quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Seis Ferramentas Essenciais Para Uma Liderança Próspera


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Em qualquer liderança é preciso haver concordância. Nos mais diversos setores administrativos existe o grupo da rejeição. A igreja é comparada a uma Grande Empresa, não me refiro no sentido de capital, mas no de liderança. Na igreja existem vários setores onde algumas pessoas são primeiramente escolhidas e separadas por Deus, em seguida, pela orientação de Deus são chamadas pelo pastor para estarem responsáveis por um determinado setor ( como cargos eclesiásticos, direção de grupos de louvor, escola dominical, entre outros).
Mas a questão é: o que é preciso para ser um bom líder? Antes de pensar em qualquer outra coisa, é preciso que o líder tenha comunhão e intimidade com Deus. Veremos agora o que mais o líder precisar ter:
1. Atenção - parar para ouvir os liderados, analisando as propostas de melhoramento e aprimoramento, não esquecendo de ver se é para o crescimento da obra de Deus e Seu louvor;
2. Compreensão - buscar compreender as situações dos liderados, o porque das faltas, das certas atitudes, entre outros;
3. Segurança - existe aquele grupo que as vezes resiste à liderança, não querendo obedecer as regras que são impostas pelo líder, e diante desse grupo é preciso ter segurança daquilo que é imposto;
4.Concordância - disse Jesus: "Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra a cerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus" Mt.18:19. Sem a concordância a obra de Deus pode sofre;
5. Sabedoria - neste caso, a sabedoria é concedida por Deus, pois, para trabalhar com o ser humano ela é uma ferramenta indispensável. Um exemplo de um líder sábio foi o rei Salomão, que pediu a Deus um coração entendido (sábio) para julgar ao povo de Deus, e o Senhor lhe concedeu a petição lhe dando um coração entendido (1Rs. 3: 9 - 12); 
6. Humildade - tudo o que você fizer lembre-se que é graças a Deus, pois você não tem nada se não vier da parte dEle. Seja humilde também, para com os liderados, pois eles aos olhos do Pai Eterno é igual a você.
Como um líder na casa de Deus você deve está sempre com o seu coração preparado para buscar as orientações do Senhor. Peça para Ele te mostrar qual a Sua vontade. Peça-o que, te ensine como ser um verdadeiro líder. Como qualquer outro, você encontrará inúmeros problemas, dificuldades, resistências, mas não deixe de fazer a Obra de Deus, pois se Ele te escolheu pra esta tão grande Obra, então capacitará para exercê-la. Confie sempre no Senhor! 

Deus é Contigo!!
Cristiane Correia...
 
Fonte quandoavozdedeussoa.blogspot.com

Entendendo o idioma do Antigo Testamento

Entendendo o 
idioma do Antigo Testamento

Faecad lança Curso Livre de Hebraico
É consenso entre especialistas que o conhecimento dos originais bíblicos colabora para uma melhor compreensão do Texto Sagrado. Atendendo demanda, a Faculdade Evangélica de Tecnologia, Ciência e Biotecnologia da CGADB (FAECAD) acaba de lançar o curso livre de hebraico instrumental. Os encontros serão realizados uma vez por semana a partir do dia 02 de fevereiro, sob orientação do professor Wallace Anderson, de larga experiência no ensino do idioma. 
Segundo ementa da instituição, o objetivo do curso é ler, entender e traduzir textos do Antigo Testamento; e preparar sermões e estudos a partir do texto hebraico original. O conteúdo será dividido nos níveis básico, médio e avançado.
O estágio inicial de aprendizado da língua abordará breve histórico do hebraico enquanto língua semita; leitura do Antigo Testamento no original através da alfabetização; introdução às noções básicas da gramática  hebraica. Leitura, compreensão e interpretação do texto bíblico do Antigo Testamento. O estudo avançado, por sua vez, fará abordagem dos verbos fracos e fortes da língua hebraica; diagnóstico, leitura e tradução dos textos bíblicos do Antigo Testamento.
Serviço:
A FAECAD está localizada Avenida Vicente de Carvalho, 1083, Vila da Penha - Rio de Janeiro – RJ. Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (21)3015-1000, ou pelo e-mail faecad@faecad.com.br
Fonte: Faecad
Por Lucas Ricardo / Redação CPADNews

Temática homossexual invade a mídia

Temática homossexual 
invade a mídia

Por vezes, o espaço deles é privilegiado
A temática homossexual chega à TV com força total em 2011. Novelas, programas, ‘reality show’, todos foram invadidos pelo universo gay. Assunto antes abordado apenas de forma leve em alguns folhetins, e que chegou a ser rejeitado na novela ‘Torre de Babel’ , de 1998 — com duas personagens lésbicas mortas porque o público não queria ver este tipo de discussão em pleno horário nobre —, o tema agora virou tendência. O cantor porto-riquenho Ricky Martin, por exemplo, lançou um livro autobiográfico que gira em torno de seu orgulho em ser gay.
Na próxima terça-feira, 1º de fevereiro, estreia o primeiro game gay na Globo, o ‘Gay Me’, quadro de ‘Amor & Sexo’, com apresentação de Mauricio Branco, que volta à TV depois de 10 anos. “Quando aceitei fazer o programa, a primeira coisa que me veio à cabeça foi a possibilidade de abrir mais a mente do público e acredito que esse movimento só vem a contribuir”, afirma o ator.

Dos oito programas comandados por Fernanda Lima a serem exibidos, o jogo estará em três, e o foco é a homossexualidade masculina. Em cada módulo do ‘Gay Me’, três participantes disputarão um prêmio. “O game que terá duração de 20 minutos, quase o programa inteiro, e um cenário próprio”, explica o diretor Ricardo Waddington.

A TV gay brasileira está tão em voga que virou até manchete do jornal inglês ‘The Guardian’, intitulada ‘Brasil espera o beijo gay’, sobre a novela ‘Insensato Coração’. Na nova novela das 21h, seis personagens são gays — do mais caricato ao homofóbico que renega a sua condição.

Segundo Ricardo Linhares, um dos autores da trama, a proposta não é levantar bandeiras. “Os personagens refletem a diversidade que existe na nossa sociedade. O foco não é falar de discriminação. Não que ela não exista na vida real, mas prefiro fazer uma ação afirmativa, mostrando integração e respeito à diversidade”, afirma. Leonardo Miggiorin que interpreta Roni, um gay mais expansivo, acha que existe uma cultura de rir desses personagens. “O intuito é divertir as pessoas, mas o assunto acaba entrando em suas casas. Acho que o preconceito está começando a ser quebrado”, acredita o ator.

Outra trama que aborda a temática é ‘Ti-ti-ti’. André Arteche, intérprete de Julinho, começou namorando Osmar (Gustavo Leão) e será a nova paixão de Thales (Armando Babaioff), que é casado com Jaqueline (Claudia Raia) e viverá uma vida dupla.

Até mesmo no ‘Big Brother Brasil’ o tema bateu recorde. Outras edições já tiveram participantes homossexuais, incluindo o vencedor do ‘BBB 5’, o agora deputado federal Jean Wyllys, mas no ‘BBB 11’ são quatro candidatos ‘assumidos’: Daniel, Diana, Lucival e a transexual Ariadna, que foi tirada da casa na primeira semana.

Mesmo com tanto destaque, há quem acredite que o preconceito ainda está aí. “Temos a maior parada gay do mundo e somos o país mais intolerante. Festejamos em público e matamos no privado. Me sinto contribuindo para minimizar essa intolerância”, diz Rafael Dragaud, roteirista de ‘Amor & Sexo’.
 
Heterofóbicos
Ao comentar a recente entrevista de Ricky Martin à revista Veja, o pastor Ciro Sanches Zibordi comentou em seu blog que o cantor está tentando induzir os outros a pensarem que ser homossexual denota muito mais que ser diferente dos heterossexuais. Significa ser superior a eles. "Ao falar a respeito de como deseja ser definido por seus filhos, na escola, Martin afirmou: ´Quero mais é que eles falem a seus amigos: ‘Meu pai é gay e ele é muito legal. Seu pai não é gay. Triste o seu caso’. Quero que eles sintam orgulho em fazer parte de uma família moderna´. Ora, quer dizer então que um pai heterossexual é inferior a um pai homossexual? O filho de um pai heterossexual não pertence a uma família moderna? É um filho triste pelo fato de seu pai não ser um homossexual? Esse pensamento de Martin me parece preconceituoso e discriminador, próprio de quem não respeita as diferenças", escreveu o pastor.
Em texto, o pastor também relembrou a afirmação de Martin de que "Todo gay nasce gay. A vida social às vezes se opõe a essa natureza, e aí começa o conflito”: "Essa tese não pode ser confirmada, à luz da ciência. O que é normal e natural, cientificamente, é ser homem e mulher. Aliás, a Bíblia diz que Deus nos criou assim: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” (Gn 1.27)".

O artigo do pastor Ciro termina com o pastor legitimando o direito de uma minoria pedir que a maioria a respeite, mas isso não lhes dá o direito de se auto-proclamar superior. "Os homossexuais — que são, de fato, diferentes da maioria das pessoas, visto que não aceitam a sua constituição fisiológica — gostam de acusar de homofobia os que possuem opinião contrária à deles. Fica aqui uma pergunta para reflexão: Como devemos definir o comportamento de quem, ao assumir a homossexualidade, procura convencer a todos de que pertence a uma super-raça, moderna e mais evoluída? Eu o definiria como preconceituoso, discriminador e heterofóbico", finaliza o pastor Ciro.

