terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Governo da Nigéria mudará tática para parar radicais islâmicos

Open in new windowO governo pretende realizar mudanças táticas depois dos atentados contra igrejas que deixaram 40 mortos no domingo (25), dia de Natal.

O governo da Nigéria irá mudar sua estratégia para controlar a violência no país, com o principal objetivo de parar os atentados do grupo radical islâmico Boko Haram, informou o ministro do Interior nigeriano, citado nesta terça-feira pela emissora de TV Al Jazeera, com sede no Qatar.

O ministro da pasta, Abba Moro, afirmou que o governo pretende realizar mudanças táticas na forma como lida com a seita islâmica, após seus membros reivindicarem os atentados coordenados contra igrejas que deixaram 40 mortos no domingo (25), dia de Natal.

"Acredito que montar uma estratégia para conter os excessos deste grupo sectário não é necessariamente uma questão de negociações. O governo vai mudar de tática para garantir a segurança da vida dos nigerianos", garantiu Moro.

Muhammadu Buhari, um nortista que perdeu a última eleição presidencial, em abril, para o presidente Goodluck Jonathan, disse em um comunicado publicado em um jornal nigeriano que a resposta do governo às bombas foi lenta e indiferente.

Na segunda-feira, mulheres moradoras da cidade de Madalla, que teve uma igreja alvo dos atentados, retornaram ao local para limpar e organizar os estragos causados pela explosão.

Multidões se reuniram entre os carros incendiados no estacionamento de terra da igreja, irritadas com o ataque e com medo de que o grupo atinja mais lugares de culto católico.

Centenas de moradores tentaram sair da cidade de Damaturu, que também foi devastada pela violência, temendo novos atentados e confrontos entre islamitas e forças policiais, enquanto cerca de 30 lojas de cristãos foram queimadas na cidade vizinha de Potiskum na noite de domingo.

ATAQUES

O porta-voz da Nema (sigla em inglês para Agência de Gerenciamento de Emergências Nacional, em tradução livre), Yushau Shuaib, e o porta-voz da polícia local, Richard Oguche, afirmaram que a primeira explosão aconteceu na igreja de Saint Theresa, na cidade de Madalla, próxima à capital, Abuja.

Pouco tempo depois, uma segunda explosão foi relatada perto de uma igreja na cidade central de Jos. Mais três novas explosões foram registradas no nordeste da Nigéria: duas na cidade de Damaturu e uma terceira, no sábado à noite, contra uma igreja em Gadaka, segundo testemunhas.

Os ataques do Natal apontam o crescimento da ambição nacional da seita islâmica, que é responsável por mais de 500 mortes em 2011, de acordo com um levantamento feito pela agência de notícias Associated Press.

O Boko Haram, cujo nome significa "a educação não islâmica é um pecado", luta para impor a Lei Islâmica (Sharia) na Nigéria, país de maioria muçulmana no norte e cristã no sul. O grupo, que já admitiu vínculos com a rede terrorista Al Qaeda, assumiu a autoria de vários ataques recentes no norte do país.

Os ataques, que aconteceram alguns dias depois de confrontos entre as forças de segurança e a Boko Haram, que mataram pelo menos 68 pessoas, deram provas de uma coordenação crescente e de estratégia do grupo, o que pode fazer soar o alarme na Nigéria e nas capitais ocidentais.

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Fonte: Folha.com

Na Holanda, igrejas estão fechando as portas

Há anos o número de fiéis está em declínio. A tendência toma conta de toda a Europa Ocidental. A Igreja Protestante perde sozinha, a cada ano, cerca de 60 mil fiéis na Holanda.

A Igreja está sofrendo um êxodo drástico na Holanda. Com duas igrejas fechando a cada semana, um homem se tornou o principal consultor do país sobre como reaproveitar as construções antes sagradas. Algumas são demolidas, enquanto outras encontram nova vida como mesquitas, lojas e até mesmo centros de recreação.

