quarta-feira, 9 de maio de 2012

Serra e Haddad polarizam comentários nas redes sociais; mais da metade dos pré-candidatos é alvo de críticas

Apesar de proibição, cristianismo chega à Arábia Saudita
A Arábia Saudita é um dos países islâmicos mais resistentes ao cristianismo no mundo, de acordo com informações da missão Portas Abertas, o país está entre os que mais cometem violência e perseguição religiosa contra os cristãos. Mas, apesar de toda a repressão, o evangelho tem chegado à região e pessoas têm se convertido à fé cristã.
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O país está localizado na região onde o islamismo surgiu, há aproximadamente 1400 anos, desde então o sistema jurídico do estado é baseado na Sharia, a lei islâmica, que define a dissidência ou conversão à outra religião diferente da oficial como um crime grave. Na Arábia Saudita há uma polícia especial para fiscalização dessa leu, que é a Mutaween, ou polícia religiosa. É ela que prende os cristãos quando descobertos em seus cultos clandestinos.
Apesar de toda perseguição e do posicionamento ostensivo e radical dos líderes islâmicos, como o que aconteceu com o um jornalista que foi condenado por blasfêmia, por ter postado uma mensagem no Twitter sobre Maomé.
Porém, mesmo com toda repressão o evangelho tem chegado ao país e pessoas têm se convertido, como foi o caso de Fátima Al-Matayri, que aceitou a Jesus como Senhor e Salvador após ter conhecido o evangelho através da internet. Através do mesmo veículo ela publicou sobre sua conversão em alguns blogs. A jovem mulher, de apenas 26 anos, teve sua língua cortada pelo irmão e seu corpo incendiado até a morte, pelo próprio irmão. Ele pertencia à Comissão Nacional para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, cujo posicionamento é semelhante ao do governo, ou seja, totalmente contra a religião cristã.
Além da história de Fátima, outros casos de conversão foram relatados, como a de dois jovens que foram presos pela polícia religiosa, eles foram detidos em seu apartamento durante uma reunião de oração. Há outro relato de um jovem universitário que se converteu e agora é alvo das ameaças da família.


Via Gritos de Alerta
Fonte: Gospel+

Helicóptero explode e mata responsável por chacina

O esforço da Polícia Civil de Goiás em desvendar a chacina de Doverlândia acabou em tragédia. Um helicóptero explodiu no ar matando oito pessoas na tarde desta terça-feira. Na tragédia morreram os delegados Jorge Moreira e Antonio Gonçalves, além de Elias Carrasco, comandante da aeronave, e o piloto. Três peritos criminais e o assassino confesso, Aparecido Souza Alves, também morreram. A aeronave saiu da revisão segunda-feira e ainda não se sabe as causas do acidente.
Aparecido Alves embarca em um helicóptero momentos antes de sua queda (Foto: AE)

Grupo de igreja batista é detido por orar em frente à Casa Branca

Pastor Wiley Drake.
Quando o ativista chinês Chen Guangcheng fugiu da prisão domiciliar algumas semanas atrás, e chegou até a embaixada americana, a maior parte da imprensa mundial noticiou que a façanha era incrível por ele ser cego. Pouca, ou nenhuma atenção foi dada ao fato de que os motivos de sua prisão foram ele ser um ativista contra os abortos feitos pelo governo e declarar-se cristão.
Na última quinta-feira, um grupo de membros da Igreja Batista do Sul de Buena Park, Califórnia, viajou até a capital Washington. Seu objetivo era participar do Dia Nacional de Oração, celebrado nos EUA, bem como participar da Conferência de Oração mensal do Congresso norte-americano.
No dia seguinte, eles separaram um momento especial de intercessão pela vida de Chen, que agora busca sair da China por meios legais. Mas acabaram sendo presos por isso.
O pastor Wiley Drake, que liderava o grupo afirmou durante uma entrevista por telefone no sábado: “Vamos voltar a Washington. Eu vou voltar para a Casa Branca e orar ali novamente”.
Drake disse que ele, o pastor Pat Mahoney e três mulheres de sua igreja estavam ajoelhados ao lado da cerca do jardim da Casa Branca, orando, quando agentes de segurança chegaram.
Eles os interromperam e disseram que deveriam sair, pois não era permitido ficarem naquele local. Mesmo dizendo que estavam ali para orar, Drake, Mahoney, Gwyn Epeppard, 56, Tina Whittington, 37, e Sarah Maher, 23, foram presos.
“Nosso sentimento é que, em comparação ao que Chen Guangcheng sofreu na cadeia… o que fizemos foi o mínimo comparado ao sacrifício dele”, disse Drake. Ele diz esperar que o presidente Barack Obama e a Secretária de Estado, Hillary Clinton, concedam asilo político a Guangcheng.
Mesmo tendo ficado algumas horas preso, Drake insiste: “Nós não acreditamos ter violado qualquer lei”. O caso de Chen segue sem uma resposta final. Ele foi levado ao Hospital Chaoyang em Pequim, para o tratamento de uma lesão sofrida no pé durante sua fuga, onde permanece internado.
Inicialmente, ele dizia que desejava permanecer na China para estudar Direito, e um acordo entre Washington e Pequim levou à sua liberação. Porém, depois de ser internado em um hospital, ele mudou de ideia, dizendo-se ameaçado, e passou a solicitar autorização para se radicar nos EUA, onde também tem convite para estudar.
Traduzido e adaptado de Ocregister.com


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/grupo-de-igreja-batista-e-detido-por-orar-em-frente-a-casa-branca/#ixzz1uKUC1eVv

Serra e Haddad polarizam comentários nas redes sociais; mais da metade dos pré-candidatos é alvo de críticas

Os pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB, José Serra, e pelo PT, Fernando Haddad, polarizam os comentários sobre a corrida eleitoral paulistana em redes sociais, conforme estudo encomendado pela empresa Scup, especializada em monitoramento de internet.
O levantamento isolou posts sobre os cinco pré-candidatos na corrida eleitoral paulistana mais mencionados no Twitter, Facebook, Google Notícias e em blogs das plataformas Wordpress e Blogger. Foi analisada uma amostra de 12,5 mil postagens de um universo total de mais de 30 mil menções, entre os dias 1º e 15 de abril deste ano.

São Paulo: Os pré-candidatos mais comentados nas redes sociais

De acordo com o levantamento, Serra e Haddad são mencionados quase com a mesma frequência nas redes sociais analisadas: em 38% e 37% do total de comentários. Chalita, Netinho e Soninha dividem o restante das menções.
O estudo também classificou o teor dos comentários em "positivo", "negativo" ou "neutro" em relação ao pré-candidato mencionado. A conclusão foi que Serra, Netinho de Paula (PCdoB) e Soninha Francine (PPS) receberam mais comentários negativos, enquanto Haddad e Chalita têm mais postagens classificadas como neutras. Veja os resultados abaixo.
A analista de mídia social responsável pelo estudo, Mariana Oliveira, afirma que esse tipo de pesquisa é um bom termômetro da imagem dos candidatos e já foi usado por muitas campanhas para definir estratégias de marketing direto.
“Nas redes sociais, o eleitor dá insights sobre o que precisa ser respondido ou reforçado na campanha. É como uma pesquisa qualitativa – e de graça, ainda por cima, feita pela equipe do candidato”, diz Oliveira.

Pré-candidatos nas redes sociais: análise dos comentários negativos



Nas postagens negativas relacionadas a Serra, os assuntos mais frequentes foram críticas genéricas à candidatura pelo PSDB e aos apoios do prefeito Gilberto Kassab e do governador Geraldo Alckmin recebidos pelo tucano (437 posts).
Em segundo lugar estão referências a corrupção – incluindo ligações do PSDB com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e denúncias do livro “A Privataria Tucana” (204). O nome do pré-candidato aparece também associado ao senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) e ao deputado Fernando Francischini (PSDB-PR), pivôs de escândalo no período.
O terceiro assunto mais comentado, em 136 posts negativos, envolve a desaprovação pela saída da Prefeitura de São Paulo para disputar o governo do Estado em 2010 e especulações sobre nova candidatura de Serra ao Planalto em 2014.

O que mais rendeu críticas ao nome do petista no período analisado são os apoios da ex-prefeita Marta Suplicy (279 comentários) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (260 comentários) ao pré-candidato.
Em 273 entradas, Haddad é associado a denúncias de corrupção – na maioria das vezes, ao nome do deputado cassado José Dirceu (PT-SP).
Em 231 comentários o assunto é a gestão de Haddad no ministério da Educação, em sua maioria atacando a organização do Enem (Ensino Nacional do Ensino Médio). Além destes, em outros 107 posts a crítica é diretamente ao que ficou conhecido como “kit gay”, material anti-homofobia distribuído pelo ministério da Educação em escolas públicas no Ensino Fundamental.

