sábado, 14 de abril de 2012

PMs de Cristo reúnem líderes

A proposta do evento é capacitar a liderança
e compartilhar boas práticas de capelania

"A capelania evangélica será valorizada", afirma o Capitão Joel Rocha, presidente dos PMs de Cristo
Com o objetivo de promover a comunhão entre os militares evangélicos de São Paulo e do Brasil, a associação PMs de Cristo promove entre hoje e amanhã na Academia de Polícia Militar do Barro Branco o "Encontro de Líderes e Cooperadores".
Na mesma data e local ocorre o "Encontro de Líderes da UMCEB" (União dos Militares Evangélicos do Brasil), com presença de líderes das associações militares cristãos de todos os Estados do Brasil. A proposta do evento é capacitar a liderança e compartilhar boas práticas de capelania que possam contribuir na atuação dos membros dos PMS de Cristo.
"O foco é consolidar e oferecer novas ferramentas (palestras, cursos, livros, cases) para a capelania policial evangélica e, principalmente, compartilhar experiências bem-sucedidas de valorização da figura humana, que poderão ser reproduzidas em qualquer parte do País", ressalta o presidente dos PMs de Cristo, Capitão Joel Rocha.
Participam líderes importantes do segmento como o Reverendo Aluísio Laurindo da Silva, presidente da Associação Pró-Capelania Militar Evangélica do Brasil; o juiz Ricardo Monte Serrat, que compartilhará sua experiência na França pós-cristã; o presidente da UMCEB, Cel Emilson Carlos de Souza; o pastor Tércio Freire, da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (Renas); o pastor Charles Barbosa, do Sentinel Group, entre outros convidados.

Data: 13 e 14 de abril
Local: Academia do Barro Branco — Avenida Água Fria, 1.923, Santana.
Mais informações: 2203-7777/ 2991-9071 ou http://www.pmsdecristo.org.br/

A mulher que aborta pode desenvolver uma síndrome pós traumática levando-a até o suicídio, garante Marisa Lobo

Em virtude da decisão do STF em legalizar o aborto de anencefalos o assuntou voltou a ser pauta na mídia e motivo de grande polêmica.
Preocupada com o risco das mulheres que sofrem aborto, a psicóloga cristã Marisa Lobo escreveu um artigo onde alerta os perigos que a ação pode trazer para a saúde física e emocional da mulher.
Leia o texto na íntegra:
O efeito do aborto voluntário provoca na mulher. “Dores emocionais ignoradas” pelos que querem promover o aborto como um direito.

Aborto pode ser um mal emocional muito maior do que concluir a gestação, ainda que difícil, a questão não envolve apenas religião, mas também a saúde mental que é tão importante para o desenvolvimento saudável da mulher e de sua família.

Imediatamente depois da concepção a mulher desenvolve psicologicamente vinculo afetivo mãe-filho esse vinculo também é desenvolvido nas mulheres que projetam abortar. "uma mulher, frente à escolha de fazer ou não o aborto, vive sentimentos ambivalentes, angustiantes, a mulher fica vulnerável a transtornos psicológicos a dores emocionais tão profundas que podem levá-la a escolhas erradas como, por exemplo, uso de substância psicoativa (drogas) lícitas e ou ilícitas, como forma de aliviar suas dores emocionais.

O fato de uma adolescente, uma mulher que não tenha desejado ou programado uma gravidez, ficar tão vulnerável pode contribuir pra que seja influenciada por pessoas a sua volta e tomar a decisão de aborto não como desejo em si, mas como fim mágico de resolução de problemas, pela influência que pessoas a sua volta podem ter neste momento.


Quantos namorados, amigos parentes e até mesmo médicos e ou psicólogos de alguma forma influenciam nessa decisão? Saibam que pode estar contribuindo para um grande “mal psicológico” para essa mãe.

Especialistas concordam em que, imediatamente depois do aborto, a mulher pode experimentar uma redução dos níveis de ansiedade, pois decai o elemento ansiógeno constituído por uma gravidez indesejada; mas sucessivamente, "muitíssimas mulheres vivem uma ansiedade maior, apresentando transtorno de estresse pós-traumático, depressão e maior risco de suicídio e abuso de substâncias".

A mulher que aborta voluntariamente pode, ter esses sofrimento psíquico desenvolvido muito tempo depois do aborto, e podem durar anos ou até mesmo a vida toda.

O trauma se dá, pois a mulher quando descobre que está grávida, considera esta criança não como embrião e sim como próprio filho, um ser indefeso dentro de seu ventre, portanto segundo estudos, abortar seria para essa mulher o mesmo que matar voluntariamente..


Uma porcentagem considerável de mulheres que abortaram desenvolve o transtorno de estresse pós-traumático, cujos sintomas são "lembranças desagradáveis, recorrentes e intrusivas Do aborto voluntário que se manifestam em imagens, pensamentos ou percepções; sonhos desagradáveis e recorrentes do sucesso; sensação de reviver a experiência do aborto através de ilusões, alucinações e episódios dissociativos nos quais através do 'flashback', ressurge a lembrança; mal-estar psicológico intenso à exposição de fatores desencadeantes internos ou externos que simbolizam ou se assemelham a algum aspecto do evento traumático, como o contato com recém-nascidos, mulheres grávidas, voltar ao lugar onde se praticou o aborto voluntário ou submeter-se a um exame ginecológico; evita persistentemente todo estímulo que possa associar-se com o aborto", enumeram os especialistas do referido estudo. Publicado no Centro para o Tratamento da Síndrome Pós-Aborto, com sede em Roma


Esses transtornos que já são descritos como "síndrome pós-aborto", "evoluem conforme desenvolvimento ao passar do tempo mudanças no comportamento sexual, depressão, aumento ou início de consumo de álcool ou outras drogas, mudanças do comportamento na alimentação, transtornos somáticos, isolamento social, transtornos de ansiedade, perda de auto-estima, idealização suicida e tentativas de suicídio". Em algumas mulheres estes transtornos podem se manifestar depois de sua intervenção como sofrimento ao imaginar hipoteticamente a data do suposto aniversário dessa criança que não nasceu

"podem seguir tendo sentimentos de culpa ou depressão ligados a tal aborto, inclusive durante as gravidezes sucessivas", advertem o professor Cantelmi .

Tenho ao longo dos meus 15 anos de profissão acompanhado casos de mulheres que fizeram aborto voluntário, em sua juventude, e ou vida adulta que hoje após muitos anos ainda lembram com detalhes e sofrem com culpa expressada em seu rosto. Mulheres que, tem alucinações, auditivas em particulares ouvem choro de crianças, mulheres que ao ver recém nascidos choram, que desenvolveram raiva de recém nascidos, e total rejeição é outro fator importante a se considerar.

Uma paciente em particular teve problemas sexuais em relação ao marido por mais de 25 anos , por conta de um aborto influenciado pelo namorado na época que anos depois se tornou marido.

Quando o aborto é involuntário, embora haja sofrimento, a mãe não conviverá com a dor da culpa, pois esta embora a mãe se sinta culpada , por algum tempo, não é consciente e não tem responsabilidade da mãe.

Quanto ao aborto de anencéfalo, muitas mães podem desenvolver uma dor e culpa ainda maior, pois sentem que estão rejeitando,uma criança por causa de seu defeito. De qualquer forma um aborto é traumático, e pode ser responsável por dores e transtornos psíquicos irreversíveis, não podemos esquecer que este “ser” esta criança , tem um pai, pode ter um irmão, enfim uma família e não podemos achar que somente a mulher terá problemas emocionais com esta interrupção voluntária.

Marisa Lobo Psicóloga Clínica

Adoradores ou "artistas gospel"?



"Sede, pois, imitadores(iguais) de Deus..." - Ef.5:1-17.

Vivemos dias difíceis dentro das nossas igrejas, onde as pessoas pensam que estamos passando por um grande avivamento. Na verdade, muitos confundem avivamento com "movimento", ou seja, pensam que por termos igrejas com muitos membros significa um grande e poderoso avivamento! Infelizmente, as nossas igrejas estão cheias... de pessoas vazias! Muitos tem trazido para dentro das nossas congregações modelos do mundo, em outras palavras, "saíram do mundo" mas o mundo não saiu dentro deles! Na área da música, tem sido algo visível, onde muitos dos chamados músicos "cristãos" tem trazido a realidade do mundo para dentro das nossas igrejas, é a música, o comportamento, o estilo de vida, os conceitos, os valores, etc...
O avivamento começa pelo quebrantamento, pelo arrependimento, pela mudança de mente e coração! Precisamos orar, clamar e pedir ao Senhor para que venha sobre nós, músicos, um verdadeiro avivamento, então seremos transformados! (Jr.33:3).

"Artistas"... Modelo do mundo

Como já disse, muitos músicos chamados "cristãos", tem imitado modelos do mundo, querem ser conhecidos como artistas e pop stars! Imitam artistas seculares, são orgulhosos, soberbos, exigentes e egoístas. Buscam plataforma e visibilidade, querem ser reconhecidos, se consideram estrelas e querem "brilhar"! Se nos encaixamos neste modelo, devemos saber o que a Bíblia nos declara: "Eis que sois menos do que nada..." - Is.41:24. Ao Senhor pertence o louvor e todo o reconhecimento: "... o louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graça, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus pelos séculos dos séculos. Amém." - Ap.7:12.

"Adoradores"... Modelo de Deus

O Pai está a procura de verdadeiros adoradores! (Jo 4:23). O músico que é um verdadeiro adorador não é "estrela" e nem "pop star", e também não tem nenhum tipo de compromisso com este tipo de glória, mas é um salmista, ministro do altar, é conhecido como um verdadeiro servo e homem de Deus! (II Cr.29:11). É aquele músico que além de executar a sua arte, é consagrado a Deus e separado para Ele; e com certeza, sabe a respeito da necessidade que há da unção do Espírito Santo em sua vida, assim como em sua música. É um músico aprovado por Deus e pelos homens, pois os seus frutos o acompanham! (II Tm 2:15). Observe o exemplo de Davi (I Sm.16:14-23) que era aprovado por Deus e pelos homens.

Jesus... Modelo de adorador

1- Jesus não buscava, reconhecimento, glória, honra, e não buscava interesses e benefícios pessoais (Mt.4:8-10).
2- Jesus era obediente a voz do Pai (Fp.2:8).
3- Jesus tinha compaixão pelas pessoas e por isso as resgatava para o reino de Deus (Mt.9:35-36).

Este é o principal desafio para nós, músicos cristãos, sermos imitadores do nosso melhor modelo de adorador que é Jesus! Sejamos imitadores de Cristo!