Os bancos da igreja são vendidos de acordo com o tamanho. Os menores, com 3,6 metros de comprimento, podem ser comprados por 40 euros, enquanto os mais longos, de 6 metros, por 60 euros. Os fiéis da cidade holandesa de Bilthoven já levaram 17 bancos de seu santuário.

Os bancos não serão um problema, diz Marc de Beyer. Mas o órgão e a pia batismal, pesando centenas de quilos, no fundo da igreja, serão mais difíceis.

Marc de Beyer é um historiador da arte em Utrecht, localizada a meia hora de trem de Amsterdã, mas alguém poderia chamá-lo de liquidante. Ele é o homem que fecha as igrejas. Quando uma paróquia é dissolvida, quando uma igreja é fechada, De Beyer está lá. E ele tem muito a fazer.

Ainda existem cerca de 4.400 igrejas na Holanda. Mas, a cada semana, aproximadamente duas fecham as portas para sempre. Isso afeta principalmente os católicos, que serão forçados a ficar sem metade de suas igrejas nos próximos anos.

“E está apenas começando”, diz De Beyer.

Sua voz ecoa no prédio abobadado, onde a fraca luz de outono entra diagonalmente pelas janelas. De Beyer está atrás de um bloco do tamanho de um freezer. Até 1º de julho de 2006, ele era o altar da Igreja de São Lourenço, em Bilthoven, ao norte de Utrecht. Mas naquele dia a igreja se tornou um imóvel no mercado e o altar, onde os fiéis foram abençoados, casaram e lamentaram, se transformou em um pedaço de cimento.

Inicialmente, foi discutida a conversão da igreja em um centro comunitário. Mas os católicos queriam vendê-la rapidamente e uma empresa comprou a propriedade consagrada. No ano que vem, São Lourenço será demolida, dando espaço a 62 apartamentos.

“Arquitetonicamente, a perda é suportável”, diz De Beyer. A igreja foi construída nos anos 60, quando as comunidades católicas em Bilthoven e De Bilt cresciam tão rapidamente que os dois distritos passaram a precisar de três igrejas. Ela foi construída de forma rápida e simples.

Bancos vazios
Há anos o número de fiéis está em declínio. A tendência toma conta de toda a Europa Ocidental, com igrejas também sendo forçadas a fechar na França e na Bélgica. Mas na Holanda, o recuo do cristianismo na sociedade tem sido particularmente drástico. A Igreja Protestante perde sozinha, a cada ano, cerca de 60 mil fiéis. Nesse ritmo, ela deixará de existir por lá até 2050, calculam representantes da Igreja.

A tendência tem levado a fusões de igrejas de várias comunidades. São Lourenço, em Bilthoven, consolidou sua congregação com a de oito outras igrejas. Mas nenhuma dessas amálgamas precisa de mais do que uma igreja, um órgão e um altar. Todos os outros cálices, cruzes e bancos precisam ser descartados. O problema, diz De Beyer, é que itens sagrados particularmente não vendem bem. Os prédios, ao contrário, encontram rapidamente novos locatários.

Em Helmond, cerca de 80 quilômetros ao sul de Bilthoven, um supermercado se mudou para uma antiga igreja em 2001. Uma livraria abriu em uma antiga igreja dominicana em Maastricht, enquanto igrejas em Utrecht e Amsterdã foram transformadas em mesquitas. Dentre os 17 milhões de habitantes da Holanda, cerca de 850 mil praticam o islamismo. Ainda assim, muitas outras igrejas serão simplesmente demolidas.

De Beyer vem fechando igrejas nos últimos três anos. Ele estava presente quando um “plano estratégico” foi desenvolvido para transformar o Convento de Santa Catarina em um museu. Juntamente com a fundação para o patrimônio de arte religiosa, ele também escreveu um manual com instruções para o fechamento de uma igreja em seis passos – do inventário ao espólio. O guia foi distribuído entre as diferentes paróquias a partir de abril e, em breve, será traduzido para o inglês.

‘A melhor solução’
Recentemente, De Beyer participou de um simpósio na Alemanha e logo falará na Bélgica. Afinal, as igrejas não estão morrendo apenas na Holanda. Quando ele chega ao ponto 5.4 em seu manual, intitulado “demolição”, as pessoas frequentemente precisam recuperar o fôlego, ele diz.

