sábado, 13 de fevereiro de 2016

REAGINDO AO PECADO

Resistir é mais do que simplesmente suportar.“O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” A tentação começa com a ATRAÇÃO. 
Algo nasce em nós, como um forte impulso para o pecado. Talvez, antes não sentíssemos assim, mas agora há algo forte que nos atrai. É como se as águas do mar fossem impelidas pelos ventos. Normalmente as águas são calmas, porém quando os ventos sopram, elas se levantam. Também é assim com os espíritos, eles atuam e a carne se levanta.
 A atração se dá quando os espíritos atingem a área da carne, produzindo este desejo. Após a atração vem a SEDUÇÃO.
 É quando a pessoa está presa ao problema, está amarrada. Surge aqui o ajustamento, até mesmo a harmonia com a situação. 
As desculpas e as explicações aparecem. 
Este processo de autoconvencimento continua até a pessoa ASSUMIR a situação. Depois disto ela está totalmente presa. Após a gestação (sedução), que leva tempo, vêm à luz os ATOS DO PECADO. 
Aquilo que realmente é o pecado aparece. Muitas vezes ouvimos falar de pecados que nos impressionam, porém aquilo foi gerado por longo tempo.
 O que nos impressionou foi o nascimento. Por último vem a MORTE. 
Destruição da glória de Deus, ausência de paz e descanso no Senhor; falta de fome de Deus, apatia, desinteresse pelos cultos e pela comunhão. 
Mas esta não é a vontade de Deus. Ele não quer que cheguemos à morte espiritual.
 “Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça dá luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tg. 1:14-15)…. e não nos deixei cair em tentação; mas livra-nos do mal …” (Mt. 6:13). “… Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir; antes, com a tentação, dará também o meio de saída para que possais suportar…” (I Co. 10: 13).

 “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo. 16:33). Resistir é mais do que simplesmente suportar, á algo que Deus quer, para que exercitemos a nossa vontade para lutar.

 Suportar é passivo, resistir é ativo. Deus não nos deixará lutar contra algo além de nossas forças. Peso leve com peso leve, e peso pesado com peso pesado. Se Deus permitir alguma crise em minha vida, é porque sabe que eu posso vencê-la. O momento de resistir e vencer a tentação acontece quando esta se encontra na fase de atração porque ainda há laços e, se a vontade é firme, podemos dizer não, porém se permitirmos ser seduzidos, a libertação será mais difícil. 

Às vezes estamos tão presos que Deus tem que dar um golpe para cortar tudo, para limpar. Quanto mais tempo demorarmos a aplicar a resistência, mais difícil será a libertação. Precisamos saber o caminho que nos leva à resistência. E aprendemos isso à medida que passamos tempo na presença de Deus. A saída que temos é dizer não ao pecado, e esta é resultado de um ódio ao pecado. O ódio nos levará a uma crise, e esta a uma busca, e daí vem a libertação. “Amas a justiça e odeias a iniqüidade…” (SI. 45:7). 


O problema é que nem sempre este ódio aparece, pois a natureza humana é dada ao pecado. Então Deus nos permite colher os frutos até sentirmos nojo, uma repugnância àquela situação, e entrarmos numa crise. Geralmente Deus trata o pecado com arrependimento, ou com o sofrimento para produzir a crise. 

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