Maioria dos católicos irlandeses acham que padres deveriam casar

Uma maioria muito expressiva de irlandeses católicos (87%) acha que os padres deveriam ter o direito de casar e constituir família.

O mesmo estudo indica que 60% dos inquiridos discorda da posição da Igreja sobre a homossexualidade.

Divulgado na quinta-feira pelo jornal "The Guardian", o estudo realizado pela Associação de Padres Católicos, uma organização não oficial, conclui que nove em dez irlandeses católicos gostaria de ver os seus sacerdotes casados.

O inquérito, feito com base em mil católicos irlandeses, revelou outras opiniões interessantes, como o facto de haver grande vontade de ver a ordenação das mulheres, defendida por 77% dos inquiridos.

Mas foi a questão da homossexualidade que mais polémica gerou, com 60% das pessoas a manifestar a sua "forte discordância" com a rigidez da Igreja no que se refere a pessoas com orientação sexual não heterossexual. Apenas 9% concorda com o facto de a homossexualidade ser "imoral", tal como é pregado pela Igreja.

Os escândalos que têm ligado a Igreja irlandesa à pedofilia terão influenciado os 55% de inquiridos que consideram que os bispos deveriam ter mandatos definidos e não até aos 75 anos, como acontece no presente.

Fonte: Jornal de Notícias de Portugal

Valdemiro Santiago tentou comprar a MTV

Dois grupos estrangeiros e o líder evangélico Valdemiro Santiago (foto) disputaram no início deste ano a compra da MTV, canal do grupo Abril.

O canal já foi sinônimo de vanguarda na televisão e que passou no segundo semestre de 2011 por uma de suas piores crises.

O colunista do portal R7, Daniel Castro, apurou que pelo menos dois grupos internacionais negociaram com o grupo Abril: o português Ongoing e o americano News Corporation (Fox). A lei brasileira limita a 30% o capital de estrangeiros em empresas de radiodifusão, caso da MTV.

A movimentação dos conglomerados empresariais despertou o interesse de evangélicos.

Conhecido como apóstolo milionário após série de reportagens da Record, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, foi o principal interessado. A MTV seria para ele uma oportunidade rara de adquirir uma emissora com cobertura nacional, embora limitada.

As negociações pela compra da MTV, aparentemente, cessaram no mês passado.

Procurado pelo blog, o grupo Abril não se manifestou.

A MTV informou que tem contrato com a americana Viacom, para uso da marca, até 2018.

Fonte: R7

Silas Malafaia analisa decisão do STF e afirma que dar e tirar a vida pertence a Deus

Silas Malafaia analisa decisão do STF e afirma que dar e tirar a vida pertence a Deus
Diante da autorização do aborto em caso de fetos anencéfalos, aprovado pelo Supremo Tribunal Federal, o pastor Silas Malafaia resolveu dar sua opinião analisando o caso não apenas como pastor, mas usando o ponto de vista científico e jurídico.
Malafaia crê que a vida começa na concepção e cita tanto o texto de Lucas 1:31 como também do Salmo 139 para comprovar que Deus participa de todo o desenvolvimento da vida fetal e que somente Ele pode dar e tirar a vida.
“Deus participou de todo o desenvolvimento da vida fetal. Dar a vida e tirá-la pertence a soberania de Deus. E como já falamos, todo indivíduo nasce para morrer, seja a um segundo após o parto ou com noventa anos de idade”.
No ponto de física científico, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo explica que a mãeé o agente passivo na gravidez e que o bebê é o ativo. “Na gestação o agente passivo é a mãe, o ativo é o bebê que está dentro dela. É ele que faz cessar os ciclos da mãe, que regula o líquido amniótico, em ultima instância determina a hora de vir ao mundo e está protegido por uma capsula para não ser expulso como corpo estranho.”
Malafaia, que é formado em psicologia, diz também que o sofrimento que a mulher carrega por ter abortado é bem maior que o de carregar um feto anencéfalo por noves meses. Por isso, ele afirma que as marcas de um aborto podem durar por toda a vida.
Já no ponto jurídico ele é enfático em afirmar que o aborto é crime no Brasil e que o STF não poderia ter aprovado o processo, pois não cabe a eles, mas ao Congresso Nacional legislar. E não é apenas isso, Malafaia acredita que o ser humano está sendo tratado como uma “coisa”. “O ser humano está sendo coisificado. É uma “coisa” como qualquer outra coisa que possa ser descartada”, disse ele.
O pastor assembleiano não é o primeiro a se pronunciar sobre o caso, Ricardo Gondim usou o Twitter para falar a respeito, mas foi favorável alegando que a não há vida sem cérebro.
Leia o texto de Silas Malafaia na íntegra aqui.


VIA GRITOS DE ALERTA .FONTE . VERDADE GOSPEL

Deputados evangélicos querem propor uma PEC para fechar “brechas” ao aborto

Deputados evangélicos querem propor uma PEC para fechar “brechas” ao aborto
Antes mesmo do Supremo Tribunal Federal (STF) votar favoravelmente a liberação do aborto em casos de gestação de feto anencefálo os parlamentares evangélicos já pensavam em uma forma de bloquear essa decisão.
Na quinta-feira (12) o deputado João Campos (PSDB-GO) chegou a declarar para jornais que ele a bancada que preside vão apresentar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para que fique claro que a vida começa na concepção.
“Vamos apresentar uma PEC que altera o artigo quinto da Constituição, incluindo as palavras “desde a concepção” na frase que determina que o direito a vida é inviolável” disse o evangélico. Com essa proposta o Estado passa a ter que proteger a vida do feto desde a concepção, não podendo então aprovar o aborto.
Mas esse não é o único objetivo dos parlamentares, João Campos também pretende solicitar ao presidente da Comissão de Constituição de Justiça, o deputado Ricardo Berzoini, dar prioridade para a PEC 3/2011. O texto do deputado Nazareno para que o Parlamento possa considerar sem efeito a decisão da Suprema Corte que possa ser interpretada como “nova lei”.
“Se o Supremo decidir mesmo permitir o aborto em caso de anencefalia, estará legislando. A lei só prevê o aborto em duas situações: em caso de estupro e quando a gestante corre o risco de morrer. Se permitir em casos de anencefalia, estará inventando uma lei”, disse Campos antes de saber o parecer final do STF.
Com informações O Globo / Gospel Prime


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Membros de seita faziam sacrifícios humanos e comiam a carne das vítimas

Membros de seita faziam sacrifícios humanos e comiam a carne das vítimas
Os membros de uma seita pouco conhecida chamado Cartel estão espalhados pelo mundo. Eles se dizem anticapitalistas e antissemitas, e combatem a procriação, desejando diminuir a quantidade de pessoas no mundo. Por isso, fazem rituais sacrificando mulheres que tinham “úteros malditos” por terem gerado mais de um filho.
Três membros dessa seita foram presos esta semana em Garanhuns, Pernambuco. Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 51, era casado com Isabel Cristina Pires da Silveira, 51, mas também vivia com a ex-mulher Bruna Cristina Oliveira da Silva, 25 anos.
Conforme o delegado Wesley Fernandes Oliveira, da 2ª Delegacia de Garanhuns “Isabel disse que eles já teriam matado pelo menos sete pessoas. Mas o casal não confirmou. Eles alegam que matam seguindo um ritual. Estamos investigando”.
Além de a polícia comprovar que eles mataram duas mulheres, revelou que Isabel vendia empadas feitas com os restos de carne humana, dos corpos das vítimas. “Eles comiam as vísceras das vítimas, como o fígado e o coração, que era para purificar a alma”, revelou o comissário Andrade, que investiga o caso. “E quando faltava ingrediente para as empadas, eles usavam os restos da carne das vítimas”. De cada vítima eles tiravam cerca de 10 kg de carne.
Os membros da seita alegam que ouviam vozes pedindo para matar, e por isso assassinaram, esquartejaram e enterraram Giselly Helena da Silva, 31, e Alexandra Falcão da Silva, 20, no quintal da casa onde viviam.
O casal tinha diagnóstico de transtorno mental e os vizinhos dizem que tinham hábitos estranhos e que não costumavam falar com os outros moradores da rua. Também contaram que muitas vezes ouviam barulho de uma máquina e o grupo costumava ouvir música em volume alto à noite. Eles costumavam pedir barro em construções da cidade, alegando que seria para fazer um trabalho, mas não explicavam qual era.
Ao ser preso, Jorge Beltrão explicou que os três seriam apenas uma célula da seita e que haveria outras no Brasil. Também explicou que os crimes eram praticados apenas por ele e Bruna, pois Isabel seria muito nervosa e “atrapalhava os rituais”. Para a seita, a criança é tida como uma “entidade de pureza e inocência”.
Os policiais encontraram na casa uma menina de 5 anos que morava com eles e também seria obrigada a comer carne dos sacrifícios humanos. A criança seria filha de Jéssica Camila da Silva Pereira, outra mulher assassinada pelo trio em 2008, enquanto pedia esmolas em um canal em Boa Viagem, no Recife.
A polícia encontrou na casa onde moravam os suspeitos, além dos cadáveres esquartejados e enterrados no quintal, um livro de magia e um caderno onde os assassinos fazem uma espécie de relato, que seria uma confissão escrita de próprio punho e indicam que planejavam matar mais duas pessoas em seus rituais.
Os três serão indiciados, entre outros crimes, por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A criança está sob custódia do Conselho Tutelar de Garanhuns.
Com informações Terra e Pernambuco


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/membros-de-seita-faziam-sacrificios-humanos-e-comiam-a-carne-das-vitimas/#ixzz1rxeNkMnP

Ricardo Gondim apoia decisão do STF em liberar o aborto de anencéfalos

Ricardo Gondim apoia decisão do STF em liberar o aborto de anencéfalos
O pastor Ricardo Gondim usou seu Twitter para mostrar sua posição sobre o projeto que libera o aborto em casos de gravidez de fetos anencéfalos. Em suas declarações ele assume ser favorável ao aborto não só quando for diagnosticado que o bebê não tem cérebro como também em caso de embriões.
Enquanto muitos cristãos, tanto católicos como evangélicos, se uniram em vigília em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal e fizeram um tuitaço na internet para que a proposta da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde não fosse aprovada, o líder da Igreja Betesda discursava afirmando que sem cérebro não havia vida.
“Células se multiplicando não significa humanidade – as amebas e diversos tipos de câncer fazem o mesmo. #ApoioSTF”, escreveu Gondim que citou os casos de morte cerebral defendendo que se desligue os aparelhos nesse caso para que os órgãos sejam doados.
“Morte cerebral significa morte, mesmo que os órgãos sejam mantidos vivos. Se desligar não mata, apenas evita que outras pessoas se beneficiem”, disse o pastor que completou sua opinião dizendo: “Portanto, sem cérebro não há vida, apenas células em funcionamento”.
Quando a decisão dos ministros foi anunciada o pastor retransmitiu a opinião da jornalista Eliane Brum que foi enfática ao defender o projeto. “Sim, vamos dormir em um Brasil melhor. Nenhuma mulher será mais obrigada a gerar um feto para a morte. Não é pouca coisa, nem foi pouca luta”.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/

Grupo acusado de canibalismo usava carne de vítimas para rechear empadas em Garanhuns

Três pessoas foram presas na última quarta-feira (11) no munícipio de Garanhuns, em Pernambuco, acusadas de assassinar, praticar canibalismo e usar a carne das vítimas para rechear empadas e coxinhas que uma das acusadas vendia na cidade. Inquérito investiga oito mortes atribuídas ao grupo, que praticava rituais macabros.