Redação CPAD News / Jornal O Dia / Blog do Ciro

Decepcionados com a Igreja Muitos são os cristãos abandonam o convívio das igrejas locais e decidem exercer sua religiosidade em modelos alternativos

A Igreja Evangélica brasileira está cansada. E é um cansaço que vem provocando mudanças fortes de paradigmas com relação aos modelos eclesiásticos tradicionais. Ele afeta milhões de pessoas que se cansaram de promessas que não se cumprem, práticas bizarras impostas de cima para baixo, estruturas hierárquicas que julgam imperfeitas ou do mau exemplo e do desamor de líderes ou outros membros de suas congregações. Dessa exaustão brotou um movimento que a cada dia se torna maior e mais visível: o de cristãos que abandonam o convívio das igrejas locais e decidem exercer sua religiosidade em modelos alternativos – ou, então, simplesmente rejeitam qualquer estrutura congregacional e passam a viver um relacionamento solitário com Deus. O termo ainda não existe no vernáculo, mas eles bem que poderiam ser chamados de desigrejados.

No cerne desse fenômeno está um sentimento-chave: decepção. Em geral, aqueles que abandonam os formatos tradicionais ou que se exilam da convivência eclesiástica tomam tal decisão movidos por um sentimento de decepção com algo ou alguém. Muitos se protegem atrás da segurança dos computadores, em relacionamentos virtuais com sacerdotes, conselheiros ou simples irmãos na fé que se tornam companheiros de jornada. Há ainda os que se decepcionam com o modelo institucional e o abandonam não por razões pessoais, mas ideológicas. Outros fogem de estruturas hierárquicas que promovam a submissão a autoridades e buscam relações descentralizadas, realizando cultos em casa ou em espaços alternativos.

A percepção de que as decepções estão no coração do problema levou o professor e pastor Paulo Romeiro a escrever Decepcionados com a graça (Mundo Cristão), livro onde avalia algumas causas desse êxodo. Embora tenha usado como objeto de estudo uma denominação específica – a Igreja Internacional da Graça de Deus –, a avaliação abrange um momento delicado de todo o segmento evangélico. Para ele, o epicentro está na forma de agir das igrejas, sobretudo as neopentecostais. “A linguagem dessas igrejas é dirigida pelo marketing, que sabe que cliente satisfeito volta. Por isso, muitas estão regendo suas práticas pelo mercado e buscam satisfazer o cliente”. Romeiro, que é docente de pós-graduação no Programa de Ciências da Religião da Universidade Mackenzie e pastor da Igreja Cristã da Trindade, em São Paulo, observa que essas igrejas não apresentam projetos de longo prazo. “Não se trata da morte, não se fala em escatologia; o negócio é aqui e agora, é o imediatismo”. Segundo o estudioso, a membresia dessas comunidades é, em grande parte, formada por gente desesperada, que busca ajuda rápida para situações urgentes – uma doença, o desemprego, o filho drogado. “O problema é que essa busca gera uma multidão de desiludidos, pessoas que fizeram o sacrifício proposto pela igreja mas viram que nada do prometido lhes aconteceu.” Se a mentalidade de clientela provocou um efeito colateral severo, a ética de mercado faz com que os fiéis passem a rejeitar vínculos fortes com uma única igreja local, como aponta tese acadêmica elaborada por Ricardo Bitun. Pastor da Igreja Manaim e doutor em sociologia, ele usa um termo para designar esse tipo de religioso: é o mochileiro da fé. “Percebemos pelas nossas pesquisas que muitas igrejas possuem um corpo de fiéis flutuantes. Eles estão sempre de passagem; são errantes, andam de um lugar para outro em busca das melhores opções”, explica. Essa multiplicação das ofertas religiosas teria provocado um esvaziamento do senso de pertencimento, com a formação de laços cada vez mais temporários e frágeis – ao contrário do que normalmente ocorria até um passado recente, quando era comum que as famílias permanecessem ligadas a uma instituição religiosa por gerações.

Para Bitun, a origem desse comportamento é a falta de um compromisso mútuo, tanto do fiel para com a denominação e seus credos quanto dessa denominação para com o fiel. O descompromisso nas relações, um traço de nosso tempo, impede que raízes de compromisso – não só com a igreja, mas também em relação a Deus – sejam firmadas. “Enquanto está numa determinada igreja, o indivíduo atua intensamente; porém, não tendo mais nada que lhes interesse ali, rapidamente se desloca para outra, sem qualquer constrangimento, em busca de uma nova aventura da fé”, constata.

Modelo desgastado – O desprestígio do modelo tradicional de igreja, aquele onde há uma liderança com legitimidade espiritual perante os membros, numa relação hierárquica, já não satisfaz uma parcela cada vez maior de crentes. “As decepções ocorrem tanto por causa de líderes quanto de outros crentes”, aponta o pastor Valdemar Figueiredo Filho, da Igreja Batista Central em Niterói (RJ). Para ele, um fator-chave que provoca a multiplicação dos desigrejados é a frustração em relação a práticas e doutrinas. “Nesses casos, geralmentequem se decepciona é quem se envolve muito, quem participa ativamente da vida em igreja”. Com formação sociológica, o religioso diz que o fenômeno não se restringe à esfera religiosa, já que todo tipo de tradição tem sido questionada pela sociedade. “Há uma tendência ampla de se confrontar as instituições de modo geral”, diz Valdemar, que é autor do livro Liturgia da espiritualidade popular evangélica (Publit).

O jovem Pércio Faria Rios, de 18 anos, parece sintetizar esse tipo de sentimento em sua fala. Criado numa igreja tradicional – ele é descendente de uma linhagem de crentes batistas –, Pércio hoje só freqüenta cultos esporadicamente. “Sinto-me muito melhor do lado de fora”, admite. “Estou cansado da igreja e da religião”. A exemplo da maioria das pessoas que pensam como ele, o rapaz não abriu mão da fé em Jesus – apenas não quer estar ligado ao que chama de “igreja com i minúsculo”, a institucional, que considera morta. “Reconheço o senhorio de Cristo sobre a minha vida e sou dependente da sua graça”, afirma. E qual seria a Igreja com i maiúsculo, em sua opinião? “O Corpo de Cristo, que continua viva, e bem viva, no coração de cada cristão.”

Boa parte dos desigrejados encontra no território livre da internet o espaço ideal para exposição de seus pontos de vista. É o caso de uma mulher de 42 anos que vive em Cotia (SP) e assina suas mensagens e posts com o inusitado pseudônimo de Loba Muito Cruel. À reportagem de CRISTIANISMO HOJE, ela garante que é uma ovelha de Jesus, mas conta que durante muito tempo foi incompreendida e rejeitada pela igreja. “Desde os nove anos, estive dentro de uma denominação cheia de dogmas e regras rígidas, acusadora e extremamente castradora”. Na juventude, afastou-se do Evangelho, mas o pior, diz ela, veio depois. “Retornei ao convívio dos irmãos tatuada e cheia de vícios, e ao invés de ser acolhida, não senti receptividade alguma por parte da igreja, o que acabou me afastando mais ainda dela. Percebi o quanto os crentes discriminam as pessoas”, queixa-se.

Loba conta que, a partir dali, começou uma peregrinação por várias igrejas. Não sentiu-se bem em nenhuma. “Percebi que nenhum dos líderes vivia o que pregava. Isso foi um balde de água fria na minha fé”, relata. Hoje, ela prefere uma expressão de fé mais informal, e considera possível tanto a vida cristã como o engajamento no Reino de Deus fora da igreja – “Desde que haja comunhão com outros irmãos de fé, que se reúnam em oração e para compartilhar a Palavra, evangelizar e atuar na comunidade”, enumera.

Igreja virtual – Gente comoPércio e Loba compartilham algo em comum, além da busca por uma espiritualidade em moldes heterodoxos: são ativos no ambiente virtual, seja por meio de blogs ou através de ferramentas como o twitter e outras redes sociais. É cada vez maior a afluência de pessoas das mais diversas origens denominacionais à internet, em busca de comunhão, instrução e edificação. O pastor Leonardo Gonçalves lidera a Iglesia Bautista Misionera em Piura, no Peru. Mestre em teologia, edita o blog Púlpito cristão. “Quando comecei esse trabalho, passei a conhecer muitas pessoas que estavam insatisfeitas com os rumos que o evangelicalismo brasileiro estava tomando”, revela. “Neste processo, alguns começaram a ver o blog como uma alternativa à Igreja, ou até mesmo como uma igreja virtual”. Leonardo lida com esse tipo de público diariamente no blog. “Geralmente, são pessoas extremamente ressentidas. Consideram-se vítimas de líderes abusivos e autoritários e relatam que tiveram sua autonomia violada e a identidade quase banida em nome de uma mentalidade de rebanho que não refletia os ideais de Cristo.”

Outro que considera natural essa migração em busca de uma comunhão cristã que prescinde da igreja tradicional é o marqueteiro e teólogo presbiteriano Danilo Fernandes, editor do blog e da newsletter Genizah Virtual. Voltado à apologética, seu trabalho tem causado polêmicas e enfrentado resistências, inclusive de líderes eclesiásticos. “Pessoas cansadas de suas igrejas estão buscando pregadores com boas palavras, o que as leva à internet”. Para ele, buscar comunhão virtual em chats e outras mídias sociais é uma tendência. “A massa está desconfiada por traumas do passado; é gente machucada, marcada, ferida, gente que viu seus ídolos caírem”, conclui. Ele mesmo tem atendido diversas pessoas que o procuram para desabafar ou pedir conselhos.

