Novos
fatos que comprometem a investigação feita pela Delegacia de Combate às
Drogas contra o pastor Marcos Pereira (foto), foram revelados pelo
jornal O Dia.
Um dos policiais que fazem parte da equipe do
delegado Márcio Mendonça, titular da DCOD, é coordenador de um projeto
social desenvolvido pelo AfroReggae, que tem como coordenador-geral José
Júnior, o principal desafeto de Marcos Pereira.
O
policial Roberto Chaves de Almeida, conhecido como Beto Chaves,
coordena o Projeto Papo de Responsa desde 2009, época do lançamento. O
projeto envolve a ministração de palestras em escolas públicas sempre em
parceria de um policial e um ex-traficante que tenha sido ajudado pelo
AfroReggae.
O jornal publicou a foto acima como prova da ligação
do grupo de José Junior com Beto Chaves. Na imagem, aparecem o policial
(de barba e cabelo comprido), o pastor Rogério Menezes (ex-braço direito
de Marcos Pereira e funcionário do AfroReggae) e José Junior (de boné).
A
matéria do jornalista João Antonio Barros classifica a proximidade dos
envolvidos na acusação e investigação como “conflito de interesses”, e
lança dúvidas sobre o fato de cinco das testemunhas de acusação contra o
pastor Marcos Pereira serem funcionárias do AfroReggae.
O
jornalista ainda questiona a forma como as investigações foram
concluídas pelo delegado Mendonça: “O inquérito contra o pastor foi
aberto em 2012 pela ex-diretora Valéria Aragão. Mas foi com Mendonça
que, em apenas dois meses, foi finalizado a toque de caixa e sem que
todas as diligências tivessem sido feitas, o que gerou suspeitas do
advogado Silva Neto, defensor de Marcos Pereira”, escreve Barros em sua
reportagem.
Disputa de verbas
O mesmo
jornal chama atenção para o grande investimento feito nas comunidades
carentes onde tanto Marcos Pereira quanto José Junior atuam. Segundo O
Dia, a somatória de verbas públicas e privadas destinadas às áreas dos
rivais chega a R$ 20 milhões por ano, e isso teria motivado a rixa entre
os dois.
Fonte: Gospel +
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Ex-freira se casa com companheira após seis meses de namoro no RN
Lúcia Janaína Pinheiro e Francineide Moura oficializaram união estável em julho (Foto: Arquivo Pessoal)
Foi um longo tempo de dedicação às orações até que a freira Maria
Francineide Silva de Moura, de 43 anos, decidisse tomar um novo rumo na
vida. No entanto, a decisão de deixar o mosteiro na cidade paulista de Marília para voltar ao Rio Grande do Norte
só ganhou sentido de revelação quando há seis meses ela começou um
relacionamento amoroso com a vendedora Lúcia Janaína Pinheiro, de 37
anos. Nesta sexta-feira (6), a nova fase será oficializada com o
casamento das duas na cidade de São José de Mipibu, na Grande Natal.Para a professora, a religião serviu como refúgio na juventude. "Foi uma forma de esconder minha sexualidade. Não me sentia atraída por meninos", explica. Francineide começou a se preparar para os serviços religiosos aos 16 anos. Com 29, o caminho foi o mosteiro de Marília, onde ficou em clausura por três anos se dedicando às orações. "Uma hora vi que aquilo não tinha nada a ver comigo", conta Francineide, que deixou a vida de freira há pouco mais de uma década.
A decisão, segundo ela, foi dolorosa. Assim como o processo para assumir a homossexualidade, o que só veio a acontecer neste ano, quando reencontrou a amiga Janaína. Tema tabu quando se trata de Igreja Católica, Francineide explica que a homossexualidade não abalou suas crenças. "Acredito nos dogmas, mas não posso viver me anulando. Só busco a minha felicidade", diz.
Para o casamento desta sexta, os planos são simples. "Vamos casar no cartório e depois haverá uma comemoração com salgados e refrigerante", diz, animada, a ex-freira.