Dois corpos foram encontrados enterrados no quintal da casa do trio formado por Isabel Cristina Pires da Silveira, 51, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 50, e Bruna Cristina Oliveira da Silva, 25. As vítimas desaparecidadas desde o ínicio do ano eram Gisele Helena da Silva, 31, e Alexandra Falcão, 20. Isabel teria confessado em depoimento que colocava carne humana nos salgados que vendia.
Local onde corpos das vítimas foram encontrados.

A polícia acredita que o grupo também matou Jéssica Camila, 17, que desapareceu em 2008 na região metropolitana de Olinda. Com o grupo foram encontrados documentos de Jéssica e uma menor de idade, que a polícia suspeita que possa ser a filha da vítima, que também desapareceu em 2008. Há a possibilidade de que a criança de cinco anos também fosse alimentada com carne humana. Agora ela se encontra sob a guarda do Conselho Tutelar.

Além disso, foi encontrado um diário com as práticas do ritual de 'purificação' realizado pelo grupo. As vítimas eram apenas mulheres, pois os criminosos acreditavam que elas tinham "úteros malditos". Depois de matar, o grupo drenava e bebia o sangue da vítima, em seguida desfiavam e comiam por quatro dias a carne. O texto foi registrado em cartório, no final do mês passado, com o título "Revelações de um esquizofrênico".

Parte das anotações que narram trechos dos assassinatos cometidos pelo trio no agreste pernambucano

Os três acusados foram encaminhados para presídios da região e aguardam o julgamento. Negromonte está preso na cadeia pública de Garanhuns, já as duas mulheres estão na Colônia Penal Feminina de Buíque

Lutador Manny Pacquiao diz que atletas famosos foram escolhidos para propagarem mensagem cristã

Lutador Manny Pacquiao diz que atletas famosos foram escolhidos para propagarem mensagem cristã

O lutador de boxe Manny Pacquiao em recente entrevista ao site Christian Post fez declarações sobre a postura de atletas famosos que se utilizam de sua posição de destaque para transmitirem a mensagem cristã. O boxeador disse acreditar que não apenas ele, assim como outros atletas cumprem uma missão divina, com o propósito de expandir o cristianismo.

Pacquiao citou nomes de atletas que ele considerou como referências de cristãos no meio esportivo, Jeremy Lin, que é um famoso jogador de basquete da NBA, e Tim Tebow, também um jogador de destaque de futebol americano, ambos cristãos, mas que também têm chamado a atenção pelas manifestações públicas de sua fé.

Avaliando a condição dos outros atletas e também a sua, o lutador filipino argumentou que o fato está ligado à vontade de Deus, “Por que Jeremy Lin? Por que Tim Tebow? Por que Manny Pacquiao?”, “É porque o Senhor nos quer em sua Palavra. Ele usa as pessoas famosas para atrair outras”.

Manny Pacquiao ainda revelou ser católico e leitor da Bíblia, segundo ele, foi Ela que o motivou a querer se aposentar e a deixar os ringues, dia 09 de junho será sua última atuação. A luta será contra Timothy Bradley Júnior e acontecerá em Las Vegas.

Fonte: Gospel+

Para Marisa Lobo, prática de aborto pode causar “transtornos psíquicos irreversíveis” à mulher. Leia na íntegraPara Marisa Lobo, prática de aborto pode causar “transtornos psíquicos irreversíveis” à mulher. Leia na íntegra

Para Marisa Lobo, prática de aborto pode causar “transtornos psíquicos irreversíveis” à mulher. Leia na íntegra

Por ocasião da discussão em torno da liberação do aborto em casos de gestações com fetos anencéfalos, a psicóloga Marisa Lobo publicou artigo comentando possíveis consequências para as mães que se submetem a esses procedimentos.

Em seu artigo, Marisa Lobo observa que a questão da saúde mental é um importante fator da questão, e que está sendo “ignorada” pelos ministros do STF. “Imediatamente a concepção da mulher desenvolve psicologicamente vínculo afetivo mãe-filho. Esse vínculo também é desenvolvido nas mulheres que projetam abortar. Uma mulher, frente à escolha de fazer ou não o aborto, vive sentimentos ambivalentes, angustiantes, a mulher fica vulnerável a transtornos psicológicos, a dores emocionais tão profundas que podem levá-la a escolhas erradas como, por exemplo, uso de substância psicoativa (drogas), lícitas e ou ilícitas, como forma de aliviar suas dores emocionais”.

Para a psicóloga, “a mulher que aborta voluntariamente pode ter esses sofrimentos psíquicos desenvolvidos muito tempo depois do aborto, e podem durar anos ou até mesmo a vida toda”. Marisa Lobo ressalta que o vínculo afetivo entre a gestante e o feto já existe com a intensidade de mãe e filho: “O trauma se dá, pois a mulher quando descobre que está grávida, considera esta criança não como embrião e sim como próprio filho, um ser indefeso dentro de seu ventre, portanto segundo estudos, abortar seria para essa mulher o mesmo que matar voluntariamente”.

No caso específico de anencefalia, o aborto pode trazer complicações psíquicas ainda maiores, segundo Marisa Lobo: “Quanto ao aborto de anencéfalo, muitas mães podem desenvolver uma dor e culpa ainda maior, pois sentem que estão rejeitando uma criança por causa de seu defeito. De qualquer forma um aborto é traumático, e pode ser responsável por dores e transtornos psíquicos irreversíveis”.

Confira abaixo a íntegra do artigo da psicóloga Marisa Lobo:

    O efeito do aborto voluntário da gravidez provoca na mulher “dores emocionais ignoradas” pelos que querem promover o aborto como um direito.

    Aborto pode ser um mal emocional muito maior do que concluir a gestação, ainda que difícil. A questão não envolve apenas religião, moral e sim saúde mental, tão importante para o desenvolvimento saudável dessa mulher e de sua família.

    Imediatamente a concepção da mulher desenvolve psicologicamente vínculo afetivo mãe-filho. Esse vínculo também é desenvolvido nas mulheres que projetam abortar. “Uma mulher, frente à escolha de fazer ou não o aborto, vive sentimentos ambivalentes, angustiantes, a mulher fica vulnerável a transtornos psicológicos, a dores emocionais tão profundas que podem levá-la a escolhas erradas como, por exemplo, uso de substância psicoativa (drogas), lícitas e ou ilícitas, como forma de aliviar suas dores emocionais.

    O fato de uma adolescente – uma mulher que não tenha desejado ou programado uma gravidez – ficar tão vulnerável, pode contribuir para que seja influenciada por pessoas a sua volta e tomar a decisão de aborto não como desejo em si, mas como fim mágico de resolução de problemas, pela influência que pessoas a sua volta podem ter neste momento.

    Quantos namorados, amigos, parentes e até mesmo médicos, e ou psicólogos, de alguma forma influenciam nessa decisão? Saibam que podem estar contribuindo para um grande “mal psicológico” para essa mãe.

    Especialistas concordam que imediatamente, depois do aborto, a mulher possa experimentar uma redução dos níveis de ansiedade, pois decai o elemento ansiógeno constituído por uma gravidez indesejada, mas sucessivamente, “muitíssimas mulheres vivem uma ansiedade maior, apresentando transtorno de estresse pós-traumático, depressão e maior risco de suicídio e abuso de substâncias”.

    A mulher que aborta voluntariamente pode ter esses sofrimentos psíquicos desenvolvidos muito tempo depois do aborto, e podem durar anos ou até mesmo a vida toda.

    O trauma se dá, pois a mulher quando descobre que está grávida, considera esta criança não como embrião e sim como próprio filho, um ser indefeso dentro de seu ventre, portanto segundo estudos, abortar seria para essa mulher o mesmo que matar voluntariamente.

    Uma porcentagem considerável de mulheres que abortaram desenvolve o transtorno de estresse pós-traumático, cujos sintomas são “lembranças desagradáveis, recorrentes e intrusivas do aborto voluntário, que se manifestam em imagens, pensamentos ou percepções, sonhos desagradáveis e recorrentes do sucesso, sensação de reviver a experiência do aborto através de ilusões, alucinações e episódios dissociativos nos quais através do ‘flashback’, ressurge a lembrança, mal-estar psicológico intenso à exposição de fatores desencadeantes internos ou externos que simbolizam ou se assemelham a algum aspecto do evento traumático, como o contato com recém-nascidos, mulheres grávidas, voltar ao lugar onde se praticou o aborto voluntário ou submeter-se a um exame ginecológico, evita persistentemente todo estímulo que possa associar-se com o aborto”, enumeram os especialistas do referido estudo.

    Tenho ao longo dos meus 15 anos de profissão acompanhado casos de mulheres que fizeram aborto voluntário em sua juventude e vida adulta, que hoje após muitos anos ainda lembram com detalhes e sofrem com culpa expressada em seu rosto. Mulheres que tem alucinações auditivas, em particulares, ouvem choro de crianças. Mulheres que ao ver recém nascidos choram, que desenvolveram raiva de recém nascidos e total rejeição é outro fator importante a se considerar.

    Uma paciente teve problemas sexuais em relação ao marido por mais de 25 anos, por conta de um aborto influenciado por ele, que na época ainda era seu namorado.

    Quando o aborto é involuntário, embora haja sofrimento, a mãe não conviverá com a dor da culpa, pois esta, embora a mãe se sinta culpada por algum tempo, não é consciente e não tem responsabilidade da mãe.