Um resultado dessa busca por comunhão no ambiente virtual é o surgimento de grupos como o Clube das Mulheres Autênticas (CMA). Nascido de uma brincadeira entre mulheres cristãs que se conhecem apenas virtualmente, o grupo tem como lema “Liberdade de ser quem realmente se é”. A bacharel em direito Roberta Oliveira Lima, de 31 anos, é uma das integrantes. Ex-membro da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG), ela afastou-se de muitas das práticas ensinadas no modelo congregacional e se diz em busca de uma igreja “sem excessos”. Ela se define como “uma pessoa desigrejada, mas não desviada dos princípios do Evangelho”. Segundo Roberta, o CMA supre carências que a igreja local já não preenchia mais. “Nosso espaço tem sido um local de refúgio, acolhimento e alegrias”, relata.

Ela garante que, até o momento, o grupo não sentiu falta de uma figura sacerdotal. “Aquilo que nos propomos a buscar não requer tal figura”, alega. “Pelo contrário, temos entre nós alguns feridos da religião e abusados por figuras sacerdotais clássicas. O nosso objetivo maior é compartilhar a vida e o Evangelho que permeia todos os centímetros de nossa existência”, descreve, ressaltando que, para isso, não é necessário adotar uma postura proselitista. “Mas nosso objetivo jamais será o de substituir a igreja local”, enfatiza.

“Galho seco” – “Falta de acolhimento pela comunidade, o desgaste provocado pelo estilo centralizador e carismático de liderança e frustração com as ênfases doutrinárias contribuem para esse fenômeno”, concorda o pastor Alderi Matos, professor de teologia histórica no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, em São Paulo. Mas ele destaca outro fator que empurra as pessoas pela porta de saída dos templos: “É quando uma igreja e seus líderes se envolvem em escândalos morais e outros”.

A paraibana C., de 37 anos, é um exemplo de gente que fez esse penoso percurso. Ela relata uma história de abusos e falta de princípios bíblicos na congregação presbiteriana de que foi membro por mais de quinze anos, culminando com um caso de violência doméstica de que foi vítima – sendo que o agressor, seu marido, era pastor. “Havia perdido completamente a alegria de viver, ao me deparar com uma realidade bem distante daquela que o Evangelho propõe como projeto para a vida”. C. fala que conviveu em um ambiente religioso adoecido pela ausência do amor de Cristo entre as pessoas: “Contendas sem fim, maledicência impiedosa e muitos litígios entre pessoas que se diziam irmãs”.

Este ano, C. pediu o divórcio do marido e tem frequentado um grupo alternativo de cristãos. “Rompi com a religião. Hoje, liberta disso, tudo o que eu desejo é Jesus, é viver em leveza e simplicidade a alegria das boas novas do Evangelho”. Ela explica que, nesse grupo, encontrou pessoas que vivenciaram experiências igualmente traumáticas com a religião e chegaram com muitas dores de alma, precisando ser acolhidas e amadas. “Temos nos ajudado e temos sido restaurados pouco a pouco. No âmbito do grupo, um ambiente de confiança foi formado, de modo que compartilhar é algo que acontece naturalmente e com segurança.”

“As pessoas anseiam por ver integridade na liderança. Quando o discurso não casa com a prática, o indivíduo reconhece a hipocrisia e se afasta”, avalia o bispo primaz da Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida (ICNV), Walter McAlister. Para ele, se os modelos falidos de igrejas que não buscam o senso de comunhão e discipulado – como os que denuncia em seu livro O fim de uma era (Anno Domini) – não mudarem, o êxodo dos decepcionados vai aumentar. Apesar de compreender os motivos que levam as pessoas a abandonarem a experiência congregacional, o bispo é enfático: “Nossa identidade cristã depende da coletividade e, portanto, de um compromisso com uma família de fé. Sem isso, a pessoa não cresce nas virtudes cristãs e deixa de viver verdadeiramente a sua fé. Como um galho solto, seca e morre”.

“O fenômeno dos desigrejados é péssimo. Somos um corpo, nunca vi orelhas andando sozinhas por ai”, diz Paulo Romeiro. O pastor Alderi, que também é historiador, recorre à tradição cristã para defender a importância da igreja na vida cristã. “Da maneira como a fé cristã é descrita no Novo Testamento, ela apresenta uma feição essencialmente coletiva, comunitária. A lealdade denominacional é importante para os indivíduos e para as igrejas. Quem não tem laços firmes com um grupo de irmãos provavelmente também terá a mesma dificuldade em relação a Deus”, sentencia.

Sinais do Reino – Dentro dessa linha de pensamento, é possível até mesmo encontrar quem fez uma jornada às avessas, ou seja, da informalidade religiosa para o pertencimento denominacional. Responsável pelo blog Lion of Zion, Marco Antonio da Silva, de 31 anos, é membro da Comunidade da Aliança, ligada à Igreja Presbiteriana do Brasil, em Recife (PE). Ele afirma que redescobriu sua fé na igreja institucional. “Para alguns militantes virtuais mais radicais, isso seria uma heresia, mas tenho uma família com necessidades que uma igreja local pode suprir – e a congregação da qual faço parte supre essa lacuna muito bem”, afirma.

“Existe desgaste, autoritarismo e inoperância em todos os lugares onde o homem está”, reconhece o pastor e missionário Nelson Bomilcar. Ele prepara um livro sobre o tema, baseado nas próprias observações do segmento evangélico a partir de suas andanças pelo país. “Podemos ficar cansados e desencorajados, mas temos que perseverar e continuar amando e servindo a Igreja pela qual Jesus morreu e ressuscitou”. Como músico e integrante do Instituto Ser Adorador, Bomilcar constantemente percorre congregações das mais variadas confissões denominacionais – além de ser ligado a seis igrejas locais, ele congrega na Igreja Batista da Água Branca, em São Paulo. “Continuo acreditando na Igreja do Senhor. Estou na Igreja porque fui colocado nela pelo Espírito Santo. É possível viver o Evangelho na comunidade, apesar de todas as suas ambiguidades, para balizarmos aqui e ali sinais do Reino de Deus. Tenho sido testemunha disso”.



Mauricio Zágari

CHEGADA DOS NEO PENTECOSTAIS - Igreja Universal marca esta nova fase do pentecostalismo

Tudo começou em 9 de julho de 1977, quando se abriram oficialmente as primeiras portas da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

Sem condições de alugar um imóvel, o então pastor Edir Macedo iniciou as suas primeiras reuniões num coreto do Jardim do Méier, zona norte do Rio de Janeiro.

Orientado pelo Espírito Santo e revestido de uma fé inabalável, as suas palavras logo deram início à Igreja, que atualmente é a maior responsável pelo crescimento evangélico no mundo.
Uma antiga fábrica de móveis no número 7.702 da Avenida Suburbana foi alugada, parecendo ser o local ideal para iniciar a obra. O galpão se tornou o grande templo da Abolição, com capacidade inicial para 1,5 mil fiéis. Mas logo precisou ser ampliado e, atualmente, comporta 2 mil pessoas confortavelmente sentadas.

Quando o jovem Macedo alugou o galpão, algumas pessoas consideraram o gesto uma loucura, já que o aluguel do imóvel era muito caro. Essa ousadia, entretanto, contribuiu para fazer da Universal o que ela é hoje: uma Igreja que não pára de crescer.
A cada dia, bispos e pastores travam várias lutas. No entanto, na árdua trajetória, eles são motivados pelo fato de que em todo lugar há sempre alguém em busca de paz interior, precisando de orientação. O objetivo da IURD é sempre apresentar a todos a salvação através do Senhor Jesus Cristo.

Atualmente, a Igreja Universal acumula grandes multidões em todos os seus templos em quase 180 países do mundo.