FONTE . G1
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
CIDADES DO BRASIL SE PREPARAM PARA O MAIOR PROTESTO DE TODOS OS TEMPOS . 7 DE SETEMBRO , O DIA DA LIBERDADE
O movimento intitulado 'Operação Sete de Setembro', apoiado por grupos como Anonymous Brasil e Brasil Contra Corrupção, se apresenta como apartidário. Entre as principais reivindicações estão o combate à corrupção, a prisão dos condenados no julgamento do mensalão, a reforma tributária e o fim do voto obrigatório. As pautas foram votadas por meio de uma enquete online durante 14 dias e receberam mais de 26 mil votos.
Pelo menos quatro manifestações estão marcadas em pontos distintos do Distrito Federal, como Congresso e Museu Nacional. Em Brasília, cerca de 28 mil pessoas estão confirmadas em diferentes páginas da rede. No Rio de Janeiro, 16 mil pessoas são esperadas no protesto na Cinelândia. Até mesmo brasileiros que moram na Nova Zelândia programaram, na cidade de Christchurch, um ato em solidariedade às manifestações.
VIA GRITOS DE ALERTA / INF. PEGN
ESSA É DEMAIS DA CONTA - Genoino pede aposentadoria por invalidez na Câmara dos Deputados
O deputado José Genoino (Foto: Reprodução
Globo News)
O deputado José Genoino (PT-SP), condenado a 6 anos e 11 meses
de prisão no processo do mensalão, protocolou nesta quarta-feira (4)
um pedido de aposentadoria por invalidez na Câmara dos Deputados,
informou a diretoria-geral da Casa.Globo News)
Suplente na eleição de 2010, o parlamentar petista havia assumido o mandato de deputado federal em janeiro, no lugar de Carlinhos Almeida, eleito prefeito de São José dos Campos (SP).
Segundo o diretor-geral da Câmara, Sérgio Sampaio, para que o pedido de aposentadoria por invalidez seja confirmado, Genoino terá de ser submetido a uma junta médica da Casa. Os médicos da Câmara avaliarão se o petista tem alguma doença listada no rol de enfermidades passíveis de aposentadoria.
Em julho, Genoino foi submetido a uma cirurgia para correção de dissecção de aorta (quando a artéria passa a abrir em camadas, provocando hemorragias) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele ficou internado na instituição de saúde até o dia 8 de agosto.
Se a junta médica confirmar que a doença impede Genoino de trabalhar, ele será aposentado com o salário integral de deputado federal, que, atualmente, é de R$ 26,7 mil.
De acordo com o diretor-geral da Câmara, o parlamentar já havia se aposentado por tempo de serviço pelo Legislativo. O benefício, porém, era proporcional ao tempo em que ele havia atuado no parlamento.
Quando retornou à Câmara, no início do ano, Genoino solicitou a suspensão da aposentadoria para ter condições de atuar como deputado. No entanto, se o pedido de aposentadoria por invalidez for homologado, ele voltará a receber o benefício, só que, desta vez, correspondente ao subsídio integral de parlamentar.
Além disso, manterá o plano de saúde oferecido aos deputados, benefício ao qual ele já tinha direito como aposentado por tempo de serviço.
Cassação
O diretor-geral da Câmara, Sérgio Sampaio, disse acreditar que, na hipótese de a junta médica confirmar que se justifica a aposentadoria por invalidez, Genoino poderá manter o benefício mesmo que posteriormente venha a ter o mandato cassado – o STF já decidiu que, no caso de parlamentares condenados, caberá à Câmara somente decretar a perda do mandato.
Como Genoino apresentou o pedido de aposentadoria por invalidez antes de uma eventual cassação, a Diretoria-Geral da Casa entende que ele terá condições de manter o benefício, desde que a doença seja confirmada pelos médicos. Mas Sampaio ressalvou que a Casa terá de analisar o assunto posteriormente, no momento em que for publicado o acórdão definitivo do julgamento do mensalão.
