sexta-feira, 22 de abril de 2011

EXCLUSIVO: Jovem mãe com câncer sacrifica a própria vida por filho em gestação


20 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Em agosto do ano passado Jessica Council — uma bela mulher de 30 anos de idade, mãe de um filho — notou que estava com dor na garganta. Mais ou menos na mesma época, ela começou também a suspeitar que estivesse grávida.
Jessica e Clint Council com seu filho
Quando depois de duas semanas a dor de garganta não havia sumido, Jessica decidiu fazer um exame médico. O médico dela lhe disse que provavelmente era algum problema de aumento da tiroide, e que em análise final não era nada com que se preocupar muito. Só para se certificar, porém, ele realizou um teste, que ele disse confirmou suas suspeitas iniciais. Tudo ficaria bem, disse ele.
Mas tudo não estava bem. O médico interpretou mal o teste.
Em 15 de novembro, Jessica começou a ter dificuldades para respirar. Em 21 de novembro ela foi parar na sala de emergência de um hospital. Então, em 22 de novembro, sua garganta se fechou tão estreitamente que ela não conseguia respirar, mas nesse ponto os médicos deram um jeito de introduzir uma sonda na garganta dela, e a colocaram numa máquina de respiração artificial.
No dia seguinte, 23 de novembro, Jessica foi informada de que estava com câncer. Naquela altura, ela também sabia com certeza que estava grávida.
Assim começou uma jornada que imporia o teste máximo à fé e convicções pró-vida de Jessica e seu marido, Clint.

“Valeu cada dia”

Jessica e Clint se conheceram na Universidade Greenville, [uma instituição evangélica de ensino]. Numa entrevista longa para LifeSiteNews.com, Clint disse que ele havia descoberto a deslumbrante ruivinha sentada um dia no refeitório da universidade, e perguntou se ele podia se juntar a ela. Ela recusou. Mas Clint não desistiu.
(Leia a entrevista completa em inglês aqui.)
Aliás, somente depois de um ano e meio de amolações de Clint Jessica concordou em sair para um encontro; o casal se casou dois anos e meio depois disso. “Suponho que entendemos quando chega a hora do casamento”, disse ele. “Eu tive de lutar muito por ela, mas valeu cada dia”.   
O casal mudou para Traveler’s Rest, na Carolina do Sul, onde tiveram um filho e trabalhavam como mentores de adolescentes numa instituição evangélica de caridade. A vida era boa: eles eram jovens, apaixonados, saudáveis e gozando a vida.
Clint aponta para o fato de que sua esposa sempre cuidava meticulosamente de si mesma. “Ela tinha sempre sido extremamente, extremamente saudável”, disse ele. “Ela tomava muito cuidado com o que comia. Ela procurava honrar a Deus com seu corpo. Ela fazia exercícios regularmente”.
Por esse motivo, a última coisa que um deles esperava era o câncer que ocorreu em agosto passado.

Sem mais opções

Clint descreve a reação de sua esposa à notícia do câncer na garganta dela como “um misto de medo e surpresa”. Quanto a si mesmo, ele diz que sentiu “praticamente todas as emoções que dá para se pensar… exceto alegria. Eu me sentia como se tivesse sofrido amputação de todos os membros”.
Jessica Council
Mas, é claro, Jessica não era a única ameaçada pelo câncer: ela estava grávida, e qualquer tratamento que ela fizesse quase que certamente prejudicaria, e possivelmente até mataria, seu bebê em gestação.
Em 25 de novembro, o obstetra do hospital ofereceu a realização de um aborto para o casal. Clint diz que Jessica nunca hesitou. “Isso nunca foi uma opção”, disse ele. “Isso era muito claro para nós”.
Mas o que era menos claro era se ou não aceitar os tratamentos: embora o oncologista tivesse dito que a quimioterapia provavelmente mataria o bebê, o obstetra discordou, dizendo que o bebê provavelmente sobreviveria, mas sofreria danos cerebrais.
“Jessica olhou para mim, e levou alguns segundos para ela”, diz Clint, “e ela balançou a cabeça e disse ‘não’”. Ela também recusou terapia de radiação por causa de riscos semelhantes.
“Nós realmente não tínhamos muitas opções de tratamento depois disso”, disse Clint, apontando que a cirurgia jamais foi uma opção por causa do local onde o câncer estava.

