quarta-feira, 22 de junho de 2011

GLÓRIAS A DEUS - Vitória evangélica e da campanha do Pastor Silas Malafaia: PEC 23/2007 foi rejeitada por um voto na Alerj

A PEC 23/2007 que “visa acrescentar orientação sexual no rol das vedações a discriminação da Constituição do Estado do Rio de Janeiro” foi rejeitada por volta das 22 horas desta terça na Alerj. A pauta foi taxada de “PLC 122 carioca” e recebeu grande recusa dos seguidores do Pastor Silas Malafaia, que fez intensa campanha contra a proposta.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel A PEC obteve apenas 38 votos a favor e 39 de contra vetando a proposta, mesmo assim precisaria de 42 votos a favor para ter quorum e ser aprovada. O presidente da Alerj, deputado Paulo Mello, também vetou a proposta de voltar a pauta de votações e discussões da casa neste ano.
O plenário recebeu durante todo o dia diversos manifestantes e lideranças evangélicas que protestaram contra a proposta. Dentre os presentes estavam o pastor Marcos Gregório, do Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, e representantes do Pastor Silas Malafaia. Os manifestantes recebiam com fortes vaias os discursos a favor da PEC e saldavam cada palavra a favor.
Também esteve presente diversos manifestantes pró-gays que queriam a PEC 23/2007 aprovada. Ao final da votação os presentes tiveram que ser contidos por uma sirene pois devido aos protestos de ambas as partes iniciaram um pequeno tumulto.
Os deputados que votaram a favor falaram em preconceito, homofobia e estado laico após a rejeição, já os deputados que votaram contra agradeceram ao presidente da casa e ao criador do projeto, deputado Gilberto Palmares (PT-RJ), pela cordialidade do debate. No total 29 deputados não votaram ou não estavam presentes no momento da votação.
Esta foi a segunda vez que a PEC 23/2007 entrou em pauta na Alerj, na primeira foi aprovada pela grande maioria dos deputados tendo apenas dois votos contra. Entre os que haviam votado a favor estavam diversos políticos evangélicos como o filho do Missionário R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça, e o irmão do Pastor Silas Malafaia que alegou não ter prestado a devida atenção no que seria a pauta quando votou a favor e nesta terça discursou contra a mesma.
Fonte: Gospel+

Crescem os ataques contra cristãos e suas igrejas


   
 
Cristãos indonésios em oração  
Dezenas de igrejas na Indonésia estão sob intenso ataque e o presidente do país, Susilo Bambang, não está tomando as medidas necessárias para impedir essas ações.Desde 2006, mais de 200 ataques contra igrejas foram registrados pela comissão da Indonésia sobre religião e paz.

Em um relatório feito pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, entidade católica que ajuda as igrejas que sofrem e os cristãos que são perseguidos, nos primeiros cinco meses de 2011 houve 14 ataques contra as igrejas e, em 2010, houve 46 durante o ano todo.

Teófilo Bela, presidente do fórum cristão de Jacarta, culpou o presidente Susilo Bambang e seu governo de não fazer o suficiente para combater a violência contra os cristãos. “O presidente Yudhoyono se tornou presidente em maio de 2004 e houve cerca de 290 ataques a igrejas em seu governo. Esse número é maior do que qualquer outro período na Indonésia”, afirmou.

Bela passou a perceber que muitos valores islâmicos estão se infiltrando no governo de Yudhoyono e alega que um dos conselheiros, que recentemente foi nomeado, é um líder muçulmano extremista muito conhecido.

Cristãos são os mais perseguidos, diz relatório

Em seu relatório, Bela afirma que, em 2011, a comunidade cristã no país continua sendo a mais perseguida. O relatório mostra como exemplo a cidade de Temangung, que teve três igrejas atacadas no mesmo dia (8 de fevereiro de 2011).

Tentando explicar o aumento dos ataques contra os cristãos, Bela diz que os muçulmanos reagiram muito mal ao fato de muitos cristãos estarem vindo das regiões rurais para a área urbana em busca de empregos criados pelo governo.

Mas Bela frisou que mesmo com os ataques crescentes, os cristãos continuam firmes em sua fé. “Nós, cristãos, não temos medo porque também somos cidadãos desse país, como as outras pessoas da nossa sociedade”, disse. Bela ainda acrescentou: “Nosso país é baseado em uma ideologia pluralista e, sendo assim, nós não temos uma religião oficial para o Estado.”

Tradução: Lucas Gregório



Fonte: Aid to Church
 

Culto de encerramento reúne 20 mil evangélicos

Foi o culto de encerramento das comemorações dos 100 anos da Assembleia de Deus.

