Um grupo de evangélicos realizou, na manhã desta quarta-feira (17), um protesto pedindo a saída da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) dos deputados petistas, condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no crime do mensalão, José Genoíno (SP) e João Paulo Cunha (SP).
- Wilson Dias/ABrManifestantes evangélicos pedem saída de deputados mensaleiros da CCL
O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC_SP), com o objetivo de argumentar aos ativistas dos movimentos LGBTs que pedem sua saída da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), também já havia se manifestado contra os deputados mensaleiros, O deputado Feliciano chegou a cogitar na semana passada que renunciaria o cargo da CDHM desde que os deputados condenados pelo crime do mensalão também saíssem. O líder do PT, José Guimarães (CE), rechaçou a proposta.
Os evangélicos, que declaram apoio à permanência de Feliciano na CDHM, realizaram um protesto pacífico contra os mensaleiros, sem criar tumulto, que aconteceu logo no início da reunião da CCJ. Segundo a Agência Brasil, o presidente da CCJ, Décio Lima (PT-SC), pediu para quem não fosse funcionário da câmara ou jornalista credenciado, que saíssem do plenário para dar prosseguimento à reunião. Décio justificou o pedido de saída dos manifestantes que, pela grande quantidade de pessoas que estavam presentes no plenário da CCJ e pela conversa, estavam atrapalhando o andamento dos trabalhos.
Segundo um dos organizadores do evento, pastor Edmar, para a Agência Brasil, participaram do protesto cerca de 70 evangélicos vindos de vários estados do Brasil. O pastor ressaltou que o manifesto é uma resposta às críticas contra Feliciano. "Protestamos contra a permanência do Genoíno na CCJ, enquanto estão protestando contra o pastor Marco Feliciano, que é um deputado ficha limpas”. disse o pastor à Agência Brasil.
FONTE . CRHISTIAN POST . VIA GRITOS DE ALERTA
Deputados que compõem o bloco de oposição ao deputado Marco Feliciano (foto) na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara anunciaram hoje que irão renunciar às suas vagas no colegiado.
As manifestações de religiosos sobre homossexuais feitas dentro de templos está fora da sugestão de substitutivo ao projeto de lei (PLC 122/2006) que criminaliza a homofobia.