As críticas mais frequentes a Chalita têm relação com os livros publicados pelo pré-candidato, identificados com a corrente "autoajuda" (187 comentários).
Críticas à candidatura pelo PMDB ou às mudanças de partido do pré-candidato foram tema de 83 comentários. Chalita foi eleito vereador pelo PSDB em 2008 e deputado federal pelo PSB em 2010; em 2011, filiou-se ao PMDB.
Em 45 comentários negativos, ainda, internautas questionaram o posicionamento do pré-candidato com relação ao aborto ou à interrupção de gravidez de fetos anencéfalos, objeto de julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) no início do mês. Católico, Chalita não se pronunciou sobre o caso.

Nos comentários negativos sobre Netinho, o tema agressão é o mais frequente, em 245 posts. O pré-candidato já foi acusado de agredir a ex-mulher, em 2005, e uma aeromoça, quatro anos antes. Em 2009, foi obrigado na Justiça a indenizar um repórter de TV, também em um caso de agressão.
Em 187 comentários, as críticas foram ao partido e à candidatura de Netinho por um partido comunista. Netinho é vereador pelo PCdoB e se candidatou ao Senado em 2010 pelo mesmo partido.
Outros 16 comentários negativos se referem ao programa de TV apresentado pelo pré-candidato. No último dia 25 de fevereiro, Netinho estreou o “Programa da Gente” na Rede TV!. Até 2010, ele esteve à frente do “Show da Gente” no SBT.

Críticas à candidatura de Soninha à prefeitura e a seu partido integram a maior parte dos comentários negativos, em 91 posts.
Em 81 comentários negativos, o nome de Soninha é associado ao também pré-candidato José Serra e ao PSDB. Vereadora desde 2004, Soninha foi nomeada subprefeita da Lapa em 2009, na gestão de Gilberto Kassab, e desde 2011 dirige da Sutaco (Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades), órgão do governo do Estado.
Nos demais comentários negativos, a pré-candidata é associada a denúncias de corrupção (48), ao uso de drogas (27) e acusações de nepotismo (22), referindo-se a cargos ocupados pelas filhas no governo do Estado de São Paulo.

Arma de campanha

O sociólogo Sérgio Amadeu da Silveira, pesquisador do tema e membro do CGIbr (Comitê Gestor da Internet no Brasil), diz que as redes sociais podem ser “fulminantes” na campanha política porque notícias e denúncias podem tomar proporções muito maiores com a repercussão na Internet.
“Principalmente em cidades grandes ou verticalizadas, onde a campanha não acontece tanto na rua, a opinião pública acaba se formando pela Internet”, afirma Amadeu.
Por esse motivo, segundo ele, são poucos os candidatos que ignoram o espaço das redes sociais. A maioria prefere usar perfis virtuais apenas para distribuir material de campanha, mas alguns já olham para os comentários na Internet com um elemento para definir estratégias de marketing.
“Um candidato não pode falar ‘Twitter não me atinge’, porque afeta a imagem dos políticos, sim. Ataques podem acontecer, vão acontecer, e os candidatos têm que estudar melhor como responder”, diz Amadeu.

Alcance dos comentários sobre os pré-candidatos no Twitter*

  • *Alcance dos 15 perfis que mais mencionam o pré-candidato, em número de seguidores no Twitter

Outro lado

Procurados pelo UOL, os pré-candidatos comentaram os resultados do estudo por meio de suas assessorias.
"A única conclusão que emerge da pesquisa é a alta relevância de Serra nas redes sociais. Ele foi vanguardista em seu uso e é o político brasileiro mais identificado com elas”, diz a nota da assessoria de José Serra, que ainda destacou que o pré-candidato tem “quase um milhão de seguidores no Twitter”

Bater boca com internauta é estratégia errada, diz analista

A assessoria de Fernando Haddad disse que as redes sociais, principalmente Twitter e Facebook, terão atenção especial durante a campanha.
“Com relação ao estudo, ele foi feito num momento de pré-campanha, quando há pouca divulgação sobre a eleição municipal de outubro. Esse quadro sofrerá mudanças na medida em que haja maior conhecimento do público sobre Fernando Haddad e sua trajetória”, diz a nota.
Em nota, a assessoria de imprensa de Netinho afirma que “nem tudo que está nas redes sociais é a verdade”.
“As redes sociais expressam opiniões progressistas como também as opiniões mais conservadoras e preconceituosas, sendo um espaço plural que, ao mesmo tempo em que democratiza as ideias e opiniões, preserva a identidade de indivíduos e grupos dos mais diversos interesses, inclusive escusos como racistas, homofônicos e pedófilos”, informa o texto enviado pela assessoria de Netinho.



Em nota, Soninha Francine disse ter se surpreendido com a repercussão negativa de um comentário irônico sobre Demóstenes Torres e disse que sabe ter mais menções negativas do que positivas nas redes.

"Uma das razões é bastante mensurável: os tuiteiros governistas ou simpatizantes (...) são muito numerosos, muito mais organizados e muito, muito atuantes. Como eu sou de oposição, eles têm uma simpatia toda especial por mim... O mundo das redes sociais é como briga de torcidas organizadas: tem muita visibilidade, faz muito barulho, mas representa um pedaço bem delimitado da população, e não ela toda."
A equipe de Chalita não comentou o estudo, mas informou que durante a campanha uma equipe deve ser destacada para a interação nas redes sociais:
“Antes, falava-se muito da importância do cabo eleitoral em uma campanha. Ele continua importante, mas há outros mecanismos de chegarmos ao cidadão como Facebook, Twitter e blogs. Pretendemos ampliar nossa atuação na internet."
 

Imagens da corrida eleitoral pela Prefeitura de São Paulo

 
Foto 75 de 75 - 8.mai.2012 - Pré-candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PT Fernando Haddad participou de um Seminário sobre Ciência, Tecnologia e Inovação, no Sindicado dos Engenheiros em São Paulo, na noite desta terça-feira. O evento integra o projeto "Conversando com São Paulo", organizado pelo partido para a elaboração do programa de governo. Haddad prometeu programa de educação de tempo integral na capital paulista Mais Paduardo / Futura Press

Após pressão de extremistas islâmicos, autoridades fecham igrejas na Indonésia

Duas igrejas católicas e uma protestante foram fechadas na Indonésia. O governo local alega que eles não têm a licença de construção. No entanto, na verdade o fechamento das igrejas foi resultado direto dos protestos de islâmicos radicais

Os protestos iniciados por uma ala de radicais islâmicos resultou no fechamento de três igrejas cristãs na província de Aceh, a única na Indonésia onde a lei islâmica (sharia) foi decretada.

De acordo com os radicais, as igrejas eram ilegais e eles exigiram – fazendo ameaças - a intervenção das autoridades. Para fechar as igrejas, o governo local usou como pretexto o argumento de que os templos não tinham a licença de construção, necessária para sua utilização. Um dos três prédios é uma pequena capela católica histórica, que existe há quase 40 anos e que recebe dezenas de fiéis durante os cultos.

Apesar de estar em uma área de maioria muçulmana, a província de Aceh sempre foi caracterizada por um forte "espírito de tolerância" e este é o "primeiro caso" de intervenção das autoridades contra os lugares de culto da minoria cristã.

A Igreja Católica Napagaluh, na verdade, é um "pequeno prédio histórico", uma capela de oração - undung-undung na língua local - que foi inaugurada em 1974 e é frequentada por dezenas de fiéis a cada semana para orações. Em 38 anos nunca houve quaisquer incidentes, protestos ou tensões com os moradores locais, que são de maioria muçulmana.

O fechamento é resultado de uma longa série de protestos promovidos nos últimos meses por movimentos extremistas islâmicos da região. Entre eles o Fórum Muçulmano Singkil, que acusa a "proliferação" de igrejas cristãs na região. Em particular, eles acusam a construção de 27 casas de oração, quando, segundo um "acordo consensual" feito em 2001 entre cristãos e muçulmanos, há apenas uma igreja permanente e quatro undung-undung (capelas de oração).

Na Indonésia, as minorias religiosas, como os cristãos, experimentam discriminação em serviços públicos, como a negação da emissão de certidão de nascimento, casamento e carteira de identidade. A sociedade indonésia, em geral agitada por muçulmanos fundamentalistas, apresenta uma tolerância cada vez menor às pessoas que abandonam o islamismo para seguir outra religião.