“Ela não despertou”

A questão do tratamento surgiu de novo quando o bebê alcançou o terceiro trimestre. Naquele ponto, diz Clint, a decisão era muito mais difícil, com os médicos afirmando que os riscos eram mínimos porque o bebê já estava quase inteiramente desenvolvido.
Entretanto, Jessica ainda recusava os tratamentos por amor ao seu bebê em gestação — uma decisão que Clint diz deixou os médicos dela “muito confusos”.
Clint conta em segredo que nem ele nem sua esposa sentiam que os médicos estavam sendo completamente francos acerca dos riscos. Mas ele também diz que sua esposa tinha outra razão para recusar os tratamentos.
“Ela sabia que de todo jeito ia morrer”, diz ele. “Ela só falou isso comigo pouco antes de morrer… Mas eu acho que ela sabia, e ela estava pensando em dar a este bebê toda chance que ela pudesse”.
Embora o casal tivesse tido algum sucesso com métodos alternativos para deter o crescimento do câncer, inclusive uma dieta rigorosa de sucos de verduras orgânicas e suplementos, sem tratamentos mais agressivos era só uma questão de tempos antes que o câncer prevalecesse.

Um milagre de 23 semanas

Na noite de 5 de fevereiro, Jessica foi dormir com dor de cabeça e náusea. “Ela não acordou”, diz Clint.
No dia seguinte o hospital declarou Jessica cerebralmente morta, e Clint deu aos médicos o sinal verde para fazer o parto cesáreo. Em 6 de fevereiro, o pequeno “Jessi” nasceu, pesando 535 g.
Os médicos haviam pensado que Jessica estava com 25 semanas de gravidez, mas depois que fizeram o parto eles perceberam que ela provavelmente estava com uma gravidez de apenas 23 semanas e meia — o limite absoluto da viabilidade.
“Só posso testificar acerca da graça de Deus nisso, pois Jessica morreu no momento exato em que o bebê estava viável para viver fora do útero”, diz Clint. Os médicos dizem que o bebê Jessi está indo bem.

“Emocionalmente brutal”

Clint descreve a experiência toda como “emocionalmente brutal”, e confessa que apesar de suas firmes convicções cristãs e pró-vida, foi a vereda mais sofrida que ele e sua esposa tiveram de trilhar.
“Sim, eu realmente lutei”, diz ele, “porque na Bíblia a única pessoa que temos ordem de amar mais do que a mim mesmo, essa era ela. Eu realmente lutei”.
“Às vezes é mais fácil ser altruísta com qualquer coisa que nos acontece”, ele aponta, “mas quando atinge com a perda da pessoa que você mais ama, é muito difícil”.
Foi também difícil para seu filho de dois anos e meio. Clint reconta que depois que Jessica foi internada, seu filho não pôde vê-la durante um mês, e durante esse tempo ele não queria nem mesmo olhar ou falar com seu pai. Mas depois que ele pôde visitar sua mãe, “ele começou a agir melhor”, diz Clint.
Depois da morte de Jessica o menino sofreu um período de aguda “ansiedade de separação”, embora seu pai dissesse que ele começou a se ajustar.
Quanto ao próprio Clint, mal se passaram dois meses após a morte de sua esposa, ele diz que está fazendo tudo como se estivesse em piloto automático, permanecendo ocupado com o trabalho e cuidando de seus dois filhos.
Nesse ponto ele faz uma pausa. “Vou ser muito franco”, diz ele, notando que ele quer fazer tudo o que puder para ajudar outros que podem estar em situação semelhante. “No primeiro mês, eu não conseguia — e quero dizer isso como numa incapacidade literal — eu não conseguia ler minha Bíblia, eu não conseguia orar”.
Ele descreve o sentimento como parecido ao de uma criança que está sendo disciplinada pelo pai: “Muito embora eu soubesse cognitivamente que o relacionamento estava ali, eu sabia que [Deus] me amava, eu aceitei essas coisas de um ponto-de-vista mental. Eu não sentia nada, espiritualmente. E não é sobre os sentimentos, mas a alegria em Deus havia desaparecido completamente de mim por um mês. Eu estava levando a vida exclusivamente com base no que eu sabia era verdade de um ponto-de-vista mental”.
Ele diz que agora, porém, avançou para além dessa primeira fase, e começou a orar de novo, inclusive por outras pessoas.
Apesar disso, ele diz que chegará provavelmente um tempo em que ele terá de deixar tudo, e fazer um luto apropriado pela perda de sua esposa.