Cerca de 20 mil evangélicos participaram do culto de encerramento das comemorações dos 100 anos da Assembleia de Deus, realizado no Centro de Convenções “Centenário da Assembleia de Deus”, na Augusto Montenegro. O culto foi comandado pelo pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia em Belém, e teve a participação do Grupo Celebrai e das cantoras Alessandra Prado e Mary Monteiro, entre outras atrações.

Samuel Câmara avaliou como o momento mais marcante das comemorações as celebrações no Estádio Mangueirão, no sábado (18), dia da fundação da igreja, lembrando que às 15h o estádio teve que ser fechado por causa da lotação. “Deus escolheu esse tempo para sacudir, despertar a Igreja para a Igreja avançar”, avaliou o pastor.

Em meio ao culto, ele lançou uma campanha para modernizar a TV Boas Novas que transmitiu ao vivo toda a programação do Centenário para 22 capitais e 90 cidades do país. Samuel Câmara disse que “é um desafio para o povo evangélico usar a tecnologia da TV como instrumento de evangelização para servir Jesus melhor e dar aos jovens uma opção de fé e responsabilidade moral e religiosa”.

HONRA

Para o encarregado de obras, Elvis Oliveira, 41, a festa do Centenário “foi uma benção que marca o Pará”. Ivaneide Araújo Almeida, 31, mulher dele, disse que foi “uma honra muito grande para os paraenses. Foi maravilhoso”.

O pastor Moisés Vicente da Silva, 54, que veio de Marabá especialmente para a festa, disse que o evento “de alguma maneira traz uma esperança maior”. O pastor Sérgio Vieira, 35, veio de Minas Gerais. Segundo ele, “foi a maior e melhor apresentação que vi até hoje e vai ficar na minha lembrança e na lembrança de todos os evangélicos para sempre”.

CUSTOS

O Centenário da Assembleia de Deus custou cerca de R$ 25 milhões, incluindo a construção do Centro de Convenções que tem 13 mil metros quadrados. A programação teve início na última quinta-feira (16), com a inauguração dos três símbolos que marcaram o evento: o Museu da Assembleia de Deus, na rua João Diogo; a avenida Centenário (antiga Dalcídio Jurandir); e a inauguração do Centro de Convenções.

Durante os cinco dias da programação, houve cultos e louvores no Estádio Baenão e no Mangueirão, sempre com lotação completa. Foi feita ainda uma representação da chegada dos suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que fundaram a Assembleia no dia 18 de junho de 1911, em Belém. Anteontem, foi realizado o batismo de duas mil pessoas que se converteram à Assembleia de Deus. A ação foi realizada na Praia Grande, em Outeiro.

A Assembleia de Deus está presente em 176 países. Somente no Pará existem 4.500 templos.

Fonte: Diário do Pará

DEPOIS DE REENCONTRAR A FAMÍLIA RAPPER BRACKDOWN É NOTICIA NA TV TRIBUNA AFILIADA DA REDE GLOBO


 
 
 
Após a notícia divulgada pela MR1 sobre o reencontro emocionante do Rapper Breakdown com sua família. Nessa última terça-feira (21)  o rapper foi notícia na TV Tribuna afiliada da Rede Globo. Confira a matéria na integra http://www.tvtribuna.com/videos/?video=9124
 
Sobre o Reencontro:
O Rapper Breakdown, reencontrou a mãe e irmãos depois de mais de 30 anos de procura, através do site “Desaparecidos.org”. Milton da Silva, que já foi morador de rua, recuperou grande parte da história de seu passado, como informou a assessoria de imprensa da Agência MR1 Black House. Ele foi separado de sua família com apenas seis anos de idade e passou a maior de sua vida à procura de seus parentes.
Através do Desaparecidos.org ele encontrou informações por uma pessoa que indicou sobre o paradeiro de sua família. Sua mãe, Dona Marly Silva e irmã Jaciara, por outro lado, também buscavam por ele, mas se nunca ter tido sucesso nas buscas. A pessoa que deu as informações preferiu não se identificar.
Ao encontrar sua família, o rapper estava emocionado e com medo: “No momento que vi minha mãe tive medo, a emoção foi muito grande, vi um filme passar na minha cabeça...”
Ele expressou seus agradecimentos a Deus, dizendo ser “pessoa mais privilegiada do mundo por Deus ter se lembrado do meu sofrimento e ter permitido que eu encontrasse minha família. Hoje me sinto completo, tenho pessoas para compartilhar minha experiência e minha vida".
"Sempre senti que ele estava vivo e que um dia eu ia reencontrá-lo e, graças à Deus, isso aconteceu agora", disse Dona Marly.
O rapper, que cresceu sob a influência musical dos Racionais MCs, Athalyba e a Firma, Thaíde e DJ Hum, escreveu o rap “Já é de madrugada”, retratando o sofrimento e a luta na busca da família.
Agora que encontrou sua família, sua luta é de encontrar um lugar decente para a sua mãe morar, pois, segundo ele, ela mora num lugar subumano, sem água e no meio do “lixão”.
A história do rapper já tem proposta para virar filme. E ele agora está focado na busca por empresas e patrocinadores que se interessem por sua causa e possam ajudá-lo a conseguir um casa para Dona Marly.
A MR1 Black House, divisão da agência MR1 Comunicação e Marketing, que está dando suporte ao rapper, oferece seu email: mr1assessoriadeimprensa@gmail.com, para que os interessados em contribuir com sua causa possam entrar em contato.