Fonte: Missão Portas Abertas

Pastores feridos: o difícil caminho da auto-aceitação e do recomeço

Encontrar o equilíbrio no ministério não é tarefa fácil. Que o digam os ex-pastores ou pastores afastados do púlpito que passam a exercer outras atividades ou profissões depois de um período servindo à igreja.

Desânimo, solidão, insegurança, medo e dúvida. Uma estranha combinação de sensações passou a atormentar José Nilton Lima Fernandes, hoje com 41 anos, a certa altura da vida. Pastor evangélico, ele chegou ao púlpito depois de uma longa vivência religiosa, que se confunde com a de sua trajetória. Criado numa igreja pentecostal, Nilton exerceu a liderança da mocidade já aos 16 anos, e logo sentiria o chamado – expressão que, no jargão evangélico, designa aquele momento em que o indivíduo percebe-se vocacionado por Deus para o ministério da Palavra. Mas foi numa denominação do ramo protestante histórico, a Igreja Presbiteriana Independente (IPI), na cidade de São Paulo, que ele se estabeleceu como pastor. Graduado em Direito, Teologia e Filosofia, tinha tudo para ser um excelente ministro do Evangelho, aliando a erudição ao conhecimento das Sagradas Escrituras. Contudo, ele chegou diante de uma encruzilhada. Passou a duvidar se valeria mesmo a pena ser um pastor evangélico. Afinal, a vida não seria melhor sem o tal “chamado pastoral”?

As razões para sua inquietação eram enormes. Ordenado pastor desde 1995, foi justamente na igreja que experimentou seus piores dissabores. Conheceu a intriga, lutou contra conchavos, desgastou-se para desmantelar o que chama de “estrutura de corrupção” dentro de uma das igrejas que pastoreou. Mas, no fim de tudo isso, percebeu que a luta fora inglória. José Nilton se enfraqueceu emocionalmente e viu o casamento ir por água abaixo. Mesmo vencendo o braço-de-ferro para sanar a administração de sua igreja, perdeu o controle da vida. A mulher não foi capaz de suportar o que o ministério pastoral fez com ele. “Eu entrei num processo de morte. Adoeci e tive que procurar ajuda médica para me restabelecer”, conta. Com o fim do casamento, perdeu também a companhia permanente da filha pequena, uma das maiores dores de sua vida.

Foi preciso parar. No fim de 2010, José Nilton protocolou uma carta à direção de sua igreja requisitando a “disponibilidade ativa”, uma licença concedida aos pastores da denominação. Passou todo o ano de 2011 longe das funções ministeriais. No período, foi exercer outras funções, como advogado e professor de escola pública e de seminário. “Acho possível servir a Jesus, independentemente de ser pastor ou não”, raciocina, analisando a vida em perspectiva. “Não acredito mais que um ministério pastoral só possa ser exercido dentro da igreja, que o chamado se aplica apenas dentro do templo. Quebrei essa visão clerical”. Reconstruindo-se das cicatrizes, Nilton casou-se novamente. E, este ano retornou ao púlpito, assumindo o pastoreio de uma igreja na zona leste de São Paulo. Todavia, não descarta outro freio de arrumação. “Acho que a vida útil de um líder é de três anos”, raciocina. “É o período em que ele mantém toda a força e disposição. Depois, é bom que esse processo seja renovado”. É assim que ele pretende caminhar daqui para frente: sem fazer do pastorado o centro ou a razão da sua vida.

Encontrar o equilíbrio no ministério não é tarefa fácil. Que o digam os ex-pastores ou pastores afastados do púlpito que passam a exercer outras atividades ou profissões depois de um período servindo à igreja. Uma das maiores denominações pentecostais do país, a Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ), com seus 30 mil pastores filiados – entre homens e mulheres –, registra uma deserção de cerca de 70 pastores por mês desde o ano passado. Os números estão nas circulares da própria igreja. Não é gente que abandona a fé em Cristo, naturalmente; em sua maioria, os religiosos que pedem licença ou desligamento das atividades pastorais continuam vivendo sua vida cristã, como fez José Nilton no período em que esteve afastado do púlpito. É que as pressões espirituais e as demandas familiares e pessoais dos pastores, nem sempre supridas, constituem uma carga difícil de suportar ao longo doa anos. Some-se a isso os problemas enfrentados na própria igreja, as cobranças da liderança, a necessidade de administrar a obra sob o ponto de vista financeiro e – não raro – as disputas por poder e se terá uma ideia do conjunto de fatores que podem levar mesmo aquele abençoado homem de Deus a chutar tudo para o alto.

A própria IPI, onde José Nilton militou, embora muito menor que a Quadrangular – conta com cerca de 500 igrejas no país e 690 pastores registrados –, teria hoje algo em torno de 50 ministros licenciados, número registrado em relatório de 2009. Pode parecer pouco, mas representa quase dez por cento do corpo de pastores ativos. Caso se projete esse percentual à dimensão da já gigantesca Igreja Evangélica brasileira, com seus aproximadamente 40 milhões de fiéis, dá para estimar que a defecção dos púlpitos é mesmo numerosa. De acordo com números da Fundação Getúlio Vargas, o número de pastores evangélicos no país é cinco vezes maior do que a de padres católicos, que em 2006 era de 18,6 mil segundo o levantamento Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais. Porém, devido à informalidade da atividade pastoral no país, é certo que os números sejam bem maiores.

FERIDOS QUE FEREM
O chamado pastoral sempre foi o mais valorizado no segmento evangélico. Por essa razão, é de se estranhar quando alguém que se diz escolhido por Deus para apascentar suas ovelhas resolva abandonar esse caminho. Nos Estados Unidos, algumas pesquisas tentam explicar os principais motivos que levam os pastores a deixar de lado a tarefa que um dia abraçaram. Uma delas foi realizada pelo ministério LifeWay, que, por telefone, contatou mil pastores que exerciam liderança em suas comunidades eclesiásticas. E o resultado foi que, apesar de se sentirem privilegiados pelo cargo que ocupavam (item expresso por 98% dos entrevistados), mais da metade, ou 55%, afirmaram que se sentiam solitários em seus ministérios e concordavam com a afirmação “acho que é fácil ficar desanimado”. Curiosamente, foram os veteranos, com mais 65 anos, os menos desanimados. Já os dirigentes das megaigrejas foram os que mais reclamaram de problemas. De acordo com o presidente da área de pesquisas da Life Way, Ed Stetzer – que já pastoreou diversas igrejas –, a principal razão para o desânimo pode vir de expectativas irreais. “Líderes influenciados por uma mentalidade consumista cristã ferem todos os envolvidos”, aponta. “Precisamos muito menos de clientes e muito mais de cooperadores”, diz, em seu blog pessoal.

Outras pesquisas nos EUA vão além. O Instituto Francis Schaeffer, por exemplo, revelou que, no último ano, cerca de 1,5 mil pastores têm abandonado seus ministérios todos os meses por conta de desvios morais, esgotamento espiritual ou algum tipo de desavença na igreja. Numa pesquisa da entidade, 57% dos pastores ouvidos admitiram que deixariam suas igrejas locais, mesmo se fosse para um trabalho secular, caso tivessem oportunidade. E cerca de 70% afirmam sofrer depressão e admitem só ler a Bíblia quando preparam suas pregações. Do lado de cá do Equador, o nível de desistência também é elevado, ainda mais levando-se em conta as grandes expectativas apresentadas no início da caminhada pastoral pelos calouros dos seminários. “No começo do curso, percebemos que uma boa parte dos alunos possui um positivo encantamento pelo ministério. Mais adiante, já demonstram preocupação com alguns dilemas”, observa o diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, o pastor batista Lourenço Stélio Rega. Ele estima que 40% dos alunos que iniciam a faculdade de teologia desistem no meio do caminho. Os que chegam à ordenação, contudo, percebem que a luta será uma constante ao longo da vida ministerial – como, aliás, a própria Bíblia antecipa.

E, se é bom que o ministro seja alguém equilibrado, que viva no Espírito e não na carne, que governa bem a própria casa, seja marido de uma só mulher (ou vice-versa, já que, nos tempos do apóstolo Paulo não se praticava a ordenação feminina) e tantos outros requisitos, forçoso é reconhecer que muita gente fica pelo caminho pelos próprios erros. “O ministério é algo muito sério” lembra Gedimar de Araújo, pastor da Igreja Evangélica Ágape em Santo Antonio (ES) e líder nacional do Ministério de Apoio aos Pastores e Igrejas, o Mapi. “Se um médico, um advogado ou um contador erram, esse erro tem apenas implicação terrena. Mas, quando um ministro do Evangelho erra, isso pode ter implicações eternas.”