“Mas quando uma igreja tem pouco propósito, valor emocional ou importância histórica, essa pode ser a melhor solução”, acrescenta De Beyer.

Ainda assim, De Beyer vê a si mesmo como um salvador de templos. Ele quer preservar o valor delas. Suas instruções visam ajudar a distinguir entre o que tem valor e o que não tem. Ele frequentemente visita as igrejas para fornecer orientação e apoio. Bancos e Bíblias costumam ser vendidos para os membros da congregação.

“Os altares frequentemente encontram um novo lugar no Leste Europeu”, diz De Beyer. “Há grande demanda lá, porque novas igrejas estão sempre sendo construídas.”

Há poucas semanas, uma paróquia em Arnheim decidiu por um uso totalmente novo para sua igreja, que permaneceu vazia por cinco anos. No final de novembro, a Igreja de São José reabriu como um parque para skatistas, com rampas e obstáculos na nave, cobrando 3,50 euros para passar o dia praticando entre imagens santas. Desde então, o número de frequentadores da igreja tem sido respeitável.

Fonte: Der Spiegel

75 MIL BRASILEIROS SERÃO 'MARCADOS' COM MICROCHIP TRANSMISSOR AMERICANO




I`m NOT!!!!
“NÃO ANDE ATRÁS DE MIM, TALVEZ EU NÃO SAIBA LIDERÁ-LO.
POR FAVOR, NEM ANDE EM MINHA FRENTE, TALVEZ EU NÃO SAIBA SEGUÍ-LO.
ANDE AO MEU LADO PARA QUE JUNTOS POSSAMOS CRESCER E GALGAR OS DEGRAUS DA ELEVAÇÃO DA CONSCIÊNCIA”.
(Provérbio SIOUX)

Gado marcado, gado feliz 75 MIL BRASILEIROS SERÃO 'MARCADOS' COM MICROCHIP TRANSMISSOR AMERICANO
Talvez as histórias de ficção científica devessem ser ensinadas nas escolas.

E o futuro está chegando, com uma empresa privada marcando você como gado, controlando seus passos, controlando seu comportamento e sabendo mais sobre sua vida do que você mesmo. E que governo não gostaria de controlar estes dados? Mas será que o governo brasileiro vai permitir isso?

Aldo Novak, editor
A empresa VeriChip Corp assinou, há dois dias, um contrato sigiloso de distribuição exclusiva no Brasil do VeriChip RFID, para a implantação de milhares de chips localizadores subcutâneos modelo Solusat. Mais de 800 unidades já estão sendo preparadas para chegar ao país.

Por meio deste chip, inicialmente instalado somente em gatos, cachorros e corpos de soldados americanos no campo de batalha, qualquer pessoa pode ser localizada em qualquer lugar do planeta, a qualquer hora, por meio de scanners localizadores especiais. Quando o scanner é aproximado da pessoa, o chip “liga”, enviando um número de registro com todas as informações do usuário diretamente para os computadores de controle. A empresa já anunciou que brevemente a localização será feita diretamente por satélites. Nos Estados Unidos a FDA (Food & Drug Administration) está proibindo a venda casada com informações sobre os cidadãos americanos, por isso a empresa se voltou para a América do Sul e alguns países europeus.

Há discussões, nos Estados Unidos, para exigir que viajantes que entrem no país, no futuro, usem obrigatoriamente o chip -- informação negada, naturalmente.

A informação foi dada pela revista Business Wire que garante que mais de 5000 chips localizadores já foram encomendados pelo Brasil e México.

A empresa Metro Risk Management Group, LCC, é o distribuidor exclusivo do sistema no Brasil. A empresa controladora da VeriChip é a Applied Digital Solutions, Inc., e em um artigo publicado em janeiro de 2002 na EETimes a empresa controladora informou que este é um mercado que pode gerar "70 bilhões de dólares por ano", sim, bilhões. Isso, se a sociedade permitir que as populações sejam numderadas como gado.