terça-feira, 21 de junho de 2011

PF e Abin querem que investigações de terroristas sejam facilitadas no Brasil , ISSO IMPLICA TAMBEM UM TRABALHO DE INTELIGENCIA NA TRIPLICE FRONTEIRA .



Em encontro a portas fechadas com parlamentares da Câmara dos Deputados, a Polícia Federal (PF) e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) demonstraram preocupação com a falta de instrumentos jurídicos que viabilizem a investigação de grupos terroristas no Brasil, segundo o deputado Alfredo Sirkis (PV – RJ).

Durante quatro horas, na tarde desta terça-feira, o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Roberto Trezza, e o diretor de Inteligência Policial da PF, Marcos David Salem conversaram com deputados sobre possibilidade de atuação de grupos terroristas, como a Al-Qaeda, de Bin Laden, no Brasil. O encontro foi solicitado pelos parlamentares após a publicação de uma matéria na revista "Veja", que afirma que pelo menos vinte homens instalados no País divulgam e planejam ações terroristas pela internet.

“A PF e a Abin garantiram que não há fundamentos ou indícios dos fatos que foram noticiados”, afirma o deputado Stepan Nercessian (PPS – RJ), um dos autores do requerimento que pedia o esclarecimento.

Apesar de negar que o Brasil seja usado como base logística e de divulgação de propaganda terrorista no mundo, a PF e a Abin acreditam que é preciso ampliar os recursos de investigação. Isso seria necessário por causa da proximidade de eventos internacionais que serão sediados no Brasil, como a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014 e a Olimpíada de 2016.

Segundo Sarkis, a PF e a Abin apontaram duas medidas que poderiam facilitar o combate aos terroristas no Brasil. A primeira é a criação de um grupo especial de juízes que possa expedir autorizações para escutas telefônicas e quebra de sigilo bancário.

“É muito difícil investigar a atuação terrorista sem esses instrumentos e uma instância judiciária especializada poderia agilizar as investigações”, diz Sirkis.
O segundo ponto que facilitaria o trabalho da polícia brasileira seria a definição e criminalização do terrorismo. O Código Penal Brasileiro não prevê esse tipo de delito. Além disso, há uma polêmica em torno do conceito de terrorismo.

“O Hezbollah, o Hamas (citados na denúncia da Veja) e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), por exemplo, não são consideradas organizações terroristas pelo governo brasileiro, que segue a orientação da Organização das Nações Unidas (ONU) para classificar quem é e quem não é terrorista”, diz o deputado Ivan Valente (PSOL - SP). “Por isso, a maior parte da reunião foi sobre a necessidade de analisar o fenômeno e definir o conceito”, completa. 

Os deputados temem que, além de dificultar o trabalho da PF e da Abin, a falta de uma legislação clara sobre o terrorismo gere preconceito. “Todos demonstraram uma preocupação de que essa discussão esclareça as coisas e não gere preconceitos contra a comunidade árabe e islâmica no País”, diz o deputado Nercessian.

Fonte: IG

PF e Abin querem que investigações de terroristas sejam facilitadas no Brasil , ISSO IMPLICA TAMBEM UM TRABALHO DE INTELIGENCIA NA TRIPLICE FRONTEIRA .



Em encontro a portas fechadas com parlamentares da Câmara dos Deputados, a Polícia Federal (PF) e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) demonstraram preocupação com a falta de instrumentos jurídicos que viabilizem a investigação de grupos terroristas no Brasil, segundo o deputado Alfredo Sirkis (PV – RJ).

