segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Congressista duvida que filme anti-Islã seja causa de ataque na Líbia

Representante americano afirma que ato foi 'ataque terrorista'.
Embaixador americano no país e outros 3 funcionários morreram.

Comente agora
O chefe da Comissão de Investigações da Câmara de Representantes americana, Mike Rogers, afirmou este domingo (23) que duvida que o ataque a Benghazi em que morreu o embaixador americano na Líbia, Chris Stevens, esteja ligado aos protestos contra um filme antiislâmico produzido nos EUA.
'Não vi informações que demonstrem que havia uma manifestação como as que estavam ocorrendo em outras embaixadas neste momento', afirmou em um programa da emissora CNN o legislador republicano Rogers, para quem a operação 'foi claramente concebida como um ataque'.
Garota coloca flores no portão do consulado dos EUA em Benghazi. O embaixador Chris Stevens e outros três funcionários morreram no ataque.  (Foto: AP)Garota coloca flores no portão do consulado dos EUA em Benghazi. O embaixador Chris Stevens e outros três funcionários morreram no ataque. (Foto: AP)
O embaixador Christopher Stevens e outros três funcionários americanos morreram no ataque, praticado no dia do aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001.
A princípio pensou-se que os distúrbios fossem causados pelas manifestações de revolta contra 'Inocência dos Muçulmanos', filme amador que denigre a imagem do profeta Maomé, produzido e realizado nos Estados Unidos.
A Casa Branca afirmou nesta quinta-feira (20) que aquele ato de tratou de um 'ataque terrorista', embora Washington investigue a natureza oportunista ou não do ataque.
Para Rogers, o governo do presidente democrata Barack Obama tampouco agiu corretamente neste caso, pois 'deu credibilidade a este vídeo que ninguém nos Estados Unidos e muito poucas pessoas no Oriente Médio tinham visto', emitindo mensagens transmitidas no Paquistão para condenar o filme. 'Foi uma ideia muito ruim', avaliou Rogers.

G1/GRITOS DE ALERTA

Irã bloqueia Google e prepara rede doméstica de internet

'Google e Gmail serão filtrados em todos país', anunciou governo.
Cidadãos temem que medida sirva para controlar o acesso à rede no país.


Computador (Foto: Divulgação) O Irã pretende conectar seus cidadãos em uma rede doméstica de Internet para tentar melhorar a segurança virtual, mas que muitos iranianos temem ser mais uma medida para controlar o acesso à web.
Governo anunciou bloqueo de serviços do
Google este domingo (23) (Foto: Divulgação)
O anúncio, feito por um vice-ministro do governo no domingo (23), veio a público quando a televisão estatal disse que a ferramenta de busca do Google e seu serviço de email seriam bloqueados 'dentro de algumas horas'. 'O Google e o Gmail serão filtrados em todo o país até nova ordem', disse, sem entrar em detalhes, uma autoridade identificada apenas pelo sobrenome, Khoramabadi.
A Agência de notícias dos estudantes iranianos (ISNA) disse que a proibição do Google estava relacionada ao filme anti-islâmico postado no YouTube e que provocou escândalo em todo o mundo muçulmano. Não houve uma confirmação oficial.
O Irã tem um dos maiores filtros de Internet do mundo, evitando que iranianos comuns acessem vários sites sob a desculpa oficial de que são ofensivos ou criminosos. Contudo, muitos iranianos acreditam que o bloqueio a sites como o Facebook e o YouTube deve-se ao uso desses sites em protestos anti-governo depois da polêmica reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em 2009.
Os iranianos costumam driblar o filtro do governo usando o software rede privada virtual (VPN), que faz o computador aparecer como se estivesse baseado em outro país.Mas as autoridades há muito tempo falam de criar um sistema de internet iraniano que seria isolado de todo o resto da internet.
Segundo a mídia iraniana, o sistema doméstico estaria totalmente implantado até março de 2013, mas não estava claro se o acesso à Internet mundial seria cortado assim que o sistema fosse lançado.

DE:G1/GRITOS DE ALERTA

domingo, 23 de setembro de 2012

A caça continua... - Governo do Paquistão oferece 100 mil por morte de produtor de filme

