domingo, 4 de janeiro de 2026

A VERDADE SOBRE A VENEZUELA: SALÁRIOS DE MISÉRIA, FOME E UM PAÍS REFÉM DO AUTORITARISMO

 


A VERDADE SOBRE A VENEZUELA: SALÁRIOS DE MISÉRIA, FOME E UM PAÍS REFÉM DO AUTORITARISMO

A realidade da Venezuela é muito diferente da propaganda oficial. Enquanto o regime tenta sustentar um discurso de soberania e resistência, a população enfrenta uma das piores crises sociais e econômicas do planeta. Hoje, o salário mínimo venezuelano equivale a pouco mais de um dólar por dia, valor incapaz de garantir alimentação básica, moradia ou dignidade.

Na prática, o que existe é um salário da fome. Milhões de venezuelanos sobrevivem com ajuda humanitária, remessas de familiares no exterior ou trabalhos informais. Hospitais operam sem insumos, escolas funcionam de forma precária e a inflação corroeu completamente o poder de compra da população.

Esse colapso não aconteceu por acaso. Ele é resultado direto de anos de má gestão, corrupção, perseguição política e destruição das instituições democráticas. O regime concentrou poder, enfraqueceu o Judiciário independente, calou a imprensa e eliminou a oposição por meio da repressão. O resultado é um país rico em petróleo, mas pobre em liberdade.

Nicolás Maduro simboliza esse processo. Sob seu comando, a Venezuela deixou de ser uma democracia funcional e passou a operar como um regime autoritário, sustentado pela força, pelo medo e pelo controle estatal. As acusações que pesam contra ele — dentro e fora do país — envolvem corrupção, violações de direitos humanos e ligação com estruturas criminosas internacionais.

Não se trata de opinião ideológica, mas de fatos observados por organismos internacionais, entidades de direitos humanos e milhões de refugiados que fugiram da miséria. Mais de sete milhões de venezuelanos deixaram o país nos últimos anos, em um dos maiores êxodos da história recente da América Latina.

Governantes não podem se esconder atrás de discursos enquanto seu povo passa fome. Quem destrói a economia, elimina liberdades e empurra uma nação inteira para a miséria precisa ser responsabilizado dentro da lei e da justiça internacional.

A Venezuela é um alerta vivo. Um país onde o salário não compra comida, onde a repressão substituiu o diálogo e onde a esperança foi sequestrada pelo poder. Ignorar essa realidade é fechar os olhos para o sofrimento de um povo inteiro.


✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV, Jornal Digital Regional, o primeiro jornal digital de toda a região.

NOVOS IMPOSTOS DEVEM APERTAR MARGEM DOS PRODUTORES DE CAFÉ E ELEVAR CUSTOS NO CAMPO


 NOVOS IMPOSTOS DEVEM APERTAR MARGEM DOS PRODUTORES DE CAFÉ E ELEVAR CUSTOS NO CAMPO

Os produtores de café em todo o Brasil devem sentir, já a partir de 2026, os efeitos diretos e indiretos dos novos impostos e mudanças tributárias que entram em fase de transição com a reforma do sistema fiscal. O impacto tende a ser mais pesado justamente no campo, onde a margem de lucro já é pressionada por custos elevados de produção, logística e crédito.

Com a substituição gradual de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS pelos novos CBS e IBS, o setor cafeeiro passa a conviver com um modelo que, embora prometa simplificação no papel, pode encarecer a atividade produtiva, especialmente para médios e grandes produtores que comercializam volumes maiores ou agregam valor ao produto.

Na prática, o café vendido in natura pode até receber tratamento tributário diferenciado, mas todo o entorno da produção — diesel, transporte, fertilizantes, defensivos, peças, máquinas, energia elétrica e serviços — tende a ficar mais caro. Esses aumentos chegam ao produtor de forma silenciosa e constante, corroendo a rentabilidade safra após safra.

Outro ponto de alerta é o efeito cascata dos impostos sobre combustíveis. O café depende fortemente do transporte rodoviário, tanto da lavoura até os armazéns quanto até os portos. Qualquer reajuste tributário nesse setor impacta diretamente o custo por saca, reduzindo a competitividade do produto brasileiro no mercado interno e externo.

Produtores que exportam também observam com preocupação o cenário internacional. Barreiras comerciais, tarifas externas e oscilações cambiais, somadas ao aumento da carga tributária interna, podem resultar em preços menores pagos ao produtor, mesmo quando o café mantém valor elevado no mercado global.

Especialistas do setor avaliam que, sem medidas compensatórias claras, o produtor rural acaba sendo o elo mais penalizado da cadeia: paga mais para produzir, recebe menos para vender e assume o maior risco. Pequenos produtores podem sentir dificuldade em se manter, enquanto médios e grandes enfrentam crescimento dos custos administrativos e contábeis para atender às novas exigências fiscais.

No campo, o sentimento é de incerteza. O café, uma das principais riquezas do agronegócio brasileiro e base econômica de diversas regiões, entra em 2026 sob o risco de maior pressão tributária, redução de margem e perda de competitividade, caso o novo sistema não leve em conta a realidade de quem produz.

✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV, Jornal Digital Regional, o primeiro jornal digital de toda a região.

sábado, 3 de janeiro de 2026

VENEZUELA | População vai às ruas e celebra com gritos de alegria após mudança no cenário político

VENEZUELA | População vai às ruas e celebra com gritos de alegria após mudança no cenário político

Cidades venezuelanas registraram manifestações espontâneas de alegria nas últimas horas, com moradores saindo às ruas, batendo panelas, acenando bandeiras e entoando gritos de celebração. As cenas foram registradas principalmente na capital, Caracas, e em áreas urbanas e portuárias do país, indicando um clima de alívio e expectativa por novos rumos.

Vídeos e relatos mostram pessoas reunidas em praças, avenidas e bairros residenciais, comemorando o que classificam como um momento histórico após anos de instabilidade política, crise econômica e restrições sociais. Em diversos pontos, a comemoração ocorreu de forma pacífica, com cânticos, buzinaços e aplausos.

Apesar do clima festivo, o país segue sob estado de emergência, com forças de segurança mobilizadas e monitoramento constante das principais vias. Autoridades pedem cautela à população enquanto a situação institucional passa por reorganização e comunicados oficiais seguem sendo aguardados.

Analistas avaliam que as manifestações refletem um sentimento acumulado de insatisfação e esperança, diante da possibilidade de mudanças profundas no comando político e na condução do país. Organismos internacionais acompanham os desdobramentos, atentos aos impactos humanitários e à necessidade de estabilidade no curto prazo.

A situação permanece em evolução, com novas informações sendo apuradas e divulgadas ao longo do dia.

✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV, Jornal Digital Regional, o primeiro jornal digital de toda a região.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

ESSE GOVERNO QUER QUE O TRABALHADOR ESTEJA MORTO PARA SE APOSENTAR ? Aposentadoria pelo INSS fica mais distante a partir de 2026 com avanço automático da reforma .


 ESSE GOVERNO QUER QUE O TRABALHADOR ESTEJA MORTO PARA SE APOSENTAR ? Aposentadoria pelo INSS fica mais distante a partir de 2026 com avanço automático da reforma .

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A partir de 1º de janeiro de 2026, entram em vigor novas exigências para a concessão de aposentadorias pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As mudanças fazem parte do cronograma de transição definido na Reforma da Previdência de 2019 e passam a valer automaticamente, sem necessidade de nova votação no Congresso ou edição de medidas pelo governo federal.

Na prática, o impacto é direto sobre milhões de trabalhadores que ainda não conseguiram se aposentar. Quem não atingiu os critérios até o fim de 2025 passa a enfrentar regras mais duras, com aumento de idade, mais tempo de contribuição e maior demora para alcançar o direito ao benefício. A lógica da reforma é clara: empurrar gradualmente a aposentadoria para frente, reduzindo saídas precoces do mercado de trabalho.

Idade mínima progressiva sobe em 2026

A principal alteração ocorre na chamada regra da idade mínima progressiva, que avança seis meses a cada ano.

Mulheres: passam a precisar de 59 anos e 6 meses de idade, além de 30 anos de contribuição.

Homens: a exigência sobe para 64 anos e 6 meses de idade, com 35 anos de contribuição.

Esse aumento anual continuará até que sejam atingidos os limites finais definidos pela reforma: 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.

Regra de pontos também fica mais rígida

Outra modalidade bastante utilizada é a regra de pontos, em que a aposentadoria é concedida quando a soma da idade com o tempo de contribuição alcança um patamar mínimo.

Em 2026, esse patamar sobe novamente:

Mulheres precisam alcançar 92 pontos, mantendo o mínimo de 30 anos de contribuição.

Homens passam a exigir 102 pontos, com pelo menos 35 anos de contribuição.

Esse sistema também segue um calendário progressivo e continuará aumentando até chegar aos limites finais de 100 pontos para mulheres e 105 pontos para homens.

Efeito prático: mais tempo de trabalho

Com o avanço dessas regras, cresce o número de segurados obrigados a adiar a aposentadoria, mesmo após décadas de contribuição. A cada novo ano, a linha de chegada se afasta um pouco mais, exigindo planejamento previdenciário cuidadoso e atenção constante às mudanças automáticas previstas na Constituição.

Para quem está próximo de cumprir os requisitos, acompanhar essas transições se torna fundamental, já que poucos meses podem representar anos a mais de trabalho.

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domingo, 28 de dezembro de 2025

URGENTE — Toffoli e Moraes sinalizam decisão sem precedentes e colocam o Senado diante de um limite histórico

URGENTE — Toffoli e Moraes sinalizam decisão sem precedentes e colocam o Senado diante de um limite histórico

Uma sinalização atribuída aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes aponta para uma decisão sem precedentes: a possível anulação da liquidação do Banco Master. O movimento, ainda em fase de articulação jurídica, já provoca forte reação nos bastidores políticos, no mercado e entre constitucionalistas, por seus impactos institucionais e econômicos.