    Quanto ao aborto de anencéfalo, muitas mães podem desenvolver uma dor e culpa ainda maior, pois sentem que estão rejeitando uma criança por causa de seu defeito. De qualquer forma um aborto é traumático, e pode ser responsável por dores e transtornos psíquicos irreversíveis. Não podemos esquecer que este ser, esta criança, tem um pai, pode ter um irmão, enfim, uma família, e não podemos achar que somente a mulher terá problemas emocionais com esta interrupção voluntária.

    Marisa Lobo – Psicóloga Clínica

Fonte: Gospel+

“É preciso por um ponto final à ousadia” dos ativistas gays, afirma jornalista, sobre tentativa de “censura” ao pastor Silas Malafaia

 O processo movido pelo Ministério Público Federal contra o pastor Silas Malafaia voltou a ser tema de artigos do jornalista Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja.

Azevedo, que é católico, tem se posicionado em seus artigos de forma semelhante ao pastor nas críticas ao PL 122. Silas Malafaia considera o projeto como a “lei do privilégio” para os ativistas gays.

No artigo “Movimento gay quer passar de beneficiário da liberdade de expressão à condição de censor?”, Reinaldo Azevedo critica a postura dos ativistas gays, que segundo ele, querem impor mordaça às religiões e ao livre pensamento: “Então eles podem pegar símbolos de uma denominação cristã, que têm valor para mais de um bilhão de pessoas, submetê-los a uma, como posso dizer, “interpretação livre”, mudando ou mesmo invertendo seu sentido moral, mas um líder religioso deveria ser impedido de dizer o que pensa?”, pontua o jornalista, fazendo referência ao caso da Parada Gay de 2011, quando a organização do evento espalhou cartazes com doze modelos em posições homoeróticas.

Na ocasião, o pastor Silas Malafaia afirmou que a igreja católica deveria reagir ao que chamou de “ridicularização” dos símbolos católicos. A reação do pastor gerou protestos por parte dos ativistas gays e o processo movido pelo Ministério Público, que o acusa de incitar a violência. Sobre o processo, Azevedo afirma que apesar de não concordar com tudo que Malafaia diz a respeito do homossexualismo, acredita que o pastor está sofrendo uma tentativa de censura: “Devo silenciar diante de uma óbvia tentativa de calá-lo, ao arrepio, parece-me, da lei? Sim, a Justiça vai decidir, mas posso e devo dizer o que acho. Acho que estão recorrendo a uma óbvia linguagem metafórica com o propósito de se vingar de um notório crítico da dita Lei Anti-Homofobia. Entendo que estamos diante de um caso clássico de uso da lei para intimidar ou calar aquele que pensa de modo diferente”.

Reinaldo Azevedo afirma que “é a liberdade de expressão como um valor universal que permite hoje a essas ditas minorias, a esses grupos de pressão, falar, reivindicar etc. O que querem? Coibir a dita homofobia metendo na cadeia quem não comunga de seus valores?”, numa crítica ao que ele classifica de “sindicalismo gay”.

Em outro artigo sobre o tema (A marcha da intolerâcia. A única vítima de preconceito é o pastor), Azevedo afirma que não irá se calar, colaborando para a “para a reinstalação da censura no Brasil”, e diz que não aceita que “que partido, grupo ou grupelho decidam o que posso pensar ou não — em especial quando essa patrulha se exerce na contramão de direitos garantidos por uma Constituição democrática”.

Neste mesmo artigo, o colunista de Veja afirma ser contra o casamento gay: “Considero, absurda a decisão do Supremo que igualou legalmente os casais gays aos héteros. A razão é simples. A Constituição é explicita ao afirmar que a união civil se estabelece entre homem e mulher. Sem a mudança da Carta — o que só pode ser feito pelo Congresso —, o Supremo legislou e fez feitiçaria constitucional. Atrás desse precedente, podem vir outras ‘interpretações criativas’ da nossa Lei Maior”.

Explicando o motivo pelo qual se incomodou com a tentativa de censura à Malafaia, Reinaldo Azevedo classifica os ativistas gays de fascistas: “A proteção a minorias não pode ser maximizada a ponto de pôr em risco direitos fundamentais — entre eles, a liberdade de expressão. Esse caso envolvendo Malafaia me incomodou especialmente porque é preciso pôr (sic) um ponto final à ousadia dessas hordas fascitoides”.

Fonte: Gospel+

Família norte-coreana esconde a Bíblia no jardim para não ser condenada


O site do Portas Abertas publicou uma história emocionando de norte-coreanos que precisam esconder suas Bíblias para não serem descobertos pelo governo daquele país que é o nº 1 na Classificação de Países por Perseguição.

Na Coreia do Norte ter um exemplar da Bíblia é absolutamente proibido e, por isso, muitos cristãos precisam manter seus exemplares escondidos para não serem condenados. Na história contada pelo refugiado cristão Lee Joo-Chan ele narra como seus pais conseguiram esconder uma Bíblia.

“Todas as noites eles iam até o jardim e desenterravam um pote. Eles tiravam um livro de capa preta e o liam. Eles sempre nos disseram para nunca falar desse livro para outras pessoas. Eu sabia que eles não estavam brincando conosco e que seríamos mortos se outras pessoas soubessem do livro proibido. Às vezes minha mãe dizia que Deus estava vivo e que nós tínhamos que obedecê-Lo.”

Depois de um tempo sua família foi captura por motivos desconhecidos e eles foram levados para trabalhar no campo. Durante esse período Chan conta que eles passaram por anos difíceis, sendo submetidos à circunstâncias horríveis enquanto a Bíblia continuava escondida no jardim.

Assim que a família foi libertada, ela passou a ser acompanhada pelo ministério Portas Abertas através do irmão Simon, um ponto de contato entre o ministério e os cristãos perseguidos daquele país. “Eles eram tão gratos, eles nos deram essa Bíblia”, disse Simon que também afirmou que conseguiu entregar à família um exemplar novo da Bíblia Sagrada.

Simon acredita que um dia as Bíblias, hinários e outros materiais cristãos, que a Portas Abertas tem recebido nos últimos anos, serão trazidos novamente para a Coréia do Norte. “Então poderemos mostrar que ao povo norte-coreano o infinito e indestrutível poder da Palavra de Deus”, disse ele.

Igrejas de Rio Branco ajudam na distribuição de alimentos do Acre Solidário




A campanha de doações do Acre Solidário para os desabrigados pela cheia do Rio Acre não só foi um grande sucesso, como excedeu as expectativas de arrecadações. Nesta sexta-feira, 23, a primeira-dama do Acre, Marlúcia Cândida, solicitou ajuda das lideranças das igrejas evangélicas e católicas do Estado para auxiliar na distribuição das doações.

A primeira igreja a receber materiais para auxiliar na doação foi a Igreja Renovada. Foram 700 cestas básicas, 700 caixas de biscoito, 500 kits de limpeza e cerca de três mil peças de roupas. A Igreja Renovada será responsável por levar a distribuição de alimentos nos bairros Taquari, Seis de Agosto e parte da Sobral.

“Uma equipe nossa já está formada para que na próxima semana já comece a entrega, mas temos que fazer tudo corretamente, inclusive o cadastro das famílias, para termos o controle de quem está recebendo os donativos”, conta o pastor Alif Arão. “Muitos dos nossos irmãos e ministros já estavam envolvidos na campanha, sendo voluntários nos abrigos e reunindo doações”.

A primeira-dama e coordenadora do Acre Solidário, Marlúcia Cândida, reforçou o motivo da ajuda das igrejas na distribuição das doações explicando que, “para a gente é um prazer compartilhar esse trabalho com as igrejas e organizações que respaldam o nosso trabalho. Nós recebemos a ajuda das igrejas e agora pedimos mais essa ajuda.” Para a primeira-dama,  com a participação das igrejas o trabalho vai ganhar agilidade, pois cada instituição conhece bem a comunidade que faz parte de sua congregação.

O secretário adjunto de Articulação Institucional, André Kamai, também esteve presente durante a entrega das doações para estocagem na sede da Igreja Renovada. Ele explicou que, ao todo, sete igrejas evangélicas receberão alimentos para distribuição entre os atingidos pela cheia do Rio Acre em Rio Branco. A igreja católica também irá organizar distribuição de alimentos através da Diocese de Rio Branco.

Fonte: Noticias do Acre

Sob protesto de cristãos, aborto de anencéfalos (fetos sem cérebro) é legalizado pelo STF no Brasil

O Supremo Tribunal Federal aprovou por 6 votos a favor e 1 contra (até o fechamento desta matéria) o aborto em casos de fetos anencéfalos, ou seja, bebês gerados sem cérebro. Com os 6 votos até o momento é impossível haver uma maioria de votos contra a proposta já que restam apenas 3 votos dos ministros Celso de Mello, Gilmar Mendes e Cezar Peluso.

O termo “aborto” mal foi usado durante o julgamento. A expressão foi substituída por “antecipação terapêutica do parto” gerando diversas críticas pelos adeptos da causa “pró-vida”, que é contra o aborto. Os ministros que votaram a favor são, em ordem de apresentação do parecer: Marco Aurélio Mello, Rosa Weber, Joaquim Barbosa, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Ayres Brito. Já o ministro Dias Toffoli se disse impedido votar por ter sido anteriormente, como advogado-geral da União, um dos participantes do processo e já ter dito em público que é a favor da legalização do aborto de fetos sem cérebro.

O ministro Ricardo Lewandowski votou contra a proposta e afirmou: “não é dado aos integrantes do Poder Judiciário promover inovações no ordenamento normativo como se fossem parlamentares eleitos”, o ministro também lembrou que os fetos anencéfalos sentem dor e reagem a estímulos externos, e afirmou que a lei sobre aborto é clara e sem margem para interpretações, por tanto a interrupção da gravidez neste caso seria crime. Ao fim de seu discurso, Lewandowski ainda disse que a legalização do aborto de fetos sem cérebro faria o Brasil voltar a idade média, quando “crianças fracas” aos olhos da sociedades eram sacrificadas.

A ministra Cármen Lúcia, que votou a favor da causa, afirmou que “exatamente fundado na dignidade da vida neste caso acho que esta interrupção não é criminalizável”. Já Luiz Fux entende que “impedir a interrupção da gravidez sob ameaça penal equivale à tortura. A ameaça penal não tem a menor eficácia. Há dados aterrorizantes sobre a morte de mulheres que fazem o aborto de modo incipiente e depois têm de fazer a via crucis em hospitais públicos”.