Desde que foi criado, há 20 anos, em Belo Horizonte (MG), como um braço do ministério Servindo Pastores e Líderes (Sepal), o Mapi já atendeu milhares de pastores pelo país. Dessa experiência, Gedimar traça quatro principais razões que podem ser cruciais para a desmotivação e o abandono do ministério. “Ativismo exagerado, que não deixa tempo para a família ou o descanso; vida moral vacilante, que abre espaço para a tentação na área sexual; feridas emocionais e conflitos não resolvidos; e desgaste com a liderança, enfrentando líderes autoritários e que não cooperam”, enumera. Para ele, é preciso que tanto os membros das igrejas quanto as lideranças denominacionais tenham um cuidado especial com os pastores. “Muitos sofrem feridas, como também, muitas vezes, chegam para o ministério já machucados. E, infelizmente, pastor ferido acaba ferindo”.

Quanto à responsabilidade do próprio pastor com o zelo ministerial, Gedimar é taxativo: “É melhor declinar do ministério do que fazê-lo de qualquer jeito ou por simples necessidade”. A rede de apoio oferecida pelo Mapi supre uma lacuna fundamental até mesmo entre os pastores – a do pastoreio. “É preciso criar em torno do ministro algumas estruturas protetoras. É muito bom que o líder conte com um grupo de outros pastores onde possa se abrir e compartilhar suas lutas; um mentor que possa ajudá-lo a crescer e acompanhamento para seu casamento e família e, por fim, ter companheiros com quem possa desenvolver amizades e relacionamentos saudáveis e sólidos”, enumera.

EXPECTATIVAS

Juracy Carlos Bahia, pastor e diretor-executivo da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), sediada no Rio de Janeiro, conhece bem o dilema dos colegas que, a certa altura do ministério, sentem-se questionados não só pelos outros, mas, sobretudo, por si mesmos. Ele lida com isso na prática e sabe que o preço acaba sendo caro demais. “Toda atividade que envolve vocação, como a do professor, a do médico ou a do pastor, é vista com muita expectativa. Quando se abandona esse caminho, é natural um sentimento de inadequação”. Para Bahia, o desencantamento com o ministério pastoral é fruto também do que entende como frustrações no contexto eclesiástico. Há pastores, por exemplo, que julgam não ter todo seu potencial intelectual utilizado pela comunidade. “Às vezes, o ministro acha que a igreja que pastoreia é pequena demais para seus projetos pessoais”, opina. Isso, acredita Bahia, estimula muitos a acumularem diversas funções, além das pastorais. “Eu defendo que os pastores atuem integralmente em seus ministérios. Porém, o que temos visto são pastores-advogados, pastores-professores, enfim, pastores que exercem outras profissões paralelas ao púlpito”, observa.

No entender do dirigente da OPBB, esse acúmulo de funções mina a energia e o potencial do obreiro para o serviço de Deus. A associação reúne aproximadamente dez mil pastores batistas e Bahia observa isso no seio da própria entidade: “Creio que metade deles sofra com a fuga das atividades pastorais para as seculares”. Contudo, ele acredita que deixar o ministério não é algo necessariamente negativo. “A pessoa pode ter se sentido vocacionada e, mais adiante na vida, por meio da experiência, das orações e interação com outros pastores, é perfeitamente possível chegar à conclusão que a interpretação que fez sobre seu chamado não foi adequada e sim emotiva”.

Quando, já na meia idade, casado e com dois filhos, ingressou no Seminário Presbiteriano do Norte (SPN), na capital pernambucana, Recife, Francisco das Chagas dos Santos parecia um menino de tanto entusiasmo. Nem mesmo as críticas de parentes para que buscasse uma colocação social que lhe desse mais status e dinheiro o desmotivou. “A igreja, para mim, é a melhor das oportunidades de buscar e conhecer meu Criador para que, pela graça, eu continue com firmeza a abrir espaço em meu coração para que ele cumpra sua vontade em mim, inclusive no ministério pastoral”, anotou em sua redação para o ingresso no SPN, em 1998. Ele formou-se no curso, foi ordenado pastor em 2003 e dirigiu igrejas nas cidades de Garanhuns e Saloá.

Hoje, aos 54 anos, Francisco trabalha como servidor público no Instituto Agronômico de Pernambuco. Ainda não curou todas as feridas e ressentimentos desde que, em 2010, entregou seu pedido de desligamento da denominação. Ele lamenta o tratamento recebido pelos seus superiores enquanto foi pastor. “Minha opinião sobre igreja não mudou. Nunca planejei um dia pedir licença ou despojamento do ministério. Mas entendo que somos o Corpo de Cristo, e, se uma unha dói, todos nós estamos doentes”, pondera. “Não é possível ser pastor sem pensar em restaurar vidas – e existem muitas vidas precisando de conserto, inclusive entre nós, pastores”.

A vida longe dos púlpitos ainda não foi totalmente sublimada e Francisco sabe bem que será constantemente indagado sobre sua decisão de deixar o ministério. “A impressão é que você deixou um desfalque, que adulterou ou algo parecido”, observa. Ele não considera voltar a pastorear pela denominação na qual se formou, porém não consegue deixar de imaginar-se como pastor. “Uma vez pastor, pastor para sempre”, recita, “muito embora as pessoas, em geral, acreditem que seja necessário um púlpito.”

Porta de saída
Pesquisa realizada nos Estados Unidos traçou um panorama dos problemas da atividade pastoral...

70% dos pastores admitem sofrer de depressão e estresse
80% deles sentem-se despreparados para o ministério
70% afirmam só ler a Bíblia quando precisam preparar seus sermões
40% já tiveram casos extraconjugais
30% reconhecem ter reduzido as próprias contribuições às igrejas após a crise financeira

... e avaliou as consequências disso:

1,5 mil pastores deixam o púlpito todos os meses
5 mil religiosos buscavam emprego secular no ano de 2009, mais do que o dobro do que ocorria em 2005
2 a 3 anos de ministério é o tempo médio em que os pastores deixam suas igrejas, sendo em direção a outras denominações ou não.

Fontes: Cristianismo Hoje, Barna Group, Christian Post, The Wall Street Journal, Instituto Francis A. Schaeffer e Instituto Jetro

OS MATADORES DE CRISTÃOS ESTÃO AI - Igreja só será reaberta se aceitar a construção de uma mesquita ao lado

Membros da Igreja Yasmin em culto ao ar livre.
O prefeito de Bogor, Diani Budiarto, cidade localizada na Indonésia, fez uma proposta para os líderes da Igreja Yasmin: só vai aceitar reabrir o templo, fechado em abril de 2010, se eles autorizarem a construção de uma mesquita ao lado do templo.
Os membros se manifestaram de maneira positiva em relação a proposta, mas o porta-voz do ministério, Bona Sigalingging, informou que a prefeitura nunca entrou em contato com eles.
De qualquer forma, se o acordo for aceito, a congregação formada por cerca de 300 pessoas voltarão a ter um local para congregarem. “Vamos pensar positivamente sobre a proposta feita pelo prefeito de construir uma mesquita ao lado da nossa igreja, assim ocorre no caso da Catedral e a mesquita de Istiqlal [que ficam lado a lado em Jacarta]“, disse Bona.
Desde o fechamento os fiéis da Igreja Yasmin se reúnem em casas ou realizam cultos do lado de fora do templo. A ideia pode ser a grande solução para conter os problemas no país de maioria islâmica.
“Uma mesquita construída ao lado do templo da Igreja Yasmin é também uma implementação da lei que diz que o país deve manter a unidade em meio à diversidade”, disse Albert Hasibuan, do Conselho Consultivo Presidencial Indonésio (Wantimpres).
Albert terá uma reunião com o prefeito de Bogor para poder definir sobre o caso, pois ele acredita que essa proposta é uma solução nova e promissora.
Com informações Portas Abertas


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/igreja-so-sera-reaberta-se-aceitar-a-construcao-de-uma-mesquita-ao-lado/#ixzz1uN3UxJlv

AGORA VIROU BAGUNÇA - PAGUE E RECEBA A SUA UNÇÃO .