“Deus seja louvado”

Muito embora o cansaço e o sofrimento sejam palpáveis na voz de Clint, ao falar com ele dá para se detectar algo mais também — uma profunda resignação nascida não do desespero, mas de uma fé autêntica e enraizada que aceita que esse sofrimento teve em análise final um significado, e que há tragédias piores até mesmo do que a morte.
Numa nota escrita menos de duas semanas depois da morte de Jessica, e postada num blog sobre a luta dela contra o câncer, Clint escreveu as últimas palavras que muitos esperariam ouvir de um homem que acabou de perder uma jovem esposa a quem ele muito amava.
“Que Deus seja louvado, meus amigos”, disse ele. “Não duvidem de Deus; não se irem contra Ele por mim. Tive o privilégio de ter tido uma esposa que estava cheia do amor do Pai. Regozijem-se comigo, irmãos e irmãs. Deus abençoou Jessica ao levá-la para um lugar de perfeita paz e sem dor. Devo ser grato pelo tempo que tive com ela em vez de ser ingrato por todas as coisas que nunca pudemos fazer juntos. Devemos dar graças em todas as coisas pois essa é a vontade de Deus em Jesus Cristo.
“Graça e Paz para todos”.
Traduzido por Julio Severo:

Israel fecha acesso à Cisjordânia durante período da Páscoa judaica


Israel fecha acesso à Cisjordânia durante período da 
Páscoa judaica País permitiu a entrada em seu território de palestinos cristãos autorizados
O Exército israelense manteve fechados, até ontem (19), os acessos do território palestino ocupado da Cisjordânia por ocasião da celebração da Páscoa judaica, que começou na noite de segunda-feira (18).

Durante o período de fechamento foi permitida a passagem de pessoas que precisaram de atendimento médico, ajuda humanitária e de assistência excepcional.

Israel também permitiu a entrada em seu território aos palestinos cristãos que tinham em seu poder "as permissões relevantes e foram autorizados a celebrar a Semana Santa no local".

Fonte: Agência EFE/ Redação CPAD News

Cristãos estão sob pressão crescente no Paquistão , e esse grupo de radicais muçulmanos estão por detrás desses ataques.


Cristãos
 estão sob pressão crescente no Paquistão Bíblias são profanadas, igrejas atacadas e defensores de direitos humanos ameaçados
Os cristãos são perseguidos no Paquistão, durante anos, mas o clima se piorou nos últimos meses com os assassinatos de Punjab, Salman Taseer governador e ministro das Minorias Shahbaz Bhatti, e particularmente desde a queima de um Corão na igreja do pastor na Flórida Terry Jones no mês passado.

No último sábado, o Sarhadi Igreja Luterana em Mardan, na província de Khyberpakhtunkhwa, foi alvejado num ataque à bomba. Acredita-se que militantes islâmicos colocaram a bomba que causou danos consideráveis no edifício.

Apesar das pessoas estarem presentes na igreja no momento, ninguém foi morto ou ferido na explosão, segundo a notícia Assist. O pastor da igreja, o reverendo Ghulam Shad, disse que "parece que os militantes só queriam demolir a igreja, mas para não ferir nenhum dos nossos povos".

Quando perguntado pelo serviço de notícias sobre a atitude da Igreja para com os autores, ele respondeu. "Tudo o que podemos fazer é orar por eles como nós somos ensinados por nosso Senhor Jesus Cristo".

Um dia antes, um muçulmano entrou numa igreja em Lahore e rasgou a Bíblia, em retaliação pelo incêndio Corão. Ele foi detido pela polícia e aguarda julgamento.

Um dos defensores mais sincero do Paquistão pelos direitos dos cristãos, José Francisco, recebeu ameaças de morte nos últimos meses. Francis é o diretor do Centro de Assistência Jurídica, Assistência e Liquidação (CLAAS), que prevê a cristãos no Paquistão com o apoio jurídico gratuito e tem um forte lobby para a revogação das leis sobre o tema polêmico.

CLAAS apelou aos cristãos para rezar pela sua segurança

Em uma mensagem aos cristãos, José Francisco prometeu continuar lutando pelos direitos dos cristãos, apesar das ameaças de morte que tem sofrido. "Sofro ameaças de morte como um soldado de Cristo, mas estou disposto a defender os direitos dos perseguidos e pressionados pelas leis injustas", disse ele.

Os britânicos paquistaneses da Associação Cristã (BPCA) estão apelando aos cristãos na Grã-Bretanha para defender seus irmãos e irmãs. Estão planejando um protesto para o dia 02 de julho para pedir a reforma das leis de blasfêmia e da constituição paquistanesa.


