A VERDADE SOBRE A VENEZUELA: SALÁRIOS DE MISÉRIA, FOME E UM PAÍS REFÉM DO AUTORITARISMO
A realidade da Venezuela é muito diferente da propaganda oficial. Enquanto o regime tenta sustentar um discurso de soberania e resistência, a população enfrenta uma das piores crises sociais e econômicas do planeta. Hoje, o salário mínimo venezuelano equivale a pouco mais de um dólar por dia, valor incapaz de garantir alimentação básica, moradia ou dignidade.
Na prática, o que existe é um salário da fome. Milhões de venezuelanos sobrevivem com ajuda humanitária, remessas de familiares no exterior ou trabalhos informais. Hospitais operam sem insumos, escolas funcionam de forma precária e a inflação corroeu completamente o poder de compra da população.
Esse colapso não aconteceu por acaso. Ele é resultado direto de anos de má gestão, corrupção, perseguição política e destruição das instituições democráticas. O regime concentrou poder, enfraqueceu o Judiciário independente, calou a imprensa e eliminou a oposição por meio da repressão. O resultado é um país rico em petróleo, mas pobre em liberdade.
Nicolás Maduro simboliza esse processo. Sob seu comando, a Venezuela deixou de ser uma democracia funcional e passou a operar como um regime autoritário, sustentado pela força, pelo medo e pelo controle estatal. As acusações que pesam contra ele — dentro e fora do país — envolvem corrupção, violações de direitos humanos e ligação com estruturas criminosas internacionais.
Não se trata de opinião ideológica, mas de fatos observados por organismos internacionais, entidades de direitos humanos e milhões de refugiados que fugiram da miséria. Mais de sete milhões de venezuelanos deixaram o país nos últimos anos, em um dos maiores êxodos da história recente da América Latina.
Governantes não podem se esconder atrás de discursos enquanto seu povo passa fome. Quem destrói a economia, elimina liberdades e empurra uma nação inteira para a miséria precisa ser responsabilizado dentro da lei e da justiça internacional.
A Venezuela é um alerta vivo. Um país onde o salário não compra comida, onde a repressão substituiu o diálogo e onde a esperança foi sequestrada pelo poder. Ignorar essa realidade é fechar os olhos para o sofrimento de um povo inteiro.
✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV, Jornal Digital Regional, o primeiro jornal digital de toda a região.

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