Ministério de Artes Marciais Chutes, Saltos e Rasteiras Para Cristo

wansai-international-christian-post"Encera para a esquerda, encera para a direita" são apenas algumas palavras que vêm imediatamente à mente sempre que a palavra "karate" é dita por aí, sem trocadilhos.
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    (Foto: Wansai Internacional)
    Equipe Wansai do ministério internacional é visto aqui durante seu alcance nas Filipinas, no Verão de 2010.
Para todos nós, novatos, karate poderia muito bem ser apenas outra coisa agressiva, esporte de ferir um-ao-outro-até-morrer, com um monte de "ha-yah"s e grunhidos no meio. O "Fight Club" mais organizado se você quiser. Mas para um grupo em particular, as artes marciais são uma oportunidade – para testemunhar e depor em uma ... forma explosiva.
"As artes marciais não se trata de luta. Nós aprendemos artes marciais para que nós não tenhamos que lutar," explica Scott "Brickhouse" Brown, co-fundador da Wansai internacional, ao Christian Post na terça-feira.
O professor de escola de dia, sensei de noite, o líder explica: "Recebemos um monte de crianças que são inseguras, sendo incomodadas e intimidadas, e construímos a sua auto-estima e os ensinamos a andar na vida sem ter que usar artes marciais" - insere outro momento aqui de Miyagi-Daniel do Karate Kid.
Brown acrescenta: "O resultado é que nós queremos melhorar a sua alma e seu relacionamento com Deus. Se eles não têm, queremos ajudá-los a encontrar um."
Mostra de armas, movimentos de auto-defesa, e quebras de tábuas não são as ferramentas tradicionais de evangelização usadas para alcançar pessoas para Cristo. Mas este é o método que está funcionando para o grupo International Wansai com sede no Texas.
A Wansai International é uma organização sem fins lucrativos, que acredita que "o rei é Jesus Cristo e a espada é a Palavra de Deus." Wansai "significa" Espada do Rei."
Usando uma variedade de caminhos para construir o reino de Deus, local e internacionalmente, Wansai olha para as necessidades e as tentativas para encontrá-lo através de benevolência, evangelismo e relacionamentos.
Fundada por Scott "Brickhouse" e Theresa Brown, ambos possuindo as faixas preta de quarto grau de karatê Bushido-Kai, os membros permanentes do Wansai incluem seus dois filhos Erin "Champ" Brown, Kyrie "Fireball" Brown, e "The Rev" Matthew Williams.
Erin tem faixa preta de segundo grau enquanto sua irmã mais nova Kyrie é classificada atualmente na faixa marrom primeiro grau.
O que normalmente iria assustar as pessoas – punhos voadores, espadas, e as placas, oh meu - está atraindo muitos para o ministério singular estabelecido para construir preparar pessoas físicas e espirituais de auto-defesa ao desenvolver relacionamentos significativos através da oração e estudo da Bíblia.
Bushido Kai, o tipo de karate que os Browns ensinam, significa o caminho do guerreiro. "A maneira que eu ensino isso significa que no coração de cada guerreiro está a cruz. Jesus disse: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim,'" comenta Brown.
"O objetivo do nosso karate não é para ferir as pessoas, mas para que ninguém se machuque, no final."
As aulas de karate Bushido Kai únicas de Wansai começam sempre em oração, terminam em oração e, ocasionalmente, apresentam uma mensagem falada pelo próprio Brown entre os kata dachi e waza uchi - se você entender minha linguagem de karate.
Um dojo reconhecido da Associação Norte-americana Bushido Kai (o grupo sem fins lucrativos pai das missões de espírito), Guerreiro de Deus Bushido-Kai é apenas uma dimensão da sua organização dinâmica, que inclui o fornecimento de alimentos ou suprimento para aqueles em necessidade, ajudando os idosos, distribuição de Bíblias traduzidas, equipagem de pastores e estudantes da Bíblia, e a realização da mostra de arte marcial por todo o mundo que apresenta o Evangelho e enfrenta as situações da vida real do ponto de vista bíblico.
Um dos dramas, "Breakthrough," trata de um protagonista, normalmente desempenhado pela filha mais velha de Erin, que foi presa e arrastada para longe da família por maus desejos como rebeldia, brigas, e orgulho - que são escritos em uma tábua de madeira, traduzida para a língua do país específico.
Encontrando-se presa e sozinha, ela percebe que deve voltar para Deus e orar por sabedoria para ajudá-la a superar os desejos. Deus a capacita a "quebrar" as tábuas e encontrar restauração com sua família.
Nas Filipinas, onde as famílias estão constantemente sob ataque, "Breakthrough" repercutiu grandemente em todo o povo.
Demonstrando a crucificação e ressurreição de Cristo através de meios não-verbais, a sua "redenção" também é capaz de transcender as barreiras linguísticas e chegar direto ao coração do público.
"Este grupo de artes marciais centrado em Cristo trouxe muito mais do que as tábuas quebradas típicas e blocos de concreto quebrados. Trouxe com eles uma paixão para alcançar pessoas que usam suas habilidades e talentos," disse Darin Madeira da Igreja Batista Central em Jacksonville, Texas.
Todos os fundos angariados através de aulas ou programas apoiam diferentes missões no exterior: um orfanato em Moçambique, uma escola na Guatemala, e, atualmente, uma casa de passagem na fronteira do Texas e do México, ministrando aos imigrantes que não têm lugar para virar.
"Tentamos ser o mais semelhante a Cristo como podemos na nossa vida quotidiana. Sabemos o que vale a pena proteger, e sabemos que não vale a pena proteger," conclui o faixa-preta sensei Brown.
Embora Brown não seja o Sr. Miyagi, ele e o resto da equipe Wansai ensinam a todos que o "segredo para o karate está na mente e no coração" de Cristo - Não nas mãos."

Igreja Peruana Protesta contra Proposta de Legalizar Matrimônio Gay

O arcebispo de Lima, se manifestou contra a proposição por parte de candidatos presidenciais de legalizar o matrimônio gay no Peru.
O Cardeal Juan Luis Cipriani, máxima autoridade católica no Peru, disse no sábado que há uma agenda oculta que quer legalizar as uniões homossexuais e desconhecer que o matrimônio é a união complementária entre um homem e uma mulher.
O programa radial Diálogo de Fé criticou as propostas de alguns candidatos presidenciais e parlamentares para legalizar o mal chamado “matrimônio gay” ou as “uniões civis” entre pessoas do mesmo sexo. Indicou que no fundo ambas são as mesmas.
O Estado peruano como instituição jurídica não é confessional e não tem que refletir as crenças de determinada religião, mas deve basear suas leis no respeito à ordem natural, disse.
“O Estado, não confessional, vê que a relação natural desde o ponto de vista antropológico, filosófico, anatômico, é que a natureza querida por Deus é a complementaridade entre um homem e uma mulher na instituição matrimonial,” afirmou.
Em 17 de janeiro passado, o porta-voz e candidato à vice-presidência do partido Perú Posible, Carlos Bruce, disse ao diário El Comercio que sua agrupação –que lidera as pesquisas-, incentivará o “matrimônio gay” se ganhar as eleições presidenciais de 10 de abril.
A proposta também recebeu o apoio de outros presidenciáveis e aspirantes ao congresso por em 2011 como Kenji Fujimori, filho do ex-presidente Alberto Fujimori.
Outros candidatos presidenciais Luis Castañeda (Solidariedade Nacional), e Pedro Pablo Kuczynski (Aliança para a Grande Mudança), se opuseram aos “matrimônios gay,” mas disseram estar a favor de uma figura legal como as “uniões civis.”
Uns 71,5% dos peruanos estão contra as bodas homossexuais, segundo uma pesquisa nacional da CPI difundida no ano passado em Lima.

fonte Cristian Post

Pastor recorre à justiça porque bandeira de sua cidade tem a frase “Ave Maria”

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bandeira de sua cidade tem a frase Ave MariaUma polêmica envolvendo o pastor Adilson Machado, de Sidrolândia (MS), tomou grande repercussão nacional. Como se não bastasse ficar simplesmente constrangido pela bandeira da cidade ter a frase “Ave Maria”, ele entrou num processo judicial para que essas palavras sejam retiradas.
Segundo Adilson, as autoridades não cumprem o artigo 19 da Constituição, deixando muitos fiéis constrangidos por não acreditarem em imagens. O processo foi aberto em novembro e, provavelmente, a primeira audiência ocorrerá em março.
A liderança evangélica já reuniu centenas de assinaturas favoráveis à medida, há expectativa de que cheguem a mais de mil.
O que vem a ser contestado por parte dos que desaprovam tal medida é que o pastor que critica a menção de “Ave Maria” na bandeira da cidade também utiliza um córrego local, que tem nome de um santo católico, para realizar batismos.
Artigo 19 da Constituição Federal
É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.
Fonte: Gospel Prime

Espantoso: mulher pendura, mata e incendeia sua pitbull porque mordeu a sua Bíblia!



Autoridades acusaram uma mulher da Carolina do Sul (EUA) por maltrato animal, já que esta pendurou a pitbull de seu sobrinho em uma árvore com um cabo elétrico e ateou fogo no corpo do animal. Causa: o animal de estimação havia mordido a sua Bíblia, informou o portal Corrientes Hoy.
Os oficiais de controle animal disseram, nesta segunda-feira, que disse a eles que matou a cadela chamada Diamante porque era uma “cadela do diabo” e porque estava preocupada quanto ao animal fazer alguma maldade às crianças do bairro.
Smith permanece encarcerada no Condado de Spartanburg, depois de sua prisão no final de semana, já que não pagaram fiança alguma. As autoridades disseram que ela não tem um advogado e que enfrentará de 180 dias a cinco anos de prisão se for declarada culpada.
Fonte: N

Relatório de Missões Mundiais é aprovado em Assembleia

O Pr. João Marcos Barreto Soares, diretor executivo de Missões Mundiais da CBB, apresentou o relatório da JMM ao plenário reunido no Ginásio Caio Martins, em Niterói/RJ, para a Câmara Setorial de Missões da 91a Assembleia da Convenção Batista Brasileira. O relatório foi aprovado por unanimidade pelos mensageiros presentes.
Na abertura, o Pr. João Marcos saudou os presentes e agradeceu, entusiasticamente, o apoio dos irmãos e das igrejas batistas do Brasil, pois os resultados a apresentados eram fruto do esforço de cada um.
Ele começou falando dos resultados alcançados no último ano convencional (outubro de 2009 a setembro de 2010), com destaque para o apoio aos necessitados do Haiti, que sofreram com o terremoto em janeiro do ano passado. Além disso, o diretor executivo apresentou um resumo das conquistas na Ásia, nas Américas, na África e no Oriente Médio, que geraram mais de 20 mil decisões, 3 mil batismos, 766 novas frentes, 50 igrejas organizadas, entre outros dados.
O diretor executivo da JMM também apresentou ao plenário o tema e objetivos da Campanha de Missões Mundiais 2011: “Eles também precisam da graça do Pai”, com ênfase nos povos não-alcançados. De acordo com o Pr. João Marcos, os muçulmanos são conhecidos do grande público, através da mídia, de uma maneira deturpada, geralmente associada a guerras e terrorismo. Porém, ele fez questão de ressaltar que são um povo que desconhece a graça do Pai, que é o amor revelado em Cristo, vicvendo debaixo de uma Lei opressora. Por isso é preciso conhecê-los, não da forma como são apresentados normalmente pela mídia, mas como alvos da graça de Deus. “Nosso objetivo é apresentar aos batistas brasileiros quem são os muçulmanos, para que possamos conhecê-los, amá-los e evangelizá-los”, disse o executivo da JMM.
Ao falar dos objetivos do Planejamento Estratégico para os próximos 3 anos, como alcançar 100 mil batismo, 20 mil decisões e enviar 300 novos missionários, destaque para o objetivo de evangelizar as crianças, em especial através do PEPE. A missionária Terezinha Candieiro, coordenadora do Programa, falou sobre os avanços do PEPE e as perspectivas de crescimento para os próximos anos, tudo alinhado ao planejamento da JMM.
O Pr. João Marcos ainda respondeu a várias perguntas dos mensageiros presentes, sempre enfatizando o compromisso de Missões Mundiais com as igrejas batistas do Brasil, de servir e mobilizá-las, viabilizando a obra missionária global.
Por Sérgio Dias
Fonte: JMM