“Acredito que ele [Genoino] tenha o direito [a manter a aposentadoria]. O fato de ter dado entrada antes [da conclusão do processo], acho que irá prevalecer a aposentadoria”, avaliou o diretor-geral.
Condenações
Genoino é ex-presidente do PT e foi condenado, em 2012, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por formação de quadrilha e corrupção ativa por envolvimento no esquema do mensalão. No último dia 28, o Supremo confirmou, por unanimidade, a pena de prisão de 6 anos e 11 meses.
Nas eleições de 2010, após cinco mandatos como deputado federal, o petista não se reelegeu e ficou como suplente.
Em 2012, atuou como assessor especial do Ministério da Defesa, cargo do qual pediu demissão em outubro, quando assumiu a vaga aberta na Câmara com a saída de Carlinhos Almeida, que passou a exercer o mandato de prefeito de São José dos Campos.
VIA GRITOS DE ALERTA / INF. G1
COISAS DA PRESIDENTA DILMA - Novo embaixador em Angola é ex-deputado com 2 condenações
O governo Dilma Rousseff indicou para ser o novo embaixador em Angola,
na África, o ex-deputado federal José Carlos Fonseca Jr., que tem
condenações por envolvimento com a "máfia dos sanguessugas" e peculato,
além de responder a ação penal sob acusação de ferir a lei de
licitações.
Embaixador em Mianmar (Sudeste Asiático) desde 2010, ele está recorrendo
das condenações que sofreu, ambas em primeira instância. Fonseca Jr.,
53, é diplomata de carreira desde os anos 80, além da trajetória
política. Ele foi deputado pelo antigo PFL (hoje DEM) capixaba.
A Folha apurou que a ficha do ex-deputado provocou reclamação da embaixada de Angola junto ao Itamaraty, que viu sinal de desprestígio.
O agrément (autorização) dos angolanos, passo fundamental para a nomeação, foi dado a contragosto.
A indicação do governo brasileiro segue agora ao Senado, onde ele será sabatinado antes de assumir o cargo.
No último 23 de agosto, o Itamaraty soltou nota afirmando que "o governo brasileiro tem a satisfação de informar que o governo da Angola" aprovou o nome de Fonseca Jr. para o posto.
Eleito deputado em 1998, ele licenciou-se do mandato para ser secretário da Fazenda por quase dois anos do governo do tucano José Ignácio Ferreira (1999-2002), no Espírito Santo. Foi também assessor do ex-ministro da Fazenda Pedro Malan.
Após sua atuação no governo do Estado, ele foi condenado, na primeira instância, por peculato --desvio de recursos públicos--, sob suspeita de envolvimento em escândalo de transferência ilegais de crédito de ICMS.
O embaixador recorreu em 2012, e o processo tramita no Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Além disso, por sua atuação como deputado federal, cargo que reassumiu em janeiro de 2001, Fonseca Jr. foi condenado em 2010 em primeira instância por improbidade administrativa.
Foi determinada a devolução de R$ 189 mil aos cofres públicos sob acusação de envolvimento no chamado esquema dos "sanguessugas".
Revelado pela Polícia Federal, o esquema consistia em aprovação de emendas orçamentárias para a compra de ambulâncias superfaturadas para municípios do interior dos Estados.
O embaixador também recorreu da decisão. Uma ação penal, na área criminal, está em andamento no STF.
Para o Ministério Público Federal, "o ex-deputado [...] apresentou emendas orçamentárias sob encomenda da quadrilha, [...] em benefício de empresas montadas para a apropriação de recursos públicos federais, havendo, em contrapartida, recebido vantagens patrimoniais indevidas".
Ainda no STF, o embaixador responde a outra ação penal por "não observância" da lei de licitações nos contratos de publicidade quando era secretário de Fazenda no Espírito Santo.
