sábado, 9 de julho de 2011

Rapaz diz que padres de Arapiraca abusaram de outros coroinhas

Da esquerda para direita, padres Barbosa, Duarte e Gomes
Fabiano da Silva, 21, reafirmou nesta sexta-feira (8) que o padre Luiz Marques Barbosa (foto), 83, começou a usá-lo sexualmente quanto tinha 12 anos, época em que era coroinha. Ele disse ao juiz João de Azevedo Lessa ter a certeza de que outros coroinhas foram abusados por padres de Arapiraca (AL), cidade de 215 mil habitantes que fica a 128 km de Maceió, a capital. 

“Eles [os coroinhas] só não denunciam os padres porque a cidade é muito preconceituosa”, disse.

A Justiça começou a julgar ontem os três padres de Arapiraca acusados de pedofilia, no mais recente escândalo do gênero no Brasil que teve repercussão internacional, incluindo uma manifestação do Vaticano.

Os outros dois padres são Raimundo Gomes (foto), 53, e Edílson Duarte (foto), 44. Todos negam que sejam pedófilos.

No caso do padre Barbosa, que tem o título honorário de monsenhor, há uma prova contundente: um vídeo gravado em janeiro de 2009 no qual ele e Silva aparecem na cama fazendo sexo oral. Trechos das imagens foram divulgados em março de 2010 pelo programa no SBT Conexão Repórter, de Roberto Cabrini.

Outros dois ex-coroinhas que acusam os padres de abuso sexual são Anderson Farias Silva, 21, e Cícero Flávio Barbosa, 23, que foi o autor do vídeo. Na época, ela disse: “Filmei para ter uma prova e pôr um ponto final nisso”.

Após o seu depoimento desta sexta, o segundo do dia, Anderson afirmou estar aliviado. "Esperei muito por este dia”, disse. "Outros meninos sofrem abusos e espero que não tenham medo de denunciar”.

Ele reafirmou que começou a ser assediado por Raimundo Gomes quanto tinha 14 anos e que, por isso, desistiu de ser padre.

Cícero não quis falar com a imprensa após o seu depoimento. Quando explodiu o escândalo, ele disse que o monsenhor Barbosa começou a abusar dele quando tinha 12 anos.

Dois representantes do Vaticano, Daniel Almeida e Menetti Severiano, acompanharam os depoimentos.

O juiz decidiu que o julgamento será retomado no próximo dia 22, quando serão ouvidas testemunhas da acusação e as da defesa. Somente o padre Edilson apresentou oito testemunhas.

Cada padre tem uma linha de defesa, mas em comum eles alegam que estavam sendo vítimas de extorsão de dinheiro dos jovens.

O promotor Alberto Tenório acredita que haverá condenação. “Este é o único caso no mundo com provas concretas do abuso, no caso o vídeo do monsenhor Luiz e a confissão do padre Edílson”.

A pena para abuso e exploração sexual é de 4 a 10 anos, podendo ser aumentada de acordo com o número de vítimas.
Da esquerda para direita, ex-coroinhas Anderson, Cícero e Fabiano 
Com informação dos portais e deste blog.
Paulo Lopes 
via Gritos de Alerta

TJs se recusam a salvar bebê; Justiça autoriza transfusão de sangue

Bebê prematuro
Embora o bebê tenha nascido prematuro com insuficiência renal e anemia grave, seus pais se recusaram a autorizar uma transfusão de sangue. Eles são da Testemunhas de Jeová, religião para a qual ninguém poderá receber sangue por se tratar de uma substância sagrada, segundo interpretação deles da Bíblia. 

Por intermédio da AGU (Advocacia-Geral da União), médicos do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás recorreram na terça-feira (5) à Justiça com o pedido de autorização para salvar o bebê, que tem 29 dias.

Nesta sexta-feira, a Justiça Federal da 8ª Vara de Goiás concedeu uma liminar autorizando a transfusão e demais procedimentos médicos. A sentença afirma que “o princípio do direito à vida deve prevalecer sobre o princípio de liberdade de crença”.