Renascer Praise e Cassiane marcam festa de aniversário da IVC

A Igreja Vivendo em Cristo completou um ano em Valinhos (SP) e promoveu um mega evento gospel no CACC Adoniran Barbosa, que ficou completamente lotado na última quarta-feira, dia 19. O evento Adoradores Vivendo em Cristo reuniu artistas da gravadora IVC Comunicação, da própria igreja, além de artistas renomados no cenário nacional como, por exemplo, o Grupo Renascer Praise, liderado pela Bispa Sonia Hernandes, Pregador Luo, e Cassiane.
A pastora Ester deu início a programação através de um momento de oração e na sequência já teve início as apresentações musicais com a alegria e talento de Talita Pagliarin e do Pastor Dayan Alencar. No culto de gratidão a Deus pelo aniversário da igreja, a pastora Ester convidou todas as autoridades da cidade para subirem ao palco e o pastor José Rodrigues orou consagrando prefeito, vice-prefeito, e vereadores.
Esta é a primeira vez que uma igreja evangélica da cidade realiza um evento desta grandeza e reúne tantas pessoas no mesmo local. “Buscamos a excelência em tudo que nós fazemos para o Senhor, aquilo que o Senhor nos deu queremos sempre buscar a excelência. Não queremos ser o melhor, mas achamos que em tudo aquilo que iremos fazer para o Senhor, devemos buscar a excelência”, ressalta a pastora.
Nas dependências do CACC, muitas pessoas acompanhavam os shows e nos mais diferentes ritmos musicais, numa demonstração de fé e amor a Deus. Olhos fechados, mãos levantadas… sentimento de devoção. “Isso é muito importante porque é um trabalho de continuidade, é o começo daquilo que eu vejo, é o crescimento da obra de Deus, daquilo que Deus colocou em nossas mãos”, recorda.
Além disso, a pastora também destacou outra característica positiva do Ministério da Igreja Vivendo em Cristo. “Nós temos algo de muito especial que é unir o povo de Deus e não separar. Achamos que o povo de Deus tem que ser um povo unido”, conclui. A Igreja Vivendo em Cristo se localiza na rua Doutor Aurélio Franzes, 157, Jardim Paiquerê.
Fonte: Folha de Valinhos

Pastores sorocabanos realizam "1º Concílio Ministerial de 2011"

Desde domingo, 23, todos os pastores da APSo – Associação Paulista Sorocabana - estão reunidos no Cevisa - Centro de Vida Saudável - que fica no município de Engenheiro Coelho - interior paulista - para o “I Concílio Ministerial de 2011”.
Durante quatro dias a administração da APSo pretende apresentar as metas e desafios da Associação para este ano. Através de meditação e oração os missionários adventistas tem buscado fortalecimento para incentivar o reavivamento e a reforma espiritual em suas igrejas. Implantando assim o principio básico do cristão de amar ao próximo como a ti mesmo.
Na tarde desta segunda-feira, o Pastor Ivan Canhadas, líder de Mordomia Cristã para todo o Estado de São Paulo foi o convidado do evento e falou sobre a importância dos membros devolverem os dízimos e as ofertas para a casa de Deus. Ele traçou maneiras de se buscar 100% da fidelidade dos membros.
Por Patrícia Pieper
Fonte: APSo

Plano Daniel: Médicos que fizeram a projeto de emagrecimento do Pastor Rick Warren estariam ligados a seitas anti-bíblicas

Mas os que criticam o que ele está fazendo apontam para o fato de que os médicos que criaram o programa ao que tudo indica não têm as convicções evangélicas que a igreja de Warren professa, adotando em vez disso várias formas de misticismo oriental e os princípios de uma seita cristã, o swedenborgismo.
Tendo feito o compromisso de perder 40 quilos, Warren disse que se colocou sob os cuidados dos médicos Mehmet Oz, Daniel Amen e Mark Hyman no outono passado e trabalhou com cada um para desenvolver o “Plano Daniel”.
Oz, apresentador do “Programa do Dr. Oz” ganhador do Emmy e é professor de cirurgia na Universidade de Columbia, diz que se inspira em Emanuel Swedenborg, o fundador de uma seita no século XVIII que ensinava que todas as religiões levam a Deus e negava as doutrinas cristãs ortodoxas como a expiação de Cristo pelos pecados, a trindade e a deidade do Espírito Santo.
Amen, que é um escritor best-seller e professor de psiquiatria na Universidade da Califórnia em Irvine, ensina meditação das religiões orientais e Reiki, prática com base em energias da Nova Era.
Hyman, escritor de livros na lista dos mais vendidos do jornal New York Times, promove meditação mística baseada em princípios budistas.
Steve McConkey, que dirige um site chamado Christian Investigator (Investigador Cristão), chamou de “preocupante que um pastor elevado dos Estados Unidos esteja promovendo falsos mestres”.
“Estamos vivendo o ponto mais baixo de espiritualidade dos Estados Unidos com líderes fracos”, ele disse.
A assessoria da Igreja Saddleback não respondeu a uma ligação de WND pedindo um comentário.
McConkey apontou para o fato de que os seguidores do que se chama swedenborgianismo acreditam que todas as religiões conduzem a Deus e que o Cristianismo tem de passar por um renascimento. O grupo também nega a existência do diabo como pessoa e crê que a Bíblia não foi inspirada por Deus. Quando as pessoas morrem, acreditam os seguidores, elas se tornam anjos ou espíritos malignos.
Emanuel Swedenborg disse que teve uma visão em 1745 em que ele viu criaturas rastejando nas paredes. Ele afirmou que Deus então lhe apareceu como um homem e lhe disse que promovesse os novos ensinamentos ao mundo.
Warren planeja ter debates individuais com Amen e Hymen no seminário de hoje, que irá das 8h30min até às 12h30min na Igreja Saddleback em Lake Forest, Calif. Oz aparecerá via uma mensagem de vídeo.
O seminário será também transmitido ao vivo pela Igreja Saddleback.
A igreja diz que todos os seus mais que 5 mil grupos pequenos implementarão o “Plano Daniel”, que é parte do “Década de Destino”, um plano de 10 anos que está sendo lançado neste mês “para ajudar indivíduos a terem sucesso e serem o que Deus os designou para ser em todos os aspectos da vida”.
Warren, autor do livro best-seller “Uma Vida Com Propósitos”, disse que está “honrado de estar fazendo parceria com esses especialistas de saúde reconhecidos internacionalmente”.
“Deus diz que a saúde é importante, e é isso o que queremos estar estudando com profundidade”, Warren disse.
Ele disse que os muitos americanos que resolvem a cada ano perder peso e colocar-se em forma precisam ter a motivação certa se querem ter êxito.
“Esperamos fornecer incentivo, com base em princípios bíblicos, para ajudar a fazer uma mudança real de estilo de vida para uma saúde melhor”, Warren disse.
O “Plano Daniel”, que durará 52 semanas, está sendo baseado, de acordo com a Igreja Saddleback, no relato bíblico de Daniel e seus três amigos, Sadraque, Mesaque e Abednego, que recusaram ter parte nas ricas comidas e vinho do rei da Babilônia e desafiaram o superintendente do rei a fazer um teste de planos de refeição.
Daniel e seus três colegas comeram uma dieta de 10 dias de verduras e água que os tornaram mais saudáveis e mais bem alimentados dos que os outros.
“Cresci num lar onde a mesa de jantar era a característica principal de nossa existência”, Warren disse. “Nunca prestei muita atenção à minha saúde, já que ela nunca foi importante para mim. Mas no começo deste ano tive um momento de clareza e compreendi que todos precisamos fazer uma mudança, e que eu não posso ajudar ninguém se primeiro não começo comigo”.
Warren citou estatísticas que indicam que de cada 10 americanos, 7 estão acima do peso e que o diabetes e doenças cardiovasculares estão aumentando. “Os Estados Unidos estão ficando mais e mais gordos, e temos de fazer algo sobre isso”, disse ele.
Depois do seminário de saúde, profissionais médicos e voluntários estarão à disposição nas dependências da Igreja Saddleback para registrar números de saúde de modo que os indivíduos possam iniciar o “Plano Daniel”, disse a Igreja Saddleback. Os participantes poderão criar seus próprios perfis online através do site da igreja para guiá-los através do plano e manterem um registro de melhorias e resultados de saúde.
Fonte: Júlio Severo

Após ação secreta movida pelo governador do Rio, Supremo Tribunal irá decidir legalização do aborto e casamento gay