NEGÓCIOS
Diferente de Mianmar, sem grande importância estratégica para o Brasil, Angola é dos postos mais relevantes para o país.
Ex-colônia portuguesa, é rica em petróleo e abriga investimentos de companhias como Petrobras e Odebrecht.
De 2000 a 2013, o BNDES financiou US$ 2,7 bilhões para empresas brasileiras em Angola. No ano passado, os principais produtos exportados pelo Brasil foram açúcar, carne e farinha de milho, totalizando US$ 1,14 bilhão.
OUTRO LADO
O advogado de José Carlos Fonseca Jr., Marcelo Bessa, afirmou que "todos os processos a que ele responde são em decorrência do breve período em que ele foi político". "Ele está recorrendo. [...] Não há nenhum constrangimento".
Bessa afirmou que "há um erro crasso" na denúncia em relação à ação penal a que o embaixador responde por ter ferido a lei de licitações.
"Ele era secretário de Fazenda e não de Comunicação. Os secretários [de Fazenda] assinavam de acordo com o que era indicado pela Secretaria de Comunicação".
Sobre a condenação por irregularidades envolvendo ICMS, Bessa afirmou que "também é em decorrência do exercício do cargo".
Em relação à acusação de envolvimento na "máfia dos sanguessugas", Bessa afirmou que há uma imputação em relação ao assessor, que teria recebido um valor, e o Ministério Público "presumiu que ele também teria agido em favor dessa máfia".
O Itamaraty afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que "em relação à Justiça, ele [Fonseca Jr.] já cumpriu com as sentenças e, do ponto de vista legal, está tudo bem". A embaixada de Angola em Brasília disse que não comentaria o assunto.
FOLHA
A Folha apurou que a ficha do ex-deputado provocou reclamação da embaixada de Angola junto ao Itamaraty, que viu sinal de desprestígio.
A indicação do governo brasileiro segue agora ao Senado, onde ele será sabatinado antes de assumir o cargo.
No último 23 de agosto, o Itamaraty soltou nota afirmando que "o governo brasileiro tem a satisfação de informar que o governo da Angola" aprovou o nome de Fonseca Jr. para o posto.
Eleito deputado em 1998, ele licenciou-se do mandato para ser secretário da Fazenda por quase dois anos do governo do tucano José Ignácio Ferreira (1999-2002), no Espírito Santo. Foi também assessor do ex-ministro da Fazenda Pedro Malan.
Após sua atuação no governo do Estado, ele foi condenado, na primeira instância, por peculato --desvio de recursos públicos--, sob suspeita de envolvimento em escândalo de transferência ilegais de crédito de ICMS.
O embaixador recorreu em 2012, e o processo tramita no Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Além disso, por sua atuação como deputado federal, cargo que reassumiu em janeiro de 2001, Fonseca Jr. foi condenado em 2010 em primeira instância por improbidade administrativa.
Foi determinada a devolução de R$ 189 mil aos cofres públicos sob acusação de envolvimento no chamado esquema dos "sanguessugas".
Revelado pela Polícia Federal, o esquema consistia em aprovação de emendas orçamentárias para a compra de ambulâncias superfaturadas para municípios do interior dos Estados.
O embaixador também recorreu da decisão. Uma ação penal, na área criminal, está em andamento no STF.
Para o Ministério Público Federal, "o ex-deputado [...] apresentou emendas orçamentárias sob encomenda da quadrilha, [...] em benefício de empresas montadas para a apropriação de recursos públicos federais, havendo, em contrapartida, recebido vantagens patrimoniais indevidas".
Ainda no STF, o embaixador responde a outra ação penal por "não observância" da lei de licitações nos contratos de publicidade quando era secretário de Fazenda no Espírito Santo.
NEGÓCIOS
Diferente de Mianmar, sem grande importância estratégica para o Brasil, Angola é dos postos mais relevantes para o país.