A transfusão foi feita hoje.

Com informação da Advocacia-Geral da União.

Pastor símbolo da era Dunga reaparece no hotel da Seleção

Durante encontro de aproximadamente 30 minutos, Anselmo Alves tomou café com Lúcio e fez uma oração ao lado do zagueiro.

Lúcio recebeu no inicio da tarde desta quinta-feira a visita do pastor Anselmo Alves. Por aproximadamente 30 minutos, o religioso conversou com o zagueiro no restaurante do hotel onde está hospedada a Seleção Brasileira, em Campana, na Argentina. Juntos, os dois fizeram uma discreta oração sentados à mesa.

Depois do encontro e de um café, Lúcio se despediu do pastor e se dirigiu ao treinamento, marcado para as 14h30m. Anselmo Alves, por sua vez, deixou o hotel. Os dois se conheceram em 2002 e desde então mantêm um relacionamento muito próximo. Tanto que o pastor passou a acompanhar o zagueiro nos torneios.

Na era Mano Menezes, essa é a primeira vez que Anselmo Alves aparece na Seleção. E mesmo assim, com restrições. O treinador já havia avisado que não permitiria reuniões religiosas dentro da concentração, como ocorria sob o comando de Dunga. Por isso, Lúcio o encontrou em um lugar público, no restaurante do hotel.

Recentemente, em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, Anselmo Alves afirmou que aproveita as grandes competições para conversar com os jogadores que pedem seus conselhos. No entanto, na era Mano Menezes, a renovação do grupo provocou uma mudança de perfil. Lúcio, no caso, é um dos remanescentes da ala religiosa.

Nessa mesma entrevista, o pastor explicou que suas viagens para visitar os jogadores da Seleção Brasileira são bancadas por voluntários, entre eles alguns atletas, e pela sua igreja.

Fonte: Globo Esporte

sexta-feira, 8 de julho de 2011

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Três padres acusados de abuso sexual são julgados em Alagoas Eles foram denunciados por coroinhas que teriam sido molestados por eles. Religiosos serão os últimos a prestar depoimento ao juiz de Arapiraca. Três padres acusados de abuso sexual são julgados em Alagoas Eles foram denunciados por coroinhas que teriam sido molestados por eles. Religiosos serão os últimos a prestar depoimento ao juiz de Arapiraca

Os padres Luiz Marques, Edílson Duarte e Raimundo Gomes estão sendo julgados, nesta sexta-feira (8), pelos crimes de abuso sexual na Vara da Infância e da Juventude de Arapiraca (AL). Eles foram indiciados em abril do ano passado, por exploração sexual de adolescentes e pelos crimes de ameaça e importunação ofensiva ao pudor. Os religiosos foram denunciados por três antigos coroinhas, que teriam sido molestados por eles quando eram crianças.
A Promotoria da Infância e da Juventude de Arapiraca ofereceu denúncia à Justiça. A audiência de instrução é presidida pelo juiz João Luiz Azevedo Lessa. O processo segue em segredo de Justiça. Testemunhas de acusação e de defesa serão ouvidas nesta sexta-feira. Os três religiosos serão os últimos a prestar depoimento.

Durante a investigação policial no ano passado, o Vaticano chegou a reconhecer que os três sacerdotes brasileiros eram suspeitos de molestar crianças e que seriam investigados pela cúpula católica. Os três também estão sendo submetidos a um processo canônico sobre o caso.
O bispo de Penedo (AL), dom Valério Breda, afastou os dois monsenhores e o padre das atividades paroquiais em Arapiraca. Em nota divulgada no ano passado, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) informou sobre o afastamento dos religiosos de suas funções eclesiásticas e a instauração de um Processo Administrativo Penal, de acordo com o Código de Direito Canônico.
No texto, o bispo disse "reprovar, de forma irrestrita e com o coração despedaçado pela vergonha e pela tristeza, os fatos, mesmo que ainda não provados".

FONTE  G1.

