Deputado critica homossexuais durante uma audiência pública sobre segurança pública
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) protagonizou um novo bate-boca na Câmara nesta quarta-feira, ao criticar homossexuais durante uma audiência pública sobre segurança pública.
Bolsonaro voltou a dizer que nenhum pai pode "ter orgulho de ter um filho gay" e atacou o 'kit gay' --vídeos anti-homofobia que o Ministério da Educação estuda distribuir às escolas.
O deputado também criticou a possibilidade de distribuição de livros com a temática GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) para crianças e adolescentes nas escolas e chamou de "vergonhoso" o plano nacional GLBT.
A deputada Manuela D'ávila (PCdoB-RS), que presidia a mesa, advertiu Bolsonaro. "Não aceitaremos ofensas aqui", disse a deputada.
"Vossa excelência se faz de ingênuo", complementou, logo depois, aos gritos, afirmando que o objetivo de Bolsonaro era atingir o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que é gay e defende os direitos GLBT.
"Fiquei profundamente ofendido", reclamou Wyllys, que estava presente na audiência. Em seguida, Bolsonaro afirmou aos gritos que estava sofrendo preconceito por ser heterossexual.
Exército
O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), principal convidado da audiência pública, entrou na polêmica mais de uma hora depois. Ele disse a Bolsonaro que é preciso respeitar a orientação sexual de todos.
Cardozo aproveitou para lembrar que na antiguidade a homossexualidade era bem aceita inclusive dentro dos exércitos --Bolsonaro é capitão da reserva do Exército.
"Vemos a violência que há contra os homossexuais. E acho que vossa excelência não aprova isso", afirmou o ministro.
Na semana passada, Bolsonaro (PP-RJ) entregou à Corregedoria da Câmara sua defesa sobre acusações de crime de racismo. Ele argumentou que entendeu de maneira equivocada a pergunta feita pela cantora Preta Gil no programa "CQC", da "TV Band".
No dia 28 de março, a cantora perguntou sobre qual seria a reação dele se seu filho se apaixonasse por uma negra. O parlamentar respondeu: "Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco e meus filhos foram muito bem educados. E não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu".
Bolsonaro voltou a dizer que nenhum pai pode "ter orgulho de ter um filho gay" e atacou o 'kit gay' --vídeos anti-homofobia que o Ministério da Educação estuda distribuir às escolas.
O deputado também criticou a possibilidade de distribuição de livros com a temática GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) para crianças e adolescentes nas escolas e chamou de "vergonhoso" o plano nacional GLBT.
A deputada Manuela D'ávila (PCdoB-RS), que presidia a mesa, advertiu Bolsonaro. "Não aceitaremos ofensas aqui", disse a deputada.
"Vossa excelência se faz de ingênuo", complementou, logo depois, aos gritos, afirmando que o objetivo de Bolsonaro era atingir o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que é gay e defende os direitos GLBT.
"Fiquei profundamente ofendido", reclamou Wyllys, que estava presente na audiência. Em seguida, Bolsonaro afirmou aos gritos que estava sofrendo preconceito por ser heterossexual.
Exército
O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), principal convidado da audiência pública, entrou na polêmica mais de uma hora depois. Ele disse a Bolsonaro que é preciso respeitar a orientação sexual de todos.
Cardozo aproveitou para lembrar que na antiguidade a homossexualidade era bem aceita inclusive dentro dos exércitos --Bolsonaro é capitão da reserva do Exército.
"Vemos a violência que há contra os homossexuais. E acho que vossa excelência não aprova isso", afirmou o ministro.
Na semana passada, Bolsonaro (PP-RJ) entregou à Corregedoria da Câmara sua defesa sobre acusações de crime de racismo. Ele argumentou que entendeu de maneira equivocada a pergunta feita pela cantora Preta Gil no programa "CQC", da "TV Band".
No dia 28 de março, a cantora perguntou sobre qual seria a reação dele se seu filho se apaixonasse por uma negra. O parlamentar respondeu: "Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco e meus filhos foram muito bem educados. E não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu".
Fonte: UOL




Nos tempos bíblicos, o atual Iraque era conhecido como Babilônia. Há relatos mostrando que o apóstolo Tomé foi o primeiro a levar o Evangelho àquele território. O país tem 25 milhões de habitantes, sendo a maioria árabe (80%); os curdos são 15% da população. O islamismo é a religião de 96% dos iraquianos. Eles estão divididos em xiitas (62%) e habitam o Sul do país; no Centro estão os sunitas (35%), que são a mesma facção islâmica dos curdos do Norte.
A Síria é um país do Oriente Médio onde o apóstolo Paulo foi alcançado pela graça de Cristo quando seguia pelo caminho de Damasco. O país tem hoje cerca de 22 milhões de habitantes e nos últimos 50 anos tem se envolvido em confrontos com o Líbano e Israel. E, apesar de pregar a liberdade religiosa, os fundamentalismos islâmico e ortodoxo são muito fortes por lá.
A situação socioeconômica do Senegal, como de grande parte da África, é bastante limitada. Segundo dados do Unicef, cerca de 22% dos 12 milhões de habitantes vivem com menos de 2 reais por dia e o número de pessoas socialmente vulneráveis predomina. Na capital Dacar as ruas lotadas de mercadores tornam a cidade um local de luta pela sobrevivência. Estima-se que 50% da população tenham menos de 18 anos de idade. A religião de 87% da população é o islamismo.
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