quinta-feira, 13 de julho de 2017

Prefeito de São Paulo recebe pastores que mostram interesse em apoiar o tucano nas eleições de 2018

Na última sexta-feira (7) cerca de 150 pastores estiveram reunidos na Prefeitura de São Paulo para uma reunião com o prefeito João Doria (PSDB). O encontro foi marcado pelo presbítero Geraldo Malta e pelo pastor Luciano Luna, assessores religiosos informais do prefeito, segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo.

Imagem redimensionadaEssa foi a maior evento religioso já organizado dentro da Prefeitura, tendo líderes de diversas denominações. “Mais de 80% do segmento evangélico do país” esta ali representando, segundo Malta que falou ao microfone.

A reportagem da Folha afirma que os pastores davam apoio para que Doria se candidatasse ao cargo de Presidente da República em 2018, pedido semelhante feito por um grupo menor de religiosos para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) há algumas semanas.

“Hoje o senhor está aqui, mas quero te ver lá”, disse a vereadora Rute Costa (PSD), filha de José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil.

Rute afirmou que falava em nome de seu pai, dando a entender que José Wellington também apoiaria o atual prefeito da maior cidade do país. “Sei que o propósito do senhor é este. Sei que Deus tem outros voos para você. Vejo nisso tudo um grande plano de Deus para esta nação. Nosso povo, João, tem estado de joelhos orando por socorro”, continuou a vereadora.

Ainda em seu discurso, Rute Costa comparou João Doria com Davi, e relembrou a batalha com o gigante. “Ele não era alto, era baixo. E era valente. Como Doria também é. O que o senhor fez na cracolândia foi valente.” O prefeito, se quiser disputar o cargo, terá que enfrentar gigantes do partido que também pretendem chegar à Presidência.

Leis que beneficiam igrejas
Outro tema do encontrou foram alguns projetos de leis que beneficiam igrejas, o vereador João Jorge (PSDB) prometeu entregar dois projetos de lei na Câmara Municipal. O primeiro deles para facilitar a obtenção de alvarás para igrejas e o segundo é a versão “mais realista” da lei do Psiu, que costuma punir igrejas pelo excesso de barulho.

“É um constrangimento para nós [ser penalizado], João, acha que isso nos agrada? No dia seguinte a imprensa bate na gente, bate no senhor”, disse o vereador ligado à Igreja Assembleia de Deus.

Os líderes religiosos também celebraram a sanção sem vetos do PPI (Plano de Parcelamento Incentivado) aprovado na Câmara Municipal, que prevê anistia a dívidas de igrejas.

Fonte: JM Notícia

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