Sobre a criminalização do aborto de anencéfalos, a ministra Rosa Weber afirmou que a “interpretação extensiva é que viola direito fundamental da gestante, já que não há direito fundamental à vida em jogo”, enquanto que o relator da ação, ministro Aurélio Melo, disse que “não cabe impor às mulheres o sentimento de mera incubadora, ou melhor, caixões ambulantes”.
Sobre a ação e o julgamento de aborto por anencefalia

A decisão dos ministros uniformiza as decisões que os demais juízes deverão tomar em casos semelhantes. Como não há legislação específica para casos de fetos anencéfalos, os ministros julgaram a ação da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde, movida em 2004 e mantida em discussão até hoje. O Código Penal classifica todo tipo de aborto como crime, porém, prevê a retirada do feto em casos de estupro ou risco de morte da mãe, em casos de gestações delicadas.

A ação da CNTS foi motivada por anos de decisões diferentes dos juízes a respeito dos casos de anencefalia. Em alguns casos, os juízes concediam o direito de interromper a gravidez e em outros, negavam. Haviam também casos em que a ação perdia o objeto da razão devido a lentidão do judiciário, e quando a causa chegava às mãos do juiz, o parto já havia ocorrido.

A decisão tomada hoje pelo STF uniformiza o entendimento do judiciário sobre a questão, porém não resolve o problema, pois a cada novo caso de uma gestação com feto anencéfalo, os interessados deverão mover uma ação para ter o direito à interrupção da gestação.
Legislação sobre aborto

Para que o aborto nesses casos seja descriminalizado, e ocorra sem a necessidade de uma ação judicial, é preciso que o Congresso Nacional aprove uma lei, regulamentando a prática. Existem dois projetos sobre o tema aguardando para serem votados. Segundo o deputado federal Anthony Garotinho, “os projetos estão parados não é porque são polêmicos, é porque a tramitação na Casa é cheia de obstáculos”.

Ele se posiciona contra a possibilidade do aborto nesses casos, mas afirma que não se pronuncia em nome de toda a bancada evangélica: “Não posso falar pela bancada, mas os anencéfalos, na minha opinião, se for permitido interromper a gravidez, vai abrir um leque de outras opções. Amanhã vai ser possível identificar uma criança com Síndrome de Down e outras deficiências. E essas crianças? Serão abortadas também?”, questiona o deputado.

Durante o julgamento, o advogado da CNTS afirmou que “a interrupção nesses casos não é aborto. Então, não se enquadra na definição de aborto do Código Penal. O feto anencefálico não terá vida extrauterina. No feto anencefálico, o cérebro sequer começa a funcionar. Então não há vida em sentido técnico e jurídico. De aborto não se trata”, disse Luis Roberto Barroso, de acordo com informações do G1.
Cristãos protestam e fazem campanha contra a legalização

O teólogo José Barbosa Junior se posiciona favorável ao direito de interromper a gravidez nos casos de má formação do cérebro. Num artigo escrito em 2004, Junior afirma que o fanatismo religioso acaba sendo o motivador de injustiças: “Até quando seremos reféns dos homens-deuses que se julgam no direito de mandarem nas vidas alheias? Até quando o fanatismo religioso continuará a comandar atrocidades em nome daquele que certamente condenaria tudo isso? Até quando nos veremos presos à vontade imperiosa de organizações que deveriam se importar com outras coisas?”.

Entre as lideranças cristãs, o pastor Silas Malafaia e o pastor e deputado Marco Feliciano lideraram uma campanha pela reprovação do aborto, pedindo que fiéis e internautas enviassem e-mails aos ministros, pedindo que eles votassem contra a aprovação.

Silas Malafaia afirmou que “esta é a moderna depuração dos nossos tempos. Aborto de anencéfalos, daqui a pouco aborto para quem tem Síndrome de Down, depois qualquer bebê na barriga da mãe que tenha qualquer deficiência. A vida é um dom de Deus, está na sua autoridade dá-la e tomá-la”, numa referência ao nazismo.

O pastor Marco Feliciano relatou no Twitter, um drama pessoal que viveu, com um filho que nasceu com problemas, não especificados pelo pastor, e criticou a postura de não proteger a vida humana: “Nosso país tem leis que protegem tartaruga, araras, animais em geral, mas bebês com problemas de formação devem ser eliminados! Vergonha… Sepultei um filho, nasceu com problemas, ter estado com ele alguns minutos foi melhor do que nunca ter estado com ele. Eu e minha esposa sobrevivemos”.

A psicóloga Marisa Lobo também se manifestou no Twitter, afirmando que a questão do aborto não deve ser transformada em debate religioso: “Não vamos cair na jogada dos que querem transformar a questão do aborto de anencéfalos numa batalha religiosa!”.

Fonte: Gospel+

"Para nossa alegria", irmãos, vão lançar CD


Uma canção evangélica de quatro acordes, refrão de três palavras e cantada fora do tom por um casal de irmãos e sua mãe. Para a alegria de uns e desespero de outros, ‘Para Nossa Alegria’ tornou Jefferson e Suellen Barbosa conhecidos Brasil afora e não para de bombar: o vídeo, que já contabiliza quase 15 milhões de exibições no YouTube, deu origem a milhares de versões; a Pepsi fechou uma parceria com a família; e a dupla, agora conhecida nacionalmente, anuncia que vai lançar CD e uma série de camisetas, disponibilizados no www.artecrista.com.br.

O que nem todo mundo conhece são os autores da tal música. Relaxa, nem o pessoal do ‘Pânico’, que vem arrebanhando audiência em cima dos garotos, parece saber. O programa diz, erroneamente, que a criação original é do grupo Catedral, que, de fato, a gravou nos anos 90. Porém, ‘Galhos Secos’ (esse é o nome correto da canção) é uma parceria dos também irmãos Osny (falecido em 2007) e Osvayr Agreste, feita nos anos 70 quando, ainda adolescentes, integravam junto do baterista Edson Zaffani o trio Êxodos, apontado como o primeiro grupo de rock gospel do Brasil.

ENTREVISTA COM JEFFERSON BARBOSA

Jefferson e Suellen Barbosa desfrutam o momento de fama. Tanto que já é possível até contratar a dupla, que agora só fala se houver divulgação do contato para shows (e-mail: contato@nossalegria.com.br; tel.: 11 2093-4122).

O que mudou na sua vida depois de todo esse sucesso de ‘Para Nossa Alegria’?
A fama. De um dia paro o outro foram milhões de acessos. A gente não tem Internet e não entendeu direito. Quando fui pra escola, no outro dia, todo mundo queria tirar foto com a gente. Minha mãe trabalha no aeroporto e todo mundo queria tirar foto com ela. A gente entendeu uns dias depois a proporção que teve o vídeo. Foi uma coisa muito grande.

Quando lançaram o vídeo na Internet, não imaginaram a repercussão?
Na verdade, foi a nossa vizinha Juliana que postou o vídeo. A gente estava ensaiando no quarto, porque a gente ia cantar na igreja, e pensamos: “Vamos ligar a câmera na televisão”. Estávamos nos assistindo como se fosse um espelho, por isso a gente estava sorrindo. Na hora do “para nossa alegria”, eu acabei entrando muito forte. Minha irmã começou a rir e minha mãe ficou brava. Mas foi sem querer, nunca imaginava mesmo essa repercussão.

Vocês planejam viver de música?
Vamos lançar um CD em maio, que vai ser produzido pela Salluz Productions, uma gravadora gospel. Vamos começar a gravar essa semana. Vai se chamar ‘Para Crianças e Adultos Bem Humorados’. Vão ser músicas bem humoradas.

Já estão conseguindo ganhar dinheiro com o sucesso?
Graças a Deus estão aparecendo convites para a gente cantar, está sendo uma bênção. Eu e minha irmã gostamos muito de cantar. Eu estudo violão e estou aprendendo também guitarra, e Suellen vai começar a fazer aulas de canto.

Você conhece a versão original de ‘Galhos Secos’, feita pelo grupo Êxodos?
Nossos pais conheceram a música através dessa versão. Eu e minha irmã conhecemos pela versão do cantor e produtor Paulo César Baruk. Mas a música é bonita em todas as versões, por isso a gente estava ensaiando para cantar na igreja.

Fonte: O Dia

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Filha de cristãos dada como morta é encontrada viva após 12 horas

Filha de cristãos dada como morta é encontrada viva após 12 horas
Analia Bouter e Fabian Veron moram na cidade argentina de Fontana, no norte do país. Eles têm quatro filhos e estavam prestes a ter o quinto quando testemunharam um milagre.
Sua filha se chamaria Luciana Abigail, mas devido aos acontecimentos recentes, decidiram batizá-la de Luz Milagros [Luz do milagre].
A menina nasceu prematura no dia 3 de abril, com seis meses, no Hospital Julio Perrando. Porém, algumas horas depois o hospital emitiu um atestado de óbito, declarando que o bebê morreu de causas desconhecidas.
O corpo dela foi colocado em uma gaveta no necrotério do hospital durante 12 horas e seria enterrado no dia seguinte. Porém, os pais insistiram em ver a filha. Foi então que o milagre ocorreu. Analia Bouter, dizia “sentir” que a filha precisava dela. Ela lembra que teve uma reação de choque no primeiro momento em que encostou no corpo frio da filha e a menina, tremeu, dando sinais de vida. “Dei um passo para trás e caí de joelhos. Meu marido não sabia o que fazer. Começamos a chorar e a rir. Choramos de felicidade”, lembra a mãe. “Ela estava coberta e com a pele pálida e muito gelada”.
Após ouvirem um pequeno gemido, os pais seguraram o corpo e correram para a unidade neonatal, pedindo ajuda dos médicos. Imediatamente, uma enfermeira pegou a criança nos braços e levou para que fosse atendida. “Ela disse que era como carregar uma garrafa de gelo”, contou Analia.
Os médicos do hospital dizem não saber como ela pode ter sobrevivido a 12 horas de exposição ao frio intenso. Os pais da criança denunciaram a negligência do hospital e afirmam que abrirão um processo. Rafael Sabatinelli, da Secretaria de Saúde da província do Chaco, emitiu nota avisando que os cinco profissionais envolvidos no parto foram suspensos de forma preventiva e o caso será investigado. “Espero que os resultados do inquérito sirvam para aclarar o que aconteceu”, disse.
Mas a mãe diz ter uma boa ideia como um bebê de apenas 26 semanas de gestação se manteve com vida depois de tanto tempo em um quarto refrigerado. “Eu sou uma cristã. Sei que tudo isso foi um verdadeiro milagre de Deus”, comemora. A família diz que guarda o atestado de óbito da filha emitida pelo hospital como prova disso.
Os médicos diziam que não havia sinais vitais. Porém, o pai disse à CNN acreditar que sua filha, pesando menos de um quilo, teve uma experiência única. “Estamos comemorando o oitavo dia de sua ressurreição”, enfatizou.
A pequena Luz Milagros segue internada na Unidade de Tratamento Intensivo e passa bem.

