Faleceu na manhã desta quarta-feira (9 de setembro), aos 101 anos de idade, em São Paulo (SP), o Reverendo Enéas Tognini, fundador da Igreja Batista do Povo e do Seminário Teológico Batista Nacional.


Pr. Enéas Tognini
De acordo com o Pr. Jonas Neves, atual líder da Igreja Batista do Povo, Tognini foi um dos maiores responsáveis pelo movimento de renovação espiritual da Igreja Evangélica Brasileira e pela criação da Convenção Batista Nacional.
Filho de imigrantes italianos e nascido em 20 de abril de 1914, no município de Avaré, SP, Tognini formou-se em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro.
Sua influência estendeu-se sobre líderes não apenas da Igreja Batista, mas de diversas outras denominações evangélicas. Na década de 1960, Tognini foi um dos grandes líderes do avivamento espiritual, que destacava verdades muitas vezes perdidas entre os protestantes tradicionais, como o batismo no Espírito Santo e dons sobrenaturais do Espírito Santo.
Ainda na década de 1960, quando os comunistas estavam tentando derrubar o governo do Brasil para implantar uma ditadura, Tognini mobilizou as igrejas evangélicas para um dia de oração e jejum contra a ameaça vermelha. Em matéria de 2011, a revista Istoé confirma o importante papel de Tognini:
“O líder batista carismático Enéas Tognini convocou milhares de evangélicos para um dia nacional de oração e jejum, para que Deus salvasse o País do perigo comunista. Aos 97 anos, o pastor Tognini segue acreditando que Deus, além de brasileiro, se tornou um anticomunista simpático ao movimento militar golpista. ‘Não me arrependo [de ter se alinhado aos militares contra a ameaça comunista]. Eles fizeram um bom trabalho, salvaram a Pátria do comunismo’, diz.”
A matéria da Istoé, depreciando Tognini e outros evangélicos anticomunistas e louvando os evangélicos comunistas, foi repostada no tabloide sensacionalista Genizah, e refutada no meu artigo: “Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide “apologético” Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil”
O blogueiro antievangélico Paulo Lopes, aproveitando as notícias sobre as investigações que a Comissão da Verdade iria fazer contra padres e pastores que se opuseram à implantação do comunismo no Brasil, mencionou o nome de Tognini.
O Pr. Tognini foi apontado pelo blogueiro raivoso como “um religioso que ficou do lado da repressão militar”, numa óbvia e maliciosa insinuação de que Tognini um “criminoso”.
O crime do pastor batista? Ele convocou os evangélicos de todo o Brasil para um dia de jejum e oração para que o Brasil e seu povo fossem salvos da ameaça comunista.
A Bíblia diz que a oração de um justo muito pode em seus efeitos. Só Deus sabe os efeitos do dia de jejum e oração que Tognini realizou contra o golpe comunista no Brasil.
Ele cumpriu a vontade de Deus em sua geração e agora partiu para estar com o Senhor a quem ele tanto serviu.
Que a Convenção Batista Nacional recorde a memória e ministério dele se distanciando da TMI.
Com informações do Portal Guiame. Julio Severo .
GRITOS DE ALERTA

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