Governo do Paquistão oferece 100 mil por morte de produtor de filmeOnda de protestos muçulmanos continua fazendo mortos em todo o mundo
Governo do Paquistão oferece 100 mil por morte de produtor de filme
Ghulam Ahmed Bilour, ministro de Ferrovias do Paquistão, ofereceu US$ 100 mil para quem assassinar o autor do filme A Inocência dos Muçulmanos, que desrespeitou a imagem de Maomé e causou revolta no mundo muçulmano.
Durante uma entrevista coletiva neste sábado (22), em Peshawar, o ministro disse saber que embora estimular um assassinato seja crime, estava pronto para cometer esse delito.
“Se existir alguma causa contra mim em uma corte internacional ou nacional, pedirei ao povo que me entregue”, disse Bilour. Ele “convocou” os talibãs e a rede terrorista Al Qaeda para ajudá-lo e disse esperar que “os ricos ponham à disposição da causa todo seu dinheiro, para que assim o assassino possa ser banhado em ouro e dólares”.
A declaração ocorreu após a celebração do “Dia de Amor a Maomé”, celebrado no Paquistão como forma de protesto ao material anti-islâmico produzido por Nakoula Basseky Nakoula, um cristão copta egípcio que vive nos Estados Unidos e que está desaparecido.
Há quase uma semana, o Paquistão assiste protestos constantes por causa do filme. Nesta semana morreram 19 pessoas e mais de 200 ficaram feridas durante os embates com a polícia nas cidades de Peshawar e Karachi. Na capital Islamabad, forças de segurança isolaram a área que abriga as embaixadas estrangeiras.
Outros protestos
Na onda de violência que começou em 11 de setembro, muitos países continuam protestando pelas ofensas contra o profeta Maomé. O jornal francês Charlie Hebdo publicou caricaturas de Maomé. Como medida preventiva, o Ministério de Relações Exteriores da França fechou suas representações diplomáticas e escolas localizadas em países islâmicos nesta sexta-feira.
No Iraque, cerca de 3 mil muçulmanos condenaram o filme e as imagens do Charlie Hebdo.No Sri Lanka, cerca de 2 mil pessoas queimaram imagens de Barack Obama e bandeiras dos Estados Unidos. Enquanto em Bangladesh manifestantes tomaram as ruas da capital, Daca. Houve protestos pacíficos de muçulmanos inclusive em nações não islâmicas como Alemanha, Filipinas e Noruega
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, asseverou que “Depois dos piores insultos contra o mensageiro divino, eles [o Ocidente] levantam o slogan de liberdade de expressão. O que é, claramente, uma enganação.”

GOSPEL PRIME/GRITOS DE ALERTA

Denzel Washington revela como foi cheio do Espírito Santo

Denzel Washington revela como foi cheio do Espírito Santo Ator ganhou dois Oscar e vê sua fé como elemento importante de sua vida e carreira

Denzel Washington revela como foi cheio do Espírito Santo
O ator Denzel Washington de 57 anos é possivelmente um dos atores mais carismáticos de Hollywood. Ele já interpretou vários papéis de destaque e ganhou dois prêmios Oscar, pelos filmes “Tempo de Glória” e “Dia de Treinamento”.
Recentemente, ao filmar o longa O Livro de Eli, mostrou ao mundo um pouco mais de sua vida de fé, como cristão membro da Igreja de Deus em Cristo de West Los Angeles.
Em uma entrevista à revista GQ, Washington, declarou: “Leio a Bíblia todos os dias. Leio a minha palavra diária. Li algo muito legal ontem: “Nós não aspiramos só viver a vida, aspiramos a fazer a diferença”.
Ele contou ainda sobre uma experiência que teve com o Espírito Santo durante um culto em sua igreja. “Foi há trinta anos, na igreja que eu ainda frequento. O pastor estava pregando: “Deixa fluir”. Eu disse, “eu vou deixar”.
Foi então que o ator teve o que descreve como sentiu o Espírito Santo tão perto pela primeira vez. “Eu tive essa tremenda experiência física e espiritual. O que me assustou é que eu estava com a língua enrolada, chorando, suando. Minhas bochechas pareciam que iam explodir. Foi como uma limpeza. Foi algo muito intenso… Liguei para minha mãe, e ela disse que eu estava sendo cheio do Espírito Santo. Eu questionei ‘Isso significa que eu nunca mais poderei beber vinho?”.
Washington acredita na importância da espiritualidade, não só em sua vida, mas também em sua carreira. “A espiritualidade é importante em todos os aspectos da minha vida”, disse. “Quero dizer, é por isso que eu estou aqui. Isso é o que tem me abençoado”.
Durante a entrevista também comentou sobre a morte de Whitney Houston com que contracenou no filme com tom religioso “Um Anjo em Minha Vida”: “Whitney era um doce de pessoa, uma garota humilde. Pra mim, o que aconteceu com ela deveria servir como mais um exemplo para que todos andem na linha… Posso até estar falando algo que não saiba. Pode ser que, pra ela, o limite ainda não tivesse chegado. Mas seu corpo a traiu. Ela sequer notou que estava envelhecendo mais rápido e, naturalmente, não conseguia mais manter o ritmo de antes. Algumas pessoas sobrevivem a Holywood e à fama, outras não”.
Traduzido de Urban Christian News e Noticia Cristiana