O QUE É O CHIP -- e seus perigos

O VeriChip é um microchip transmissor, implantado sob a pele, que emite um sinal localizador de rádio (radio frequency identification, RFID) que, segundo a empresa, pode ser usado para uma "variedade de situações de segurança, análise financeira, identificação de emergência e outras aplicações".

Especialistas em liberdades individuais dos Estados Unidos destacam as "outras aplicações" e o risco de que, no futuro, todas as pessoas sejam forçadas a ter implantes identificadores no corpo, tornando os governos totalmente informados sobre quem é você, onde você vai (durante toda a vida), o que você faz, o que você compra, com quem você fica.... e uma infinidade de outros perigos. Use a sua imaginação para saber que tipo de dados estarão nas mãos de algumas poucas pessoas e empresas...

Uma população totalmente controlada seria um prato perfeito para uma nova ditadura mundial.
A própria empresa informa que os chips podem ser usados para “defesa nacional” e quem tem dois neurônios sabe o que isso significa realmente para a oposição de qualquer país, qualquer que seja a época. O que a empresa objetiva é que cada pessoa tenha um chip verificador para entrar em instalações do governo (usinas nucleares, laboratórios nacionais de pesquisa, prisões e outro lugares “sensíveis”) e aeroportos, navios e estações rodoviárias, “para facilitar o trânsito das pessoas e acelerar o gerenciamento de transportes."

O sonho de ditadores está nascendo. E, por incrível que pareça, agora o Brasil é o país do “futuro”.
TUDO SOBRE VOCÊ
A empresa acabou de divulgar que, brevemente, estará no mercado o VeriPass e o VeriTag, que permitirão associar o número da pessoa a sua bagagem (antes e depois da viagem), aos bancos de dados das companhias aéreas e aos serviços de segurança policial.

Em um país como o Brasil, no qual criminosos se elegem para se protegerem da justiça e em que a polícia tem parte de sua corporação dominada por “funcionários” de criminosos, não vai sobrar nenhuma testemunha para mais nada, já que qualquer testemunha terá seus passos registrados. Cada passo.

Naturalmente, haverá uma montanha de garantias de que a privacidade das pessoas será mantida e que ninguém mais saberá quando você foi até a igreja, comeu pizza ou fechou um negócio internacional. Mas todas essas garantias, como sempre, serão esquecidas e superadas pelos criminosos e pelos futuros ditadores que assumirem este ou qualquer outro país. São garantias falsas. Ponto final.

A mentirosa explicação de que os celulares pré-pagos precisavam ser registrados para evitar que fossem usados pelo crime organizado serviu apenas para criar bancos de dados milionários para as empresas de telecomunicações e para redes internacionais de controle.

Basta dar o nome completo de um brasileiro para algumas empresas americanas e pagar 450 dólares para ter o número de celular desta pessoa, seus dados pessoais, as informações do banco de dados da Serasa (sim, aquela que garante que isso não acontece) e até o movimento bancário dessa pessoa.

Ilegal, perigoso e controlado por grupos privados não-brasileiros. Receita para o desastre.

O LADO BOM, SEGUNDO ELES.
O chip também tem um lado bom. Usuários de marca-passos e outras pessoas que precisam ser identificadas rapidamente, com seu histórico médico, podem ser salvas pelo sistema. Na verdade, a empresa usa este "marketing" para conseguir dar os primeiros passos no mercado. Em um país cheio de seqüestros, como o Brasil, o sistema também ajuda um pouco, mas logo os satélites americanos já estarão aptos a registrar a posição dos usuários em tempo real em qualquer lugar do planeta e então os seqüestradores serão detectados rapidamente. Isso até que comecem a cortar braços e pernas dos seqüestrados, para que digam se estão usando um localizador...


O ACORDO COM O BRASIL

Segundo as informações divulgadas pela empresa, 800 chips estão sendo enviados para o Brasil, além de 24 scanners de detecção. O acordo para distribuição no país tem duração prevista de 5 anos nos quais 75 mil chips de identificação devem ser implantados em cidadão brasileiros, além de haver previsão de 3.800 scanners de detecção.


