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domingo, 14 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Jesus Vida Verão 2012 em Itapetinga - Bahia
Sociedade está endeusando os homossexuais, afirma Apolinario
![]() Carlos Apolinário para Folha Em Paulo Lopes Não é verdade que a criação do Dia do Orgulho Hétero incentiva a homofobia. Com a aprovação da lei, meu objetivo foi debater o que é direito e o que é privilégio. Muitos discordam do casamento gay e da adoção de crianças por homossexuais, mas lutar por isso é direito dos gays. Porém, ao manterem apenas a Parada Gay na avenida Paulista, estamos diante de um privilégio. Com privilégios desse tipo, a sociedade caminha para o endeusamento dos homossexuais. Parece exagero, mas é disso que se trata quando a militância gay tenta aprovar no Congresso o projeto de lei nº 122, que ameaça a liberdade de imprensa. Se essa lei for aprovada, caso um jornal entreviste alguém que fale contra o casamento gay, poderá ser processado. Os líderes do movimento gay querem colocar o homossexualismo acima do bem e do mal. E mais: se colocam como vítimas de tudo. Dá até a impressão de que, em todas as ruas do Brasil, tem alguém querendo matar um gay. Dizem que a cada 36 horas um gay é assassinado no país apenas por ser gay. De onde vem essa estatística? De algum órgão público? Com certeza, não. Os números apresentados não têm comprovação; por isso, desconfio de sua veracidade. O que vem acontecendo é que, quando matam ou agridem um heterossexual, não se faz nenhuma menção sobre a sua condição sexual. Se for um gay, a própria mídia diz: mais um gay foi assassinado, independentemente dos motivos e das circunstâncias do crime. Em fevereiro, seis jovens espancaram um homem perto da Paulista. Na mesma época e na mesma região, quatro jovens agrediram outros três. A repercussão dos casos foi diferente. O primeiro teve pouco destaque. Já a agressão aos jovens é até hoje noticiada como exemplo de intolerância. No primeiro caso, a vítima apanhou por ser nordestina. No segundo, porque foram consideradas homossexuais. São dois pesos e duas medidas. Quase todos os dias, ouço os representantes dos gays dizerem que são discriminados. Confesso que não tenho visto por parte da sociedade essa discriminação contra a figura humana do gay. Pelo contrário. Vejo nas novelas e na imprensa um tratamento especial dos gays. Na verdade, o que eles chamam de discriminação é a reprovação da sociedade contra os excessos cometidos em público. Alguns se acham no direito de se excederem em público, e ninguém pode falar nada. É o caso de dois gays que se beijaram num restaurante de forma ostensiva: o garçom pediu moderação e, depois, 20 casais gays entraram no estabelecimento e fizeram um "beijaço" em protesto. Isso deixa claro que os movimentos gays querem impedir qualquer manifestação contrária a seu comportamento. Podemos, democraticamente, falar mal do casamento hétero e criticar políticos, padres, pastores e igrejas, só não podemos dar opinião sobre o homossexualismo e o comportamento dos gays. O fato é que a sociedade está acuada diante do ativismo gay. Devemos combater a homofobia, mas não podemos esquecer que tão grave quanto a homofobia é a heterofobia. Esse é o debate que levantei ao aprovar o Dia do Orgulho Hétero, pois meu objetivo foi protestar contra privilégios e excessos praticados pelos gays. Sempre respeitarei a figura humana do gay, pois, como cristão, respeito o livre-arbítrio. Mas a sociedade precisa acordar, e não pode aceitar calada que, sob pretexto de buscar direitos, seja criada uma classe especial de pessoas, os intocáveis que hasteiam a bandeira gay e que quebram o mastro da bandeira da democracia. ![]() Carlos Apolinario é vereador em São Paulo pelo DEM e autor da lei que cria o Dia do Orgulho Heterossexual. |
1º CONGRESSO DE LOUVOR E DANÇAS
Congresso de Adoração
Restaurando a unção de Deus em sua vida
A crise da sociedade atual é querer ter êxito através de seus recursos, sem Deus. Elias mostra-nos através do seu exemplo como devemos agir.
1 - V. 30 - Elias tinha uma unção especial de restauração - ele chamou o povo a si e somente quando o povo se achegou a ele, o altar do Senhor foi restaurado.
- Sem comunhão não há restauração.
- Precisamos juntamente com a nossa família restaurar o altar na nossa casa, através da adoração e vida em santidade.
- A visão celular tem uma unção específica de restauração.
2 - V. 31 - Elias tomou doze pedras, conforme o número das tribos de Israel.
- As pedras representam o trabalho celular.
- As doze pedras representam a visão celular no governo dos doze.
- A restauração somente veio através da representação do governo.
- Elias não tomou um número aleatório de pedras. “Tomou doze pedras”.
3 - V. 33 - Elias preparou a lenha.