A eventual anulação de um processo de liquidação levanta questionamentos graves sobre segurança jurídica, previsibilidade das regras e equilíbrio entre os Poderes. Trata-se de um tema que ultrapassa o caso concreto e atinge o funcionamento do Estado, a credibilidade do sistema financeiro e a confiança de investidores.

Nesse cenário, o Senado Federal ocupa posição central. É o órgão constitucionalmente responsável por conter excessos, fiscalizar atos do Judiciário e preservar o sistema de freios e contrapesos. O silêncio ou a inação diante de decisões que redesenham regras consolidadas pode representar omissão institucional com consequências duradouras.

O alerta é claro: ou o Senado exerce seu papel, promovendo debate, fiscalização e responsabilidade institucional, ou o Supremo passa a concentrar decisões com efeitos sistêmicos, fragilizando a separação dos Poderes e desmoralizando o próprio Estado brasileiro perante a sociedade e o mundo.

Não se trata de ataque a ministros, tampouco de disputa ideológica. Trata-se de defesa da Constituição, da segurança jurídica e do respeito às competências de cada Poder. Decisões excepcionais exigem transparência, fundamento sólido e controle democrático.

O Brasil vive um momento decisivo. A forma como esse episódio será conduzido dirá muito sobre os limites do poder, a força das instituições e a maturidade democrática do país.

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Justiça concede medidas protetivas a criança após novos relatos de agressões praticadas por servidor federal


 Justiça concede medidas protetivas a criança após novos relatos de agressões praticadas por servidor federal

O vídeo que mostra um auditor da Controladoria-Geral da União (CGU), de 50 anos, agredindo uma mulher e uma criança de 4 anos não se trata de um episódio isolado. Conforme depoimento prestado pela mãe do menino à Polícia, a família já havia vivenciado outra situação de violência meses antes.

Segundo o relato oficial, durante uma viagem de férias à Costa do Sauípe, na Bahia, realizada no meio deste ano, o servidor público teria agredido a criança com uma chinelada nas nádegas. A mãe afirmou que o golpe foi forte o suficiente para deixar a região avermelhada, com aparência semelhante à de um tapa, embora a marca tenha desaparecido no dia seguinte.

Ainda de acordo com o depoimento, o relacionamento do casal já estava em crise antes da viagem, que teria sido feita como uma tentativa de avaliar a convivência familiar entre as filhas do auditor e o filho da mulher. Após o retorno, o servidor teria feito contato pedindo desculpas e questionando se a criança estava bem. Nesse momento, a mãe decidiu encerrar definitivamente o relacionamento e proibiu qualquer tipo de contato com ela, com o filho ou com seus familiares.

Apesar dos episódios, a mulher informou que não solicitou medidas protetivas em benefício próprio, alegando que ambos trabalham no mesmo órgão público e residem próximos, além de ter recebido a garantia de que não seria mais procurada. No entanto, ela formalizou o pedido de proteção judicial exclusivamente para o filho.

Na quarta-feira (24/12), o Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Águas Claras concedeu medidas protetivas de urgência em favor da criança. O caso segue sob responsabilidade da Justiça e das autoridades competentes.

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

CÂMERAS REGISTRAM ABANDONO DE SETE FILHOTES EM VIA PÚBLICA

 


CÂMERAS REGISTRAM ABANDONO DE SETE FILHOTES EM VIA PÚBLICA

Imagens de monitoramento urbano registraram, na manhã desta segunda-feira (15), o momento em que uma pessoa abandona sete filhotes de cachorro em uma via do bairro Castelo, Região da Pampulha, na capital mineira.

O vídeo mostra um automóvel estacionando próximo a uma lixeira por volta das 10h30. Em seguida, a ocupante do veículo desce com uma caixa de papelão e a deixa na calçada, retornando ao carro logo depois, sem demonstrar qualquer tentativa de buscar ajuda ou explicação para a ação.

Os filhotes permaneceram expostos ao sol e ao calor até serem vistos por um morador da área, que percebeu movimentação dentro da caixa. Ao se aproximar, constatou que se tratavam de cachorros recém-nascidos, debilitados e com sinais de desidratação. O morador recolheu os animais e prestou os primeiros cuidados enquanto entrou em contato com órgãos responsáveis pela proteção animal.

A Polícia Municipal e equipes de fiscalização ambiental foram acionadas e iniciaram as apurações. As autoridades devem utilizar as gravações para tentar identificar a pessoa responsável pelo abandono.

O abandono de animais domésticos é crime previsto na legislação federal, sujeito a pena de reclusão, multa e proibição de guarda. Especialistas alertam que, além de configurar violação penal, o ato expõe a risco de morte os animais, que dependem integralmente de cuidados humanos.

O caso reacende o debate sobre práticas de abandono e a necessidade de políticas públicas mais rígidas para prevenção de maus-tratos, bem como campanhas contínuas de conscientização da população.


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