terça-feira, 23 de novembro de 2010

Léo desmente tratamento vip a evangélicos do Verdão

Entre as inúmeras turbulências vividas pelo Palmeiras nos últimos dias, surgiu a informação de que há ciúmes de alguns atletas contra uma determinada ala do elenco. O grupo evangélico seria o alvo da discórdia porque recebeu a liberação para deixar a concentração do jogo contra o Vasco antes do resto da delegação.
"Todo mundo tem tratamento igual no Palmeiras, o respeito é igual", desmentiu Léo, um dos representantes dos evangélicos no Palestra Itália. "Não acho que houve um mal-estar pela liberação de alguns atletas no domingo à noite (resto do grupo voltou na segunda de manhã). Pedimos permissão e foi concedido", emendou.
Toda a confusão vivida horas depois do jogo contra o Vasco causou as saídas do técnico Antônio Carlos Zago e do atacante Robert. Léo acredita que aqueles que desrespeitaram as regras do clube devem assumir o erro e seguir normalmente o trabalho.
"Alguns não respeitaram (as regras), tudo tem um limite. Mas foi uma questão à parte, isso está superado, ficou para trás. Temos de pensar no Grêmio, estamos espertos para tentar explorar os lados negativos do adversário", relatou o defensor, sem prolongar a polêmica.
Na manhã desta sexta-feira, o técnico interino Jorge Parraga voltou a elogiar a postura e o comprometimento dos atletas do Alviverde. Ele rechaça qualquer possibilidade de desavença entre os jogadores.
"Desde terça, quando cheguei aqui, não aconteceu nada de diferente", assegurou o comandante, que promete aconselhar todo o grupo sobre a importância de manter a concentração no trabalho. "Espero alcançar a condição de poder alertá-los. Esses problemas externos mancham a carreira de qualquer um", encerrou.

Gazeta Esportiva/Notícias Cristãs

SOU ÉTICO! Cito as fontes. 

Pastor devolve a gays a pecha de 'preconceituosos'

O pastor Silas Malafaia, em resposta aos comentários do presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Marcelo Cerqueira, afirmou que "os grupos de defesa dos homossexuais precisam aprender a lidar com os contrários, pois preconceituosos são eles quando rotulam os outros de homofóbicos". O líder religioso, que integra a Assembleia de Deus, não chegou a comentar, através de e-mail enviado ao Terra, os ataques do líder gay à pré-candidata à presidência pelo PV, Marina Silva. Na resposta, ele também não citou Cerqueira.
Malafaia declarou aina que "o grupo mais anti-democrático da pós-modernidade é o dos defensores da prática homossexual". Segundo ele, estes grupos querem trazer para o Brasil uma nova modalidade de crime, muito praticado pelos nazistas e fascistas - o crime de condenar radicalmente quem defende opinião contrária à deles. "Eles não suportam a crítica, e fingem não saber a diferença entre criticar uma conduta e discriminar pessoas", comentou o pastor.
Ele diz desconfiar ainda que os grupos homossexuais não suportam a crítica pelo simples fato de que, no fundo, não têm convicção do que são. "O homossexualismo é um comportamento, e ninguém nasce homossexua", defende Malafaia, que é psicólogo. Quanto às acusações de ser radical, ele devolve a qualificação aos militantes gays, dizendo que eles "tentaram de todas as formas junto ao Ministério da Justiça, censurar o meu programa de TV, a fim de tirá-lo do ar; e tentaram caçar-me no Conselho de Psicologia".
O pastor ressaltou ainda que suas posições contra a prática homossexual se baseia na Bíblia, "o livro que representa a fé de 90% da população brasileira", destacou. A oposição dos gays seria também a sua posição contra a aprovação da PL 122, que busca criminalizar a homofobia. "Os grupos homossexuais chamam-me de homofóbico. Ora, homofóbico é quem sofre de homofobia, que é classificada pela psiquiatria como uma doença que leva a pessoa a ter rejeição ou aversão aos homossexuais ou à homossexualidade. Isto, sim, é que é uma ofensa, e nem por isso eu entrei em qualquer instância judicial contra eles".

Terra/Notícias Cristãs


mi carne es débil - Bispo mexicano diz que certos fiéis tentam os padres

TUXTLA GUTIÉRREZ, México — Um importante bispo da Igreja mexicana disse nesta sexta-feira que os fiéis têm parte da responsabilidade nos atos sexuais praticados por padres, e pediu que evitem ser uma tentação para os sacerdotes.
"Não seja a oportunidade para que um sacerdote seja infiel a sua vocação; se representas uma tentação, afasta-te e exige que viva com autenticidade sua consagração", disse Felipe Arizmendi, bispo da diocese de San Cristóbal de las Casas, no estado de Chiapas.
O bispo admitiu que muitos sacerdotes cometeram pecados "inocultáveis e detestáveis", mas considerou que persiste um clima acusatório dos meios de comunicação, especialmente da televisão".

AFP/Notícias Cristãs

Regininha Poltergeist leva bronca da pastora da Igreja Bola de Neve

Regininha Poltergeist levou uma tremenda bronca da pastora da Igreja Bola de Neve depois que apareceu no “Quarta EXTRA” usando apenas um maiô. Para a pastora, aquilo não era pose digna de uma mulher convertida ao Evangelho.