A certa altura, Celso de Mello listou os três temas que considera mais espinhosos: união civil entre homossexuais, aborto e cotas universitárias. Segundo ele, “um dos primeiros casos a ser julgados é o da união civil homossexual, a união civil gay”.
O caso teve origem numa ação movida pelo governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Deu entrada no STF em março de 2008. No texto, Cabral anota que o Código Civil brasileiro reconhece como legítima a união estável entre casais heterossexuais. Pede ao Supremo que estenda o mesmo regime jurídico aos servidores do Estado que vivem em “união homoafetiva”.
O relator do processo é o ministro Carlos Ayres Britto. Prevê-se que dará razão a Cabral, igualando heterossexuais e homessexuais em direitos. Chamado a opinar, o Ministério Público manifestou-se em julho de 2009. O parecer leva a assinatura da vice-procuradora-geral Deborah Duprat. Ela dá razão a Cabral: “A negativa do caráter familiar à união entre parceiros do mesmo sexo representa uma violência simbólica contra os homossexuais…”
Duprat pede que a decisão do STF não se restrinja ao âmbito do Rio, reivindica que o tribunal dê ao pedido “caráter nacional”, pede que os ministros declarem a “obrigatoriedade do reconhecimento, como entidade familiar, da união entre pessoas do mesmo sexo… Desde que atendidos os mesmos requisitos exigidos para a constituição da união estável entre homem e mulher”.
Por precaução, a Procuradoria da República ajuizou, ela própria, uma ação sobre o mesmo tema apenas para “assegurar que a eventual conclusão de procedência do pedido [de Cabral] assuma foro nacional”.
Vai à pauta também, segundo Celso de Mello, “outro tema talvez mais delicado ainda, que envolve a questão do aborto”. O processo trata do “problema da antecipação terapêutica do parto”. Celso de Mello esmiuçou: “Nós vamos dizer se a mulher tem ou não o direito de praticar esta antecipação terapêutica de parto, que nada mais é do que eufemismo para aborto… Na hipótese de um feto ser portador de anencefalia, vale dizer não ter cérebro ou ter desenvolvimento muito rudimentar do tecido cerebral”.
Neste caso, o relator é o ministro Marco Aurélio de Mello. A autora da ação é a CNTS (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde). Foi ajuizada em 2004.
Fonte: Tudo Agora

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

JÁ ESTA NO AR O SITE DE NOSSA RÁDIO - www.gritosde alerta.com - A RÁDIO DO GRITO EM FAVOR DO POVO DE DEUS

EM POUCOS DIAS ESTAREMOS TRANSMITINDO NOSSA PROGRAMAÇÃO AO VIVO , COM O PROGRAMA DIA FELIZ COM CRISTO , TODOS OS DIAS A PARTIR DAS 7  DA MANHA .
E O PROGRAMA PALAVRA VIVA , COM UMA MENSAGEM ESPECIAL DE DEUS PARA SUA VIDA ,  COM O PASTOR ROBERTO TORRECILHAS E CONVIDADOS , TODOS OS DIAS A PARTIR DAS 22 Horas.

MUITO LOUVOR , ADORAÇÃO , ESTUDOS  E MAIS .


AGUARDEM , O SITE JÁ ESTA NO AR.


www.gritosdealerta.com

A rádio do povo de Deus.

AO VIVO , DIARIAMENTE LEVANDO A PAPAVRA DE DEUS .

para seus pedidos de oração e oferecimento de Louvor - ubpes@yahoo.com.br

O que é a mulher no Islamismo? Como as Mulheres são Tratadas no Islamismo ?

No islamismo, a mulher é considerada um "brinquedo" (daí porque usei a palavra "que" em vez de "quem"). Isto é tirado literalmente do que o profeta Maomé e o Justo Califa Umar Ibn Al Khattab (um dos sogros de Maomé) declararam; do verdadeiro tratamento que as mulheres recebem nos dias de hoje na maioria dos países islâmicos; e da diferentes doutrinas do islamismo a respeito das mulheres (casamento no islamismo, direitos da mulher, status da mulher em comparação com os homens, os deveres da mulher para com o seu marido, etc.).

Em seu livro, Al-Musanaf (Vol. 1, parte 2, página 263), Abu Bakr Ahmed Ibn Abd Allah (um dos sábios muçulmanos) disse: "Umar (o Justo Califa) estava certa vez falando, quando sua esposa o interrompeu, e ele disse a ela: ‘Você é um brinquedo, se precisar de você, eu a chamo’". Amru Bin Al Aas (também um Califa) disse: "Mulheres são brinquedos; escolha uma" (Kans-el-Ummal, Vol. 21, Hadith N° 919). O próprio Maomé disse: "A mulher é um brinquedo, quem quiser levá-la, deve cuidar dela", segundo Ahmed Zaki Tuffaha, na página 180 do livro Al-Mar ah wal-islam (A Mulher e o Islamismo).


A Superioridade do Homem Sobre a Mulher





Sura 4.34 (um capítulo do Alcorão) declara: "Os homens têm autoridade sobre as mulheres porque Alá fez um superior à outra". Na página 36 deste livro, A Mulher e o Islamismo, Ahmed Zaki Tuffaha escreveu: "Deus estabeleceu a superioridade do homem sobre a mulher pelo verso acima (Sura 4.34), o que não permite a igualdade entre o homem e a mulher. Porque aqui o homem está sobre a mulher devido à sua superioridade intelectual. . ."

Como cristãos, podemos nos alegrar com o que a Bíblia diz: "Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus" (Gálatas 3.28).

No Islamismo, não somente a mulher é considerada um brinquedo e inferior ao homem, mas as mulheres são consideradas como tendo muitas deficiências.


A mulher é deficiente em inteligência e em religião.


No livro de Sahih Al Bukhari, que os muçulmanos consideram o livro mais autêntico depois do Alcorão, lemos: "Certa vez, o Apóstolo de Alá disse a um grupo de mulheres: ‘Não conheço ninguém mais deficiente em inteligência e religião do que vocês. Um homem prudente, sensível pode ser desencaminhado por qualquer uma de vocês’. As mulheres perguntaram: "Ó Apóstolo de Alá, qual a deficiência da nossa inteligência e da nossa religião?" Ele disse: "Não é a evidência de duas mulheres igual ao testemunho de um homem?" Elas responderam que sim. Ele disse: "Essa é a deficiência da sua inteligência"... "Não é verdade que as mulheres não podem orar nem jejuar durante a menstruação?" As mulheres responderam que sim. Ele disse: "Essa é a deficiência da sua religião". Este Hadith é inteiramente aceito, o que lhe dá um alto grau de autenticidade no islamismo. Por isso ele é aceito e usado por eminentes estudiosos como Ghazali, Ibn Al Arabi, Razi e muitos outros.


A mulher é deficiente em gratidão.


Em Sahih Al Bukhari (Parte 1, Hadith N° 28), lemos: "As mulheres são mal agradecidas aos seus maridos pelos favores e o bem [atos de caridade feitos a elas]. Se você sempre tiver sido bom [benevolente] a alguma delas e então ela vir alguma coisa em você [que não seja do agrado dela], ela vai dizer: ‘Nuca recebi nenhum bem de você’".


As mulheres são semelhantes a uma costela curvada.


Em Sahih Al Bukhari (Pasrte 7, Hadith N° 113) está afirmado: "A mulher é como uma costela; se você tentar endireitá-la, ela se quebra. Portanto, se você quer tirar proveito dela, faça-o mesmo sendo ela defeituosa". Todos concordam com este Hadith.


Casamento


Na questão do casamento, o islamismo prova que a mulher é considerada um brinquedo.

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1. Casamento forçado.


"A virgem pode ser obrigada por seu pai a ser dada em casamento sem ser consultada". Isto é o que Ibn Timiyya (conhecido entre os muçulmanos como o xeque do islamismo) declarou em Ibn Timiyya, Vol. 32. página 39. E, no mesmo volume, páginas 29 e 30, ele escreveu: "Mesmo a virgem adulta, o pai pode obrigá-la a casar-se". Isto está em acordo com Malek Ibn Ons, Al Shafi e Ibn Hanbals, que estão entre os principais Legisladores do Islamismo (especialistas na Lei Islâmica).

Ibn Hazm (um dos maiores estudiosos do islamismo) mencionou em seu livro Al-Muhalla (O Adocicado) Vol. 6, Parte 9, páginas 458 a 460, "O pai pode consentir em dar a sua filha em casamento sem a permissão dela, porque ela não tem escolha, exatamente como Abu Bakr El Sedick [o primeiro Califa depois de Maomé e seu sogro] fez com sua filha, Aisha, quando ela estava com seis anos de idade. Ele a deu em casamento ao profeta Maomé sem a permissão dela". Aisha disse: "O mensageiro de Alá tomou-me como sua noiva quando eu tinha seis anos, e tomou-me como sua esposa quando eu completei nove anos de idade". Ele estava com 54 anos de idade quando casou-se com ela.


2. A importância do contrato de casamento


Em seu livro As Mulheres no Islamismo, Rafiqul Haqq resumiu a importância do contrato de casamento de acordo com três diferentes escolas islâmicas. Citando o livro Al-Fiqh ala al-Mazahib al-Arba a (Vol. 4, página 488) de Abd Ar Rahman Al Gaziri, ele diz: "O entendimento aceito nas diferentes escolas de jurisprudência é que aquilo que foi contratado no casamento é para o benefício que o homem pode ter da mulher e não o contrário". Os seguidores do Imã Malik declararam que o contrato de casamento é um contrato de propriedade do benefício do órgão sexual da mulher e do resto do seu corpo.

Os seguidores do Imã Shaffi disseram: "A visão mais aceita é que o que foi contratado é a mulher, isto é, o benefício derivado do seu órgão sexual". Outros declaram: "O que foi contratado é tanto o homem quanto a mulher". Segundo a primeira opinião, a esposa não pode exigir sexo de seu marido porque o direito é dele, não dela. Segundo a segunda opinião, ela pode exigir ter sexo com ele.

Os seguidores do Imã Abu Hanifa disseram: "O direito ao prazer sexual pertence ao homem, não à mulher; isto quer dizer que o homem tem o direito de forçar a mulher a gratificá-lo sexualmente. Ela, por sua vez, não tem o direito de forçá-lo a fazer sexo com ela, a não ser uma vez (na vida). Mas, ele precisa, do ponto de vista da religião, fazer sexo com ela para protegê-la de ser moralmente corrompida".