Ex-colônia portuguesa, é rica em petróleo e abriga investimentos de companhias como Petrobras e Odebrecht.
De 2000 a 2013, o BNDES financiou US$ 2,7 bilhões para empresas brasileiras em Angola. No ano passado, os principais produtos exportados pelo Brasil foram açúcar, carne e farinha de milho, totalizando US$ 1,14 bilhão.
OUTRO LADO
O advogado de José Carlos Fonseca Jr., Marcelo Bessa, afirmou que "todos os processos a que ele responde são em decorrência do breve período em que ele foi político". "Ele está recorrendo. [...] Não há nenhum constrangimento".
Bessa afirmou que "há um erro crasso" na denúncia em relação à ação penal a que o embaixador responde por ter ferido a lei de licitações.
"Ele era secretário de Fazenda e não de Comunicação. Os secretários [de Fazenda] assinavam de acordo com o que era indicado pela Secretaria de Comunicação".
Sobre a condenação por irregularidades envolvendo ICMS, Bessa afirmou que "também é em decorrência do exercício do cargo".
Em relação à acusação de envolvimento na "máfia dos sanguessugas", Bessa afirmou que há uma imputação em relação ao assessor, que teria recebido um valor, e o Ministério Público "presumiu que ele também teria agido em favor dessa máfia".
O Itamaraty afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que "em relação à Justiça, ele [Fonseca Jr.] já cumpriu com as sentenças e, do ponto de vista legal, está tudo bem". A embaixada de Angola em Brasília disse que não comentaria o assunto.
FOLHA
Revista explica causa de perseguição a senador evangélico Segundo o veículo, ele teria denunciado o narcotráfico do governo comunista da Bolívia
A edição desta semana mostra que embaixador boliviano assumiu o cargo
diplomático há um ano com a missão expressa de fazer frente às denúncias
contra os narcofuncionários.
O motivo primordial da perseguição política que levou o senador Roger
Pinto Molina a pedir asilo na Embaixada do Brasil em La Paz foi um
dossiê que ele entregou no Palácio Quemado, sede do Executivo boliviano,
em março de 2011. O pacote trazia cópias de relatórios escritos por
agentes da inteligência da polícia boliviana em que se desnudava a
participação de membros do partido do presidente Evo Morales, o
Movimento ao Socialismo (MAS), e de funcionários de alto escalão do seu
governo no narcotráfico.
Alguns desses documentos posteriormente também foram obtidos por VEJA e
serviram de base para a reportagem “A República da cocaína”, de 11 de
julho de 2012. Neles, afirma-se que o atual ministro da Presidência da
Bolívia, Juan Ramón Quintana, e a ex-modelo Jessica Jordan entraram na
casa do narcotraficante brasileiro Maximiliano Dorado, em Santa Cruz de
la Sierra, no dia 18 de novembro de 2010. Os dois saíram cada um com
duas maletas tipo 007.
A intenção do senador hoje refugiado no Brasil era que o presidente
Morales mandasse investigar as denúncias, e assim contribuísse no
combate à indústria da pasta de coca — matéria-prima contrabandeada para
o Brasil para a produção de cocaína e crack — e à rede de corrupção
ligada a ela.Nenhum suspeito foi interrogado. Em vez disso, Morales
iniciou a perseguição ao senador Pinto Molina e nomeou para o posto de
embaixador no Brasil o advogado Jerjes Justiniano, que assumiu há um ano
com a missão expressa de fazer frente às denúncias contra os
narcofuncionários da Bolívia. Morales poderia ter escolhido alguém menos
comprometido com o assunto para desempenhar esse trabalho.