Via Gritos de Alerta
Traduzido e adaptado de Daily Mail e AP
Inf. Gospel Prime

STF retoma nesta quinta feira o julgamento de aborto de feto sem cérebro


O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (12) o julgamento de ação que pede a liberação do aborto de feto sem cérebro após seis ministros terem apresentado o voto na quarta (11). Cinco votaram a favor da liberação - Marco Aurélio Mello, Rosa Weber, Joaquim Barbosa, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Somente Ricardo Lewandowski foi contra - veja como votou cada ministro.

Faltam ainda os votos dos ministros Ayres Britto, Gilmar Mendes, Celso de Mello e do presidente do STF, ministro Cezar Peluso. O ministro Dias Toffoli se declarou impedido de votar porque, quando era advogado-geral da União, se manifestou publicamente a favor da liberação.

O julgamento será retomado às 14h, segundo o presidente do Supremo. A interrupção ocorreu porque parte dos ministros precisava participar de sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite de quarta.

O plenário do STF iniciou nesta quarta a análise da ação proposta em 2004 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, pedindo que o Supremo permita, em caso de anencefalia, que a mulher possa escolher interromper a gravidez. De acordo com o Código Penal, o aborto é crime em todos os casos, exceto se houver estupro ou risco de morte da mãe.
Ministros do Supremo e procurador geral da República durante julgamento sobre aborto de feto sem cérebro  (Foto: Gervásio Baptista/SCO/STF)
Ministros do Supremo e procurador geral da República durante julgamento sobre aborto de feto sem cérebro (Foto: Gervásio Baptista/SCO/STF)

O ministro relator, Marco Aurélio Mello, considerou inconstitucional a interpretação que trata como crime interromper a gravidez de feto anencéfalo.

O ministro Marco Aurélio Mello, relator da ação que pede liberação do aborto para feto anencéfalo (Foto: Carlos Humberto / SCO / STF)O ministro Marco Aurélio Mello, relator da ação que
pede liberação do aborto para feto anencéfalo
(Foto: Carlos Humberto / SCO / STF)

De acordo com Mello, o termo aborto não é correto para casos de anencefalia pois não há possibilidade de vida do feto nessas condições.

“Aborto é crime contra a vida. Tutela-se a vida em potencial. No caso do anencéfalo, não existe vida possível. O feto anencéfalo é biologicamente vivo, por ser formado por células vivas, e juridicamente morto, não gozando de proteção estatal”, afirmou o relator.

Para os ministros que acompanharam o relator, a decisão de interromper a gravidez do feto sem cérebro é direito da mulher, que não pode ser oprimida pela possibilidade de punição. A decisão do STF valerá para todos os casos semelhantes e os demais órgãos do poder público serão obrigados a respeitá-la.

“Não é escolha fácil. Todas as opções são de dor. Exatamente, fundado na dignidade da vida, neste caso, acho que esta interrupção não é criminalizável. [...] O útero é o primeiro berço do ser humano. Quando o berço se transforma em um pequeno esquife a vida se entorta”, afirmou a ministra Cármen Lúcia.

O ministro Luiz Fux durante o julgamento (Foto: Carlos Humberto / SCO / STF)
O ministro Luiz Fux durante o julgamento (Foto:
Carlos Humberto / SCO / STF)

“É tão justo admitir que a mulher aguarde nove meses para que dê a luz ao feto anencefálico e também representa a Justiça não se permitir que uma mulher que padece dessa tragédia de assistir durante nove meses a missa de sétimo dia do seu filho seja criminalizada e colocada no tribunal de júri como se fosse a praticante de um crime contra a vida”, afirmou o ministro Luiz Fux.

“O crime de aborto quer dizer a interrupção da vida e, por tudo o que foi debatido nesta ação, a anencefalia não é compatível com essas características que consubstanciam a ideia de vida para o direito”, declarou a ministra Rosa Weber.

Alguns ministros ressaltaram que o Supremo não está discutindo a legalização do aborto de modo geral ou obrigando mulheres grávidas de fetos anencéfalos a interromper a gestação. A Corte discute se é crime interromper a gestação de um feto que, segundo a opinião de alguns especialistas, não tem chances de vida fora do útero.

“Faço questão de frisar que este Supremo Tribunal Federal não está decidindo permitir o aborto”, disse Cármen Lúcia.

“O Supremo, evidentemente, que respeita e vai consagrar aquelas mulheres que desejarem realizar o parto ainda que o feto seja anencefálico”, afirmou Luiz Fux.

A decisão que o Supremo tomar deve ser seguida por todas as instâncias da Justiça e pelos órgãos públicos, conforme a legislação em vigor. Caso alguém se recuse a aplicar a decisão, a gestante pode recorrer por meio de uma reclamação diretamente no Supremo para garantir o direito de abortar.

A decisão do Supremo, no entanto, não impede o Congresso Nacional de aprovar uma lei que ratifique a decisão do STF ou que defina regras específicas sobre o aborto de anencéfalos.


Divergência
O ministro Ricardo Lewandowski, que abriu a divergência após cinco votos favoráveis à liberação do aborto, afirmou que o Supremo não pode interpretar a lei com a intenção de “inserir conteúdos”, sob pena de “usurpar” o poder do Legislativo, que atua na representação direta do povo.

"Uma decisão judicial isentando de sanção o aborto de fetos anencéfalos, ao arrepio da legislação existente, além de discutível do ponto de vista científico, abriria as portas para a interrupção de gestações de inúmeros embriões que sofrem ou viriam sofrer outras doenças genéticas ou adquiridas que de algum modo levariam ao encurtamento de sua vida intra ou extra-uterina", disse Lewandowski.

O advogado Luís Roberto Barroso, que defendeu a liberação do aborto no caso de anencefalia (ausência de cérebro) (Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil)O advogado Luís Roberto Barroso, que defendeu a
liberação do aborto no caso de anencefalia
(ausência de cérebro) (Foto: Elza Fiúza / Agência
Brasil)

Interrupção 'não é aborto'
O advogado Luís Roberto Barroso, que defende os interesses da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde no processo, afirmou durante o julgamento que "não é aborto" a interrupção da gravidez nesses casos. Para ele, como o feto não tem cérebro "não há vida em sentido técnico".

"A interrupção nesses casos não é aborto. Então, não se enquadra na definição de aborto do Código Penal. O feto anencefálico não terá vida extra-uterina. No feto anencefálico, o cérebro sequer começa a funcionar. Então não há vida em sentido técnico e jurídico. De aborto não se trata", afirmou Barroso durante sua sustentação oral no plenário do STF.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, concordou com a tese apresentada pela defesa da entidade. "Nada justifica uma restrição tão intensa ao direito à liberdade e autonomia reprodutiva. A mulher tem restrição desproporcional a um direito fundamental de elevada importância na escala de valores constitucionais. A proibição da interrupção da gravidez nessas trágicas circunstâncias tende a agravar e prolongar essa dor", completou Gurgel.

Para a presidente do Movimento Nacional de Cidadania pela Vida - Brasil Sem Aborto, Lenise Garcia, se o aborto de anencéfalos for aprovado pela Corte, "será um ponto negativo para o país".

"O problema maior seria a ampliação do aborto. Hoje discute-se sobre anencéfalos, depois vão permitir outros tipos de aborto. Isso não pode acontecer". Segundo Lenise Garcia, a entidade que representa mantém contato com grávidas de bebês anencéfalos. "Pelo que constatamos, as mães que abortam os bebês sofrem mais do que aquelas que lutam até o fim pela vida das crianças', disse.

'Ser com sentimentos'
Os pais de uma criança de 2 anos, que teve anencefalia (ausência de cérebro) diagnosticada durante a gravidez, acompanharam, com a filha, o julgamento nesta quarta.

Apesar do diagnóstico de anencefalia, Vitória nasceu com um resquício de cérebro e couro cabeludo (acrania), conforme especialistas ouvidos pelo G1. Eles informaram que trata-se de uma "sobrevida vegetativa" e a mãe poderia ter pedido a interrupção da gravidez por conta do diagnóstico.

"Ela é uma criança com deficiência neurológica e precisa de estimulação, porém ela não é um vegetal, não é uma coisa. Ela é um ser humano com sentimentos", disse a mãe.

Manifestantes contrários ao aborto de anencéfalos diante da sede do STF, em Brasília (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)
Manifestantes contrários ao aborto de anencéfalos diante da sede do STF, em Brasília (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Anencefalia
Além das questões jurídicas, o plenário do Supremo debate o que diz a ciência sobre a anencefalia. Em 2008, especialistas e entidade da sociedade civil apresentaram no Supremo durante audiência pública conceitos e opiniões sobre o assunto.

O relator do caso citou dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), referentes ao período entre 1993 e 1998, segundo os quais o Brasil é o quarto país no mundo em incidência de anencefalia fetal, atrás de Chile, México e Paraguai.

A chamada anencefalia é uma grave malformação fetal que resulta da falha de fechamento do tubo neural (a estrutura que dá origem ao cérebro e a medula espinhal), levando à ausência de cérebro, calota craniana e couro cabeludo. A junção desses problemas impede qualquer possibilidade de o bebê sobreviver, mesmo se chegar a nascer.

Estimativas médicas apontam para uma incidência de aproximadamente um caso a cada mil nascidos vivos no Brasil. Cerca de 50% dos fetos anencéfalos apresenta parada dos batimentos cardíacos fetais antes mesmo do parto, morrendo dentro do útero da gestante, de acordo com dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

Um pequeno percentual desses fetos apresenta batimentos cardíacos e movimentos respiratórios fora do útero, funções que podem persistir por algumas horas e, em raras situações, por mais de um dia. O diagnóstico pode ser dado com total precisão pelo exame de ultrassom e pode ser detectado em até três meses de gestação.

VIA GRITOS DE ALERTA .
FONTE . http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/04/stf-retoma-nesta-quarta-julgamento-de-aborto-de-feto-sem-cerebro.html

Porque os lideres Caem na imoralidade sexual ?

 

Não é incomun ouvir de pastores e líderes que cairam em pecado de imoralidade. Geralmente quando ouvimos casos ocorridos, isso é porque a situação veio à tona inesperadamente e a notícia corre na velocidade da internet. Mas nem todos os casos chegam ao conhecimento do publico. Muitos camuflam uma vida dupla por anos e alguns, pela eternidade afora. É lamentável, mas ocorre! Pastores e líderes não são super-herois. Eles são homens como qualquer outro e sugeitos às mesmas tentações e fraquezas.
Enumero aqui alguns poucos motivos pelos quais esses homens caem. Não é uma lista concluída, mas são linhas mestras de fatores que cooperam para umas queda. Ela serve não só para pastores e líderes mas para qualquer homem.
Por que os “homens” caem em pecado de imoralidade?