GOSPEL PRIME/GRITOS DE ALERTA

Missão liberta dois mil cristãos que estavam aprisionados no Sudão

Missão liberta dois mil cristãos que estavam aprisionados no SudãoConflito entre o norte e o sul dura décadas e resultou na divisão do país
Missão liberta dois mil cristãos que estavam aprisionados no Sudão
Uma grande operação realizada pela missão Barnabas Aid resgatou cerca de 2.000 mulheres e crianças cristãs que estavam presas no Sudão. Depois de uma série de obstáculos políticos e burocráticos, dia 19 de setembro foram realizados com sucesso os 12 voos fretados que saíram de Cartum para a capital do Sudão do Sul, Juba.
A missão de resgate tem se estendido desde então e deve ser concluída nos próximos dias. Os líderes da Igreja e da comunidade local identificaram os cristãos mais necessitados e vulneráveis entre as centenas de milhares de sulistas que estavam “presos” em Cartum.
“Eles serão acolhidos nas instalações de acolhimento temporários criados pelo governo sudanês do Sul antes de chegar até membros da família espalhados por todo o país”, disse um porta-voz do Barnabas Aid, que ressaltou:  ”A Igreja no Sudão do Sul está pronta para ajudá-los com as suas necessidades imediatas”.
Cristãos nascidos no sul que permaneceram no Sudão após a divisão dos dois países foram despojados de sua cidadania pelo governo e receberam um prazo para sair. O presidente Omar al-Bashir deixou claro que eles não são mais bem-vindos no Sudão e repetidamente declara  sua intenção de fazer com que seu país seja formado 100% por islâmicos e que imporá a lei da sharia.
Embora no ano passado muitos foram para o Sul do Sudão por sua própria vontade, o governo sudanês recentemente fechou a fronteira e com isso os sulistas vem sofrendo. A vulnerabilidade dos que ficaram presos no norte intensificou-se na semana passada por causa dos violentos protestos islâmicos que mexeram com todo o Sudão. O Barnabas Aid afirmou que “Além de enfrentarem o perigo de morte, os cristãos empobrecidos do sul têm vivido em condições terríveis nos abrigos improvisados da periferia de Cartum há muitos meses.”
Independente desde 9 de Julho de 2011, pelo voto de 97% dos habitantes, o Sudão do Sul enfrenta sérias dificuldades econômicas. A população da nação mais jovem do mundo é formada majoritariamente por cristãos e animistas. Após anos de guerra com o Sudão, principalmente por causa de motivos religiosos e étnicos, o novo país carece de uma administração estatal eficaz, infraestruturas e serviços básicos, e precisou ser construído quase do zero, pois Cartum nunca permitiu o desenvolvimento do Sul.
Além disso, está privado de 98% das suas receitas desde janeiro, quando paralisou a sua produção de petróleo, por causa dos conflitos com o Sudão sobre a partilha dos recursos petrolíferos. Agora investe, com a ajuda da ONU, num gasoduto em direção ao Djibuti. Os dois Estados continuam envolvidos numa maratona de negociações mediada pela União Africana, para tentar  resolver as suas diferenças e ainda debatem a delimitação de fronteiras.
Organizações cristãs e humanitárias de todo o mundo tem enviado ajuda e havia o temor que os cristãos que ficaram no norte fossem massacrados como uma forma de retaliação do governo do Sudão.
Traduzido de Religion Today

Cristianismo já é maior que Islã no continente africano



Cristianismo já é maior que Islã no continente africano Um quinto dos cristãos do mundo vivem na África.

Cristianismo já é maior que Islã no continente africano
Cristianismo em seu todo, incluindo evangélicos, católicos, coptas e outros ramos, é hoje a maior religião da África, passando à frente do Islã. Um em cada cinco cristãos do mundo vive na África.
Esta é a conclusão de um estudo apresentado pelo sociólogo Massimo Introvigne, durante um congresso organizado pelo Centro de Estudos de Novas Religiões (CESNUR) da Universidade de El Jadida, no Marrocos.
Segundo os novos dados, os cristãos representam hoje 46,53% da população africana, em comparação com 40,46% de muçulmanos e 11,8% das pessoas que seguem religiões tradicionais africanas, conforme divulgou o jornal italiano La Stampa.
Também mostra que, enquanto em 1900 os cristãos da África eram 10 milhões, em 2012 as chegam a mais de 500 milhões. Em 1900 os africanos representavam 2% dos cristãos do mundo e hoje, são 20% do total dos seguidores de Cristo no mundo.
“Esses dados ainda estão sendo consolidados”, disse Introvigne, fundador da CESNUR, “mas têm grande significado histórico, cultural e político”.
Além disso, a pesquisa mostra que 31 países africanos têm maioria cristã, em contraste com os 21 que são islâmicos e seis que possuem religiões predominantemente tradicionais.
“Hoje há mais cristãos africanos praticantes do que os europeus praticantes. Eventualmente, isso vai mudar, não só na África, mas em todo o cristianismo”, comentou.
Obviamente, essa mudança de rumos no continente não agradou a todos. O estudioso acredita que este crescimento pode ser a principal causa do aumento dos ataques contra os cristãos em várias nações africanas. “O ultra-fundamentalismo islâmico considera escandaloso o fato de que há mais cristãos que os muçulmanos na África, por isso articulou para perseguir e matar cristãos em países como Nigéria, Mali, Somália, Quênia”, acrescentou.
Traduzido de Protestante Digital