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Fonte:www.exactaexpress.com.br/VeriChip.htm

MATÉRIAS PAGAS , UMA AFRONTA CONTRA UM POVO SIMPLES E HUMILDE.

No Brasil , onde é grande o numero de empresas de jornalismo , ficou fácil demais de se enganar os leitores com matérias pagas.
Pois basta o sujeito ter dinheiro para publicar na primeira capa uma matéria que vai levar alguns a crer que seu trabalho , ou mandato politico realmente é bom.
Fico indignado quando vejo revistas , jornais , tvs etc , recebendo por uma matéria enganosa.
Pois , como pode publicar uma matéria que é mentirosa e enganadora , bastando fazer uma análise para ver se é verídico as informações.
Mas isso é bom que aconteça ,pois começamos a selecionar as mídias verdadeiras , que realmente tem com promisso com a verdade , e não estão a venda.
Empresas jornalisticas que colocam suas paginas em troca de uns bocados de reais não merecem respeito , merecem serem banidas .
E mais , por isso certos políticos amam ter em seu controle GAZETAS , JORNAIS , REVISTAS,RÁDIOS E TVS.
Empresas de um jornalismo mentiroso , que enganam as pessoas em troca de dinheiro , não merecem ser respeitadas , e muito menos terem seus produtos entrando em nossas residências, pois não devemos compactuar com mentiras.
Muitas prefeituras , muitos governos , e até mesmo o governo federal faz uso dessa estratégia esdruxula e enganadora , manipulam ,   levam as pessoas a crerem em uma mentira .
Mas nas eleições os eleitores que estão vendo que esses políticos fazem uso desse artificio enganador também devem bani los da politica.
Enganar os povos em favor de interesses pessoais é um crime , manipular matérias  para esconder a verdade é um crime , e como crime deve ser punidos .
Devemos estar atentos as mídias enganosas que estarão vendendo e distribuindo mentiras em suas paginas , em seus vídeos e áudios.
Essas empresas não merecem nosso respeito e muito menos nossa credibilidade.

AGORA , PARA QUEM GOSTA DE MENTIRAS , QUER IMPRESSA , EM VÍDEO OU ÁUDIO , LEIA , O CONTO DO VIGÁRIO , É MUITO MELHOR E INFORMA A VERDADE.


Bispo Roberto Torrecilhas
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DEPUTADO PERTUBADO - Deputado diz que o povo deve se opor ao conservadorismo cristão

Deputado diz que o povo deve se opor ao conservadorismo cristão
O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) disse em um pronunciamento que somente a “pressão das ruas que pode reverter o crescente conservadorismo no Parlamento e no Executivo”, se referindo ao crescimento das bancadas religiosas nas decisões da Câmara e do Senado.
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Em apoio à PLC 122 o deputado afirmou que “a força da unidade do movimento (LGBT) precisa ganhar as ruas do Brasil para dialogar com cada trabalhador, dona de casa, estudante, cristãos e outros religiosos, a fim de mostrar a importância da aprovação [do projeto de lei]”. O deputado disse também que os movimentos LGBT ficaram confusos e divididos ao longo do processo para aprovação da PLC.
Segundo o UOL o deputado criticou as mudanças realizadas na PLC pela senadora Marta Suplicy afirmando que “a retirada de pontos centrais para amainar a oposição de setores fundamentalistas ao projeto se mostrou improdutiva”.
Alencar disse também que “os conservadores anunciaram na própria reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado que não há homofobia no Brasil e insinuaram que o ódio contra homossexuais seria legítimo, por se tratar, segundo eles, de uma opção pelo pecado”. O deputado continuou seu discurso afirmando que “com argumentos de que a lei de Deus não se muda, um setor fundamentalista das igrejas evangélicas se esquece que o Estado Laico é a única garantia, não só de liberdade aos LGBTs, mas às próprias religiões minoritárias, como as confissões evangélicas” e completou dizendo que “quem lê os Evangelhos sabe que Jesus Cristo jamais discriminou os diferentes de sua época”.
Chico Alencar encerrou seu discurso na tribuna criticando o governo do PT. Segundo ele “a despeito do compromisso histórico do PT com a emancipação LGBT, o Governo Lula/Dilma, com sua imensa maioria no Congresso, não tem a diversidade sexual como uma das suas prioridades.”