- Lenha fala acerca da cruz de Cristo.
- O Encontro com Deus fala da cruz.
- Todos os nossos problemas foram resolvidos na Cruz do calvário.
- As enfermidades, tristezas, derrotas, divisões, separações, misérias, vícios e toda escravidão o messias já levou sobre si no Calvário.
4 - V. 34 - Enchei de água quatro cântaros.
- Fala da restauração da Escada de Sucesso.
- Quatro cântaros - quatro degraus (ganhar, consolidar, discipular e enviar).
- A Igreja Celular é um projeto organizado.
- A água fala da Palavra de Deus.
- A Igreja Celular é caracterizada pelo ensino da palavra (é uma igreja bíblica).
- Por três vezes derramaram a água - fala do Pai, Filho e Espírito Santo.
5 - V. 38 - À volta da Unção - presença do Espírito Santo.
- A unção de Elias flui em cada Encontro, que faz parte da consolidação.
- Quando cumprimos os passos da Visão Celular, a Unção se faz presente.
- Elias tinha um objetivo, fazer o povo voltar a Deus (v. 21).
- Ele sabia que precisava do Espírito Santo para restaurar a nação.
- A Visão Celular não é baseada em técnicas e sim na Unção.
- Somente o Espírito Santo convence o povo do pecado da justiça e do juízo (Jo 16.8).
- Podemos ter profundo conhecimento da visão. Porém, sem a Unção e o governo estabelecido não teremos a multiplicação.
Conclusão: V. 39 - “O que vendo todo o povo, caiu sobre os seus rostos e disse:” só o Senhor é Deus!
1 - V. 30 - Elias tinha uma unção especial de restauração - ele chamou o povo a si e somente quando o povo se achegou a ele, o altar do Senhor foi restaurado.
- Sem comunhão não há restauração.
- Precisamos juntamente com a nossa família restaurar o altar na nossa casa, através da adoração e vida em santidade.
- A visão celular tem uma unção específica de restauração.
2 - V. 31 - Elias tomou doze pedras, conforme o número das tribos de Israel.
- As pedras representam o trabalho celular.
- As doze pedras representam a visão celular no governo dos doze.
- A restauração somente veio através da representação do governo.
- Elias não tomou um número aleatório de pedras. “Tomou doze pedras”.
3 - V. 33 - Elias preparou a lenha.
- Lenha fala acerca da cruz de Cristo.
- O Encontro com Deus fala da cruz.
- Todos os nossos problemas foram resolvidos na Cruz do calvário.
- As enfermidades, tristezas, derrotas, divisões, separações, misérias, vícios e toda escravidão o messias já levou sobre si no Calvário.
4 - V. 34 - Enchei de água quatro cântaros.
- Fala da restauração da Escada de Sucesso.
- Quatro cântaros - quatro degraus (ganhar, consolidar, discipular e enviar).
- A Igreja Celular é um projeto organizado.
- A água fala da Palavra de Deus.
- A Igreja Celular é caracterizada pelo ensino da palavra (é uma igreja bíblica).
- Por três vezes derramaram a água - fala do Pai, Filho e Espírito Santo.
5 - V. 38 - À volta da Unção - presença do Espírito Santo.
- A unção de Elias flui em cada Encontro, que faz parte da consolidação.
- Quando cumprimos os passos da Visão Celular, a Unção se faz presente.
- Elias tinha um objetivo, fazer o povo voltar a Deus (v. 21).
- Ele sabia que precisava do Espírito Santo para restaurar a nação.
- A Visão Celular não é baseada em técnicas e sim na Unção.
- Somente o Espírito Santo convence o povo do pecado da justiça e do juízo (Jo 16.8).
- Podemos ter profundo conhecimento da visão. Porém, sem a Unção e o governo estabelecido não teremos a multiplicação.
Conclusão: V. 39 - “O que vendo todo o povo, caiu sobre os seus rostos e disse:” só o Senhor é Deus!
ja Católica da Colômbia é condenada a pagar US$ 240 mil por pedofilia
Um tribunal colombiano condenou a Igreja Católica desse país a pagar 430 milhões de pesos (240.000 dólares) aos pais de dois menores abusados por um sacerdote condenado e preso por esse caso, em uma sentença sem antecedentes, informou um líder católico à AFP nesta quarta-feira.
A sentença foi proferida pelo tribunal superior da cidade de Ibagué contra a diocese das cidades de Líbano e Honda, departamento de Tolima (centro), lideradas pelo sacerdote Luis Enrique Duque Valencia, de 65 anos, que cumpre pena de 18 anos de prisão.
O sacerdote foi condenado pelo crime de abuso sexual contra duas crianças que tinham 7 e 9 anos em 2007, quando ocorreram os crimes.
As crianças são filhos de uma família deslocada pela violência no país, e que foram acolhidos pelo sacerdote por conta da pobreza dos pais.