(NÃO PROCURE FAMA , PROCURE E BUSQUE PELO ESPIRITO SANTO DE DEUS , ELE VAI TE CONDUZIR A VERDADEIRA UNÇÃO SOBRE SUA VIDA.)
Eu tomei conhecimento desse cartaz e fiquei indignado.
A anos a fio , somos levados a provas , capacitação , formação de caráter , etc, etc, etc , para depois ,por Deus recebermos o óleo da unção.
Estou  indignado com isso que vejo nesse informativo abaixo .


    SERIA ESSA A FORMA CORRETA DE SE FAZER UMA CONSAGRAÇÃO .

    COMO EU OUÇO QUANDO VOU NA FEIRA .

    LEVA UMA BACIADA E SÓ PAGA UM REAL .

    É O FINAL DOS TEMPOS MESMO.


    MISERICORDIA.

    OBS. NÃO ESTOU FALANDO DE NENHUM DESSES QUE ESTÃO NA FOTO , E SIM DA FORMA COM QUE ESTA SENDO OFERECIDO ESSE TIPO DE CONSAGRAÇÃO QUE PARA MIM NÃO RESOLVE NADA.

Marco Feliciano quer retirar programa do ar após declaração na MTV




O pastor e deputado federal Marco Feliciano se mostrou indignado com o programa PC na TV apresentado por PC Siqueira na MTV.

Na edição do dia 3 de maio o apresentador comentou sobre uma igreja católica do Estado do Paraná que foi pichada dizendo para seus telespectadores que enviassem fotos de outros templos que fossem pichados.

Feliciano afirmou que vai entrar com uma representação junto ao Ministério Público para que o programa seja retirado do ar e também está pedindo uma retratação da emissora. Ele também prometeu mobilizar as bancadas evangélica e católica no Congresso para que também se posicionem contra o programa.

“Como venho alertando, existe um movimento que milita contra as bases da nossa sociedade, e para tanto, atacam sem dó nem piedade o cristianismo, se nos calarmos o que virá a seguir?”, escreveu o deputado em seu site.

Diante da ameaça do pastor, PC Siqueira usou seu Twitter para dizer que vai se retratar no próximo programa e que a edição da semana passada já foi retirada do ar. “Ah, o @pcnatv da semana passada foi retirado do ar sob ameaças de um deputado cristão que assumiu que estou incentivando pichação de igrejas”, escreveu o apresentador.

Em outras postagens escritas nesta segunda-feira (7) o jovem também assumiu que não curte pichação e que estava sendo irônico ao pedir que seus telespectadores enviassem fotos com pichações feitas em igrejas.

“No próximo programa pedirei desculpas pela piada. Eu nem curto pichação na verdade. Pra variar, cristãos incapazes de entender sarcasmo”, alfinetou PC Siqueira.


FONTE . PORTAL CREIO

terça-feira, 8 de maio de 2012

Marisa Lobo afirma que sua entrevista ao programa CQC foi editada para incriminá-la

Marisa Lobo afirma que sua entrevista ao programa CQC foi editada para incriminá-la
A psicóloga Marisa Lobo reclamou em seu Twitter da edição feita pela produção do programa CQC, da Band, que foi exibido na última segunda-feira (7), onde ela aparece falando sobre a possibilidade de reverter o homossexualismo.
De acordo com ela foram usadas respostas de outras perguntas que o repórter havia lhe feito de forma imparcial, para que ela fosse prejudicada diante da opinião pública ao dizer que é possível transformar gays em héteros.
“Seu programa @MarceloTas editou a matéria de um jeito, para me cassarem, mas vou pedir na justiça, a original sem cortes vcs são malandros” (sic), escreveu Marisa Lobo.
A psicóloga cristã enfrenta um processo junto ao Conselho de Psicologia por falar sobre sua fé nas redes sociais. Ela chegou a ser intimada para uma reunião onde os representantes do órgão pediram para que ela apagasse todas as referências religiosas de suas redes para não correr o risco de perder a licença para exercer a profissão.
Ao editar as falas de Marisa, a equipe da Band pode fazer com que de fato ela perca seu registro de psicóloga. “Vamos combinar,a matéria foi 1 ( M…a).Más da nossa parte foi benção. Mesmo tentando me ridicularizar, não conseguiram.FIRME NA ROCHA.KKKk” (sic).
Marisa Lobo recebeu diversas ameaças e críticas por sua participação no programa, mas também recebeu apoio de diversos cristãos que concordam com o que ela afirmou diante das câmeras.
Em outra mensagem escrita por ela em seu microblog ela afirma que vai gravar um programa com o deputado federal Marco Feliciano mostrando as respostas que não foram exibidas na edição do CQC. “Eu e o Pr @marcofeliciano acabamos de combinar 1 entrevista,mostrando tudo q o @CQC não mostrou da minha entrevista.vai ser forte.aguardem!”(sic).


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/marisa-lobo-afirma-que-sua-entrevista-ao-programa-cqc-foi-editada-para-incrimina-la/#ixzz1uJLxBFG4

VEM AI IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE MISSÕES - SAPUCAIA DO SUL - RS - 2012

pic.twitter.com/Ir0BNdZM

O BRASIL DA SEGUNDA FACE.

No brasil que vivemos as coisas acontecem muito rápido.
É uma loucura atrás de outra.
A anos a trás , uma ovelha a qual eu pastoreava, no inicio de meu chamado pastoral , escreveu um livro que tem por título , O MOVIMENTO HOMOSSEXUAL.
Ele foi e é perseguido até hoje por causa desse livro e de sua defesa de um verdadeiro evangelho , não o fantasiado ensinado pelas lannas holders da vida.. .
Por exemplo , nos dias de hoje , no Brasil temos a perseguição contra a Marisa lobo e tantas outras pessoas que por falarem de sua fé são coibidas e até ameaçadas.

Esa perseguição esta se afunilando contra todos os cristãos.

Temos o supremo tribunal      de   justiça e o ministério publico que prega a não perseguição , temos a constituição que nos garante o direito de expressarmos nossa fé e credo.
Até ai tudo bem.

Agora , o que esta me deixando bravo é ver o tamanho descaso e  a falta de vergonha na cara de alguns magistrados que querem proibir os movimentos cristãos , mas estão apoiando movimentos , tais como.


PASSEATA GAY , MARCHA DA MACONHA , MARCHA RÉ , MARCHA DA FESTA NOS QUINTOS DOS INFERNOS.

Esses senhores magistrados , devem saber que não se pode usar 2  pesos e duas medias na condução de uma nação.

Esses senhores que estudaram para isso devem saber que não se persegue um grupo e libera o outro grupo.

Esses senhores magistrados deveriam saber que nunca vão conseguir calar a boca dos CRISTÃOS VERDADEIROS , POIS MUITOS JÁ TENTARAM E ATÉ AGORA NÃO CONSEGUIRAM, POIS A HISTÓRIA NOS MOSTRA ISSO.


Se querem dar total apoio , como o estado esta fazendo para os gays em suas marchas , também queremos o nosso espaço , pois como cidadãos que somos temos todos os direitos iguais garantidos por nossa carta maior . A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA.


NÃO TENTEM NOS CALAR , POIS NÃO NOS CALAREMOS .


BISPO ROBERTO TORRECILHAS

Imagem de santo coloca duas cidades de MG em guerra por posse

Open in new windowA imagem do santo eremita, São Francisco de Paula, tem sido protagonista de uma disputa entre Divinópolis e Pitangui, no Centro-Oeste do estado de Minas Gerais.

A briga para saber qual cidade é dona da imagem já vem se arrastando há 10 anos. Para tentar resolver o impasse, as cidades chegaram a oferecer uma para outra uma cópia fiel da imagem, porém, nem uma das duas cedeu, alegando não quererem mostrar aos fiéis uma réplica do santo.

A imagem do santo, que antes ficava na paróquia do Divino Espírito Santo de Divinópolis foi entregue ao Instituto Histórico de Pitangui em 1974. Na ocasião o bispo Dom Cristiano Portela entregou a imagem a Pitangui a fim de compor um museu de arte sacra da região Centro-Oeste. A guerra começou quando Divinópolis quis a imagem de volta, mas teve o pedido negado pelo museu justificando que o santo está em um lugar seguro e dificilmente será alvo de vândalos.

De acordo com o vigário geral da diocese de Divinópolis, o monsenhor José Carlos de Souza, a peça foi emprestada para compor o museu de Arte Sacra. “Temos um documento e nele diz que a imagem seria incorporada ao museu, em observação temos os dizeres que a peça pertence à Catedral do Divino Espírito Santo em Divinópolis. Além do mais, o bispo não pode doar nada que seja da diocese, pois a imagem pertence à igreja e isso iria contra as leis canônicas. Isso é inclusive uma questão de bom senso. A imagem esteve em Divinópolis por 200 anos e está em Pitangui há 40, então de fato a imagem pertence à nossa cidade”, enfatizou.