O filho do embaixador, o também advogado Jerjes Justiniano Atalá, tem
entre seus maiores clientes justamente funcionários do governo acusados
de narcotráfico. Pior do que isso. Atalá, que no passado dividiu o
escritório com o pai, foi o advogado do americano Jacob Ostreicher, que
investiu 25 milhões de dólares em plantações de arroz na Bolívia em
parceria com a colombiana Cláudia Liliana Rodriguez, sócia e mulher de
Maximiliano Dorado. O filho do embaixador defendeu o sócio da mulher do
traficante brasileiro, aquele que recebeu em sua casa o ministro
denunciado por Pinto Molina. Trata-se, no mínimo, de uma coincidência
constrangedora para o papel que Justiniano veio desempenhar no Brasil.
Igualmente constrangedor é um vídeo de quatro minutos que mostra o
embaixador visitando a fábrica do narcotraficante italiano Dario Tragni,
em Santa Cruz de la Sierra, no início de 2010. Na ocasião, Justiniano
era candidato ao governo de Santa Cruz pela legenda do presidente
Morales. Ele foi derrotado na eleição, que ocorreu em abril. No tour
pela fábrica de madeira Sotra, Justiniano percorreu as dependências do
local ciceroneado por um Tragni falante e irrequieto.
“Esta é uma das máquinas mais produtivas da América Latina”, disse
Tragni, apontando para um de seus equipamentos. Justiniano perguntou:
“Estão exportando para onde?”. O italiano respondeu orgulhoso que para
Espanha, Itália, Estados Unidos e Alemanha. Participou também da visita
amigável Carlos Romero, atual ministro do Governo da Bolívia e
responsável pela segurança interna do país. O incrível desse episódio é
que poucos meses antes, em novembro de 2009, a polícia encontrara na
Sotra diversos recipientes com cocaína, somando 2,4 quilos.
No quarto de Tragni, foram apreendidos uma balança e um liquidificador
com vestígios de cocaína. Um dos conhecidos meios para transportar
drogas usado pelos traficantes bolivianos é escondê-las dentro de
compensados de madeira para exportação.
Em tempo: em outubro do ano passado, o ator americano Sean Penn foi
nomeado por Morales como embaixador mundial da coca. Nem precisava. A
Bolívia já tem Jerjes Justiniano despachando em Brasília.
Fonte: Fé em Jesus / Com informações da Veja
Cristão é preso na Coreia do Norte
O coreano-americano Kenneth Bae foi preso em 12 de novembro de 2012, na
cidade norte-coreana Rajin-Sonbong, uma das zonas econômicas da Coreia
do Norte mais especiais para os investidores estrangeiros. Amigos e
familiares descrevem Bae como um cristão comprometido que queria ajudar o
povo norte-coreano. Dez meses depois de sua prisão, Bae está vivendo em
condições ruins e necessita desesperadamente de oração.
No momento de sua prisão, Bae atuava como guia de um grupo de turistas
em Rajin-Sonbong. Sua detenção repentina surpreendeu seus familiares e
outras pessoas que o conhecem. Os promotores norte-coreanos rapidamente o
acusaram de ser anti-norte-coreano, planejar um golpe de Estado
religioso e criar bases na China, com o objetivo de derrubar a República
Popular Democrática da Coreia, encorajando os cidadãos norte-coreanos a
derrubar o governo e realizar uma campanha de “difamação maligna”. Em
30 de abril deste ano, ele foi condenado a 15 anos de trabalhos
forçados.
Sua família anunciou, em meados de agosto, que Bae foi transferido do
campo de trabalhos forçados para um hospital, porque a sua saúde
deteriorou-se de modo grave. Ele perdeu mais de cinquenta quilos e
sofria de vários problemas de saúde, como diabetes e pressão alta, além
de um problema nas costas e no fígado.
Pedidos de oração
• Ore para que Deus mostre a sua fidelidade e misericórdia para Bae.
• Peça para que a fé de Bae cresça mais forte, apesar das circunstâncias que ele tem enfrentado.
• Interceda por Bae, para que ele receba atenção médica adequada e que a Coreia do Norte o liberte em breve.
• Clame para que Deus dê conforto e força aos amigos e parentes de Bae.
Fonte: Portas Abertas
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