Volta do Império Romano? Europa terá um único presidente e um exército integrado

A volta do Império Romano? Europa terá um único presidente e um exército integrado 11 países propuseram a unificação do governo para o continente

A volta do Império Romano? Europa terá um único presidente e um exército integrado
Representantes de Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Itália, Polônia, Luxemburgo, Holanda, Portugal e Espanha defendem a necessidade um presidente eleito da União Europeia. Pediram ainda o fim do veto britânico sobre a política de defesa, apontando para um plano de mudança radical para o continente, que vive uma crise econômica.
Num documento divulgado após uma reunião entre os 11 ministros de Relações Exteriores desses países, em Varsóvia, o bloco traçou recentemente uma visão do “futuro da Europa”.
Além de concordarem com a escolha de um só chefe de Estado eleito para governar toda a Europa, o bloco exigiu uma nova política de defesa, sob o controle de um ministério pan-exterior da União Europeia, sob o comando da baronesa Ashton, que “a longo prazo poderia implicar um único exército europeu“.
Desejando “prevenir que um único Estado membro tenha a possibilidade de obstruir iniciativas”, uma referência à oposição britânica da formação de um exército europeu, o grupo liderado pela Alemanha exigiu o fim aos vetos nacionais existentes no tocante à política exterior e de defesa. Isto daria à União Europeia a possibilidade de impor uma decisão sobre a Grã-Bretanha, se tivesse o apoio da maioria dos outros países.
O bloco também planeja uma nova força militar europeia, que patrulharia as fronteiras sem necessidade de passaporte e um visto único para a zona europeia. O plano, que conta com o respaldo de 11 países, deve acelerar a convocatória de um referendo britânico sobre sua adesão à União Europeia.
O documento propõe também novos poderes para o Parlamento Europeu e a divisão da União Europeia, com a criação de uma nova sub-câmara parlamentar para os 17 países da zona do euro.
Em uma declaração conjunta, Guido Westerwelle e Radek Sikorski, ministros de Relações Exteriores da Alemanha e Polônia, pediram a homologação de um único presidente da União Europeia, que executaria e supervisionaria reuniões regulares, e que seria eleito pelo voto direto numa eleição paneuropeia “no mesmo dia em todos os estados membros”.
“Para que Europa volte a ser um ator verdadeiramente forte e um líder global necessitamos de uma forte estrutura institucional”, disseram Westerwelle e Sikorski. “Necessitamos de um presidente eleito diretamente que nomeie pessoalmente os membros de seu “governo europeu”.
“Temos que entender que somos uma comunidade de valores e devemos defender nosso modelo europeu”, declarou Westerwelle. “A crise da dívida se transforma cada vez mais em uma crise de confiança. Acredito que é decisivo e crucial darmos mais transparência e democracia às nossas instituições europeias e, por isso, a ideia de eleições diretas na União Europeia me alegra. Creio que seria uma grande resposta à falta de confiança que existe atualmente na União Europeia”, acrescentou.
Os 11 países também pediram que as mudanças nos tratados europeus, no futuro sejam decididas “por maioria superqualificada dos estados membros da União Europeia,” ao invés de por unanimidade, o que significa que os tratados já não poderiam ser bloqueados por votos “não” nos referendos.
O documento fortalece a recente petição feita pelo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, que a União Europeia se converta numa “federação” e siga um novo tratado europeu ou constituição.
Um porta-voz do governo britânico disse: “Esta é uma contribuição ao debate que acaba de começar. O Reino Unido desempenhará um papel pleno e ativo nesse debate”.
Mario Monti, o primeiro-ministro italiano, defendeu ontem (21), durante o congresso da Internacional Democrata do Centro, que diante da crise do euro é preciso entender que “existe uma globalização que implica a necessidade de um governo da globalização”. Isso obrigaria a “partilha” das soberanias nacionais, para enfrentar os mercados.
O primeiro-ministro italiano afirmou ainda que “alguns Estados-membros da União Europeia estão obrigados a ceder se não conseguirem ter a força para cumprir as regras da vida comunitária”. Segundo ele, essa integração deveria ser feita com especial cuidado, para evitar “problemas de rejeição”, incluindo o que vem ocorrendo com o euro.
Traduzido de Telegraph e Oje.pt

📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO

  📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO Origem Roberto Torrecilhas,...