Ainda de acordo com o monsenhor, a peça foi tombada pelo Instituto Histórico de Pitangui como patrimônio municipal sem autorização da igreja. “Esse é um outro problema, na época em que fomos informados desse tombamento fizemos um documento afirmando que éramos contra. Esse documento foi simplesmente ignorado e todo o processo se deu de forma aleatória. Não tivemos resposta do nosso documento que é bem extenso, mas em síntese dizia que não se poderia tombar aquilo que não é deles”, reforçou.

A antropóloga e historiadora Adelan Maria Brandão é uma das fundadoras do Instituto Histórico de Pitangui. Para ela a peça foi doada e, por isso, tombada. “A questão é que na época em que a imagem foi doada, em 1974, o padre Guerino Valentino Fontelo saiu com outras pessoas para recolher imagens que fariam parte do museu de arte sacra. São Francisco de Paula foi doado com o consentimento do bispo Dom Cristiano Portela. Pitangui é uma cidade mãe, várias cidades do Centro-Oeste pertenceram a Pitangui, inclusive Divinópolis, então por isso a cidade foi escolhida para ter o museu. As imagens que estão hoje no Instituto representam histórias, tem memórias, mas elas não pertencem às cidades. Elas, bem como São Francisco de Paula, são imagens que pertencem ao Patrimônio Histórico da Humanidade”, argumentou.

Para Divinópolis a imagem é símbolo de referência histórica. Ainda quando era Arraial, a cidade deu o nome do santo a uma das capelas: Capela do Divino Espírito Santo e São Francisco de Paula. Hoje a capela se tornou a catedral da cidade. “É uma tradição da nossa cidade e não estamos brigando pela imagem. A devoção continua com ela ou sem ela. A questão é que do mesmo jeito que ela é patrimônio da humanidade em Pitangui, ela será patrimônio aqui em Divinópolis. Temos as mesmas condições de zelar pela imagem tanto quanto o museu”, disse o monsenhor José Carlos de Souza.

Ainda segundo o monsenhor, na igreja os devotos terão mais acesso à imagem do que no museu, tendo em vista as regras de visitação. "Sem dúvidas na igreja ela estará resguardada e terá um livre acesso. É muito mais fácil entrar na igreja a qualquer hora do que entrar em um museu”, justificou.

Fonte: G1

Entrevista Thalles Roberto: ''Tive que ir lá fora (da Igreja) para aprender a ter temor do Espírito Santo''

Cantar com Jota Quest, Roberto Carlos, Luciana Melo, e fazer arranjos para músicas de Caetano Veloso. Essas são algumas das experiências musicais de Thalles Roberto. O cantor, que parou de exercer seu talento no meio secular, utiliza hoje seus dons em nome do Reino de Deus.
Além de composições no meio não cristão, algumas canções de Thalles integram o novo CD de Mariana Valadão, "De todo meu Coração".
Em entrevista ao Guia-me, Thalles Roberto falou de experiências musicais passadas e sobre os projetos que tem no coração. Confira:
Guia-me: Como você avalia que suas experiências na música secular podem ser utilizadas no meio gospel?
Thalles: O mercado é muito diferente, a música é muito diferente. Os consumidores são diversos. Estou trazendo a minha experiência de vida de lá, uma musicalidade nova, a unção de Deus pela qual eu fui resgatado. Creio que é o tempo de Deus trazer essa experiência para o nosso meio. Tem muita coisa boa aqui, mas precisamos abrir os olhos para os novos horizontes para ver o que Deus tem de novo para a música aqui no Brasil. Eu quero ser bênção e ser usado por Deus.
Guia-me: Como você costuma compor?
Thalles: Eu só componho o que estou vivendo, às vezes as pessoas me encomendam uma música, mas eu não faço, porque gosto de escrever o que estou vivendo, consigo cantar com intensidade, passando a verdade. Não gosto de fazer refrãozinho que as pessoas vão aprender. Gosto de cantar o que o Espírito Santo tem trazido ao meu coração.
Guia-me: Em sua opinião, qual o lugar que a unção e a técnica devem ocupar em um ministério musical?
Thalles: A Palavra de Deus fala que a gente tem que ter a mente de Cristo, e estudando a Palavra a gente vê a inteligência de Cristo, a forma como Cristo agia. Ele se sentava com as pessoas que a sociedade condenava, conversava com pessoas sujas e imundas segundo a lei. Imagino que na imensidão de Sua inteligência, não se importaria de usar a nossa arte. A música é usar sua técnica em adoração a Deus. Se temos a mente do Deus inteligente, temos que ter arranjos inteligentes, cantar de maneira inteligente, usar as escalas e acordes inteligentes. Eu amo adorar a Deus com tudo o que tenho, tudo que posso, com toda a minha técnica vocal.
Guia-me: Você continua trabalhando como cantor no meio secular ?
Thalles: Parei. Tive uma experiência muito grande não só com o Jota Quest, pude gravar com Roberto Carlos, fazer arranjos de músicas de Caetano Veloso, cantar com Jamil e Uma Noites, fazer músicas para a Luciana Melo e para pagodeiros. Entendi que Deus me quer no ministério. Eu não condeno as pessoas que estão lá, tem muita gente séria que consegue manter a santidade, eu não consegui, me corrompi. No momento que tive uma experiência com Jesus eu disse: "Não quero mais ficar por aqui". Quero usar a minha voz para que as pessoas sejam resgatadas. Eu andei por aí e vi muita coisa e quero usar o meu dom para que as pessoas venham para o reino de Deus. Muitos amigos meus que tocam com a Ivete (Ivete Sangalo), terminam o show e vão para o quarto orar e são renovados e batizados com o Espírito Santo. Eu não consegui ficar.
Guia-me: Qual o seu novo trabalho gospel? Pode definir seu estilo musical?
Thalles: Acabei de gravar um CD e DVD que chama "Thalles na Sala do Pai". Gravei no estúdio do Jota Quest, é um projeto maravilhoso. Eu não sei qual é o meu estilo, tem muita coisa de mim, é a minha cara. Tem muito swing, tem muita profundidade, as letras trazem muitas coisas de Deus.
Guia-me: O que você acredita ser necessário na vida de um ministro de louvor?
Thalles: Ter uma voz boa é um dom de Deus, mas humildade tem que exercitar, é muito difícil cantar bem e ser humilde. Tem que aprender com Deus isso. Tenho aprendido isso nesses dias, ter mais temor de Deus. Tive que ir lá fora para aprender a ter temor do Espírito Santo.


VIA GRITOS DE ALERTA
Fonte:Guiame

Cápsulas com pó humano são apreendidas na Coreia do Sul


Droga é feita na China, a partir de fetos e natimortos, segundo autoridades.
Mais de 17 mil cápsulas foram apreendidas desde agosto de 2011.


                Foto divulgada pela Alfândega Coreana nesta terça-feira (8) mostra cápsulas com pó de carne humana encontradas em Daejeon, na Coreia do Sul. O país tem intensificado o contrabando destas cápsulas vindas da China e produzidas a partir de bebês mortos devido a suposta propriedade medicinal do material AFP

O serviço de Alfândega da Coreia do Sul apreendeu milhares de cápsulas preenchidas com pó humano. O pó, de acordo com as autoridades é feito a partir de fetos, natimortos ou bebês que morreram logo após o parto.

As autoridades sul-coreanas disseram que desde agosto de 2011 já foram apreendidas mais de 17 mil cápsulas.

Segundo a polícia alfandegária, a carga apreendida foi fabricada no nordeste da China, onde o governo vem rastreando e investigando a produção desde o ano passado.

Algumas pessoas, especialmente na Coreia do Sul, acreditam que o pó humano pode servir para a cura de algumas doenças. É por isso que os traficantes tentam entrar no país com a mercadoria.

Não há informações sobre quantos traficantes transportavam a suposta droga. Mas esses traficante disseram às autoridades que acreditavam estar carregando medicamentos comuns.


VIA GRITOS DE ALERTA.
INF. GLOBO /AFP

PEDIDO DE ORAÇÃO EM FAVOR DE NOSSA IRMÃ MARIA JOSÉ , MÃE DO Dr. ALDERY NELSON ROCHA ,. ELA ESTA INTERNADA NA UTI E CARECE DE NOSSA ORAÇÕES .