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Seita muçulmana assume ataque a igrejas que matou 40 pessoas no Natal

Seita muçulmana assume ataque a igrejas que matou 40 pessoas no Natal

Um grupo terrorista ligado a uma seita muçulmana assumiu a responsabilidade por uma série de ataques a bomba contra igrejas na Nigéria, que matou cerca de 40 pessoas durante as celebrações de Natal no último domingo.
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De acordo com informações divulgadas pela agência AFP o porta-voz da seita islamita Boko Haram, Abul Qaqa afirmou por telefone a responsabilidade dos atos: “Somos responsáveis por todos os ataques dos últimos dias, inclusive a bomba na igreja de Madalla” disse o porta-voz que completou dizendo que eles continuariam “lançando ataques como estes no norte do país nos próximos dias”.
Os ataques registrados tiveram como alvo a Igreja de Santa Teresa em Madalla, perto da capital, Abuja, que matou 35 pessoas, e outras igrejas como a igreja evangélica da cidade de Jos, no centro, na qual morreu um policial que vigiava o templo, e em Damaturu, onde quatro pessoas faleceram.
Autoridade nigerianas repudiaram ataque. O presidente do país Goodluck Jonathan, afirmou condenar “atos de violência contra cidadãos inocentes, em uma injustificada afronta a nossa segurança e a nossa liberdade”. O presidente disse também em sua declaração que “o governo não vacilará em sua determinação de levar à Justiça todos os que perpetraram atos de violência hoje e no passado”.
Outra autoridade nigeriana a se manifestar sobre os atentados foi ministro do Interior, Caleb Olubolad, que em visita uma das igrejas atacadas, disse que “é como se ocorresse uma guerra interna no país”. O ministro disse que o país a postura do país dever ser “estar realmente à altura e enfrentar a situação”.
O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, disse que o ataque foi fruto de um “ódio cego e absurdo”. Lombardi disse também, em declaração à imprensa, na Santa Sé que “O atentado contra a igreja na Nigéria, precisamente no dia de Natal, manifesta infelizmente mais uma vez um ódio cego e absurdo que não tem nenhum respeito pela vida humana”.
O Vaticano está inquieto com o aumento das tensões inter-religiosas na Nigéria. Durante sua visita a Benin, em novembro passado, o papa Bento XVI insistiu na tradição tolerante do Islã na África e na coexistência pacífica entre muçulmanos e cristãos.


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Livro escolar ensina a decepar pés e mãos como punição

Baseado na lei sharia o livro também ensina que os judeus precisam ser exterminados.

O Institute for Gulf Affairs, de Washington, Estados Unidos, recebeu edições de um livro escolar publicado pelo governo da Arábia Saudita que mostra como decepar pés e mãos de acordo com a Sharia, lei islâmica que pune diversos atos, entre eles o homossexualismo.

No livro os alunos aprendem como devem cortar pés e mãos de pessoas que precisam ser punidas, e também são ensinados de que todos os judeus precisam ser exterminados e os homossexuais devem ser “levados à morte”.

O órgão americano disse ao Daily Mail que a linguagem jihadista empregada no livro, que é destinado à crianças e adolescentes, nada mais é do que a preparação para o terrorismo. “”É onde o terrorismo começa, no sistema educacional”, disse Ali al-Ahmed, diretor do instituto.

Para os muçulmanos o “Corão”é a mais importante fonte da jurisprudência islâmica. Ele é quem dita punições de diversos atos considerados crimes para o Islã. A segunda fonte usada pela lei é a “Suna”, uma obra que narra a vida e os caminhos do profeta Maomé.

Fonte: Gospel Prime com informações do site Page Not Found

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