que isso não vem de nós, é dom de Deus (Ef. 2.8,9). Enquanto os homens buscam uma explicação lógica para provar que Deus não existe, Ele, na Sua simplicidade, se faz carne, habita no meio dos homens e, em Cristo, revela-la se como o Deus de amor e graça (I Co. 1.27). A mensagem da igreja cristã não pode ser outra senão a do Cristo crucificado (I Co. 2.2). Não são poucos que atualmente querem sustentar suas mensagem na religiosidade humana ou em argumentos filosóficos. As pessoas somente poderão crer pela fé, e essa resulta da pregação da Palavra de Deus (Rm. 10.17).
CONCLUSÃO
A mensagem da igreja não pode ser religiosa – fundamentada nos méritos humanos, ou filosófica – sustentada na razão pura. A tarefa da igreja é a de se debruçar espiritualmente sobre a Palavra de Deus e proclamá-la em alto e bom som. Essa não agradará a todos os seguimentos da sociedade, continuará sendo escândalo para os religiosos e loucura para os intelectuais. Isso porque os religiosos não admitem serem salvos por outro meio que não seja o esforço pessoal. Os pensadores acham a pregação cristã algo irracional e sem qualquer fundamento lógico. Mesmo assim, com o autor do hino 291 da Harpa Cristã cantamos: “Rude cruz se erigiu, dela o dia fugiu, como emblema de vergonha e dor, mas contemplo esta cruz, porque nela Jesus, deu a vida por mim, pecador. Sim, eu amo a mensagem da cruz, té morrer eu a vou proclamar, levarei eu também minha cruz, té por uma coroa trocar”.

José Roberto A. Barbosa

🔥 COM DINHEIRO PÚBLICO, ESCOLA RIDICULARIZA EVANGÉLICOS E EXPÕE APOIO DE LULA: DESFILE PROVOCA REVOLTA NACIONAL

  🔥 COM DINHEIRO PÚBLICO, ESCOLA RIDICULARIZA EVANGÉLICOS E EXPÕE APOIO DE LULA: DESFILE PROVOCA REVOLTA NACIONAL O desfile de uma escola d...