Durante quatro horas, na tarde desta terça-feira, o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Roberto Trezza, e o diretor de Inteligência Policial da PF, Marcos David Salem conversaram com deputados sobre possibilidade de atuação de grupos terroristas, como a Al-Qaeda, de Bin Laden, no Brasil. O encontro foi solicitado pelos parlamentares após a publicação de uma matéria na revista "Veja", que afirma que pelo menos vinte homens instalados no País divulgam e planejam ações terroristas pela internet.

“A PF e a Abin garantiram que não há fundamentos ou indícios dos fatos que foram noticiados”, afirma o deputado Stepan Nercessian (PPS – RJ), um dos autores do requerimento que pedia o esclarecimento.

Apesar de negar que o Brasil seja usado como base logística e de divulgação de propaganda terrorista no mundo, a PF e a Abin acreditam que é preciso ampliar os recursos de investigação. Isso seria necessário por causa da proximidade de eventos internacionais que serão sediados no Brasil, como a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014 e a Olimpíada de 2016.

Segundo Sarkis, a PF e a Abin apontaram duas medidas que poderiam facilitar o combate aos terroristas no Brasil. A primeira é a criação de um grupo especial de juízes que possa expedir autorizações para escutas telefônicas e quebra de sigilo bancário.

“É muito difícil investigar a atuação terrorista sem esses instrumentos e uma instância judiciária especializada poderia agilizar as investigações”, diz Sirkis.
O segundo ponto que facilitaria o trabalho da polícia brasileira seria a definição e criminalização do terrorismo. O Código Penal Brasileiro não prevê esse tipo de delito. Além disso, há uma polêmica em torno do conceito de terrorismo.

“O Hezbollah, o Hamas (citados na denúncia da Veja) e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), por exemplo, não são consideradas organizações terroristas pelo governo brasileiro, que segue a orientação da Organização das Nações Unidas (ONU) para classificar quem é e quem não é terrorista”, diz o deputado Ivan Valente (PSOL - SP). “Por isso, a maior parte da reunião foi sobre a necessidade de analisar o fenômeno e definir o conceito”, completa. 

Os deputados temem que, além de dificultar o trabalho da PF e da Abin, a falta de uma legislação clara sobre o terrorismo gere preconceito. “Todos demonstraram uma preocupação de que essa discussão esclareça as coisas e não gere preconceitos contra a comunidade árabe e islâmica no País”, diz o deputado Nercessian.

Fonte: IG

ELES ESTÃO QUERENDO INVADIR O BRASIL E A IGREJA ESTA DORMINDO - Xeque árabe avalia negócios no Rio Grande do Sul


Integrante da família real dos Emirados busca
conhecer trabalhos de inovação e ambiente
Com o intuito de conhecer empresas gaúchas que desenvolvem trabalho de excelência nas áreas de sustentabilidade e inovação, o xeque Abdul Aziz Al Nuaimi, conselheiro de assuntos sobre o ambiente e petróleo de Ajman, nos Emirados Árabes Unidos, veio ao Rio Grande do Sul. Al Nuaimi participará essa semana de encontro com o governador Tarso Genro, com lideranças da Federação da Agricultura do Estado (Farsul) e com o prefeito Jairo Jorge, de Canoas.

Ontem, Al Nuaimi participou na Federação das Indústrias do Estado (Fiergs) de um seminário internacional sobre ambiente. No evento, destacou experiências na área de sustentabilidade em seu país. Nos Emirados, Nuaimi é conhecido como “Príncipe Verde”.

Conforme Al Nuaimi, esses encontros servirão para o governo gaúcho apresentar um possível mapeamento de empresas que tenham potencial de desenvolvimento voltado ao ambiente e à inovação. Na reunião com Tarso, prevista para amanhã, o xeque deverá convidar o governador para uma visita aos Emirados.

De concreto, até o momento, está confirmada a construção do centro islâmico em Canoas, que deverá ser iniciada no segundo semestre e ocupará uma área de dois hectares cedida pela prefeitura da cidade no bairro Igara 2. O espaço abrigará uma mesquita, uma escola, uma biblioteca, um centro de convenções e uma quadra poliesportiva, com custo de R$ 5 milhões, valor captado com investidores árabes.

Há cerca de cinco anos, o banco Makaseb Islamic Financial Services – Banco Privado de Investimento dos Emirados Árabes, pertencente ao grupo financeiro Al Ghaith Holding, com sede em Abu Dhabi, acompanha o mercado brasileiro. Essa é a primeira vez que um membro da família real dos Emirados vem ao RS.

Fonte: Zero Hora

📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO

  📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO Origem Roberto Torrecilhas,...