Decisão judicial pode mudar entendimento sobre relação trabalhista entre pastores e igrejas

Foi a primeira vez que um caso obteve sucesso na segunda instância, o que o torna extremamente importante do ponto de vista da jurisprudência – o entendimento judicial que costuma prevalecer em ações da mesma natureza. Não cabe mais recurso.

Um verdadeiro ninho de vespas acaba de ser aberto pelo Poder Judiciário. Em decisão inédita, a Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) acolheu, em fevereiro, a sentença de primeira instância da 65ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, que reconheceu o vínculo empregatício do ex-pastor Carlos Henrique de Araújo com a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). A igreja recorreu, mas não houve jeito – a condenação foi mantida, e a Universal terá de pagar ao dissidente uma indenização de R$19 mil. A soma inclui não só os direitos trabalhistas retroativos e multas, mas também indenização por dano moral, já que a Universal acusou Araújo de roubo, sem provas.

Na ação, o ex-pastor narrou tem sido admitido na Iurd em 1999, como administrador, com salário de R$ 2,4 mil. Entre várias outras atividades, ele dirigia cultos, trabalhando de segunda-feira a domingo, em média, de 6h30 às 21h. Além disso, segundo seu depoimento, ainda tinha de bater metas de arrecadação em dízimos e ofertas e seguia rígida subordinação aos superiores. Anos depois, diante do fracasso em atingir as expectativas de arrecadação, o ex-pastor teve o salário reduzido à metade. Rebaixado à função de servente, foi transferido de congregação e ainda acusado de apropriar-se de parte de uma doação de R$ 23 mil.

Processos dessa natureza se avolumam nas Varas do Trabalho Brasil afora. No entanto, tais pleitos têm sido julgados improcedentes reiteradas vezes, com base, principalmente, nas leis 9.608/98 (que regulamenta o serviço voluntário) e 8.212/91, a qual não considera como remuneração o que é pago por entidades religiosas a seus líderes espirituais para fins de subsistência. Contudo, é a primeira vez que um caso obtém sucesso na segunda instância, o que o torna extremamente importante do ponto de vista da jurisprudência – o entendimento judicial que costuma prevalecer em ações da mesma natureza. Não cabe mais recurso.

“NEGÓCIO”
O caso reacende uma questão que tem ganhado força nos últimos anos, sobretudo diante de denominações que baseiam sua mensagem e atuação na arrecadação de dinheiro. “Se é negócio, não se trata de ministério sacerdotal”, frisa o desembargador federal do Trabalho Marcelo Augusto Oliveira, do Rio. Ele diz que, nesse tipo de contexto eclesiástico, o pastor adquire, mesmo, funções de empregado – descaracterizando, portanto, a tese da adesão voluntária por motivo de fé, até agora predominante na Justiça brasileira. No caso de Araújo, as provas apresentadas confirmaram a exigência do cumprimento de metas financeiras, o que, segundo o magistrado, distingue a função por ele exercida do ministério religioso – “Além disso, ele era tratado como funcionário, sem autonomia, sujeito a horário de trabalho e a punições.”

“Se a igreja se comporta como uma empresa, com metas e tudo o mais, deve ser encarada como tal e, por isso, torna-se passível de ações trabalhistas”, concorda o advogado Gilberto Ribeiro dos Santos, vice-presidente do Instituto de Juristas Cristãos do Brasil. Especialista na orientação jurídica a igrejas, ele alerta que a decisão do TST pode mudar muita coisa: “Todos os processos que tiverem o mesmo conjunto de fatos irão acompanhar essa decisão.”

O pastor batista Edmar Xavier não se sente um mero funcionário de sua congregação. “Apesar de receber todos os benefícios de um trabalhador normal, isso é uma generosidade, e não obrigação da igreja”, pondera. Ele enxergou justiça no caso de Carlos Araújo. “É a mesma coisa que trabalhar em uma loja de roupas e ter de vender tanto em mercadorias. Aí,[o pastor] tem todo o direito de acionar a ‘empresa-igreja’”. No entanto, prefere que seu trabalho tenha caráter apenas espiritual. “Meu patrão é Deus”, encerra.

Fonte: Cristianismo Hoje

Reportagem do CQC questiona a oferta de tratamento aos homossexuais

Reportagem do CQC questiona a oferta de tratamento aos homossexuais
O programa “CQC”, da Rede Bandeirantes desta segunda-feira (8) abordou o projeto do deputado, líder da Bancada Evangélica na Câmara, João Campos (PSDB-GO). O projeto encaminhado pelo parlamentar quer legalizar o tratamento a homossexuais.
A questão passou a ser discutida após a psicóloga Marisa Lobo, ter recebido intimação do Conselho Regional de Psicologia do Paraná para que retirasse de suas redes sociais e sites pessoais todas as frases religiosas, pois de acordo com o Conselho, não pode haver vinculo entre a religião e a profissão. Além disso, ativistas gays acusam a psicóloga de oferecer cura ao homossexualismo.
Marisa que participou do programa CQC disse durante a entrevista que não mudará sua orientação de fé. O entrevistador também perguntou à psicóloga se o mundo ideal para ela é um mundo sem homossexuais. Marisa respondeu que isso é utópico e que o mundo ideal para ela é aquele sem ladrões, estupradores, assassinos, referindo-se aos mandamentos expostos na Bíblia Sagrada.
A ex-conferencista Lanna Holder também concedeu entrevista ao programa e afirmou ter feito de tudo para se livrar do homossexualismo, mas mesmo quando era casada tinha que relutar contra seus desejos. Hoje pastora de uma igreja inclusiva, a primeira igreja homossexual do Brasil, chamada Cidade Refúgio, Lanna vive com Rosania Rocha.

 Ao final da entrevista ,Lanna Desviada Holder , com um tom de sarcasmo ,  questiona: “Tem coisa melhor que mulher?”.


Além de Marisa e Lanna Holder o deputado homossexual, Jean Wyllys (Psol-RJ) também participou do programa e mostrou-se indignado com o projeto da Bancada Evangélica, Jean afirmou que as clinicas de terapêuticas usam métodos violentos contra os homossexuais, que “implicam em violência física”, disse o parlamentar.
Pastor Robson, ex-homossexual, também foi entrevistado durante a reportagem e afirmou ser possível um homossexual tornar-se heterossexual pois aconteceu com ele, que hoje tem uma família com mulher e filhos.
No final da matéria o apresentador Marcelo Tas criticou a postura da psicóloga Marisa Lobo afirmando ser um absurdo até uma psicóloga ser a favor da cura de homossexuais.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/cqc-faz-reportagem-sobre-tratamento-aos-homossexuais-e-entrevista-marisa-lobo-lanna-holder-e-jean-wyllys/#ixzz1uH2ZXnq4

segunda-feira, 7 de maio de 2012

BANANEIRA OU OLIVEIRA ?

Como é gostoso comer uma banana madurinha, pura , com aveia , chocolate etc.
Em minha casa eu plantei uma muda de bananeira , e logo foi crescendo.
Logo veio outro broto , outro broto .
Quando eu me deparei , tinha um bananal bem na entrada de minha casa.
Aquelas bananeiras era do tipo de banana prata , e crescia muito alta.
Quando eu menos esperava , nasce um cacho de banana.
E foi crescendo , e quando estava pronta , cortei o cacho para saborear aquelas frutas.
O pior veio depois , pois mesmo tendo crescido muito , tendo dado um cacho de banana muito bonito ,suas folhas estavam tão bonitas ,  mais não serviria mais para nada.
Tive que corta la ,para que outras pudessem dar seu fruto.
Eu fico pensando nos crentes bananeiras , que dão frutos apenas uma vez e passarão o resto da vida ocupando lugar de outros , mas não darão mais  nenhum fruto.

Constatamos isto, lendo  os versículos 12 a 14, do 11º Capítulo do Evangelho Segundo São Marcos: "No dia seguinte, depois de saírem de Betânia (Jesus) teve fome, e avistando de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se, porventura, acharia nela alguma coisa; e chegando a ela, nada achou senão folhas, porque não era tempo de figos. E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E seus discípulos ouviram isso"
Jesus amaldiçoou a árvore, em decorrência da sua enganosa aparência, revelada na bela folhagem, mas sem apresentar nenhum fruto.
Esta realidade certamente reflete a condição de muita gente que se diz cristã, onde a folhagem bonita, no sentido figurado, representa aquele que anda com uma bíblia a tiracolo, que é assíduo às reuniões de adoração a Deus e pontuais nas outras atividades eclesiásticas, mas sem apresentar, dentro e fora da Igreja, as boas obras que testificam o fruto do Espírito, que é: "... o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade" (Gálatas 5:22)
Falo de pessoas que exemplifico sendo como  arvores que até deram frutos uma vez na vida e agora não tem mais essa possibilidade , foram levadas pelas circunstancias da vida e viverem uma estagnação .