A sentença foi apelada diante da Corte Suprema de Justiça porque a Igreja Católica colombiana considera que o caso já foi judicializado com a condenação contra o sacerdote, e a Igreja como instituição não poderia responder pelo caso particular de um de seus membros, disse o monsenhor Juan Vicente Córdoba.
“O padre já foi castigado e não há uma relação contratual entre ele e a Igreja. A relação não é trabalhista e sim espiritual. É um caso privado pela conduta pessoal”, afirmou o secretário-geral da Conferência Episcopal da Colômbia em suas declarações à AFP.
Apesar de a Justiça da Colômbia já ter condenado diversos sacerdotes por diferentes casos de pedofilia, esta é a primeira vez que a Justiça colombiana profere uma decisão contra a Igreja Católica como instituição.
Fonte: D24am
A sentença foi proferida pelo tribunal superior da cidade de Ibagué contra a diocese das cidades de Líbano e Honda, departamento de Tolima (centro), lideradas pelo sacerdote Luis Enrique Duque Valencia, de 65 anos, que cumpre pena de 18 anos de prisão.
O sacerdote foi condenado pelo crime de abuso sexual contra duas crianças que tinham 7 e 9 anos em 2007, quando ocorreram os crimes.
As crianças são filhos de uma família deslocada pela violência no país, e que foram acolhidos pelo sacerdote por conta da pobreza dos pais.
A sentença foi apelada diante da Corte Suprema de Justiça porque a Igreja Católica colombiana considera que o caso já foi judicializado com a condenação contra o sacerdote, e a Igreja como instituição não poderia responder pelo caso particular de um de seus membros, disse o monsenhor Juan Vicente Córdoba.
“O padre já foi castigado e não há uma relação contratual entre ele e a Igreja. A relação não é trabalhista e sim espiritual. É um caso privado pela conduta pessoal”, afirmou o secretário-geral da Conferência Episcopal da Colômbia em suas declarações à AFP.
Apesar de a Justiça da Colômbia já ter condenado diversos sacerdotes por diferentes casos de pedofilia, esta é a primeira vez que a Justiça colombiana profere uma decisão contra a Igreja Católica como instituição.
Fonte: D24am
Deputados evangélicos criam projeto para proibir governo de financiar propostas pró-gays

Objetivo é evitar que o Governo brasileiro ´seja controlado por grupos minoritários que queiram impor a sua visão de mundo`
A Câmara analisa o Projeto de Lei 733/11, dos deputados Marcelo Aguiar (PSC-SP), Lauriete (PSC-ES) e Acelino Popó Freitas (PRB-BA), que proíbe o poder público de apoiar segmentos sociais específicos por meio de conteúdo de ensino que afronte valores familiares.
O projeto também proíbe o governo de veicular publicidade oficial e promover ações culturais com conteúdo discriminatório (que resulte em distinção entre brasileiros ou preferências entre si), assim como a concessão de auxílio a entidade que queira promover ações discriminatórias.
O deputado Marcelo Aguiar afirma que o projeto busca evitar que o Governo brasileiro “seja controlado por grupos minoritários que queiram impor a sua
visão de mundo que não se coaduna com a preservação da família e com a tolerância para quem quer exercer a sua integral individualidade nos limites traçados pela Constituição”. Ele critica, por exemplo, a “exaltação de comportamento sexual contrário aos bons costumes” em escolas frequentadas por crianças.
Pela proposta, o descumprimento da lei enquadrará o agente público em ato de improbidade administrativa (Lei 8.429/92), com penas que vão de multa a perda da função pública
O projeto também proíbe o governo de veicular publicidade oficial e promover ações culturais com conteúdo discriminatório (que resulte em distinção entre brasileiros ou preferências entre si), assim como a concessão de auxílio a entidade que queira promover ações discriminatórias.
O deputado Marcelo Aguiar afirma que o projeto busca evitar que o Governo brasileiro “seja controlado por grupos minoritários que queiram impor a sua
visão de mundo que não se coaduna com a preservação da família e com a tolerância para quem quer exercer a sua integral individualidade nos limites traçados pela Constituição”. Ele critica, por exemplo, a “exaltação de comportamento sexual contrário aos bons costumes” em escolas frequentadas por crianças.
Pela proposta, o descumprimento da lei enquadrará o agente público em ato de improbidade administrativa (Lei 8.429/92), com penas que vão de multa a perda da função pública
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📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO
📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO Origem Roberto Torrecilhas,...
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TEXTO COPIADO DA INTERNET . Há tempos muita gente se esforça para denunciar os planos Illuminati para a instauração da Nova Ordem...
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Revista Vigiai e Orai
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Homem é suspeito de matar esposa de forma cruel para não ser preso por pedofilia A Polícia Civil prendeu na noite da última terç...