Fonte: Christian Today

Falece em São Paulo pastor João Carlos Padilha

Falece em 
São Paulo pastor João Carlos Padilha

Sepultamento do corpo do líder da AD em Presidente Prudente ocorrerá amanhã, às 10h, em sua cidade
Faleceu às 4h45 de hoje, por complicações em sua saúde, o pastor João Carlos Padilha, 45 anos, líder da Assembleia de Deus em Presidente Prudente (SP), presidente do Conselho Fiscal da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e 2º secretário da Convenção Fraternal e Interestadual das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo (Confradesp).

Formado em Teologia e Direito, pastor João Padilha liderou as ADs em Mirante do Paranapanema e Piedade, ambas no Estado de São Paulo, antes de assumir, há seis anos, a liderança da AD em Presidente Prudente, sucedendo o seu pai, o pastor Carlos Padilha de Siqueira, à frente da igreja. Sob sua gestão, a igreja em Prudente experimentou um novo período de crescimento, chegando a cerca de 200 congregações e investindo fortemente nas áreas de missões, evangelismo e comunicação.

Deixa viúva a irmã Márcia Padilha e três filhos: Maressa, Marciele e João Carlos Padilha Filho.

O corpo do pastor João Padilha está sendo velado no templo-sede da Assembleia de Deus em Presidente Prudente, situado à Rua Bella, 161, no bairro de Vila Ocidental, e o sepultamento ocorrerá amanhã, às 10h. O telefone da igreja é (18) 3334-5620.

29º Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora , A festa missionária começa dia 23 de abril

29º
 Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora


Os Gideões Missionários da Última Hora preparam-se para a 29ª Edição do Congresso Internacional de Missões a ser realizado de 23 de abril a 03 de maio, em Camboriú-SC, no Ginásio de esportes Irineu Bornhausen, Pavilhão Gideões Missionários.

Este ano, o tema do congresso será Ei, Gideões, cuidado! Ao tardar do noivo, não durmam, trabalhem, avancem!
Para a edição deste ano o congresso contará com as pregações dos pastores Israel Marcelino (USA), Yossef Akiva (RJ), Lucier Freitas (SC), Luiz Franco (SC),  Nerildo Acioly (SP),  Willian Ferreira (MG), Alexandre Brito (SP), Daniel Pedroso (PR) e muitos outros.
Para mais informações acesse o site do organizador.
Com informações da AD de Alagoas
Redação CPAD News

PÁSCOA- Cristãos Relembram Últimos Dias de Jesus Durante a Semana Santa


    Cristãos ao redor do mundo começaram a observância da Semana Santa com o Domingo de Ramos, dia que marca a entrada de Jesus em Jerusalém.
    Os peregrinos cristãos participaram da tradicional procissão do Domingo de Ramos, no Monte das Oliveiras, com vista sobre Cidade Velha de Jerusalém no domingo, 17. O Domingo de Ramos comemora a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, e é o início da Semana Santa Cristã.
    Naquele dia, mais de 2.000 anos atrás, foi um dia amargo para Jesus, como pastor do Sul da California, Greg Laurie colocou. Embora houvesse uma multidão alegre e gritos de "Hosanna" entre o povo, Jesus chorou quando ele montou no burro.
   Jesus sabia que o povo que o saudava e dizia "bem-aventurado é aquele que vem em nome do Senhor" logo estaria gritando "crucifique-o."
    Ele também sabia que ele estava no caminho para a ressurreição, o que incluiria sua morte na cruz, Laurie disse em seu sermão de domingo no Harvest Christian Fellowship.
   "Antes da ressurreição gloriosa, haveria uma crucificação devastadora. Antes que houvesse um túmulo vazio, primeiro tinha que haver uma cruz sangrenta," o conhecido pastor e evangelista explicou.
    A morte e ressurreição de Cristo é o acontecimento histórico mais importante em toda a história humana, perdendo apenas ou pelo menos igual a seu nascimento em Belém, Laurie enfatizou.
    Na verdade, isto é o que separa o Cristianismo das outras religiões, disse ele.
   "Você pode ir aos túmulos dos profetas e gurus e mostrar respeito, mas a tumba de Jesus Cristo, você descobrirá que está vazia porque Ele ressuscitou," disse Laurie.
    Mas antes de celebrar a ressurreição no domingo de Páscoa, que este ano é 24 de abril, os Cristãos meditam sobre os dias finais do tempo de Jesus na terra durante a Semana Santa.
    John Piper, teólogo reformado que lidera a Igreja Batista Bethlehem em Minneapolis, Minnesota, observou que, embora todo o tempo seja sagrado porque pertence a Deus, o Cristão deve separar a semana entre o Domingo de Ramos e da Páscoa "para o foco sagrado."
    Os Cristãos ortodoxos, que usam o calendário juliano, estão marcando a Semana Santa, juntamente com protestantes e católicos este ano.
    Em Jerusalém, milhares participaram na tradicional procissão do Domingo de Ramos, marchando desde o Monte das Oliveiras até a Cidade Velha de Jerusalém, no domingo. Enquanto isso, nos EUA, as Igrejas realizaram suas manifestações próprias, agitando ramos de palmeira nas ruas de suas comunidades locais.
    Embora a Harvest Christian Fellowship estivesse entre as muitas Igrejas que não aderiram em procissões tradicionais com ramos nas mãos, Laurie conseguiu que sua mega congregação começasse a meditar sobre o que Jesus fez por eles poucos dias depois de sua entrada em Jerusalém.
    "Não é que nosso Senhor tenha simplesmente expirado. Jesus Cristo morreu uma morte sangrenta, terrível," disse ele.
    "Deus tratou Jesus como se ele tivesse vivido a minha vida pecaminosa para que ele pudesse me tratar como se eu tivesse vivido a vida sem pecado de Jesus," pregou Laurie.
    "Foi na cruz que Deus e os homens foram reconciliados mais uma vez... Nossa salvação foi comprada."
    "O Calvário mostra... o quão longe Deus iria para a salvação do homem."
    A Semana Santa vai continuar com Sexta-Feira Santa em 22 de abril e o Domingo de Páscoa.