3. O número de esposas


O homem pode se casar com até quatro mulheres livres ao mesmo tempo, e pode divorciar-se de uma delas e casar-se com uma quinta, desde que não mantenha mais do que quatro esposas ao mesmo tempo. Ele pode ter sexo com um número ilimitado de moças escravas e concubinas. Sura 4.3 diz: "Se você tem medo de não poder tratar com justiça os órfãos, case-se com as mulheres que você escolher, duas ou três ou quatro, mas se você tem medo de não poder agir com justiça [com elas], então somente uma, ou aquela que a sua mão direita possui que seja mais apropriada, para evitar que você cometa injustiça".

Em seu livro Al-Fiqh ala al-Mazahib al-Arbaa (Vol. 4, página 89), Abd Ar Rahman Al Gaziri escreveu: "Pois se um homem comprar uma moça escrava, o contrato de compra inclui o seu direito de ter sexo com ela". Este contrato visa, em primeiro lugar, a posse dela e, em segundo lugar, desfrutar dela sexualmente.

Um sábio muito famoso entre os muçulmanos citou uma das justificativas para um homem casar-se com mais de uma mulher: "Alguns homens tem um desejo sexual compulsivo tão grande, que uma mulher não é suficiente para protegê-los [do adultério]. Tais homens, portanto, devem casar-se com mais de uma mulher e podem ter até quatro esposas". (Ihy a Uloum ed-Din, de Ghazali, Vol. 2, Kitab Adab Al-Nikah, página 34). Ghazali deu um exemplo para este desejo sexual excessivo no mesmo livro (Parte 2, página 27): "Ali [que os xiitas consideram o profeta de Alá], que foi o mais ascético de todos os companheiros, teve quatro esposas e dezessete escravas como concubinas". No Sahih Bukhari (parte 7, Hadith N° 142) diz: "O Profeta costumava passar [ter relações sexuais com] todas as esposas numa só noite, e naquele tempo ele tinha nove esposas". "Certa vez, ele falou acerca de si mesmo que tinha recebido a potência sexual de quarenta homens", conforme escrito no Al Tabakat Al Kobra (Vol. 8, página 139) de Mohammed Ibn Saad (sábio muçulmano).

Queridos irmãos e irmãs, louvamos ao Senhor porque Ele não faz acepção de pessoas. Ele ama homens e mulheres igualmente e Ele não faz discriminações com base no sexo.

Dr Salim Almahdy
Vozes do Mártires

A PEDOFILIA DO HAMAS

Um evento de gala ocorreuem Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

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Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", ou então o PT e demais organizações de esquerda no Brasil dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito), o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.
A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).
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Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas
foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas

As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida:
O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.
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A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Para finalizar, o vídeo abaixo traz informações sobre espancamentos realizados contra meninos no mundo muçulmano para "estudarem melhor" - que incluem açoitamentos - escravidão de menores e a venda de meninas de 8 anos ou até menos como noivas no Sudão e em outras países da região. Tudo, com carimbo do islã radical:
Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba. Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.

Publicado por De Olho na Mídia com o título A História Oculta do Mundo: a pedofilia do Hamas - http://www.deolhonamidia.org.br/Comentarios/mostraComentario.asp?tID=420

FAMÍLIA SOB ATAQUE: kit gay será distribuído nas escolas públicas do Brasil



ATAQUE A INOCÊNCIA

Crianças das escolas públicas de todo o Brasil poderão receber um DVD com   cenas de apologia  ao homossexualismo, em 2011.
O kit gay conterá um DVD com uma história onde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, ele se diz apaixonado pelo mesmo e diz que é homossexual, se dizendo Bianca.
O deputado Jair Bolsonaro (RJ) reaje de forma veemente, em plenário,  a essa vergonha que foi firmada, com pretexto de combater  a ‘homofobia, em um convênio entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos), conforme publicou o Correio Braziliense.
O Estado jamais pode interferir nas famílias. Jamais pode fazer apologia a um comportamento.
Amamos os que estão homossexuais e repudiamos qualquer tentativa de agressão física ou verbal aos  mesmos, mas isto não implica em dizer que devemos deixar difundir seu comportamento com dinheiro público.
SOMOS CIDADÃOS BRASILEIROS E É NOSSO DEVER FAZERMOS PRESSÃO SOBRE OS POLÍTICOS CRISTÃOS PARA LUTAREM   PELA NÃO PRODUÇÃO E NÃO DISTRIBUIÇÃO DO MATERIAL.
NÃO PODEMOS SER OMISSOS.


ONDE ESTÃO OS DEPUTADOS QUE ATÉ POUCO TEMPO ESTAVAM INDO PELAS IGREJAS EVANGÉLICAS PEDINDO VOTOS ?

Pesquisa revela que igrejas norte-americanas estão passando por mudanças


Para chegar a este resultado, foram realizadas mais de 5 mil entrevistas pelo grupo Barna

As mudanças ocorrem muito lentamente na Igreja, isso é o que indica uma investigação realizada pelo grupo Barna, na qual se evidencia uma pequena mudança no movimento evangélico dos Estados Unidos.

Os cristãos estão cada vez menos letrados no plano teológico. Os cristãos norte-americanos cada vez desconhecem mais os temas fundamentais da fé. Por exemplo, muitos reconhecem que a Páscoa é um evento religioso, mas nem todos o associam à Ressurreição. O grupo Barna indicou que a próxima década será um tempo sem precedentes em relação à diversidade teológica e às incoerências.

Os cristãos proclamam, cada vez menos, sua fé aos outros. Atualmente, a maioria das pessoas que se convertem em cristãos, hoje em dia, o fazem por responder a uma crise pessoal ou por medo da morte (especialmente entre pessoas de idade avançada)

A maioria dos cristãos está mais interessada em soluções práticas para a sua vida do que em princípios espirituais.

Atualmente, existe um grande interesse pela obra social ou por atividades de serviço à comunidade. No entanto, as igrejas correm o risco de enfraquecer a base espiritual por enfatizar demasiadamente as atividades correntes.

A insistência na tolerância pós-moderna domina os cristãos. Devido ao analfabetismo bíblico e à falta de confiança espiritual, muitos estadunidenses se tornam muito tolerantes para não serem julgados pela sociedade. O conceito do amor foi redefinido de tal forma que se tornou similar à ausência de conflitos e de confrontação. Isso torna a Igreja a ser mais moralmente permissiva em aspectos inegociáveis da fé.

A influência do cristianismo na cultura e na vida dos norte-americanos quase não pode ser percebida.

Fonte: Entre Cristianos
Tradução e Edição: Gospel Prime

A Ação de uma Igreja Movida pelo Espírito

Quando iniciava suas cartas, Paulo tinha por hábito situar, geográfica e culturalmente, a igreja à qual ela se destinava. Para o apóstolo, a igreja não era um organismo isolado, distante do mundo. Pelo contrário: ele entendia que a cidade permeava a realidade da igreja - que, por sua vez, tinha o dever de ser sal e luz para a cidade. Esta compreensão pode ser percebida em suas citações aos aspectos culturais, sociais e econômicos da época. Quem lia ou ouvia a leitura dos escritos de Paulo sentia-se cidadão do céu, mas também de sua polis. Curiosamente, quase 2 mil anos depois, desde quando a Igreja Evangélica dava os primeiros passos em solo brasileiro e até algumas décadas atrás, ela vive (ou é obrigada a viver) sob a dimensão de gueto, de uma espécie de clube fechado e distanciado da vida pública nacional. Este elemento marcou a postura protestante, sendo reforçado no movimento pentecostal. Até pouco tempo, o conceito de dupla cidadania era, para a maioria dos cristãos evangélicos, apenas figura de retórica. Ou se vivia no Planeta Igreja, ou no chamado "mundo", no pior dos sentidos. Nas últimas quatro décadas, porém, a presença evangélica na sociedade tem aumentado estatisticamente com o crescimento do número de fiéis (seja por conversões ou por adesões). Como conseqüência, as igrejas cobram um reconhecimento desta presença e de sua importância para o país. De fato, não há como negar a dimensão pública das igrejas evangélicas. Hoje, os evangélicos fazem parte do cenário nacional. Seja como "grupo social" ou "nicho de mercado", não somos mais ignorados. No entanto, parece faltar à nossa presença pública justamente seu melhor e maior diferencial: a marca do Deus Espírito Santo, que olha para o homem em sua integridade, querendo alcançá-lo com uma palavra transcendente, transformadora. A dupla cidadania inclui o dever de instalar o Reino na terra. Mas o Planeta Igreja tem dificuldade de apresentar esta perspectiva quando resolve se comunicar com o "mundo". Como o sociólogo Gedeon Alencar analisa com propriedade no texto "Construção do WASP tupiniquim", nossa relação - ou a falta de relação - com a cultura gera, de forma geral, uma atitude de acomodação, negação ou mesmo assimilação. O que aconteceu com nossa opção? Foi cooptada? Quem assimilou o quê? A ação mais desejável do Espírito Santo na Igreja é exatamente o redescobrimento da espiritualidade genuína e da dimensão pública da igreja, que inclui o redescobrimento do espaço terapêutico (comunhão) e de serviço que ela representa. É isto que nos faz capaz de olhar para o mundo como campo de missão. O desafio não está em deixar o mundo, nem em procurar formas de não se deixar contaminar por ele, nem na negação de nossos fundamentos para garantir aceitação. Encarnar o mundo - não no sentido de assimilar seus valores, mas no de assumir suas mazelas para transformá-lo - é o verdadeiro desafio. As marcas da ação do Espírito Santo na Igreja podem ser identificadas no episódio do Pentecostes. Para começar, a igreja se apercebe de sua dimensão pública e vai às ruas, às cidades, às praças, torna-se pública, mostra sua face. Ela abandona a segurança do Cenáculo e perde o medo da perseguição e da morte. O Espírito Santo impulsiona os discípulos às ruas e os desafia a ser comunidade e viver na perspectiva do Reino de Deus. É quando eles descobrem o significado de ser sal, luz e tempero do mundo. Além disso, o Pentecostes do livro de Atos dá novo sentido à experiência cristã e à espiritualidade/religiosidade. A festa judaica era centralizada no templo. Com a descida do Espírito Santo, ela deixa de ser um evento privado e passa a ser um acontecimento público, de caráter histórico. A partir daí, a igreja deixa de ser um espaço privado, de atendimento de interesses pessoais, e ganha um caráter público e de inserção na história. Vento e fogo. Estes são os símbolos escolhidos pelo Espírito Santo para oferecer à Igreja a energia e o poder. E ambos só podem se desenvolver fora dos espaços fechados, das clausuras. Quando eles chegam, a conseqüência imediata é a paixão pelo evangelismo e pela transformação social. A fé torna-se visível, explícita. Não existe mais para a satisfação pessoal, mas para uma dimensão maior de compromisso de amor e serviço. O Espírito Santo derrama sobre a Igreja a consciência profética (denúncia, inconformismo, proclamação), amplia a visão (o mundo como campo missionário) e traz de volta o sonho (a utopia, as bandeiras da justiça e da paz). Ao atuar sobre a Igreja, o Espírito Santo faz mais do que dar dons de línguas. Ele a desafia a viver uma espiritualidade encarnada, situada, contextualizada, integrada à vida da cidade. E nos induz a levar os efeitos desta nova dimensão às ruas. Para se manifestar, ele só precisa de corações abertos e do desejo real de um avivamento.