Extra/Notícias Cristãs

Casa Branca condena "fortemente" ataque norte-coreano - White House condemns "strongly" North Korean attack

WASHINGTON (Reuters) - A Casa Branca condenou nesta terça-feira fortemente o ataque de artilharia desfechado pela Coreia do Norte contra a Coreia do Sul e exigiu o fim das ações.
"Os Estados Unidos condenam fortemente um ataque de artilharia desfechado pela Coreia do Norte contra uma ilha da Coreia do Sul e pedem à Coreia do Norte que interrompa suas ações beligerantes", disse a Casa Branca em um comunicado.
(Por Alister Bull)

Após ataque norte-coreano, China faz chamado por paz e diálogo

PEQUIM (Reuters) - A China expressou preocupação com as informações sobre o ataque norte-coreano a uma ilha sul-coreana nesta terça-feira, no último incidente na escalada de tensões na península que faz fronteira com o território chinês.
Um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Hong Lei, disse em entrevista à imprensa que os dois lados da península deveriam "fazer mais para contribuir para a paz" e que é imperativo o retorno às conversações envolvendo seis países, com o objetivo a pôr fim ao programa nuclear da Coreia do Norte.
"Ouvimos as notícias e expressamos nossa preocupação. A situação ainda precisa ser confirmada", disse Hong, respondendo a uma pergunta sobre o ataque de artilharia desfechado pela Coreia do Norte.
A China é o único aliado expressivo da Coreia do Norte. A ajuda econômica e o apoio diplomático chinês são importantes para o isolado país comunista, cujo líder, Kim Jong-il, visitou a China duas vezes este ano para fortalecer as relações bilaterais.
(Por Michael Martina)

Coreias trocam tiros na fronteira marítima; 2 soldados morrem e outros ficam feridos

Dois militares sul-coreanos morreram na tarde desta terça-feira (23) em um ataque da artilharia da Coreia do Norte à ilha de Yeongpyeong, no Mar Amarelo, próximo à fronteira entre os dois países rivais, segundo o comando militar da Coreia do Sul.
O ataque também deixou 20 feridos - 3 deles civis-, provocou danos e incendiou imóveis na ilha, onde estava mobilizado um destacamento do Exército sul-coreano. Quatro dos militares feridos estão em estado grave.
Vários projéteis norte-coreanos caíram sobre a ilha e outros no mar, segundo o comando militar de Seul. O Exército sul-coreano revidou ao ataque e autorizou a decolagem de caças de combate F-15 e F-16 para a região.
As autoridades da Coreia do Sul qualificaram a ação como uma "clara provocação militar" e disseram que, se houver provocação similar, haverá uma "dura represália".
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"Foi um ataque intencional e planejado", disse Lee Hong-ki, funcionário do Ministério da Defesa. "É claramente uma violação do armistício."
Já as autoridades da Coreia do Norte disseram, por intermédio da agência oficial KCNA, que apenas revidaram ao fogo sul-coreano, por volta das 13h locais (2h de Brasília), sem entrar em detalhes sobre como teria sido o ataque inicial.
"O Exército norte-coreano seguirá sem vacilar seus ataques militares se o inimigo sul-coreano se atrever a invadir nosso território, ainda que seja em 0.001 milímetro", diz o comunicado da presidência norte-coreana.
Fumaça na ilha de Yeongpyeong, de cerca de 1.300 habitantes.SEUL (Reuters) - A artilharia da Coreia do Norte disparou nesta terça-feira dezenas de projéteis contra uma ilha sul-coreana, em um dos mais pesados bombardeios contra o sul desde a Guerra da Coreia (1950-1953).
A TV sul-coreana YTN afirmou que pelo menos 200 tiros foram disparados contra Yeonpyeong, que fica na costa ocidental da península dividida entre as duas Coreias. A maioria dos projéteis caiu em uma base militar sul-coreana.
Os militares da Coreia do Sul disseram que um soldado foi morto e três ficaram gravemente feridos no ataque. Forças sul-coreanas revidaram e enviaram um jato de combate para a área.
O presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, disse que é preciso ser dada uma resposta firme ao ataque contra a ilha de Yeonpyeong, situada a apenas 120 quilômetros da capital, Seul. Desde que foi eleito presidente, há cerca de três anos, Lee vem adotando uma linha política dura em relação ao Norte.
As duas Coreias ainda estão tecnicamente em guerra, já que o conflito dos anos 50 terminou sem a assinatura de um acordo de paz, mas apenas com um armistício.
No começo do ano, a tensão na península coreana subiu drasticamente, depois que o governo sul-coreano acusou o Norte de ter torpedeado uma de suas embarcações navais, causando a morte de 46 marinheiros.
"As casas e montanhas estão sob fogo e as pessoas estão sendo removidas. Não dá para enxergar direito por causa das nuvens de fumaça", disse uma testemunha, na ilha, à TV YTN. "As pessoas estão apavoradas. Enquanto falamos, os disparos continuam."
A YTN afirmou que pelo menos 200 tiros foram disparados contra Yeonpyeong, situada na costa ocidental da península. A maioria dos projéteis caiu numa base militar.

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