1. Por uma fraca ou uma perda do relacionamento íntimo com Deus.

2. Por uma inclinação a superar as pressões, dores, frustrações, desapontamentos e perda da intimidade conjugal com recursos inapropriados de prazer, tais como, filmes e revistas pornográficos.

3. Achando e aceitando um conforto inapropriado de alguém que não seja sua esposa.

4. Vivendo com uma carência de amor e aceitação.

5. Por ignorar ou por um fraco compromisso com os princípios bíblicos.

6. Por uma vida solitária.

7. Por não ter vencidos problemas do passado relacionados a pecados, relacvionamentos, trumas e desvios de caráter.

8. Por preferir o prazer do pecado ao invés de fazê-lo morrer.

9. Por não ter tratado com influência da espiritual do mal com na qual esteve escravizado antes da conversão.

Mulher é indiciada por inventar leucemia para ter ‘casamento dos sonhos’

 

A comunidade bancou todos os preparativos para o casamento
A promotoria do Estado de Nova York indiciou nesta terça-feira, dia 10, a americana Jessica Vega, 25 anos, por fraude e roubo, depois de constatar que ela conseguiu o “casamento dos sonhos” ao inventar que estava morrendo por causa de uma leucemia.
“Fingindo ter uma doença terminal, Vega tirou proveito dos corações e mentes da comunidade e lucrou com a generosidade alheia”, disse o promotor Eric Schneiderman. “Acolhemos a denúncia por ela ter ludibriado o público”, completou.
Em setembro de 2010, o americano Michel O’Connell acusou a então ex-mulher, Jessica, de fingir que sofria de leucemia em estágio terminal para convencê-lo a casar-se com ela e conseguir que estranhos pagassem os custos da cerimônia e da lua-de-mel. Os dois se conheceram em uma escola de culinária em Manhattan e pouco depois estavam morando juntos.
As circunstâncias do casamento comoveram a comunidade em que o casal vivia (Newburgh, perto de Nova York) e a história foi parar em um jornal local, o Times Herald-Record.
Várias pessoas, entre conhecidos e estranhos, fizeram doações para a cerimônia. Eles ganharam o vestido de noiva, um desconto no salão de festas e no bar, um par de alianças, passagens e hotel para a lua-de-mel em Aruba, no Caribe, dinheiro para gastar na viagem e ainda maquiagem e penteados para a noiva e suas sete damas de honra.
Diagnóstico ‘errado’
Jessica está sendo acusada pela procuradoria de NY de enganar o público
Jessica teria recebido o diagnóstico confirmando a leucemia mieloide aguda no início de 2010. Em função da doença, os dois se apressaram para realizar o casamento antes que a noiva ficasse impossibilitada de andar até o altar.
Mas alguns meses depois do casamento, O’Connell começou a desconfiar da veracidade da doença, afirmando que o quadro de saúde da mulher não piorava. Ao telefonar para o médico que teria dado o diagnóstico, O’Connell ouviu da recepcionista que Jessica nunca fora paciente na clínica.
“Achei que ela estava morrendo e meu objetivo era dar a ela tudo o que quisesse antes que morresse”, disse na época O’Connell ao jornal New York Daily News. “Agora quero a verdade. Se isso significar que ela vá para a prisão, então, que ela pague pelo que fez”, completou.
Jessica, por sua vez, afirmou ao Times Herald-Record que recebeu o diagnóstico de que sofria de leucemia, mas que este talvez estivesse “errado”. Em 2010, ela disse ainda que deixou o marido porque ele era violento. No entanto, de acordo com a agência de notícias AP, o casal estaria vivendo na mesma casa novamente, em Virginia, com suas duas crianças.
“Ela é boa mãe”, disse O’Connell ao Times Herald-Record. “Quero que meus filhos tenham a mãe de volta”.
A sentença máxima para os crimes pelos quais Jessica está sendo processada é de 4 anos e meio de prisão.
Fonte: BBC

Recente artigo de Reinaldo Azevedo dá mais uma ‘cacetada’ nos ativistas gays

 

Nesta terça-feira (10) o jornalista Reinaldo Azevedo postou em sua coluna um detalhado texto que mostra a perseguição que o pastor Silas Malafaia vem sofrendo por parte de ativistas gays. O jornalista, de maneira inteligente e corajosa, não se cala quanto ao preconceito e a perseguição que o pastor Silas está sendo vítima.
O Verdade Gospel mais uma vez pede para que você acesse direto no artigo e deixe seu comentário lá.
Se você ainda não leu, veja a defesa que o jornalista faz do pastor Silas Malafaia e também outrso artigos sobre intolerância religiosa:

FONTE . VEJA

Presidente do Sudão garante fim da violência contra cristãos, mas pastor afirma que violência continua

Recentemente o presidente do Sudão, Omar al-Bashir, determinou a saída de todos os cristãos do território do país. Porém, depois da repercussão do caso, ele amenizou o discurso e disse que não haverá violência para uma eventual migração para o Sudão do Sul, país maioritariamente cristão, que conquistou sua independência no ano passado.
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De acordo com o The Chiristian Post, a ordem agora no país é de que os cidadãos do sul providenciem documentos que possibilitem sua permanência no país muçulmano.
“Está sendo exigido que os cidadãos do sul que queiram ficar no norte mostrem documentação para isso. O problema é que essa documentação não sai fácil para os cristãos, segundo o depoimento de pastores locais. Quem ficar, fica ilegal, o que gera todo tipo de transtorno”, explicou o pastor Mário Freitas, presidente da Missão em Apoio à Igreja Sofredora (MAIS), que esteve no Sudão entre os dias 3 a 8 de abril.
O pastor afirmou ainda que os cristãos residentes no país sofrem represálias por partes dos cidadãos muçulmanos, que os discriminam e tratam com truculência a emancipação do país ao sul.
Freitas explicou também que a maioria cristã do Sudão está concentrada na região urbana do país. “Igrejas históricas, como a Anglicana e a Presbiteriana, se estabeleceram na região há muitas décadas. Embora em muitos casos o cristianismo seja nominal, a fé desses irmãos tem fundamentado as guerras e dissensões com o norte islâmico no decorrer dos anos”, explica.
O pastor conta também que nesse momento não há retiradas de pessoas do país, mas que a barreira agora é a questão da obtenção dos documentos exigidos para a permanência no país: “Quem ficar, fica ilegal, o que gera todo tipo de transtorno. Na prática há represálias por parte de cidadãos muçulmanos”, afirmou o pastor, que disse ainda que apesar da negativa do governo sobre a violência contra os cristãos, a polícia e radicais muçulmanos continuam a “visitar” os pastores em seus bairros, fazendo com que sua permanência fique impraticável.
Uma ordem de prisão já foi emitida pela comunidade internacional contra al-Bashir, com a acusação de genocídio e crimes contra a humanidade.

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Contrato de Neymar com a Volkswagen inclui ônibus blindado para levar amigas da mãe do atacante à igreja

Contrato de Neymar com a Volkswagen inclui ônibus blindado para levar amigas da mãe do atacante à igreja
O atacante do Santos e da seleção brasileira, Neymar, assinou recentemente um contrato de patrocínio com a Volkswagen que inclui carros para seus familiares e até um ônibus, que será usado pela mãe do atacante para transportar suas amigas à igreja.
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Evangélico, o jogador vêm dividindo seu tempo entre os gramados e gravações de campanhas publicitárias. Como na segunda feira, em que passou 8 horas gravando um comercial para a Claro.
Não poupando esforços e dinheiro para ter Neymar como garoto-propaganda, a montadora alemã incluiu no contrato vários “mimos” para o atacante e seus familiares. Segundo o Diário de São Paulo, entre os mimos cedidos pela montadora, Neymar vai ter direito a 11 carros, à sua escolha. A ideia é que todos os seus familiares só andem em veículos da Volkswagen. O carro do atacante será um Touareg V8, avaliado em aproximadamente R$ 270 mil.
A montadora vai atende também um pedido feito pela mãe do atacante. Trata-se de ônibus blindado, que vai ser importado da Alemanha, e que ela pretende usar para transportar suas amigas até os cultos da Igreja Batista Peniel, em São Vicente.
Fonte: Gospel+

STF: decisão sobre aborto de anencéfalos fica para esta 5ª

Com cinco votos a favor e um contra, o julgamento que vai decidir sobre a interrupção da gravidez em casos de anencefalia foi suspenso até esta quinta-feira, 12. Os primeiros cinco ministros votaram a favor.

Já o ministro Ricardo Lewandowski, último a votar, se disse contrário ao aborto nesses casos. O julgamento começou nesta quarta, 11, no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.

Ainda faltam os votos dos ministros Carlos Ayres Britto, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cezar Pelluso. O ministro Antonio Dias Toffoli não votará, pois no passado, quando era advogado-geral da União, manifestou-se favorável à interrupção da gravidez no caso de anencéfalos.

Lewandowski justificou seu voto dizendo que qualquer decisão nesse sentido "abriria portas para a interrupção da gravidez de inúmeros embriões portadores de doenças que de algum modo levem ao encurtamento da vida".

Segundo a ministra Cármen Lúcia, "a interrupção não é criminalizável". Tal opinião complementa o discurso de Luiz Fux, que falou pouco antes e afirmou que “a interrupção da gravidez tem o condão de diminuir o sofrimento da gestante”. O ministro trouxe dados recentes sobre casos de fetos anencéfalos.

A escolha do ministro Joaquim Barbosa foi mais rápida e se deu logo após a formalização do voto de Rosa Weber, ocorrido cerca de uma hora após o retorno da sessão, às 15h00, que tinha sido suspensa para o almoço. Marco Aurélio Mello foi o primeiro a declarar o voto.

Ele é o relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamenta (ADPF) 54, proposta em 2004 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, e iniciou a sessão às 9h50 com a leitura de estudos e pesquisas sobre a anencefalia. Segundo o ministro, “a gestação de feto anencéfalo representa um risco à mulher e cabe a ela, e não ao Estado, sopesar valores e sentimentos de ordem privada, para deliberar pela interrupção, ou não, da gravidez”.

Inicialmente, o advogado da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), Luís Roberto Barroso, expôs os argumentos a favor da descriminalização da interrupção da gravidez em caso de gravidez de feto anencéfalo. O parecer favorável também foi apresentado pela Procuradoria-Geral da República, após argumentos do procurador-geral, Roberto Gurgel.