Roberto Jefferson: Agora fica difícil Lula desmentir o mensalão


Marcela Rocha
Delator do esquema de corrupção que causou a maior crise durante o governo Lula (2003-2010), Roberto Jefferson (PTB-RJ) comenta a decisão do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, de pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) que condene 37, dos 38, réus do caso "mensalão". "Agora ficará difícil desmentir o mensalão", ataca.
Ao deixar a Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que sua tarefa, ao deixar o cargo, seria provar que o mensalão "é uma farsa".
- Mais difícil ele desmoralizar o mensalão politicamente. O fato jurídico está evoluindo e já superou o fato político. O fato político já se consolidou - defendeu Roberto Jefferson.
Confira a íntegra da entrevista:
Terra Magazine - Demorou demais?
Roberto Jefferson -
Não acho que demorou. Esse era o esperado. O caminho natural das coisas. Está cumprindo os prazos, dentro do equilíbrio. Agora é botar na pauta para julgar e esperar pela decisão do plenário.
Quando Lula deixou o governo, ele disse que sua nova tarefa seria provar que o "mensalão é uma farsa". Com essa decisão do procurador, a tarefa de Lula fica mais difícil de ser cumprida?
É mais difícil ele desmoralizar o mensalão politicamente. O fato jurídico está evoluindo e já superou o fato político. O fato político já se consolidou. Não tem mais como desmentir politicamente isso.
Como avalia o Estado depois do mensalão?
Ficou mais transparente. Desmistificou o último grupo que se fingia vestal no Brasil. Acusava todo mundo, mas com o escopo claro de fazer do ataque uma defesa. O que o PT apontava nos outros partidos, fazia pior. Penso que, depois desse processo clareado, eles estejam repensando as atitudes. Nesse ano ainda ouvimos falar de casos isolados, no Ministério dos Transportes, por exemplo, mas não é algo mais geral, como foi o mensalão.
Acredita que o País ainda corre o risco de haver um novo mensalão dessas proporções?
Não creio que haja um novo mensalão deste tamanho. Hoje essas coisas estão muito expostas. A imprensa despertou para isso e passou a fiscalizar mais. Esse tipo de coisa vaza. O cara dá vitória a um grupo que atende aos interesses políticos dele, o outro que perdeu gravou e dá pra imprensa. É assim.
O ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken ficou de fora do pedido de condenação da PGR. O que achou disso?
Nunca vi Gushiken nas articulações do mensalão, mas via o José Dirceu, Delúbio Soares... Nunca soube, nunca tive nenhuma informação de que o Gushiken estivesse articulando isso. O mensalão saia mesmo da Casa Civil, esta é a minha sensação plena.

FONTE .

Terra Magazine

Malafaia acusa gays de intolerantes por querer cassá-lo como psicólogo

O pastor Silas Malafaia (foto), da subdenominação Vitória em Cristo da Assembleia de Deus, usou palavras fortes, como é de seu estilo, para criticar os ativistas gays que pediram ao CRP (Conselho Regional de Psicologia) do Rio a cassação de seu registro de psicólogo.

Em um vídeo, ele disse que a “palhaçada” comprova que esses ativistas são os mais “intolerantes da pós-modernidade”. Falou em “mordaça”, “acusações estúpidas, idiotas e medíocres” e “[é] perseguição pura”.

“Eles [líderes do movimento gay] tentaram por três vezes cassar o meu registro de psicólogo e não deu nada, foi tudo arquivado [porque] é ridículo”.

O pastor argumentou que o CRP não tem nada a ver com as suas atividades religiosas e estranhou o fato de o conselho ter mais vez desarquivado um processo contra ele.

Disse que, se preciso, irá até o STF (Supremo Tribunal Federal) defender o seu registro de psicólogo. Lembrou que ele também tem o direito à mesma liberdade de expressão que o STF garantiu recentemente aos organizadores da Marcha da Maconha.

Afirmou que, nesse caso do pedido ao CRP de cassação do registro profissional, “eles [os homossexuais] foram tão burros, que deram um tiro no pé”. 
"A última palhaçada dos ativistas gays"

FONTE : PAULO LOPES

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