Aline Barros lança "Extraordinário Amor de Deus" seu novo CD

A expectativa para o novo CD da cantora Aline Barros pela MK Music era tanta que o disco, que foi lançado nesta terça-feira (25), já vendeu 50 mil cópias, alcançando Disco de Ouro.

Aline Barros não para. Além de ser um dos mais expressivos nomes do gospel nacional, e uma referência do segmento no exterior, ela concilia trabalhos para diferentes públicos. A cantora está há quatro anos sem gravar CD direcionado a jovens e adultos. Nesse tempo, ela lançou um CD e um DVD infantil e ainda um projeto em DVD com sucessos da carreira, com o intuito de compartilhar com o público seu trabalho além da música, e bastidores de suas viagens ministeriais com sua banda. Todos esperavam e chegou a hora: a MK Music acaba de lançar o álbum inédito de Aline Barros: Extraordinário Amor de Deus.

O disco já estreou em rádios de todo Brasil com Ressuscita-me , de Anderson Freire, canção que já está entre as mais pedidas. Que diz: Remove a minha pedra / faz uma milagre / muda minha história / ressuscita meus sonhos / renova minha vida / me faz um milagre / me toca nessa hora / me chama para fora / ressuscita-me . São 14 faixas gravadas em estúdio e ao vivo (ministrações e congregação), na Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul (RJ), onde a cantora e seu marido, Gilmar Santos, são pastores. Canções de adoração tocantes e comoventes, e músicas de celebração que não vão deixar ninguém ficar parado.

A produção musical, assinada pelos integrantes do grupo Roupa Nova, Ricardo Feghali e Cleberson Horsth, que já trabalharam com a cantora outras vezes, traz uma sonoridade que lembra os grandes momentos de Aline Barros, mas com uma nova inspiração... Que só ouvindo para conferir, e se surpreender! "Eu fiquei emocionado várias vezes no estúdio durante a gravação. Com a Aline cantado é muito fácil, a gente só dá uma ajuda", atesta Ricardo. "Pela MK é o primeiro CD da Aline que produzimos e está sendo um prazer trabalhar, primeiro pra Deus, depois pra Aline", reitera Cleberson.

Os produtores derramaram seu talento nas 14 músicas. Letras compostas por nomes como Aretusa, Luciano Lima, Davi Fernandes, Jamba, Clovis Lardo, Gilmar Santos, marido de Aline, Anderson Freire (que assina oito delas, algumas em parceria) além da própria Aline, que também tem parceria em cinco faixas. Há ainda três versões no repertório: duas do ministério australiano Hillsong ( Teus Para Sempre e Rendido Estou ) e outra da banda americana Third Day ( Rei da Glória ).

Para a MK Music, esse é um lançamento muito importante da gravadora. E, mais uma vez, Aline não decepcionou. Pelo contrário. "A Aline é muito caprichosa, tem muito cuidado com o repertório, com a Palavra, com tudo aquilo que ela tem que passar como um conteúdo geral. Aline fez a seleção do repertório, sujeitou as músicas à MK, a mim, me levou no estúdio pra que eu pudesse ouvir as canções. Ela teve muito cuidado, desde o início com a escolha dos produtores, pra fazer uma sonoridade diferenciada. A Aline também tem uma expectativa no coração dela de se superar cada vez que ela lança um CD, de ser mais impactante, melhor, extraordinário. Eu posso garantir a você que o CD ficou extraordinário, como tudo que ela faz, com toda excelência pra Deus", afirma Marina de Oliveira, diretora artística da MK Music.

Fonte: Mk Music

Aprendendo a orar

Dia desses ouvi numa ministração esta afirmação: Precisamos aprender a orar. Em princípio me soou fora de propósito esta afirmação Falar uma coisa dessas para uma igreja cheia de crentes, é considerar que muitos de nós ainda desconhecem os segredos da oração. Bem você pode dizer: orar é conversar com Deus. E esta afirmação tua é correta. Mas o que o pastor nos passou naquela noite é que oração é uma conversa íntima com Deus. E que sempre que entramos na presença dele temos que apresentar argumentos para que nossa oração seja atendida.
Se você já torceu o nariz para a primeira afirmação então lá vai uma outra. que o pastor usou para fundamentar a ministração daquela noite. Ele lembrou que o maior inimigo de Deus também ora. E o que é mais cristalino, conforme mostrou o mensageiro na Palavra do Senhor. Deus às vezes, dá ouvidos à oração de Satanás. Não que Ele tenha prazer nisto. Mas é para mostrar a Satanás, que os escolhidos de Deus, sempre vão prevalecer, quando requeridos pelo inimigo.
Há duas situações na Bíblia em que devemos refletir para entender mais o poder que há na oração. Lembra o livro de Jó 1-6 a 12. Com certeza Deus não recebeu Satanás com tapete vermelho quando ele se apresentou entre os filhos de Deus. Mas o nosso inimigo teve um particular com Deus naquele dia. Deus até perguntou: De onde vens? Ao que Satanás respondeu. De rodear a terra. Alegre com Jó, Deus esticou a conversa perguntando ao diabo: Observaste o meu servo Jó, homem sincero, reto e que se desvia do mal? O inimigo que só veio para matar, roubar e destruir, requereu então o direito de tocar em tudo que Jó tinha, e acabou obtendo-o.
Jó foi provado perdendo em princípio tudo o que tinha, mas manteve-se fiel, ao ponto de afirmar: Eu sei que o meu redentor vive. A fidelidade daquele homem de Deus foi tanta, que ao final Deus requereu que aqueles "amigos" procurassem a Jó para orasse por eles (Jó 42-8).
Outra citação de que o inimigo conspira contra os eleitos de Deus está no livro de Lucas. Jesus conta a Pedro que Satanás o requereu para cirandar como o trigo, mas que Ele, Jesus, rogou ao Pai para que a fé de Pedro não desfalecesse. E tanto pelas passagem de Jó quanto de Lucas aprendemos o que é orar. Não é simplesmente falar como Deus. Isto até o nosso inimigo e adversário de Deus consegue. E mais do que isto. Ele até parcial e temporariamente, tem sua oração respondida.
Orar é principalmente fazer a vontade de Deus. Foi por isto que quando os discípulos pediram a Jesus que os ensinasse a orar ele lembrou; Pai Nosso...... seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus. Muitos oram, Mas talvez orem como Satanás, querendo o que é mal. Ou como os amigos de Jó, desagradando a Deus. E quem lê Jó pode concluir que com amigos como aqueles, Jó nem precisava de inimigos. Até fiz uso desta expressão, amigos de Jó, há duas pessoas que um dia tentavam me justificar o injustificável.
Orar é cumprir papel de intercessor. Como Jesus ensina na parábola do bom samaritano. Porque Deus nos quer ver como verdadeiros sacerdotes. Leia lá no livro de Apocalipse 1-5 e 6: Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre.
Foi como sacerdote que Jesus se colocou em favor de Pedro. E é desta forma que precisamos nos colocar em relação aos homens. Até porque que cristãos seremos se nos calarmos diante de injustiças? De que nos valerá a religiosidade, se consentirmos com a perversão do direito do órfãos e das viúvas. A oração só agrada a Deus quando fazemos bem aos homens, mesmo tendo eles nos feito mal... Em Romanos 12- 14 Paulo ensina: Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis e do 17 ao 21 acrescenta: A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens. Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor. Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.
Dia desses, ouvi de uma profetiza: Deus manda te dizer: todos que te humilharam e desprezaram estão em minhas mãos. Eu vou tratar com eles. Naquele momento intercedi por todos eles. Eu sei: horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo. Entre orar por você e pelos outros, escolha orar pelos outros. E assim vai estar fazendo a vontade de Deus. Ele mesmo afirma na sua palavra: Misericórdia quero e não juizo. Creio que aprendi a orar.

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