Durante essa primeira parte do julgamento, do lado de fora do prédio do STF, na Praça dos Três Poderes, um grupo de religiosos permanecia em vigília. Os católicos se uniram a evangélicos e espíritas em orações, pedindo que os ministros rejeitem a descriminalização.

Abaixo, os principais momentos da votação:

18h26 – Ministro julga o pedido improcedente. Sessão fica suspensa até amanhã, às 14h.

18h22 – Ministro lembra que há projetos de lei para normatizar o assunto em tramitação no Congresso Nacional.

18h18 – “Decisão judicial isentando de sanção aborto de fetos anencéfalos além de discutível do ponto de vista ético, jurídco e científico, diante dos distintos aspectos, abriria portas para interrupção de inúmeros embriões portadores de doenças que de algum modo levem ao encurtamento da vida. Sem lei aprovada pelo Parlamento, precedida de amplo debate público, provavelmente retrocederíamos aos tempos dos antigos romanos, em que se matavam crianças consideradas fracas ou debilitadas. “

18h15 – Decisão teria o condão de tornar lícitas outras interrupções. Cita especialistas para lembrar que há outras doenças congênitas letais. “Por que foi escolhida a anencefalia para provocar a antecipação da morte?”

18h12 – Para ministro, poder judiciário carece do respaldo do voto popular para promover alterações na legislação.

18h00 – Ministro lembra casos em que o aborto é permitido – quando ameaça a vida da gestante ou quando resulta de estupro. Legislação não afasta punição em casos de aborto induzido de feto mal-formado.

17h57 – Ministro Carlos Lewandowski já anuncia que sua interpretação será diferente. “Meu voto, com todo respeito, será em sentido contrário dos que me antecederam”.

17h55 – Ministro César Peluso declara reabertos os trabalhos. Ministro Carlos Lewandowski.

17h17- – Ministro César Peluso anuncia intervalo de 20 minutos

17h16- Cármen Lúcia vota a favor da liberação do aborto de anencéfalo. “Fundado na dignidade da vida neste caso acho que esta interrupção não é criminalizável”, diz ministra.

17h05 - Em seguida, a ministra Cármen Lúcia inicia seu discurso.

17h00 - Ministro Luiz Fux termina seu relato e acompanha relator pela procedência da ação. São 4 votos a favor da descriminalização do aborto.

16h37 - “A interrupção da gravidez tem o condão de diminuir o sofrimento da gestante”, afirma o ministro, indicando dados de um estudo que aponta que 38% dos fetos anencéfalos morreram dentro do útero materno.

16h30 - Após apresentar dados de estudos e pesquisas sobre anencefalia, o ministro Luiz Fux afirma que as mulheres grávidas de anencéfalos não serão obrigadas a interromper a gestação e que a vontade deve ser preservada.

16h15 -Até agora, são três ministros que votaram pela interrupção da gravidez no caso de anencefalia.

16h10 - Ministro Luiz Fux inicia relato de seu voto.

16:08- Pouco após o discurso de Rosa Weber, o ministro Joaquim Barbosa pede a palavra e diz que pretende adiantar seu voto: se diz favorável ao aborto de anencéfalos.

16h06 - Ministra oficializa seu voto a favor da ação ADPF 54, ou seja, pela interrupção da gravidez por escolha da mãe.

16h00 - “Obrigar a mulher a carregar o feto fere o direito à liberdade reprodutiva. (…) Proteger a mulher é garantir concretamente sua liberdade de escolha”, diz a ministra

15h55 - Após discursar sobre morte encefálica, a ministra Rosa Weber afirma que, em caso de anencefalia, a gestante deve ter liberdade para optar por carregar ou não o feto em seu ventre.

15h40 - De acordo com Rosa Weber, o direito penal defende a vida humana desde o seu princípio.

15h27 - Enquanto lê seu voto, a ministra defende o direito à vida dos fetos anencéfalos.

14h57 - Sessão que decide se aborto de feto anencéfalo é crime foi reaberta. Ministra Rosa Weber será a primeira a votar após relator, que é favorável à interrupção da gravidez.

12h46 - Após voto do relator, sessão foi suspensa para o almoço e voltará às 14h30.

12h42 - Marco Aurélio Mello vota a favor do aborto, ou da interrupção terapêutica da gravidez – como prefere nomear a ação. “A gestação de feto anencéfalo representa um risco à mulher”, afirma. O ministro é relator da ação proposta em 2004 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde.

12h36 - “Cabe à mulher, e não ao Estado, sopesar valores e sentimentos de ordem privada, para deliberar pela interrupção,ou não, da gravidez”, diz o relator.

12h26 - Uma breve retrospectiva da discussão sobre a interrupção da gestação de fetos anencéfalos:
Em 2004, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde entrou com a ação no STF. O julgamento chegou a começar, mas um pedido de vista de Carlos Ayres Britto o interrompeu;
Em 2005, a Suprema Corte aceita dar continuidade à ação, mas o julgamento não é retomado;
Em 2008, várias audiências públicas foram realizadas para discutir o assunto com especialistas, autoridades e organizações. O caso vai para a análise dos ministros do STF;
Apesar de rumores sobre a continuação do julgamento, o processo continua parado até que o STF decide encerrar o julgamento em 2012.

12h19 – Marco Aurélio Mello ainda dá seu parecer. Depois dele, ainda falam Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cezar Pelluso. O ministro Antonio Dias Toffoli não votará, pois no passado, quando era advogado-geral da União, manifestou-se favorável à interrupção da gravidez no caso de anencéfalos.

12h13 - “Sob o ângulo da saúde física da mulher, toda gravidez acarreta riscos”, aponta Marco Aurélio, citando médicos que levantaram dados sobre a saúde da mãe cujo feto é anencéfalo. De acordo com os especialistas citados pelo ministro, a gestação de um bebê anencéfalo também pode ser “prejudicial ao bem-estar” da mulher que o carrega.

12h00 - Pouco antes do início do julgamento sobre aborto de fetos anencéfalos, o ministro do Gilmar Mendes classificou a matéria de polêmica e uma das mais importantes a serem submetidas ao tribunal nos últimos anos. “Vamos então discutir com serenidade, ouvir a manifestação dos requerentes e ver como se encaminha, ver qual vai ser o posicionamento”, ressaltou. “Vamos aguardar o desenvolvimento da temática no plenário para que e gente tenha maior segurança. Acredito que vamos concluir hoje ou amanhã esse julgamento”, concluiu.

11h56 – Marco Aurélio: “Aborto é crime contra a vida, sim. Mas no caso de um feto anencéfalo, não há expectativa de vida”. Por isso, continua, “a interrupção da gestação de um feto anencéfalo não se configura crime contra a vida”. “Não está em jogo a vida de outro ser”, completa.

11h50 – ”Espero que a decisão seja a favor da vida e de crianças como minha filha”, diz a jornalista Joana de souza Croxato, cuja filha, diagnosticada com anencefalia durante a gravidez, tem 2 anos e 3 meses. “Quando a mãe interrompe a gestação, fica só com a dor. Quando vai adiante, ela tem a oportunidade de se tornar mãe de uma criança muito especial. Ela só está viva porque nós demos oportunidade”, disse.

11h45 – O ministro também fala sobre a questão da mãe no caso do aborto e cita uma série de antropólogos e médicos em seu argumento. “A mulher deve ser tratada como um fim em si mesma, e não como instrumento de produção de órgãos”, diz Marco Aurélio, dizendo que a condição humana da mãe deve ser levada em conta.

11h30 – “Não se trata de vida em potencial, mas de morte, ainda que haja batimentos cardíacos e respiração”, afirma o ministro após citar uma série de conclusões de autoridades e órgãos de medicina sobre as condições de fetos que se desenvolvem com anencefalia durante a gestação.

11h25 – A edição desta quarta-feira do Estado de S. Paulo publicou casos de duas mulheres que tiveram de lidar com a gestação de fetos anencéfalos. Uma defende o aborto, enquanto a outra é contra.

11h16 – A religião é um dos fatores que mais pesa na questão do aborto não só no País, mas em todo o mundo. Os grupos contrários ao aborto participam ativamente de movimentos que pressionam os ministros a não autorizar a descriminalização, ainda que o feto apresente deformações.
De acordo com o padre Pedro Stepia, da Paróquia de Lagoa Azul, do Novo Gama, em Goiás, a ideia é que a manifestação em frente ao prédio do STF dure mais dois dias após o fim do julgamento. “Defendemos o espírito da verdade e estamos unidos com todos os irmãos que pensam da mesma forma”, diz.

11h11 - “A interrupção da gravidez em caso de gravidez de feto anencéfalo não pode ser examinada sob os influxos de orientações religiosas”, prossegue o ministro, uma vez que a Constituição garante liberdade religiosa, de expressão e de crença.

11h05 – Marco Aurélio de Mello fundamenta seu parecer favorável com o argumento de que “a crença religiosa e espiritual não deve ter influência nas decisões estatais”.

10h53 – Em 2004, Marco Aurélio concedeu liminar para autorizar a antecipação do parto quando a deformidade fosse identificada por meio de laudo médico. Mas o Plenário decidiu, por maioria de votos, cassar a autorização concedida apenas três meses depois. A discussão voltou a ser tema de audiência pública em 2008, ocasião em que foram ouvidos representantes do governo, especialistas em genética, entidades religiosas e da sociedade civil.

10h40 – O ministro Marco Aurélio, relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamenta (ADPF) 54 faz a leitura do voto. ele já indicou anteriormente que deve votar a favor da descriminalização.

10h24 - Enquanto isso, do lado de fora do prédio do STF, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, um grupo de religiosos faz vigília desde a terça-feira, 10. Os católicos se uniram a evangélicos e espíritas em orações, pedindo que os ministros rejeitem a descriminalização.

10h15- A Procuradoria-Geral da República encerrou seu parecer favorável à possibilidade de antecipação de parto nos casos de anencefalia. Quem expõs os argumentos foi o procurador-geral, Roberto Gurgel. “Quando não há possibilidade de vida (do feto), nada justifica restrição ao direito de liberdade e autonomia reprodutiva da mulher”, disse.

10h06 – Luís Roberto Barroso, advogado da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) expôs os argumentos a favor da descriminalização da interrupção da gravidez em caso de gravidez de feto anencéfalo. Para o advogado, a interrupção da gravidez nos casos de anencefalia não pode ser considerada aborto.

9h50 – Plenário do STF começa julgamento sobre processo que trata da possibilidade legal de antecipar o parto de fetos anencéfalos. O ministro Marco Aurélio Mello fez a leitura do relatório para dar início à sessão.

Fonte: Estadão

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