Em Isaías 5 é dito que nós somos as vinhas do Senhor, que Ele cerca, limpa e espera que deem bons frutos, mas que infelizmente dão uvas bravas. Lendo Cantares de Salomão temos uma visão ainda mais ampla dessa questão: não basta dar bons frutos, temos que dar frutos excelentes, ou seja, o nosso melhor para Deus.
A Palavra nos diz que a árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Irmãos, esse fogo é tanto o sofrimento aqui na Terra quanto a perdição eterna. Quando estamos fora da vontade de Deus, sofremos aqui pela influência do inimigo em nossa vida, e lá, no inferno, sofreremos eternamente. Tudo isso por não fazermos a vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável (RM 12:2). Além disso, sejamos honestos: as coisas que Deus pede que façamos não são difíceis de serem feitas, se nós estivermos em comunhão com Ele.

O CRISTÃO  OLIVEIRA


Lemos em Genesis 7 a respeito do grande diluvio .

PORQUE FAREI CHOVER SOBRE A TERRA , E EXTERMINAREI TODOS SERES QUE FIZ.
Aviolencia do grande diluvio foi arrasadora , exterminando tudo , seres viventes e plantas.
Pois , as plantas precisam respirar para sobreviverem , e o subir das águas sucumbiram todas elas.
Mas , no momento de Deus , uma pomba foi solta , e quando retorna , vem com um ramo de oliveira em seu bico.
Gen . 8 .11


... E choveu, choveu e choveu. A água levantou a arca do chão. Flutuando, ela subiu acima das árvores. Depois, acima das mais altas montanhas. A chuva caiu por 40 dias e 40 noites. Os animais se sentiam seguros dentro da arca enquanto ela era levada pelas águas. Finalmente a chuva parou. As águas acalmaram. A luz do sol brilhou e Noé abriu uma janela. "Vá, disse para o pombo. Vá por aí e procure por terra". O pombo voltou mais tarde, cansado e triste. Noé deixou-o descansar por uma semana. Então o soltou novamente. Desta vez o pombo voltou todo alegre, com um ramo de oliveira no bico. "Terra!", gritou Noé.


Havia na Terra Santa muitas oliveiras e junto com as vinhas eram fonte de riqueza. Naquela época, para colher as azeitonas costumava-se bater ou sacudir a árvore. Já o azeite era extraído esmagando-se ou pisando o fruto. A oliveira fazia parte da vida das pessoas de tal forma, que era uma referência constante. O homem justo, por exemplo, era comparado à oliveira, em razão da força e da cor de suas folhas e também por sua abundância, sendo que os seus filhos eram descritos como ramos de oliveira.
A principal fonte de azeite entre os judeus era a oliveira. Usava-se o azeite na consagração dos sacerdotes e também na purificação dos doentes. Costumava-se passar o azeite no corpo depois do banho ou antes de um evento festivo. O hábito só era suspenso nos períodos de luto ou durante alguma adversidade.

O azeite era usado externamente ou internamente como medicamento. A abundância de azeite indicava alegria, ao passo que a falta denunciava tristeza ou humilhação. A oliveira simbolizava sabedoria, paz, abundância e glória. Seus frutos, folhas e madeira eram de grande utilidade e tinham muito valor simbólico. O azeite extraído do fruto da oliveira era usado como fonte de luz artificial em candeeiros.

Uma das grandes diferenças e talvez a principal , é o periodo de produção de uma oliveira , que logo após seu 7° ao 10° ano de vida começa a dar seus frutos .
Temos relatos de oliveiras da época em que o senhor Jesus viveu aqui nessa terra , que ainda produzem seus frutos.




Embora seus frutos sejam muitos pequenos , o azeite que se produz deles é extremamente saboroso , e serve para muitas outras finalidades.
Até nisso notamos que os olhos nos enganam .

A oliveira é relativamente rústica, capaz de adaptar-se aos mais variados tipos de solos, no entanto, a planta é exigente em condições de clima, que deve seco no verão e frio e úmido no inverno. Multiplica-se por estaquia e enxertia. Sabe-se que as mudas obtidas por sementes, na maioria dos casos, dão frutos de qualidade inferior, por isso são utilizadas apenas como porta-enxertos.
Por ser típica de climas temperados, há dificuldade de produção em locais de clima quente. O ciclo produtivo de uma oliveira tem início com 5 a 10 anos de idade, dependendo das condições de cultivo e clima.
Além de água, óleo e glicídios, o fruto da oliveira - a azeitona - contem numerosos minerais, especialmente cálcio, ácidos orgânicos, enzimas, vitaminas B1, B2 e PP e provitamina A. Seu poder nutricional é tão interessante, que em tempos remotos, na região do Mediterrâneo, a azeitona, juntamente com a cebola e o pão de centeio formavam a base principal da alimentação dos habitantes do campo.
“A VIOLÊNCIA DO DILÚVIO”
Quando DEUS enviou o dilúvio sobre a terra, ele veio com o propósito de exterminar tudo que tinha vida fora da arca. E a violência do dilúvio matou homens, mulheres, crianças, animais, árvores, etc. DEUS protegeu da fúria do dilúvio, apenas o que havia dentro da arca.

“A OLIVEIRA SOBREVIVE AO DILÚVIO”
Após um ano em que as águas do dilúvio cobriram toda a terra, Noé ordenou a uma pomba que voasse para fora da arca, à procura de uma terra seca. Após longas horas de procura ela pousou sobre o tronco de uma oliveira e, do meio daquele tronco tinha nascido uma folha verdinha (chamada por Isaías de renovopega aquela folha de oliveira no bico e a leva para Noé.
“A OLIVEIRA ESTÁ VIVA”; “NÓS, FILHOS DE DEUS, SOMOS A OLIVEIRA”.
O maior milagre após o dilúvio foi encontrar a oliveira viva. O dilúvio não teve poder de matar a oliveira. A violência e a fúria do dilúvio não foram capazes de destruí-la.
A pomba trouxe a folha de oliveira para provar que tem vida no meio da morte. São nos momentos mais difíceis da nossa vida que recebemos grandes milagres.
Portanto , nesse simples resumo , fica bem claro que é muito melhor se assemelhar em uma arvore que sempre produz seus frutos , e mesmo depois de produzidos são fornecedores de matérias primas para produção de outros itens, do que ser uma arvore que deu apenas um fruto e agora  já não serve mais para nada.

E VOCÊ , JÁ PAROU PARA PENSAR ?

TENS DADO FRUTO , OU SOMENTE TEM BELAS FOLHAS EM SUA ARVORE?


VIA GRITOS DE ALERTA

VAI TOMAR SEU REMÉDINHO HOJE _ Cápsulas com carne humana são apreendidas na Coreia do Sul

A Coreia do Sul apreendeu milhares de cápsulas contrabandeadas preenchidas com carne humana de bebês mortos.

O material era proveniente do nordeste da China e estava rotulado como um produto que curaria "todas as doenças". As apreensões vêm sendo feitas desde agosto de 2011, informaram as autoridades sul-coreanas nesta segunda.
As cápsulas eram feitas depois de os corpos serem cortados em pedaços pequenos - que passavam por uma espécie de secador antes de virarem pílulas. As autoridades se recusaram a dizer de onde os bebês são ou quem é o responsável pelas cápsulas, em uma tentativa de evitar problemas diplomáticos com Pequim. A China vem investigando drogas fabricadas a partir de fetos e crianças mortes desde o ano passado.
Segundo as autoridades, houve 35 tentativas de entrar no país com material desse tipo desde agosto de 2011, o que resultou na apreensão de 17.450 cápsulas. Apesar dos rótulos informarem que os produtos eram uma espécie de energético, e algumas pessoas acreditarem na sua capacidade de cura, as cápsulas com carne humana continham bactérias e outros ingredientes maléficos à saúde.
Todas as cápsulas foram confiscadas, mas ninguém foi punido porque a quantia era muito pequena e os envolvidos não tinham a intenção de vender, e sim consumir, disse um oficial de alfândega. Casos como esse vêm sendo investigados desde que as autoridades alfandegárias receberam uma dica no ano passado. Até agora, não há casos de que pessoas tenham passado mal depois de ingerirem as cápsulas.


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