CREIO

Deus está em Controle? 'Perdi a Fé,' diz Teólogo Brasileiro Polêmico

Em seu blog o teólogo Ricardo Gondim escreveu ‘Perdi a fé’ confessando que enquanto um orador cativava mil pessoas com sua “oratória carismática” ele repetia para si mesmo “já não comungo com os mesmos pressupostos deste senhor.”

O presidente nacional da Assembléia de Deus Betesda, conhecido por ser autor premiado de vários livros e artigos polêmicos, afirmou que vive em “controvérsias, tanto pelo que escuta quanto pelo que fala.”
Recentemente, o teólogo causou polêmica ao questionar o controle de Deus sobre a tragédia do Japão, dizendo, “O deus que ‘administra’ os eventos, tem propósitos insondáveis e que, pra cumpri-los, deixa tragédias acontecerem, é um demônio (sic).”
Aos que lhe perguntam sobre se ele provoca polêmica para “fazer tipo” ele disse que apenas reponde: “Estou mais certo dos caminhos que não quero trilhar.”
Gondim escreveu que ele se recusa a eliminar suas dúvidas com “cinismo” e por isso causa muitas controvérsias.
“Fujo de tornar-me inconsequente nas declarações que possa fazer a respeito de Deus e da fé.”
Segundo ele, algumas instituições sobre teologia ainda estão “verdes,” mas que ele não sabe se quer que elas “amadureçam.”
“O pouco de sentido que me fazem basta para que eu me ponha a garimpar a verdade. E isso é bom. Há um fluxo que me faz abandonar certas pedras onde outrora tomei pé. O que abandonei?”
Gondim confessou que não acredita em um “Deus inativo, que carece de preces ‘verdadeiras’ para mover-se.” “Uma frase que não faz nenhum sentido para mim? "Oração move o braço de Deus."
Ele parece não concordar que Deus privilegia apenas alguns com seus milagres inquietando-se com que Deus seja “intervencionista de micro realidades, deixando exércitos de ditadores ‘correrem frouxos’” e que tenha uma “vontade ‘permissiva,’ para multinacionais lucrarem com remédios que poderiam salvar vidas.”
“Não consigo mais acreditar que Deus, mantendo o controle absoluto de tudo o que acontece no universo, tenha sujado as mãos com Aushwitz, Ruanda, Darfur, Iraque e outras hecatombes humanas.”
O polêmico pastor colocou “não consigo mais acreditar em determinismo, mesmo chamado por qualquer nome: fatalismo, carma, destino, oráculo.”
“Parei de acreditar que o cosmo funcione como um relógio de quartzo. Acredito que Deus criou o mundo com espaço para a contingência. Sem esse espaço não seria possível a liberdade humana.”
“Creio que no meio do caminho entre determinismo e absoluta casualidade resida o arbítrio humano. Entendo que liberdade é vocação: homens e mulheres acolhendo o intento do Criador para que a história e o porvir sejam construídos responsavelmente.”

CRISTIAN POST

📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO

  📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO Origem Roberto Torrecilhas,...